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  • Música

    Lion: Novo trailer do drama premiado destaca música tema de Sia

    25 de novembro de 2016 /

    A TWC (The Weistein Company) divulgou um novo trailer de “Lion”, drama premiado no Festiva de Toronto e cotado ao Oscar, destacando a música tema, “Never Give Up”, da cantora Sia. O drama adapta o best-seller “A Long Way Home”, de Saroo Brierley, por sua vez inspirado na vida real do autor. A trama acompanha um irreconhecível Dev Patel (“O Exótico Hotel Marigold”) como um jovem indiano adotado por uma família branca, que tem poucas lembranças de sua infância em Calcutá, onde se separou do irmão, viu-se perdido e precisou mendigar, até ser resgatado pelo casal vivido por Nicole Kidman (“As Aventuras de Paddington”) e David Wenham (“300: A Ascensão do Império”) e levado para viver com eles na Austrália, aos cinco anos de idade. Parte da história é contada por meio de flashbacks, como no filme que consagrou Patel, “Quem Quer Ser Um Milionário?” (2008), enquanto o protagonista resolve usar o Google Earth para reencontrar sua família biológica, partindo numa jornada em busca de suas raízes. O elenco ainda inclui Rooney Mara (“Peter Pan”) como a namorada do protagonista. O filme marca a estreia como diretor de cinema de Garth Davis, que comandou a premiada minissérie “Top of the Lake”. O roteiro foi escrito por Luke Davies (“Life: Um Retrato de James Dean”). O lançamento aconteceu nesta sexta (25/11) nos EUA, mas o filme só chegará em fevereiro aos cinemas do Brasil.

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  • Filme

    Trailer de drama indie traz atriz de Game of Thrones como menina de rua

    25 de novembro de 2016 /

    A Electric Entertainment divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Book of Love”, drama indie estrelado por Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”) e Maisie Williams (série “Game of Thrones”). A prévia, como virou tendência, conta toda a história, mostrando Sudeikis como um arquiteto viúvo que, isolando-se em depressão, ainda conversa com a esposa morta (vivida por Jessica Biel, de “O Vingador do Futuro”). Uma dessas conversas o leva a ajudar uma menina de rua (Maisie), que vive recolhendo peças do seu lixo. Os dois se aproximam, a princípio relutantemente, no projeto de construção de um barco, que serve também para que ambos superem seus problemas pessoais. The end. O filme foi escrito e dirigido por Bill Purple, que estreia em longa-metragem após dirigir diversas sitcoms (“New Girl”, “Fresh off the Boat”, “Superstore”, etc.). A estreia está marcada para 13 de janeiro nos EUA.

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  • Filme

    Fences: Drama dirigido e estrelado por Denzel Washington ganha novo trailer

    25 de novembro de 2016 /

    A Paramount Pictures divulgou o pôster e o segundo trailer de “Fences”, drama dirigido e estrelado por Denzel Washington (“Sete Homens e um Destino”). A prévia destaca a performance dramática do ator e de Viola Davis (“Esquadrão Suicida”), no papel de sua esposa, que podem emplacar indicações ao Oscar. Baseado na premiada peça de August Wilson, a trama já rendeu aos dois atores os prêmios Tony (o Oscar do teatro) em 2010. A trama traz Washington como um pai de família na década de 1950, um lixeiro urbano assombrado por seu sonho irrealizado de se tornar um astro do beisebol, e que busca desestimular a aspiração esportiva do filho numa época marcada pela segregação. Denzel já dirigiu dois filmes antes de encarar o texto de Wilson, que é considerado um clássico do teatro americano: as cinebiografias “Voltando a Viver” (2002) e “O Grande Desafio” (2007). O próprio Wilson assinou o roteiro da adaptação, que tem estreia marcada para 25 de dezembro nos EUA e ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.  

