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    Halle Berry quebrou costelas interpretando lutadora de MMA em novo filme

    11 de agosto de 2021 /

    A atriz Halle Berry revelou ter quebrado as costelas nas filmagens de seu primeiro longa como diretora, em que vive uma lutadora de MMA. O detalhe é que ela já tinha sofrido fraturas na região anteriormente, durante ensaios para o filme “John Wick 3”, lançado em 2019. Naquela ocasião, a atriz quebrou três costelas e a produção foi interrompida por meses até ela se recuperar. Desta vez, foram duas, mas justamente no primeiro dia de produção de “Bruised”. Como além de estrelar, ela também era responsável por dirigir o filme, Berry revelou que decidiu não interromper a produção e continuar trabalhando. “Porque era um filme independente, não tínhamos um grande orçamento. A diretora em mim disse: ‘Você não veio até aqui e trabalhou tão duro para voltar para casa'”, ela contou para a revista Entertenment Weekly. A fratura ocorreu em costelas diferentes das lesionadas em “John Wick 3”. “Quando você quebra um osso, ele calcifica e fica mais forte. Você dificilmente quebrará os mesmos ossos duas vezes”, explicou a atriz. Na mesma entrevista, o coordenador de dublês e coreógrafo das lutas na produção, Eric Brown, disse que a lesão foi “maluca”. “Mas essa é a intensidade [de Halle]. Ela é um caso especial. Trabalhei com muitos atores e nenhum deles tem esse tipo de ética de trabalho”, disse o profissional. Em “Bruised”, Berry dá vida a Jackie “Justice”, uma lutadora de MMA fracassada, que abandonou o filho recém-nascido seis anos atrás. Quando o pequeno Manny inesperadamente retorna para a mãe, ela precisa sair da aposentadoria e enfrentar no ringue uma jovem estrela do esporte para sustentar a criança. Para as filmagens, a atriz de 53 anos treinou com a brasileira Cris Cyborg, lutadora profissional e campeã de MMA, e encerrou a preparação para o papel com uma barriga tanquinho – “não há melhor sensação”, chegou a postar no Instagram. O roteiro foi escrito pela estreante Michelle Rosenfarb e o projeto tem produção da equipe de “John Wick 3”. A estreia está marcada para 24 de novembro na Netflix.

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    Halle Berry anuncia data de estreia de seu primeiro filme como diretora

    6 de agosto de 2021 /

    A atriz Halle Berry anunciou a data de estreia de seu primeiro filme como diretora. “Após 3 anos em desenvolvimento, estou animada por finalmente anunciar que “Bruised” está chegando na Netflix globalmente 24 de novembro. Esse projeto é tão especial para mim, não apenas porque é a minha estreia na direção, mas porque as lutas, especialmente o MMA, são um esporte que eu absolutamente amo”, ela escreveu nas redes sociais. “Todo mundo adora torcer para o azarão, pois todos nós já passamos por isso”, completou. Em “Bruised”, Berry dá vida a Jackie “Justice”, uma lutadora de MMA fracassada, que abandonou o filho recém-nascido seis anos atrás. Quando o pequeno Manny inesperadamente retorna para a mãe, ela precisa sair da aposentadoria e enfrentar no ringue uma jovem estrela do esporte para sustentar a criança. Para as filmagens, a atriz de 53 anos treinou com a brasileira Cris Cyborg, lutadora profissional e campeã de MMA, e encerrou a preparação para o papel com uma barriga tanquinho – “não há melhor sensação”, chegou a postar no Instagram. O roteiro foi escrito pela estreante Michelle Rosenfarb e o projeto tem produção da equipe de “John Wick 3” – que Berry também estrelou. and a genre that has always been winning. Everyone loves to root for the underdog, as we’ve all been there. 💪🏽 Thank you @ufc and @InvictaFights for all of your support. (2/2) — Halle Berry (@halleberry) August 5, 2021

