Criadores de Game of Thrones já trabalham no fim da história
A 6ª temporada de “Game of Thrones” começou no domingo (24/7) batendo recordes, mas os novos episódios também aproximam o público do final da atração. Os criadores da série, David Benioff e D.B. Weiss, confirmaram ao site The Hollywood Reporter que já estão trabalhando na finalização da história. E, dependendo das negociações com o canal pago HBO, ele pode ir ao ar já no ano que vem. “No começo, nós esperávamos que, caso a série funcionasse, teríamos sete temporadas para contar a história. Sete reinos, sete deuses, sete livros — sete parecia um número de sorte”, disseram, em entrevista que não identificou individualmente os autores das frases. Mas, apesar da simbologia numérica, entrevistas anteriores da dupla sugeriram uma duração de 8 anos, com duas temporadas finais de tamanho reduzido. Por enquanto, a série encontra-se renovada apenas até a 7ª temporada. O fato é que eles querem esticar demais a trama, para não comprometer a qualidade da produção. “Estamos nos aproximando da reta final. De acordo com os planos, queríamos entregar uma obra completa, com começo, meio e fim. Estamos escrevendo o ato final agora e a última coisa que gostaríamos é permanecer no palco após o término da peça”, contam. Os dois afirmaram que já sabiam, há pelo menos três anos, que a 6ª temporada ultrapassaria os livros de George R.R. Martin, em que a série se baseia, e que o final seria inteiramente de sua responsabilidade. “A agenda de George é muito a dele mesmo, como deve ser para um escritor. Mas estamos presos em uma agenda de gravação de uma nova temporada por ano”, compararam. Benioff e Weiss ainda frisaram que a série continua se distanciando dos livros, e neste ponto, nenhum dos dois públicos precisa se preocupar com spoiler, pois os livros não tem obrigação de reproduzir o que eles fizerem na série. Ou seja, o final de “Game of Thrones” não será o mesmo da saga literária “As Crônicas de Fogo e Gelo”.
Game of Thrones: Estreia da 6ª temporada bate recorde de audiência da série
A estreia da 6ª temporada de “Game of Thrones” bateu o recorde de audiência da série nos Estados Unidos. O episódio “The Red Woman” foi visto por 10,7 milhões de telespectadores em todas as plataformas. O total soma a exibição ao vivo, duas reprises e as exibições nos serviços de streaming HBO Now e o HBO Go. O detalhe é que apenas com a inclusão dos serviços de streaming a conta vira recorde. Ao vivo, o programa teve 7,9 milhões de telespectadores, 1% a menos do que a estreia da 5ª temporada (8,1 milhões). Em compensação, o primeiro episódio do ano passado somou 9% a menos (9,8 milhões) que o atual em todas as plataformas. Isto já é um indicativo de que a audiência da TV paga americana está migrando para os streamings. Nos EUA, o HBO oferece um serviço de vídeo independente, que não está ligado à assinatura de um pacote de TV a cabo. No Reino Unido, “Game of Thrones” também foi recordista e registrou 2,2 milhões de espectadores, a maior audiência já registrada para a série no país. O número é ainda mais significativo se for levado em consideração que lá a produção é exibida durante a madrugada, às 2h.