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  • Filme

    Robert De Niro é comediante decadente em trailer de drama que ele queria filmar há anos

    23 de novembro de 2016 /

    A Sony Pictures Classics divulgou o primeiro trailer de “The Comedian”, um dos projetos mais estimados do ator Robert De Niro (“Um Senhor Estagiário”), que tentava filmá-lo desde 2011. Como tem sido praxe, a prévia conta toda a história, mostrando a queda e a volta por cima de um comediante decadente de stand-up. Condenado a prestar serviços comunitários após atingir um membro de sua plateia com o microfone, ele acaba conhecendo uma mulher (Leslie Mann, de “Mulheres ao Ataque”) que irá mudar sua vida. Em resumo, o amor salva e lhe permite a redenção. O roteiro foi escrito por Art Linson (“Fora de Controle”) e Jeffrey Ross (“Tudo pela Fama”) e traz De Niro no papel principal. A direção está a cargo de Taylor Hackford (“Ray”) e o elenco de coadjuvantes é repleto de velhos amigos do veterano ator, propiciando reencontros que devem deleitar os cinéfilos. Há Harvey Keitel, parceiro de De Niro em “Caminhos Perigosos” (1973), Charles Grodin, de “Fuga à Meia-Noite” (1988) e Billy Crystal, de “A Máfia no Divã” (1999). Além disso, vale lembrar que De Niro quer ser “O Rei da Comédia” desde 1982. Impossível não fazer a ligação entre os dois filmes. “The Comedian”, que ainda inclui Danny DeVito (série “It’s Always Sunny in Philadelphia”), Patti Lupone (série “Penny Dreadful”), Hannibal Buress (“Vizinhos”) e Edie Falco (série “Nurse Jackie”), estreia em 13 de janeiro nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Silêncio: Veja o primeiro trailer épico do aguardado novo filme de Martin Scorsese

    23 de novembro de 2016 /

    A Paramount divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Silêncio”, o aguardado novo filme de Martin Scorsese. Ainda sem legendas, a prévia demonstra a grandiosidade da produção, marcando a volta do cineasta aos épicos históricos e também à religião. Com “A Última Tentação de Cristo” (1988), Scorsese causou polêmica. Desta vez, trilha o caminho da exaltação da fé, em meio às privações e ao martírio. As imagens mostram tanto conversões quanto violência e desespero, sob tortura e o fio de espadas samurais. Adaptação do romance homônimo de Shusaku Endo, o filme acompanha padres jesuítas portugueses, que viajam ao Japão feudal para localizar seu mentor desaparecido e espalhar o evangelho do cristianismo no século 17. Estrelado por Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”), Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”) e Liam Neeson (“Busca Implacável”), o longa chegará aos cinemas americanos em 23 de dezembro, em distribuição limitada, visando atender as regras do Oscar. O lançamento mais amplo acontece em janeiro. No Brasil, por sinal, a estreia está marcada para 26 de janeiro. A produção vem sendo desenvolvida por Scorsese há décadas e a perspectiva de sua finalização neste ano era uma das grandes dúvidas em relação à disputa do Oscar 2017. Os dois últimos filmes do cineasta, “O Lobo de Wall Street” e “A Invenção de Hugo Cabret”, receberam um total de 16 indicações ao Oscar.  

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  • Filme

    Silêncio, o novo filme de Scorsese, terá première mundial no Vaticano

    22 de novembro de 2016 /

    “Silêncio”, o aguardado novo filme de Martin Scorsese, terá première mundial no Vaticano, tendo sua primeira exibição pública diante de padres jesuítas e convidados. Não foi revelado se o Papa Francisco, que também é jesuíta, irá participar da sessão, mas Scorsese deve se encontrar com o pontífice na época da projeção, seja em um encontro previamente combinado ou durante as reuniões semanais do Papa com o público. O Vaticano mantém projeções sazonais de filmes ligados à espiritualidade e à Igreja, já tendo feito exibição pública de “Invencível” (2014), de Angelina Jolie, e, de forma privada, até de “Spotlight”, que lidou com o tema dos padres pedófilos. Embora seja raro o Papa comparecer a esses eventos, Francisco é muito mais aberto em relação a suas aparições públicas que seus predecessores. Ele, inclusive, deve fazer sua estréia no cinema em “Beyond the Sun”, que marcará a primeira participação de um Papa num filme. Estrelado por Liam Neeson (“Busca Implacável”), Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”) e Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”), o filme de Scorsese acompanha padres jesuítas portugueses, que viajam ao Japão feudal para localizar seu mentor e espalhar o evangelho do cristianismo no século 17. A história é uma adaptação do romance “Silêncio”, de Shusaku Endo. O longa chegará aos cinemas americanos em 23 de dezembro, em distribuição limitada, visando atender as regras do Oscar. A produção vem sendo desenvolvida por Scorsese há décadas e a perspectiva de seu lançamento neste ano era uma das grandes dúvidas em relação à disputa do Oscar 2017. Os dois últimos filmes do cineasta, “O Lobo de Wall Street” e “Hugo”, receberam um total de 16 indicações ao Oscar.

