Escola inglesa tira nome de J.K. Rowling de seu prédio em crítica à transfobia
Uma escola britânica decidiu rebatizar um de seus prédios para tirar o nome da escritora J.K. Rowling, criadora de “Harry Potter”, devido às polêmicas declarações da autora sobre questões de transexualidade, que lhe valeram acusações de transfobia. A Boswells School, em Chelmsford, no leste da Inglaterra, que atende alunos de 11 a 18 anos, explicou que mudou o nome do prédio para homenagear a medalhista de ouro olímpico Kelly Holmes. “Na Boswells School, promovemos uma comunidade escolar inclusiva e democrática, onde estimulamos os alunos a se desenvolverem como cidadãos autoconfiantes e independentes”, disse o diretor da instituição, Stephen Mansell. Os seis edifícios da instituição foram nomeados em homenagem a “destacados cidadãos britânicos”. “No entanto, após os vários pedidos de alunos e funcionários, estamos revisando o nome da nossa casa vermelha ‘Rowling’, à luz dos comentários e opiniões de J.K. Rowling sobre pessoas trans”, explicou. Rowling também não apareceu no recente reencontro com o elenco dos filmes de “Harry Potter”, disponibilizado pela HBO Max, após ser criticada pelos principais intérpretes da saga e rejeitada até por comunidades de fãs de “Harry Potter”. Oficialmente, ela teria dito que as imagens de arquivo seriam suficientes. Mas sua postura transfóbica, disfarçada de feminismo, criou atrito com Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, que renegaram os argumentos da criadora de “Harry Potter”, colocando-se ao lado das pessoas transexuais. A cruzada de Rowling veio à tona há pouco mais de um ano, quando usou o Twitter para criticar uma reportagem que citava “pessoas que menstruam” para designar indivíduos do sexo feminino. “Tenho certeza que costumava existir uma palavra para essas pessoas”, escreveu ela, insinuando que a matéria deveria dizer apenas “mulheres”. Ela fez questão de esquecer que homens trans podem menstruar. Logo em seguida, a escritora acirrou sua campanha, explorando a descrição mais sensacionalista possível, ao considerar transexuais como estupradores em potencial. “Eu me recuso a me curvar a um movimento que eu acredito estar causando um dano demonstrável ao tentar erodir a ‘mulher’ como uma classe política e biológica e oferecer cobertura a predadores como poucos antes dele”, ela escreveu. “Quando você abre as portas dos banheiros e dos vestiários para qualquer homem que acredite ser ou se sinta mulher – e, como já disse, os certificados de confirmação de gênero agora podem ser concedidos sem a necessidade de cirurgia ou hormônios -, você abre a porta a todo e qualquer homem que deseje entrar. Essa é a verdade simples”, disse a autora. A declaração foi confrontada por ninguém menos que Nicole Maines, estrela de “Supergirl” que viveu a primeira super-heroína transexual da TV. Ela se tornou conhecida aos 15 anos de idade por enfrentar o mesmo preconceito defendido por Rowling, sendo constantemente humilhada e impedida de frequentar o banheiro feminino de sua escola. Como também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying, sua família entrou com uma ação na Justiça contra discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil todas as escolas americanas foram proibidas de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. Inconformada, Rowling foi adiante, escrevendo um livro sobre um assassino travesti, “Sangue Revolto” (Troubled Blood), lançado no ano passado dentro da coleção de mistérios do detetive Cormoran Strike. Rowling também defendeu uma pesquisadora demitida após protestar contra mudanças de leis britânicas que passaram a reconhecer os direitos de pessoas transexuais, escrevendo no Twitter que “homens não podem se transformar em mulheres”. Embora não tenha comentado as críticas que recebeu dos intérpretes dos filmes de “Harry Potter”, ela apagou um elogio a Stephen King nas redes sociais após escritor defender mulheres trans. Foi além: devolveu um prêmio humanitário que recebeu da fundação de Direitos Humanos batizada com o nome do falecido senador Robert F. Kennedy após Kerry Kennedy, filha do célebre político americano, manifestar sua “profunda decepção” com os comentário transfóbicos. Daniel Radcliffe chegou a tuitar um pedido de desculpas em seu nome para a comunidade trans.