The Shannara Chronicles é renovada para sua 2ª temporada
O canal pago americano MTV renovou a série de fantasia “The Shannara Chronicles” para sua 2ª temporada. A série é a adaptação de uma franquia literária escrita desde 1977 pelo escritor Terry Brooks, o 2º autor de fantasia mais vendido no mundo, atrás apenas de J.K. Rowling (“Harry Potter”). E foi desenvolvida pelos criadores de “Smallville” Al Gough e Miles Millar, em parceria com o diretor Jon Favreau (“Mogli, o Menino Lobo”). “Esta equipe de sonhos entregou um show bonito, inovador, com histórias interessantes e viagens de personagens que atraiu novos telespectadores. Eu não posso esperar para ver o que a 2ª temporada trará”, disse Mina Lefevre, vice-presidente da MTV. O canal demorou para anunciar a renovação, uma vez que a temporada inaugural se encerrou em 1 de março. Mas “The Shannara Chronicles” rendeu boa audiência, ficando entre os 10 melhores desempenhos da TV paga durante o inverno americano, com 1,77 milhão de telespectadores por episódio em todas as plataformas, além de 16,6 milhões de streams de toda a temporada no site da MTV. Repleta de elfos, monstros e heroísmo, a atração foi gravada nas mesmas montanhas da Nova Zelândia que serviram de ambiente para os filmes da Terra Média (trilogias “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”), mas não se passa num reino místico e sim no futuro da Terra. O ator Austin Butler (série “The Carrie Diaries”) vive o protagonista juvenil da trama, Wil Ohmsford, que é metade humano e metade elfo, e o elenco ainda destaca Poppy Drayton (vista na série “Downton Abbey”), Ivana Baquero (“O Labirinto do Fauno”), Emilia Burns (série “Terra Nova”), Aaron Jakubenko (série “Neighbours”), Brooke Williams (série “Spartacus”) e Manu Bennett (o temido orc Azog na trilogia “O Hobbit”). A 1ª temporada teve dez capítulos baseados no segundo livro da franquia, intitulado “The Elfstones Of Shannara”, mas não está claro se os próximos episódios continuarão as adaptações dos livros ou focarão nos personagens já conhecidos, uma vez que a história dá um grande salto temporal no livro seguinte, “The Wishsong of Shannara”, que acompanha os filhos de Wil Ohmsford. Caso a adaptação seja seguida, a maior parte do elenco precisaria ser renovado.
Game of Thrones é renovada para sua 7ª temporada
Há poucos dias da estreia de sua 6ª temporada, “Game of Thrones” foi renovada pelo canal pago HBO para mais um ano. A atração voltará em 2017 junto com as comédias “Veep” (vai para a 6ª temporada) e “Silicon Valley” (rumo à 4ª temporada), que também garantiram a produção de novos episódios. A renovação de “Game of Thrones” ocorre em meio a especulações sobre o final de sua trama. Em entrevista à revista Variety, os criadores da série, David Benioff e D.B. Weiss, disseram que planejam apenas mais 13 episódios da atração, que seriam divididos em mais duas temporadas de sete e seis capítulos. “Acho que estamos chegando aos nossos 13 episódios finais depois dessa temporada. É um palpite, nada está acertado ainda, mas é o que estamos prevendo”, disse Benioff. Na mesma reportagem, Michael Lombardo, presidente da HBO, confirmou que a série deve ser encerrada na 8ª temporada, em 2018. “Levando em conta as narrativas, elas ainda vão durar dois anos para eles [criadores da série]. Mas como executivo de televisão e como fã, eu gostaria de ter mais uns seis anos de série”, disse. Diante dessa discussão, o autor dos livros em que a série se baseia, George R.R. Martin, já propôs a produção de spin-offs baseados em “O Cavaleiro dos Sete Reinos”, prólogo da trama original.