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  • Filme

    Indignação é um belo filme sobre a juventude

    21 de novembro de 2016 /

    James Schamus é um produtor de bom gosto, que trabalhou diversas vezes com Ang Lee e talvez por isso tenha herdado uma sensibilidade especial, de modo a conseguir um resultado muito bom em sua estreia como diretor. Sua principal opção estética ao filmar “Indignação” foram sequências longas, ainda que com muito uso de campo e contracampo, para que dar conta do texto denso de Philip Roth (“Revelações”), autor do romance homônimo lançado em 2008, que serve de base para a trama. A história se passa durante o período de juventude do escritor, na década de 1950, mais especificamente no ano de 1951, quando explodia a Guerra da Coreia e antes do nascimento oficial do rock’n’roll, que se manifestaria como uma forma de extravasar a energia e a intensidade daquela geração. O personagem principal, o jovem Marcus (Logan Lerman, de “As Vantagens de Ser Invisível”), é um garoto bom e aparentemente muito centrado e correto. Mas há algo nele que o deixa particularmente irritado com as regras impostas pela sociedade. E é interessante esse aspecto, pois, por mais que convide o espectador a assumir seu ponto de vista, especialmente a cada cena positiva entre ele e Sarah Gadon (da minissérie “11.22.63”), o filme não o torna dono da verdade. É possível questioná-lo sempre, por mais que a sabatina com o reitor da universidade (grande momento de Tracy Letts) seja um tanto desnorteadora. A trama se inicia nos últimos dias de Marcus com sua família em New Jersey, antes dele passar a morar na universidade de Winesburg, em Ohio. É lá que percebemos sua dificuldade (ou má vontade) de socialização, por mais que, inicialmente, tenha simpatizado com seus dois colegas de quarto. Sua intenção ali é essencialmente estudar. Quem acaba fazendo com que mude de ideia é a bela e aparentemente recatada Olivia Hutton (Gadon), cujo nome ele recita em voice-over com ar respeitoso, de modo a torná-la, desde o primeiro instante, especial. O tímido e inexperiente Marcus resolve convidá-la para sair. E o resultado do primeiro encontro é inesquecível. Tanto que o rapaz, com aquela mentalidade tão conservadora do início dos anos 1950, não sabe como lidar com o comportamento mais ousado daquela moça, que, para nós, espectadores, é uma promessa de felicidade, algo a não se deixar escapar. Tudo bem que Olivia Hutton é uma garota complexa – tem um histórico de problemas mentais em uma instituição psiquiátrica –, mas sua doçura, beleza e encantamento compensam tudo isso. Schamus sabe muito bem quando inserir as poucas intervenções narrativas extraídas do livro de Roth e quando utilizar apenas imagens para compor seu filme, que nos leva junto do protagonista. O trabalho de direção de atores, o cuidado com a montagem das cenas, especialmente as mais longas e tensas (ou intensas), além dos belos enquadramentos em scope, fazem de “Indignação” um dos melhores filmes de estreia dos últimos anos, provavelmente por sua capacidade de criar identificação com esse momento tão conturbado e ao mesmo tempo tão mágico, que é a juventude e seus encantos e dissabores.

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  • Série

    Série Plantão Noturno é renovada para sua 4ª temporada

    19 de novembro de 2016 /

    A rede americana NBC renovou a série “Plantão Noturno/The Night Shift” para sua 4ª temporada. Criada por Gabe Sachs e Jeff Judah, a atração é um drama médico que se passa no turno da noite de um pronto-socorro em San Antonio. Um diferencial da trama é que parte dos médicos esteve no exército, voltando traumatizados do front para lidar com pacientes em situações de emergência. Exibida entre junho e agosto, a 3ª temporada registrou a média de 4,99 milhões de telespectadores nos EUA. Na soma do DVR do mesmo dia, ela chega a 6.8 milhões de telespectadores. “The Night Shift” é exibida no Brasil pelo canal pago A&E e, como “Plantão Noturno”, nas madrugadas da rede Globo.