George R.R. Martin elogia série derivada de “Game of Thrones”
George R.R. Martin, o autor dos livros que viraram “Game of Thrones”, elogiou a nova série passada no mesmo universo, “House of the Dragon”, após ter sido uma das primeiras pessoas a ver o piloto da atração, centrada na família Targaryen. “Eu vi uma edição do primeiro episódio, e amei”, Martin escreveu em seu blog. “É sombrio, é poderoso, é visceral… bem do jeito que eu gosto das minhas fantasias épicas”. O autor ainda elogiou os showrunners Ryan Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e Miguel Sapochnik (diretor de “Game of Thrones”) pelo “trabalho incrível” e destacou o talento do elenco. “Vocês vão se apaixonar por muitos deles (só para terem seus corações partidos depois…) Acho que os Targaryen estão em ótimas mãos”. A produção contou com participação do próprio George R.R. Martin e é baseada num livro já publicado da saga, “Fogo & Sangue”. “House of the Dragon” se passa 200 anos antes de “Game of Thrones”, e seu elenco destaca Paddy Considine (“Peaky Blinders”) no papel do Rei Viserys Targaryen, escolhido pelos senhores de Westeros para sentar no Trono de Ferro e liderar o continente, Matt Smith (“Doctor Who”) como o príncipe Daemon Targarye, Emma D’Arcy (“Truth Seekers”) como a princesa Rhaenyra Targaryen, Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) como o Mão do Rei (a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos) Otto Hightower, Olivia Cooke (“Bates Motel”) como sua filha Alicent Hightower e Steve Toussaint (“It’s a Sin”) como Lord Corlys Velaryon, a Serpente do Mar. Ainda não há previsão de estreia.
Cena deletada de “The Witcher” indica trama da 3ª temporada
A Netflix divulgou uma cena deletada da 2ª temporada de “The Witcher”, que pode indicar os rumos da 3ª temporada. A cena traz um diálogo entre Stregobor (Lars Mikkelsen) e Vilgefortz (Mahesh Jadu) nos corredores de Aretuza. Ambos recordam o passado de Vilgefortz desde seu nascimento como filho bastardo até seu treinamento como mago, ao mesmo tempo em que sugere uma divisão entre a Irmandade dos Feiticeiros. Este detalhe reflete eventos dos livros de Andrzej Sapkowski que podem ser explorados na 3ª temporada da série. Lançada em 17 de dezembro, a 2ª temporada de “The Witcher” é atualmente a série mais vista da Netflix. O terceiro ano da produção já está sendo escrito, mas ainda não tem previsão de estreia.
The Witcher: Vídeo mostra bastidores do treinamento de Ciri
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores da 2ª temporada de “The Witcher”, que destaca o treinamento de Ciri (Freya Allan) em Kaer Morhen. O vídeo mostra a preparação da atriz para as cenas de ação, revelando o making of de sua passagem pelos obstáculos que a derrubaram várias vezes na série. Resgatada por Geralt de Rivia (Henry Cavill), Ciri ganha muito mais destaque na nova temporada, determinada a virar um bruxo (witcher) como seu salvador. Só que, na verdade, ela tem um poder secreto que aos poucos se torna mais evidente, fazendo com que muitos acreditem que possa se tornar uma perigosa ameaça que precisa ser destruída – mas isso é assunto para a 3ª temporada. A série baseada nos livros de Andrzej Sapkowski já foi renovada.
