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    Clint Eastwood vira cowboy do asfalto em A Mula

    27 de abril de 2019 /

    Clint Eastwood construiu boa parte da sua carreira em cima da figura do cowboy solitário. Filmes como a trilogia dos dólares ajudaram a estabelecer essa aura em torno do ator. Embora o gênero de western tenha passado por um revisionismo, do qual o próprio Eastwood participou – com o ótimo “Os Imperdoáveis” –, a iconografia do cowboy permanece no nosso imaginário até hoje. Em “A Mula”, seu mais recente trabalho como ator e diretor, Clint Eastwood oferece uma nova revisão do gênero, removendo o vaqueiro do velho oeste e colocando-o nas estradas asfaltadas. Escrito por Nick Schenk (de “Gran Torino”) com base numa história real, o roteiro acompanha Earl (Eastwood), um florista veterano cuja vida foi gasta na estrada, vendendo seus produtos para clientes regulares e participando de convenções, das quais normalmente sai premiado. Earl se sente à vontade nesses ambientes. Ele caminha sorridente pelos corredores, conversa com todo mundo e todos querem conversar com ele. E no bar, é ele quem paga as bebidas. Em contrapartida, sua família precisou se acostumar com a sua ausência. Ele perdeu aniversários, casamentos e outros eventos importantes. Criou um ressentimento grande em todos os seus familiares, com exceção da neta Ginny (Taissa Farmiga), a única com quem ainda mantém contato. Como um tubarão, Earl precisa se manter em constante movimento. E enxerga a família como uma ancora cujo único intuito é mantê-lo em um único lugar, matando-o aos poucos. As semelhanças entre o protagonista de “A Mula” e os demais personagens interpretados por Eastwood são visíveis. Tanto os vaqueiros durões do velho oeste quanto o florista idoso buscam a solidão. E assim como aconteceu com o cowboy quando a lei chegou ao Oeste, não há mais lugar para este florista analógico em um mundo digital. Tudo muda quando um conhecido da sua neta lhe faz uma proposta. Interessado no fato de Earl nunca ter tido uma multa, o sujeito lhe indica alguém disposto a pagá-lo apenas para dirigir. Mais especificamente, para transportar grandes carregamentos de drogas. Da mesma maneira como o cowboy cansado das matanças não hesitava em puxar o gatilho mais uma vez, o florista não pensa duas vezes antes de entrar na sua camionete e pegar a estrada, usando a necessidade de sustentar a família como justificativa para tal. Sua real motivação, porém, é outra. Antes afundado em dívidas e despejado da sua casa, ele encontra no transporte de drogas uma forma de retomar a sua antiga glória. Torna-se uma mula para o cartel, e toma gosto por isso. Agora, Earl recebe agradecimentos por ter reformado o salão de festas da sua comunidade, e pode pagar pelo casamento e pelos estudos da neta. Mantém-se, portanto, a alcunha do sujeito heroico que salva a cidade e cavalga em direção ao pôr-do-sol. A imensidão desértica do velho oeste é substituída por uma estrada reta e asfaltada. Embora Earl faça caminhos diferentes, a jornada sempre converge ao mesmo local (um hotel onde ele entrega sua encomenda e recebe o pagamento). A rotina da mula é repetitiva, assim como a do cowboy. Mas o cowboy era jovem. E a mula é velha. Por mais que tente arrancar resquícios de virilidade de seu personagem (colocando-o a participar não de um, mas de dois ménage a trois), Eastwood encarna bem a figura do velhinho simpático e supostamente alheio ao seu entorno. Algumas mudanças na sua personalidade, porém, são bem-vindas. Agora, ele acolhe os estrangeiros, em vez de enfrenta-los. Até trabalha para um. E mesmo apresentando sinais de racismo, mostra-se disposto a aprender e a mudar. O mesmo não pode ser dito dos policiais. Estes continuam a propagar os estereótipos, parando apenas as pessoas que eles consideravam mais suspeitas, ou seja, imigrantes e minorias. Por ser alguém acima de qualquer suspeita, Earl viaja tranquilamente. Eastwood procura manter a câmera próxima de si na maior parte do tempo, causando uma cumplicidade entre público e protagonista. Sua atuação, aliás, é o ponto alto do filme. De resto, o longa é bastante esquemático na sua execução. Há pouco desenvolvimento dos personagens coadjuvantes. Estes funcionam única e exclusivamente em função do protagonista (o agente interpretado por Bradley Cooper chega a mencionar a esposa em certo momento, mas esta nunca aparece). O roteiro também aposta em muitas coincidências para movimentar a trama, como o fato de Earl ter desviado do caminho justo quando a polícia o esperava. Apesar dos problemas, a mensagem fica intacta: nunca é tarde demais para aprender com seus erros e mudar. Este é o ensinamento trazido pela maturidade de Eastwood. E é a diferença entre Earl, o cowboy do asfalto, e os outros personagens do passado do ator/cineasta Clint Eastwood.

