Atores originais de Once Upon a Time devem voltar para o final da série
Os produtores Adam Horowitz e Edward Kitsis revelaram que o final de “Once Upon A Time”, anunciado há 20 dias, ainda não foi escrito, porque estão tentando trazer todos os atores originais para participar do encerramento da produção. “Vamos ver muitos rostos familiares no final”, garantiu Kitsis, em entrevista realizada durante uma sessão de imprensa do episódio de retorno da série. “Houve um convite aberto para todos os atores que já participaram para voltar agora no final. Vamos ver quem está disponível”, explicou o criador da série. Um dos retornos foi confirmado no evento: Jared Gilmore, que interpretou o jovem Henry Mills por seis temporadas e foi substituído por Andrew J. West (série “The Walking Dead”) como sua versão adulta na 7ª temporada. “Estamos muito entusiasmados por ter Jared de volta”, disse o co-criador Adam Horowitz. “Ele é de muitas maneiras o coração e a alma da série. Ele cresceu literalmente na série e é realmente maravilhoso vê-lo de volta. Espero que o público aproveite. Nós sentimos que temos uma aventura divertida”. O jovem Henry vai aparecer num episódio de flashback, ao lado de sua madrasta, a Rainha Má de Branca de Neve (vivida por Lana Parrilla), que irá mostrar o começo de sua vida universitária. O final representará um retorno aos primeiros episódios da série, os produtores revelaram. “Mas isso significa que todos estão voltando? Não, porque eles são pessoas reais com vidas reais e não podemos forçá-las a trabalhar mais. Nós tentamos!”, desabafou Kitsis, prevendo desapontar alguns fãs. Afinal, a maioria espera as voltas de Ginnifer Goodwin e Josh Dallas, intérpretes respectivamente de Branca de Neve e o Príncipe Encantado, que iniciaram um romance real durante as gravações da série. Apesar de faltarem apenas 90 dias para a exibição do capítulo final, previsto para 18 de maio, Horowitz e Kitsis seguem trabalhando na história. Atualmente em hiato, “Once Upon a Time” começará a exibir seus últimos episódios no dia 2 de março nos Estados Unidos. A série faz parte da programação do canal pago Sony no Brasil e tem suas temporadas anteriores disponíveis na Netflix.
Diretor de Paddington 2 negocia filmar a versão com atores de Pinóquio
Embora não tenha virado um blockbuster, o sucesso de crítica de “Paddington 2”, filme mais bem-avaliado da história do site Rotten Tomatoes, tem rendido novos projetos de destaque para o diretor Paul King. Segundo a revista Variety, ela está em negociações com a Disney para comandar a versão “live action” de “Pinóquio”. Anteriormente, Sam Mendes (“007 Contra Spectre”) chegou a negociar, mas desistiu do projeto em novembro. O filme sobre o boneco de madeira que queria virar criança já tem roteiro aprovado, escrito por Chris Weitz (“Rogue One: Uma História Star Wars”). A produção pretende embarcar na onda bem-sucedida das refilmagens do catálogo de animações do estúdio com atores de carne e osso. No ano passado, “A Bela e a Fera” rendeu US$ 1,2 bilhão ao redor do mundo. Além desse projeto, o estúdio também está desenvolvendo “O Rei Leão”, com direção de Jon Favreau (que já fez “Mogli, o Menino Lobo”), e “Dumbo”, de Tim Burton (que já fez “Alice no País das Maravilhas”). Outras produções em estágio inicial incluem “Aladdin”, “Mulan”, “A Pequena Sereia” e um filme sobre a vilã Cruella De Vil (Malvina Cruela, para os mais antigos) de “101 Dálmatas” (“A Guerra dos Dálmatas”). “Pinóquio” avança na Disney após outras produções baseadas na fábula clássica de Carlo Collodi baterem na trave. O cineasta italiano Matteo Garrone (“O Conto dos Contos”) chegou a anunciar sua versão, para desistir e colocar outro filme como prioridade. Havia também um projeto da Warner que teria Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”) no papel de Gepeto e uma animação sombria em stop-motion produzida pelo cineasta Guillermo Del Toro (“A Colina Escarlate”), sobre os quais ninguém fala há muito tempo. Além de “Pinóquio”, Paul King também está negociando dirigir o prólogo de “A Fantástica Fábrica de Chocolate” centrado na juventude de Willy Wonka.
