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    Tesnota usa sequestro para explorar tensão das divisões étnicas e sociais da ex-União Soviética

    11 de agosto de 2018 /

    “Tesnota” é o primeiro longa-metragem do diretor russo Kantemir Balagov, que também responde pela montagem e pelo roteiro do filme, este em parceria com Anton Yarush. Indícios claros de um trabalho autoral, que se confirma desde as primeiras imagens, nada convencionais. Apresenta uma fotografia que enfatiza tons escuros e cores fortes ao mesmo tempo, fazendo sobressair as tensões do ambiente. O foco do filme é uma comunidade judaica, fechada e marginalizada, na localidade de Nalchik, cidade natal do diretor e capital da República Cabárdia-Balcária, parte da Federação Russa. O ano: 1998. A personagem central Ilana (Darya Zhovnar), de 24 anos, trabalha na oficina do pai como mecânica e ama um personagem cabardino, num relacionamento algo clandestino, não aceito pela família. Trata-se do que na própria trama do filme é referido como sendo as tribos, que são discriminadas pelos russos. O evento central da narrativa é o sequestro de um casal de noivos, logo após a cerimônia de compromisso deles. David, o noivo, é o irmão mais novo de Ilana. E a questão que se colocará é a de como pagar o resgate pedido sem mexer com a polícia, para evitar maiores complicações. O dinheiro servirá para mostrar, de um lado, um espírito de coletividade e solidariedade, mas, de outro, o ressentimento de alguns, a chantagem e também a tentativa de se aproveitar da situação para conseguir algum objetivo, difícil de ser alcançado por outro meio. A família de Ilana e David não tem posses suficientes e a própria oficina mecânica, que é sua fonte de sustento, estará em questão. Assim como o casamento de Ilana. Passaram a vida se mudando de um lado para o outro, para tentar sobreviver e escapar dos preconceitos. O sequestro parece levá-los de volta para a estrada. Inevitável será enfrentar questões éticas, que poderão complicar ou arruinar a vida de cada um deles: pai, mãe, irmãos e parceiros amorosos. As decisões que todos têm de tomar são vitais, decisivas e urgentes. Todo esse clima de angústia e tensão é muito bem trabalhado ao longo do filme, em ritmo lento e seguro. Pouco é explicitado verbalmente, o que importa é o que está por trás do não dito. Está muito presente nos semblantes, gestos, posturas, silêncios. Elementos fundamentais em “Tesnota”, que dependem do bom desempenho do elenco. O cineasta tem uma referência e fonte de influência muito fortes. Estudou e atuou no departamento de cinema da Universidade de Stravropol, com Alexander Sokurov, um grande cineasta russo da atualidade que, por sinal, é um dos produtores de “Tesnota”. O filme foi exibido nos festivais de Munique, Montreal e Cannes, onde se destacou na mostra Um Certo Olhar (Un Certain Regard), recebendo o prêmio da crítica internacional (FIPRESCI).

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    Tom Hardy vira Al Capone na primeira foto oficial de Fonzo

    9 de agosto de 2018 /

    O diretor Josh Trank (“Quarteto Fantástico”) divulgou em seu Twitter a primeira foto oficial de Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) como Al Capone no filme “Fonzo”. A imagem mostra o ator irreconhecível, de charuto na boca, cicatrizes no rosto, cabelo mais ralo e envelhecido. O título é derivado de um apelido de Capone, cujo nome real era Alphonse Gabriel Capone. A trama vai encontrá-lo no fim da vida, aos 47 anos, já preso há uma década e sofrendo sintomas de demência, quando lembranças de sua origem violenta e brutal sobrepõem-se à sua situação atual. Hardy já tentou viver Al Capone antes, em “Cicero”, filme que nunca chegou a ser produzido. Recentemente, ele também deu vida aos irmãos Kray, célebres gângsteres britânicos dos anos 1960, no filme “Lendas do Crime” (2015). “Fonzo” também é o filme em que o diretor Josh Trank tentará dar a volta por cima após “Quarteto Fantástico” (2015). Além de dirigir, ele assina o roteiro do longa, que ainda traz no elenco Linda Cardellini (série “Bloodline”), Matt Dillon (série “Wayward Pines”), Noel Fisher (série “Shameless”) e Kyle MacLachlan (série “Twin Peaks”). Não há previsão para a estreia.