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  • Série

    A Rainha do Sul: Alice Braga domina Nova Orleans no trailer da 4ª temporada

    19 de abril de 2019 /

    O canal pago americano USA divulgou o trailer da 4ª temporada de “A Rainha do Sul” (Queen of the South), série criminal estrelada pela brasileira Alice Braga. Ela interpreta a rainha do título, Tereza Mendoza, que aos poucos passa a dominar o tráfico nos Estados Unidos. A prévia mostra que, após México, Dallas e a ilha de Malta, na Europa, a nova temporada vai se passar em Nova Orleans, onde a traficante vai expandir seu império. Teresa terá ao seu lado o trio de capangas formado na temporada anterior, que inclui o mercenário Javier Jimenez (Alfonso Herrera, de “Sense8”), o traficante de armas King George (Ryan O’Nan, de “Ray Donovan”) e o leal escudeiro Pote Galvez (Hemky Madera, de “Weeds”). Já os antagonistas da 4ª temporada serão o Juiz Cecil Lafayette (David Andrews, de “The Shooter”) e o traficante Raul “El Gordo” Rodriguez (Pêpê Rapazote, de “Narcos”), um cubano que veio de Miami e tem ligações com os criminosos mais temidos da Costa Leste. No ano passado, a série se consolidou como o drama de maior audiência do canal USA, à frente de “Suits” e “The Sinner”. E com um detalhe: sua média de 1,13 milhão de telespectadores por episódio foi praticamente a mesma da temporada de estreia, numa manutenção contínua de interesse do público. Vale lembrar que a atração é um remake da novela colombiana “La Reina Del Sur” (“A Rainha do Tráfico” no Brasil), e foi desenvolvida pelos roteiristas M.A. Fortin e Joshua John Miller, ambos do divertido e premiado “Terror nos Bastidores” – Melhor Roteiro do Festival de Stiges – , lançado direto em DVD no Brasil. A estreia dos novos episódios está marcada para 6 de junho. No Brasil, “A Rainha do Sul” é exibida pelo canal TNT Séries e tem as duas primeiras temporadas disponíveis na Netflix.

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  • Série

    Euphoria: Série dramática estrelada por Zendaya ganha teaser legendado

    11 de abril de 2019 /

    A HBO divulgou o primeiro teaser legendado de “Euphoria”, série dramática adolescente estrelada por Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que tem entre seus produtores o rapper Drake. A prévia exalta o clima sombrio da produção, com narração da própria Zendaya, e revela a data da estreia. “Euphoria” adapta uma polêmica série israelense de mesmo nome, descrita por Francesca Orsi, vice-presidente sênior da HBO, como um “encontro de ‘Kids’ com ‘Trainspotting'”. Ou seja, bem diferente das atrações que projetaram Zendaya na TV – “No Ritmo” (2010-2013) e “Agente K.C.” (2015-2018), ambas do Disney Channel. A adaptação foi feita por Sam Levinson, diretor e roteirista de “Assassination Nation”, sensação do Festival de Sundance de 2018 sobre a fúria da juventude da era digital. Zendaya vive Rue, uma personagem de 17 anos – isto é, quatro anos mais nova do que a atriz na vida real – que é viciada em drogas. Ela vai integrar o grupo principal de estudantes de ensino médio da trama, que “tentam navegar um mundo de drogas, sexo, identidade, trauma, mídias sociais, amor e amizade”. Na atração, a atriz contracena com Eric Dane (ex-“Grey’s Anatomy” e “The Last Ship”) e um punhado de adolescentes famosos, como Sydney Sweeney (série “Everything Sucks!”), Storm Reid (“Uma Dobra no Tempo”), Maude Apatow (de “Bem-Vindo aos 40” e filha de Judd Apatow), Jacob Elordi (“A Barraca do Beijo”), Lukas Gage (“Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi”), Brian “Astro” Bradley (“Terra para Echo”) e McKenna Roberts (“Arranha-Céu: Coragem sem Limites”), que será a versão criança de Rue. “Euphoria” é a segunda atração israelense que a HBO adapta para os Estados Unidos. A primeira foi “BeTipul”, que foi batizada de “In Treatment” (2008-2010). Esta série também teve uma versão brasileira, chamada de “Sessão de Terapia” (2012-2014) e exibida no canal pago GNT. A estreia de “Euphoria” está marcada para 16 de junho no Brasil, mesma data do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    High Maintenance é renovada para a 4ª temporada

