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    Michael B. Jordan volta ao ringue no primeiro pôster de Creed II

    19 de junho de 2018 /

    A Warner divulgou o primeiro pôster de “Creed II”, sequência do filme de 2015, que destaca Michael B. Jordan novamente com luvas num ringue de boxe. O drama vai continuar a focar os primeiros passos de Adonis (papel de Jordan), filho de Apollo Creed, para seguir a trajetória vitoriosa de seu pai no boxe. Para isso, ele conta com a ajuda de Rocky Balboa, personagem vivido por Sylvester Stallone há 42 anos, desde “Rocky: Um Lutador” (1976). Desta vez, seu adversário tem uma conexão com a morte de Apollo, o que só vai estimular ainda mais sua vontade de vencer. O roteiro é assinado pelo próprio Stallone em parceria com Cheo Hodari Coker (criador da série “Luke Cage”) e resgata o vilão de “Rocky IV”, Ivan Drago, novamente vivido por Dolph Lundren. A luta de Adonis será contra o filho de Drago, encarnado no longa pelo boxeador romeno Florian Munteanu. O elenco também trará de volta Tessa Thompson como Bianca, a namorada de Adonis. Dirigido por Steven Caple Jr. (“The Land”), “Creed II” tem estreia prevista para novembro.

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    Goleiro da Islândia que parou Messi é cineasta

    16 de junho de 2018 /

    Consagrado na Copa do Mundo 2018 como o goleiro que parou Messi, Hanners Thor Halldórsson, destaque do time de futebol da Islândia, é realmente um jogador diferenciado. Quando não está à frente das traves, o atleta de 34 anos costuma estar atrás das câmeras. Halldórsson é cineasta. Ele já tem diversos clipes de rock islandês e campanhas comerciais em seu portfólio. Além disso, foi editor assistente de “Hrafnhildur” (2012), vencedor do Adda Awards, o equivalente ao Oscar da Islândia, na categoria de Melhor Documentário. O jogador-diretor também assinou o comercial épico da Coca-Cola sobre a seleção da Islândia, que é sem dúvida uma das melhores peças publicitárias criadas para o evento. Veja abaixo. Mas sua influência no time de futebol de seu país não fica nisso. Ele transformou a seleção da Islândia na mais cinéfila do torneio mundial, criando o hábito entre os jogadores de se reunirem na concentração para assistirem filmes juntos, duas ou três noites antes de cada partida. Graças às suas conexões na indústria de cinema da Islândia, Halldórsson também consegue realizar premières mundiais para os colegas da equipe, como na ocasião em que os jogadores puderam assistir “Evereste”, de Baltasar Kormákur, antes do filme chegar aos cinemas e na véspera da vitória contra a seleção da Holanda em Amdesterdã em 2015. Ao parar Lionel Messi em uma cobrança de pênalti e em várias defesas importantes, ele passou a viver seu próprio filme. Mas é um filme que não começou agora. Vem desde a Eurocopa de 2016, quando segurou Cristiano Ronaldo no empate de sua equipe diante de Portugal. Resta saber se o filme de sua vida tem final Hollywoodiano, em que os pequenos surpreendem e conseguem vencer os gigantes. “Eu tenho muita confiança no nosso time. Conseguimos resultados tão bons nos últimos anos que realmente não tememos ninguém”, Halldórsson disse após o jogo deste sábado (16/6). Uma coisa é certa, ele já sabe o que fará quando parar de jogar bola. “Tenho utilizado meu tempo livre de jogador profissional para terminar o roteiro de um filme de terror. Tenho esperança que esteja pronto para produzir quando terminar de jogar”, contou o goleiro ao jornal português Publico.

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    Lendas do basquete americano largam a aposentadoria no trailer legendado da comédia Tio Drew