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  • Série

    The Dangerous Book For Boys é cancelada pela Amazon após 1ª temporada

    4 de agosto de 2018 /

    A Amazon Prime Video anunciou o cancelamento de “The Dangerous Book For Boys”, série infantil produzida pelo ator Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) com temática dramática de superação, quatro meses após a estreia da 1ª temporada. A atração era baseada no best-seller “O Perigoso Livro para Garotos” dos irmãos Conn e Hal Iggulden, originalmente um guia prático sobre atividades ao ar livre para meninos, que foi transformado num drama familiar sobre a importância da imaginação fértil das crianças. A trama girava em torno das dificuldades de uma mãe para lidar com a morte do marido e criar seus três filhos que, desde a perda do paí, mergulharam em videogames e celulares, ignorando o mundo. Tudo muda quando ela encontra um livro escrito a mão e repleto de colagens, feito pelo pai dos meninos, que serve de guia para aventuras ao ar livre que ele pretendia compartilhar com eles. Por meio desse livro, o filho mais novo volta a ver o pai e, ao embarcar na diversão, acessa a imaginação necessária para se reconectar com o mundo real. Curiosamente, a Disney tentou transformar o livro dos irmãos Iggulden num filme em 2007, mas o projeto nunca saiu do papel. Assim, Bryan Cranston conseguiu os direitos em 2014 com o objetivo de fazer uma série. Com seis episódios, “O Perigoso Livro para Garotos” teve seis episódios, produzidos por Cranston e pelo cineasta Greg Mottola (“Superbad” e “Férias Frustradas de Verão”). O elenco liderado pelo jovem Gabriel Bateman (“Quando as Luzes se Apagam”) ainda incluía Chris Diamantopoulos (“Os Três Patetas”) como o pai, Erinn Hayes (série “Childrens Hospital”) como a mãe, Drew Powell (a versão mirim de Weller na série “Blindspot”) e Kyan Zielinski (do vindouro terror “They Reach”) como os irmãos.

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    Novo drama indie do diretor de Moonlight ganha trailer emocionante

    3 de agosto de 2018 /

    A Annapurna divulgou o primeiro trailer de “If Beale Street Could Talk”, novo drama indie do diretor Barry Jenkins, que venceu o Oscar de Melhor Filme por “Moonlight”. A divulgação foi feita no aniversário do ativista e escritor James Baldwin, que escreveu o livro no qual a produção é baseada. Falecido em 1987, Balwin faria 94 anos na quinta-feira (2/8). E a prévia é extremamente emocionante. O filme gira em torno de um casal de jovens negros no Harlem dos anos 1970. Quando o rapaz (Stephan James, de “Raça”) é preso por um crime que não cometeu, a jovem Tish (Kiki Layne, de “Chicago Med”) descobre que está grávida de seu primeiro filho. O elenco ainda conta com Regina King (“American Crime”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”), Pedro Pascal (“Narcos”), Ed Skrein (“Deadpool”), Dave Franco (“Artista do Desastre”), Finn Wittrock (“American Horror Story”) e Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”). A estreia de “If Beale Street Could Talk” está marcada para 30 de novembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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    Natalie Portman negocia dirigir e estrelar filme sobre irmãs gêmeas rivais

    29 de julho de 2018 /

    A atriz Natalie Portman está em negociações para dirigir e estrelar um filme em que teria papel duplo, interpretando duas irmãs gêmeas rivais. Baseado num caso real, o filme, ainda sem título, pretende contar a história das irmãs gêmeas Ann Ester e Pauline Friedman, conhecidas pelos apelidos de Eppie e Popo, que eram as melhores amigas, a ponto de marcarem seus casamentos no mesmo dia, até serem contratadas, ao mesmo tempo, para escrever colunas em jornais diferentes, dando conselhos aos leitores. Elas nasceram em 1918 e morreram há poucos anos – em 2002 e 2013, respectivamente – , carregando ressentimentos por toda a vida. O mais curioso é que as filhas das duas, Margo e Jeanne, assumiram as colunas de suas mães e, assim, continuaram a rivalidade fraternal. O filme tem roteiro de Katie Robbins (da série “The Affair”) e ainda não tem cronograma de produção nem previsão de estreia.