O Caçador e a Rainha do Gelo é o maior lançamento e também o pior filme da semana
“O Caçador e a Rainha do Gelo” é o lançamento mais amplo da semana, distribuído em 920 salas pelo país. Espécie de quimera, que junta prólogo e sequência na mesma criatura, o filme retoma os personagens de Chris Hemsworth e Charlize Theron em “Branca de Neve e o Caçador” (2012), mas em vez de aprofundar a fábula de Branca de Neve leva sua trama para o mundo de “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013). O resultado parece um episódio de “Once Upon a Time” mal escrito e obcecado por efeitos visuais dourados. O longa também estreia neste fim de semana nos EUA, onde foi eviscerado pela crítica (19% de aprovação no site Rotten Tomatoes). A outra estreia infantil, a animação “No Mundo da Lua”, é mais criativa, ao acompanhar um adolescente, filho e neto de astronautas, em sua luta para preservar o programa espacial americano e impedir um bilionário excêntrico de virar dono da lua. A produção mantém o espírito aventureiro do primeiro longa do diretor espanhol Enrique Gato, “As Aventuras de Tadeo” (2012), com exibição em 290 salas (126 em 3D). “Milagres do Paraíso” também foca famílias com sua história, sobre uma criança doente que consegue uma cura milagrosa. Típica produção religiosa, sua trama reforça a insignificância da ciência, desautoriza coincidências e prega que Deus sempre atende aos que acreditam. A crítica americana considerou medíocre, com 47% de aprovação. A diretora mexicana Patricia Riggen é a mesma do drama “Os 33” (2015) e o elenco destaca Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”) como a mãe que padece no paraíso. Chega em 180 salas do circuito. Dois filmes nacionais completam a programação dos shoppings. E, por incrível que pareça, nenhum deles é uma comédia boba. Com maior alcance, “Em Nome da Lei” marca a volta do diretor Sergio Rezende ao gênero policial, sete anos após seu último longa, “Salve Geral” (2009). O lançamento em 380 salas sinaliza a expectativa positiva do estúdio à história de um juiz federal incorruptível, que evoca esses dias de operação Lava Jato (dá-lhe zeitgeist). Mas o personagem de Mateus Solano (“Confia em Mim”) não é Sergio Moro nem a trama enfrenta a corrupção política, optando por situações clichês de máfia de fronteira, narradas de forma novelesca, com direito a “núcleo romântico”. Não prende sequer a atenção. A melhor opção nacional é o drama “Nise – O Coração da Loucura”, fruto de um roteiro mais maduro (escrito a 14 mãos!), que encontra um meio-termo entre o didatismo e o desenvolvimento de personagem. Glória Pires (“Flores Raras”) se destaca no papel central, a doutora Nise da Silveira, figura importante da psiquiatria brasileira, que merecia mesmo virar filme. O longa dirigido por Roberto Berliner (do péssimo “Julio Sumiu”) mostra seu confronto com os tratamentos violentos dos anos 1940 e a bem-sucedida adoção da terapia ocupacional, que passa a humanizar os doentes de um hospício público. Além de competente cinebiografia, o filme possuiu uma bela mensagem contra a intolerância. Em apenas 59 telas. Intolerância também é o tema de “Amor por Direito”, drama indie americano que ocupa uma faixa intermediária, em pouco menos de 50 salas. Baseado em fatos reais, a história mostra a batalha jurídica de uma policial (Julianne Moore, de “Para Sempre Alice”), diagnosticada com uma doença terminal, que enfrenta preconceitos para deixar sua pensão para sua parceira de vida (Ellen Page, de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). O caso teve repercussão nacional nos EUA, mas, apesar das boas intenções, a trama cinematográfica não ressoa como “Filadélfia” (1993), do mesmo roteirista. Ironicamente, o drama lésbico teve a mesma nota do drama crente da semana, 47% de aprovação no Rotten Tomatoes. Dois dramas europeus e dois documentários brasileiros ocupam o circuito limitado. O principal título europeu é o romeno “O Tesouro”, de Corneliu Porumboiu (“Polícia, Adjetivo”), em que dois vizinhos enfrentam a amarga realidade da crise econômica com um sonho infantil, de encontrar um suposto tesouro escondido. Venceu vários prêmios em festivais internacionais, inclusive Cannes. O outro lançamento é o francês “Uma História de Loucura”, de Robert Guédiguian (“As Neves do Kilimanjaro”), que acompanha as histórias dois jovens: um terrorista e sua vítima colateral num atentado contra o embaixador da Turquia em Paris, nos anos 1980. Ambos chegam em quatro salas. Entre os documentários, o destaque pertence a “O Futebol”, de Sergio Oksman, vencedor do recente festival É Tudo Verdade. O diretor tem uma longa lista de prêmios no currículo. Já tinha vencido até o Goya (o Oscar espanhol) e o prêmio de Melhor Documentário do festival Karlovy Vary com o curta “A Story for the Modlins” (2012). “O Futebol”, por sua vez, foi exibido também nos festivais de Locarno e Mar Del Plata. E, apesar do título, tem o futebol apenas como pano de fundo para um reencontro entre um pai e um filho que não se viam a 20 anos, e que marcam de passar um mês juntos para acompanhar os jogos da Copa do Mundo de 2014. Os planos, porém, não se realizam como previsto. A estreia também acontece em quatro salas. Por fim, “Meu Nome É Jacque”, de Angela Zoé (“Nossas Histórias”) foca uma mulher transexual, portadora do vírus da aids, que precisa superar grandes obstáculos para viver sua vida da melhor forma possível. Chega em apenas uma sala no Rio.
