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  • Filme

    Venom e Nasce uma Estrela não dão chances a Primeiro Homem nas bilheterias da América do Norte

    14 de outubro de 2018 /

    “Venom” e “Nasce uma Estrela” mantiveram suas posições de domínio nas bilheterias em seu segundo fim de semana em cartaz na América do Norte. Mesmo com grande queda de faturamento, acima dos 56%, o filme do anti-herói da Marvel faturou bem, US$ 35,7 milhões, para se manter no 1º lugar. Mas “Nasce uma Estrela” mostrou-se mais resistente. Seus US$ 28 milhões representaram uma queda de apenas 35% em relação à semana de estreia. O sucesso dos dois filmes prejudicou o principal lançamento da sexta (12/10), o drama de época “Primeiro Homem”, sobre a conquista da Lua nos anos 1960, que abriu em 3º lugar com uma bilheteria considerada fraca, US$ 16,5 milhões. O desempenho abaixo das projeções veio, ao menos, acompanhado por elogios da crítica, que deram ao novo filme do diretor Damien Chazelle (“La La Land”) 88% de aprovação. Em 4º lugar e com arrecadação próxima, “Goosebumps 2 – Halloween Assombrado” não teve esta compensação. Foi destruído pela crítica, com 43% no Rotten Tomatoes. Já a terceira estreia ampla da semana, “Maus Momentos no Hotel Royale”, ficou apenas em 7º lugar. Nem as críticas positivas (72%) animaram o público a prestigiar o novo filme do ator Chris Hemsworth (“Vingadores: Guerra Infinita”), escrito e dirigido por Drew Goddard (indicado ao Oscar pelo roteiro de “Perdido em Marte”), que rendeu US$ 7,2 milhões. Neste caso, a nota de consolação é seu baixo orçamento. Custou menos que todos os demais, US$ 32 milhões. Mas precisaria faturar uns US$ 100 milhões para sair do vermelho, o que parece difícil. De todo modo, ainda há todo o mercado internacional para equilibrar os fracassos americanos. Mercado, por sinal, que também está dominado por “Venom” e “Nasce uma Estrela”, ajudando os dois a se pagarem com sobras em apenas duas semanas. “O Primeiro Homem” já chega ao Brasil na próxima quinta (18/10). Já “Maus Momentos no Hotel Royale” está previsto somente para janeiro, uma data tão distante que pode até virar lançamento direto em VOD. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Venom Fim de semana: US$ 35,7m Total EUA e Canadá: 142,8m Total Mundo: US$ 378,1m 2. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 28m Total EUA e Canadá: US$ 94,1m Total Mundo: US$ 135,3m 3. O Primeiro Homem Fim de semana: US$ 16,5m Total EUA e Canadá: US$ 16,5m Total Mundo: US$ 25,1m 4. Goosebumps 2 – Halloween Assombrado Fim de semana: US$ 16,2m Total EUA e Canadá: US$ 16,2m Total Mundo: US$ 19,9m 5. PéPequeno Fim de semana: US$ 9,3m Total EUA e Canadá: US$ 57,6m Total Mundo: US$ 110,2m 6. Operação Supletivo – Agora Vai! Fim de semana: US$ 8m Total EUA e Canadá: US$ 59,8m Total Mundo: US$ 75,2m 7. Maus Momentos no Hotel Royale Fim de semana: US$ 7,2m Total EUA e Canadá: US$ 7,2m Total Mundo: US$ 11,2m 8. O Mistério do Relógio na Parede Fim de semana: US$ 3,9m Total EUA e Canadá: US$ 62,2m Total Mundo: US$ 101,8m 9. O Ódio que Você Semeia Fim de semana: US$ 1,7m Total EUA e Canadá: US$ 2,4m Total Mundo: US$ 2,4m 10. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 1,3m Total EUA e Canadá: US$ 52m Total Mundo: US$ 83m