    19 de março de 2019 /

    O canal pago americano HBO anunciou a renovação da série de comédia “High Maintenance” para a 4ª temporada, dois dias após exibir o último episódio de seu terceiro ano. Criada e estrelada por Ben Sinclair (“Irmãs”), a série gira em torno um traficante de maconha do Brooklyn e de suas visitas a diferentes clientes com as mais diversas neuroses. Sinclair concebeu “High Maintenance” com sua esposa, Katja Blichfeld (diretora de casting de “30 Rock”), como uma websérie, que foi produzida entre 2012 e 2015, antes de chegar à TV em 2016. E não mudou muito o formato na transição. Graças a isso, a produção é uma das mais baratas do canal, mas também uma das mais aclamadas, com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes. A encomenda da 1ª temporada foi bastante curta, de apenas seis episódios, todos escritos e dirigidos pelo casal. Mas a 2ª já foi estendida para 10 episódios, enquanto a 3ª teve nove capítulos. A 4ª temporada deve ser exibida no início de 2020.

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  • Filme

    Querido Menino realiza um retrato honesto do vício nas drogas

    21 de fevereiro de 2019 /

    Se há um adjetivo que cabe para o filme “Querido Menino”, dirigido por Felix Van Groeningen (“Alabama Monroe”), é honesto. É um trabalho que foca na dependência química de drogas na adolescência, a partir do livro de memórias de um pai, que viveu esse drama, e também do livro do filho, que foi o protagonista da situação. O fato de combinar duas narrativas complementares, a do pai, David Sheff, e a do filho, Nic Sheff, cria algum ruído na comunicação. No entanto, a combinação das duas visões torna o problema exposto muito autêntico, verdadeiro. A trajetória do pai, sempre muito presente na vida do filho – que acaba por desconhecê-lo e de não ser mais capaz de ajudá-lo, gerando uma angústia brutal – , é algo vivido intensamente pelos familiares do dependente. No filme, a mãe e os irmãos sofrem igualmente. Não há quem possa ficar ileso à situação. Pode contribuir, porém, entender a droga, o prazer que ela traz e a consequente busca permanente por maiores doses, tentando desfrutar de novo daquele prazer inicial. Entender de que droga se está falando é igualmente importante. No caso, o que dominava era a metanfetamina, que acabou sendo a responsável pelos maiores estragos na vida do jovem. Mas ele passou por quase todas as drogas disponíveis, na busca desse prazer. E depois, para não ter de viver a dor, o desprazer da síndrome de abstinência, na ausência da droga. É isso que acaba produzindo uma ciranda interminável de consumo de psicoativos, indo de um a outro, dependendo das circunstâncias de vida, das necessidades do momento e da disponibilidade dos produtos. Percebe-se como tudo isso é misterioso, tanto para o consumidor, quanto para os que o veem de fora. Como é possível a um pai esclarecido, de ótimo nível educacional e intelectual, desconhecer essa ciranda toda, a ponto de só agir quando a coisa já passou dos limites? Como é possível que um jovem experimente de tudo, no impulso, sem nunca usar sua inteligência e capacidade de discernimento para tentar algum controle sobre a situação? Como é difícil ajudar assim, e mais: como é difícil que o dependente admita que precisa de apoio, tanto das pessoas próximas quanto de especialistas. Todas essas questões “Querido Menino” suscita e, nesse sentido, é um filme que colabora bastante para que se conheça melhor o problema. O que ajuda, também, é o tom adotado na trama. Optou-se pela intensidade dramática baixa, apesar da gravidade do assunto. Isso produz reflexão. Há momentos em que o envolvimento emocional nubla a possibilidade de compreensão. Dois ótimos atores, Steve Carell (“A Guerra dos Sexos”), o pai, e Timothée Chalamet (“Me Chame pelo Seu Nome”), o filho, com seus desempenhos precisos e contidos, trazem para o espectador a verdadeira dimensão do problema. Sem desespero, escândalo ou apelo melodramático, tudo fica mais claro e a porta de saída parece finalmente se abrir. Essa é a realidade da maioria dos casos dos que não sucumbiram diante da vida e sobreviveram a esse pesadelo. É dificílimo e demorado. Mas é possível. “Querido Menino” trilha esse caminho mais equilibrado enquanto cinema e faz um trabalho relevante. E honesto.