Alice no País dos Espelhos ganha novo trailer legendado
A Disney divulgou uma nova coleção de pôsteres de personagens e o segundo trailer legendado de “Alice no País dos Espelhos”, que mostra Alice (Mia Wasikowska) de volta ao País das Maravilhas. A prévia revela que sua missão é salvar o Chapeleiro Louco (Johnny Depp). Repleta de cenas inéditas, a prévia também inclui as peças de xadrez que faltavam no primeiro material divulgado. Xadrez é o tema principal do segundo livro de Lewis Carroll. Além de reencontrar velhos conhecidos, como o Chapeleiro Louco, a Rainha Vermelha (Helena Bonham Carter), a Rainha Branca (Anne Hathaway) e a Lagarta Azul (voz de Alan Rickman, em seu trabalho final), Alice também terá que lidar com um novo inimigo, o Tempo (Sasha Baron Coen, que debuta na franquia). O roteiro foi escrito por Linda Wolverton (“Malévola”) e a direção está a cargo de James Bobin (“Os Muppets”). A estreia acontece em 26 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
George R.R. Martin sugere spin-offs para Game of Thrones
George R. R. Martin ainda está longe de terminar “Os Ventos do Inverno”, sexto livro de suas “Crônicas de Gelo e Fogo”, a coleção literária que inspirou a série “Game of Thrones”, mas mesmo assim faz planos para novas histórias. Em entrevista ao site de revista Entertainment Weekly, o autor afirmou que há “todo um mundo de histórias esperando para serem contadas” caso a HBO se interesse em continuar a saga de “Game of Thrones” para além da trama central de seus livros. O autor disseque “certamente não falta material” para um spin-off, sugerindo que a continuação natural seria adaptar suas histórias de Dunk e Egg, preâmbulos de “Game of Thrones”. Os três volumes, iniciados por “O Cavaleiro dos Sete Reinos”, contam a história de Sor Duncan, o Alto, e seu escudeiro, conhecido como Egg, um menino que na verdade é Aegon Targaryen, futuro rei de Westeros e bisavô de Daenerys. Essa história é crucial para a saga de “Game of Thrones”. “Cada um desses livros poderia ser facilmente feito como um filme de duas horas para a TV, esta seria provavelmente a maneira ideal de adaptá-los, e não como uma série semanal”, explica o escritor. “São tramas mais leves que ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’, e mais no reino da ação/aventura”. Os produtores da série revelaram, recentemente, que as próximas temporadas da série podem ser mais curtas, visando encerrar a atração com mais 13 episódios até 2018. O HBO, por sua vez, já reiterou que não faz spin-offs de suas séries. A 6ª temporada de “Game of Thrones” estreia este domingo, 24 de abril, no HBO. Excepcionalmente para a ocasião, o canal pago estará com sinal aberto para não-assinantes no Brasil.
