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  • Filme

    Festival de Veneza traz menos apostas de Hollywood e mais filmes políticos

    2 de setembro de 2026 /

    Diretor do evento aponta retração dos grandes estúdios em meio a filmes sobre Gaza, Ucrânia, imigração e o poder dos bilionários

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  • Filme

    “Retorno a Buenos Aires” leva Brasil à disputa do Leão de Ouro

    23 de julho de 2026 /

    Coprodução de Marco Bechis foi filmada em Porto Alegre e concorre com novos trabalhos de Danny Boyle, Werner Herzog e Hirokazu Kore-eda

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  • Filme

    Um Filho: Drama com Hugh Jackman ganha trailer nacional

    19 de dezembro de 2022 /

    A Diamond Films Brasil divulgou o trailer nacional de “Um Filho” (The Son), drama estrelado por Hugh Jackman (“Logan”), que vai chegar aos cinemas brasileiros em 16 de fevereiro. “Um Filho” é o novo longa do diretor Florian Zeller, que venceu o Oscar por “Meu Pai” no ano passado. Após lidar com a demência na Terceira Idade em “Meu Pai”, a nova produção explora a depressão na adolescência. Ambos os filmes são baseados em peças do cineasta. A trama gira em torno de um executivo chamado Peter, que tem sua vida com a nova parceira Emma e seu bebê recém-nascido abalada pela reaparição da ex-esposa com seu filho adolescente. O jovem está perturbado, distante e com raiva, faltando à escola há meses. Enquanto Peter se esforça para ser um pai melhor, procurando ajudar seu filho, o peso da condição de Nicholas coloca a família em um rumo perigoso. Além de Jackman no papel de pai, o elenco da produção conta com Laura Dern (“História de um Casamento”), Vanessa Kirby (“Pieces of a Woman”), Zen McGrath (“Marcas do Passado”) e Anthony Hopkins, que venceu o Oscar por “O Pai” e retoma a parceria com o diretor francês num personagem criado especialmente para ele no filme – isto é, que não existia no roteiro teatral. Os filmes do pai e do filho formam uma trilogia escrita por Zeller para o teatro. O terceiro, “The Mother”, ainda não tem adaptação cinematográfica prevista. “Um Filho” teve première mundial no Festival de Veneza, mas não empolgou a crítica como o filme anterior. O lançamento comercial aconteceu em 11 de novembro nos EUA, quando atingiu apenas 42% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, afastando qualquer ambição na temporada de premiações desse fim de ano.

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  • Filme

    Hugh Jackson tem problemas com o filho em trailer dramático

    25 de outubro de 2022 /

    A Sony Pictures Classics divulgou o trailer completo de “The Son”, novo drama de Florian Zeller, que venceu o Oscar por “Meu Pai” no ano passado. Após lidar com a demência na Terceira Idade em “Meu Pai”, o novo longa escrito e dirigido por Zeller explora a depressão na adolescência. A trama gira em torno de um executivo chamado Peter, que tem sua vida com a nova parceira Emma e seu bebê recém-nascido abalada pela reaparição da ex-esposa com seu filho adolescente. O jovem está perturbado, distante e com raiva, faltando à escola há meses. Enquanto Peter se esforça para ser um pai melhor, procurando ajudar seu filho, o peso da condição de Nicholas coloca a família em um rumo perigoso. O elenco de “The Son” destaca Hugh Jackman (“Logan”), Laura Dern (“História de um Casamento”), Vanessa Kirby (“Pieces of a Woman”), Zen McGrath (“Marcas do Passado”) e Anthony Hopkins, que venceu o Oscar por “O Pai” e retoma a parceria com o diretor francês num personagem criado especialmente para ele no filme – isto é, que não existia no roteiro teatral. Os filmes do pai e do filho formam uma trilogia escrita por Zeller para o teatro. O terceiro título se chama “The Mother”, que ainda não tem adaptação cinematográfica prevista. “The Son” teve première mundial no recente Festival de Veneza, mas não empolgou a crítica como o filme anterior. O lançamento comercial está marcado para 11 de novembro nos EUA e ainda não há previsão para o Brasil.