Descendentes 3 é confirmado com teaser que revela novo vilão
O Disney Channel surpreendeu os fãs da franquia “Descendentes” com a divulgação de um teaser anunciando a produção do terceiro telefilme. Mais que isso, o vídeo já revela quem será o novo vilão da história: o pai misterioso de Mal (Dove Cameron), a filha da bruxa Malévola. Não é de surpreender que a Disney planeje continuar explorando as aventuras dos filhos dos vilões das fábulas encantadas. “Descendentes 2” foi um dos maiores fenômenos de audiência do canal dos últimos anos. Ao vivo, em sua exibição original em julho, o telefilme infantil foi visto por 5,3 milhões de telespectadores, mas, somadas as reprises, transmissões em outros canais e plataformas online, o número atingiu 21 milhões de telespectadores, e isto apenas em seu fim de semana de estreia. “Descendentes 2” também se destacou como o programa mais visto de 2017 por crianças entre 2 e 11 anos de idade. Além disso, sua trilha sonora atingiu o 1º lugar na parada do iTunes. Com música, dança e magia, a franquia dirigida por Kenny Ortega (“High School Musical”) conta a história dos filhos dos grandes vilões das fábulas, que foram aceitos no Reino Encantado, após o príncipe herdeiro, filho da Bela e a Fera, dar-lhes uma chance para provar que não eram iguais aos seus pais, e assim poder estudar na mesma escola que os filhos das princesas da Disney. Todo o elenco está confirmado em “Descendentes 3”, assim como Kenny Ortega e as roteiristas Josann McGibbon e Sara Parriott (de comédias dos anos 1990, como “Três Solteirões e uma Pequena Dama” e “Noiva em Fuga”), que criaram a atração. Mas ainda não há previsão para a estreia da continuação.
Once Upon a Time é cancelada em sua 7ª temporada
A rede americana ABC anunciou o cancelamento da série “Once Upon a Time” (Era Uma Vez) em sua 7ª e atual temporada. O público não aprovou o reboot da atração, tentado no começo da nova e agora última temporada. As mudanças de elenco e do dia de exibição – de domingo para sexta nos Estados Unidos – derrubaram a audiência da série, exibida como “Era uma Vez” na TV brasileira. O problema ficou claro desde a estreia em outubro, vista por 3,3 milhões de telespectadores – a pior abertura de temporada da história da série – e uma pontuação de 0,7 pontos, a mais baixa já registrada entre todos os episódios exibidos da atração. A partir daí, a audiência despencou ainda mais, atingindo uma média de 2,4 milhões e 0,5 na demo – uma redução de cerca de 37% de audiência em relação ao ano anterior. Em comunicado, a presidente da ABC, Channing Dungey, tentou dourar a pílula. “Quando ouvimos a proposta de Adam Horowitz e Edward Kitsis para ‘Once Upon a Time’, sabíamos que seria algo incrivelmente especial. Durante sete anos, eles nos cativaram com sua criatividade e paixão enquanto reimaginavam alguns dos contos de fadas mais queridos da Disney, criando um programa de inegável sucesso ao redor do mundo. Dizer adeus será amargo, mas ‘Once Upon a Time’ será sempre parte do legado do ABC, e mal podemos esperar para que os fãs se juntem a nós neste capítulo final épico”. Os criadores de ‘Once Upon a Time’, Adam Horowitz e Edward Kitsis, também se pronunciaram sobre o cancelamento: “Há sete anos, criamos um programa sobre a esperança, onde, mesmo nos momentos mais sombrios, um final feliz sempre seria possível. Mas nunca imaginamos o final feliz que estava guardado para todos nós – anos e anos de aventura, romance, magia e esperança. Estamos tão agradecidos aos nossos brilhantes colaboradores – o elenco, a equipe e os roteiristas –, bem como os nossos parceiros no estúdio e na emissora que tornaram esta jornada possível. Mas, acima de tudo, queremos agradecer aos fãs. Sua feroz lealdade e devoção foi a verdadeira magia por trás de ‘Once Upon a Time’. Esperamos que se