Fox passa a oferecer seu conteúdo em streaming para quem não assina TV paga no Brasil
A Fox é o mais novo grupo de mídia a disponibilizar seu conteúdo em streaming para quem não assina pacotes de TV paga. O projeto foi anunciado em abril, mas só a partir desta terça-feira (28/8) virou realidade. Assim como no app da HBO Go, a Fox oferecerá assinatura por aplicativo, que dará acesso ao catálogo dos 11 canais do grupo, incluindo Fox Premium, National Geographic e Fox Sports. No pacote, estão séries como “The Walking Dead”, “This Is Us”, “Vikings”, “Homeland”, “Britannia” e “Outlander” – algumas exclusivas do canal pago Fox Premium, que não consta de pacotes básicos da TV paga. Entre os programas esportivos, os clientes poderão acompanhar competições como o Campeonato Espanhol, a Copa Libertadores e a Copa do Brasil. De acordo com a Fox, o serviço está disponível em vários dispositivos, incluindo smartphones, tablets, computadores, smarTVs, consoles de jogos, Chromecast e Apple TV. “Vamos ampliar nosso modelo de negócio e chegar a lares que hoje não têm assinatura de TV Paga”, disse em comunicado oficial Michel Piestun, gerente geral da Fox Networks Group no Brasil. O preço da assinatura é R$ 35,90, valor próximo do cobrado por HBO, Netflix e outros serviços de streaming.
Ator de Sons of Anarchy e Bates Motel viverá vilão perigoso da nova temporada de The Walking Dead
O ator Ryan Hurst, que viveu papéis marcantes nas séries “Sons of Anarchy”, “Bates Motel” e “Outsiders”, foi escalado para encarnar outro personagem que deve dar o que falar. Desta vez, na série “The Walking Dead”. Hurst vai interpretar o novo vilão Beta na 9ª temporada da produção de zumbis. Nos quadrinhos de Robert Kirkman, Beta é o segundo em comando do grupo de sobreviventes conhecido como os Sussurradores, e suas ações são responsáveis pela morte de diversos personagens queridos da trama, entre eles Andrea, que foi eliminada de forma antecipada na 3ª temporada – mas seu arco foi assumido por Michonne. Entre os Sussurradores, ele está abaixo apenas de Alfa, que será interpretada por Samantha Morton (“Minority Report: A Nova Lei”). Os novos vilões ganharam seu nome pela forma como sobrevivem ao apocalipse zumbi: vestindo peles de zumbis, eles vivem em meio aos infectados, comunicando-se apenas através de sussurros. O grupo também inclui Lydia, filha da líder Alfa, que já teve sua intérprete definida: Cassady McClincy (“Castle Rock”). Além dos vilões dos próximos capítulos, a série também receberá reforço de outro grupo de sobreviventes, que chegará à comunidade de Alexandria sob a liderança de Magna (Nadia Hilker, de “The 100”). Esse grupo ainda destaca Connie (Lauren Ridloff, de “Sem Fôlego”), Yumiko (Eleanor Matsuura, de “Into the Badlands”), Kelly (a novata Angel Theory) e Luke (Dan Fogler, de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”). A 9ª temporada terá muitos personagens novos como forma de reforçar o elenco, antes da saída já confirmada de dois protagonistas: Andrew Lincoln, intérprete de Rick Grimes, e Lauren Cohan, que vive Maggie Greene. Os novos episódios estreiam em 7 de outubro. A série é exibida no Brasil pela Fox.