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  • Filme

    Sem ser memorável, Snowden consegue entreter, informar e provocar

    18 de novembro de 2016 /

    Apesar de um pouco distante da grande mídia, em comparação com seu destaque nas décadas de 1980-90, Oliver Stone segue ativo e perseguindo ainda mais um tipo de cinema militante de esquerda, numa opção ousada, já que são poucos que manifestam tamanha simpatia por medalhões da esquerda. Os documentários “Comandante” (2003), “Ao Sul da Fronteira” (2009), “Castro in Winter” (2012) e “Mi Amigo Hugo” (2014) são exemplos disso. Mas pouca gente viu esses filmes. Em “Snowden – Herói ou Traidor”, ele tenta voltar a ser relevante, deixando o bajulamento de políticos de lado para voltar a se embrenhar na boa luta contra o sistema. No novo filme, Stone denuncia a capacidade e o poder que o governo americano tem de não só vigiar cidadãos de seu próprio país, mas como também de provocar até mesmo apagões em vários outros países com apenas um clique. Stone encontrou em Edward Snowden, vivido na tela por Joseph Gordon-Levitt (“A Travessia”), um prato cheio para fomentar uma nova controvérsia, e sem poupar o Presidente Barack Obama, que não é apenas cúmplice das armações maquiavélicas do Estado, embora percebamos que isto é parte de algo maior e já instituído. Snowden, ex-empregado da NSA (Agência Nacional de Segurança), e testemunha de segredos de estado chocantes, é mostrado inicialmente em 2013, quando decide contar tudo o que sabe para um grupo de jornalistas. A divulgação cairia como uma bomba, mas o rapaz, então com menos de 30 anos, tinha consciência dos riscos que ele e sua esposa sofreriam. A estrutura narrativa é convencional, através de flashbacks que remontam ao tempo em que Snowden era um simples soldado, que acabou se afastando do exército depois de quebrar as duas pernas em um acidente simples. Neste período, foi recrutado para trabalhar em uma agência de espionagem. E é aí que sua história realmente começa. A narrativa não poupa esforços para elevar o protagonista, de delator/traidor, à categoria de herói. Mas isso não chega a ser um problema. O problema é quando o diretor lança mão de artifícios banais para forçar a situação, como a utilização de uma trilha sonora épica e cafona. A personagem da esposa de Snowden também acaba ficando relegada a segundo plano, embora a atriz Shailene Woodley mostre ser, da turma de garotas que protagonizaram filmes para adolescentes recentemente, a que menos tem problema em fazer cenas de sexo ousadas (quem viu “Pássaro Branco na Nevasca”, de Gregg Araki, sabe do que estou falando). No mais, é um filme que se beneficia bastante de seu elenco de apoio. Um luxo poder contar com Melissa Leo, Zachary Quinto, Tom Wilkinson, Joely Richardson e até Nicolas Cage, em papel bem pequeno. E embora não seja tão memorável quanto gostaria de ser, “Snowden” consegue entreter, informar e provocar. Sem falar que, para o público brasileiro, não deixa de ser interessante ver o nome do país sendo citado em um par de vezes, inclusive sobre o caso da Petrobrás.

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  • Filme

    The Zookeeper’s Wife: Jessica Chastain vive heroína do holocausto em trailer dramático

    17 de novembro de 2016 /

    A Focus Features divulgou o pôster, as fotos e o primeiro trailer de “The Zookeeper’s Wife”, drama sobre o holocausto estrelado por Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”). Baseado no livro homônimo e nos diários reais de Antonina Żabiński, o filme se passa na Polônia e conta como Antonina (Chastain) e seu marido (Johan Heldenbergh, em cartaz em “As Confissões”) transformaram o jardim do zoológico de Varsóvia num abrigo secreto para esconder judeus durante a invasão nazista do país, mesmo diante da vigília constante do comandante do Reich (Daniel Brühl, de “Capitão América: Guerra Civil”). A adaptação foi escrita por Angela Workman (“Flor de Neve e o Leque Secreto”) e dirigida por Niki Caro (“Terra Fria”). A estreia está marcada para 31 de março nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil.  