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  • Série

    Diretor de “Meu Pai” fará série baseada em peça premiada

    15 de setembro de 2022 /

    O cineasta Florian Zeller, responsável pelo drama “Meu Pai” (2020) e o novo “The Son”, vai escrever, dirigir e produzir a série “The Lehman Trilogy”. Baseada em uma peça de teatro escrita por Stefano Massini, “The Lehman Trilogy” vai narrar a história de uma das instituições financeiras responsáveis por causar a recessão de 2008. A peça de Massini venceu cinco prêmios Tony nesse ano, incluindo Melhor Peça e Melhor Direção de Peça, para o cineasta Sam Mendes (“1917”). Em comunicado oficial, Zeller disse que estava muito feliz por “ajudar a dar vida a esta história épica”. “’The Lehman Trilogy’ é uma história fascinante sobre família e poder, que se estende por décadas em um cenário social e político em constante mudança nos EUA”, declarou ele. “Eu não poderia sonhar com uma tela mais rica para trabalhar e sou muito grato a todos que tornaram isso realidade.” A adapação de “The Lehman Trilogy” ainda não tem cronograma de filmagem e nem data de estreia definidos. Vale lembrar que Florian Zeller era diretor de teatro e começou a carreira no cinema adaptando suas peças. Seu segundo filme como diretor, “The Son”, baseado na peça homônima, foi muito aplaudido ao ser exibido no Festival de Veneza e tem estreia marcada para 11 de novembro nos EUA.

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  • Filme

    Hugh Jackman tem recepção “de Oscar” no Festival de Veneza

    7 de setembro de 2022 /

    O ator Hugh Jackman (“O Rei do Show”) arrancou elogios da crítica na première do seu novo filme, “The Son”, no Festival de Veneza. Os comentários entusiasmados apontam que esse pode ser o “filme de Oscar” do ator. Além dele, Laura Dern (“Jurassic World: Domínio”) também foi muito reverenciada após a sessão do filme, com o elenco e o diretor Florian Zeller aplaudidos de pé por 10 minutos pelo público presente. Visivelmente emocionado, Jackman abraçou o jovem Zen McGrath (“Marcas do Passado”), que interpreta seu filho, em meio à ovação. O filme, que conta uma tragédia familiar angustiante, também gerou suspiros audíveis dos espectadores durante uma determinada cena dramática. O próprio ator parece ter percebido a possibilidade do Oscar quando leu o roteiro, afirmando que foi “uma sensação como um fogo no meu estômago, foi uma compulsão”, disse ele, durante a coletiva de imprensa nessa quarta (7/9). “Um sentimento que você raramente tem como ator: este papel é para você e você deve interpretá-lo”, completou. A trama do filme gira em torno de Peter, um sujeito que vive uma vida agitada com a nova parceira e seu bebê. Mas a rotina dele é abalada pela chegada da ex-esposa com seu filho adolescente, Nicholas. O jovem está perturbado, distante e com raiva, faltando à escola há meses. Enquanto Peter se esforça para ser um pai melhor, procurando ajudar seu filho, o peso da condição de Nicholas coloca a família em um rumo perigoso. Segundo o crítico Clayton Davis, do site Variety, “o que torna seu desempenho ainda mais impressionante é que, para a maior parte de ‘The Son’, Jackman é meticulosamente reservado, internalizando a frustração de um homem que busca uma solução rápida para os problemas de saúde mental profundamente enraizados de seu filho”. Jackman apontou que o seu trabalho no filme foi tão profundo que mudou a maneira como ele encara a própria paternidade. “Por muitos e muitos anos como pai, meu trabalho era parecer forte e confiável, e nunca parecer preocupado, porque não queria sobrecarregar meus filhos”, disse ele. “Mas desde que estrelei este filme eu mudei minha abordagem. Compartilho mais minhas vulnerabilidades com meus filhos de 17 e 22 anos e vejo o alívio deles quando faço isso.” A relação entre pai e filho não é estranha ao diretor Florian Zeller, responsável pelo drama “Meu Pai” (2020), que rendeu o Oscar de Melhor Ator para Anthony Hopkins. “Todos nós compartilhamos o mesmo dilema”, disse Zeller. “É tão difícil tomar a decisão certa como pai. Nessa situação, eles tomam a decisão errada pensando que podem consertar tudo sozinhos. Mas há um momento em que não há problema em aceitar o fato de você ser impotente.” Segundo Jackman, “o filme realmente mostra como as pessoas ficam isoladas, principalmente em torno de problemas de saúde mental. Há uma vergonha, há uma culpa, há um desejo intenso de consertar as coisas. De entender e ter empatia com as pessoas ao seu redor, se colocar no lugar delas e ter honestidade. Espero que o filme inicie diálogos, espero que o filme nos lembre de nunca nos preocuparmos sozinhos.” O elenco ainda conta com Vanessa Kirby (“Pieces of a Woman”) e Anthony Hopkins, que retoma a parceria de “Meu Pai” com o diretor francês. Curiosamente, o personagem de Hopkins foi criado especialmente para ele no filme, pois não existia no roteiro teatral. É que os filmes do pai e do filho formam uma trilogia escrita por Zeller para o teatro. O terceiro título se chama “The Mother”, que ainda não tem adaptação cinematográfica prevista. “Depois de nossa jornada em ‘Meu Pai’, eu não poderia fazer outro filme sem Anthony”, disse o diretor anteriormente, explicando a inclusão de um avô na sua história. Após passar por Veneza, “The Son” terá sua première norte-americana na segunda-feira (12/9) no Festival de Toronto, antes de ser lançado em 11 de novembro nos EUA. Ainda não há previsão de estreia no Brasil. Veja abaixo um trecho da reação do público e a emoção de Jackman na première. #TheSon receives an emotional 10 minute standing ovation at its #VeniceFilmFestival World Premiere. pic.twitter.com/pnae0HVWOr — Sony Pictures Classics (@sonyclassics) September 7, 2022