Comercial do revival de Last Man Standing chama quem cancelou a série de idiota
A rede Fox divulgou o pôster e um novo comercial do revival de “Last Man Standing”, que volta à TV em novo canal, um ano após ter sido cancelada pela rede ABC. E o vídeo deixa clara a insatisfação da produção com seu antigo lar. “Por que eles cancelariam um programa popular que todo mundo ama?”, pergunta o personagem Kyle (Christoph Sanders), como escada para o protagonista Mike Baxter (Tim Allen) arrematar: “Talvez eles sejam um bando de idiotas!”. Nunca é demais lembrar que “Last Man Standing” fazia muito sucesso desde seu lançamento em 2011 e só perdia em audiência para “Modern Family” quando foi cancelada na ABC – vista em média por 6,4 milhões de telespectadores ao vivo em 2017. Muitos críticos comentaram, há um ano, que a ABC tinha realmente cometido um erro estratégico ao cancelar a série criada por Jack Burditt (roteirista das clássicas “Mad About You” e “Just Shoot Me”), em particular porque ela era muito popular na demografia dos eleitores de Donald Trump, perfil raro entre as séries exibidas nos Estados Unidos – porque os produtores de TV tendem a priorizar uma agenda progressista, evitando ao máximo ideais reacionários, como as preocupações machistas do personagem de Allen em sua sitcom. Mas “Last Man Standing” também era completamente ignorada pela crítica, a ponto de não possuir avaliação média no site Rotten Tomatoes. Sua volta pela Fox é estimulada por dois fatores. Trata-se de uma produção da casa, mais especificamente da 20th Century Fox Television, o que facilitou o acordo. O outro detalhe determinante foi o enorme sucesso do revival de “Roseanne”, sitcom que compartilha o mesmo viés político conservador de “Last Man Standing”. Por outro lado, “Roseanne” foi cancelada, apesar do sucesso, por conta da boca grande de sua protagonista, extremamente reacionária, que postou um comentário racista em seu Twitter contra uma ex-integrante do governo de Barack Obama. A série de comédia protagonizada por Tim Allen voltará para sua 7ª temporada em 28 de setembro
Bilheterias: Podres de Ricos impressiona na segunda semana de liderança na América do Norte
A comédia romântica “Podres de Ricos” manteve a liderança das bilheterias norte-americanas pelo segundo fim de semana consecutivo, mostrando um fôlego que chama atenção de Hollywood. Depois de registrar a melhor abertura dos últimos três anos para um filme do gênero, o longa dirigido por Jon M. Chu (“Truque de Mestre: 2º Ato”) fez mais US$ 25,2 milhões em seu segundo fim de semana. O valor impressiona por ser apenas 6% menor que o valor arrecadado na estreia. Trata-se da menor queda registrada entre a primeira e a segunda semana de exibição de um filme desde o fenômeno “Forest Gump” (1994) há quase um quarto de século. Adaptação de best-seller popular, o filme se diferencia de uma telenovela engraçadinha de milionários simpáticos e lindos por ter um elenco composto exclusivamente por atores de descendência asiática. As análises de perfil de seu público revelam que a comunidade asiática é responsável pela maior parte de sua bilheteria, com milhares de pessoas assistindo ao longa mais de uma vez nos últimos dias. Uma comparação, em termos de nicho de mercado, tem sido feita com “Pantera Negra”, que mobilizou afro-americanos em todos os Estados Unidos. Ao todo, “Podres de Ricos” soma US$ 77 milhões em dez dias em