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    O Paciente: Trailer emocionante recria a tragédia da morte de Tancredo Neves, que parou o Brasil em 1985

    24 de julho de 2018 /

    A Paris e a Globo Filmes divulgaram fotos, o pôster e o primeiro trailer de “O Paciente – O Caso Tancredo Neves”. O título horrível, mais adequado a um documentário televisivo, tese de graduação acadêmica ou pesquisa literária, esconde uma prévia emocionante, com doses equilibradas de tensão, dramaticidade e perspectiva histórica. O mais impressionante na prévia é enxergar o grande intérprete Othon Bastos (“O Último Cine Drive-In”) e ver Tancredo Neves. E ele não é o único ator a conseguir este efeito no vídeo. Emilio Dantas (“Motorad”) também some em cena para dar lugar a Antonio Britto, o secretário de imprensa e assessor de Tancredo, que informava diariamente a condição do paciente. Mas o grande papel é mesmo do veterano do cinema brasileiro, que já era destaque desde o clássico “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964), e retorna em grande estilo após muitas novelas, num trabalho digno da grandeza de sua filmografia. No filme, Othon Bastos vive o primeiro presidente civil do Brasil após a ditadura, responsável direto pela redemocratização do país, que uniu de Lula a Fernando Henrique Cardoso no mesmo palanque, mas morreu em abril de 1985, antes de assumir o cargo, deixando o país na mão de seu vice, José Sarney – o primeiro de uma longa tradição de vices transformados em presidentes do Brasil nos últimos anos. Acometido de uma doença súbita, Tancredo definhou até morrer após sua eleição. Muitas teorias de conspiração e acusações de erros médicos alimentaram os bastidores de sua morte, que foi tratada como tragédia nacional e parou o Brasil, gerando comoção entre todos os brasileiros. Simbólico, Tancredo representou, com sua eleição, o fim de um dos períodos mais sinistros da nação, mas com sua morte assinalou também o desencanto, o fim da esperança de que tudo pudesse mudar, alçando à presidência um político aliado dos antigos ditadores e que viria a perpetuar no poder o mesmo grupo, denominado de “centrão”, que resiste até a ser lavado à jato. O elenco que recria este capítulo triste da História do Brasil também inclui Esther Goes (novela “Bela, a Feia”), que, como Dona Rizoleta, a viúva de Tancredo, é responsável por dar a dimensão dramática da prévia, além de Paulo Betti (“Chatô: O Rei do Brasil”), Otavio Muller (“O Gorila”), Leonardo Medeiros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e Luciana Braga (novela “Vidas em Jogo”). O roteiro foi escrito por Gustavo Lipsztein (“Polícia Federal: A Lei É para Todos”), baseando-se no livro homônimo do pesquisador e historiador Luis Mir, que teve acesso a documentos do Hospital de Base de Brasília e do Instituto do Coração, em São Paulo, onde Tancredo Neves morreu, e que concluiu que um erro de diagnóstico de apendicite aguda levou a equipe médica a realizar, desnecessariamente, uma cirurgia de emergência que impediu o presidente eleito de tomar posse e, basicamente, agravou sua saúde até o óbito, por falência múltipla de órgãos. A direção é do veterano cineasta Sérgio Rezende (de “Guerra de Canudos”, “Zuzu Angel” e “Salve Geral”) e a estreia está marcada para o dia 13 de dezembro.