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  • Filme

    Hugh Jackson tem problemas com o filho no teaser do novo drama do diretor de “Meu Pai”

    30 de agosto de 2022 /

    A Sony Pictures Classics divulgou o primeiro teaser de “The Son”, novo drama de Florian Zeller, que venceu o Oscar por “Meu Pai” no ano passado. Após lidar com a demência na Terceira Idade em “Meu Pai”, o novo longa escrito e dirigido por Zeller explora a depressão na adolescência. A trama gira em torno de um executivo chamado Peter, que tem sua vida com a nova parceira Emma e seu bebê recém-nascido abalada pela chegada da ex-esposa com seu filho adolescente. O jovem está perturbado, distante e com raiva, faltando à escola há meses. Enquanto Peter se esforça para ser um pai melhor, procurando ajudar seu filho, o peso da condição de Nicholas coloca a família em um rumo perigoso. Os filmes do pai e do filho formam uma trilogia escrita por Zeller para o teatro. O terceiro título se chama “The Mother”, que ainda não tem adaptação cinematográfica prevista. O elenco de “The Son” destaca Hugh Jackman (“Logan”), Laura Dern (“História de um Casamento”), Vanessa Kirby (“Pieces of a Woman”), Zen McGrath (“Marcas do Passado”) e Anthony Hopkins, que venceu o Oscar por “O Pai” e retoma a parceria com o diretor francês num personagem criado especialmente para ele no filme – isto é, que não existia no roteiro teatral. “Depois de nossa jornada em ‘Meu Pai’, eu não poderia fazer outro filme sem Anthony”, disse o diretor em um comunicado, explicando a inclusão de um avô na história. “The Son” terá première mundial no Festival de Veneza, que começa nesta quarta (31/8), e ainda não tem previsão de lançamento comercial.