    14 de junho de 2018 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Tio Drew” (Uncle Drew), comédia que reúne velhos e novos ídolos da NBA, a liga de basquete dos Estados Unidos. No filme, Kyrie Irving, que joga no Boston Celtics, aparece disfarçado como um velhinho – repetindo o que Martin Lawrence fez com a “Vovó… Zona” em 2000. Apesar da septuagenário, ele ainda arrasa no basquete. E se torna a última esperança de Dax (Lil Rel Howery, de “Corra!”), um homem apaixonado por basquete que investiu dinheiro em um time amador e faz de tudo para que o grupo consiga ganhar o torneio local, embora nunca tenha conseguido superar o time de seu maior rival (interpretado por Nick Kroll, de “A Casa Caiu: Um Cassino na Vizinhança”). O Tio Drew topa entrar no time do rapaz, desde que possa jogar com seus velhos parceiros. E por velhos, entenda-se astros já aposentados do basquete, como Shaquille O’Neal e Reggie Miller, envelhecidos ainda mais pela maquiagem da produção. Por curiosidade, esta premissa é baseada numa campanha comercial da Pepsi-Cola, que lançou o personagem Tio Drew em 2012. E como se sabe que beber refrigerante não faz bem à saúde, pode até servir de alerta não intencional, ao mostrar que um atleta como Irving vira velho da noite pro dia após abusar de Pepsi-Cola. Mas os gênios do marketing não devem ter pensado nisso quando investiram nessa produção. A direção é de Charles Stone (de “O Rei do Jogo”), o roteiro de Jay Longino (de “Fora do Rumo”) e o elenco ainda destaca Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”) e J.B. Smoove (série “Curb Your Enthusiasm”). A peça publicitária expandida estreia em 19 de julho no Brasil, três semanas após seu lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Stallone filmará história do primeiro negro campeão mundial do boxe, preso por racismo

    30 de maio de 2018 /

    O ator Sylvester Stallone lançou a sua própria produtora, a Balboa Productions, inspirada no nome de seu personagem mais famoso, Rocky Balboa. E o primeiro projeto será um filme sobre o pugilista Jack Johnson. Stallone foi patrocinador do perdão que Johnson recebeu do presidente Donald Trump na semana passada. Filho de ex-escravos, Johnson entrou para a história ao se tornar o primeiro boxeador negro campeão mundial dos pesos-pesados, em 1908. Quatro anos após conquistar o título, o atleta foi preso sob a acusação de que seu relacionamento com mulheres brancas violava o ‘Mann Act’, que proibia o transporte de “uma mulher branca entre territórios americanos para fins imorais’. A mãe de uma dessas mulheres o acusou de sequestrar a filha, que era uma ex-prostituta. Mas a mulher, Lucille Cameron, com que Johnson posteriormente se casou, recusou-se a corroborar as alegações. Mesmo assim, o boxeador foi julgado e condenado por ter viajado com outra mulher branca, por um tribunal formado apenas por pessoas brancas. Ele fugiu e viveu com Lucille Cameron na Europa, na América do Sul e no México por sete anos, até fechar um acordo para cumprir um ano de prisão nos Estados Unidos. O caso virou símbolo da luta contra o racismo nos Estados Unidos. A história também já tinha sido levada aos cinemas, por meio do documentário “Unforgivable Blackness: The Rise and Fall of Jack Johnson”, dirigido por Ken Burns em 2004. Na semana passada, Trump aceitou um pedido de Stallone e emitiu o perdão presidencial ao atleta, que morreu em 1946. “Hoje eu concedi um perdão executivo a John Arthur ‘Jack’ Jackson. O primeiro africano-americano campeão peso-pesado do mundo, um grande lutador. Teve uma vida dura. Hoje nós fizemos algo importante, porque fizemos algo certo. Jack Jackson não foi tratado da forma correta e nós acertamos isso, estou honrado por ter participado disso”, declarou Trump.

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  • Série

    All American: Série que mistura drama colegial e futebol americano ganha trailer e imagens

    18 de maio de 2018 /

    A rede The CW divulgou as primeiras imagens, banner, cena e o trailer de “All American”, série que mistura drama adolescente e esportes. A prévia sintetiza a premissa como um remix de três atrações da década passada, juntando o futebol americano colegial de “Friday Night Lights”, o novato rejeitado pelos mimados de “The O.C.” e a locação privilegiada de “90210”. Entretanto, sua trama é inspirada pela vida real de Spencer Paysinger, jogador profissional da NFL – e chegou a ser chamada de “Spencer”, durante seu desenvolvimento. Spencer é vivido por Daniel Ezra (da série “The Missing”), que é mais um ator britânico escalado em papel de afro-americano (para aumentar o desgosto de Samuel L. Jackson contra a prática). Ele é introduzido na trama como um jogador de futebol americano colegial do bairro pobre, negro e violento de Crenshaw, que chama atenção de um olheiro (Taye Diggs, de “Private Practice”) e é recrutado para jogar no colégio dos filhos de milionários da cidade, Beverly Hills High. Seu chegada gera inveja nos riquinhos de Los Angeles, mas inspira sua família a buscar o melhor para seu futuro. Paralelamente, seu destino também tem impacto na família do homem que o escolheu para trazer vitórias para o time, numa colisão de perspectivas de diferentes mundos. Uma curiosidade dos bastidores é que a série tem produção de um atleta de outro tipo de futebol, Robbie Rogers, da equipe de “soccer” Los Angeles Galaxy, em parceria com Spencer Paysinger, com o megaprodutor Greg Berlanti (que produz todas as séries de super-heróis da DC Comics) e com a roteirista April Blair (criadora de “Jane by Design”), a autora do pr O elenco também inclui o vilãozinho Cody Christian (série “Teen Wolf”), Samantha Logan (série “13 Reasons Why”), Monet Mazur (série “Castle”), Bre-z (série “Empire”), Michael Evans Behling (visto em “Empire”), Karimah Westbrook (“Suburbicon”) e Danielle Campbell (série “The Originals”). “All American” vai estrear na temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Luke Cage tira onda com treinamento físico de jogadores de futebol americano

