PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Kirsten Dunst e Mads Mikkelsen vão integrar o juri do Festival de Cannes

    25 de abril de 2016 /

    A organização do Festival de Cannes divulgou o júri oficial da competição pela Palma de Ouro de 2016, que será presidido por George Miller (“Mad Max: Estrada da Fúria”). A lista inclui dois atores premiados no próprio festival: a americana Kirsten Dunst, melhor atriz em 2011 por “Melancolia”, e o dinamarquês Mads Mikkelsen, melhor ator em 2012 por “A Caça”. Além deles, também ajudarão a eleger os trabalhos premiados de 2016 o ator americano Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), o diretor húngaro Laszlo Nemes (“O Filho de Saul”), o cineasta francês Arnaud Desplechin (“Três Lembranças da Minha Juventude”), a atriz e diretora italiana Valeria Golino (“Como o Vento”), o produtor iraniano de documentários Katayoon Shahabi (“Nessa”) e a cantora e atriz francesa Vanessa Paradis (“O Que as Mulheres Querem”). Ao todo, 21 filmes disputam a Palma de Ouro, incluindo o novo longa do diretor brasileiro Kleber Mendonça Filho, “Aquarius”. Ele enfrentará uma seleção impressionante de pesos pesados do cinema mundial, entre as quais se incluem as novas obras dos cineastas Pedro Almodóvar, irmãos Dardenne, Ken Loach, Xavier Dolan, Jim Jarmusch, Paul Verhoeven, Sean Penn, Nicolas Winding Refn, Olivier Assayas, Bruno Dumont, Jeff Nichols, Andrea Arnold, Nicole Garcia, Cristian Mungiu, Brillante Mendoza, Park Chan-wook e o incluído de última hora Asghar Farhadi. O Festival de Cannes 2016 vai acontecer na Riviera Francesa entre os dias 11 e 21 de maio.

    Leia mais
  • Filme

    Festival de Cannes anuncia novo filme do diretor de A Separação e homenagem a Prince

    23 de abril de 2016 /

    A organização do Festival de Cannes anunciou a inclusão de “The Salesman”, novo filme do diretor iraniano Asghar Farhadi (vencedor do Oscar por “A Separação”) na disputa da Palma de Ouro de 2016, além de uma homenagem em sua programação ao cantor Prince, morto na quinta-feira (21/4). Ainda não há detalhes sobre como se dará o tributo. “Faremos uma homenagem a Prince, mas não temos mais informações neste momento”, disse um representante do evento. O artista tem um Oscar e dois Globos de Ouro por músicas criadas para o cinema. Ele também dirigiu dois longas de ficção e um documentário. Também não há muitas informações sobre o novo filme de Farhadi, embora ele continue a lidar com os temas favoritos do diretor, relacionamentos e separações. Outros filmes foram acrescentados às mostras paralelas, entre eles “Hell or High Water”, do inglês David Mackenzie (“Encarcerado”), incluído na seção Um Certo Olhar, e “Herança de Sangue”, do francês Jean-François Richet (“Inimigo Público nº 1”), que marca a volta de Mel Gibson (“Os Mercenários 3”) como protagonista de ação. No filme, com exibição na seção da Meia-Noite, Gibson interpreta um pai capaz de tudo em defesa da filha caçada por traficantes. O Festival de Cannes de 2016 acontece entre os dias 11 e 22 de maio, na Riviera francesa. ANTERIOR

