1ª temporada de “Percy Jackson e os Olimpianos” completa gravações
O escritor Rick Riordan anunciou em seu Instagram que a 1ª temporada de “Percy Jackson e os Olimpianos” terminou de ser gravada. Autor dos livros em que a série se baseia, ele também é um dos responsáveis pela adaptação. Ao lado da foto de uma escultura de gelo que decorou o último almoço no set de gravação, Riordan escreveu: “Acabou, pessoal! […] Meses e meses de pós-produção ainda restam, mas a fotografia principal terminou para ‘Percy Jackson e os Olimpianos’, primeira temporada!” A série acompanha o adolescente Percy Jackson, que descobre ser filho do deus grego Poseidon e é enviado ao Acampamento Meio-Sangue, retiro exclusivo para semideuses, onde conhece seus novos companheiros de aventuras: Annabeth e Grover. Filha da deusa da sabedoria Atena, Annabeth se revela uma caçadora e estrategista que acaba se envolvendo com o recém-chegado, enquanto Grover é um jovem meio-sátiro, meio-humano, que se torna o melhor amigo e protetor de Percy dentro e fora do Acampamento. O ator-mirim Walker Scobbell (“O Projeto Adam”) interpreta o personagem-título, Leah Sava Jeffries (“Empire”) vive Annabeth Chase e Aryan Simhadri (“Doze é Demais”) tem o papel de Grover Underwood. O elenco também conta com Megan Mullally (“Will & Grace”), Glynn Turman (“A Voz Suprema do Blues”), Jason Mantzoukas (“The Good Place”), Virginia Kull (“NOS4A2”), Timm Sharp (“Juntos Mas Separados”), Lance Reddick (“John Wick”), Lin-Manuel Miranda (“Em um Bairro de Nova York”) e Toby Stephens (“Perdidos no Espaço”). A produção está a cargo de Jon Steinberg (“The Old Man”) e a direção é de James Bobin, que já trabalhou várias vezes com a Disney, nos filmes “Os Muppets” (2011), “Muppets 2: Procurados e Amados” (2014), “Alice Através do Espelho” (2016) e na série “A Misteriosa Sociedade Benedict”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rick Riordan (@rickriordan)
“La Brea” é renovada para a 3ª temporada
A rede americana NBC anunciou a renovação da série de fantasia “La Brea” para a 3ª temporada. Atualmente em hiato de exibição de seu segundo ano nos EUA, a atração tem mantido uma média de cerca de 5,37 milhões de espectadores por episódio. “La Brea” também é um grande sucesso no Brasil, onde foi responsável pela maior audiência da Tela Quente em mais de um ano. Atualmente, a rede Globo exibe sua 1ª temporada nas noites de sexta, e a série também está disponível na Globoplay. Entretanto, o site americano Deadline apurou que a produção pode acabar no terceiro ano, que deverá ser extremamente curto, com apenas seis capítulos. A colunista Nellie Andreeva informou que a renovação ocorreu como estratégia para enfrentar uma possível sucessão de greves na indústria do entretenimento, graças ao fim dos atuais contratos com três sindicatos importantes nos próximos meses: dos roteiristas em maio e dos atores e diretores em junho. Caso haja impasse nas negociações para a assinatura de novos contratos, uma paralisação pode fazer com que os canais de TV fiquem sem programas inéditos para exibir no final do ano. Com a renovação curta, “La Brea” terá uma temporada completa para ir ao ar durante esse período. O detalhe é que os contratos da série preveem que os atores trabalhem no mínimo em 10 capítulos por temporada. Ainda segundo a colunista do Deadline, para convencê-los a trabalhar em somente seis capítulos, a NBC ofereceu a possibilidade de liberá-los ao fim dessas gravações. Isso significa que os atores só trabalhariam em “La Brea” até o fim da 3ª temporada, sinalizando o fim da série. Entretanto, se os últimos episódios estourarem a audiência, um novo elenco pode ser contratado ou mesclado ao atual para continuar a história. Mas essa possibilidade seria bem menor que o final da atração. “La Brea” – que ganhou o subtítulo nacional de “A Terra Perdida” – é a primeira série criada por David Appelbaum (produtor-roteirista de “O Mentalista” e “NCIS: New