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  • Etc

    Ator de As Visões de Raven diz que é filho de Michael Jackson e é internado

    22 de dezembro de 2018 /

    O ator Orlando Brown, que viveu Eddie Thomas nos 100 de episódios da série “As Visões de Raven” da Disney, sofreu uma intervenção de amigos e familiares. A história foi revelada no programa televisivo do Dr. Phil McGraw. Brown passou a dizer que era filho de Michael Jackson. Não apenas isso, tentava buscar na justiça parte da herança do cantor, falecido em 2009. “O Michael Jackson é o meu pai e eu sou dono de Neverland”, afirmou o ator ao Dr. Phil, apresentador norte-americano. Veja abaixo um trecho do programa, em que ele faz a afirmação. Usando lentes de contato que simulam olhos de cobra, Brown não conseguiu explicar porque tinha certeza disso. Mas mostrou-se confuso em várias afirmações, ao falar que tinha quatro filhos sem saber o nome deles e embaralhando idades. Logo depois, amigos revelaram o que estava acontecendo com o ex-ator da Disney. “O Orlando precisa de ajuda, ele tem problemas psicológicos, as pessoas estão se distanciando dele e as chances de recuperação dele estão chegando ao fim”, afirmou o ex-empresário do ator ao apresentador. Recentemente, Brown foi preso ao tentar trocar fechaduras do restaurante de um amigo, sem a permissão dele, em Los Angeles. “Ele está queimando tantas pontes que ninguém mais quer lidar com ele. Se você não puder ajudar, ele não tem chance ”, disse o amigo ao apresentador do talk show. Depois da aparição no programa, Orlando Brown teria sido internado. Segundo informou o próprio Dr. Phil, ele já estaria fazendo progressos para recuperar sua sanidade mental. A série “As Visões da Raven” ganhou uma continuação recente sem o personagem do ator. Intitulada “A Casa da Raven”, a nova série reencontra a personagem Raven Baxter (Raven-Symoné) já adulta e mãe solteira de um casal de gêmeos, dividindo seu apartamento com a melhor amiga Chelsea (Anneliese van der Pol) e o filho dela.

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  • Filme

    Taylor Kitsch viverá traficante em nova série da HBO

    1 de dezembro de 2018 /

    O ator Taylor Kitsch (“Waco”) vai voltar a estrelar uma série do canal pago HBO, após participar da 2ª temporada de “True Detective”. Ele será o protagonista e co-produzirá uma nova atração criada por John Barcheski (roteirista de “Sons of Anarchy”), sobre um traficante envenenado por uma “safra” ruim de drogas, que o deixa em estado vegetativo. Hospitalizado, ele descobrirá que sua condição não foi resultado de um acidente e que alguém muito próximo estava tentando matá-lo. Segundo a sinopse oficial, a história incluirá flashbacks, que se alternarão com o calvário dele nos dias atuais. O piloto da série terá direção de Matt Shakman (de “Game of Thrones”).