Animais Fantásticos e Onde Habitam pode mostrar versões jovens de personagens de Harry Potter
O filme “Animais Fantásticos e Onde Habitam” vai fazer bastante referências aos livros e filmes que deram origem à saga do bruxinho “Harry Potter”. Mas, além de citações, como a feita a Dumbledore no trailer oficial, o ator Dan Fogler sugeriu que podem até aparecer versões jovens de personagens conhecidos da franquia. “Conforme as histórias acontecem, você vai ouvir menções aos seus personagens favoritos”, garantiu Fogler à MTV. “E você pode encontrar seus jovens colegas ao longo do caminho”. Na prévia já divulgada do filme, o protagonista Newt Scamander (Eddie Redmayne, de “A Garota Dinamarquesa”) revela-se aluno favorito de Alvo Dumbledore, mas mesmo assim foi expulso de Hogwarts. A trama se passa na Nova York dos anos 1920, mais de sete décadas antes de “Harry Potter”, para onde Scamander se dirige com uma mala cheia de criaturas fantásticas. Os demais integrantes do elenco são Katherine Waterston (“Vício Inerente”), Dan Fogler (série “Secrets and Lies”), Alison Sudol (série “Dig”) e Colin Farrell (série “True Detective”), entre outros. O roteiro foi escrito pela própria criadora de “Harry Potter”, marcando a estreia da escritora J.K. Rowling nesta função, e a direção ficou a cargo de David Yates, responsável pelos quatro últimos filmes da franquia do bruxinho de Hogwarts. “Animais Fantásticos e Onde Habitam” tem previsão de estreia em 17 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Dwayne Johnson e Kevin Hart negociam estrelar remake de Jumanji
Os atores Dwayne Johnson (“Velozes e Furiosos 7”) e Kevin Hart (“Policial em Apuros”) negociam estrelar o remake de “Jumanji” (1995), a aventura infantil que foi um dos maiores sucesso da carreira do falecido Robin Williams. Os dois receberam ofertas da Sony Pictures para integrar o elenco da produção, de acordo com informações do site Variety. O grande empecilho são as agendas lotadas de projetos futuros de ambos, mas as conversas estão avançando para um acordo. Johnson e Hart recentemente apresentaram juntos o MTV Movie Awards e vão estrear sua primeira parceria nos cinemas em breve, na comédia de ação “Um Espião e Meio”, que estreia em 7 de julho no Brasil. Para quem não lembra, “Jumanji” acompanhava duas crianças (a jovem Kirsten Dunst era uma delas) que descobrem um jogo de tabuleiro mágico, que esconde uma selva e animais selvagens, onde um homem (Williams) passou décadas preso até ser libertado pela dupla. Infelizmente, ele não é a única coisa que sai do jogo para o mundo exterior. Cinco roteiristas diferentes já mexeram na história para diferenciá-la do filme de 1995: Erik Sommers (série animada “American Dad!”), Zach Helm (“A Loja Mágica de Brinquedos”), Chris McKenna (série “Community”), Jeff Pinkner (“A 5ª Onda”) e Scott Rosenberg (“Alta Fidelidade”). A refilmagem terá a direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”) e a estreia está prevista para o dia 28 de julho de 2017.
Pink revela nova música de Alice Através do Espelho
A cantora Pink divulgou em seu canal do YouTube um vídeo com sua nova música para o filme “Alice Através do Espelho”. Chamada “Just Like Fire”, é um pop genérico que alterna momentos lentos com batidas forte e refrão para cantar junto, como era moda nos anos 1990, época em que a cantora se projetou. Além desta música, ela canta na trilha sonora um cover de “White Rabbit”, clássico psicodélico do Jefferson Airplane. O filme, por sua vez, vai mostrar o retorno de Alice (Mia Wasikowska) ao País das Maravilhas, onde reencontra personagens como a Rainha Vermelha (Helena Bonham Carter), a Rainha Branca (Anne Hathaway), o Chapeleiro Louco (Johnny Depp), o Coelho Branco (dublado por Michael Sheen) e a Lagarta Azul (voz de Alan Rickman, em seu trabalho final), além de um vilão chamado Tempo, vivido por Sasha Baron Coen (“Os Miseráveis”), que não existe no livro original “Alice Através do Espelho”. Com roteiro de Linda Wolverton (“Malévola”) e direção de James Bobin (“Os Muppets”), a estreia acontece em 26 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Game of Thrones pode durar só mais 13 episódios após a 6ª temporada
Os produtores de “Game of Thrones” avançaram tanto na história da 6ª temporada que acreditam não ter restado muita coisa para contar depois dela. Em entrevista à revista Variety, eles disserem que estão considerando a ideia de concluir a saga com apenas mais 13 episódios. Isso não significa que “Game of Thrones” acabaria em 2017. Se a HBO topar, David Benioff e D.B. Weiss querem produzir temporadas mais curtas a partir do ano que vem. A ideia é lançar uma 7ª temporada com sete episódios e uma 8ª com mais seis para concluir a história em 2018. Entretanto, isso não diminuiria muito a quantidade de horas exibidas em cada temporada. Embora não tivessem os 10 episódios costumeiros, os produtores fariam as próximas temporadas com episódios mais longos, possivelmente ultrapassando uma hora de duração. “Essa é a estimativa, embora ainda não exista nada de concreto nesse sentido. Mas, certamente, é o que estamos planejando”, disse Benioff. Há algum tempo se tem especula que “Game of Thrones” terminari, de fato, na 8ª temporada. Um dos motivos para isso seria a duração dos contratos do elenco e dos produtores. Tanto que, em janeiro, a HBO sinalizou que estava conversando com Benioff e Weiss sobre o assunto. O presidente da programação da HBO, Michael Lombardo, disse à Variety conhecer o plano dos produtores de finalizarem a série em dois anos. “Baseado nas conversas que tivemos até o momento, parece que as narrativas chegarão ao fim em dois anos. Como um executivo e como um fã, gostaria de ouvi-los dizer que a série teria mais seis anos pela frente. Mas estou sempre otimista e acredito que conseguiremos resolver essa questão.” A 6ª temporada tem estreia mundial marcada para 24 de abril, com exibição no Brasil pelo canal pago HBO.