    Leia mais
  • Filme

    Cannes seleciona documentário de Eryk Rocha sobre o Cinema Novo

    21 de abril de 2016 /

    A organização do Festival de Cannes 2016 anunciou a seleção do documentário “Cinema Novo”, de Eryk Rocha (“Campo de Jogo”) para a mostra Cannes Classics, dedicada a filmes clássicos e à preservação da memória e do patrimônio cinematográfico mundial. O filme vai concorrer ao prêmio L’Oeil d’Or (Olho de Ouro), entregue ao melhor documentário do festival, em disputa que se estende a todas as mostras. O júri deste ano conta com a participação do crítico brasileiro Amir Labaki, diretor do Festival É Tudo Verdade. Eryk é filho de Glauber Rocha, um dos principais expoentes do movimento cinematográfico que dá nome a “Cinema Novo”, concebido nos anos 1950 sob influência do neo-realismo italiano e da nouvelle vague francesa. O documentário se debruça sobre o movimento por meio do pensamento de alguns de seus principais autores, como o próprio Gláuber, além de Nelson Pereira do Santos, Leon Hirszman, Joaquim Pedro de Andrade, Ruy Guerra, Cacá Diegues, Walter Lima Jr e Paulo César Saraceni, entre outros. Além do filme de Eryk Rocha, há ainda outros nove documentários sobre cinema na programação. Em comunicado, o diretor comemorou a seleção. “Em 2004, apresentei em Cannes o curta ‘Quimera’, que participou da Competição Oficial. É uma grande alegria voltar a Cannes 12 anos depois para apresentar o documentário ‘Cinema Novo’. Acredito que esse é um momento pertinente para o nascimento desse filme, que traz a força, a poesia e a política desse movimento que fecundou e inventou uma nova forma de fazer cinema no Brasil. Uma geração que imaginou o cinema inserido num projeto maior de país. O desejo do filme foi mergulhar na aventura da criação dos seus autores e suas poéticas. Lançar o ‘Cinema Novo’ no presente, em pleno movimento, e perceber como esses filmes seguem ecoando e dialogando visceralmente com o Brasil contemporâneo”. Ele também aproveitou para fazer política, reproduzindo o discurso do PT no qual se engaja boa parte da comunidade artística do país, sobre um suposto golpe em curso. “Uma das matrizes que o filme quer revelar é a interrupção que o movimento sofreu a partir do golpe civil-militar de 1964, e o trágico desdobramento do Ato 5, em 1968. Nesse momento, estamos vivenciando um iminente risco de golpe institucional e novamente, uma interrupção. Apesar de serem contextos históricos distintos, há graves semelhanças entre esses dois processos”. Com seu primeiro longa de ficção, “Transeunte”, lançado em 2011, Eryk recebeu mais de 25 prêmios nacionais e internacionais, incluindo o prêmio de Melhor Primeiro Filme no Festival de Guadalajara, no México. Em 2013, venceu o prêmio de Melhor Diretor no Festival do Rio com o documentário “Jards”. A Cannes Classic contará ainda com a exibição de cópias restauradas de diversos filmes, incluindo os vencedores do festival há 50 anos, “Confusões à Italiana”, de Pietro Germi, e “Um Homem, Uma Mulher”, de Claude Lelouch. O Festival de Cannes 2016 acontece de 11 a 22 de maio e contará com outras quatro produções brasileiras: “Aquarius”, de Kléber Mendonça Filho, que concorre à Palma de Ouro na seleção oficial, e três curtas “A Moça que Dançou com o Diabo” (também na mostra competitiva), “Abigail” (Quinzena dos Realizadores) e “Delírio é a Redenção dos Aflitos” (Semana da Crítica).

    Leia mais
  • Filme

    Kristen Stewart vira “Rainha de Cannes”

    15 de abril de 2016 /

    Ao apresentar a programação do Festival de Cannes nesta quinta-feira (14/4), o diretor do evento, Thierry Fremaux, surpreendeu ao distinguir uma atriz entre as dezenas que participarão do tapete vermelho. Não foi Juliete Binoche, que estrela “Ma Loute”, de Bruno Dumont, e já estampou um pôster do festival. Nem Julia Roberts, que participará pela primeira vez de Cannes, como integrante do elenco de “O Jogo do Dinheiro”. Fremaux chamou atenção para a presença de Kristen Stewart, a quem definiu como a “Rainha de Cannes”. “Ela é de certa forma a Rainha de Cannes”, disse Fremaux, ao lembrar que a atriz estará presente em dois filmes do festival: em “Café Society”, de Woody Allen, selecionado como longa de abertura, e “Personal Shopper”, do francês Olivier Assayas, na disputa da Palma de Ouro. Kristen Stewart já esteve em Cannes como integrante do elenco de “Na Estrada”, de Walter Salles, filme que disputou a Palma de Ouro em 2012. Mas se tornou especialmente querida pela crítica francesa ao se tornar a primeira americana da História a disputar e vencer o prêmio Cesar, o Oscar francês. Ela foi premiada como Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel em “Acima das Nuvens”, de Assayas. Mas a jovem americana de 26 anos não é a única atriz com dois filmes no festival deste ano. A francesa Marion Cotillard também aparece em duas produções. Mais que isso, seus dois longas fazem parte da mostra competitiva: “Juste la Fin du Monde”, de Xavier Dolan, e “Mal de Pierres”, de Nicole Garcia. A propósito, Marion Cotillard foi a segunda francesa da História premiada com o Oscar (que é o Oscar de verdade) de Melhor Atriz.