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  • Filme

    “Quo Vadis, Aida?” é eleito Melhor Filme Europeu do ano

    11 de dezembro de 2021 /

    O filme bósnio “Quo Vadis, Aida?” foi eleito o Melhor Filme Europeu do ano pela Academia Europeia de Cinema. Em cerimônia realizada neste sábado (11/12) em Berlim, a premiação do European Film Awards (EFA), considerada o “Oscar europeu”, consagrou o longa da diretora Jasmila Zbanic com um total de três troféus. Além de Melhor Filme, “Quo Vadis, Aida?” venceu nas categorias de Direção e Atriz (Jasna Đuričić).     Quo Vadis, Aida?   A obra denuncia o genocídio cometido por sérvios durante as guerras de independência da antiga Iugoslávia, recriando o massacre de Srebrenica em 1995 sob o ponto de vista de uma tradutora da ONU, que tenta aproveitar seu acesso privilegiado para tentar salvar sua família do assassinato em massa de cidadãos bósnios. Tenso, angustiante e brilhante, chegou a disputar o Oscar de Melhor Filme Internacional neste ano, além de ter vencido 20 prêmios internacionais.     Meu Pai   Das quatro indicações que disputava no evento da Academia Europeia, “Quo Vadis, Aida?” só não venceu Melhor Roteiro, troféu que foi para Christopher Hampton e Florian Zeller por “Meu Pai”. O roteirista português e o cineasta francês já tinham vencido o Oscar nesta categoria. Assim como o ator inglês Anthony Hopkins, que depois da conquista da Academia dos EUA também foi agraciado com o European Film Award por seu desempenho como personagem-título de “Meu Pai”, um homem com Alzheimer, incapaz de diferenciar presente, passado e situações de sua vida.     Flee   Outro destaque da premiação foi o documentário animado “Flee”, do cineasta dinamarquês Jonas Poher Rasmussen, que venceu as duas categorias de seu formato híbrido: Melhor Documentário e Melhor Animação. A história real de um refugiado chamado Amin já tinha conquistado 33 prêmios, incluindo Melhor Documentário Internacional no Festival de Sundance e Melhor Animação no Festival de Annecy. Confira abaixo a lista completa dos vencedores do EFA 2021.     Great Freedom   Melhor Filme “Quo Vadis, Aida?”, de Jasmila Zbanic (Bósnia e Herzegovina) Melhor Comédia “Ninjababy”, de Yngvild Sve Flikke (Noruega) Melhor Documentário “Flee”, de Jonas Poher Rasmussen (Dinamarca, França) Melhor Animação “Flee”, de Jonas Poher Rasmussen (Dinamarca, França) European Discovery – Prêmio da Crítica “Bela Vingança”, de Emerald Fennell (EUA, Reino Unido) Melhor Direção Jasmila Zbanic, por “Quo Vadis, Aida?” Melhor Atriz Jasna Đuričić, em “Quo Vadis, Aida?” Melhor Ator Anthony Hopkins, em “Meu Pai” Melhor Roteiro Florian Zeller e Christopher Hampton, por “Meu Pai” Melhor Fotografia Crystel Fournier, por “Great Freedom” (Áustria, Alemanha) Melhor Edição Mukharam Kabulova, por “Unclenching the Fists” (Rússia) Melhor Design de Produção Márton Ágh, por “Natural Light” (Hungria, Letônia, França) Melhor Figurino Michael O’Connor, por “Ammonite” (Reino Unido) Melhor Maquilhagem e Cabelos Flore Masson, Olivier Afonso e Antoine Mancini, por “Titane” (França) Melhor Trilha Sonora Nils Petter Molvær e Peter Brötzmann, por “Great Freedom” Melhor Som Gisle Tveito e Gustaf Berger, por “The Innocents” (Noruega, Suécia, Dinamarca) Melhores Efeitos Especiais Peter Hjorth e Fredrik Nord, por “Lamb” (Islândia, Suécia) Prémio Universitário “Flee” EFA Award de Inovação Narrativa “Small Axe”, de Steve McQueen (Reino Unido) EFA Award de Conquista Europeia no Cinema Mundial Susane Bier (Dinamarca) EFA Award de Conquistas da Carreira Márta Mészáros (Hungria) Melhor Curta-Metragem “My Uncle Tudor”, de Olga Lucovnicova (Bélgica, Portugal)

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  • Filme

    Anthony Hopkins vai retomar parceria com diretor de “Meu Pai”

