PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    A Vida Invisível de Eurídice Gusmão vence novo prêmio internacional

    6 de julho de 2019 /

    Após vencer o prêmio de Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar, no Festival de Cannes, “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, de Karim Aïnouz, foi premiado no Festival de Munique com o CineCoPro Award — destinado à melhor coprodução do cinema alemão com outros países. Coprodução da brasileira RT Features com a alemã Pola Pandora, o filme recebeu 100 mil euros na premiação. A parceria entre as duas produtoras, iniciada com “Praia do Futuro” (2014), prevê um novo projeto, ainda confidencial, já em desenvolvimento. “É o coroamento de uma colaboração de muitos anos com a Pola Pandora e The Match Factory, que participaram do projeto desde o desenvolvimento do roteiro, em parceria com a RT Features. Ao mesmo tempo, é fruto da política de investimento do governo brasileiro no cinema nacional nos últimos anos”. disse Karim, sobre o prêmio. O produtor Rodrigo Teixeira também comemorou. “Nesses anos todos em que venho trabalhando com o mercado internacional, sempre percebi o valor criativo que cooperações entre talentos de diferentes países trazem aos projetos. Os filmes nascem universais. Receber esse prêmio do Festival de Munique me faz ainda mais acreditar que o caminho para a produção é global e isso também passa pelo cinema brasileiro”. Além de Cannes e Munique, o filme esteve nas seleções oficiais dos festivais de Sydney, do Midnight Sun, na Finlândia, de Karlovy Vary, na República Tcheca, e ainda será exibido no Transatlantyk Festival, na Polônia, e no Festival da Nova Zelândia. Livre adaptação do romance homônimo de Martha Batalha, “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão” também vem recebendo elogios da imprensa internacional, em publicações de prestígio como as revistas americanas The Hollywood Reporter (que o relacionou como um dos 10 melhores filmes de Cannes) e Variety (para quem o filme é “um forte concorrente do Brasil na corrida ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro”), e atualmente registra 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Com estreia marcada para o dia 31 de outubro no Brasil, o filme traz Carol Duarte (“O Sétimo Guardião”) e Julia Stockler (série “Só Garotas”) como protagonistas, além de Gregório Duvivier (“Desculpe o Transtorno”), Nikolas Antunes (“Ilha de Ferro”), Flavio Bauraqui (“Impuros”) e Fernanda Montenegro (“Infância”) como a versão madura da personagem do título.

    Leia mais
  • Filme

    Vídeo de Bacurau destaca premiação do filme brasileiro no Festival de Cannes

    25 de junho de 2019 /

    A Vitrine Filmes divulgou um vídeo de “Bacurau”, centrado na premiação do filme no Festival de Cannes. O novo longa de Kleber Mendonça Filho (“Aquarius”), realizado em parceria com Juliano Dornelles (“O Ateliê da Rua do Brum”), venceu o Prêmio do Júri do festival francês. A prévia traz o discurso de introdução aos vencedores do prêmio, proferido pelo documentarista americano Michael Moore (“Fahrenheit 11 de Setembro”), que fala que “a arte, em tempos sombrios, é o que ajuda a salvar a humanidade dos autocratas e dos idiotas”. Estrelado por Sonia Braga (também de “Aquarius”), Barbara Colen (idem), Karine Teles (“Benzinho”) e pelo alemão Udo Kier (do clássico “Suspiria”), entre outros, “Bacurau” retrata o drama de um povoado isolado no nordeste brasileiro que descobre que não consta mais no mapa. Nessa comunidade não reconhecida pelo poder público, figuras marginalizadas, como prostitutas e transgêneros, são aceitas e tratadas com naturalidade. O filme fará sua première nacional na abertura do Festival de Gramado, em 16 de agosto, e estreia nos cinemas brasileiros logo em seguida, em 29 de agosto.