Netflix revela cena deletada da 2ª temporada de “The Witcher”
A Netflix revelou uma cena deletada da 2ª temporada de “The Witcher”, em que Triss (Anna Shaffer) compartilha sua visão apocalíptica sobre Ciri (Freya Allan) para Geralt (Henry Cavill). A série mostrou a visão no quinto episódio, fazendo Triss acreditar que Ciri é uma ameaça que precisa ser destruída. Mas não tinha exibido a cena em que a feiticeira compartilha sua descoberta com Geralt, que de todo modo não lhe dá ouvidos. Isto faz com que Triss retorne à ilha de Thanedd para contar sua descoberta à Tissaia (MyAnna Buring). As consequências serão conhecidas na 3ª temporada da série baseada nos livros de Andrzej Sapkowski, já confirmada, mas que ainda não tem previsão de estreia. just what did Ciri do to Triss?! check out this deleted scene from THE WITCHER Season 2 pic.twitter.com/m6fDvmz5Vk — Netflix Geeked (@NetflixGeeked) December 22, 2021
Vaza o teaser do spin-off de “The Witcher” estrelado por Michelle Yeoh
O teaser de “The Witcher: A Origem” (The Witcher: Blood Origin) vazou na internet na sexta (17/12), dia do lançamento da 2ª temporada de “The Witcher”. A prévia foi incluída como cena pós-créditos no último capítulo da temporada da série principal e acabou chegando na internet antes da Netflix disponibilizar a versão oficial nas redes sociais, o que acabou acontecendo apenas na segunda-feira (veja abaixo o vídeo atualizado na versão oficial). A atração derivada é ambientada no mundo élfico, 1200 anos antes dos acontecimentos de “The Witcher”, e contará a história de origem do primeiro Witcher/Bruxo e dos eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, que fundiu o mundo de monstros, homens e elfos num só. A produção foi desenvolvida por um dos roteiristas de “The Witcher”, Declan de Barra, além da showrunner da série original, Lauren Schmidt, e contará com supervisão de Andrzej Sapkowski, o autor dos livros que inspiraram a franquia. O elenco destaca Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), que aparece na prévia no papel de uma guerreira e líder dos elfos. Além dela, a produção inclui Sophia Brown (“Giri/Haji”), Laurence O’Fuarain (“O Limite”), Lenny Henry (“Broadchurch”), Jacob Collins-Levy (“The White Princess”), Mirren Mack (“Sex Education”), Francesca Mills (“Harlots”), Dylan Moran (“Maratona do Amor”) e Nathaniel Curtis (“It’s a Sin”). Ainda não há previsão para a estreia.
J.K. Rowling volta a fazer comentários transfóbicos no Twitter
A Warner convidou o ator Johnny Depp a “se demitir” de “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”, após o escândalo da praticada contra sua então esposa, Amber Heard, vir à público. Também demitiu o ator Jamie Waylett da conclusão de “Harry Potter”, após o intérprete de Vincent Crabbe em seis filmes ser pego com maconha. Mas a escritora J.K. Rowling segue sem qualquer tipo de punição e cada vez mais à vontade em sua campanha para espalhar ódio contra a comunidade transexual nas redes sociais. Sete horas antes do estúdio liberar o primeiro trailer de “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”, a autora do roteiro do filme fez uma nova postagem transfóbica em seu Twitter. O assunto é o de sempre, sua obsessão favorita: atacar a autodeterminação de gênero sexual. Anexando o link de uma reportagem do jornal The Times, sobre uma decisão da polícia britânica de registrar estupros cometidos por criminosos com genitais masculinos como “femininos”, caso este seja o gênero com o qual se identificam, ela ironizou: “Guerra é paz. Liberdade é escravidão. Ignorância é força. O indivíduo com pênis que estuprou você é uma mulher”. Escolhida a dedo para não encontrar muita resistência entre defensores dos direitos transexuais – um fã de Rowling chegou ao ponto ao dizer que quem defende estupradores não pode estar certo – , a frase não é isolada. Ela integra uma conhecida história de ataques similares da escritora. A cruzada de Rowling veio à tona há pouco mais de um ano, quando também usou o Twitter para criticar uma reportagem que citava “pessoas que menstruam” para designar indivíduos do sexo feminino. “Tenho certeza que costumava existir uma palavra para essas pessoas”, escreveu ela, insinuando que a matéria deveria dizer apenas “mulheres”. Ela fez questão de esquecer que homens trans podem menstruar. Logo em seguida, a escritora acirrou sua campanha, explorando a descrição mais sensacionalista possível, ao considerar transexuais como estupradores em potencial. “Eu me recuso a me curvar a um movimento que eu acredito estar causando um dano