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    Festival de Toronto vai exibir “Medusa”, de Anita Rocha da Silveira

    28 de julho de 2021 /

    O Festival de Toronto anunciou nesta quarta (28/7) uma nova leva de filmes que serão exibidos em sua edição de 2021, que acontecerá entre os dias 9 e 18 de setembro em formato híbrido. Um dos mais importantes festivais de cinema do mundo, o evento canadense exibirá longas que foram destaque em Cannes, entre eles o brasileiro “Medusa”, de Anita Rocha da Silveira. Elogiado pela crítica internacional durante a projeção francesa, o filme questiona o extremismo religioso na vida de uma comunidade e será exibido na mostra de Cinema Mundial Contemporâneo (Contemporary World Cinema). O Brasil ainda será representado por duas coproduções internacionais da RT Features, produtora de Rodrigo Teixeira: “Bergman Island”, da francesa Mia Hansen-Love, nas sessões especiais, e “Murina”, da croata Antoneta Alamat Kusijanović, na Contemporary World Cinema. Outros longas que foram destaques no Festival de Cannes também foram confirmados nas mostras paralelas, como “Drive My Car”, de Ryusuke Hamaguchi; “The Worst Person In The World”, de Joachim Trier; “Tre Piani”, de Nanni Moretti, e “Paris, 13th District”, de Jacques Audiard. Já a principal mostra do evento recebeu reforço de “Belfast”, filme de Kenneth Branagh com Judi Dench; “The Electrical Life of Louis Wain”, de Will Sharpe, com Benedict Cumberbatch e Claire Foy; “Noite Passada em Soho”, de Edgar Wright, com Anya Taylor-Joy; “The Mad Woman’s Ball”, dirigido e estrelado por Mélanie Laurent; e o documentário “Jagged”, sobre Alanis Morissette. As sessões especiais contarão ainda com “The Power of the Dog”, de Jane Campion, produção da Netflix selecionada para o Festival de Veneza; “Sundown”, do mexicano Michel Franco, também presente em Veneza; “The Eyes of Tammy Faye”, com Andrew Garfield e Jessica Chastain; e “Petite Maman”, da francesa Céline Sciamma. A lista completa de filmes pode ser encontrada no site do Festival de Toronto (https://www.tiff.net/).

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    Penélope Cruz e Antonio Banderas tentam filmar juntos em teaser de comédia

    25 de julho de 2021 /

    A Mediapro divulgou o primeiro teaser da comédia “Official Competition”, que volta a juntar os astros espanhóis Penélope Cruz e Antonio Banderas após “Dor e Glória”. O elenco ainda destaca o argentino Oscar Martínez (“O Cidadão Ilustre”). Escrita e dirigida pelos argentinos Mariano Cohn e Gastón Duprat (ambos também de “O Cidadão Ilustre”), a trama acompanha três artistas que não se suportam tentando fazer um filme que deixe sua marca na história. Cruz vive a diretora, Banderas é um galã de Hollywood e Martínez é um ator premiado de teatro, que considera o colega de cena canastrão. Já selecionado para o Festival de Toronto, “Official Competition” também deve aparecer na lista de premières do Festival de Veneza, que será divulgada na segunda-feira (26/7).

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    “Dear Evan Hansen” vai abrir Festival de Toronto 2021

    20 de julho de 2021 /

    Os organizadores do Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF, na sigla em inglês) anunciaram os primeiros títulos selecionados para a edição deste ano, incluindo os filmes de abertura e encerramento. O festival canadense, que acontecerá de 9 a 18 de setembro, será aberto pelo musical “Dear Evan Hansen”, adaptação de um espetáculo de sucesso da Broadway dirigida por Stephen Chbosky (“Extraordinário”), e encerrado por “One Second”, drama sobre um cinéfilo assinado pelo mestre chinês Zhang Yimou (“Herói”). A relação dos primeiros títulos incluiu algumas obras exibidas no recente Festival de Cannes, como “The Worst Person in the World” e “Bergman Island”, mas também novos lançamentos de diretores como Edgar Wright, Melanie Laurent, Barry Levinson, Antoine Fuqua, Jacques Audiard, Terence Davies e Ted Melfi. “Não há dúvida de que ‘Dear Evan Hansen’ é o filme ideal para lançar o festival este ano”, disse o diretor artístico do festival, Cameron Bailey, em comunicado. “Este filme é basicamente sobre cura, perdão e reafirma o quão essenciais e conectados somos uns dos outros. Não poderíamos pensar em uma ideia mais importante para comemorar neste ano, quando nos reunimos mais uma vez para compartilhar o poder e a alegria dos filmes nos cinemas”. Já o filme de encerramento, assinado por Zhang Yimou é considerado pelos organizadores uma carta de amor ao cinema e uma lembrança de como é possível unir pessoas, apesar de suas diferenças. “Todo mês de setembro, convidamos o mundo cinematográfico a vir a Toronto, uma das cidades mais loucas por cinema do mundo”, disse Bailey. “E ter este filme de Zhang Yimou aqui, agora, é uma verdadeira alegria.” Veja abaixo o trailer legendado de “Dear Evan Hansen” e a lista provisória (mais títulos serão anunciados) dos filmes confirmados no Festival de Toronto deste ano. Apresentações de Gala “Dear Evan Hansen” (EUA), de Stephen Chbosky – première mundial “One Second (China), de Zhang Yimou – première norte-americana “Belfast” (Reino Unido), de Kenneth Branagh – première mundial “Clifford: O Gigante Cão Vermelho” (EUA), de Walt Becker – première mundial “The Electrical Life of Louis Wain” (Reino Unido), de Will Sharpe – première canadense “The Eyes of Tammy Faye” (EUA), de Michael Showalter – première mundial “Jagged” (EUA), de Alison Klayman – première mundial “Noite Passada em Soho” (Reino Unido), de Edgar Wright – première norte-americana “The Mad Women’s Ball” (França), de Mélanie Laurent – première mundial “Night Raiders” (Canadá/Nova Zelândia), de Danis Goulet – première norte-americana “The Survivor” (EUA), de Barry Levinson – première mundial Apresentações Especiais “Ali & Ava” (Reino Unido), de Clio Barnard – première norte-americana “All My Puny Sorrows” (Canadá), de Michael McGowan – première mundial “Benediction” (Reino Unido), de Terence Davies – première mundial “Bergman Island” (França), de Mia Hansen-Løve – première internacional “Charlotte” (Canadá/França), de Eric Warin e Tahir Rana – première mundial “Dionne Warwick: Don’t Make Me Over” (EUA), de Dave Wooley e David Heilbroner – première mundial “Drive My Car” (Japão), de Ryusuke Hamaguchi – première norte-americana “Encounter” (Reino Unido), de Michael Pearce – première internacional “The Guilty” (EUA), de Antoine Fuqua – première mundial “I’m Your Man” (Alemanha), de Maria Schrader – première norte-americana “Inexorable” (Bélgica/França), de Fabrice du Welz – première internacional “Lakewood” (Canadá), de Phillip Noyce – première mundial “The Middle Man” (Noruega/Canadá), de Bent Hamer – première mundial “Official Competition” (Espanha/Argentina), de Mariano Cohn e Gastón Duprat – première norte-americana “Paris, 13th District” (França), de Jacques Audiard – première norte-americana “Petite Maman” (França), de Céline Sciamma – première canadense “The Starling” (EUA), de Theodore Melfi – première mundial “The Story of My Wife” (Hungria/Alemanha), de Ildikó Enyedi – première norte-americana “Three Floors” (Itália), de Nanni Moretti – première norte-americana “Violet” (EUA), de Justine Bateman – première internacional “The Worst Person In The World (Noruega/França/Dinamarca), de Joachim Trier – première norte-americana

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    Indicado ao Oscar, Meu Pai terá lançamento digital no Brasil

    27 de março de 2021 /

    Depois de “Druk – Mais uma Rodada” neste fim de semana, mais um filme indicado ao Oscar terá distribuição digital diante do fechamento dos cinemas no Brasil. “Meu Pai”, que concorre a seis troféus da Academia, incluindo Melhor Filme, Ator (Anthony Hopkins) e Atriz Coadjuvante (Oliva Colman), chegará às plataformas digitais no dia 9 de abril, disponibilizado na Apple TV, Google Play, NOW, Sky Play e Vivo Play. A distribuidora California Filmes também pretende fazer o lançamento nas salas de cinema que estiverem abertas, uma iniciativa também esboçada por “Druk”. Mas os principais parques exibidores não tem data para voltar a funcionar. Na história impactante de “Meu Pai”, Hopkins interpreta o pai da personagem de Colman e começa a demonstrar sintomas de demência. Confundindo-se com pessoas e situações, ele perde a noção da realidade, mas se recusa a deixar o apartamento onde viveu a vida toda, suspeitando que a filha pretende colocá-lo em um asilo. A sensação de desorientação é aprofundada pela decisão de apresentar a trama sob o ponto de vista do pai. A Academia gosta de premiar intérpretes de doentes e já deu um Oscar para Julianne Moore pelo retrato de uma mulher com Alzheimer, em “Para Sempre Alice”. O filme tem direção do dramaturgo francês Florian Zeller (“A Viagem de Meu Pai”), que também escreveu o roteiro com Christopher Hampton (vencedor do Oscar por “Ligações Perigosas”). Exibido no Festival de Sundance em janeiro, foi ovacionado pela crítica e mantém 98% de aprovação no Rotten Tomatoes. Veja o trailer legendado abaixo.

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    Alma de Cowboy: Trailer legendado junta Idris Elba e astro mirim de Stranger Things

    16 de março de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Alma de Cowboy” (Concrete Cowboy), drama que traz Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) e Caleb McLaughlin (o Lucas de “Stranger Things”) como pai e filho. A trama acompanha a aclimatação de Cole (McLaughlin), adolescente de 15 anos que é expulso da escola em Detroit e enviado para viver com seu pai distante, Harp (Idris Elba), norte da Filadélfia. Lá ele descobre um mundo desconhecido e a subcultura dos cowboys urbanos, uma comunidade real de equitação urbana negra que oferece um refúgio seguro para os residentes locais há mais de 100 anos. Dividido entre seu crescente respeito pela comunidade de seu pai e a amizade com o primo delinquente (Jharrel Jerome, de “Olhos que Condenam”), Cole precisa tomar decisões sobre sua vida, ao mesmo tempo em que os próprios estábulos são ameaçados por um projeto de reurbanização municipal. O filme se baseia no romance “Ghetto Cowboy”, de G. Neri, tem roteiro e direção de Ricky Staub em sua estreia em longa-metragem (após ser assistente de “Branca de Neve e o Caçador”) e também inclui em seu elenco Byron Bowers (“O Preço do Talento”), Lorraine Toussaint (“Into the Badlands”) e Clifford “Method Man” Smith (“Power Book II: Ghost”). A Netflix adquiriu o filme após sua estreia bem-recebida no Festival de Toronto, quando atingiu 77% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia em streaming está marcada para 2 de abril.

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    Favorito ao Oscar, Nomadland ganha trailer legendado

    14 de dezembro de 2020 /

    A 20th Century Studios (ex-Fox) divulgou um novo pôster e o trailer legendado de “Nomadland”. O vídeo explora a sensibilidade do longa, que já conquistou o Leão de Ouro no Festival de Veneza e o prêmio principal do Festival de Toronto, tornando-se favorito disparado ao Oscar 2021. Road movie com influência de documentários, “Nomadland” é estrelado por Frances McDormand, que já tem dois Oscars na prateleira, por “Fargo” (1996) e “Três Anúncios para um Crime” (2017), como uma viúva sem rumo, viajando pelos EUA numa van durante a implosão financeira de sua cidade, estado e país. O elenco também inclui David Strathairn (“The Expanse”) e vários atores amadores que são nômades reais – alguns, inclusive, vistos no documentário “Without Bound – Perspectives on Mobile Living” (2014). Terceiro e último longa indie da diretora Chloé Zhao, vencedora do Gotham Award por “Domando o Destino” (2017), “Nomadland” encerra um ciclo na carreira da cineasta. Enteada da atriz chinesa Song Dandan (“O Clã das Adagas Voadoras”) e radicada nos EUA desde a adolescência, Zhao começa, depois deste filme, sua trajetória nos grandes estúdios de Hollywood com a superprodução da Marvel “Eternos”. O filme ganhou distribuição limitada em 4 de dezembro na América do Norte e o plano do estúdio é estender sua exibição até fevereiro, quando pretende lançá-lo em circuito mais amplo e no mercado internacional, inclusive no Brasil.

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    Vanessa Kirby brilha em trailer da Netflix rumo ao Oscar de Melhor Atriz

    17 de novembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Pieces of a Woman”, filme que já rendeu o troféu de Melhor Atriz para a inglesa Vanessa Kirby (a princesa Margaret de “The Crown”) no Festival de Veneza deste ano. A prévia é uma mostra de seu desempenho impactante, como uma mãe que precisa lidar com a perda do filho num parto que dá errado em sua casa. A plataforma adquiriu o filme logo após o anúncio da conquista em Veneza e antes da estreia do drama na América do Norte, que aconteceu poucos dias depois, durante o Festival de Toronto, com o objetivo de fazer campanha intensiva para Kirby levar o Oscar. O trailer também surge uma segunda aposta na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante para a veterana Ellen Burnstyn (“Interestelar”), que interpreta a mãe da protagonista. Curiosamente, os tradutores que barbarizam com títulos surreais nos lançamentos da plataforma no Brasil não foram convocados para trabalhar em “Pieces of a Woman”, que está sendo divulgado para os assinantes com a denominação original em inglês (a tradução literal seria “pedaços de uma mulher”). Na trama, após perder o filho no parto, a personagem de Kirby inicia uma odisseia de um ano de luto, que atinge seu marido (Shia LaBeouf, de “Ninfomaníaca”), sua mãe (Ellen Burstyn) e sua parteira (Molly Parker, de “Perdidos no Espaço”). Ela é uma executiva muito rígida, casada com um operário da construção civil de passado volátil, e os dois encontraram o amor apesar da diferença de classes e esperavam ansiosamente seu primeiro filho. Mas complicações com a parteira interrompem o planejado parto em casa, jogando o casal num drama devastador. O filme inclui entre seus fãs o cineasta Martin Scorsese, que se tornou produtor do longa após sua finalização, justamente para facilitar as negociações de sua distribuição internacional. O diretor de “O Irlandês” teria sido peça-chave para o acordo com a empresa de streaming. “Pieces of Woman” tem roteiro de Kata Wéber e direção de Kornél Mundruczó, dois cineastas húngaros que repetem as parcerias de “Deus Branco” (White God, 2014) e “Lua de Júpiter” (2017). O filme marca a estreia do casal em inglês e reflete a jornada de superação da perda do filho deles na vida real, enquanto as cenas de julgamento que finalizam a história foram inspiradas por um caso real de 2010, que levou uma parteira aos tribunais da Hungria. A estreia está marcada para 7 de janeiro “só na Netflix”.

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    Após conquistar Veneza, Nomadland vence Festival de Toronto

    20 de setembro de 2020 /

    O Oscar 2021 já tem favorito. Depois de vencer o Festival de Veneza no fim de semana passado, “Nomadland” levou o prêmio principal do Festival de Toronto. O longa dirigido por Chloe Zhao (“Domando o Destino”) foi consagrado neste domingo (20/9) como Melhor Filme pelo júri popular, em votação do público do evento. Ao contrário da maioria dos festivais principais, Toronto não tem um júri de estrelas para definir seu prêmios mais importantes, deixando as escolhas para os espectadores. E o público canadense costuma antecipar com grande acerto a votação do Oscar. Basta lembrar que Toronto foi o primeiro festival a reconhecer “Green Book”, antes do filme vencer o Oscar do ano passado. O segundo colocado na votação do público foi “One Night in Miami”, estreia da atriz Regina King (“Watchmen”) como diretora de cinema, enquanto a terceiro colocação ficou com “Beans”, da também estreante Tracey Deer. Todos os três filmes mais votados foram dirigidos por mulheres. O agora consagrado “Nomadland” traz Frances McDormand, que já venceu o Oscar por “Fargo” (1996) e “Três Anúncios para um Crime” (2017), como uma viúva sem rumo, viajando pelos EUA numa van durante a implosão financeira de sua cidade, estado e país. Road movie com influência de documentários, o filme inclui vários atores amadores que são nômades reais – alguns, inclusive, vistos no documentário “Without Bound – Perspectives on Mobile Living” (2014). Terceiro e último longa indie da diretora Chloé Zhao, vencedora do Gotham Award por “Domando o Destino” (2017), “Nomadland” encerra um ciclo na carreira da cineasta. Enteada da atriz chinesa Song Dandan (“O Clã das Adagas Voadoras”) e radicada nos EUA desde a adolescência, Zhao começa, depois deste filme, sua trajetória nos grandes estúdios de Hollywood com a superprodução da Marvel “Eternos”. O lançamento comercial está marcado para 4 de dezembro na América do Norte, mas ainda não há previsão para estreia no Brasil. Veja abaixo o teaser legendado da produção da Searchlight Pictures.

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    Nomadland: Vencedor do Festival de Veneza ganha teaser legendado

    18 de setembro de 2020 /

    A 20th Century Studios (ex-Fox) divulgou a versão brasileira do teaser de “Nomadland”. O vídeo lista uma série de festivais que selecionaram o longa. Mas como foi exibido originalmente há 10 dias nos EUA, omite que o filme já venceu um deles. “Nomadland” conquistou o Leão de Ouro no Festival de Veneza, no fim de semana passado. O drama também foi selecionado pelos festivais de Toronto, Telluride, Nova York e Londres e é favoritíssimo a despontar no Oscar. Road movie com influência de documentários, “Nomadland” traz Frances McDormand, que já venceu o Oscar por “Fargo” (1996) e “Três Anúncios para um Crime” (2017), como uma viúva sem rumo, viajando pelos EUA numa van durante a implosão financeira de sua cidade, estado e país. O elenco também inclui David Strathairn (“The Expanse”) e vários atores amadores que são nômades reais – alguns, inclusive, vistos no documentário “Without Bound – Perspectives on Mobile Living” (2014). Terceiro e último longa indie da diretora Chloé Zhao, vencedora do Gotham Award por “Domando o Destino” (2017), “Nomadland” encerra um ciclo na carreira da cineasta. Enteada da atriz chinesa Song Dandan (“O Clã das Adagas Voadoras”) e radicada nos EUA desde a adolescência, Zhao começa, depois deste filme, sua trajetória nos grandes estúdios de Hollywood com a superprodução da Marvel “Eternos”. O lançamento comercial está marcado para 4 de dezembro na América do Norte, mas ainda não há previsão para estreia no Brasil.

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    Trailer dramático coloca Anthony Hopkins e Olivia Colman rumo ao Oscar 2021

    14 de setembro de 2020 /

    A Sony Pictures Classics divulgou o primeiro trailer de “The Father”, drama que reúne dois vencedores do Oscar, Anthony Hopkins (“O Silêncio dos Inocentes”) e Olivia Colman (“A Favorita”), e tem première marcada para vários festivais. Acompanhada por vários elogios, a prévia destaca a intenção do filme de buscar espaço na temporada de premiações. Na história impactante, Hopkins interpreta o pai da personagem de Colman e começa a demonstrar sintomas de demência. Confundindo-se com pessoas e situações, ele perde a noção da realidade, mas se recusa a deixar o apartamento onde viveu a vida toda, suspeitando que a filha pretende colocá-lo em um asilo. A sensação de desorientação é aprofundada pela decisão de apresentar a trama sob o ponto de vista do pai. A Academia gosta de premiar intérpretes de doentes e já deu um Oscar para Julianne Moore pelo retrato de uma mulher com Alzheimer, em “Para Sempre Alice”. O elenco da produção ainda inclui Olivia Williams (“Counterpart”), Imogen Poots (“Viveiro”), Mark Gatiss (“Sherlock”), Rufus Sewell (“O Homem do Castelo Alto”) e Evie Wray (“Sense8”). “The Father” tem direção do dramaturgo francês Florian Zeller (“A Viagem de Meu Pai”), que também escreveu o roteiro com Christopher Hampton (vencedor do Oscar por “Ligações Perigosas”). Exibido no Festival de Sundance, em janeiro, o filme foi ovacionado pela crítica, atingindo 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. As premières serão retomadas nesta segunda (14/9) com apresentação no Festival de Toronto, e seguem na sexta (18/9) no Festival de San Sebastian e no próximo fim de semana no Festival de Zurique. A estreia comercial está marcada para 18 de dezembro aos cinemas norte-americanos, mas ainda não há confirmação para o Brasil.

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    Netflix adquire filme premiado no Festival de Veneza

    12 de setembro de 2020 /

    A Netflix anunciou a compra dos direitos de “Pieces of a Woman”, poucas horas após o filme ser premiado no Festival de Veneza. O drama do húngaro Kornél Mundruczó (de “White Dog”) rendeu o troféu de Melhor Atriz para a inglesa Vanessa Kirby (a princesa Margaret de “The Crown”) e será exibido pela primeira vez na América do Norte neste domingo (12/9), no Festival de Toronto. A trama gira em torno de uma jovem mãe (Kirby), que após perder o filho natimorto inicia uma odisseia de um ano de luto que atinge seu marido (Shia LaBeouf), sua mãe (Ellen Burstyn) e sua parteira (Molly Parker). No filme, Martha é uma executiva muito rígida e Shawn um operário da construção civil com um passado volátil. Eles encontraram o amor apesar da diferença de classe e estão esperando ansiosamente seu primeiro filho. Mas complicações com a parteira interrompem o planejado parto em casa, enviando o casal à tragédia numa sequência devastadora. Em comunicado, o diretor Mundruczó afirmou: “Como cineasta europeu, não poderia estar mais animado e agradecido por encontrar uma casa para este filme na Netflix. Seu gosto pelo cinema independente parece a da United Artists dos anos 1970. A verdadeira campeã dos cineastas e vozes originais de hoje.” O filme inclui entre seus fãs o cineasta Martin Scorsese, que se tornou produtor do longa no mês passado, justamente para facilitar as negociações para sua distribuição internacional. Na ocasião, ele disse ao site Deadline “É uma sorte ver um filme que te pega de surpresa. É um privilégio ajudá-lo a encontrar o amplo público que merece. ‘Pieces of a Woman’ para mim foi uma experiência profunda e comovente. Eu fiquei emocionalmente investido nele desde a primeira cena, e a experiência só se intensificou enquanto eu assistia, fascinado pela realização do filme e pelo trabalho de um elenco esplêndido, que inclui minha velha colega Ellen Burstyn. Você se sente como se tivesse caído no vórtice de uma crise familiar e conflito moral com todas as suas nuances, puxado com cuidado e compaixão, mas sem julgamento. Kornél Mundruczó tem um estilo fluido e imersivo com a câmera que torna difícil desviar o olhar e impossível não se importar”.

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