    11 de outubro de 2021 /

    Anthony Hopkins vai retomar sua parceria com o diretor francês Florian Zeller após vencer o Oscar por “Meu Pai” (em inglês, “The Father”). Ele se juntará à Hugh Jackman (“Logan”), Laura Dern (“Jurassic Park”) e Vanessa Kirby (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) num filme de nome similar: “The Son”, que assim como o anterior será baseado numa peça de Zeller, escrita pelo próprio cineasta em parceria com Christopher Hampton (“Ligações Perigosas”). Após lidar com a demência na Terceira Idade, “The Son” explorará a depressão na adolescência. A trama gira em torno de Peter (Jackman), quando sua vida agitada com a nova parceira Emma (Kirby) e seu bebê é abalada pela chegada da ex-esposa (Dern) com seu filho adolescente, Nicholas (o novato Zen McGrath). O jovem está perturbado, distante e com raiva, faltando à escola há meses. Enquanto Peter se esforça para ser um pai melhor, procurando ajudar seu filho, o peso da condição de Nicholas coloca a família em um rumo perigoso. “The Father” forma com “The Son” uma trilogia escrita por Zeller para o teatro. O terceiro título se chama “The Mother”, que ainda não tem adaptação cinematográfica prevista. Em comunicado, Zeller, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro por “Meu Pai”, revelou ter criado um personagem especialmente para Hopkins, que não existia na versão para o palco, apenas para contar com o ator em seu novo trabalho. “Depois de nossa jornada em ‘Meu Pai’, eu não poderia fazer outro filme sem Anthony”, disse o diretor em um comunicado. “Ele foi o primeiro a ler o roteiro de ‘The Son’, já que um dos personagens foi escrito especialmente para ele. Tê-lo ao nosso lado para contar esta nova história é uma honra, uma grande alegria e também muito emocionante. ” “The Son” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Etc

    Ministra da Cultura da França elogia diretor de “Meu Pai”: “Que orgulho!”

    26 de abril de 2021 /

    A Ministra da Cultura da França, Roselyne Bachelot, elogiou nesta segunda-feira (26/4) a vitória do cineasta Florian Zeller no Oscar 2021. “Que alegria, que orgulho!”, ela escreveu, ao celebrar a conquista do diretor francês, vencedor do troféu de Melhor Roteiro Adaptado por “Meu Pai”, baseado numa peça que ele mesmo escreveu. O filme, também dirigido por Zeller, ainda rendeu o Oscar de Melhor Ator para Anthony Hopkins. Na mesma mensagem, Bachelot aproveitou para celebrar outros franceses vitoriosos na cerimônia de premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, como Nicolas Becker, um dos integrantes da equipe vencedora do Oscar de Melhor Som por “O Som do Silêncio”, e Alice Doyard, produtora do Melhor Documentário em Curta Metragem, “Colette”. As premiações também ganharam grande repercussão na mídia francesa. O governo francês compartilha as vitórias de filmes e talentos do país por incentivar a produção de cinema nacional, com investimentos, apoios a festivais, cotas e muito mais – resultando em grande produtividade, visibilidade internacional e a maior reserva de mercado de cinema do mundo. Quelle joie, quelle fierté!Bravo à #FlorianZeller, #oscar du meilleur scénario adapté pour #TheFather et à son immense premier rôle @AnthonyHopkins, à #NicolasBecker, oscar du meilleur son pour #SoundofMetal et à @AliceDoyard pour son touchant court-métrage documentaire Colette. — Roselyne Bachelot (@R_Bachelot) April 26, 2021

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  • Etc

    Anthony Hopkins estava dormindo quando venceu o Oscar 2021

    26 de abril de 2021 /

    Aparentemente, nem o próprio Anthony Hopkins acreditava em sua vitória no Oscar 2021. O agente do ator revelou que ele estava dormindo quando seu Oscar foi anunciado na premiação. Ele venceu o favorito Chadwick Boseman, que disputava o troféu de Melhor Ator pelo último papel de sua carreira, em “A Voz Suprema do Blues”. A diferença de fuso horário e a idade de Hopkins, que conquistou o Oscar por “Meu Pai”, explicam a reação do ator. Eram 4 horas da manhã no Reino Unido quando o ator de 83 anos foi acordado por seu empresário com a notícia. “Tony estava no País de Gales, onde cresceu, e estava dormindo às 4 da manhã quando eu o acordei para lhe contar a notícia”, disse o agente do ator, Jeremy Barber, em declaração para a imprensa. Barber garantiu que o astro veterano ficou contente com a vitória. “Ele estava tão feliz e tão grato”, afirmou. “Depois de um ano em quarentena e vacinado com duas doses (contra a covid-19), ele finalmente conseguiu retornar ao País de Gales e, aos 83 anos, foi um grande alívio após um ano tão difícil”, explicou Barber. “Mas ele amou o papel em ‘Meu Pai’ – é a atuação da qual ele mais se orgulha – e ser o ator vivo mais velho a vencer na categoria significa muito para ele”, destacou o agente, lembrando do recorde de idade batido pelo ator. A conquista foi o segundo Oscar da carreira de Hopkins, que já tinha um Oscar por “O Silêncio dos Inocentes” (1991). Na disputa de domingo (25/4), ele superou, além de Boseman, os atores Riz Ahmed (“O Som do Silêncio”), Gary Oldman (“Mank”) e Steven Yeun (“Minari”). “Meu Pai”, do diretor e roteirista francês Florian Zeller, também recebeu o prêmio de Melhor Roteiro Adaptado.