demonstrável ao tentar erodir a ‘mulher’ como uma classe política e biológica e oferecer cobertura a predadores como poucos antes dele”, ela escreveu. “Quando você abre as portas dos banheiros e dos vestiários para qualquer homem que acredite ser ou se sinta mulher – e, como já disse, os certificados de confirmação de gênero agora podem ser concedidos sem a necessidade de cirurgia ou hormônios -, você abre a porta a todo e qualquer homem que deseje entrar. Essa é a verdade simples”, disse a autora. A declaração foi confrontada por ninguém menos que Nicole Maines, estrela de “Supergirl” que viveu a primeira super-heroína transexual da TV. Ela se tornou conhecida aos 15 anos de idade por enfrentar o mesmo preconceito defendido por Rowling, sendo constantemente humilhada e impedida de frequentar o banheiro feminino de sua escola. Como também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying, sua família entrou com uma ação na Justiça contra discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil todas as escolas americanas foram proibidas de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. Inconformada, Rowling foi adiante, escrevendo um livro sobre um assassino travesti, “Sangue Revolto” (Troubled Blood), lançado no ano passado dentro da coleção de mistérios do detetive Cormoran Strike. Rowling também defendeu uma pesquisadora demitida após protestar contra mudanças de leis britânicas que passaram a reconhecer os direitos de pessoas transexuais, escrevendo no Twitter que “homens não podem se transformar em mulheres”. A agenda assumida de ódio fez o trio de intérpretes principais dos filmes de “Harry Potter”, Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, criticarem suas posições e defenderem a comunidade LGBTQIAP+. Até as maiores comunidades de fãs da franquia a renegaram publicamente, declarando que não mencionariam mais qualquer atividade da escritora que não tivesse a ver com Harry Potter. Ela não se manifestou sobre essas opiniões, mas apagou um elogio a Stephen King nas redes sociais após escritor defender mulheres trans. Foi além: devolveu um prêmio humanitário que recebeu da fundação de Direitos Humanos batizada com o nome do falecido senador Robert F Kennedy após Kerry Kennedy, filha do célebre político americano, manifestar sua “profunda decepção” com os comentário transfóbicos. A Warner não parece se importar. O único comunicado que o estúdio emitiu juntou uma frase sobre valorização dos “contadores de histórias” que dividem “suas criações conosco” (caso de Rowling) com outra sobre “responsabilidade de mostrar empatia e defender a compreensão de todas as comunidades e pessoas” (LGBTQIAP+ incluídos). E foi isso. Como dizer: peixe vive no mar, gostamos de maçãs. Sem qualquer sentido. “Valorizamos muito nossos contadores de histórias, que dão tanto de si para dividir suas criações conosco. Reconhecemos nossa responsabilidade de mostrar empatia e defender a compreensão de todas as comunidades e pessoas, particularmente aquelas com quem trabalhamos e aqueles que alcançamos com nosso conteúdo”, dia a íntegra do comunicado. Portanto, Rowling segue incentivada e imune a cancelamento. Nunca é demais lembrar que transexuais integram a comunidade com o maior número de vítimas de crimes violentos, nunca o contrário, e os perpetradores desses ataques sempre podem contar com um incentivo a mais. War is Peace.Freedom is Slavery.Ignorance is Strength.The Penised Individual Who Raped You Is a Woman.https://t.co/SyxFnnboM1 — J.K. Rowling (@jk_rowling) December 12, 2021
Maria Fernanda Cândido confirma papel em “Animais Fantásticos 3”
A atriz brasileira Maria Fernanda Cândido confirmou nesta segunda (13/12) sua participação em “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”. Ela oficializou sua presença no terceiro filme da franquia que serve de prólogo a “Harry Potter” com um post em suas redes sociais. “Estou muito contente em anunciar que representarei o Brasil em ‘Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore’. No filme, interpreto Vicência Santos. Não vejo a hora de vocês descobrirem mais sobre ela”, escreveu a atriz, junto de uma foto caracterizada como a personagem. A confirmação acontece quase um mês após o nome de Maria Fernanda Cândido aparecer listada pelo site IMDb como integrante do elenco da produção. A ironia é que o site acabou tirando seu nome do ar – situação que permanece no momento – , após a repercussão da descoberta. Vale lembrar ainda que a trama deve incluir uma versão cenográfica do Rio de Janeiro. Embora o elenco não