cartaz na América do Norte e, graças a esse sucesso, já ganhou encomenda de continuação. O público brasileiro, porém, só vai poder conferir se é para tanto depois do resto do mundo. O país será o último mercado a receber o filme, em 25 de outubro. “Megatubarão” também manteve bom desempenho em 2º lugar. Ao arrecadar mais US$ 13 milhões, ultrapassou os US$ 100 milhões nos Estados Unidos e Canadá. Mas seu verdadeiro sucesso se dá no mercado internacional, que responde pela maior parte de sua arrecadação, atualmente acima dos US$ 400 milhões. Profetas apocalípticos previram seu fracasso e o filme está praticamente pago em três semanas. Quem gosta de rir de fracassos deve ter achado muito engraçado “Crimes em Happytime”, pior estreia ampla da carreira de Melissa McCarthy. O filme em que a atriz contracena com marionetes drogados e ejaculadores rendeu apenas US$ 10 milhões no fim de semana, abrindo em 3º lugar. Para completar, a baixaria foi destruída pela crítica, com 25% de aprovação, índice que mantém o nível dos filmes recentes da atriz. A diferença é que, antes, seus filmes ruins pareciam um favor para o marido, que resolveu virar diretor – e deu ao mundo coisas como “Tammy” (2014) e “A Chefe” (2016). Agora, porém, ela demonstra que também topa porcarias dos outros. O público brasileiro poderá conferir daqui a um mês, em 20 de setembro. Pior que esta, só a estreia de “A.X.L.”, uma versão de “Short Circuit: O Incrível Robô” (1986), onde, além de robô, o protagonista também é cachorro. Uau… uau! Fez US$ 2,9 milhões em 9º lugar e não deve ser lançado no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 25m Total EUA e Canadá: 76,8m Total Mundo: US$ 83,9m 2. Megatubarão Fim de semana: US$ 13m Total EUA e Canadá: US$ 105,3m Total Mundo: US$ 408,6m 3. Crimes em Happytime Fim de semana: US$ 10m Total EUA e Canadá: US$ 10m Total Mundo: US$ 10m 4. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 8m Total EUA e Canadá: US$ 193,9m Total Mundo: US$ 538,7m 5. Christopher Robin Fim de semana: US$ 6,3m Total EUA e Canadá: US$ 77,6m Total Mundo: US$ 112,7m 6. 22 Milhas Fim de semana: US$ 6m Total EUA e Canadá: US$ 25,1m Total Mundo: US$ 31,4m 7. Alfa Fim de semana: US$ 5,6m Total EUA e Canadá: US$ 20,1m Total Mundo: US$ 27,4m 8. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 5,3m Total EUA e Canadá: US$ 32m Total Mundo: US$ 40,3m 9. A.X.L. Fim de semana: US$ 2,9m Total EUA e Canadá: US$ 2,9m Total Mundo: US$ 2,9m 10. Slender Man Fim de semana: US$ 2,7m Total EUA e Canadá: US$ 25,4m Total Mundo: US$ 33,4m
Honest Trailers decide atacar Deadpool 2, mas toma invertida com Deadpool zoando o canal
Um dos canais mais populares do YouTube, Honest Trailers, dedicado a zoar os furos dos blockbusters de Hollywood, decidiu abordar “Deadpool 2”. Mas o resultado foi completamente diferente do que o público está acostumado a encontrar nos “trailers honestos” da equipe do Screen Junkies. Usando seus poderes de metalinguagem, o mutante falastrão deu o troco e assumiu o controle do vídeo, antes que o narrador oficial do canal pudesse começar a atacar o filme. Com ajuda da dublagem exclusiva de Ryan Reynolds, Deadpool resolveu fazer o trailer honesto dos Honest Trailers, zombando do canal do YouTube, sem esquecer de ridicularizar “Lanterna Verde” no processo. Confira o vídeo abaixo, que aproveita para promover o lançamento do Blu-ray de “Deadpool 2” – metapublicidade.