    Leia mais
  • Filme

    Premiado em Cannes, Bacurau vai abrir o Festival de Gramado 2019

    19 de junho de 2019 /

    Vencedor do Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2019, “Bacurau” vai abrir o 47º Festival de Cinema de Gramado. O novo filme do diretor Kleber Mendonça Filho (“Aquarius”), realizado em parceria com Juliano Dornelles (“O Ateliê da Rua do Brum”), fará sua première nacional com exibição fora de competição no tradicional festival gaúcho – assim como aconteceu com “Aquarius”, que abriu o festival em 2016. Estrelado por Sonia Braga (também de “Aquarius”), Barbara Colen (idem), Karine Teles (“Benzinho”) e pelo alemão Udo Kier (do clássico “Suspiria”), entre outros, “Bacurau” retrata o drama de um povoado isolado no nordeste brasileiro que descobre que não consta mais no mapa. Nessa comunidade não reconhecida pelo poder público, figuras marginalizadas, como prostitutas e transgêneros, são aceitas e tratadas com naturalidade. O Festival de Gramado 2019 vai ter início em 16 de agosto e se estenderá até o dia 24 do mesmo mês na serra gaúcha. Os filmes que integrarão a competição oficial ainda não foram anunciados.

    Leia mais
  • Filme

    Netflix dá susto no Festival de Cannes ao comprar dois filmes recém-premiados

    25 de maio de 2019 /

    A Netflix assustou os organizadores do Festival de Cannes, poucos minutos após o encerramento do evento neste sábado (25/5), ao adquirir dois filmes recém-premiados: os franceses “Atlantique”, de Mati Diop, vencedor do Grande Prêmio do Júri, e “J’ai Perdu Mon Corps” (perdi meu corpo), de Jeremy Clapin, vencedor da mostra paralela Semana da Crítica. Proibida de disputar a competição francesa com os filmes que produz, a plataforma simplesmente esperou para comprar dois longas premiados pelo festival, minutos após o encerramento oficial da competição. Independente da vontade dos organizadores do evento, vai agora lançar em streaming dois filmes premiados em Cannes. O acordo tira “Atlantique” e “J’ai Perdu Mon Corps” dos cinemas – ou pelo menos da janela tradicional cinematográfica – no mercado internacional, mas preserva o lançamento original na França, onde os filmes só serão disponibilizados em streaming depois de 36 meses da estreia em tela grande (a janela francesa é a maior do mundo). Essa solução é, ao mesmo tempo, um susto no festival, mas também um aceno de comprometimento com a agenda pró-cinemas franceses do evento. A organização de Cannes optou por barrar as produções da Netflix na competição da Palma de Ouro após a inclusão de dois títulos de streaming há dois anos, o que mobilizou o parque exibidor francês em protestos e levou o festival a mudar suas regras. Ficando do lado dos donos de cinema, Cannes recusou no ano passado a inscrição de “Roma” em sua disputa. Vetado na França, o filme de Alfonso Cuarón foi vencer o Festival de Veneza e três Oscars. “Atlantique” é um drama de temática imigratória. A história acompanha um casal de namorados do Senegal que se separa depois que o rapaz tenta a sorte em uma travessia a barco para a Europa. Além do prêmio conquistado, o filme da franco-senegalesa Mati Diop chamou atenção por ter sido o primeiro de uma diretora negra a competir pela Palma de Ouro. A cineasta é sobrinha de um dos diretores mais importantes do continente africano, Djibril Diop Mambéty (de “A Viagem da Hiena”, de 1973). Já “I Lost My Body” conta a jornada animada de uma mão decepada que busca o resto de seu corpo. A animação marca a estreia em longas do parisiense Jérémy Clapin.

    Leia mais
  • Filme

    Diretores de Bacurau comentam ironia de prêmios ao cinema nacional em Cannes e cortes no Brasil