    Leia mais
  • Filme

    Novo filme do diretor de O Som ao Redor vai disputar a Palma de Ouro em Cannes

    14 de abril de 2016 /

    O filme “Aquarius”, segundo longa-metragem do diretor Kleber Mendonça Filho (“O Som ao Redor”), foi selecionado para a competição principal do Festival de Cannes. A organização do festival anunciou a seleção dos candidatos à Palma de Ouro na manhã desta quinta (14/4). Rodado em Recife, a trama é estrelada por Sonia Braga, no papel de uma viúva rica em guerra contra uma construtora que quer desaloja-la do apartamento onde vive. A seleção de “Aquarius” se segue à enorme repercussão alcançada pela estreia em longa-metragem do cineasta, “O Som ao Redor”, que correu o mundo, teve bom desempenho nas bilheterias nacionais, conquistou diversos prêmios e terminou por ser o candidato brasileiro ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. O Brasil levou a Palma de Ouro apenas uma vez na história, com “O Pagador de Promessas”, em 1962. E o cinema nacional estava meio esquecido no festival. “Aquarius” interrompe um hiato de oito anos desde que um filme brasileiro competiu pela Palma de Ouro pela última vez – o anterior havia sido “Linha de Passe”, de Walter Salles e Daniela Thomas em 2008. “Aquarius” vai concorrer, como não poderia deixar de ser, com diversos “pesos pesados” do cinema mundial, como novos longas de Jim Jarmusch, Paul Verhoeven, Jeff Nichols, Ken Loach, Xavier Dolan, Olivier Assayas, Pedro Almodóvar, Bruno Dumont e os irmão Dardenne, entre outros. O festival de Cannes começa em 11 de maio com a première mundial de “Café Society”, novo filme de Woody Allen”, e vai até o dia 22. Entre as estreias mundiais fora de competição, os destaques são para os novos trabalhos de Steven Spielberg, “O Bom Gigante Amigo”, e de Jodie Foster, “Jogo do Dinheiro”. O Brasil ainda marca presença em Cannes com o curta-metragem “A Moça que Dançou com o Diabo”, de João Paulo Miranda Maria.

    Leia mais
  • Filme

    Curta brasileiro é selecionado para o Festival de Cannes

    13 de abril de 2016 /

    A organização do Festival de Cannes 2016 divulgou sua seleção oficial de curtas. E o filme brasileiro “A Moça que Dançou com o Diabo”, do diretor João Paulo Miranda Maria, é um dos selecionados para concorrer à Palma de Ouro da categoria. O filme foi finalizado com o dinheiro arrecadado em uma rifa e representa a volta do cineasta paulista ao festival, após ter se destacado na mostra Semana da Crítica no ano passado, com o curta “Command Action”. Dos dez filmes selecionados, a maioria vem de países europeus. Há apenas outro representante da América Latina: “Madre”, do colombiano Simón Mesa Soto. Segundo a organização, foram inscritos mais de 5 mil títulos. A cineasta japonesa Naomi Kawase (“Sabor da Vida”) preside o júri responsável pela premiação dos curtas. A 69ª edição do Festival de Cannes acontece entre os dias 11 e 22 de maio.

    Leia mais
  • Filme

    Amir Labaki, criador do É Tudo Verdade, será jurado do Festival de Cannes 2016

    12 de abril de 2016 /

    Amir Labaki, o crítico de cinema que criou o Festival É Tudo Verdade, principal evento dedicado ao cinema documental na América Latina, será um dos jurados do Festival de Cannes 2016. Ele vai integrar a comissão que premiará o melhor documentário do festival com o troféu L’Oeil d’Or (Olho de Ouro). O troféu L’Oeil d’Or foi criado no ano passado para premiar produções não ficcionais exibidas em mostras competitivas do evento francês. O primeiro vencedor foi “Allende, Meu Avô Allende”, de Marcia Tambutti Allende, e “Eu Sou Ingrid Bergman”, de Stig Björkman, ganhou uma menção especial. “É uma grande honra e uma grande responsabilidade participar do júri do L’Oeil d’Or”, disse Labaki, em entrevista ao jornal O Globo. “Este ano faz um quarto de século que estive pela primeira vez em Cannes, como jornalista, e estou nestes dias em pleno É Tudo Verdade da maioridade, em seu 21º ano. O convite é, para mim, um símbolo desta dupla celebração. O Festival de Cannes 2016 acontece entre 11 e 22 de maio. Por sua vez, o festival É Tudo Verdade 2016 encontra-se atualmente em sua reta inicial, exibindo filmes no Rio e em São Paulo até o dia 17 de abril.