Orleans”), mas apesar da repercussão positiva entre o público, que lhe rendeu uma rápida renovação para 2ª temporada, sua mistura de trama de catástrofe com aventura clássica de Júlio Verne/Edgar Rice Burroughs não apeteceu a crítica, ficando com apenas 38% de aprovação no Rotten Tomatoes. A história começa com a abertura de um buraco gigante em Los Angeles, que engole várias pessoas. Mas em vez de morrerem, as vítimas da tragédia vão parar no centro da Terra com criaturas pré-históricas, ou pelo menos é o que imaginam, antes de perceberem pistas sobre o verdadeiro segredo daquele lugar. Sem spoilers. Ao mesmo tempo, na superfície, um pai e uma filha lutam para reencontrar o resto de sua família, tragada para o interior do buraco, e descobrem que não foi a primeira vez que esse fenômeno aconteceu. A produção tem um grande elenco, que inclui Natalie Zea (“Justified”), Eoin Macken (“Plantão Noturno”), Nicholas Gonzalez (“The Good Doctor”), Jon Seda (“Chicago P.D.”), Karina Logue (“NCIS: Los Angeles”), Catherine Dent (“Agents of SHIELD”), Angel Parker (“Fugitivos da Marvel/Runaways”), Jag Bal (“The Romeo Section”), Ione Skye (“Camping”), Chiké Okonkwo (“O Nascimento de Uma Nação”), Chloe de los Santos (“Tidelands”), Josh McKenzie (“Entre Segredos e Mentiras”) e os adolescentes Jack Martin, Zyra Gorecki e Veronica St. Clair em seus primeiros papéis.
Ator de “John Wick” vai interpretar Zeus na série “Percy Jackson”
O ator Lance Reddick, que faz parte da franquia “John Wick” e recentemente estrelou a série derivada de “Resident Evil”, entrou no elenco de “Percy Jackson e os Olimpianos”, atração desenvolvida para a plataforma de streaming Disney+. Ele interpretará Zeus na série de fantasia. Segundo a descrição oficial do personagem, “o todo-poderoso deus do céu e líder do Monte Olimpo é tempestuoso e desconfiado”, e “prometeu travar uma guerra se seu raio roubado não for devolvido”. A escalação de Reddick reforça o posicionamento da série em relação às polêmicas recentes. Afinal, ele é o segundo ator negro a ser escalado para um papel descrito como uma pessoa branca nos livros de Rick Riordan, que dão origem à série. O caso anterior foi o da atriz Leah Jeffries (“Empire”) como Annabeth Chase. Quando Jeffries foi anunciada no papel, a atriz foi inundada com ataques racistas nas redes sociais. Porém, a menina de 12 anos recebeu apoio de Riordan e respondeu aos ataques com um posicionamento firme no seu Instagram. “Para todos que estão me odiando, parem com isso. Eu sei que vocês acham que isso vai me machucar. Não vai. Vocês estão apenas perdendo tempo. Ainda estou confiante. Todos os outros estão confiantes. Todos os outros estão felizes por mim. Então não tentem me derrubar. Não vai funcionar”, ela avisou. Além de Lance Reddick, outra escalação anunciada foi a de Toby Stephens (“Perdidos no Espaço”) no papel de Poseidon, pai de Percy Jackson. A série acompanha o adolescente Percy Jackson, vivido por Walker Scobbell (“O Projeto Adam”), que descobre ser filho do deus grego Poseidon e é enviado ao Acampamento Meio-Sangue, retiro exclusivo para semideuses, onde vai aprender sobre sua herança e poderes, e conhecer seus novos companheiros de aventura, Annabeth Chase (Jeffries) e Grover Underwood (Aryan Simhadri, de “Doze é Demais”). O elenco ainda conta com Virginia Kull (“The Looming Tower”), Glynn Turman (“Fargo”), Jason Mantzoukas (“Brooklyn Nine-Nine”), Megan Mullally (“Will e Grace”), Timm Sharp (“À Beira do Caos”), Dior Goodjohn (“Clube do Terror”), Lin-Manuel Miranda (“Hamilton”), Timothy Omundsen (“This Is Us”) e Jay Duplass (“Transparent”). A produção está a cargo de Jon Steinberg (“The Old Man”) e a direção é de James Bobin, que já trabalhou várias vezes com a Disney, nos filmes “Os Muppets” (2011), “Muppets 2: Procurados e Amados” (2014), “Alice Através do Espelho” (2016) e na série “A Misteriosa Sociedade Benedict”. “Percy Jackson e os Olimpianos” ainda não tem previsão de estreia.