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  • Série

    Série The Witcher evita polêmica racial ao anunciar seu elenco central

    11 de outubro de 2018 /

    A produção da série “The Witcher”, em desenvolvimento na Netflix, anunciou quem acompanhará o astro Henry Cavill (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) no elenco. Cavill interpretará o protagonista, o misterioso Geralt of Rivia, e será acompanhado por Freya Allan (da série “Into the Badlands”) na pele da Princesa Ciri e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer, as duas protagonistas femininas da trama. O anuncio foi feito um mês após a responsável pelo projeto, a produtora-roteirista Lauren Schmidt Hissrich (“Os Defensores”), decidir sair do Twitter devido ao vazamento da descrição da intérprete de Ciri na série. Na descrição, a produção convocava atrizes “de 16 ou 15 anos, negras, asiáticas ou de minorias étnicas, que possam interpretar uma personagem de 13 ou 14 anos”. Usuários do Twitter mostraram descontentamento e resgataram tuítes antigos, publicados em maio, onde a showrunner dizia que não alteraria etnias dos personagens originais, iniciando uma campanha contra mudanças. Nos livros do escritor Andrzej Sapkowski e nos games de “The Witcher”, Ciri é uma jovem branca de cabelos platinados. Ao final, a pressão surtiu efeito. Freya Allan é uma adolescente loira, que teve como principal trabalho, até o momento, viver a versão infantil da personagem conhecida como a Viúva num flashback da série “Into the Badlands”. Ao lado de Ciri, em sua corte, estarão Jodi May (“Game of Thrones”) como a Rainha Calanthe, Björn Hlynur Haraldsson (“Fortitude”) como o cavaleiro Eist, e Adam Levy (“Knightfall”) como o druida Mousesack. Enquanto isso, a academia mágica da qual Yennefer participa será liderada por MyAnna Buring (“Ripper Street”) na pele de Tissaia. Outras alunas incluirão Mimi Ndiweni (“Rellik”) como Fringilla e Therica Wilson-Reed (“Profile”) como Sabrina. O último membro do elenco anunciado é Millie Brady (“The Last Kingdom”), que interpreta a Princesa Renfri, personagem geralmente descrita como uma “versão brutal da Branca de Neve”. Deste elenco, apenas Mimi Ndiweni é negra – num papel de feiticeira originalmente branca. Veja as fotos de todos os intérpretes abaixo. Vale observar que “The Witcher” é sinônimo de polêmica racial. Em 2015, o game “The Witcher 3” já tinha sido acusado de racismo por alguns críticos, por incluir apenas personagens humanos brancos, enquanto os monstros tinham uma variedade enorme de cores. Os fãs reagem a esse tipo de observação lembrando que a saga é polonesa e se passa numa Europa medieval imaginária, que registra a herança étnica da civilização eslava. O casting anunciado também traz um detalhe que quem não conhece a saga pode ter ficado sem perceber. Além da ausência de diversos coadjuvantes, uma personagem muito importante ficou de fora da relação: Triss Merigold. A bela ruiva, que forma um triângulo amoroso com o protagonista e Yennefer, deve ser anunciada mais adiante. O papel em “The Witcher” marcará o retorno de Cavill à televisão após o fim de “The Tudors”, em 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só por suas aparições como Superman nos filmes da DC como também por longas como “Missão Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Cavill vai interpretar o protagonista da saga, Geralt of Rivia, um caçador de monstros em um mundo onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. O personagem começa a trama querendo ser deixado em paz para ficar sozinho, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo.

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  • Filme

    Dwayne Johnson vai estrelar novo filme fantasioso do diretor de Jumanji para a Netflix