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  • Filme

    Querido Menino: Timothée Chalamet enfrenta o vício das drogas em trailer dramático

    23 de novembro de 2018 /

    O Studiocanal divulgou o trailer britânico de “Querido Menino” (Beautiful Boy), novo drama indie americano estrelado pelo jovem Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”). A prévia mostra o ator como um viciado que se afunda diante dos olhos do pai impotente, que tenta de tudo para salvá-lo. Estreia do cineasta belga Felix van Groeningen (Alabama Monroe) num filme falado em língua inglesa, o filme é baseado em fatos reais, nas memórias de David e Nic Sheff, pai e filho que lutaram para vencer o vício das drogas durante anos. A adaptação foi roteirizada por Groeningen e Luke Davies (de “Lion”). O papel do pai é vivido por Steve Carell (“Foxcatcher”) e o elenco também inclui Maura Tierney (série “The Affair”) e Amy Ryan (“Goosebumps”). O filme já estreou em circuito limitado nos Estados Unidos, sem virar queridinho da crítica como se esperava (69% no Rotten Tomatoes), mas só terá lançamento no Brasil em 14 de fevereiro.

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    A Mula: Clint Eastwood vira traficante no trailer legendado de sua volta à atuação

    19 de outubro de 2018 /

    A Warner divulgou o trailer legendado de “A Mula” (The Mule), que marca a volta de Clint Eastwood à atuação. O astro de 88 anos de idade não atuava desde “Curvas da Vida”, em 2012. Ele também é o diretor do filme, sobre um veterano idoso da 2ª Guerra Mundial que foi preso pela DEA (Agência Americana Antidrogas) por transportar drogas para um conhecido cartel mexicano – uma quantidade de cocaína avaliada em US$ 3 milhões – pelas estrados dos Estados Unidos em sua antiga caminhonete. A história é real e chega às telas encenada por grande elenco, em clima de suspense criminal. Para contracenar com Eastwood, o filme reúne Bradley Cooper (“Sniper Americano”), Laurence Fishburne, Michael Peña (ambos de “Homem Formiga e a Vespa”), Dianne Wiest (“Life in Pieces”), Taissa Farmiga (“American Horror Story”), Clifton Collins Jr. (“Westworld”), Victor Rasuk (“Jack Ryan”), Manny Montana (“Good Girls”) e Andy Garcia (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”). A estreia está marcada para 14 de fevereiro no Brasil, dois meses exatos após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Julia Roberts vive mãe de filho viciado em trailer de drama exasperante

    12 de outubro de 2018 /

    O estúdio indie Roadside Attractions divulgou o trailer de “Ben Is Back”, que mostra Julia Roberts (“Extraordinário”) na pele de uma mãe que tem que lidar com o inesperado retorno do filho (Lucas Hedges, de “Manchester à Beira-Mar”) em uma manhã de Natal. Isto porque Ben, de apenas 19 anos, tem um passado difícil como usuário de drogas. E sua volta arrasta sua mãe para um drama exasperante, quando traficantes resolvem lhe cobrar uma dívida. Segundo a sinopse, o drama se desenrola durante 24 horas e testa “o amor incondicional de uma mãe, que faz de tudo para proteger seu filho”. “Ben is Back” tem roteiro e direção de Peter Hedges, pai de Lucas Hedges, que assina seu primeiro filme dramático, após dirigir as comédias agridoces “Do Jeito que Ela é” (2003), “Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada” (2007) e “A Estranha Vida de Timothy Green” (2012). O elenco também conta com Kathryn Newton (de “Supernatural”), Courtney B. Vance (“American Crime Story”), Tim Guinee (“Elementary”) e a modelo Candace Smith (“America’s Next Top Model”). O filme teve première no Festival de Toronto, onde arrancou elogios da crítica, e estreia nos Estados Unidos em 7 de dezembro, a tempo de concorrer ao Oscar 2019. Ainda não há previsão de estreia no Brasil.