Fadas atacam no trailer do final de “Carnival Row”
A Amazon Prime Video divulgou um novo pôster e o trailer da 2ª e última temporada da série “Carnival Row”, que mostra um conflito definitivo entre humanos e criaturas de contos de fadas. Com muitos efeitos visuais, as cenas destacam os ataques das fadas voadoras, como a personagem vivida por Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”). A trama se passa em um mundo de fantasia vitoriano, de um século 19 estilizado, onde criaturas mágicas são reais, mas sofrem discriminação dos seres humanos, vivendo como imigrantes exilados em guetos nas grandes cidades. Orlando Bloom (“Piratas do Caribe”) interpreta um ex-detetive humano que se apaixona pela fada vivida por Delevingne e passa a viver entre os refugiados. Os dois também produzem a série, criada por Travis Beacham (“Círculo de Fogo”) e René Echevarria (que também criou “The 4400”). O elenco ainda conta com os atores Simon McBurney (“Invocação do Mal 2”), Arty Froushan (“A Casa do Dragão”), Jay Ali (“Demolidor”), David Gyasi (“Interestelar”) e Tamzin Merchant (“Salem”), entre outros. Os novos capítulos serão exibidos cerca de três anos e meio depois da estreia da atração em agosto de 2019. A produção sofreu grande atraso devido à paralisação de todas as atividades em Praga, capital da República Tcheca onde a trama é gravada, durante a pandemia de covid-19. Os trabalhos já tinham começado quando o lockdown foi decretado em março de 2020. Com isso, todo a equipe se desmobilizou, voltando aos EUA e Reino Unido. As gravações foram retomadas só depois de três meses e encerradas em setembro do ano passado. Desde então, a equipe trabalha na pós-produção. A estreia vai acontecer em 17 de fevereiro.
A Casa do Dragão: 2ª temporada terá vingança sangrenta ao estilo “Casamento Vermelho”
A vindoura 2ª temporada da série “A Casa do Dragão”, derivada de “Game of Thrones”, vai abordar uma trama sangrenta do escritor George R.R. Martin, conhecida pelos leitores da saga como “Sangue e Queijo”. “A Casa do Dragão” é baseada em “Fogo & Sangue”, livro que conta a história da família Targaryen – personagens da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que deu origem a “Game of Thrones”. Este livro apresenta os personagens apelidados de Sangue e Queijo, que são responsáveis por armar um plano de vingança contra a Rainha Alicent (interpretada por Olivia Cooke na série), o Príncipe Aemond (Ewan Mitchell), o Rei Aegon II (Tom Glynn-Carney) e os Verdes. Eles agem em nome do Príncipe Daemon (Matt Smith), Rainha Rhaenyra (Emma D’Arcy) e os Negros, após a morte do filho de Rhaenyra, Lucerys, nas mãos de Aemond. Na série, a morte de Lucerys foi retratada como um acidente. Aemond pareceu chocado após o resultado fatal de sua luta de dragões no final da 1ª temporada. Mas isso não vai mudar o que acontece depois. Em entrevista ao site da revista Variety, a roteirista Sara Hess confirmou que “A Casa do Dragão” iria apresentar sua versão de “Sangue e Queijo”. Segundo Hess, os personagens serão realmente introduzidos para vingar a morte de Lucerys em uma troca brutal que o Príncipe Daemon descreve como: “Um olho por um olho, um filho por filho”. “No momento, estamos escrevendo o final da 2ª temporada”, disse Hess à Variety quando questionada sobre a progressão da história, especialmente da vingança. “Eu acho que você não vai ficar desapontado.” É possível que os criadores de “A Casa do Dragão” estejam preparando algo tão impactante quanto foi o “Casamento Vermelho” em “Game of Thrones”. A série derivada foi criada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da sci-fi “Colony”) com consultoria de George RR Martin (autor dos livros), e se tornou o maior sucesso da HBO em 2022. A 2ª temporada ainda não tem previsão de estreia.