The Walking Dead escala personagem importante para o rumo da série
A produção de “The Walking Dead” escalou a intérprete de uma personagem muito importante para o rumo da trama em seus próximos capítulos. A atriz Cassady McClincy (de “Com Amor, Simon”) entrou no apocalipse zumbi no papel recorrente de Lydia. Nos quadrinhos de Robert Kirkman, a personagem tem um relacionamento com Carl, o filho de Rick Grimes, eliminado da série na temporada passada. Lydia é a filha da temida Alpha (Samantha Morton, da série “Harlots”), líder dos Sussurradores. Sem saber quem ela é, Carl acaba se envolvendo com a jovem, e esse romance coloca os dois adolescentes no centro do próximo conflito da trama. A confirmação de Lydia na trama mostra que os roteiristas vão seguir adaptando as histórias de Kirkman, alterando apenas quem fará contato com a jovem. Nunca é demais lembrar que Carl continua vivo nos quadrinhos e que sua morte na série foi a gota d’água para os fãs pedirem demissão do antigo showrunner Scott Gimple – que caiu para cima, promovido à atividades por enquanto inexistentes, de criar novos projetos de zumbis. Há indícios de que a história de Carl será incorporada pelo menino Henry. Como a série terá um salto temporal, Henry aparecerá como adolescente nos próximos capítulos. A mudança de seu intérprete, inclusive, já foi confirmada. Matthew Lintz (da série “The Alienist”) vai seu irmão da vida real, Macsen Lintz, no papel. Não seria a primeira vez que algo assim acontece em “The Walking Dead”. Michonne, por exemplo, está seguindo o arco de Andreia, que morreu na 3ª temporada, mas continuou viva nos quadrinhos por muito tempo depois disso. Entretanto, a essa “substituição” originou um efeito dominó, e o arco original de Michonne está agora sendo vivido por Carol na série. A 9ª temporada terá muitos personagens novos, entre eles um grupo inteiro de sobreviventes liderado por Magna (Nadia Hilker, a Luna da série “The 100”), que chega em Alexandria para se tornar parte importante da trama. As novidades também são uma forma de reforçar o elenco diante da saída confirmada de dois protagonistas, Andrew Lincoln, intérprete de Ricki, e Lauren Cohan, que vive Maggie Greene. Os novos episódios estreiam em 7 de outubro. A série é exibida no Brasil pela Fox.
Fotos e comercial introduzem Seann William Scott na série Máquina Mortífera
A rede Fox divulgou as fotos promocionais e o primeiro comercial da 3ª temporada de “Máquina Mortífera” (Lethal Weapon), que apresentam Seann William Scott (de “American Pie”) ao lado de Damon Wayans. Scott vai interpretar o novo parceiro do experiente detetive Roger Murtaugh, substituindo o ator Clayne Crawford, que foi demitido da série por “mau comportamento”, após ataques de estrelismo e até agressões físicas contra o colega Wayans. Para a substituição, os produtores resolveram matar Martin Riggs, o personagem de Crawford, vivido por Mel Gibson na franquia cinematográfica em a série se baseia, utilizando como gancho a cena em que Riggs leva um tiro no fim da 2ª temporada. O novo parceiro de Murtaugh será Wesley Cole, que foi criado especialmente para a série, já que nunca apareceu nos filmes. O personagem de Scott é um ex-militar, que se muda para Los Angeles para ficar mais perto do filho que teve com Natalie Flynn, outra novidade do programa, que será vivida por Maggie Lawson (a Juliet de “Psych”). Com um elenco de atores de comédia, a série deve sofrer mudanças de tom, e a primeira prévia já demonstra um clima mais leve. A 3ª temporada de “Máquina Mortífera” estreia nos Estados Unidos em 25 de setembro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner e pela rede Globo.
Fotos mostram clima de Velho Oeste e romance em The Walking Dead
O canal pago americano AMC divulgou fotos oficiais da 9ª temporada de “The Walking Dead”, que destacam a atmosfera de Velho Oeste dos próximos episódios, com muitas cavalgadas e até diligências, além de um clima de romance entre Carol (Melissa McBride) e Ezekiel (Khary Peyton). O relacionamento entre os dois personagens foi alvo de boato no fórum The Spoiling Dead Fans, que chegou até a sugerir casamento. Já o aspecto de faroeste da produção foi assumido pela nova showrunner Angela Kang, em entrevista à revista Entertainment Weekly em julho, quando revelou a primeira imagem da temporada – que inclusive retorna agora, na leva atual, sem o logotipo da revista. “Vamos explorar o que acontece quando objetos feitos pelo homem começam a quebrar. Infraestrutura, como estradas e pontes, não são mais as mesmas, e os recursos estão acabando”, contou Kang. “Como resultado, há um clima de faroeste, o que foi muito divertido de escrever e filmar”. Ela aprofundou a explicação. “Estamos entrando em um período em que muitas das coisas que vimos nas temporadas anteriores quebraram, então eles têm esses cavalos e carruagens em vez de carros. A iluminação se dá com lâmpadas a óleo. As pessoas estão usando diferentes tipos de armamento. Existe uma verdadeira aridez que acho que será divertida e fresca para os espectadores. A 9ª temporada de “The Walking Dead” marcará a despedida do ator Andrew Lincoln do protagonista Rick Grimes. O ator confirmou sua saída da série durante a San Diego Comic-Con 2018, mas detalhes de como sairá da série permanecem desconhecidos. Além dele, Lauren Cohan também confirmou que abandonará a personagem Maggie Greene, mas com opção de poder retornar mais adiante. A estreia da nova temporada está marcada para o dia 7 de outubro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.