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  • Filme

    Pequeno Segredo estreia com mesmos números de Aquarius nos cinemas brasileiros

    14 de novembro de 2016 /

    Uma estreia brasileira acabou se destacando nas bilheterias do fim de semana. Escolhido como representante do país na disputa por uma indicação ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeiro, “Pequeno Segredo” estreou em 5º lugar, com 52 mil ingressos vendidos e faturamento de R$ 889 mil. Usando os critérios que aferiram “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, filme que também disputou uma vaga de indicação à indicação no Oscar, estes números dão ao melodrama de David Schürmann a condição de grande sucesso do cinema nacional. Entretanto, não foi isso que se viu na cobertura de sua estreia. Vale a pena comparar a forma como a grande imprensa tratou o desempenho de ambos os filmes. Quando “Aquarius” estreou em setembro, levando quase o mesmo número de pessoas aos cinemas e com faturamento similar – 54 mil pessoas e R$ 880 mil ingressos vendidos – , mas em 10º lugar, a Folha de S. Paulo destacou em título: “‘Aquarius’ tem 2ª melhor estreia nacional do ano”. O Jornal do Brasil aumentou: “Em seu primeiro fim de semana, ‘Aquarius’ tem bilheteria excepcional”. E, claro, vários blogues ecoaram. Já em relação à bilheteria de “Pequeno Segredo”, o tratamento foi burocrático. Alguns blogues, contudo, chegaram a desdenhar do filme, porque ele abriu no dobro de salas de “Aquarius”, o que significaria que fez menos sucesso. De fato, proporcionalmente, “Aquarius” fez mais sucesso por sala. Claro que o dobro de salas de “Pequeno Segredo” ainda é um terço do que o circuito reserva para besteiróis. E enquanto a imprensa foca sua negatividade num drama bem realizado, as comédias ruins continuam rindo desta crítica inútil, aumentando cada vez mais a ocupação do espaço destinado ao cinema nacional. Poucos são os dramas que conseguem se destacar no país. Por isto, o 5º lugar de “Pequeno Segredo” é, sim, uma vitória.

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    Beleza Oculta: Will Smith lida com Amor e Morte no novo trailer legendado

    13 de novembro de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou o novo pôster e o segundo trailer legendado de “Beleza Oculta”, drama fantasioso estrelado por Will Smith (“Esquadrão Suicida”). Na trama, um publicitário de Nova York (Smith) entra em depressão após a morte da filha e passa a escrever cartas para lidar com a dor. Os amigos que tentam ajudá-lo descobrem que as cartas não são para pessoas reais, mas para “coisas” como Amor, Morte e Tempo. A rotina triste segue até o momento em que um senhora (Helen Mirren, de “Trumbo”) se apresenta como resposta à sua carta à Morte. Logo, surgem outros, como o Tempo (Jacob Latimore, de “Maze Runner”) e o Amor (Keira Knightley, de “O Jogo da Imitação”), dizendo ser uma resposta do universo a seus questionamentos. Seria alucinação, realidade ou uma trama dos amigos para ajudá-lo? Que óbvio. O bom elenco ainda inclui Edward Norton (“Birdman”), Kate Winslet (“Divergente”), Michael Pena (“Homem-Formiga”) e Naomie Harris (“007 Contra Spectre”) como os amigos do personagem de Smith. O roteiro foi escrito por Allan Loeb (“Rock of Ages: O Filme”) e a direção está a cargo de David Frankel (“Marley & Eu”, “Um Divã para Dois”). “Beleza Oculta” tem estreia marcada para 26 de janeiro no Brasil, 40 dias após seu lançamento nos EUA.  

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  • Filme

    Rosario Dawson vai viver garota vendida pela família que virou ativista pelos direitos das mulheres

    11 de novembro de 2016 /

    A atriz Rosario Dawson vai estrelar a adaptação da biografia “A Little Piece of Light”, baseada na história real de Donna Hylton. A informação é do site Deadline. Nascida na Jamaica, Hylton foi vendida pelos pais para um casal em Nova York quando tinha 7 de anos. Achando que iria viajar para a Disney, ela acaba sendo vítima do padrasto pedófilo. Aos 19 anos de idade, Hylton foi presa por uma suposta participação no sequestro e assassinato de um policial. Condenada a 25 anos de cadeia, ela saiu da prisão em 2012 e se tornou uma ativista pelos direitos das mulheres. A produção ainda busca uma diretora e uma roteirista e, por isso, a data de lançamento de “A Little Piece of Light” nos cinemas ainda não foi definida.

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