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  • Filme

    Hugh Jackman vai estrelar novo drama do diretor de Meu Pai

    14 de abril de 2021 /

    O novo filme do diretor francês Florian Zeller, que concorre ao Oscar 2021 por sua estreia no cinema, “Meu Pai”, começou a definir seu elenco. Depois de dirigir Anthony Hopkins como o pai do longa que concorre a seis troféus da Academia, ele vai filmar Hugh Jackman (“Logan”) num drama chamado “The Son” (o filho). Assim como “Meu Pai” (em inglês, “The Father”), “The Son” é adaptação de uma peça de Zeller, escrita pelo próprio cineasta em parceria com Christopher Hampton (“Ligações Perigosas”). Curiosamente, apesar do título, “The Son” também é sobre um pai em meio a uma crise familiar: o personagem de Jackman. A trama gira em torno de Peter (Jackman) quando sua vida agitada com a nova parceira Emma e seu bebê é abalada pela chegada da ex-esposa com seu filho adolescente, Nicholas. O jovem está perturbado, distante e com raiva, faltando à escola há meses. Enquanto Peter se esforça para ser um pai melhor, procurando ajudar seu filho, o peso da condição de Nicholas coloca a família em um rumo perigoso. Além de Jackman, a produção escalou Laura Dern (“História de um Casamento”) como a ex-esposa. Em comunicado, Zeller definiu “The Son” como “uma história profundamente humana que, acredito, conecta todos nós”. “Espero que o público fique profundamente comovido com a jornada desta família. Hugh e Laura transmitem naturalmente grande calor, compaixão e vulnerabilidade… convidando nosso público a abraçar e sentir cada momento. A história se passa em uma Nova York vibrante e muito viva, que é um personagem importante, e deve nos fazer ligar para a família e amigos para dizer-lhes que eles são amados e não estão sozinhos”, disse o diretor.

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  • Filme

    Indicado ao Oscar, Meu Pai terá lançamento digital no Brasil

    27 de março de 2021 /

    Depois de “Druk – Mais uma Rodada” neste fim de semana, mais um filme indicado ao Oscar terá distribuição digital diante do fechamento dos cinemas no Brasil. “Meu Pai”, que concorre a seis troféus da Academia, incluindo Melhor Filme, Ator (Anthony Hopkins) e Atriz Coadjuvante (Oliva Colman), chegará às plataformas digitais no dia 9 de abril, disponibilizado na Apple TV, Google Play, NOW, Sky Play e Vivo Play. A distribuidora California Filmes também pretende fazer o lançamento nas salas de cinema que estiverem abertas, uma iniciativa também esboçada por “Druk”. Mas os principais parques exibidores não tem data para voltar a funcionar. Na história impactante de “Meu Pai”, Hopkins interpreta o pai da personagem de Colman e começa a demonstrar sintomas de demência. Confundindo-se com pessoas e situações, ele perde a noção da realidade, mas se recusa a deixar o apartamento onde viveu a vida toda, suspeitando que a filha pretende colocá-lo em um asilo. A sensação de desorientação é aprofundada pela decisão de apresentar a trama sob o ponto de vista do pai. A Academia gosta de premiar intérpretes de doentes e já deu um Oscar para Julianne Moore pelo retrato de uma mulher com Alzheimer, em “Para Sempre Alice”. O filme tem direção do dramaturgo francês Florian Zeller (“A Viagem de Meu Pai”), que também escreveu o roteiro com Christopher Hampton (vencedor do Oscar por “Ligações Perigosas”). Exibido no Festival de Sundance em janeiro, foi ovacionado pela crítica e mantém 98% de aprovação no Rotten Tomatoes. Veja o trailer legendado abaixo.

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