“The Witcher: A Origem” tem pior avaliação da história da Netflix
A minissérie “The Witcher: A Origem” (The Witcher: Blood Origin), fantasia derivada de “The Witcher” lançada nesse domingo na Netflix, acumulou a pior avaliação do público na história do serviço de streaming. Até o momento, a atração está com uma aprovação de apenas 8% entre no público, segundo apontado pelo site Rotten Tomatoes. Para se ter uma ideia, uma das séries com a avaliação mais baixa dos últimos anos foi “Resident Evil”. Apesar de ter sido amplamente odiada pelo público e cancelada pela Netflix, a série baseada na famosa franquia de games ainda conseguiu uma aprovação de 26% entre os espectadores, um número três vezes maior do que “The Witcher: A Origem”. A série ficou atrás até mesmo do filme “365 Dias” (2020), que tem 0% de aprovação entre a crítica, mas ainda assim conseguiu agradar 29% do público. Entre a critica especializada, a aprovação de “The Witcher: A Origem” cresce um pouco mais, chegando a 38%. Ainda assim, essa nota está muito distante da série original, “The Witcher”, que tem 81% de aprovação entre a crítica e 75% entre o público. Vale destacar que “The Witcher: A Origem” estava no alto da lista de séries mais assistidas da Netflix durante o final de semana, o que significa que o público estava interessado em assistir a atração. Agora, esse mesmo público (e crítica) está descontando a frustração em postagens nas redes sociais e no site Rotten Tomatoes. Um fã escreveu assistir a minissérie era “uma tortura”. Outro disse que “é uma piada! Uma piada sem sentido e implacável!”. Teve também quem dissesse: “Esta é apenas uma série terrível”. “Como? Como isso passou de incrível para terrivelmente ruim?”, questionou outro. “Eu tentei. Acredite, eu tentei, embora soubesse que SEM Cavill provavelmente não seria tão bom, mas foi chocantemente ruim! Bom Deus… não perca seu tempo!” Entre a crítica, os comentários não são muito melhores. Joshua Alston, do site Variety, disse que “‘A Origem’ é para a série de televisão ‘The Witcher’ como um pacote de expansão para download descuidado seria para os videogames populares de ‘Witcher’. Somente os completistas precisam se inscrever”. Bob Strauss, do jornal San Francisco Chronicle, afirmou que “apesar de sua rapidez narrativa e ação impactante (graças a Michelle Yeoh, por emprestar sua influência e presença), ‘A Origem’ é apenas uma perda de tempo”. E Angela Han, do site/revista The Hollywood Reporter, disse: “para citar um dos personagens, ‘isso já foi feito muitas vezes antes'”. Entre os poucos comentários positivos que a minissérie recebeu, os destaques ficam por conta de Jack Seale, do Guardian, e Brian Lowry, da CNN. Curiosamente, ambos elogiaram o fato de atração ter apenas quatro episódios – ou seja, pode até ser ruim, mas pelo menos acaba rápido. A trama é ambientada no mundo élfico, 1200 anos antes dos acontecimentos de “The Witcher”, e conta a história de origem do primeiro Witcher/Bruxo e dos eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, que fundiu o mundo de monstros, homens e elfos num só. A produção foi desenvolvida por um dos roteiristas de “The Witcher”, Declan de Barra, além da showrunner da série original, Lauren Schmidt, e contou com supervisão de Andrzej Sapkowski, o autor dos livros que inspiraram a franquia. O elenco destaca Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) como uma guerreira e líder dos elfos, além de Sophia Brown (“Giri/Haji”), Laurence O’Fuarain (“O Limite”), Lenny Henry (“Broadchurch”), Jacob Collins-Levy (“The White Princess”), Mirren Mack (“Sex Education”), Francesca Mills (“Harlots”), Dylan Moran (“Maratona do Amor”) e Nathaniel Curtis (“It’s a Sin”). “The Witcher: A Origem” foi lançada no domingo (25/12) na Netflix. Assista abaixo ao trailer.