    Leia mais
  • Filme

    Novo filme de Woody Allen vai abrir o Festival de Cannes de 2016

    29 de março de 2016 /

    O novo filme de Woody Allen (“Blue Jasmine”), “Café Society”, irá abrir o Festival de Cannes deste ano, informaram os organizadores nesta terça-feira (29/3). Será a terceira vez que uma obra do cineasta americano abrirá o evento, após “Dirigindo no Escuro” em 2002 e “Meia-Noite em Paris” em 2011. Estrelado por Jesse Eisenberg (“Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”) e Kristen Stewart (“Acima das Nuvens”), “Café Society” será exibido fora da competição no dia 11 de maio. O filme também será o 14º que Allen exibe em Cannes sem concorrer a nenhum prêmio. A condição é uma exigência do diretor, que não gosta de competir com outros cineastas. Ele também não prestigia premiações em que seja incluído, como o Oscar, por exemplo, que já venceu quatro vezes. Com a confirmação de sua exibição na abertura, “Café Society” teve sua sinopse divulgada. Segundo o comunicado oficial, o filme acompanha um jovem que chega a Hollywood nos anos 1930 com a esperança de trabalhar na indústria cinematográfica, se apaixona e se envolve na agitada atmosfera social da época, definida pela expressão ‘café society’. Além do filme de Woody Allen, já estavam anteriormente confirmados os novos longa-metragens de Sean Penn (“Na Natureza Selvagem”), Jodie Foster (“Um Novo Despertar”) e Jeff Nichols (“Amor Bandido”), entre os que farão sua estreia mundial na Croisette. Sean Penn lança “The Last Face”, filme com Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e Javier Bardem (“007 – Operação Skyfall”) sobre voluntários de trabalho humanitário que se apaixonam numa Libéria devastada pela guerra. O drama mostra trabalhadores humanitários que se apaixonam em um Libéria devastada pela guerra. Jodie Foster reúne George Clooney e Julia Roberts no thriller midiático “O Jogo do Dinheiro”, em que um apresentador de programa sobre dicas de investimento vira refém ao vivo na televisão. E, por fim, Jeff Nichols, que no mês passado lançou a sci-fi “Midnight Special” no Festival de Berlim, revela “Loving”, um drama de época sobre racismo, em que Joel Edgerton (“O Presente”) e Ruth Negga (série “Agents of SHIELD”) vivem um casal interracial na Virgínia, em 1958. O 69º Festival de Cannes irá acontecer entre 11 e 22 de maio, e o diretor George Miller, da franquia “Mad Max”, irá presidir o júri da competição.

    Leia mais
  • Filme

    Cena de O Desprezo, clássico de Jean-Luc Godard, ilustra o cartaz do Festival de Cannes

    21 de março de 2016 /

    Os organizadores do Festival de Cannes divulgaram o cartaz oficial de sua 69ª edição, que acontece entre os dias 11 e 22 de maio. A imagem que vai representar o festival saiu do filme “O Desprezo” (1963), do mestre da nouvelle vague Jean-Luc Godard e mostra o ator Michel Piccoli subindo uma longa escada no meio do Mediterrâneo. O festival também anunciou que Piccoli (“Habemus Papam”) vai abrir o tapete vermelho desta edição. “É uma escolha simbólica, uma vez que este filme sobre a realização de um filme – considerado por muitos como um dos melhores de todos os tempos em CinemaScope – teve um impacto tão considerável sobre a história do cinema e da cinefilia”. O longa também marcou o encontro da nouvelle vague com Brigitte Bardot (“E Deus Criou a Mulher”). Na trama, Piccoli é um roteirista contratado para escrever uma versão cinematográfica de “A Odisséia”, Bardot é sua esposa entediada, Jack Palance (“Os Brutos Também Amam”) vive o produtor e ninguém menos que o genial Fritz Lang (“Metrópolis”) interpretava o diretor do filme dentro do filme.

    Leia mais
  • Filme

    Festival de Cannes exibirá novos filmes de Woody Allen, Sean Penn, Jody Foster e Jeff Nichols

    19 de março de 2016 /

    O Festival de Cannes 2016 começou a ter suas primeiras atrações divulgadas, com destaque para filmes de cineastas americanos. Os novos longa-metragens de Sean Penn (“Na Natureza Selvagem”), Woody Allen (“Blue Jasmine”), Jodie Foster (“Um Novo Despertar”) e Jeff Nichols (“Amor Bandido”) terão sua estreia mundial na Croisette. Com a seleção, também foi revelado o título no novo filme de Woody Allen, que será estrelado por Kristen Stewart e Jesse Eisenberg (dupla de “American Ultra”). A produção vai se chamar “Cafe Society” e será o segundo lançamento consecutivo do diretor em Cannes, após “O Homem Irracional”, no ano passado. Sean Penn, por sua vez, lança “The Last Face”, filme com Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e Javier Bardem (“007 – Operação Skyfall”) sobre voluntários de trabalho humanitário que se apaixonam numa Libéria devastada pela guerra. O drama mostra trabalhadores humanitários que se apaixonam em um Libéria devastada pela guerra. Jodie Foster reúne George Clooney e Julia Roberts no thriller midiático “O Jogo do Dinheiro”, em que um apresentador de programa sobre dicas de investimento vira refém ao vivo na televisão. Por fim, Jeff Nichols, que no mês passado lançou a sci-fi “Midnight Special” no Festival de Berlim, revela “Loving”, um drama de época sobre racismo, em que Joel Edgerton (“O Presente”) e Ruth Negga (série “Agents of SHIELD”) vivem um casal interracial na Virgínia, em 1958. Enquanto o filme de Allen será exibido fora de competição, uma exigência do diretor para participar de qualquer festival, os demais podem ser incluídos na disputa pela Palma de Ouro, que terá seu vencedor determinado por um juri presidido pelo cineasta George Miller (“Mad Max: Estrada da Fúria”). O Festival de Cannes será realizado este ano entre os dias 11 e 22 de maio.