    9 de outubro de 2018 /

    O ator Dwayne “The Rock” Johnson incluiu mais um filme em sua agenda lotada. A Neflix anunciou que ele interpretará o herói do folclore americano John Henry, em uma aventura produzida com exclusividade para a plataforma. O filme vai juntar Johnson com o diretor de seu último grande sucesso de cinema, Jake Kazan, de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. E marcará a estreia do astro mais bem-pago do mundo numa produção feita para streaming. John Henry é uma figura lendária nos Estados Unidos, a ponto de ter sua existência questionada. Mas ele realmente existiu, embora seus feitos possam ter sido aumentados por cantores de blues e outros folcloristas populares. Operário negro que trabalhava na indústria ferroviária americana do século 19, John Henry ficou famoso por sua habilidade para cavar túneis à marretadas, nas montanhas pelas quais os trilhos deveriam passar. Um dia foi desafiado a medir forças com uma máquina perfuradora, criada para este fim, numa disputa que visava demonstrar que os operários deveriam dar lugar ao avanço tecnológico. Ele venceu a competição, mas sofreu ataque cardíaco ao terminar o túnel, morrendo com o martelo nas mãos. A produção da Netflix tem o título de “John Henry and the Statesmen”, e mostrará o personagem se juntando a outras figuras lendárias de todo o mundo, com roteiro de Tom Wheeler (de “Lego Ninjago: O Filme”). Além de viver John Henry, Johnson também terá créditos como produtor ao lado de Wheeler, que concebeu o projeto. Ainda não há previsão para a estreia, mas o anúncio foi acompanhado por um teaser, disponibilizado nas redes sociais. Veja abaixo. When the man comes around.. Honored to play a childhood hero of mine, JOHN HENRY & his disruptive band of fellow folklore legends from around the world. @netflix are the perfect partners and platform to build. Directed by Jake Kasdan (JUMANJI). JOHN HENRY & THE STATESMEN ?? pic.twitter.com/vJ0nkCYXDH — Dwayne Johnson (@TheRock) October 9, 2018

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  • Série

    CW renova The Outpost, Burden of Truth e anuncia nova série para o verão norte-americano de 2019

    9 de outubro de 2018 /

    A rede The CW renovou toda a sua programação de verão deste ano, o que inclui as séries “Burden of Truth” e “The Outpost”, e ainda anunciou uma nova atração para o mesmo período em 2019, “Bulletproof”. A renovação de “The Outpost” foi a maior surpresa, tendo em vista a baixa audiência da série (média de 628 mil telespectadores). Muitos sites especializados dos Estados Unidos já a consideravam cancelada. Mas a produção de Dean Devlin (roteirista de “Stargate” e “Independence Day”) ganhou créditos pela capacidade de parecer muito mais cara do que realmente é. “The Outpost” foi desenvolvido por Kynan Griffin e Jason Faller, criadores de “Mythica”, uma franquia de fantasia bancada por financiamento coletivo, estrelada por Jake Stormoen (“Extinct”) e Kevin Sorbo (o Hércules da TV), que rendeu cinco filmes lançados direto em DVD. Protagonizada por atores pouco experientes, como a modelo australiana Jessica Green (a Cleópatra da série semi-documental “Roma: Império de Sangue”), o citado Jake Stormoen, Imogen Waterhouse (irmã da top model Suki Waterhouse) e Anand Desai-Barochia (calouro da versão britânica do programa “The Voice”), a série é uma fantasia passada num reino imaginário medieval, que acompanha a vingança de Talon (Green), última sobrevivente de uma raça mestiça similar aos elfos, massacrada por sua capacidade de invocar demônios de outra dimensão. Ao buscar matar os assassinos de sua família, ela acaba se tornando aliada da rainha secreta (Waterhouse) de uma insurreição contra as forças imperiais da Primeira Ordem, numa trama que mistura elementos de “O Senhor dos Anéis” e “Star Wars”, e é bem mais envolvente que os efeitos toscos e interpretações canastronas podem sugerir. Ao contrário da companheira de veraneio, “Burden of Truth” já tinha a renovação garantida. A série é uma produção original canadense do canal CBC, que anunciou a produção da 2ª temporada antes mesmo da estreia americana. Ao adquirir os direitos de exibição, o CW trouxe de volta ao canal a atriz Kristin Kreuk, que se destacou nos elencos de “Smallville” e “Beauty and the Beast”. Criada por Bradley Simpson (roteirista de “Rookie Blue” e “King”), a série traz Kreuk no papel da advogada corporativa Joanna Hanley, que retorna à sua pequena cidade natal para representar um grande cliente em um caso contra algumas garotas do ensino médio, que processam a empresa que ela representa após ficarem doentes. Ela despacha seu caso de forma rápida e eficiente, esmagando as meninas e seu advogado de cidade pequena – seu ex-colega de escola Billy Crawford (Peter Mooney, de “Rookie Blue”). Mas depois da vitória, descobre que as meninas estão mais doentes do que se pensava, e embora seu cliente não seja culpado, há algo sério por trás dessa história. Ela precisa então decidir se ajuda as meninas e o advogado do interior em uma nova luta ou se volta para a cidade grande e sua carreira de sucesso. A renovação coletiva reflete a estratégia da rede CW de dar chances para suas séries explorarem seus potenciais com reprises em plataformas de streaming. A CW é a rede que menos cancela séries nos Estados Unidos. E com um dia a mais de programação, já que passará a exibir séries aos domingos a partir deste mês, anunciou a encomenda de mais uma produção para o próximo verão. “Bulletproof” é uma produção inglesa, originalmente produzida para o canal pago britânico Sky One, com seis episódios em sua 1ª temporada. Ela traz Noel Clarke (“Doctor Who”) e Ashley Walters (“Speed Racer”) como policiais de origens muito diferentes – o personagem de Clarke é filho orgulhoso de um policial condecorado, enquanto o de Walters cresceu em um lar adotivo e na rua. Ambos trabalham como parceiros no East End de Londres e tem um forte vínculo. Clarke e Walters co-criaram a série com o roteirista Nick Love (“Esquadrão Sem Limites”). Exibida entre maio e junho no Reino Unido, a série foi renovada para uma 2ª temporada de mais seis episódios. Os 12 capítulos devem ser exibidos juntos nos Estados Unidos.