Sem papel de Superman, Henry Cavill não voltará a “The Witcher”
Com o fim do reinado de Henry Cavill como Superman, muitos fãs foram às redes sociais pedir sua volta à série “The Witcher”. Entretanto, a produção da 4ª temporada já começou, com Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”) gravando sua estreia como Geralt de Rivia, papel que Cavill desempenhou por três temporadas. Cavill anunciou sua saída da série da Netflix em outubro, logo após revelar seu retorno como Superman no Universo Cinematográfico da DC, com uma aparição no final de “Adão Negro”. Só que desde então a Warner Bros. Discovery mudou tudo, contratando o diretor James Gunn e o produtor Peter Safran (ambos de “O Esquadrão Suicida”) para comandar o recém-lançado DC Studios. E a dupla revelou ter outros planos para Superman. Com isso, os fãs de “The Witcher” passaram a torcer por uma volta de Cavill como Geralt de Rivia. Eles não ficaram muito entusiasmados quando a Netflix anunciou a troca de intérpretes. Mas, em entrevista à revista Variety, o chefe de séries da Netflix dos EUA e Canadá, Peter Friedlander, defendeu que Hemsworth era a escolha certa. “Henry é um Geralt extraordinário e acho que Liam continuará e também será um Geralt extraordinário”, disse Friedlander. “Há um legado de personagens incríveis e icônicos onde os atores mudaram, e estamos extremamente otimistas sobre isso. Continuaremos a honrar a propriedade, os fãs e a narrativa, o tempo todo.”
“O Troll da Montanha” vira filme não falado em inglês mais visto da Netflix
Apenas duas semanas depois de estrear, o longa norueguês de monstro “O Troll da Montanha” se tornou o filme não falado em inglês mais popular da Netflix. Com um total de 128 milhões de horas visualizadas, a produção superou o filme alemão de vampiros “Céu Vermelho-Sangue”, que rendeu 110,5 milhões de horas assistidas no ano passado, para se tornar o mais visto de língua não inglesa da História da Netflix. A produção norueguesa acompanha uma equipe de especialistas formada para investigar estranhos acontecimentos na montanha de Dovre. Eles logo descobrem que um monstro gigante despertou após mil anos, destruindo tudo pelo caminho – um caminho que leva à capital da Noruega. A fantasia dirigida por Roar Uthaug (“Tomb Raider: A Origem”) também conquistou o primeiro lugar no Top 10 da Netflix em língua não inglesa nesta semana, entrando no Top 10 em 93 países, incluindo Noruega, França, Alemanha, Estados Unidos, Reino Unido, Japão, Coreia do Sul, México e Brasil. Além da popularidade entre o público, “O Troll da Montanha” ainda conquistou a crítica, atingindo 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. Lançado em 1 de dezembro, o filme tem mais duas semanas para aumentar seu recorde, uma vez que a Netflix deixa de contabilizar seu ranking após 28 dias da estreia das produções. Veja o trailer do recordista abaixo.