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    Keira Knightley vive ícone feminista no trailer de Colette

    11 de julho de 2018 /

    O estúdio indie Bleeker Street divulgou fotos, pôster e o trailer de “Colette”, em que Keira Knightley (“Anna Karenina”) se rebela contra as convenções dos dramas de época que preenchem boa parte de sua filmografia. O filme é uma cinebiografia da escritora francesa e ícone feminista Sidonie Gabrielle Colette, autora dos famosos romances “Chéri” (1920) e “Gigi” (1944). Mas quando a trama começa, ela é apenas uma jovem provinciana do final do século 19 que se casa com o escritor Henry Gauthier-Villars, conhecido pelo nome artístico de Willy (Dominic West, da série “The Affair”). Com o casamento, ela se muda do campo diretamente para o agito de Paris. Mas as dívidas fazem com que ele a estimule a contribuir com textos sobre suas experiências da época da adolescência. Ela escreve “Claudine”, que é creditado a Willy e faz muito mais sucesso que qualquer outra obra do escritor. Vira um verdadeiro fenômeno, que leva o marido a exigir que ela escreva continuações. É quando Colette se rebela, busca a separação, revela nova inclinação (bi)sexual e começa a ser reconhecida como autora por seus próprios méritos. Sua luta por independência e reconhecimento no universo machista da época alimentou boa parte de sua literatura dali em diante, assim como suas paixões, o que permite à Keira Knightley encarnar outra mulher forte, à frente de seu tempo, e assim tentar sua terceira indicação ao Oscar. O filme também é uma homenagem do diretor Wash Westmoreland (“Para Sempre Alice”) para seu marido e parceiro artístico, Richard Glatzer, que trabalhava no roteiro na ocasião de sua morte em 2015. Rebecca Lenkiewicz (“Desobediência”) é creditada como corroteirista. A estreia está marcada para 21 de setembro nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Lily James se apaixona por desconhecido em trailer de romance de época britânico

    7 de julho de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “The Guernsey Literary and Potato Peel Pie Society”, drama romântico britânico estrelado por Lily James (“Em Ritmo de Fuga”). Baseado no best-seller homônimo, a história começa em janeiro de 1946, quando a escritora Juliet Ashton (Lily James), em busca de inspiração, passa a se corresponder com um homem que ela nunca conheceu pessoalmente, um morador da ilha de Guernsey, localizada no Canal da Mancha, um dos poucos territórios britânicos que chegou a ser invadido pelos nazistas, e decide escrever sobre as experiências dos habitantes locais na 2ª Guerra Mundial. Para isso, Juliet resolve ir até a pequena comunidade dos ilhéus, onde descobre que seu correspondente desconhecido é um rapaz jovem e belo (vivido por Michiel Huisman, da série “Game of Thrones”). Entretanto, essa atração coloca sua vida do avesso, já que ela está de casamento marcado. O filme tem roteiro final de Kevin Hood (“Amor e Inocência”), direção do veterano Mike Newell (“Harry Potter e o Cálice de Fogo”) e um elenco com Matthew Goode (série “The Crown”), Jessica Brown Findlay (série “Downton Abbey”), Glen Powell (“Estrelas Além do Tempo”), Tom Courtenay (“45 Anos”), Katherine Parkinson (série “Humans”) e Penelope Wilton (“O Exótico Hotel Marigold”). Já exibido nos cinemas britânicos em abril, tem 79% de aprovação no Rotten Tomatoes e chega ao streaming em 10 de agosto.

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    Canastra Suja é filme importante desrespeitado pelos cinemas brasileiros