    25 de maio de 2019 /

    Os diretores Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles falaram com a imprensa internacional, após seu filme “Bacurau” vencer o Prêmio do Júri do Festival de Cannes, ressaltando a importância da conquista para o momento atual do cinema brasileiro. Eles consideraram uma grande ironia o fato de produções brasileiras saírem premiadas de Cannes, no exato momento em que o governo decide cortar seu apoio ao cinema nacional. Embora tenha sido filmado antes da última eleição, “Bacurau” ressoa como uma obra de resistência ao governo conservador de Jair Bolsonaro, assim como o tema de “A Vida Secreta de Eurídice Gusmão”, de Karim Aïnouz, vencedor da mostra Um Certo Olhar (Un Certain Regard), principal seção paralela de Cannes. Como era inevitável, a dupla de diretores lamentou a atual política cultural do país, que se resume a cortes financeiros e desmontagem de programas de apoio. “Acho que este premio para ‘Bacurau’ é irônico: há um sentimento generalizado de que o cinema está sendo cortado por dentro”, , disse Mendonça na entrevista coletiva. “Temos uma construção, as coisas demoram, vimos essa construção com politicas públicas nos últimos 15 anos, mas que agora estão sendo cortadas”, completou o diretor. Seu colega na criação do longa, Juliano Dornelles, acrescentou: “É muito bom estar aqui, passar dez dias no festival, falar com pessoas ótimas, talentosas, perceber que o filme que desenvolvemos por quase dez anos ganhou essa enorme honra. Especialmente neste momento no Brasil, quando a cultura vem sendo ameaçada por esse homenzinho triste. Ontem tivemos a boa noticia, com Karim Aïnouz ganhando o Un Certain Regard. Vamos seguir fazendo filmes e enfrentar a realidade brasileira”. Um jornalista questionou e eles convidariam o presidente Bolsonaro para assistir ao longa, e Mendonça Filho considerou que essa era uma “ideia bonita”. “‘Bacurau’ é uma coprodução com a França, mas metade vem de dinheiro público brasileiro, usado com honestidade e muito trabalho. Bolsonaro tem todo direito de assistir ao filme. Pode até gostar.”