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  • Série

    Fábulas encantadas viram histórias de terror no novo trailer da série Tell Me a Story

    9 de outubro de 2018 /

    A plataforma de streaming CBS All Access divulgou o pôster e o segundo trailer de “Tell Me a Story”, nova série de Kevin Williamson (criador de “The Vampire Diaries” e “The Following”). A prévia mostra como elementos de fábulas encantadas se combinam com crime, sexo e violência para se transformar em dramas de terror contemporâneo. Versão da série espanhola “Cuéntame un Cuento” (uma espécie de “Once Upon a Time” de suspense), a produção americana vai combinar as fábulas de “Os Três Porquinhos”, “Chapeuzinho Vermelho” e “João e Maria” numa história de amor, perda, ganância, vingança e assassinato. O elenco inclui Paul Wesley (Stefan Salvatore em “The Vampire Diaries”), James Wolk (Jackson Oz em “Zoo”), Danielle Campbell (a Davina de “The Originals”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”), Kim Cattrall (a Samantha de “Sex and the City”), Austin Butler (o Wil de “The Shannara Chronicles”), Dania Ramirez (a Cinderela da temporada final de “Once Upon a Time”), Zabryna Guevara (série “Gotham”), Michael Raymond-James (o Neal de “Once Upon a Time”), Sam Jaeger (série “Parenthood”), Dorian Missick (série “Animal Kingdom”) e o brasileiro Davi Santos (da série “Power Rangers Dino Charge”). Williamson vai escrever os roteiros e produzir a atração. Será seu primeiro trabalho televisivo sem o envolvimento da Warner Bros. Television, após os fracassos de “Time After Time”, na rede ABC, e “Stalker”, na CBS. Em compensação, “The Following” durou três temporadas na Fox e “The Vampire Diaries” oito na CW. A estreia está marcada para o dia de Halloween, 31 de outubro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Michael Peña será o misterioso Sr. Roarke na versão de cinema de Ilha da Fantasia

    8 de outubro de 2018 /

    O ator Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”) vai interpretar o papel de Sr. Roarke na versão de cinema da série “Ilha da Fantasia”, clássico televisivo dos anos 1970 e 1980. Ele vai assumir o papel consagrado por Ricardo Montalbán na série. Ambos tem em comum a herança mexicana: enquanto Montalbán nasceu na Cidade do México e emigrou para os EUA, Peña é filho de imigrantes mexicanos que se estabeleceram em Chicago, nos EUA. “Ilha da Fantasia” mostrava hóspedes recém-chegados à ilha-resort do título para viver fantasias providenciadas pelo misterioso anfitrião, o Sr. Roarke, com a assistência do anão Tattoo (Hervé Villechaize, nos anos 1970). Mas para terem os prazeres que almejam, eles também precisam passar por testes de caráter e desafios psicológicos. O filme será dirigido por Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”), que ainda assina o roteiro com Chris Roach e Jillian Jacobs, seus parceiros no recente terror “Verdade ou Desafio” – feito por US$ 5 milhões e que arrecadou US$ 100 milhões em todo o mundo para a Blumhouse. Além deste filme, a história da série clássica será lembrada em “My Dinner with Hervé”, produção da HBO em que Peter Dinklage (série “Game of Thrones”) vive Hervé Villechaize no final de sua vida. O ator teve dificuldades para encontrar emprego após o fim da “Ilha da Fantasia” e se matou dez anos depois do cancelamento da atração, em 1993. Já Montalbán morreu em 2009 por complicações da idade, aos 88 anos.