    30 de junho de 2018 /

    Para quê fazer cinema no Brasil, se o circuito exibidor trata a maioria dos filmes (os que não são derivados/produções de TV) com tanto desrespeito? Tudo bem que a fila precisa andar, levando em consideração a quantidade gigante de lançamentos. Mas a verdade é que os filmes brasileiros não estão sendo lançados; estão sendo arremessados. Muitos só encontram um único horário e se são lançados em cinema de shopping só duram mesmo uma semana em cartaz e pronto. Não há tempo para o boca a boca. Trata-se, infelizmente, do caso de “Canastra Suja”, terceiro longa de Caio Sóh, cineasta que não consegue projeção nacional porque seus filmes não chegam aos cinemas de todo o país. “Canastra Suja”, em particular, tem gerado um clamor justificado, pois se trata de um filme que tem despertado muitas paixões. Há, claro, o caso de algumas críticas negativas, em especial uma famosa publicada no jornal O Globo, e que alguns dizem ser responsável pelo fracasso comercial do lançamento, mas há, sem dúvida, pouco recurso para contra-atacar com marketing, já que as imagens de divulgação são de arrepiar, muito atraentes para quem não viu e muito significativas e emocionantes para quem já viu o filme. Mas falemos do filme em si, que já começa com uma câmera subjetiva de alguém adentrando uma casa humilde. Mais tarde, a história retoma a este ponto. Assim, logo em seguida, somos convidados a conhecer os dramas dos habitantes daquela casa, o pai Batista (Marco Ricca), a mãe Maria (Adriana Esteves) e os filhos jovens Emília (Bianca Bin) e Pedro (Pedro Nercessian) e a adolescente especial Ritinha (Cacá Ottoni). Entre os demais personagens importantes, há que se destacar o amigo da família Tatu (David Junior), namorado de Emília. Batista é alcoólatra e está tentando deixar o vício, e tem a intenção de levar o filho a seguir seus passos no trabalho de manobrista, já que o rapaz não quer saber de estudar e nem tem nenhuma formação profissional. Em clima de desgraça pouca é bobagem, mas também trazendo muito humor diante dos percalços de seus personagens, o filme vai aos poucos levando-os a uma espiral de descida aos infernos, com seus dramas se acentuando cada vez mais. O diretor e seu elenco têm a habilidade de manter a trama envolvente, por vezes divertida (como não se divertir com as cenas de Pedro e Tatu em um clube muito especial?), mas por vezes devastadora. Daí, as várias semelhanças que alguns críticos têm feito com a obra de Nelson Rodrigues, embora do ponto de vista do cinema possamos lembrar tanto do neorrealismo italiano (“Rocco e seus Irmãos”!) quanto do cinema brasileiro dos anos 1970 e 1980, quando os nossos filmes tinham de fato a intenção de destoar das telenovelas. no que se refere à exploração e explicitação dos problemas sociais. Aliás, falando em telenovelas, que bom que é poder ver Bianca Bin, uma atriz linda e talentosa, saindo um pouco da TV e enriquecendo o nosso cinema. O longa foi feito de forma bastante independente. Até a distribuidora é desconhecida, provavelmente própria. O elenco ajuda com a produção e o simbolismo da cena do karaokê é representativo deste espírito de união da equipe para a realização da obra. Assim, chegar até o final da narrativa é chegar a um ponto de extravasamento das emoções, acumuladas diante de tantas situações ruins vividas por aqueles personagens de quem aprendemos a gostar em pouco tempo de metragem, mas também pelas dificuldades econômicas da produção. Por isso é fácil entender a aposta que todo o elenco fez no filme, abrindo mão de seus cachês por acreditar na proposta de Sóh. Agora é torcer por ao menos uma maior visibilidade nos serviços de streaming. O importante é que este filme seja visto. Muito visto.

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    Timothée Chalamet enfrenta o vício das drogas no trailer dramático de Beautiful Boy

    27 de junho de 2018 /

    A Amazon divulgou o pôster e o trailer de “Beautiful Boy”, novo drama estrelado pelo jovem Timothée Chalamet. A prévia mostra o ator como um viciado que se afunda diante dos olhos do pai impotente, que tenta de tudo para salvá-lo. Fica claro também que se trata de uma produção para a temporada de premiações. Estreia do cineasta belga Felix van Groeningen (Alabama Monroe) num filme falado em língua inglesa, o filme é baseado em fatos reais, nas memórias de David e Nic Sheff, pai e filho que lutaram para vencer o vício das drogas durante anos. A adaptação foi roteirizada por Groeningen e Luke Davies (de “Lion”). O papel do pai é vivido por Steve Carell (“Foxcatcher”) e o elenco também inclui Maura Tierney (série “The Affair”) e Amy Ryan (“Goosebumps”). A estreia está marcada para 12 de outubro nos Estados Unidos e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Adaptação do best-seller O Ódio que Você Semeia ganha trailer impactante