    Leia mais
  • Filme

    Sul-coreano Bong Joon-ho vence a Palma de Ouro no Festival de Cannes

    25 de maio de 2019 /

    O filme “Parasite”, do sul-coreano Bong Joon-ho, foi o vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes 2019. Um dos favoritos da crítica, o longa é uma sátira de humor negro sobre a injustiça social e narra a história de uma família pobre, em um apartamento infestado por pragas, que forja um diploma para que um dos filhos arranje emprego. Ele vai trabalhar em uma luxuosa mansão, como professor particular de uma menina milionária, e passa a indicar seus parentes para trabalhos em outras funções na mansão – mesmo que, para isso, eles precisem prejudicar outras pessoas. O diretor mexicano Alejandro González Iñárritu, presidente do júri da mostra competitiva, afirmou que a premiação de “Parasite” foi unânime entre os votantes. A conquista representa uma reviravolta na trajetória do cineasta sul-coreano, que foi mal-recebido em sua passagem anterior pelo festival, simplesmente porque seu filme “Okja” (2017) era uma produção da Netflix. Desde então, o festival barrou produções de streaming em sua competição. Com a consagração de “Parasite”, feito sem participação do serviço de streaming, Cannes ressalta sua posição de que filmes da Netflix não são cinema – ou, ao menos, não são dignos de competir no festival. “Roma”, por exemplo, foi barrado na competição do ano passado – mas venceu o Festival de Veneza e três Oscars. O Grande Prêmio do Júri, considerado o 2º lugar da competição, foi para “Atlantique”, da franco-senegalesa Mati Diop. Drama sobre um casal de namorados do Senegal que se separa depois que o rapaz tenta a sorte em uma travessia a barco para a Europa, o filme foi o primeiro de uma diretora negra a competir pela Palma de Ouro. A cineasta é sobrinha de um dos diretores mais importantes do continente africano, Djibril Diop Mambéty (de “A Viagem da Hiena”, de 1973). O brasileiro “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, dividiu o Prêmio do Júri, equivalente ao 3º lugar, com “Les Misérables”, do francês Ladj Ly. Mais detalhes sobre a conquista da produção brasileira podem ser lidos aqui. Já “Les Misérables” também se destacou na competição por ter um diretor negro. O drama aborda criminalidade de menores e repressão violenta, a partir do ponto de vista de um policial novato. Nenhum dos três filmes que receberam os prêmios do júri tiveram a mesma receptividade de “Parasite”. Se não pertenciam à grande faixa de mediocridade da seleção do festival, tampouco estavam entre os favoritos da crítica a receber algum reconhecimento na competição. Dentre eles, “Bacurau” foi o que se saiu melhor na média apurada pelo site Rotten Tomatoes, com 88% de aprovação, seguido por “Atlantique”, com 87%, e “Les Misérables”, com 75%. Em termos de comparação, “Parasite” teve 96%. O prêmio de Melhor Direção ficou com os veteranos irmãos belgas Jean-Pierre e Luc Dardenne por “Le Jeune Ahmed” (o jovem Ahmed), sobre um jovem muçulmano que é seduzido pela radicalização islâmica. Por coincidência, o longa belga também teve pouca repercussão crítica. De fato, foi considerado um dos mais fracos de toda a competição, com apenas 54% de aprovação no Rotten Tomatoes. Neste caso, o prestígio dos Dardenne, que já venceram duas Palmas de Ouro – por “Rosetta”, em 1999, e por “A Criança”, em 2005 – , pode ter influenciado a decisão do júri. Outro veterano, o espanhol Antonio Banderas, venceu o prêmio de Melhor Ator por “Dor e Glória”, de Pedro Almodóvar. No filme, ele vive o alterego de Almodóvar, um cineasta deprimido que revisita trechos da própria vida, reencontrando antigos amores e relembrando a forte relação com sua mãe. A inglesa Emily Beecham (a Viúva da série “Into the Badlands”) ficou com o prêmio de Melhor Atriz por “Little Joe”, da austríaca Jessica Hausner. No longa, ela interpreta uma cientista que cria uma flor capaz de trazer felicidade às pessoas. Mas ao perceber que seu experimento pode ser perigoso, passa a questionar sua própria criação. “Dor e Glória” e “Little Joe” também não eram favoritos da crítica, com 88% e 71%, respectivamente. Para não dizer que a premiação foi uma decepção completa, o prêmio de Melhor Roteiro ficou com um dos filmes mais celebrados do festival: “Portrait de la Jeune Fille en Feu” (retrato da garota em fogo), da francesa Céline Sciamma, que também venceu a Palma Queer, de Melhor Filme LGBTQIA+ de Cannes. A trama se passa no século 18 e mostra como uma pintora, contratada por uma aristocrata para retratar sua filha, apaixona-se pelo seu “tema”. A produção francesa também apaixonou a crítica internacional e atingiu 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Já o filme vencedor do Prêmio da Crítica – e que também tem 100% no RT – , “It Must Be Heaven”, do palestino Elia Suleiman, recebeu uma… Menção Especial. Entre os demais filmes que saíram sem reconhecimento, encontram-se “Era uma Vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino, “O Traidor”, de Marco Bellocchio, e “Sorry We Missed You”, de Ken Loach. Por sinal, o filme de Tarantino chegou a receber 95% de aprovação no Rotten Tomatoes – mais que “Parasite”. O balanço inevitável da premiação leva a concluir que o Festival de Cannes 2019 foi mesmo fraquíssimo. Tivessem sido premiados os favoritos da crítica, o evento teria outro peso, ao apontar caminhos. Mas a verdade é que a seleção foi terrível, com muitos filmes medíocres, como o dos irmãos Dardenne, e até um título que conseguiu a façanha de sair do festival com 0% de aprovação, “Mektoub, My Love: Intermezzo”, de Abdellatif Kechiche – cineasta que já venceu a Palma de Ouro por “Azul É a Cor Mais Quente” (2013). O Festival de Cannes 2019 apostou no passado, com a inclusão de diversos diretores consagrados, mas pode ter prejudicado seu futuro ao subestimar obras mais contundentes de uma nova geração, representada por Suleiman e Sciamma. Claro que “Parasite” foi uma escolha esperta, mas as opções politicamente corretas e de prestígio de museu acabam pesando contra a relevância do festival. Em 2018, a mostra de Cannes já tinha ficado na sombra da seleção do Festival de Veneza. Este ano, corre risco de ser ultrapassada com folga.