“Warrior Nun” é cancelada após duas temporadas
A Netflix decidiu cancelar a série “Warrior Nun” após duas temporadas. Apesar das críticas positivas e de seu status de série cultuada, a plataforma optou por não continuar a produção. “Warrior Nun” durou apenas três semanas no top 10 da Netflix de séries de língua inglesa, chegando apenas ao 5º lugar em sua melhor semana. Baseada nos quadrinhos “Warrior Nun Areala”, de Ben Dunn, publicados desde 1994 em estilo mangá, a atração virou febre quando foi lançada pela Netflix há dois anos. A pandemia, porém, adiou os planos de produção do segundo ano, criando um longo hiato entre os episódios. A trama gira em torno de uma ordem das noviças rebeldes, treinadas para enfrentar ameaças sobrenaturais. Sua luta contra o anjo do mal e outras criaturas das trevas terminou de forma trágica, que poderia ser revertida em novos capítulos, que não serão mais produzidos. A série era elogiada pelas lutas marciais bem coreografadas, as tramas cheias de reviravoltas – do criador Simon Barry, responsável pela também cultuada série sci-fi canadense “Continuum” – e clima queer, que resultou em romance lésbico entra as duas principais personagens nos últimos capítulos. A série também se destacou por reunir um grupo promissor de novas atrizes, como a portuguesa Alba Baptista (de “Linhas de Sangue”) em seu primeiro papel em inglês, Toya Turner (vista em “Chicago Med”), Lorena Andrea (“House on Elm Lake”), a estreante Kristina Tonteri-Young (que rouba as cenas com seu kung fu) e a mais experiente Olivia Delcán (da série espanhola “Vis a Vis”), nos papéis das jovens freiras guerreiras. O elenco ainda incluía o português Joaquim de Almeida (“Velozes e Furiosos 5”), a holandesa Thekla Reuten (“Operação Red Sparrow”), o francês Tristán Ulloa (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), a italiana Sylvia De Fanti (“Medici: Mestres de Florença”) e o inglês William Miller (o vilão McCreary em “The 100”), numa produção que era gravada em cenários deslumbrantes da Espanha.
Netflix anuncia data da 2ª temporada de “Sombra e Ossos”
A Netflix finalmente anunciou a data de estreia da 2ª temporada de “Sombra e Ossos”. Junto com o anúncio de que os novos capítulos chegam em 16 de março, a plataforma também divulgou novas imagens dos episódios inéditos nas redes sociais. Confira abaixo. Baseada na coleção de best-sellers juvenis de Leigh Bardugo conhecida como Grishaverso, que ganhou adaptação de Eric Heisserer (roteirista de “Birdbox” e “A Chegada”), a série se passa em um mundo de fantasia devastado pela guerra, onde a cartógrafa órfã Alina Starkov descobre um poder extraordinário: o dom da luz. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela percebe que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim e que nada nesse mundo é o que parece. Além de tudo, existem outras peças em movimento, incluindo um grupo de criminosos muito carismáticos, que tem uma missão importante. O papel principal é desempenhado pela estreante Jessie Mei Li, uma jovem atriz inglesa com experiência teatral e que fez sua estreia no cinema em “Noite Passada no Soho”, lançado após a série. O elenco também destaca o conhecido Ben Barnes (de “Justiceiro”, “Westworld” e das “Crônicas de Nárnia”) como principal antagonista, além de Archie Renaux (“Hanna”), Freddy Carter (“Pennyworth”), Amita Suman (“The Outpost”), Kit Young (“A Midsummer Night’s Dream”) e Daisy Head (“Harlots”). A 2ª temporada vai introduzir ainda novos personagens, vividos por Lewis Tan (“Mortal Kombat”), Anna Leong Brophy (“Traces”), Patrick Gibson (“The OA”) e o adolescente Jack Wolfe (“The Witcher”), que terão importância no desenvolvimento da trama. ☀️PREPAREM SEUS KEFTAS!☀️ A 2ª temporada de Sombra e Ossos tem estreia confirmada para o dia 16 de março. pic.twitter.com/2K74c8ZIyp — netflixbrasil (@NetflixBrasil) December 8, 2022