Tom Ellis manda recado para os fãs brasileiros de Lucifer
A Netflix divulgou um vídeo de “Lucifer”, em que Tom Ellis e Aimee Garcia mandam uma mensagem aos fãs da atração no Brasil, agradecendo o apoio na campanha que resgatou a série e prometendo que, apesar da espera ser maior que o costume, a 4ª temporada da série “vai ser muito boa”. A plataforma de streaming resgatou a série, que foi cancelada pela Fox em maio, devido a uma ruidosa campanha de fãs, que colocou a hashtag #SafeLucifer entre os principais tópicos do Twitter. Os showrunners Joe Henderson e Ildy Modrovich revelaram que o novo ciclo irá contar apenas com 10 episódios, todos inéditos. Mas fora a duração menor, característica das produções em streaming, a série deverá permanecer igual à sua versão da TV aberta. Para começar, a história será a mesma que os produtores imaginavam para a primeira metade da 4ª temporada na Fox. Como terão menos episódios para trabalhar, eles decidiram concentrar seus esforços para contar uma história só. Não ficou claro se isso significa abandonar a estrutura de um crime por capítulo, mas não parece ser o caso, uma vez que já planejavam contar a trama desta forma na TV aberta. Anteriormente, Henderson tinha revelado que a ideia da 4ª temporada era explorar como a detetive Chloe Decker lidaria com a descoberta de que Lucifer é realmente o diabo. Além de manter os planos originais, os novos episódios também devem ter a mesma média de duração de 43 minutos, que a série tinha na Fox. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi anunciada. Por baixo dos ternos caros do Lucifer bate um coraçãozinho brasileiro! pic.twitter.com/LNrWLXEtU1 — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) August 20, 2018
Lauren Cohan confirma spoiler sobre destino de Maggie em The Walking Dead
A atriz Lauren Cohan voltou a afirmar que sua saída de “The Walking Dead”, prevista para a próxima temporada, não representará o final da trajetória de Maggie na trama. Quase um mês depois de dizer que “a história de Maggie é aberta”, a atriz reforçou que pode retomar a personagem mais adiante. “Há ainda uma chance de eu explorar Maggie e vai ser divertido se eu conseguir fazer”, ela revelou para a agência Associated Press. Em suma ela deu a entender que Maggie não morrerá na trama, podendo voltar a aparecer na história em alguma futura temporada. Tudo dependerá, claro, da agenda da atriz, que pode se abrir caso, por exemplo, sua nova série “Whiskey Cavalier” fracasse. Na nova entrevista, ela também justificou sua saída de “The Walking Dead”, politicamente evitando comentar sua briga por aumento de salário. “Oito anos é muito tempo para estar nessa profundidade emocional, e foi muito divertido para mim, pois nunca pensei em drama quando estava começando a atuar, sempre me imaginei fazendo coisas mais leves”, disse. Sua nova produção, “Whiskey Cavalier”, segue essa linha mais leve, já que é uma comédia de ação e espionagem. A estreia deve acontecer apenas em 2019.