    Leia mais
  • Filme

    Filme de cineasta marroquino vence o César, o Oscar francês

    27 de fevereiro de 2016 /

    Um filme escrito e dirigido por um cineasta marroquino foi o grande vencedor do César 2016, a mais importante premiação do cinema da França, considerado uma espécie de “Oscar francês”. Dramatização da vida da poeta marroquina Fatima Elayoubi – que virou filme sobre “empregada doméstica imigrante” em notas das agências de notícias reproduzidas por diversos jornais brasileiros – , “Fátima” é o oitavo longa do diretor Philippe Faucon e retrata a relação da poeta com suas duas filhas, além das dificuldades de sua adaptação na França, onde se vê trabalhando como doméstica. Um dia, um acidente a força a tirar licença, e Fátima começa a escrever para as filhas em árabe tudo o que nunca conseguiu expressar em francês. Além do César de Melhor Filme, “Fátima” venceu nas categorias de Roteiro Adaptado (baseado nos livros de Elayoubi) e Atriz Revelação (a jovem Zita Hanrot, uma das filhas). Igualmente consagrado, “Cinco Graças”, da diretora turca Deniz Gamze Erguven, venceu quatro troféus importantes: Melhor Filme de Estreia, Roteiro Original, Edição e Trilha Sonora. Já exibido no Brasil, o longa acompanha cinco irmãs adolescentes, que, sob vigilância da família, são reprimidas e forçadas a casamentos arranjados no interior da Turquia. Curiosamente, este filme não foi apenas dirigido por uma cineasta nascida em outro país, mas também estrelado por estrangeiros e falado em turco. A coincidência ressalta o processo de internacionalização que envolve as produções francesas atuais – já reverenciado no ano passado por meio da consagração do mauritânio “Timbuktu”, grande vencedor do César 2015. O César de Melhor Atriz foi atribuído à Catherine Frot, por sua interpretação em “Marguerite”, em que vive uma diva tragicômica. Dirigido por de Xavier Giannoli, o longa também levou quatro prêmios, incluindo Melhor Som, Figurino e Cenografia. O veterano Vincent Lindon ficou com o César de Melhor Ator por “O Valor de um Homem”, que lida com a brutalidade do mundo do trabalho, após vencer a mesma categoria no Festival de Cannes. Por fim, o prêmio de Melhor Direção ficou com Arnaud Desplechin, pelo pseudobiográfico “Três Lembranças da Minha Juventude”, também já exibido no Brasil e elogiadíssimo pela crítica internacional. Vale ainda registrar que o vencedor do Festival de Cannes 2015, “Dheepan – O Refúgio”, de Jacques Audiard, não recebeu um troféu sequer, ignorado pelo César. O filme também não empolgou o comitê responsável por selecionar o candidato da França ao Oscar, que acabou preferindo “Cinco Graças” para a disputa de Melhor Filme Estrangeiro. “Cinco Graças” concorre à premiação marcada para domingo (28/2) pela Academia americana. Vencedores do César 2016 MELHOR FILME Fátima, de Philippe Faucon MELHOR DIREÇÃO Arnaud Desplechin, por Três Lembranças da Minha Juventude MELHOR ATRIZ Catherine Frot, por Marguerite MELHOR ATOR Vincent Lindon, por O Valor de um Homem MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Sidse Babett Knudsen, por L’Hermine MELHOR ATOR COADJUVANTE Benoit Magimel, por De Cabeça Erguida ATRIZ REVELAÇÃO Zita Hanrot, por Fátima ATOR REVELAÇÃO Rod Paradot, por De Cabeça Erguida MELHOR FILME DE UM DIRETOR ESTREANTE Cinco Graças, de Deniz Gamze Erguven MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Deniz Gamze Ergüven e Alice Winocour, por Cinco Graças MELHOR ROTEIRO ADAPTADO Philippe Faucon, por Fátima MELHOR FILME ESTRANGEIRO Birdman (Estados Unidos) MELHOR DOCUMENTÁRIO Demain, por Cyril Dion e Mélanie Laurent MELHOR ANIMAÇÃO O Pequeno Príncipe MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA Christophe Offenstein, por O Vale do Amor MELHOR FIGURINO Pierre-Jean Laroque, por Marguerite MELHOR CENOGRAFIA Martin Kurel, por arguerite MELHOR EDIÇÃO Mathilde Van de Moortel, por Cinco Graças MELHOR SOM François Musy e Gabriel Hafner, por Marguerite MELHOR TRILHA SONORA CWarren Ellis, por Cinco Graças