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    Netflix renova Ozark para a 3ª temporada

    10 de outubro de 2018 /

    A Netflix renovou “Ozark”, série criminal estrelada e dirigida por Jason Bateman, para sua 3ª temporada. Criada por Bill Dubuque (roteirista de “O Contador”) e Mark Williams (diretor de “Um Homem de Família”), “Ozark” acompanha a família formada pelo contador Marty (Bateman), sua mulher (Laura Linney, de “Sully: O Herói do Rio Hudson”) e seus filhos, que se mudam para uma região remota dos Estados Unidos quando ele se envolve com um cartel do narcotráfico mexicano. O elenco também inclui Skylar Gaertner (o jovem Matt Murdock de “O Demolidor”) e Sofia Hublitz (série “Louie”) como os filhos do casal, além de Julia Garner (“The Americans”) como uma criminosa local que se associa a Marty. “Eu estou feliz por mim, mas preocupado com Marty. É oficial, a 3ª temporada de ‘Ozark’ está a caminho”, escreveu o produtor, astro e diretor Jason Bateman em seu Twitter, referindo-se no texto a seu personagem. A atração tem agradado à crítica, crescendo sua aprovação de 68% para 71% nas duas temporadas já exibidas, de acordo com a medição do site Rotten Tomatoes. I'm happy for me, but concerned for Marty – it's official OZARK 3 is on its way. pic.twitter.com/xeGXZxfrjB — Jason Bateman (@batemanjason) 10 de outubro de 2018

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    Clint Eastwood vira traficante idoso no trailer de sua volta à atuação

    4 de outubro de 2018 /

    A Warner divulgou o primeiro trailer de “The Mule”, que marca a volta de Clint Eastwood à atuação. O astro de 88 anos de idade não atuava desde “Curvas da Vida”, em 2012. Ele também é o diretor do filme, sobre um idoso de 90 anos, veterano da 2ª Guerra Mundial, que foi preso pela DEA (Agência Americana Antidrogas) por transportar drogas para um conhecido cartel mexicano – uma quantidade de cocaína avaliada em US$ 3 milhões – através de Michigan em sua antiga caminhonete. A história é real e encenada por um elenco fabuloso em clima de suspense criminal. Para contracenar com Eastwood, o filme reúne Bradley Cooper (“Sniper Americano”), Laurence Fishburne, Michael Peña (ambos de “Homem Formiga e a Vespa”), Dianne Wiest (“Life in Pieces”), Taissa Farmiga (“American Horror Story”), Clifton Collins Jr. (“Westworld”), Victor Rasuk (“Jack Ryan”), Manny Montana (“Good Girls”) e Andy Garcia (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”). A estreia está marcada para 14 de dezembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    A Rainha do Sul: Série estrelada por Alice Braga é renovada para a 4ª temporada

    1 de outubro de 2018 /

    O canal pago americano USA Network anunciou a renovação da série “A Rainha do Sul” (Queen of the South), estrelada pela brasileira Alice Braga. A atração vai para sua 4ª temporada, com previsão de exibição para 2019. “A Rainha do Sul” tem uma das audiências mais estáveis da TV paga americana. Desde a estreia e ao longo de três anos de exibição, mantém o mesmo público cativo: cerca de 1,2 milhão de telespectadores ao vivo. Mas a série voltará com mudanças em seus bastidores. Houve uma troca de showrunners: Natalie Chaidez (criadora de “Hunters”), que conduzia a série desde o segundo ano, foi substituída pelos promovidos Dailyn Rodriguez e Benjamin Daniel Lobato, que já faziam parte da equipe de roteiristas. A atração é baseada no livro homônimo de Arturo Pérez-Reverte (roteirista do terror “O Último Portal”) e já tinha sido levada às telas na novela colombiana “La Reina Del Sur” (2011). A adaptação foi desenvolvida pelos roteiristas M.A. Fortin e Joshua John Miller, mais conhecidos pelo divertido e premiado “Terror nos Bastidores” – Melhor Roteiro do Festival de Stiges de 2015 – , lançado direto em DVD no Brasil. A trama segue Teresa Mendoza (Braga), que começa a história como uma fugitiva do cartel de drogas mexicano, mas logo se estabelece como líder de sua própria organização criminosa, disposta a enfrentar aqueles que a fizeram temer por sua vida. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Space e pela Netflix.

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