Podres de Ricos surfa na onda da diversidade para ultrapassar Megatubarão nas bilheterias norte-americanas
Diversidade está em alta e patriotismo intervencionista em baixa neste fim de semana nos cinemas norte-americanos. Mostrando que Hollywood só tem a ganhar ao dar mais espaço para minorias, “Podres de Ricos” estreou em 1ª lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá. O filme é uma bobagem, uma comédia romântica de gente rica, ao estilo das novelas mexicanas e da Globo, baseada num best-seller popularzão. Mas a minoria que embasa seu sucesso não são os 10% mais ricos: o elenco da produção é totalmente composto por atores de descendência asiática. Isto não acontecia num filme americano há 25 anos, desde “O Clube da Felicidade e da Sorte” (1993). O longa dirigido por Jon M. Chu (“Truque de Mestre: O 2º Ato”) faturou US$ 25,2m (milhões) no fim de semana. E como teve lançamento antecipado na quarta-feira (15/8), já soma 34m na América do Norte. Não chega a ser um fenômeno, como os super-heróis da diversidade “Mulher-Maravilha” e “Pantera Negra”, mas é um desempenho muito bom para seu nicho e orçamento. Vale lembrar que a última comédia romântica a fazer mais de US$ 20m em sua estreia foi “Descompensada” em julho de 2015 – abriu com US$ 30,1m. O lançamento também contou com boa vontade da crítica, que deu 92% de aprovação para uma história que não teria tanta repercussão se fosse estrelada por brancos – afinal, qual a graça de ver gente branca, bonita e rica encontrando o amor e o final feliz, quer dizer, após mil filmes disso? “Este é um filme culturalmente significativo, ponto”, disse o chefe de distribuição da Warner, Jeff Goldstein, para o site da revista The Hollywood Reporter, faturando o discurso de inclusão. “Isso mostra a todos nós que precisamos olhar para fora da caixinha”. “Podres de Ricos” custou só US$ 30m de produção e deve faturar alto quando chegar na Ásia na próxima semana. No Brasil, porém, a estreia só deve acontecer em novembro, quando já tiver saído de cartaz na maioria dos demais países. O romance asiático-hollywoodiano derrubou “Megatubarão” para o 2º lugar no ranking norte-americano. O filme do bicho boca-aberta fez mais US$ 21,1m e chegou a US$ 83,7m em duas semanas no mercado doméstico. Mas o total mundial já está em US$ 314,1m, para fechar a boca de quem profetizou seu fracasso. Foram US$ 117,2m apenas na China, onde o longa desfruta de seu maior êxito comercial. Por falar em fracasso, a bilheteria de “22 Milhas” é um aviso bastante claro para o diretor Peter Berg e o ator Mark Wahlberg. É o quarto filme consecutivo que os dois fazem juntos, todos com a valorização de patriotas da classe trabalhadora e cada um rendendo menos que o anterior. Este mais recente tem a ver com o primeiro, “O Grande Herói”, de 2013, mas também com um filme anterior do diretor, “O Reino”, de 2007, ao fazer a apologia do intervencionismo americano no exterior. A trama, inclusive, se passa num país inventado para não ofender sensibilidades, já que é francamente ofensiva em sua valorização do “grande herói” americano encarnado por Wahlberg. Foi eviscerado pela crítica, com apenas 20% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e rendeu meros US$ 13,6m em seu lançamento nos cinemas, a pior abertura ampla nos 20 anos da carreira cinematográfica do diretor Peter Berg. A estreia no Brasil está marcada para 20 de setembro. E Berg já está filmando seu quinto filme consecutivo com Wahlberg… A terceira estreia ampla da semana também se deu mal. A aventura pré-histórica “Alfa”, que conta uma espécie de fábula da domesticação do primeiro lobo, abriu com US$ 10,5 milhões, virtualmente empatado com “Missão: Impossível – Efeito Fallout”. Por sinal, o longa de ação de Tom Cruise ultrapassou uma marca importante em sua quarta semana, superando os US$ 500m mundiais. E com um detalhe significativo: o filme ainda não estreou na China. Já “Alfa” chega em 9 de setembro no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 25,2m Total EUA e Canadá: 34m Total Mundo: US$ 34,7m 2. Megatubarão Fim de semana: US$ 21,1m Total EUA e Canadá: US$ 83,7m Total Mundo: US$ 314,1m 3. 