    27 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou um vídeo de “Luke Cage” para coincidir com o início do draft na NFL, o evento em que os jogadores novatos são selecionados para integrar os times da liga profissional de futebol americano, nos Estados Unidos. É comum a quem quer entrar na NFL passar por diversos testes físicos, para mostrar sua força e suas habilidades. E Luke Cage (interpretado por Mike Coulter) tira onda, ao quebrar recordes nos testes de salto em distância e arremesso de pneus. Os comentaristas ficam perplexos, enquanto os fãs do herói registram tudo em seus celulares. O “esforço” serve de aquecimento para a 2ª temporada de “Luke Cage”, que está marcada para chegar à plataforma em junho.

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    Vida do tetracampeão de boxe Acelino “Popó” Freitas vai virar minissérie

    24 de abril de 2018 /

    A vida do tetracampeão mundial de boxe Acelino “Popó” Freitas vai virar minissérie da TV paga brasileira. Desenvolvida para o canal Space, a atração tem coprodução da Gullane e da VideoFilmes, em parceria com a empresa de TV Turner, e já começou a ser gravada em São Paulo. Concebida originalmente como filme, a trama se provou difícil de ser condensada e mais adequada para uma minissérie, após incluir histórias sobre outros integrantes da família de Popó, o que afetou, inclusive, o título da obra, chamada de “Os Irmãos Freitas”. O próprio Popó participa como figurante, no papel do treinador de si mesmo. Já o personagem baseado em sua vida é interpretado por Daniel Rocha (da novela “A Lei do Amor”). Campeão infanto-juvenil de kickboxing, o ator perdeu peso e chegou a treinar boxe para melhorar sua performance na luta. Descrito como “uma tragédia grega, com um pano de fundo de boxe” pelo diretor Sérgio Machado (“A Coleção Invisível”), numa reportagem do jornal O Globo, a história gira em torno da disputa dos irmãos Luís Claudio (Rômulo Braga, do filme “Joaquim”), o mais velho, e Acelino (Rocha), o mais novo, pelo amor da mãe deles, dona Zuleika (Edvana Carvalho, da novela “Pega Pega”). A trama vai mostrar como Luis Claudio foi preparado desde cedo para ser campeão de boxe e não conseguiu, enquanto Acelino, de quem a mãe não esperava nada, surpreendeu o mundo. Vale lembrar que o trabalho mais recente de Machado foi um documentário sobre boxe, “A Luta do Século”, em torno da rivalidade entre os lutadores Luciano Todo Duro e Reginaldo Holyfield. Além de Machado, os episódios terão direção do cineasta Aly Muritiba (“Para Minha Amada Morta”), que também ajudou a dar forma final aos roteiros escritos por Machado, Pedro Perazzo (“Homem Livre”) e pelo venezuelano George Walker Torres (“Sin Vuelta”). A supervisão artística é de outro diretor de cinema, Walter Salles (“Na Estrada”), proprietário da produtora VideoFilmes, que pretendia dirigir o projeto quando ele ainda era pensado como longa-metragem. Para completar, a trilha, assinada por Beto Villares (“Bingo: O Rei das Manhãs”), conta com participação da banda BaianaSystem. Caso a atração faça sucesso, pode ganhar novas temporadas, já que a trama vai apenas até o primeiro dos quatro títulos mundiais de Popó.

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    Criador de Downton Abbey fará série sobre a origem do futebol para a Netflix

    18 de abril de 2018 /

    A Netflix anunciou a produção de novas séries europeias, e entre elas se destaca um drama britânico sobre as origens do futebol, que será escrito pelo criador de “Downton Abbey”, Julian Fellowes. A produção inglesa vai se chamar “The English Game” e contará, em seis episódios, a história da criação do futebol moderno, mostrando sua evolução até se tornar o esporte mais popular do planeta. “The English Game” é a terceira série de Julian Fellowes atualmente em desenvolvimento. Ele também criou “The Gilded Age”, sobre a Nova York do século 19, para a rede americana NBC, e “Five Arrows”, sobre a dinastia Rothschild, para o canal pago britânico Sky Atlantic. O anúncio da atração foi feito no evento “See What’s Next”, realizado em Roma, que apresentou diversos projetos novos da plataforma de streaming para o mercado europeu.

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    Sinopse oficial confirma volta de Ivan Drago em Creed 2

    2 de abril de 2018 /

    O estúdio MGM finalmente anunciou oficialmente a volta de Ivan Drago à franquia “Rocky”, ao divulgar a sinopse e o elenco de “Creed 2”. Apesar de as filmagens já estarem a todo vapor na Filadélfia (EUA), o estúdio só confirmou os detalhes nesta segunda (2/4), com seu comunicado. Eis a trama oficial: “O protagonista do filme, Adonis Johnson (Michael B. Jordan), vai enfrentar o maior desafio da carreira: lutar contra o filho daquele que matou seu pai. Rocky Balboa estará ao seu lado em toda jornada e, juntos, Rocky e Adonis vão confrontar seus legados, questionando pelo o que vale lutar e descobrindo que nada é mais importante do que a família. ‘Creed 2’ vai retornar ao básico para redescobrir o que te faz um campeão e, lembrando disto, não interessa para onde você for, você não pode escapar de sua história”, diz a sinopse. Sylvester Stallone estará mais uma vez na pele de Rocky e Dolph Lundren voltará a encarnar seu rival de “Rocky IV”. O boxeador romeno Florian Munteanu vai estrear no cinema como Vitor Drago, o filho de Ivan, e Tessa Thompson voltará como Bianca, a namorada de Adonis. Com direção de Steven Caple Jr. (“The Land”), “Creed 2” tem estreia marcada para 21 de novembro nos Estados Unidos.

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    Al Pacino enfrenta escândalo sexual no trailer cinematográfico de Paterno

    23 de fevereiro de 2018 /

    A HBO divulgou o segundo e cinematográfico trailer de “Paterno”, filme de temática absolutamente atual, que deve dominar o Emmy 2018. O que levanta a inevitável questão: porque os filmes da HBO são indicados ao Emmy, quando os da Netflix concorrem ao Oscar? A prévia é uma paulada que resume a trama de forma eficiente pela exploração de seus conflitos, tanto de forma íntima quanto em grande escala, ao contar a história real de Joe Paterno, ex-treinador de futebol da Universidade Penn State envolvido num escândalo sexual. Depois de se tornar o treinador mais vitorioso da história do futebol universitário, Paterno foi acusado de ter ignorado as acusações de abuso contra seu assistente Jerry Sandusky, que molestava os jovens. Um relatório concluiu que o treinador e outros funcionários do time estavam cientes das ações de Sandusky, mas optaram por ignorar o fato. As acusações acabaram se tornando públicas e sepultaram as carreiras de todos os envolvidos. O filme traz Al Pacino (“O Poderoso Chefão”) no papel-título e Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”) como a jornalista que não deixa o caso ser abafado, além de Kathy Baker (série “The Ranch”), Annie Parisse (série “Vynil”), Peter Jacobson (série “Colony”), Benjamin Cook (visto na série “Veep”), John D’Leo (“A Família”) e Nicholas Sadler (“Nunca Diga Seu Nome”). Trata-se do quarto trabalho de Pacino para a HBO, após “Phil Spector” (2013), “Você Não Conhece o Jack” (You Do Not Know Jack, 2010) e a minissérie “Angels in America” (2003), todas baseadas em histórias reais. A direção está a cargo de Barry Levinson, que foi o diretor de “Você Não Conhece o Jack” e do mais recente telefilme do canal, “O Mago das Mentiras” (The Wizard of Lies), estrelado por Robert De Niro. A estreia de “Paterno” vai acontecer em 7 de abril.

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    Eu, Tonya recria tragédia real como espetáculo surreal de adrenalina, talento e diversão

    17 de fevereiro de 2018 /

    Patinadora artística, Tonya Harding disputou por duas vezes os Jogos Olímpicos, foi campeã norte-americana em 1990 e conquistou a medalha de prata no Campeonato Mundial de 1991. Sua carreira, porém, acabou aos 24 anos quando ela foi acusada de participar de uma conspiração que culminou em um ataque à adversária Nancy Kerrigan, que teve o joelho ferido. A vida “real” pode ser muito mais maluca (inventiva ou mesmo criativa) do que a arte, e caso “Eu, Tonya” não fosse inspirado em eventos reais, poderia muito bem ser taxado de inverossímil – ainda que duvide-se que tudo aquilo ali aconteceu… realmente do jeito que é contado. O que se vê em 120 minutos de exibição é uma produção divertidamente e tragicamente acelerada, com grandes méritos para a Edição, indicada ao Oscar, que se utiliza da constante quebra da quarta-parede para colocar o espectador ao lado de Margot Robbie (numa atuação magistral, digna do Oscar a que concorre), como protagonista de uma surreal epopeia esportiva dos tempos modernos. A narrativa flagra uma grande atleta (“caipirona”, segundo juízes, que não queriam uma garota “chucra” representando os Estados Unidos, mesmo que seu talento no rinque de patinação fosse inegável) abusada emocionalmente pela mãe (Allison Janney, também indicada ao Oscar) e fisicamente pelo marido (Sebastian Stan). Irmão torto de “A Grande Jogada” (2017) no quesito “os podres bastidores do esporte em níveis olímpicos” ou “o preço que cobramos dos jovens para nos trazer medalhas de ouro”, o filme do diretor Craig Gillespie (“Horas Decisivas”) é depressivamente realista e cinematograficamente empolgante, uma descarga imensa de adrenalina, violência (doméstica, social, esportiva, familiar e profissional) e dramatização que, ao final, deixa o gosto amargo de uma poça de sangue na boca.

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    Nós Somos Campeões: Filme da Disney dos anos 1990 vai virar série

    22 de janeiro de 2018 /

    O filme esportivo infantil “Nós Somos Campeões” (The Mighty Ducks) deve virar série. Segundo o site The Hollywood Reporter, o estúdio ABC Signature está desenvolvendo o projeto como parte de uma estratégia de explorar novas franquias da Disney. A produção original foi um grande sucesso do estúdio em 1992, e contava a história de um jovem advogado (Emilio Estevez), que após ser detido por dirigir sob influência de álcool, era sentenciado a prestar um curioso serviço comunitário: treinar o pior time de hóquei da liga juvenil. O sucesso da produção foi tanto que a Disney produziu mais duas continuações, em 1994 e 1996, todas com Emilio Estevez repetindo o papel de treinador. A proposta de transformar a premissa original em série teria partido do roteirista dos três filmes, Steven Brill, que ficará encarregado de escrever o roteiro do piloto. O produtor da franquia, Jordan Kerner, também estaria envolvido. Entretanto, nem a ABC nem a Disney confirmaram o projeto.

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    Al Pacino enfrenta denúncias de abusos sexuais no primeiro trailer de Paterno

    19 de janeiro de 2018 /

    A HBO divulgou o primeiro trailer do telefilme “Paterno”, que aborda o tema do momento: denúncias de abusos sexuais. O filme conta a história controvertida de Joe Paterno, ex-treinador de futebol da Universidade Penn State envolvido num escândalo sexual. Depois de se tornar o treinador mais vitorioso da história do futebol universitário, Paterno foi acusado de ter ignorado as acusações de abuso contra seu assistente Jerry Sandusky, que molestava os jovens. Um relatório concluiu que o treinador e outros funcionários do time estavam cientes das ações de Sandusky, mas optaram por ignorar o fato. As acusações acabaram se tornando públicas e acabaram com a carreira de todos os envolvidos. O filme é estrelado por Al Pacino (“O Poderoso Chefão”) e dirigido por Barry Levinson (“Rain Man”). Trata-se do quarto trabalho de Pacino para a HBO, após “Phil Spector” (2013), “Você Não Conhece o Jack” (You Do Not Know Jack, 2010) e a minissérie “Angels in America” (2003), todas baseadas em histórias reais. Levinson, por sua vez, foi o diretor de “Você Não Conhece o Jack” e assina o mais recente telefilme do canal, “O Mago das Mentiras” (The Wizard of Lies), estrelado por Robert De Niro. A estreia de “Paterno” acontecerá na primavera americana, entre março e junho, em data ainda não definida.

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