    Leia mais
  • Filme

    Filme brasileiro Bacurau vence o Prêmio do Júri do Festival de Cannes

    25 de maio de 2019 /

    “Bacurau”, o representante brasileiro na disputa da Palma de Ouro em Cannes, venceu o Prêmio do Júri, equivalente ao 3º lugar da mostra competitiva. O Prêmio do Júri presidido pelo cineasta mexicano Alejandro G. Iñárritu (“O Regresso”) ainda foi compartilhado com o filme francês “Les Misérables”, de Ladj Ly. Com direção de Kleber Mendonça Filho (“Aquarius”) e Juliano Dornelles (“O Ateliê da Rua do Brum”), “Bacurau” mistura gêneros como terror, ficção científica e western. Os diretores descrevem a obra como um filme de aventura ambientado no Brasil “daqui a alguns anos”. A trama se passa em um pequeno povoado do sertão cuja tranquilidade é ameaçada após a morte, aos 94 anos, de Dona Carmelita, mulher forte e querida por quase todos. Dias depois, os moradores de Bacurau percebem que a comunidade não consta mais nos mapas. Os celulares param de funcionar, deixando os moradores isolados. Os assassinos têm carta branca para liquidar todo mundo, mas a comunidade se organiza para resistir. Ao contrário dos filmes premiados nas mostras paralelas, entre eles o brasileiro “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, “Bacurau” não foi unanimidade entre a crítica, atingindo 88% na média do Rotten Tomatoes. Admirado pela fotografia, interpretações e ambição, também recebeu comentários negativos por conta desta mesma ambição, com reclamações sobre problemas de roteiro. Estrelado por Sonia Braga (também de “Aquarius”), Barbara Colen (idem), Karine Teles (“Benzinho”) e pelo alemão Udo Kier (do clássico “Suspiria”), entre outros, “Bacurau” ainda não tem previsão de estreia comercial.

    Leia mais
  • Filme

    Diretora de Tomboy vence a Palma Queer com romance lésbico em Cannes

    25 de maio de 2019 /

    O drama francês “Portrait de la Jeune Fille en Feu” (retrato da garota em fogo, em tradução literal), da diretora Céline Sciamma (“Tomboy”), venceu a Palma Queer, premiação paralela do Festival de Cannes para o Melhor Filme LGBTQIA+. O longa, que também disputa a Palma de Ouro, narra a história de amor impossível entre duas mulheres na Bretanha do século 18. O romance é protagonizado por Noémie Merlant (“Curiosa”) e Adèle Haenel (“A Garota Desconhecida”). E a crítica amou cada segundo da projeção, com elogios rasgados e 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Não é só uma história lésbica, mas, acima de tudo, um grande filme”, disse em comunicado o júri da 10ª edição da Queer Palm, que foi presidido pela atriz francesa Virginie Ledoyen (“Adeus, Minha Rainha”). Curiosamente, a diretora Céline Sciamma já tinha conquistado o equivalente à Palma Queer no Festival de Berlim com um de seus primeiros filmes. Ela venceu o prêmio Teddy com “Tomboy”, em 2011. Ao todo, 19 produções concorriam ao prêmio paralelo de Cannes, incluindo o brasileiro “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles. A Palma Queer também premiou o curta-metragem “The Distance Between Us and The Sky”, do grego Vasilis Kekatos.

    Leia mais
  • Filme

    Terror do diretor de A Bruxa coproduzido pelo Brasil vence Prêmio da Crítica em Cannes

    25 de maio de 2019 /

    Coprodução brasileira​, o terror “The Lighthouse” (o farol), do americano Robert Eggers (“A Bruxa”), foi o vencedor do Prêmio da Crítica como Melhor Filme na seção paralela Quinzena dos Realizadores, no Festival de Cannes. Uma das obras mais elogiadas do festival deste ano, o longa atingiu 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Rodado em preto e branco, traz Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) e Willem Dafoe (“Aquaman”) como dois sujeitos que têm de cuidar de um farol isolado na região da Nova Inglaterra, no século 19. O clima é gótico e ao estilo dos melhores contos de Edgar Allan Poe. Assim como aconteceu com a “A Bruxa”, filme de estreia de Eggers, “The Lighthouse” tem coprodução da produtora paulista RT Features, de Rodrigo Teixeira. A premiação do longa se soma à vitória de “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, do cearense Karim Aïnouz, outra coprodução da RT Features, que foi eleito o Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar, a mais importante seção paralela do Festival de Cannes, dedicada a filmes mais ousados. Já o Prêmio da Crítica para Melhor Filme da mostra competitiva ficou com “It Must Be Heaven”, do palestino Elia Suleiman, que discute identidade no país do diretor, que muitos dizem não existir. A premiação é iniciativa da Federação Internacional de Críticos de Cinema (Fipresci) e não é considerada um prêmio oficial de Cannes.