juntem a nós durante estas últimas horas enquanto viajamos para a Floresta Encantada para mais uma última aventura”. O arco final da série é centrado na versão adulta de Henry, o menino que originalmente arrastou a protagonista Emma (Jennifer Morrison) para o mundo dos contos de fadas. O papel vivido pelo menino Jared Gilmore passou a ser encarnado por Andrew J. West (série “The Walking Dead”), ao mesmo tempo em que o avanço no tempo tirou a família de Branca de Neve da trama. Ginnifer Goodwin (Branca de Neve), Josh Dallas (Príncipe Encantado), Jared Gilmore (Henry) e Jennifer Morrison (Emma) estavam no programa desde o início, e a história central girava em torno deles. Com a mudança, a série passou a acompanhar a família de Cinderela: Dania Ramirez (“Devious Maids”) como a própria Cinderela, Adelaide Kane (“Reign”) como Drizela, meia-irmã de Cinderela, e Gabrielle Anwar (série “Burn Notice”) como Lady Tremaine, também conhecida como Madrasta Malvada. O novo elenco fixo ainda destaca Mekia Cox (“Chicago Med”) como a Princesa Tiana, Rose Reynolds (“Poldark”) como uma versão rebelde de Alice do País das Maravilhas, e Alison Fernandez (intérprete da menina Jane em flasbacks de “Jane the Virgin”) como Lucy, a filha de Henry. Apenas três intérpretes originais foram mantidos no reboot: Lana Parrilla (Regina/Rainha Má), Robert Carlyle (Sr. Gold/Rumpelstiltskin) e Colin O’Donoghue (Hook/Capitão Gancho). Atualmente em hiato, “Once Upon a Time” começará a exibir seus últimos episódios no dia 2 de março nos Estados Unidos. A série faz parte da programação do canal pago Sony no Brasil e tem suas temporadas anteriores disponíveis na Netflix.
Filmagens de Aladdin, com Will Smith, já acabaram
As filmagens da versão com atores da animação “Aladdin” foram encerradas nesta semana. O anúncio foi feito no Twitter pelo intérprete do papel-título, o ator Mena Massoud. “Terminamos ‘Aladdin’! Tem sido uma jornada incrível e mal posso esperar para vocês assistirem no verão de 2019”, ele escreveu, ao lado de uma foto de bastidores. A produção foi precedida por uma polêmica reportagem do site The Hollywood Reporter, que revelou uma suposta dificuldade do diretor Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) para encontrar atores de descendência árabe ou indiana para os papéis principais. Cerca de 2 mil atores testaram para o papel de Aladdin e nomes como Riz Ahmed (“Rogue One – Um História Star Wars”) e Dev Patel (“Lion”) chegaram a ser cogitados. Mas o diretor queria um ator na faixa dos 20 anos que soubesse cantar e o papel acabou nas mãos do pouco conhecido Mena Massoud (da vindoura série “Jack Ryan”). O elenco ainda destaca Will Smith (“Bright”) como o Gênio da Lâmpada, Naomi Scott (“Power Rangers”) no papel da Princesa Jasmine e Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar. Além destes, foi anunciado que Billy Magnussen se juntou ao elenco como o Príncipe Anders. O personagem não faz parte do desenho clássico da Disney nem da fábula das “Mil e Uma Noites”. O ator loiro já foi o Príncipe de Rapunzel no musical “Caminhos da Floresta” (2014), e chama atenção no meio do elenco formado por atores de pele escura. O Príncipe loiro não será a única diferença em relação à trama da animação. A comediante Nasim Pedrad (série “New Girl”) também terá um papel (não revelado) criado especialmente para o filme. Com estreia prevista para maio de 2019, “Aladdin” foi escrito por John August (“Sombras da Noite”, “A Noiva Cadáver”) e teve seu roteiro revisado por Vanessa Taylor (“A Forma da Água”) e o diretor Guy Ritchie. O lançamento faz parte da leva de refilmagens live action do catálogo de animações da Disney, um filão lucrativo que já rendeu sucessos como “Alice no País das Maravilhas” (2010), “Malévola” (2014), “Cinderella” (2015), “Mogli, o Menino Lobo” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017). That's a wrap on #Aladdin! It's been an incredible journey and I can't wait for you to see it summer 2019! pic.twitter.com/b7Vynsdnow — Mena Massoud (@MenaMassoud) January 24, 2018
Diretor de Extermínio 2 fará versão com atores de A Espada Era a Lei
O diretor espanhol Juan Carlos Fresnadillo, que dirigiu o filme de zumbis “Extermínio 2” (2007), está em negociações com a Disney para dirigir a versão com atores do clássico animado “A Espada Era a Lei” (The Sword in the Stone). O desenho de 1963 foi uma das raras produções da Disney que não girava em torno de uma princesa e sim de um príncipe desencantado. O menino não sabia quem era, apesar de receber aulas do velho Merlin, que o preparava para grandes responsabilidades – quando não estava ocupado enfrentando a bruxa Madame Min. Mais interessado em brincar do que aprender, o jovem se torna escudeiro do irmão mais velho. Até que, no dia de uma competição, precisa encontrar uma espada e pega a primeira que vê, largada em plena praça pública, encravada numa pedra. A espada era Excalibur e o jovem da história se chamava Arthur. Esta trama já foi excessivamente filmada por Hollywood, inclusive em 2017, quando rendeu o fracasso “Rei Arthur: A Lenda da Espada”. Mas a versão animada da Disney, baseada no livro infantil homônimo de T.H. White, mantém-se entre as melhores, embora seja a que mais se afasta do mito de Avalon. A produção foi o último desenho do estúdio produzido pelo próprio Walt Disney. A adaptação foi escrita por Bryan Cogman, roteirista da série “Game of Thrones”. A Disney também está desenvolvendo uma adaptação da série de livros da “Saga Merlin”, do escritor norte-americano T.A. Barron, que trata dos mesmos personagens. Longe dos cinemas desde o terror “Intrusos” (2011), Fresnadillo tem se dedicado atualmente às séries, assinando a produção de “Falling Water” e “Salvation”.
Ridley Scott negocia dirigir filme sobre a juventude do mago Merlin para a Disney
A Disney está negociando com o diretor Ridley Scott a realização de uma aventura passada na juventude do mago Merlin. O longa será baseado na série de livros da “Saga Merlin”, do escritor norte-americano T.A. Barron. Segundo a revista Variety, o estúdio e o diretor também conversam sobre outro filme com o personagem: a adaptação da animação clássica “A Espada Era a Lei” (1963), em que o futuro Rei Arthur ainda é um menino e aprende com Merlin o seu destino de empunhar a lendária espada excalibur, cravada em uma pedra. Enquanto o segundo longa faz parte da estratégia do estúdio de refilmar seu catálogo de animações com atores de verdade, o primeiro visa lançar uma nova franquia, uma vez que a saga de Barron já rendeu 12 livros – só três deles foram lançados no Brasil até o momento. Além disso, está numa fase mais adiantada de pré-produção, com roteiro encomendado para Philippa Boyens, responsável pelas adaptações das trilogias “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”. A saga do jovem Merlin começou a ser publicada em 1996 com “Merlin: Os Anos Perdidos”, sobre a juventude desconhecida do mago da corte do Rei Arthur. Vale observar que a premissa não é muito diferente da apresentada na série da TV britânica “As Aventuras de Merlin” (Merlin). O mais recente trabalho de Scott é o longa “Todo o Dinheiro do Mundo”, sobre a história real do rapto de John Paul Getty III (Charlie Plummer), herdeiro do homem mais rico de sua época, que foi sequestrado nos anos 1970. O filme também virou notícia pela decisão do diretor de substituir o ator Kevin Spacey, acusado de diversos abusos sexuais, após as filmagens terem sido finalizadas. Seu substituto, Christopher Plummer, chegou a receber indicação ao Globo de Ouro. “Todo o Dinheiro do Mundo” tem estreia marcada para 25 de janeiro no Brasil.
Disney começa a reunir equipe da versão com atores de A Pequena Sereia
Com “A Bela e a Fera” no topo do ranking das maiores bilheterias de 2017, a Disney pretende aumentar sua oferta de filmes de princesa. E, segundo o site Omega Underground, o estúdio já começou a reunir a equipe da versão live action de “A Pequena Sereia”. O compositor Lin-Manuel Miranda (“Moana”) trabalhará com Alan Menken, que venceu o Oscar pela trilha do clássico animado, nas canções da nova versão. Além disso, o longa contará com mais três vencedores do Oscar: o diretor de fotografia Dion Beebe, a figurinista Colleen Atwood e o diretor de arte John Myhre. O trio trabalhou junto em dois filmes, que lhes renderam o reconhecimento da Academia: “Memórias de Uma Gueixa” (2005) e “Chicago” (2002). E como ambos foram realizados pelo mesmo diretor, Rob Marshall tem enorme probabilidade de comandar o longa. Marshall já é praticamente da casa, após fazer três filmes para a Disney: “Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas” (2011), “Caminhos da Floresta” (2014) e o vindouro “O Retorno de Mary Poppins” (2018). “A Pequena Sereia” ainda não tem previsão para chegar aos cinemas.
Criador de The Vampire Diaries fará “versão de suspense” de Once Upon a Time
A plataforma de streaming CBS All Access encomendou uma nova série de Kevin Williamson, criador das séries “Dawson’s Creek”, “The Vampire Diaries” e “The Following”. Intitulada “Tell Me a Story”, trata-se de remake da série espanhola “Cuéntame un Cuento”, de 2013, mas a descrição sugere uma versão de suspense de “Once Upon a Time”. A trama reimagina os contos de fadas clássicos como histórias passadas no mundo moderno. A atração original é de Marcos Osorio Vidal, que trabalhou na versão espanhola de “Supermax”, a série de reality show de terror da Globo. Concebida como antologia, a série espanhola abordava um conto diferente por episódio, mas não está claro se este será o mesmo formato da produção americana, já que o comunicado do projeto fala em juntar as fábulas de “Os Três Porquinhos”, “Chapeuzinho Vermelho” e “João e o Pé de Feição” numa história de amor, perda, ganância, vingança e assassinato. Williamson vai escrever os roteiros e produzir a atração para o CBS Television Studios. Será a primeira série desenvolvida pelo roteirista sem o envolvimento da Warner Bros. Television após os fracassos de “Time After Time”, na rede ABC, e “Stalker”, na CBS. Em compensação, “The Following” durou três temporadas na Fox e “The Vampire Diaries” oito na CW. “Tell Me a Story” vai reforçar a programação de séries originais do serviço CBS All Access, que atualmente inclui a sci-fi “Star Trek: Discovery”, o drama jurídico “The Good Fight” e a comédia “No Activity”, e em breve também ganhará o remake de “Além da Imaginação” (The Twilight Zone) e a série de ocultismo “Strange Angel”. Veja abaixo alguns trailers da série original espanhola.
Diretor de Extraordinário vai comandar o filme do Príncipe Encantado da Disney
O cineasta Stephen Chbosky, diretor de “As Vantagens de Ser Invisível” (2012) e do vindouro “Extraordinário”, foi contratado pela Disney para desenvolver o filme do Príncipe Encantado, o herói representado em todas as fadas de princesa do estúdio, com diferentes nomes, mas mesma função. O projeto está em desenvolvimento há algum tempo e irá aparecer em breve, conforme apurou o site The Hollywood Reporter, no cronograma de lançamentos da Disney. Chbosky já trabalhou numa fábula do estúdio, como roteirista do blockbuster “A Bela e a Fera”. Desta vez, ele irá dirigir o a nova produção, que já tem roteiro assinado por Matt Fogel (“Vovó… Zona 3: Tal Pai, Tal Filho”). A trama vai contar a história do personagem arquetípico a partir do ponto de vista de seu irmão, que nunca honrou o nome da família. O filme do Príncipe Encantado ainda não tem previsão de estreia. Já “Extraordinário”, que chega na sexta (17/11) nos Estados Unidos, será lançado em dezembro no Brasil.
Disney desiste de produzir nova animação sobre a fábula João e o Pé de Feijão
A Disney desistiu de produzir uma nova animação baseada em fábula encantada. Segundo o site Deadline, o projeto de “Gigantic”, uma versão de “João e o Pé de Feijão”, encontrou impasses criativos e foi arquivado, após desenvolvimento avançado. A história deveria revisar a fábula clássica com a inclusão de novos detalhes e grandes diferenças, como uma protagonista gigante feminina, como pode ser visto pela arte conceitual acima. Ambientada na Espanha na época das Grandes Navegações, “Gigantic” traria o adolescente Jack descobrindo um mundo de gigantes escondido entre as nuvens. Ao chegar lá, ele faz amizade com a menina gigante Inma, que tem 11 anos, 60 metros de altura e seria completamente mal-humorada. Previsto para 2020, o projeto marcaria a estreia na direção da roteirista de “Divertida Mente” (2015), Meg LeFauve, que trabalharia ao lado de Nathan Greno, diretor de “Enrolados” (2010). Além dos diretores, também estavam trabalhando em “Gigantic” os compositores Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez, ambos de “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013), que já tinham desenvolvido as primeiras canções da trilha sonora. Vale lembrar que a Disney já tinha adaptado a fábula num curta animado, com Mickey Mouse no lugar do protagonista. Intitulado “Mickey e o Pé de Feijão”, o desenho foi lançado em 1947.
Once Upon a Time tem pior estreia de temporada de sua história
A ideia de realizar um reboot para aumentar a sintonia de “Once Upon a Time” não deu certo, como demonstram os números da audiência da estreia da 7ª temporada nos Estados Unidos, divulgados pela empresa Nielsen. O primeiro episódio da nova fase da atração, exibido na sexta (6/10) na rede ABC, foi visto por 3,3 milhões de telespectadores e registrou 0,7 ponto na demo (a demografia jovem adulta, que interessa aos anunciantes). Isto representa a pior estreia de temporada da história da série. Até então, o recorde negativo pertencia ao sexto ano, que começou com 3,9 milhões de telespectadores, mas 1,28 na demo. A atual pontuação de 0,7 na demo também é a pior já registrada entre todos os episódios exibidos da atração. Apenas três intérpretes originais foram mantidos no reboot: Lana Parrilla (Regina/Rainha Má), Robert Carlyle (Sr. Gold/Rumpelstiltskin) e Colin O’Donoghue (Hook/Capitão Gancho). A nova trama é centrada na versão adulta de Henry, o menino que originalmente arrastou Emma (Jennifer Morrison), a mãe que o esqueceu, para o mundo dos contos de fadas. Desta vez, é uma menina, Lucy, quem bate na porta de Henry dizendo ser sua filha e convocando-o para uma aventura fabulosa. O papel vivido pelo menino Jared Gilmore é agora encarnado por Andrew J. West (série “The Walking Dead”), enquanto sua filha é desempenhada por Alison Fernandez (intérprete da menina Jane em flasbacks de “Jane the Virgin”). A renovação tirou a família de Branca de Neve da trama. Ginnifer Goodwin (Branca de Neve), Josh Dallas (Príncipe Encantado), Jared Gilmore (Henry) e Jennifer Morrison (Emma) estavam no programa desde o início, e a história central girava em torno deles. Em seu lugar, a série passou a acompanhar a família de Cinderela: Dania Ramirez (“Devious Maids”) como a própria Cinderela, Adelaide Kane (“Reign”) como Drizela, meia-irmã de Cinderela, e Gabrielle Anwar (série “Burn Notice”) como Lady Tremaine, também conhecida como Madrasta Malvada. O novo elenco fixo ainda destaca Mekia Cox (“Chicago Med”) como a Princesa Tiana e Rose Reynolds (“Poldark”) como uma versão rebelde de Alice do País das Maravilhas. Além de uma nova história e muitos personagens diferentes, outra mudança pode explicar o mau desempenho de “Once Upon a Time”. A série costumava ser exibida aos domingos e passou para as sextas, que costumam render as audiências mais baixas para as séries americanas – com exceção da programação à prova de balas da rede CBS.
Diretor de Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar negocia filmar continuação de Malévola
O diretor norueguês Joachim Rønning, do recente “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, abriu negociações para dirigir a continuação de “Malévola” (2014), que trará Angelina Jolie de volta ao papel principal. Segundo o site Deadline, a Disney pretende começar as filmagens no primeiro trimestre de 2018. O roteiro está sendo escrito por Jez Butterworth (roteirista de “No Limite do Amanhã”) e Linda Woolverton (do primeiro “Malévola”) “Malévola”, que contou a história de “A Bela Adormecida” pelo ponto de vista da vilã, foi um grande sucesso da Disney, que arrecadou US$ 758 milhões em todo o mundo. A continuação ainda não tem previsão de estreia.