    25 de junho de 2018 /

    A Fox divulgou quatro fotos e o primeiro trailer da adaptação de “O Ódio que Você Semeia” (The Hate U Give), best-seller de Angie Thomas. A prévia resume a história da jovem Starr Carter (Amandla Stenberg, de “Jogos Vorazes”), uma estudante dedicada numa escola em que é uma das raras negras. Apesar disso, ela nunca teve problemas raciais e fazia de tudo para não ser vista pelos colegas como “a garota negra” da aula. Até o dia em que descobre o racismo da pior forma, ao ver o namorado assassinado por um policial branco. Testemunha do crime, ela decide deixar de ser incolor para assumir uma posição na luta contra o preconceito. E as cenas de abuso começam a aumentar, conforme a protagonista começa a perceber o mundo a seu redor. A adaptação tem roteiro de Audrey Wells (“Quatro Vidas de um Cachorro”), direção de George Tillman Jr. (“Uma Longa Jornada”) e o elenco é repleto de rostos conhecidos, como Anthony Mackie (o Falcão de “Os Vingadores: Guerra Infinita”), Issa Rae (protagonista da série “Insecure”), Regina Hall (“Viagem das Garotas”), Russell Hornsby (o Hank da série “Grimm”), Algee Smith (“Detroit em Rebelião”), o rapper Common (“Selma”) e K.J. Apa (o Archie de “Riverdale”). A estreia está marcada para 19 de outubro nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    O Quebra-Cabeça: Dona de casa encontra diversão no trailer legendado de drama indie

    24 de junho de 2018 /

    A Sony divulgou o pôster e o trailer legendado de “O Quebra-Cabeças”, remake do drama argentino “Rompecabezas” (2009), que rendeu à diretora Natalia Smirnoff o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Cartagena. A versão americana conta a mesma história: uma dona de casa sobrecarregada encontra momentos de prazer ao resolver quebra-cabeças e resolve atender ao anúncio de um homem que procura uma parceira para uma competição de quebra-cabeças, apesar dos protestos do marido, que a acusa de negligenciar seus afazeres domésticos por uma brincadeira. O elenco internacional destaca a escocesa Kelly Macdonald (“T2 Trainspotting”) como a protagonista, o indiano Irrfan Khan (“Jurassic World”) como seu parceiro, o americano David Denman (“13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi”) como o marido, além da australiana Liv Hewson (série “Santa Clarita Diet”) e Austin Abrams (“Cidades de Papel”) como os filhos. A trama foi adaptada pelo roteirista Oren Moverman (“The Beach Boys: Uma História de Sucesso”) e é dirigida por Marc Turtletaub, mais conhecido por produzir dramas indies (entre eles, “Pequena Miss Sunshine”) e a série “Vida”. A estreia está marcada para 1 de novembro no Brasil, três meses após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Vida é renovada para a 2ª temporada

    13 de junho de 2018 /

    O canal pago americano Starz renovou a série “Vida” para uma 2ª temporada. A decisão foi tomada poucos dias após o final da temporada inaugural e levou em consideração a aprovação crítica da atração. “Vida” atingiu 100% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, com elogios rasgados pela forma como aborda identidade cultural e sexual. No entanto, teve pouco público, assistida em média por 130 mil pessoas ao vivo. Mas vale ressaltar que os números subiram, após uma estreia anti-climática para apenas 20 mil pessoas. A série acompanha duas irmãs de família mexicana que moram em Los Angeles e não podem ser mais diferentes ou distantes uma da outra. Mas a morte da mãe as forçam a voltar ao seu antigo bairro latino, onde são confrontadas pelo passado e por verdades que não conheciam. Criada por Tanya Saracho (roteirista-produtora de “How to Get Away with Murder”), a série destaca Melissa Barrera (“Manual de Principiantes para ser Presidente”) e Mishel Prada (“Como Eu Morro”) como as protagonistas.

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