    Leia mais
  • Filme

    George Miller, diretor de Mad Max, vai presidir o Festival de Cannes 2016

    2 de fevereiro de 2016 /

    Os organizadores do Festival de Cannes anunciaram nesta terça (2/2) que George Miller, diretor de “Mad Max: Estrada da Fúria”, vai presidir o júri do famoso evento internacional de cinema em 2016. “É um imenso prazer estar no centro deste festival carregado de história”, declarou Miller, no comunicado oficial. “É uma grande honra e não perderia por nada deste mundo”, completou o cineasta, que assume o cargo ocupado no ano passado pelos irmãos Joel e Ethan Coen (“Inside Llewyn Davis”). Miller será o primeiro australiano a presidir o júri de Cannes. Além de criar a franquia “Mad Max” em 1979, que lançou a carreira internacional de seu compatriota, o ator Mel Gibson, ele também filmou comédias como “As Bruxas de Eastwick” (1987), “Babe – O Porquinho Atrapalhado na Cidade” (1998) e a animação “Happy Feet – O Pinguim”, vencedor do Oscar da categoria em 2007. Seu filme mais recente, o quarto “Mad Max”, recebeu dez indicações para o Oscar 2016. O 69º Festival de Cannes acontecerá entre 11 e 22 de maio na Riviera Francesa.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Jacques Rivette (1928 – 2016)