tenha vindo ao Brasil, este era o plano original da escritora J.K. Rowling, criadora de “Harry Potter” que assina o roteiro do longa, e a informação foi confirmada pelo ator Eddie Redmayne, intérprete do protagonista Newt Scamander, em entrevista de 2018. Parte da história realmente vai se passar no Rio de 1930, após os primeiros filmes se situarem na cidade Nova York em 1926, e em Paris no ano de 1927. Por conta disso, fãs especulam que a personagem da atriz seja uma ministra brasileira da magia. “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” também teve seu primeiro trailer revelado nesta segunda. Como diz o título, o novo longa vai destacar Alvo Dumbledore, diretor de Hogwarts na saga “Harry Potter”, que nos filmes de “Animais Fantásticos” é interpretado por Jude Law. Personagens que estiveram nos dois filmes anteriores voltarão para o terceiro longa, como Eddie Redmayne (Newt Scamander), Ezra Miller (Credence/Aurelius Dumbledore), Alison Sudol (Queenie Goldstein), Dan Fogler (Jacob Kowalski), Katherine Waterston (Tina Goldstein), Callum Turner (Theseus Scamander) e Jessica Williams (Eulalie “Lally” Hicks). Mas Johnny Depp foi substituído por Mads Mikkelsen (“Doutor Estranho”) no papel de Gellert Grindelwald. Novamente dirigido por David Yates, o filme tem previsão de lançamento em 14 de abril no Brasil, um dia antes dos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Maria Fernanda Cândido (@mariafernandacandidooficial)
Trailer de “Animais Fantásticos 3” revela participação de Mads Mikkelsen
A Warner divulgou o esperado trailer de “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”, terceiro filme da franquia que serve de prólogo para “Harry Potter”. Bastante atrasado em seu cronograma original, e não apenas devido a pandemia, a produção sofreu uma troca de última hora, com a substituição de Johnny Depp por Mads Mikkelsen (“Hannibal”) durante as filmagens. O motivo foi o escandaloso julgamento do processo aberto por Depp contra o jornal The Sun por chamá-lo de espancador de esposa. Depp perdeu, virou legalmente um espancador de esposa e foi convidado a se retirar do filme. O trailer mostra as primeiras cenas de Mikkelsen como o novo intérprete do vilão Gellert Grindelwald, mas, como o título aponta, a trama dá mais destaque para a versão jovem de Alvo Dumbledore, diretor de Hogwarts na saga “Harry Potter” – que nos filmes de “Animais Fantásticos” é interpretado por Jude Law. Ele orienta um grupo liderado por Newt Scamander (Eddie Redmayne) numa missão secreta, sem muitos detalhes revelados, que envolve o encontro com novos “animais fantásticos”. Outros personagens que estiveram nos dois filmes anteriores também estão de volta no terceiro longa, incluindo Ezra Miller (Credence/Aurelius Dumbledore), Alison Sudol (Queenie Goldstein), Dan Fogler (Jacob Kowalski), Katherine Waterston (Tina Goldstein), Callum Turner (Theseus Scamander) e Jessica Williams (Eulalie “Lally” Hicks). Novamente dirigido por David Yates, que assinou todos os “Animais Fantásticos”, além dos quatro últimos “Harry Potter”, o filme tem estreia marcada em 14 de abril no Brasil, um dia antes dos EUA.
Vídeo dos 20 anos de “Harry Potter” revela primeiras cenas de “Animais Fantásticos 3”
A Warner aproveitou o embalo das comemorações dos 20 anos de “Harry Potter” no cinema para divulgar “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”, que faz parte de um prólogo da franquia criada por J.K. Rowlings. O primeiro teaser do filme foi incluído num vídeo comemorativo da franquia, que ainda alerta sobre o lançamento do trailer completo na segunda (13/9). “Os Segredos de Dumbledore” é o terceiro filme de “Animais Fantásticos”, que se passa várias décadas antes do nascimento de Harry Potter. Como diz o título, o novo longa vai destacar Alvo Dumbledore, diretor de Hogwarts na saga “Harry Potter”, que nos filmes de “Animais Fantásticos” é interpretado por Jude Law. Personagens que estiveram nos dois filmes anteriores voltarão para o terceiro longa, como Eddie Redmayne (Newt Scamander), Ezra Miller (Credence/Aurelius Dumbledore), Alison Sudol (Queenie Goldstein), Dan Fogler (Jacob Kowalski), Katherine Waterston (Tina Goldstein), Callum Turner (Theseus Scamander) e Jessica Williams (Eulalie “Lally” Hicks). Mas Johnny Depp foi substituído por Mads Mikkelsen (“Doutor Estranho”) no papel de Gellert Grindelwald. Novamente dirigido por David Yates, que assinou todos os “Animais Fantásticos”, além dos quatro últimos “Harry Potter”, o filme tem estreia marcada em 14 de abril no Brasil, um dia antes dos EUA.