Obama já viu os episódios da 6ª temporada de Game of Thrones
Fã assumido de “Game of Thrones”, o presidente dos Estados Unidos Barack Obama não aguentou esperar até 24 de abril pelo recomeço da série. Ele pediu e recebeu os episódios da 6ª temporada de “Game of Thrones” antes de todo mundo. Considerada a temporada mais aguardada pelos fãs, por ser a primeira a ultrapassar a história dos livros publicados de George R.R. Martin, a nova fase está sendo tratada com mais sigilo que o costume pelos produtores, que nem sequer liberaram cópias adiantadas para a crítica. Para manter o enredo dos novos capítulos em segredo, ninguém fora da cúpula da produção teve acesso às cenas inéditas antes da première oficial. Ninguém, à exceção de Obama. Durante o evento de lançamento da 6ª temporada, os produtores David Benioff e Dan Weiss confirmaram que o presidente dos Estados Unidos não quis esperar e pediu para ver os episódios. “Descobrir que o presidente queria cópias antecipadas foi uma surpresa”, disse Weiss à revista Entertainment Weekly. “Foi um momento muito estranho”. “Quando o homem no comando diz que quer ver os episódios antes de todo mundo, o que você pode fazer?”, brincou Benioff. A estreia também acontece em 24 de abril no Brasil, com exibição pelo canal pago HBO.
Kong: Veja o primeiro vídeo oficial dos bastidores da Ilha de King Kong
A MTV divulgou um vídeo dos bastidores de “Kong: Skull Island”, que revela a locação, aprofunda os personagens e acompanha as filmagens de algumas cenas, com depoimentos de Tom Hiddleston (“Thor”), Brie Larson (“O Quarto de Jack”) e Corey Hawkins (“Straight Outta Compton”). Entre as revelações e/ou confirmações do vídeo, Hiddleston terá o papel de líder da expedição à Ilha da Caveira e Larson será uma fotojornalista e ativista, que tentará encontrar uma forma de proteger a exuberante vida selvagem que eles descobrem no lugar. Imagens de esqueletos de dinossauros dão ideia das criaturas que habitam a ilha. Além disso, a trama vai se passar durante a Guerra do Vietnã, nos anos 1970. As filmagens, por sinal, estão acontecendo no próprio Vietnã. O elenco também inclui Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”), Thomas Mann (“Dezesseis Luas”), John Goodman (“Argo”), Jason Mitchell (também de “Straight Outta Compton”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Tom Wilkinson (“Batman Begins”), John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”) e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”). O roteiro foi escrito por John Gatins (“O Voo”) e Max Borenstein (“Godzilla””), e revisado por Derek Connolly (“Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros”). A direção está a cargo de Jordan Vogt-Roberts (“The Kings of Summer”), que fará sua transição de cineasta indie para uma grande produção de Hollywood – deu certo para Colin Trevorrow e aquele outro filme com dinossauros. A estreia está marcada apenas para 10 de março de 2017.