22 Milhas Fim de semana: US$ 13,6m Total EUA e Canadá: US$ 13,6m Total Mundo: US$ 14,1m 4. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 180,7m Total Mundo: US$ 501,4m 5. Alfa Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 10,5m Total Mundo: US$ 10,5m 6. Christopher Robin Fim de semana: US$ 8,8m Total EUA e Canadá: US$ 66,8m Total Mundo: US$ 89,6m 7. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 7m Total EUA e Canadá: US$ 23m Total Mundo: US$ 24,9m 8. Slender Man Fim de semana: US$ 4,9m Total EUA e Canadá: US$ 20,7m Total Mundo: US$ 21,1m 9. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 3,6m Total EUA e Canadá: US$ 153,8m Total Mundo: US$ 425,9n 10. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 3,3m Total EUA e Canadá: US$ 111,2m Total Mundo: US$ 319m
Lucifer: Vídeo de bastidores anuncia o começo das gravações da 4ª temporada
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores em que o elenco de “Lucifer” volta a se reunir para anunciar o começo das gravações a 4ª temporada. “Os fãs fizeram isso!”, diz o ator Tom Ellis, enquanto o elenco aplaude e celebra. A plataforma de streaming resgatou a série, que foi cancelada pela Fox em maio, devido a uma ruidosa campanha de fãs, que colocou a hashtag #SafeLucifer entre os principais tópicos do Twitter. Os showrunners Joe Henderson e Ildy Modrovich revelaram que o novo ciclo irá contar apenas com 10 episódios, todos inéditos. Mas fora a duração menor, característica das produções em streaming, a série deverá permanecer igual à sua versão da TV aberta. Para começar, a história será a mesma que os produtores imaginavam para a primeira metade da 4ª temporada na Fox. Como terão menos episódios para trabalhar, eles decidiram concentrar seus esforços para contar uma história só. Não ficou claro se isso significa abandonar a estrutura de um crime por capítulo, mas não parece ser o caso, uma vez que já planejavam contar a trama desta forma na TV aberta. Anteriormente, Henderson tinha revelado que a ideia da 4ª temporada era explorar como a detetive Chloe Decker lidaria com a descoberta de que Lucifer é realmente o diabo. Além de manter os planos originais, os novos episódios também devem ter a mesma média de duração de 43 minutos, que a série tinha na Fox. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi anunciada. Lucifer. Season 4. Day 1 of shooting! Knock 'em dead @tomellis17 @LaurenGerman @Aimee_Garcia @RachaelEHarris @kevinmalejandro & @LesleyAnnBrandt #LuciferOnNetflix pic.twitter.com/pR7VOCN0xk — See What's Next (@seewhatsnext) August 13, 2018
Teen Choice Awards tem pior audiência de todos os tempos
O quanto os prêmios Teen Choice são populares? Muito pouco. A transmissão da premiação, exibida na noite de domingo (12/8) pela rede Fox nos Estados Unidos, foi um fiasco de audiência, com o menor público de sua história, mal ultrapassando 1 milhão de telespectadores ao vivo. Totalizou 1,01 milhão, ao todo. Não é se espantar. Afinal, com a introdução de inúmeras categorias dedicadas a “digital influencers” e apresentação de uma personalidade da web (Lele Pons), o evento pareceu feito para o público da internet. Mas quem assistiu foi mesmo o público da TV. A supervalorização de nichos digitais levou ao encolhimento de 40% do público em relação ao evento no ano passado – assistido por 1,7 milhão de pessoas. O pior é que a premiação nunca se destacou na única demografia computada pelos anunciantes, adultos entre os 18 e os 49 anos, marcando este ano apenas 0,3 ponto no levantamento estatístico da Nielsen – menos que os 0,5 de 2017. Se poucos se interessam, poucos votam e isso também redundou na premiação de programas de pouca expressividade, graças ao esforço de fã-clubes dedicados. O que explica como uma série cancelada por baixa audiência, como “Shadowhunters”, conseguiu levar para casa algumas pranchas de surfe – o troféu – da premiação. O resultado cataclísmico deste ano pode ter consequências, ao desestimular a Fox a manter a produção do evento.