Veja o teaser do derivado de “The Witcher” estrelado por Michelle Yeoh
A Netflix divulgou o pôster e o teaser legendado de “The Witcher: A Origem” (The Witcher: Blood Origin), fantasia derivada de “The Witcher”, que pelo visual apresentado foi realizada com um orçamento bem mais econômico. A trama é ambientada no mundo élfico, 1200 anos antes dos acontecimentos de “The Witcher”, e conta a história de origem do primeiro Witcher/Bruxo e dos eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, que fundiu o mundo de monstros, homens e elfos num só. A produção foi desenvolvida por um dos roteiristas de “The Witcher”, Declan de Barra, além da showrunner da série original, Lauren Schmidt, e contou com supervisão de Andrzej Sapkowski, o autor dos livros que inspiraram a franquia. O elenco destaca Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) como uma guerreira e líder dos elfos, além de Sophia Brown (“Giri/Haji”), Laurence O’Fuarain (“O Limite”), Lenny Henry (“Broadchurch”), Jacob Collins-Levy (“The White Princess”), Mirren Mack (“Sex Education”), Francesca Mills (“Harlots”), Dylan Moran (“Maratona do Amor”) e Nathaniel Curtis (“It’s a Sin”). “The Witcher: A Origem” tem apenas quatro episódios e chega na Netflix no dia 25 de dezembro.
Disney começa a desenvolver “O Diário da Princesa 3”
A Disney está trabalhando num terceiro filme da franquia “O Diário da Princesa”. Anne Hathaway, que deu vida à Princesa Mia nos dois primeiros filmes da franquia, ainda não assinou o contrato do novo projeto, mas deve voltar ao papel. Antes de falecer, o cineasta Garry Marshall, que dirigiu os dois filmes de “O Diário da Princesa”, disse que tinha fechado uma nova continuação com a atriz, mas precisaria esperar ela dar a luz e ter um tempo como mãe de um filho pequeno. Só que, desde então, ela engravidou novamente e teve um segundo bebê. E ele morreu. Para desenvolver a história da nova continuação, a Disney contratou a roteirista Aadrita Mukerji, que já escreveu episódios de “Supergirl” e “Reacher”, mas ainda não confirmou diretor. “O Diário da Princesa” é baseado em coleção literária da escritora Meg Cabot, que possui mais de uma dezena de livros publicados desde o ano 2000. Hathaway tinha apenas 19 anos quando estrelou o primeiro “O Diário da Princesa” em 2001. Foi, por sinal, sua estreia no cinema, no papel de uma adolescente comum que descobria ser herdeira do trono de um reino distante e, com a ajuda da icônica Julie Andrews, começa a aprender a se comportar como princesa. No segundo filme, “O Diário da Princesa 2: Casamento Real” (2003), ela fez par romântico com ninguém menos que o jovem Chris Pine (“Mulher-Maravilha 1984”).
Teaser de “The Witcher: A Origem” destaca lutas violentas
A Netflix divulgou um novo teaser de “The Witcher: A Origem” (The Witcher: Blood Origin), que destaca a atriz Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) e muitas cenas de lutas e violência. A atração derivada é ambientada no mundo élfico, 1200 anos antes dos acontecimentos de “The Witcher”, e contará a história de origem do primeiro Witcher/Bruxo e dos eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só. A produção foi desenvolvida por um dos roteiristas de “The Witcher”, Declan de Barra, além da showrunner da série original, Lauren Schmidt, e inclui supervisão de Andrzej Sapkowski, o autor dos livros que inspiraram a franquia. Além de Michelle Yeoh como uma líder guerreira dos elfos, o elenco inclui Sophia Brown (“Giri/Haji”), Laurence O’Fuarain (“O Limite”), Lenny Henry (“Broadchurch”), Jacob Collins-Levy (“The White Princess”), Mirren Mack (“Sex Education”), Francesca Mills (“Harlots”), Dylan Moran (“Maratona do Amor”) e Nathaniel Curtis (“It’s a Sin”). A estreia vai acontecer em pleno Natal, dia 25 de dezembro, em streaming.