HBO define roteirista de novo spin-off de “Game of Thrones”
Novo projeto de spin-off de “Game of Thrones”, “Tales of Dunk and Egg” ganhou roteirista. A HBO encomendou a adaptação a Steve Conrad, conhecido por assinar filmes como “À Procura da Felicidade” (2006) e “Extraordinário” (2017), além de ter criado as séries “Patriot” e “Perpetual Grace, LTD”. O projeto é baseado numa coleção de três livros curtos de George R.R. Martin, passados no mesmo universo de “Game of Thrones”, que foram reunidas no livro “O Cavaleiro dos Sete Reinos” no Brasil. Curiosamente, o próprio Martin sugeriu essa história quando a HBO começou a considerar derivados de sua atração principal. Isto foi antes da 6ª temporada de “Game of Thrones”, em 2016. “São tramas mais leves que ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’, e mais no reino da ação/aventura”, chegou a dizer Martin há cinco anos, indicando, inclusive, que funcionariam melhor como três telefilmes independentes do que como uma série, pela curta duração de cada história. Os três volumes contam a saga de Sor Duncan, o Alto, e seu escudeiro, conhecido como Egg, um menino que na verdade é Aegon Targaryen, futuro rei de Westeros e bisavô de Daenerys. Trata-se de uma história mais próxima da época original de “Game of Thrones” que o primeiro spin-off, “House of the Dragon”, atualmente em produção – e que se situa três séculos antes do nascimento de Daenerys. Vale lembrar que a HBO já chegou a encomendar um piloto de spin-off de “Game of Thrones” que não deu em nada, apesar de ter sido completamente gravado a custos elevados. Era uma história original, escrita por Jane Goldman (“Kingsman”) e estrelada por Naomi Watts (“Diana”). Depois disso, o canal encomendou “House of the Dragon” sem realizar um novo piloto. Esta série, que vai acompanhar a complicada família Targaryen e o período em que uma guerra civil dividiu os ancestrais de Daenerys, tem estreia prevista para 2022.
“The Witcher”: Vídeo revela monstro inédito da 2ª temporada
A Netflix divulgou um vídeo curto de “The Witcher”, que mostra Geralt de Rivia (Henry Cavill) enfrentando uma das novas criaturas da 2ª temporada. A luta foi postada no perfil oficial da série nas redes sociais. Veja abaixo. Os próximos episódios vão mostrar o caçador de monstros cuidando da jovem princesa perdida Ciri (Freya Allan), levando-a ao lugar mais seguro que conhece, seu lar de infância, Kaer Morhen, onde tem início um treinamento que a transformará numa guerreira. Paralelamente, a feiticeira Yennefer (Anya Chalotra) também embarcará em nova jornada, enfrentando ainda mais perigos. Em seu cronograma original, a Netflix pretendia lançar a 2ª temporada em fevereiro de 2021. Mas, graças à pandemia, as gravações levaram mais de um ano. Por isso, a estreia só vai acontecer no dia 17 de dezembro. Para evitar maiores atrasos, a série já teve sua renovação antecipada para a 3ª temporada. New monsters await. Are you ready? ⚔️ Meet. The. Myriapod. #TheWitcher Season 2. December 17. pic.twitter.com/vgpbjGxIpL — The Witcher (@witchernetflix) November 25, 2021
Amazon negocia produzir série baseada no game “Mass Effect”
O Amazon Studios está em fase final de negociações para desenvolver uma série baseada no game “Mass Effect”. Em declaração ao site Deadline, a chefe do estúdio, Jennifer Salke, disse que o sucesso da plataforma com “A Roda do Tempo” e “The Boys” ajudou a acelerar as negociações com a Eletronic Arts, responsável pelo jogo. “Você vai nos ver investir cada vez mais em gêneros de fantasia de todos os tipos, temos uma equipe focada no gênero que trabalha incansavelmente com nossos parceiros criativos nessas empreitadas, e você pode esperar por mais”, afirmou Salke. Game de ficção científica lançado em 2007, “Mass Effect” girava originalmente em torno da missão de um(a) militar, Comandante Shepard (cujo gênero é determinado pelo jogador), para salvar a Via Láctea de uma raça de seres mecânicos conhecida como Reapers e seus aliados. Mas depois da trilogia original, a franquia ganhou um reboot em 2017, “Mass Effect: Andromeda”, que acompanhava outro personagem, Ryan, responsável por guiar a humanidade na missão de colonizar uma nova galáxia. A trilogia original foi recentemente remasterizada em 4k e relançada com o título “Mass Effect Legendary Edition”. Veja o trailer abaixo. Apesar da negociação, ainda não há informações sobre nomes envolvidos na adaptação e nem uma previsão de estreia.