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  • Série

    The Magicians: Cena inédita revela missão impossível e data de estreia da 4ª temporada

    7 de outubro de 2018 /

    O canal pago americano SyFy divulgou uma prévia da 4ª temporada de “The Magicians”, que mostra como Margo (Summer Bishil) recebe a missão de “consertar” os eventos passados, mesmo que não lembre de nada, já que, como todos os protagonistas, teve suas memórias apagadas e assumiu uma vida diferente, sem lembrar que um dia foi uma rainha com poderes mágicos. Exibido na New York Comic Con, o vídeo também revela a data de estreia dos novos episódios. Baseada na franquia de livros de fantasia de Lev Grossman, publicada no Brasil como “Os Magos”, a série desenvolvida por Sera Gamble (ex-produtora e roteirista de “Supernatural”) e John McNamara (criador da série “Fastlane”) estreia seus novos episódios em 23 de janeiro.

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  • Filme

    Venom bate recorde de bilheteria em sua estreia na América do Norte

    7 de outubro de 2018 /

    Mantendo a tradição de sucesso das adaptações da Marvel, a estreia de “Venom” bateu o recorde de maior arrecadação do mês de outubro na América do Norte com US$ 80 milhões no fim de semana. O ótimo desempenho comprovou o acerto da estratégia da Sony, que embargou as críticas do filme até a véspera da exibição, impulsionando a pré-venda de seus ingressos. Com isso, “Venom” nem sentiu o impacto das avaliações negativas, que oscilaram de 28% a 31% no Rotten Tomatoes, entre quinta e domingo (7/10), e chegou a superar a abertura deste ano de “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 75 milhões), da própria Marvel. O mercado internacional também deu ótimo retorno, elevando o total mundial para US$ 205,2 milhões. São valores que incentivam o investimento na criação de um universo cinematográfico com os coadjuvantes dos quadrinhos do Homem-Aranha. Mas a cautela sugere esperar um pouco mais, pelo resultado da segunda semana, após o boca-a-boca se encontrar com as críticas duras, para avaliar se o entusiasmo do público persiste e o que se faz necessário para avançar nos planos. Em 2ª lugar, “Nasce uma Estrela” vendeu mais ingressos que o esperado, faturando US$ 41,2 milhões. O filme custou só US$ 40 milhões para ser produzido (40% do investimento em “Venom”) e tinha censura elevada (“R”, para maiores de 17 anos), por isso seu desempenho foi considerado um enorme sucesso e comemorado pela Warner como se tivesse aberto no topo das bilheterias. Primeiro longa dirigido por Bradley Cooper e estrelado por Lady Gaga, “Nasce uma Estrela” também conquistou a crítica, com 91% de aprovação. A estreia no Brasil está marcada para a próxima quinta-feira (11/10). Entre os lançamentos limitados, ainda chamou atenção o interesse gerado por “O Ódio que Você Semeia”, cuja roteirista morreu na quinta-feira (4/10). Lançado em apenas 36 salas, fez US$ 500 mil e abriu em 13º lugar, faturando mais por sala que “Nasce uma Estrela”. O filme também se tornou o mais bem-avaliado da semana, com 96% no Rotten Tomatoes. Chega no Brasil em 6 de dezembro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Venom Fim de semana: US$ 80m Total EUA e Canadá: 80m Total Mundo: US$ 205,2m 2. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 41,2m Total EUA e Canadá: US$ 41,2m Total Mundo: US$ 56,6m 3. PéPequeno Fim de semana: US$ 14,9m Total EUA e Canadá: US$ 42,7m Total Mundo: US$ 75,2m 4. Operação Supletivo – Agora Vai! Fim de semana: US$ 12,2m Total EUA e Canadá: US$ 46,7m Total Mundo: US$ 58,7m 5. O Mistério do Relógio na Parede Fim de semana: US$ 7,2m Total EUA e Canadá: US$ 55m Total Mundo: US$ 79,3m 6. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 3,4m Total EUA e Canadá: US$ 49m Total Mundo: US$ 76,4m 7. A Freira Fim de semana: US$ 2,6m Total EUA e Canadá: US$ 113,3m Total Mundo: US$ 346,6m 8. O Parque do Inferno Fim de semana: US$ 2m Total EUA e Canadá: US$ 8,8m Total Mundo: US$ 9,5m 9. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 2m Total EUA e Canadá: US$ 169,1m Total Mundo: US$ 225,9m 10. O Predador Fim de semana: US$ 900 mil Total EUA e Canadá: US$ 49,9m Total Mundo: US$ 123,3m

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  • Série

    She-Ra: Nova versão da heroína animada ganha primeiro trailer e pôster

    7 de outubro de 2018 /

    A versão da Netflix de “She-Ra: A Princesa do Poder” ganhou seu primeiro trailer e pôster. A prévia revela como a jovem Adora recebe o “chamado” e encontra uma espada mágica, que a transforma na poderosa She-Ra. Até seu famoso grito de guerra, “pela honra de Greyskull!”, é ouvido no final do vídeo. A produção foi alvo de controvérsia quando suas primeiras imagens foram reveladas. Fãs do desenho original reclamaram do visual da heroína, bastante modificado em relação à versão dos anos 1980. Menos que o visual de anime, o que mais chamou atenção foi a aparência mais adolescente e menos sexualizada. O novo vídeo mostra, inclusive, que a assexualização não se resume à diminuição do tamanho dos seios da personagem. Ela também usa shorts sob a saia curta. O desenho de “She-Ra: A Princesa do Poder” surgiu em 1985 como spin-off de “He-Man e os Mestres do Universo”, um brinquedo que virou série animada, e logo se tornou mais popular que a atração original. A personagem era o alter ego da Princesa Adora, irmã gêmea do He-Man, que lutava pela honra de Greyskull para livrar o planeta Eternia da tirania. A nova versão não tem He-Man e será “uma jornada épica e atemporal, em celebração à amizade feminina e o empoderamento, liderada por uma princesa guerreira feita sob medida para os dias de hoje”, segundo a descrição oficial. Assim como na trama original, a protagonista permanece a Princesa Adora, que se torna a poderosa She-Ra com a ajuda de uma espada mágica. Sequestrada quando criança e criada pela Horda do Mal, ela só descobre sua verdadeira identidade ao se tornar adulta. A produção está sendo realizada sob o comando de Noelle Stevenson, roteirista de “Enrolados Outra Vez” e “Lego Star Wars”, e traz em seu elenco de dubladores diversos atores conhecidos, a começar por Aimee Carrero (de “O Último Caçador de Bruxas” e a voz de “Elena de Avalor”), que vive She-Ra, além de Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), AJ Michalka (“The Goldbergs”), Marcus Scribner (“Black-ish”), Reshma Shetty (“Royal Pains”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Keston John (“The Good Place”), Lauren Ash (“Superstore”), Christine Woods (“Hello Ladies”), Genesis Rodriguez (“Time After Time”), Jordan Fisher (“Grease Live!”), Vella Lovell (“Crazy Ex-Girlfriend”), Merit Leighton (“Alexa & Katie”), Sandra Oh (“Killing Eve”) e Krystal Joy Brown (“Motown: The Musical”). Com o título completo de “She-Ra and the Princesses of Power”, a atração estreia na Netflix em 16 de novembro.

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  • Série

    Trailer da 2ª temporada confirma que American Gods ainda está sendo produzida

    6 de outubro de 2018 /

    A Amazon divulgou o pôster e o primeiro trailer da 2ª temporada de “American Gods”. A prévia mostra como o protagonista Shadow Moon passa a aceitar a existência dos deuses antigos, enquanto se aproxima do confronto com os deuses modernos. A divulgação interrompe um hiato de 15 meses desde o final da 1ª temporada para demonstrar que a série ainda existe, apesar de seus problemas de bastidores, que mais recentemente culminaram no afastamento do showrunner Jesse Alexander (“Agent X”), substituto dos criadores da série Michael Green e Bryan Fuller, por sua vez demitidos ao final da 1ª temporada. A produtora Fremantle prefere evitar chamar o afastamento de Alexander de demissão, para não piorar a impressão gerada pela forma como está conduzindo a série, mas, segundo o site The Hollywood Reporter, ele foi proibido de aparecer no set, acompanhar a edição dos episódios ou participar de qualquer forma da produção. A crise teria sido gerada pela rejeição do roteiro do episódio final da temporada. Alexander chegou a entregar vários rascunhos e nenhum agradou ao estúdio. Fontes dizem que a produtora trabalha na sétima versão da história, sem conseguir fechar a temporada e paralisando a produção. Adaptação do best-seller “Deuses Americanos”, de Neil Gaiman, a série gira em torno de Shadow Moon, um ex-condenado que é libertado da prisão após sua esposa morrer num acidente. Completamente só e falido, ele aceita trabalhar como guarda-costas para um vigarista misterioso chamado Mr. Wednesday, que parece saber mais sobre a sua vida do que deixa transparecer. Isto porque Wednesday é a encarnação do deus Odin, que está percorrendo a Terra para reunir todos os deuses antigos e iniciar uma batalha contra os novos deuses que controlam a humanidade atual: internet, televisão, cartão de crédito, etc. O elenco original incluía Ricky Whittle (Lincoln em “The 100”) como Shadow Moon, Ian McShane (série “Deadwood”) como Mr. Wednesday, além de Emily Browning (“Sucker Punch”), Gillian Anderson (“Arquivo X”), Crispin Glover (“Alice no País das Maravilhas”), Peter Stormare (série “Prison Break”), Pablo Schreiber (série “Orange Is the New Black”), Jonathan Tucker (série “Justified”), Dane Cook (“Tiros, Garotas e Trapaças”), Yetide Badaki (série “Sequestered”), Kristen Chenoweth (série “Glee”), Jeremy Davies (“Justified”), Orlando Jones (série “Sleepy Hollow”) e a veterana Cloris Leachman (“Como Sobreviver a um Ataque Zumbi”). Mas alguns atores preferiram deixar a série ao final da 1ª temporada em solidariedade aos produtores originais, demitidos após conflito criativo e financeiro com a Fremantle. Diante de tantos problemas, a 2ª temporada de “American Gods” só deve ser disponibilizada no segundo semestre de 2019, dois anos depois do primeiro ano. Exibida pelo canal pago Starz nos Estados Unidos, a série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Prime Video, da Amazon, responsável por sua distribuição internacional.

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    Netflix vai criar filmes e séries baseados nos livros de fantasia de As Crônicas de Nárnia

    3 de outubro de 2018 /

    A Netflix anunciou que vai desenvolver novas séries e filmes inspirados na saga literária juvenil “As Crônicas de Nárnia”, uma fábula com crianças, reinos encantados e criaturas mágicas, que disfarça dogmas cristãos. As histórias criadas pelo autor C.S. Lewis na década de 1950 já foram transportadas para o cinema e para a TV diversas vezes, mais recentemente em três filmes: “As Crônica de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa” (2005), “As Crônica de Nárnia: Príncipe Caspian” (2008) e “As Crônica de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada” (2010). Os três arrecadaram quase US$ 1,6 bilhão de bilheteria mundial. A Disney distribuiu os dois primeiros filmes e a Fox lançou o terceiro, que teve a menor arrecadação. Um quarto filme estava em desenvolvimento pelo estúdio Tri-Star, do conglomerado Sony. Todos tiveram produção da Mark Gordon Company, empresa do produtor Mark Gordon, que aproveitou que sua companhia foi comprada pela eOne para suspender o quarto filme e convencer os herdeiros de C.S. Lewis a ousar e levar o projeto para o mercado, imaginando uma combinação de filmes e séries para uma empresa de streaming. A Netflix acabou adquirindo o pacote. “‘As Crônicas de Nárnia’ são histórias que ressoaram com diversas gerações de leitores ao redor do mundo”, comentou Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, no comunicado do anúncio da aquisição. “Muitas famílias se apaixonaram por personagens como Aslan e por todo o mundo de Nárnia, e estamos muito animados em trazer esse universo de volta para as suas casas nos próximos anos”. “É maravilhoso saber que pessoas ao redor do mundo estão ansiosas para ver mais de Nárnia”, disse Douglas Gresham, afilhado de C.S. Lewis, que administra o legado do escritor. “Os avanços na tecnologia permitirão que as aventuras dos livros ganhem vida da forma como deveriam. A Netflix parece ser a melhor mídia para alcançar esse objetivo”. Ainda não há previsão de estreia ou detalhes sobre como o universo de Nárnia será dividido entre filmes e séries. O longa que estava sendo desenvolvido foi escrito pelo roteirista David Magee (“As Aventuras de Pi”). Ele anunciou que tinha concluído o roteiro da adaptação de “As Crônicas de Nárnia: A Cadeira de Prata” há três anos. E, em 2017, o cineasta Joe Johnston (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) chegou a ser definido como diretor. Com sete títulos, a coleção literária de C.S. Lewis já vendeu mais de 100 milhões de exemplares ao redor do mundo.

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    Novo filme de Hellboy ganha primeiro pôster

    1 de outubro de 2018 /

    O novo filme de Hellboy ganhou seu primeiro pôster. O cartaz é uma ilustração do protagonista e confirma que o lançamento não terá subtítulo. Em vez disso, a arte usou uma abreviatura de rede social para dizer que o herói do inferno é “lendário pra c***”. A produção trará o ator David Harbour (o xerife Hopper na série “Stranger Things”) no papel do personagem criado por Mike Mignola. E vai adaptar a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt” sobre Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas – que, segundo a lenda arthuriana, era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Mas, sem Merlin, Nimue enlouqueceu, assustando as outras bruxas, que passam a encará-la como ameaça e decidem matá-la, esquartejá-la e espalhar seus restos pela Terra. Este status muda quando, séculos depois, Hellboy ameaça a existência das bruxas e elas decidem trazer Nimue de volta à vida. Dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” inclui em seu elenco Ian McShane (série “American Gods”), Sasha Lane (“American Honey”), Daniel Dae Kim (“Hawaii Five-0”), Penelope Mitchell (“The Vampire Diaries”), Sophie Okonedo (“Depois da Terra”), Kristina Klebe (“Halloween – O Início”) e Milla Jovovich (franquia “Resident Evil”), intérprete da vilã Nimue. “Hellboy” volta aos cinemas em abril de 2019.

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    Bumblebee ganha fotos oficiais

    30 de setembro de 2018 /

    A Paramount divulgou oito fotos oficiais de “Bumblebee”, que tinham sido anteriormente adiantas com logotipos de revistas. As imagens destacam o personagem do título e sua motorista, vivida por Hailee Steinfeld (“A Escolha Perfeita 3”). O primeiro filme derivado da franquia “Transformers” é um prólogo, passado na Califórnia dos anos 1980, e traz Bumblebee como um fusca amarelo. Não por acaso, era assim que ele aparecia no desenho animado da época. A prévia revisita a premissa do primeiro “Transformers”, em que Shia LaBeouf descobria que seu carro era Bumblebee. Com mudança de sexo do protagonista, agora é Hailee Steinfeld quem se surpreende com o motor robótico de seu veículo. A ideia também remete ao clássico filme da Disney “Se Meu Fusca Falasse” (1968). Mas não demora para essa fábula motorizada virar um típico “Transformers”, com as inevitáveis explosões, perseguições, lutas contra decepticons e a chegada de Optimus Prime. O roteiro foi escrito por Christina Hodson (“Refém do Medo”) e a direção está a cargo de Travis Knight, da aclamada animação “Kubo e as Cordas Mágicas” – indicada ao Oscar 2017 – , que fará seu primeiro trabalho com atores reais. Já o elenco coadjuvante conta com John Cena (“Pai em Dose Dupla 2”), Pamela Adlon (série “Better Things”), Jorge Lendeborg Jr. (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Drucker (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Kenneth Choi (série “The Last Man on Earth”), John Ortiz (“Kong: a Ilha da Caveira”), Stephen Schneider (série “Imaginary Mary”), Ricardo Hoyos (série “Degrassi: Next Class”), Abby Quinn (“The Journey Is the Destination”), Rachel Crow (“Deidra & Laney Rob a Train”) e Grace Dzienny (série “Zoo”). A estreia vai acontecer em 25 de dezembro no Brasil, quatro dias após o lançamento nos Estados Unidos.

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