    Leia mais
  • Filme

    Mulher de Roman Polanski protesta contra novo filme de Tarantino

    24 de maio de 2019 /

    A atriz francesa Emmanuelle Seigner, esposa do cineasta Roman Polanski, usou o Instagram para expressar sua indignação contra o filme de Quentin Tarantino “Era uma vez em Hollywood”, em competição no Festival de Cannes, por abordar um episódio trágico na vida de seu marido sem que ele tivesse sido consultado. No filme, Tarantino mostra os últimos dias da atriz Sharon Tate, então esposa de Polanski e grávida de oito meses, que foi selvagemente assassinada por membros de uma seita liderada por Charles Manson. “Como podem usar a vida trágica de alguém ao mesmo tempo em que pisam nessa pessoa. É para refletir”, afirmou a atriz francesa no Instagram, que esclareceu: “Eu estou falando sobre o sistema que atropela Roman”. “Não critico o filme. Digo apenas que, por um lado, não os incomoda fazer um filme que fala de Roman e de sua história trágica, enquanto que, por outro, fizeram dele um pária. E tudo isso sem consultá-lo, claro”, afirma. “O conceito me incomoda”, concluiu. A inconformidade da atriz se deve à recente expulsão de Polanski da Academia de Artes e Ciências Cinemográficas, após pressão do movimento #MeToo por sua condenação por estupro de menor em 1977. Na época, o diretor chegou a cumprir uma pequena pena de prisão, após entrar em acordo com a promotoria, mas o juiz decidiu rever o caso, o que fez o cineasta fugir para a França antes da sentença e se encontra foragido da justiça americana desde então. Isto não o impediu de receber um Oscar da Academia em 2003, por “O Pianista”. O que só aumentou sua inconformidade – e da sua esposa – pela expulsão. Questionado em Cannes sobre a presença dos personagens de Sharon Tate e Roman Polanski em seu filme, Tarantino se limitou a dizer que “Sharon era uma atriz com muito encanto”.

    Leia mais
  • Filme

    Cachorro de Era uma Vez em Hollywood é premiado no Festival de Cannes

    24 de maio de 2019 /

    Um filme de Quentin Tarantino voltou a ser premiado no Festival de Cannes, 25 anos depois de “Pulp Fiction” conquistar a Palma de Ouro. A nova consagração é bem diferente e se deve ao cachorro do longa, que rouba a cena em uma luta, vencedor da “Palma Canina”. O papel de Brandy, na verdade, foi interpretado por três pitbulls diferentes, que terão que dividir a premiação de “melhor cachorro” do Festival. “Tenho que dizer que estou honrado por isso”, disse Tarantino ao receber a coleira (é o troféu) entregue aos vencedores durante cerimônia. “Gostaria de dedicar isso à minha maravilhosa atriz Brandy”, acrescentou, atraindo risadas da multidão durante a premiação que ocorre anualmente no festival. Tarantino disse que um dos cães que participaram da cena de luta era inicialmente o favorito entre o elenco canino, mas que, posteriormente, foi atraído pelo rosto expressivo de outro dos pitbulls durante o processo de edição. O cineasta norte-americano afirmou que ficaria com o prêmio embora não tenha um cachorro, acrescentando que pode adotar um algum dia. Sobre a “Palma Canina”, Tarantino disse: “Vai ficar na minha lareira, tudo bem, minha lareira de honra”. O filme de Tarantino “Era uma vez em Hollywood” se passa no final dos anos 1960 e é estrelado por Leonardo DiCaprio, que interpreta Rick Dalton, um ator com dificuldades em aceitar a decadência de sua carreira, e por Brad Pitt, que vive Cliff Booth, dublê e melhor amigo de Dalton. Booth é dono de um pitbull, com o qual ele tem cenas individuais, incluindo momentos de comédia, como a preparação de um jantar para seu animal de estimação. O cão aparece novamente na sequência final do filme. Mas Tarantino pediu à imprensa para que não fossem revelados spoilers da trama após a exibição em Cannes. O vencedor da Palma de Ouro, principal premiação de Cannes, vai ser anunciado no sábado (25/5) no final do festival. Tarantino está competindo com diretores veteranos, incluindo Ken Loach, Marco Bellochio e Pedro Almodóvar, além do filme brasileiro “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles.