    31 de janeiro de 2016 /

    Morreu o cineasta francês Jacques Rivette, integrante original da nouvelle vague, que se especializou em filmes sobre teatro, mulheres e experimentalismo, criando uma filmografia cultuadíssima, que desafia a cinefilia. Ele faleceu na sexta (29/1) aos 87 anos de idade e, de acordo com a imprensa francesa, sofria do Mal de Alzheimer há alguns anos. Seu nome de batismo era Pierre Louis Rivette. Ele nasceu em 1928 em Rouen, Seine-Maritime, na França. Estudou brevemente literatura na universidade, até ler o livro de Jean Cocteau sobre as filmagens de “A Bela e a Fera” (1949), que lhe despertou o desejo de virar cineasta. Em 1949, ele rodou o seu primeiro curta-metragem, “Aux Quatre Coins”, em sua cidade natal. E no ano seguinte mudou-se para Paris para seguir sua paixão, passando a ser presença constante no Cine-Clube du Quartier Latin e na Cinémathèque Française. Foi na Cinémathèque, em 1950, que veio a conhecer os jovens Claude Chabrol, Jean-Luc Godard e François Truffaut, que devoravam filmes antigos na primeira fila da projeção, chamando atenção por participar ativamente de debates após as sessões. Naquele ano, ele também filmou seu segundo curta, “Le Quadrille”, produzido e estrelado por Godard, e no qual, segundo o próprio Rivette, “absolutamente nada acontece”. Quando o filme foi exibido no Ciné-Club du Quartier Latin, as pessoas começaram a sair, e, no final, os únicos que ficaram foram Godard e uma menina. Rivette começou a escrever críticas de cinema em 1950 para a Gazeta du Cinéma, co-fundada pelo cineasta Éric Rohmer, e foi contratado por André Bazin no ano seguinte para ajudar a lançar a Cahiers du Cinéma. Com ele, vieram todos os enfant terribles da Cinémathèque, mas Rivette foi quem chamou mais atenção por textos em que defendia diretores de Hollywood, como Howard Hawks, John Ford, Nicholas Ray, Alfred Hitchcock e Fritz Lang, ao mesmo tempo em que atacava o “cinema francês de qualidade”, de cineastas como Claude Autant-Lara, Henri-Georges Clouzot e Rene Clement, escrevendo que eles tinham medo de assumir riscos e tinham se corrompido por dinheiro. A colaboração entre o grupo era tão intensa que “O Truque do Pastor” (1956), novo curta de Rivette, foi escrito e produzido por Chabrol. O próprio Chabrol ainda aparecia em cena, com Godard e Truffaut, fazendo figuração. Rivette também ensaiou uma metragem maior, com “Le Divertissement” (1952), que durava 45 minutos. E, após entrevistar diversos cineastas famosos, considerou-se pronto para filmar seu primeiro longa-metragem. “Paris nos Pertence” (1961) levou três anos para ser filmado, devido ao desafio financeiro de se fazer cinema independente. A obra provocava já no título e estabeleceu os princípios da “experiência Rivette” de cinema, sempre à beira do fantástico e do delírio lúdico e noturno, e usando o teatro como metáfora da aventura humana. Na trama, um grupo de jovens atores ensaia para uma produção de Shakespeare que nunca estreia, enquanto fornecem uma mostra da vida boêmia de Paris no final dos anos 1950. Chabrol, Godard, Jacques Demy e Rivette aparecem em papéis menores. A demora em finalizar seu filme o deixou para trás, quando as estreias de Chabrol (“Nas Garras do Vício”, 1958), Truffaut (“Os Incompreendidos”, 1959) e Godard (“Acossado”, 1960) sacudiram os festivais de cinema, chamando atenção para o movimento nouvelle vague. Chabrol já estava no quarto longa quando “Paris nos Pertence” chegou às telas. E para complicar, assim como os primeiros filmes de Éric Rohmer, seu debut não obteve a mesma repercussão que os trabalhos dos colegas. A falta de uma estreia impactante manteve Rivette por mais tempo na Cahiers, onde se tornou editor, entre 1963 e 1965, levando a revista a adotar uma perspectiva semiótica e deixando-a à beira da falência. Em suas próprias palavras, ser crítico nunca foi seu objetivo, apenas “um bom exercício”. Para seu segundo longa-metragem, Rivette escolheu uma adaptação do romance “A Religiosa”, de Denis Diderot. Incapaz de conseguir financiamento para o projeto, ele dirigiu uma versão teatral, produzida por Godard e estrelada pela mulher dele, Anna Karina. Foi um fracasso completo, mas Karina, que depois também estrelou o filme, ganhou prêmios por sua interpretação. Isto inspirou o diretor a aprofundar o roteiro e buscar parceiros para a produção. A repercussão começou já no anúncio das filmagens, quando a Igreja Católica e integrantes do comitê responsável pela censura cinematográfica avisaram que o longa não passaria nos cinemas. Publicada em 1796, a obra de Diderot demonstrava a brutalidade da Igreja, que mantinha jovens confinadas em conventos contra a própria vontade, e se manifestava por meio de cartas de uma noviça pedindo ajuda para escapar daquela vida. Rivette conseguiu ganhar aprovação da censura, mas mesmo assim o filme foi banido por pressão da Igreja. Diversos jornalistas e cineastas protestaram, criando grande expectativa para sua première no Festival de Cannes, que acolheu a obra, juntando-se ao protesto. Com cenas de tortura psicológica, freiras lésbicas e monges libidinosos, “A Religiosa” foi recebido com palmas entusiasmadas. Diante dos elogios da crítica, a censura foi confrontada e o filme pôde chegar aos cinemas, tornando-se, graças à publicidade criada pela polêmica, o maior sucesso da carreira do cineasta. Sua fama de agitador atingiu o ápice na primavera de 1968, quando liderou um movimento contra o afastamento do diretor da Cinémathèque pelo Ministério da Cultura, que levou milhares às ruas e envolveu distribuidores de cinema ao redor do mundo. Sem se contentar com a vitória nesta batalha, aproveitou o ímpeto para exigir o fim da censura e a ingerência do governo no cinema francês, o que levou a uma histórica interrupção do Festival de Cannes em solidariedade. Era maio de 1968 e a imaginação acreditava que chegaria ao poder. Querendo manifestar essa efervescência em filme, Rivette buscou romper com os limites do cinema em seu trabalho seguinte, “L’Amour Fou” (1969). Dispensou o roteiro, a construção de cenas, as convenções e a estrutura de filmagem para realizar uma obra baseada na improvisação. O fiapo de trama acompanhava o ensaio de um grupo de teatro, por sua vez filmado por uma equipe de documentário, e complementado por um drama de bastidores entre o diretor teatral e sua esposa, que também é a atriz principal da peça dentro do filme. A atriz era Bulle Ogier, que se tornaria musa de Rivette, voltando em várias de suas obras. Outra curiosidade é que o longa misturava diferentes bitolas – as cenas do documentário foram filmadas em 16mm -, e terminava num longo take sem cortes da discussão do casal central, culminando na destruição do apartamento em que eles viviam. Entusiasmado com o resultado, o cineasta quis ampliar ainda mais a potencialidade dessa experiência e rodou 30 horas de um novo filme sem roteiro, baseando-se, mais uma vez, em ensaios teatrais e personagens boêmios. Ao editar o resultado em “Não me Toque” (Out 1, 1971), o filme registrou 12 horas e 40 minutos de duração, exibindo múltiplos personagens, vagamente conectados por histórias independentes, cujas tramas se entrelaçavam e revelavam novos personagens com suas próprias tramas paralelas. E tudo a partir da obsessão de um vigarista (Jean-Pierre Leaud), que dizia receber mensagens ocultas do conto “História dos Treze”, de Honoré de Balzac. Apesar da longa duração, ampliada por um ritmo narrativo lento, a ousadia de levar ao limite a estrutura de multiplots teve grande impacto no cinema autoral dos anos seguintes, influenciando Robert Altman, Krzysztof Kieślowski e até Alejandro González Iñárritu. Mas os cinemas não aceitaram a duração de “Não me Toque”, que teve uma première de gala na Casa da Cultura de Le Havre, na Normandia, assistida por 300 pessoas que viajaram de Paris especialmente para a sessão em setembro de 1971. E só. Rivette chegou a planejar exibir o trabalho em capítulos como uma série na TV. Nenhum canal se interessou. Com ajuda da roteirista Suzanne Schiffman, o diretor passou um ano editando uma versão condensada da obra, que batizou de “Out 1: Spectre”. Lançado em 1974, a síntese durava quatro horas e meia e se tornou a versão mais conhecida, até que, em 1989, o Festival de Roterdã resolveu resgatar a maratona original, inspirando a TV francesa a finalmente exibi-la. Depois disso, o filme só foi ganhar sua terceira exibição pública em 2006, como a obra que inaugurou o Museum of the Moving Image, em Nova York, ocasião em que esgotou todos os ingressos e ganhou a fama de ser “O Santo Graal” dos cinéfilos. Seu filme seguinte seguiu rota oposta, com um roteiro bastante estruturado. “Céline e Julie Vão de Barco” (1974) mergulhava na fantasia com referências a “Alice no País das Maravilhas”, mostrando duas desconhecidas: Julie (Dominique Labourier), que segue Céline (Juliet Berto) pelas ruas de Paris e, às vezes, troca de lugar com a outra, até que ambas se vêem transportadas para um drama de época (baseado em contos de Henry James), como se fosse um sonho compartilhado que elas podiam controlar, feito autoras de um livro mágico. Venceu o Prêmio do Júri do Festival de Locarno e influenciou toda a estética “onírica” do diretor David Lynch, mas seu impacto pode ser conferido mesmo no cinema comercial, na trama da comédia “Procura-se Susan Desesperadamente” (1985), estrelada por Madonna. As críticas positivas à forma como destacou a amizade das protagonistas levaram Rivette a planejar uma quadrilogia dedicada às mulheres, batizada de “Cenas da Vida Paralela”, em que cada filme combinaria romance e fantasia. Seu objetivo com esse projeto era aproximar o cinema da poesia. Ele chegou a filmar “Duelo” e “Noroeste” em 1976, opondo personagens fantasiosas, como a Rainha da Noite e a Rainha do Sol e duas piratas, mas sofreu um colapso nervoso durante a produção do terceiro filme, abandonando o projeto em seu começo, após “Duelo” receber críticas negativas e “Noroeste” ser considerado medíocre e ter sua distribuição recusada, causando problemas entre o diretor e seus produtores. Em baixa, Rivette aceitou filmar “Merry-Go-Round” em 1978 por sugestão dos produtores, porque Maria Schneider, a estrela de “O Último Tango em Paris” (1972), queria filmar com ele. O elenco também incluía Joe Dallesandro, muso dos filmes underground de Andy Warhol, numa história de crime de contexto surreal, em que a trilha sonora era tocada por músicos presentes na trama. O filme só chegou aos cinemas em 1981, mesmo ano em que o diretor rodou “Um Passeio por Paris”, considerado o final de uma trilogia sobre a Paris de sua geração – iniciada por “A Cidade Nos Pertence” e “Não Me Toque”. O elenco reunia Bulle Ogier e sua filha, Pascale, como duas mulheres que se encontram de forma aleatória e investigam um mistério estranho e surreal nas ruas da capital francesa, envolvendo vários personagens chamados Max. Como ensaio para esse longa, Rivette ainda dirigiu um curta, “Paris s’en Va”. De volta à filmagem de ensaios teatrais, “Amor por Terra” (1984) trazia Jane Birkin e Geraldine Chaplin como irmãs atrizes, que, após uma apresentação num pequeno apartamento, são convidadas a ensaiar o texto de outra peça numa mansão, baseada na vida do diretor, onde começam a ter visões de uma tragédia prestes a se repetir. Uma das curiosidades desse roteiro é que as irmãs eram Emily e Charlotte, como as irmãs Brontë, e o próximo filme de Rivette, em contraste com sua filmografia experimental, foi uma adaptação de “O Morro dos Ventos Uivantes” (1985), de Emily Brontë, transposta para o sul da França nos anos 1930. Insistente em seu tema, Rivette rodou “O Bando das Quatro” (1989) sobre quatro estudantes de teatro, cujas vidas se alternam entre as peças que ensaiavam e a vida real. Por ocasião da première no Festival de Berlim, ele explicou porque gostava tanto de filmar ensaios: “É muito mais interessante mostrar o trabalho de criação do que o resultado”. O diretor gostou tanto de trabalhar com as jovens atrizes de “O Bando das Quatro” que a experiência o motivou a voltar ao teatro, dirigindo duas peças com as protagonistas do filme. O período também o preparou para rodar o filme que muitos consideram sua obra-prima. Vagamente inspirado num conto de Honoré de Balzac, “A Bela Intrigante” (1991) mostrava como a chegada de uma jovem (Emmanuelle Béart) inspirava...

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie