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    Série Sopranos vai ganhar prólogo cinematográfico

    9 de março de 2018 /

    O criador da série “Sopranos”, cujo último capítulo foi ao ar em 2007, resolveu retomar a família mafiosa do canal pago HBO num longa-metragem. Mas, em vez de continuar a história, ele pretende fazer um prólogo, passado nos 1960, que mostrará as versões jovens de diversos personagens conhecidos. Segundo o site Deadline, o projeto está sendo chamado “The Many Saints of Newark” e teria como contexto os conflitos entre negros e imigrantes italianos de Newark, em Nova Jersey, sobretudo os gângsteres das duas comunidades. Numa entrevista de 2012, Chase já tinha mencionado o desejo de criar um prólogo. Para ele, seria a única forma de retornar ao universo dos Sopranos, após a morte de James Gandolfini, intérprete do protagonista da atração. O ator faleceu em 2013, aos 51 anos, de ataque cardíaco. Entretanto, o final ambíguo da série lhe permitiria continuar a história, considerando que Tony Soprano, o personagem de Gandolfini, poderia ter sido assassinado nos segundos seguintes ao escurecimento final da tela – o que daria maior peso para a forma como a série acabou. Mas Chase já disse não considerar esse caminho, em homenagem ao ator. “Há alguns episódios na História que me interessam, como Newark, em New Jersey. Um deles seria no fim dos anos 1960, começo de 1970, sobre a animosidade racial, ou o começo, o comecinho mesmo, da invasão das drogas”, ele antecipou há seis anos. “Sopranos” é considerada uma das séries mais influentes de todos os tempos. A complexidade de sua narrativa abriu as portas para uma revolução televisiva, que transformou a HBO em padrão de qualidade a ser seguido. Primeira produção de TV paga a vencer o Emmy de Melhor Série de Drama, ela mudou um paradigma, levando ao domínio das séries por assinatura nas premiações da indústria. Ao todo, “Sopranos” conquistou 21 prêmios Emmy durante as seis temporadas em que ficou no ar, entre 1999 e 2007. O filme estaria sendo desenvolvido pelo estúdio New Line, parte do conglomerado Warner, do qual também faz parte a HBO.

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    Nanette Fabray (1920 – 2018)

    24 de fevereiro de 2018 /

    Morreu Nanette Fabray, estrela do teatro, do cinema e da TV americana, que venceu o Tony nos anos 1940 e três Emmys nos 1950. Fabray tinha 97 anos e faleceu na quinta (22/2) em sua casa em Palos Verdes, na Califórnia. Californiana criada em Los Angeles, Nanette praticamente saiu da formatura no colegial para sua estreia no cinema, com apenas 19 anos de idade. Seu primeiro papel foi como uma aia da rainha Elizabeth I (Bette Davis) em “Meu Reino Por um Amor” (1939), quando ainda assinava Nanette Fabares. Mas sua carreira acabou tomando o rumo do palco. Quando voltou ao cinema no famoso musical “A Roda da Fortuna”, em 1954, já era uma estrela premiada da Broadway. Por isso mesmo, o filme aproveitou seu talento para incluir uma coreografia memorável, em que ela, Fred Astaire e Jack Buchanan interpretavam bebês, com cabeças e torsos de tamanho adulto, mas pernas curtas de crianças. No mesmo ano, ela estrelou seu primeiro papel fixo na TV, na série “Caesar’s Hour”, do humorista Sid Caesar. E em 1956 venceu dois prêmios Emmy como Melhor Comediante (como a categoria era chamada na época) e Melhor Atriz Coadjuvante por seu trabalho. Nanette ainda bisou a segunda categoria no ano seguinte, com um detalhe vexatório para os produtores da atração: a vitória aconteceu após ela ter sido demitida, após seu agente exigir um melhor salário. Não quiseram nem ouvir que ela quase deu sua vida para a série. Em 1955, Nanette ficou hospitalizada duas semanas depois de ter sido nocauteada pela queda de tubos nos bastidores do programa, durante uma transmissão. Ela não emplacou mais nenhum sucesso televisivo, mas fez inúmeras aparições em séries e programas de variedades. Nos anos 1970, teve participações recorrentes como mãe de duas personagens icônicas da TV: de Mary Tyler Moore na série que levava o nome da atriz e de Ann Romano, personagem de Bonnie Franklin na sitcom “One Day at a Time”. Uma década mais tarde, ela ainda viveu outra mãe na série “Coach”, desde vez da personagem Christine Armstrong, vivida por sua sobrinha Shelley Fabares. Foi o último trabalho de Nanette. Os problemas de audição acabaram encurtando sua carreira. Ela deixou de cantar ao vivo aos 30 anos, quando percebeu que não conseguia ouvir direito a orquestra, durante a apresentação de um musical. Foi isso que a fez migrar da Broadway para a TV. A atriz foi diagnosticada com otosclerose, uma doença em que o crescimento excessivo nos ossos da orelha média interfere na transmissão do som. Mas guardou isso em segredo, vendo o problema se agravar a cada ano, até ficar praticamente surda. Quando assumiu a doença, virou porta-voz do Conselho Nacional sobre Deficiência e lutou pelos direitos dos deficientes, o que lhe rendeu inúmeros prêmios humanitários, inclusive do Sindicato dos Atores.

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    Academia da Televisão divulga novo código de ética com tolerância zero para assédio

    23 de fevereiro de 2018 /

    A Academia da Televisão dos Estados Unidos, responsável pelos prêmios Emmy, divulgou um novo código de ética e conduta profissional para todos os seus membros, criado após escândalos de assédio que abalaram Hollywood. Assinado pelo presidente da organização, Hayma Washington, o documento declara “tolerância zero por discriminação ou assédio, assim como condutas ilegais, desonestas ou antiéticas”. “A academia não irá tolerar, perdoar ou ignorar condutas antiéticas e está comprometida em reforçar essas normas em todos os níveis. Não há espaço para pessoas que abusam do seu status, poder ou influência, de modo a violar valores reconhecidos de decência”, continua o documento. No texto, a organização explica que “membros e não membros são encorajados a denunciar suspeitas de violação do código”. E avisa: “O desobedecimento das normas pode resultar em medidas disciplinares, incluindo ter a entrada recusada ou ser expulso de eventos e a suspensão ou banimento de membros.” A iniciativa tem conteúdo mais duro que a de outros grupos de Hollywood, como o Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (o PGA) e a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pelo Oscar. Assim como esses dois grupos, a organização televisiva também expulsou Harvey Weinsten, produtor acusado de assédio, abuso e estupro por dezenas de mulheres.

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  • Etc

    Demitido de Transparent, Jeffrey Tambor ganha apoio do elenco de Arrested Development

    22 de fevereiro de 2018 /

    Após ser demitido de “Transparent”, série mais premiada da Amazon, sob alegações de assédio sexual, o veterano ator Jeffrey Tambor continua empregado e amado por sua outra família televisiva, na série “Arrested Development”. Em entrevista ao jornal AM New York, o ator David Cross afirmou que a maioria do elenco de “Arrested Development” decidiu apoiar o patriarca da família Bluth. “Eu não posso falar para todos, mas sei que há muitos de nós que estamos do lado dele – pela quantidade limitada de informações que sabemos, estamos do lado de Jeffrey – e eu sou um deles”, disse Cross, referenciando o elenco, que inclui Jason Bateman, Michael Cera, Jessica Walter, Will Arnett, Tony Hale, Portia de Rossi e Alia Shawkat. Por curiosidade, Shawkat também apareceu na última temporada de “Transparent”, que até o quarto ano foi protagonizada por Tambor, no papel de um pai de família que se descobre transexual na Terceira Idade. O elenco completo de “Arrested Development” voltou recentemente a se reunir com o criador Mitchell Hurwitz para novos episódios, que serão exibidos no final deste ano pela Netflix. O serviço de streaming ainda não definiu a data de lançamento, nem tampouco comentou o status de Tambor. A demissão de Tambor de “Transparent” foi tomada após uma investigação interna, que apurou denúncia de uma ex-assistente do ator, Van Barnes, feita em uma publicação no seu perfil privado do Facebook, na qual relatava comportamento inadequado. Logo em seguida, a colega de elenco Trace Lysette o acusou de ter feito comentários sexuais e tentado abusar dela em ocasiões diferentes. Ambas são transexuais. O ator de 73 anos, que venceu dois prêmios Emmy de Melhor Ator de Série de Comédia por “Transparent”, chegou a vir a público negar “de maneira contundente e veemente” qualquer tipo de comportamento inadequado. Mas, após a segunda denúncia, disse que sua permanência na série tinha se tornado insustentável. “Por conta da atmosfera politizada que parece ter afetado nosso set, eu não vejo como posso voltar a ‘Transparent'”, ele desabafou, em comunicado. Após a demissão, Tambor se disse “profundamente desapontado” num comunicado, pela forma como a Amazon conduziu “essas falsas acusações”. “Estou ainda mais desapontado com a caracterização injusta de Jill Soloway, que me descreveu como alguém capaz de causar danos a qualquer dos meus companheiros de elenco”, completou, referindo-se à criadora da série, que o colocou no fogo. Em seu próprio comunicado, Soloway disse: “Eu tenho muito respeito e admiração por Van Barnes e Trace Lysette, cuja coragem em falar sobre suas experiências em ‘Transparent’ é um exemplo de liderança neste momento da nossa cultura. Nós agradecemos pelo apoio da população trans, que abraçou nossa visão para ‘Transparent’ desde a concepção da série. Ficamos de coração partido por causa da dor e do sentimento de traição que a situação delas gerou na comunidade”. Cross ecoou o sentimento de Tambor: “Eu achei muito curioso que a Amazon não tenha divulgado os resultados de sua investigação interna. Não tenho certeza porque eles decidiram agir assim. Eu sei que tudo isso é bastante curioso pra mim”. Embora Cross tenha dito que o elenco apoia Tambor, eles não são responsáveis pela produção. Embora toda a 5ª temporada já tenha sido gravada, a Netflix pode optar por eliminar as cenas do ator, em vista de sua demissão pela Amazon. “Eu certamente espero que não”, acrescentou o colega de Tambor. Vale observar que, dessa forma torta, a série mais premiada da Amazon se equiparou à série mais premiada da Netflix. “House of Cards” também perdeu recentemente seu protagonista devido a acusações de assédio sexual. A produção da Netflix exibirá sua 6ª e última temporada sem Kevin Spacey.

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  • Série

    Jeffrey Tambor se diz “desapontado” com demissão de Transparent por acusações “injustas”

    16 de fevereiro de 2018 /

    O ator Jeffrey Tambor resolveu se manifestar, poucas horas após o anúncio de sua demissão da série “Transparent” na quarta-feira (15/2). Indignado com o tom do comunicado assinado pela criadora da série Jill Soloway, ele diz que a investigação das alegações de assédio sexual contra ele foi mal conduzida e se declara “profundamente desapontado” pelas acusações “injustas” feitas pela produtora. “Estou profundamente desapontado com a forma como a Amazon conduziu essas falsas acusações contra mim”, disse o ator em seu próprio comunicado. “Estou ainda mais desapontado com a caracterização injusta de Jill Soloway, que me descreveu como alguém capaz de causar danos a qualquer dos meus companheiros de elenco”. Ele acrescentou: “Nos nossos quatro anos de história de trabalho juntos neste incrível show, essas acusações nunca foram reveladas ou discutidas diretamente comigo ou com alguém da Amazon. Portanto, só posso supor que a investigação contra mim foi profundamente imperfeita e tendenciosa em relação à, guiada pela atmosfera tóxica e politizada que afligiu o nosso set. Como tenho afirmado de forma consistente, lamento profundamente se qualquer ação minha tenha sido mal interpretada por qualquer um e continuarei a me defender veementemente. Também lamento profundamente que este show inovador, que mudou tantas vidas, esteja agora em perigo. Isso, para mim, é o maior desgosto”. Ele foi demitido após uma investigação interna, que apurou denúncia de uma ex-assistente pessoal, Van Barnes, feita em uma publicação no seu perfil privado do Facebook, na qual relatava comportamento inadequado por parte do ator. Logo em seguida, a colega de elenco Trace Lysette acusou o ator de ter feito comentários sexuais e tentado abusar dela em ocasiões diferentes. Ambas são transexuais. Após a primeira acusação, o ator de 73 anos, que venceu dois prêmios Emmy de Melhor Ator de Série de Comédia por “Transparent”, chegou a vir a público negar “de maneira contundente e veemente” qualquer tipo de comportamento inadequado. Mas, diante da segunda denúncia, disse que sua permanência na série tinha se tornado insustentável. “Por conta da atmosfera politizada que parece ter afetado nosso set, eu não vejo como posso voltar a ‘Transparent'”, dele chegou a desabafar, em comunicado anterior. Em seu comunicado, refletindo a demissão do ator, a criadora da série disse respeitar e admirar as acusadoras de Tambor. “Eu tenho muito respeito e admiração por Van Barnes e Trace Lysette, cuja coragem em falar sobre suas experiências em ‘Transparent’ é um exemplo de liderança neste momento da nossa cultura”, disse Jill Soloway. “Nós agradecemos pelo apoio da população trans, que abraçou nossa visão para ‘Transparent’ desde a concepção da série. Ficamos de coração partido por causa da dor e do sentimento de traição que a situação delas gerou na comunidade. Vamos tomar medidas definitivas para nos certificamos de que o ambiente de trabalho reflita a segurança e a dignidade de cada indivíduo, e estamos dando passos para nos curarmos como uma família”, completou a produtora em nota à imprensa. O site da revista The Hollywood Reporter apurou que Jill Soloway teria solicitado para a Amazon um tempo maior para o desenvolvimento da 5ª temporada, visando estudar uma maneira de retirar a personagem Maura, interpretada por Tambor, da trama. A personagem de Tambor é uma transexual novata da Terceira Idade, cuja transição de gênero pega a família de surpresa – e os desdobramentos dessa mudança forneciam a premissa da série.

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  • Etc,  Série

    Jeffrey Tambor é demitido de Transparent após denúncias de assédio

    15 de fevereiro de 2018 /

    O ator Jeffrey Tambor está oficialmente fora de “Transparent”, anunciou a Amazon nesta quinta-feira (15/2). Cerca de três meses após ser acusado de assédio sexual, o protagonista da série foi demitido e não participará da 5ª temporada. A decisão foi tomada após uma investigação interna, que apurou denúncia de uma ex-assistente de Tambor, Van Barnes, feita em uma publicação no seu perfil privado do Facebook, na qual relatava comportamento inadequado por parte do ator. Logo em seguida, a colega de elenco Trace Lysette acusou o ator de ter feito comentários sexuais e tentado abusar dela em ocasiões diferentes. Ambas são transexuais. O ator de 73 anos, que venceu dois prêmios Emmy de Melhor Ator de Série de Comédia por “Transparent”, chegou a vir a público negar “de maneira contundente e veemente” qualquer tipo de comportamento inadequado. Mas, após a segunda denúncia, disse que sua permanência na série tinha se tornado insustentável. “Por conta da atmosfera politizada que parece ter afetado nosso set, eu não vejo como posso voltar a ‘Transparent'”, ele desabafou, em comunicado. Em novo comunicado, refletindo a demissão do ator, a criadora da série disse respeitar e admirar as acusadoras de Tambor. “Eu tenho muito respeito e admiração por Van Barnes e Trace Lysette, cuja coragem em falar sobre suas experiências em ‘Transparent’ é um exemplo de liderança neste momento da nossa cultura”, disse Jill Soloway. “Nós agradecemos pelo apoio da população trans, que abraçou nossa visão para ‘Transparent’ desde a concepção da série. Ficamos de coração partido por causa da dor e do sentimento de traição que a situação delas gerou na comunidade. Vamos tomar medidas definitivas para nos certificamos de que o ambiente de trabalho reflita a segurança e a dignidade de cada indivíduo, e estamos dando passos para nos curarmos como uma família”, completou a produtora em nota à imprensa. Dessa forma torta, a série mais premiada da Amazon finalmente se equiparou à série mais premiada da Netflix. “House of Cards” também perdeu recentemente seu protagonista devido a acusações de assédio sexual. A produção da Netflix exibirá sua 6ª e última temporada sem Kevin Spacey. Provavelmente, as duas séries também terão a mesma conclusão para os personagens excluídos: uma morte fora de cena. O site da revista The Hollywood Reporter apurou que Jill Soloway teria solicitado para a Amazon um tempo maior para o desenvolvimento da 5ª temporada, visando estudar uma maneira de retirar a personagem Maura, interpretada por Tambor, da trama. A personagem é uma transexual novata da Terceira Idade, cuja transição de gênero pega a família de surpresa – e esta era a premissa inteira da série.

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    Reg E. Cathey (1958 – 2018)

    10 de fevereiro de 2018 /

    Morreu o ator Reg E. Cathey, que estrelou “Quarteto Fantástico” e a série “House of Cards”. Ele faleceu em sua casa, em Nova York, nesta sexta-feira (9/2) aos 59 anos, após uma luta contra um câncer de pulmão. A notícia de sua morte foi dada por David Simon, criador da série “The Wire”, da qual Cathey também participou. Nascido no Alabama, Reginald Eugene Cathey atuou por mais de 30 anos em filmes e séries. Conhecido por sua voz profunda de barítono, ele vinha de diversas figurações quando foi escolhido por Oliver Stone para discursar numa cena do filme “Nascido em 4 de Julho” (1989), e a partir daí passou a ter cada vez mais destaque, vivendo o vilão Freeze em “O Máskara” (1994) e o legista de “Seven: Os Sete Crimes Capitais” (1995). Cathey também teve papéis importantes em “S.W.A.T.: Comando Especial” (2003), “O Operário” (2004), “A Negociação” (2012), “Um Santo Vizinho” (2014) e em “Quarteto Fantástico” (2015), no qual viveu o Dr. Franklin Storm, pai do Tocha Humana (Michael B. Jordan) e da Mulher Invisível (Kate Mara). Mas foi na TV que chamou mais atenção, primeiro como o ex-traficante transformado em carcereiro Martin Querns, na série de prisão “Oz” (entre 2000 e 2003), depois como o político Norman Wilson em “The Wire” (entre 2006 e 2008), um advogado em “Law & Order: SVU” (em 2012 e 2013), um barão vudu em “Grimm” (2013), um detetive em “Banshee” (2014) e principalmente como Freddy, dono de uma lanchonete humilde frequentada pelo futuro presidente Francis Underwood, que mesmo assim viu seu negócio falir em “House of Cards” (entre 2013 e 2016). Ele venceu o Emmy de Melhor Ator Convidado por seu papel na série em 2015. Seus últimos trabalhos televisivos foram para a série “Outcast”, na qual encarnou, por duas temporadas (2016-2017), o xerife de uma cidade tomada por demônios, e o premiado telefilme “A Vida Imortal de Henrietta Lacks” (2017), da HBO. Ele deixou dois filmes inéditos, “Flock of Four”, no qual viveu um jazzista do final dos anos 1950, e o drama indie “Tyrel”. “Não apenas um ótimo e magistral ator, mas simplesmente um dos seres humanos mais encantadores com quem compartilhei longos dias num set”, descreveu-o David Simon, no Twitter. “Sobrava-lhe de força vital, generosidade, humor, presença e talento. Amado por todos os sortudos que o conheceram e trabalharam com ele, fará muita falta”, acrescentou Beau Willimon, criador de “House of Cards”.

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  • Filme

    HBO compra filme mais elogiado do Festival de Sundance e o tira do Oscar 2019

    28 de janeiro de 2018 /

    “The Tale”, primeiro longa de ficção da documentarista Jennifer Fox, não foi premiado no Festival de Sundance 2018, mas se tornou um dos mais falados de sua programação. Tanto durante quanto depois do evento. Com 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes, seria aposta certa para o Oscar 2019, mas foi adquirido pela HBO, que o tirou da competição da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. A HBO pretende lançar “The Tale” exclusivamente na televisão. Isso o torna um filme de TV. Assim, pode disputar o Emmy, mas não o Oscar – apesar de ter sido concebido para o cinema. Além do filme, sua estrela, Laura Dern, que faz uma interpretação digna de prêmios na produção, também não poderá disputar o troféu da Academia. Ela deve vencer seu segundo Emmy consecutivo, após vencer como Melhor Atriz Coadjuvante de Telefilme ou Minissérie por “Big Little Lies”. Em “The Tale”, ela vive uma mulher que se vê forçada a reexaminar seu primeiro relacionamento sexual e as histórias que contou para si mesma com o intuito de sobreviver a seus traumas. A trama denuncia abuso infantil e a dificuldade para se acreditar nas vítimas. Além de Laura Dern, o elenco ainda conta com Elizabeth Debicki (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”), Ellen Burstyn (“Interestelar”), Jason Ritter (série “Kevin (Probably) Saves the World”), Frances Conroy (série “American Horror Story”) e o rapper Common (“Selma”). A aquisição do filme pela HBO consolida uma mudança de paradigma no Festival de Sundance, após a Netflix já ter comprado o vencedor do ano passado, “Já Não me Sinto em Casa Nesse Mundo”, que desapareceu em sua programação.

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  • Música

    Dominic Frontiere (1931 – 2017)

    24 de dezembro de 2017 /

    Morreu Dominic Frontiere, compositor de temas clássicos de séries televisivas, como “Quinta Dimensão”, “A Noviça Voadora” e “Patrulha do Deserto”. Ele faleceu aos 86 anos na quinta-feira (21/12) em Tesuque, Minnesota, mas só agora a notícia chegou à imprensa americana. Frontiere marcou época como compositor televisivo entre os anos 1960 e 1980, sendo responsável por centenas de horas de músicas inesquecíveis. Além de trabalhar em séries, ele também criou trilhas para muitos filmes do período. A carreira do músico, nascido em Connecticut em 17 de de junho de 1931, incluiu ainda passagens pela big band de Horace Heidt, no final da década de 1940, e um disco solo cultuadíssimo de 1959, “Festival Pagano”, considerado um clássico do gênero conhecido como exotica. Ele se mudou para Hollywood no início da década de 1950, ao ser contratado por Alfred Newman, então diretor musical da 20th Century Fox, para trabalhar como músico na orquestra do estúdio. Os dois forjaram grande amizade e Newman incentivou Frontiere a começar a compor no começo dos anos 1960. Ao fazer sua terceira trilha, para a comédia “Eu, Ela e o Problema” (1961), Frontiere encontrou outro parceiro importante, o roteirista e produtor Leslie Stevens, que em 1962 o convocou para compor o tema de sua primeira produção televisiva: o western “Stoney Burke”, estrelado por Jack Lord (o futuro Steve McGarrett de “Havaí 5-0”). Mas foi a segunda série da parceria, “Quinta Dimensão” (The Outer Limits), que determinou o rumo da carreira do compositor. A música da abertura era bastante experimental, criando “white noise” e ambiências para sugerir que a TV estava fora do ar – “Não há nada de errado com sua TV”, alertava a narração – , alimentando um clima crescente de mistério e tensão. Vieram outras séries que ajudaram a definir a época, como “Os Invasores”, “Noviça Voadora”, “Patrulha do Deserto”, “Cavalo de Aço”, “Que Garota”, “Os Audaciosos”, “O Imortal”, “Missão Heroica”, “Controle Remoto” e “Vega$”. Ele também compôs a trilha do western “A Marca da Forca” (1968), primeiro western americano de Clint Eastwood, e conseguiu a proeza de manter o nível estabelecido por Ennio Morricone na trilogia spaghetti do ator. A façanha fez com que John Wayne o convidasse a orquestrar seu especial televisivo de cunho patriótico, “Swing Out, Sweet Land” (1970), que rendeu um Emmy para Frontiere e uma nova amizade importante em sua carreira. A parceria acabou se estendendo a mais três filmes de Wayne: “Chisum, Uma Lenda Americana” (1970), “Os Chacais do Oeste” (1973) e “A Morte Segue Seus Passos” (1975). O compositor continuou fazendo trilhas diversas para filmes de ação e comédia e até venceu o Globo de Ouro pela música do cultuadíssimo thriller “O Substituto” (1980), de Richard Rush. Mas sua trajetória foi bruscamente interrompida em 1986, quando foi sentenciado a um ano de prisão por sonegação fiscal, efeito colateral de seu casamento com a enrolada proprietária do time de futebol americano Los Angeles Rams. Além de trilhas de cinema, ele também produziu discos de Gladys Knight, Dan Fogelberg, Chicago e The Tubes, até encerrar a carreira com a composição do filme “A Cor da Noite” (1994), que lhe rendeu nova indicação ao Globo de Ouro. Relembre abaixo 15 temas e trilhas da carreira de Dominic Frontiere.

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  • Série

    4ª temporada de Black Mirror tem trecho revelado por Jodie Foster

    20 de dezembro de 2017 /

    O jornal britânico The Daily Express divulgou em primeira mão um trecho de “ArkAngel”, episódio da 4ª temporada de “Black Mirror”, dirigido por Jodie Foster (“Jogo do Dinheiro”). A própria atriz-cineasta disponibilizou o vídeo, que mostra a personagem de Rosemarie DeWitt (“Poltergeist: O Fenômeno”) como uma mãe paranoica, que levando sua filha para ter um chip de localização implantado. Foster disse ao jornal que a história, escrita pelo criador da série Chalie Brooker, não se limita à tecnologia e se foca nos “detalhes complicados” de uma ligação mãe e filha. “Esta é uma história de mãe e filha, de uma mãe que gostaria de manter seu filho seguro”, ela resumiu. A diretora detalhou melhor a trama em entrevista recente ao programa “The Late Show”. “A mãe tem todas as paranoias que os pais têm, e encontra esse dispositivo que lhe permite encontrar uma forma de manter sua filha segura, mas isso pode requerer um implante. Ela vai com tudo”. Os novos episódios de “Black Mirror” serão disponibilizados pela Netflix no dia 29 de dezembro.

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  • Série

    Série sobre os assassinatos de Tupac e Notorious B.I.G. ganha trailer completo

    16 de dezembro de 2017 /

    O canal pago americano USA Network divulgou o trailer completo de “Unsolved: The Murders of Tupac and The Notorious B.I.G.”, série policial que irá investigar os assassinatos dos rappers Notorious B.I.G. e Tupac Shakur. A trama é baseada na investigação real do ex-detetive do Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD) Greg Kading, autor do livro “Murder Rap: The Untold Story of Biggie Smalls & Tupac Shakur Murder Investigations”, e tem roteiro de Kyle Long (da série “Suits”). A direção, por sua vez, é de Anthony Hemingway, que venceu o Emmy por seu trabalho em outra série limitada sobre um crime real: “American Crime Story: O Povo contra O.J. Simpson”. O elenco inclui Josh Duhamel (“Transformers: O Último Cavaleiro”), Jamie McShane (série “Bloodline”), Brent Sexton (série “The Killing”) e Jimmi Simpson (série “Westworld”) como detetives, Luke James (minissérie “The New Edition Story”) como P. Diddy, o estreante Wavyy Jonez como B.I.G. e Marcc Rose como Tupac, repetindo o papel que ele viveu no filme “Straight Outta Compton: A História do N.W.A.”. Tupac Shakur morreu no dia 13 de setembro de 1996, em Las Vegas, no auge do sucesso, quando era um dos principais rappers da Costa Oeste norte-americana. Na época, havia uma disputa ferrenha entre rappers da California e de Nova York, que envolvia até criminosos que os apoiavam – um deles, Suge Knight, era o dono da gravadora de Tupac. Seis meses depois veio o troco, com o assassinato de Biggie Smalls (Notorious B.I.G.) no dia 9 de março de 1997, executado em Los Angeles também no ápice da carreira e da mesma forma que o rival: com tiros disparados contra seu carro. Esta história já foi apresentada nos filmes “Notorious B.I.G.: Nenhum Sonho é Grande Demais” (2009) e em “All Eyez On Me”, cinebiografia de Tupac ainda inédita no Brasil. Além disso, Johnny Depp vai estrelar o filme “LAbyrinth”, que tem a mesma premissa de “Unsolved”. Com 10 episódios, a série estreia em 27 de fevereiro nos Estados Unidos.

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  • Série

    4ª temporada de Black Mirror ganha trailer completo e data de estreia na Netflix

    6 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou a data de estreia da 4ª temporada de “Black Mirror”, num trailer que reúne cenas dos seis novos episódios da produção. O vídeo com o panorama do conteúdo e a data do lançamento chega após a plataforma de streaming divulgar os episódios da temporada individualmente, com trailers e pôsteres criados para cada um dos capítulos: “Arkangel”, dirigido por Jodie Foster (“Jogo do Dinheiro”), “Crocodile”, de John Hillcoat (“Os Infratores”), “Black Museum”, de Colm McCarthy (“Melanie – A Última Esperança”), “Hang the DJ”, de Timothy Van Patten (das séries “Game of Thrones” e “Boardwalk Empire”), “Metalhead”, de David Slade (“30 Dias de Noite”) e “USS Callister”, de Toby Haynes (série “Doctor Who”). Todos os capítulos são escritos por Charlie Brooker, o criador da série. Vale lembrar que a Academia da Televisão dos Estados Unidos considerou um episódio isolado da 3ª temporada, “San Junipero”, como o Melhor Telefilme do ano! A 4ª temporada de “Black Mirror” estreia em 29 de dezembro.

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  • Série

    4ª temporada de Black Mirror revela o trailer de sua sátira de Star Trek

    5 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer, o pôster e quatro fotos de mais um episódio da 4ª temporada de “Black Mirror”. Trata-se de “USS Callister”, episódio que parodia a série “Star Trek”, ao acompanhar as aventuras de uma tripulação espacial. A direção é de Toby Haynes, que já comandou episódios de “Doctor Who” e a minissérie de fantasia “Jonathan Strange & Mr Norrell”. O elenco destaca Jesse Plemons (série “Fargo”), Cristin Milioti (série “How I Met Your Mother”), Jimmi Simpson (série “Westworld”), Michaela Coel (série “The Aliens”) e Billy Magnussen (série “Get Shorty”). Este é o sexto e último trailer de episódio individual divulgado pela Netflix, após prévias de “Arkangel”, dirigido por Jodie Foster (“Jogo do Dinheiro”), “Crocodile”, de John Hillcoat (“Os Infratores”), “Black Museum”, de Colm McCarthy (“Melanie – A Última Esperança”), “Hang the DJ”, de Timothy Van Patten (das séries “Game of Thrones” e “Boardwalk Empire”), e “Metalhead”, de David Slade (de “30 Dias de Noite” e das séries “Hannibal” e “American Gods”). Todos os capítulos são escritos por Charlie Brooker, o criador da série. A divulgação optou por destacar episódios individuais em vez de focar a temporada inteira, após a surpresa do prêmio Emmy 2017. Este ano, a Academia da Televisão dos Estados Unidos considerou um episódio isolado da 3ª temporada, “San Junipero”, como o Melhor Telefilme do ano! A 4ª temporada de “Black Mirror” terá ao todo seis episódios e ainda não possui previsão de estreia.

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