    Leia mais
  • Filme

    A Vida Invisível de Eurídice Gusmão vence a mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes

    24 de maio de 2019 /

    O filme brasileiro “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, do diretor Karim Aïnouz (“Praia do Futuro”), venceu a mostra paralela Um Certo Olhar (Un Certain Regard), do Festival de Cannes. É a primeira vez que um longa brasileiro conquista o troféu desta competição, dedicada a filmes mais arriscados que os da mostra principal. A obra de Karim Aïnouz foi recebida com quase 15 minutos de aplausos em sua première no festival, deixando claro como agradou ao público. Além disso, recebeu críticas elogiadíssimas da imprensa internacional. Definida como um “melodrama tropical”, a adaptação do livro best-seller de Martha Batalha acompanha Eurídice e Guida, duas irmãs jovens e inseparáveis que enfrentam os pais conservadores no Rio de Janeiro dos anos 1950 para realizar seus sonhos: Eurídice quer ser pianista na Áustria e Guida quer ir atrás de seu amor na Grécia. Nada sai como planejado. Mas as duas contam com o apoio de outras mulheres para sobreviver ao mundo machista. O elenco conta com Carol Duarte (“O Sétimo Guardião”) e Julia Stockler (série “Só Garotas”) como protagonistas, além de Gregório Duvivier (“Desculpe o Transtorno”), Nikolas Antunes (“Ilha de Ferro”), Flavio Bauraqui (“Impuros”) e Fernanda Montenegro (“Infância”) como a versão madura da personagem do título. O júri da mostra Um Certo Olhar, presidido pela cineasta Nadine Labaki (“Cafarnaum”), também premiou Kantemir Balagov (“Tesnosta”) como Melhor Diretor, por “Beanpole”, e a francesa Chiara Mastroianni (“3 Corações”), filha dos lendários Marcello Mastroianni e Catherine Deneuve, como Melhor Intérprete por “On a Magical Night”, além de distribuir prêmios especiais. No sábado, os organizadores premiarão os vencedores da mostra principal, que entrega a Palma de Ouro. Entre os que disputam o troféu estão o brasileiro “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, e “O Traidor”, do italiano Marco Bellocchio, coproduzido pela produtora brasileira Gullane.

    Leia mais
  • Filme

    Brad Pitt e Leonardo DiCaprio querem repetir parceria após Era uma Vez em Hollywood

    22 de maio de 2019 /

    Apesar de serem da mesma geração, Brad Pitt e Leonardo DiCaprio só foram trabalharam juntos pela primeira vez no novo longa de Quentin Tarantino, “Era uma Vez em Hollywood”. E contaram, durante a entrevista coletiva do filme no Festival de Cannes, que foi tão fácil e divertido conviver nas filmagens que gostariam de repetir a experiência em breve. “Somos da mesma geração, começamos a nossa carreira na mesma época. Por isso, foi muito fácil trabalhar com o Brad. Espero que tenhamos conseguido construir conexões cinematográficas extremamente próximas”, disse Leonardo DiCaprio. “Trabalhamos muito facilmente”, reiterou Brad Pitt. “Foi muito divertido também, nós demos boas risadas. Espero que possamos fazer isso de novo”, acrescentou. No filme, que se passa em Hollywood no ano de 1969, DiCaprio e Pitt interpretam respectivamente Rick Dalton, ator de séries de faroeste, e Cliff Booth, seu dublê. Ambos tentam sobreviver em um mundo marcado por mudanças. “Era uma Vez em Hollywood” teve sua première mundial na terça-feira (21/5), na competição do Festival de Cannes, e foi recebido com entusiasmo pela crítica internacional, especialmente de língua inglesa – os latinos não gostaram tanto. Trata-se de uma homenagem de Tarantino à época retratada. “Há poucas pessoas neste mundo com tamanho conhecimento do cinema, da televisão e da música. Conversar com Quentin é como conversar com um banco de dados… Este filme é o seu caso de amor com o lado B do cinema”, elogiou Leonardo DiCaprio.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie