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    Trailers tensos de The Affair revelam estreia de Phoebe Tonkin na série

    6 de maio de 2018 /

    O canal pago americano Showtime divulgou dois novos trailers da 4ª temporada de “The Affair”. As prévias são bastante tensas, apostando no clima de suspense. A versão mais longa ainda revela, pela primeira vez, a participação da atriz Phoebe Tonkin (a Hayley de “The Originals”) na trama, envolvida com o personagem de Joshua Jackson. Criada por Hagai Levi e Sarah Treem (série “Em Terapia”), o drama lida com o tema do matrimônio e da infidelidade, acompanhando o desenrolar de um caso que leva os personagens de Dominic West e Ruth Wilson a encerrarem seus casamentos, respectivamente com Maura Tierney e Joshua Jackson, enquanto se tornam suspeitos de um assassinato. Na nova temporada, o affair original já ficou no passado, mas os danos nos relacionamentos continuam presentes. Ao contrário dos episódios anteriores, que exploraram as complicadas conexões entre os personagens, o quarto ano vai separar os protagonistas, enviando-os em suas próprias viagens de autodescoberta. Cada personagem estará envolvido em um novo relacionamento, forçando-os a decidir se estão prontos e dispostos a deixar o passado para trás, optando por recomeços ou fins trágicos. A série chegou a ser queridinha da crítica e, como é típico, recebeu prêmios do Globo de Ouro em sua 1ª temporada. Mas não demorou a receber críticas menos empolgadas e atualmente já não desponta entre as listas de melhores séries do ano. O público, entretanto, mantém a audiência na casa do 1 milhão de telespectadores por episódios ao vivo, o que é ótimo para o padrão do Showtime. A 4ª temporada de “The Affair” estreia em 17 de junho nos Estados Unidos.

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    4ª temporada de The Affair ganha pôster e primeiro trailer

    7 de abril de 2018 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o pôster e o trailer da 4ª temporada de “The Affair”. A prévia mostra que os dois casais protagonistas continuam se encontrando. “Eu vivi essa história inteira antes e não acaba bem”, conclui Alison Bailey, a personagem de Ruth Wilson. Criada por Hagai Levi e Sarah Treem (série “Em Terapia”), o drama lida com o tema do matrimônio e da infidelidade, acompanhando o desenrolar de um caso que leva os personagens de Dominic West e Ruth Wilson a encerrarem seus casamentos, respectivamente com Maura Tierney e Joshua Jackson, enquanto se tornam suspeitos de um assassinato. A série chegou a ser queridinha da crítica e, como é típico, recebeu prêmios do Globo de Ouro em sua 1ª temporada. Mas não demorou a receber críticas negativas e atualmente já não desponta entre as listas de melhores séries do ano. O público, entretanto, mantém a audiência na casa do 1 milhão de telespectadores por episódios ao vivo, o que é ótimo para o padrão do Showtime. Ao contrário das três primeiras temporadas, que exploraram as complicadas conexões entre os personagens, o quarto ano vai separar os protagonistas, enviando-os em suas próprias viagens de autodescoberta. Cada personagem estará envolvido em um novo relacionamento, forçando-os a decidir se estão prontos e dispostos a deixar o passado para trás, optando por recomeços ou fins trágicos. Curiosamente, as duas principais novidades da nova fase não aparecem nas prévias. As atrizes Phoebe Tonkin (a Hayley de “The Originals”) e a veterana Amy Irving (da série Alias” e indicada ao Oscar por “Yentl”) vão cruzar o caminho do personagem vivido por Joshua Jackson. A 4ª temporada de “The Affair” estreia em 17 de junho nos Estados Unidos.

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    The Square simplifica o que Buñuel já transformou em clássicos

    5 de janeiro de 2018 /

    Nas premiações em festivais, “The Square – A Arte da Discórdia” vem se mostrando imbatível. Venceu a Palma de Ouro deste ano em Cannes, foi considerado o melhor de 2017 no European Film Awards e será o provável favorito ao Oscar de Filme Estrangeiro, mas toda essa festividade não esconde as contradições que o filme oferece. Na sessão prévia para os jornalistas havia uma parte entusiasmada saudando como obra-prima, assim como um grupo se reservava o direito de fechar a cara e sair do cinema em silêncio. Nem tanto o céu, nem tanto o inferno. “The Square”, em princípio, funciona bem como sátira da crise de valores políticos sociais e culturais que andam assolando nosso mundinho, mas, no decorrer, o que parece incisivo, descamba para o usual. Como muito do que é produzido hoje, o filme é oportunista e conveniente. Oportunista, porque trata o mal-estar europeu em lidar com o drama dos refugiados como se fosse um “case” publicitário, e conveniente pelo modo como ligeiramente escamoteia a questão social para centrar-se no papel que a arte adquiriu dentro dos museus no século 21. Está tudo interligado? Não, cada assunto merece uma discussão à parte. O diretor sueco Ruben Östlund, que antes criou outro sucesso, “Força Maior” (2014), sobre uma avalanche nos Alpes, agora desloca sua atenção para mais perto de casa. “The Square” desenvolve-se em Estocolmo, onde um curador do museu, Christian (Claes Bang), manobra suas exposições na vanguarda da arte moderna. É um sujeito fino, suave, e o filme é projetado para desconstruí-lo. Perto do começo, ele é roubado e se diverte com o fato de ser feito de bobo. Duas horas depois, Christian se arrasta no meio da chuva, vasculhando sacos de lixo quase como um mendigo. O título refere-se a um trabalho instalado no pátio do museu: um pequeno quadrado vazio delimitado por uma luz de neon. Na placa, a artista refere-se a obra como “um santuário de confiança”, onde quem entrar, deve compartilhar direitos e obrigações iguais. Parece um pouco vago? O que um quadrado vazio é capaz de ativar no público? A conceito em si é de grande beleza. É um quadrado no chão, mas podia ser um papel em branco, um cartaz, uma tela de cinema. O diretor Östlund usa os limites da figura geométrica, para demonstrar como se comporta o pacato cidadão do século 21. Na visão de Östlund, pensamos de uma forma, mas agimos de outra, muito diferente. O idioma que descreve a instalação sugere que o estado natural da humanidade tende para o equilíbrio e a justiça – ou que estes podem pelo menos ser alcançados como ideia. Mas quando esse pensamento é levado para o mundo real, é claro, o caos ocorre e, através de suas vinhetas um tanto calculadas, que a trama avança. Seja por meio de uma cena de encontro sexual onde um preservativo usado torna-se uma questão de disputa e desconfiança impagáveis, ou numa discussão da diretoria do Museu, onde a todo momento se fala em arte, mas quase ninguém parece interessado no produto, e sim em debater sua repercussão. Christian pensa em si mesmo como uma pessoa decente e justa. Mas sua visão de si mesmo é seletiva. Quando ele está se sentindo bem, ele dá dinheiro aos mendigos; Quando está preocupado e distraído, ele os ignora. Ele é um progressista boa praça e justo em teoria, mas quando as pessoas menos privilegiadas que ele cometem a injustiça de enfrentá-lo, ele se irrita e esbraveja. No fundo, sua preocupação maior reside em administrar os grupos de pressão que giram em volta, as panelinhas, para manter seu status quo. Que o ator Claes Bang consiga transformar este protagonista num sujeito encantador, mesmo que o filme interrogue seu privilégio e sua própria natureza, certamente é uma conquista. Outro ponto admirável e que rende bem em “The Square” é o potencial de encenador de Östlund. O diretor tem um domínio de quadro, de tempo, de comicidade fabulosos. É muito estimulante como ele associa imagens de “quadrados” no filme todo, até mesmo a espiral de uma escada, a certa altura, sugere que o personagem está preso num cercado. Östlund também tem uma predileção para criar cenas provocativas, que alguns espectadores vão adorar. Seus alvos maiores são os limites da correção política e a pompa pequeno burguesa. O ataque mais delicioso que desfere, acontece num jantar de gala de museu. O evento é interrompido por um homem que finge ser um primata (interpretado por Terry Notary, o dublê americano que viveu o macaco Rocket na trilogia “Planeta dos Macacos”). A experiência primeiro é tomada por todos como divertida mas, eventualmente, o artista extrapola os limites e, então, as pessoas furiosas, esquecem-se dos bons modos e partem para espancá-lo com selvageria. A cena reitera algumas das questões-chave no coração de “The Square”: quando deixado para seus próprios dispositivos, a humanidade encontra equilíbrio ou se desintegra em agressores? Ou numa sociedade moderna, onde se estabelece a fronteira da civilização? Claro, nada disso é novo. Luis Buñuel desferiu ataques muito mais obscenos a tradição em seus clássicos “O Anjo Exterminador” (1962) e “O Discreto Charme da Burguesia” (1972). “The Square” tem uma maneira incrivelmente clara e simplificada de fazer as mesmas perguntas.

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    Vencedor da Palma de Ouro, The Square discute o que é arte no mundo atual

    5 de janeiro de 2018 /

    Em 1917, o dadaísta Marcel Duchamp colocou num museu uma das suas mais famosas obras, A Fonte, que nada mais era do que um urinol virado de cabeça para baixo. Considerado polêmico por muitos na época, este ato suscitou diversas discussões acerca da natureza da arte e do papel do artista – discussões que perduram até hoje. O filme sueco “The Square – A Arte da Discórdia”, grande vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes 2017, retoma essa percepção polêmica da arte, por meio uma abordagem bem-humorada, criticando de maneira ávida não apenas aqueles que produzem arte, mas também quem a aprecia e, principalmente, aqueles que a expõe. Escrito e dirigido por Ruben Östlund (do ótimo “Força Maior”), o longa-metragem acompanha a rotina de Christian (Claes Bang), o curador de um conceituado museu que se prepara para receber uma exposição intitulada The Square (o quadrado). Visando atrair um grande público para a exposição, o museu realiza coquetéis para convidados da alta sociedade – que parecem mais interessados na comida do que no conteúdo da exposição – e contrata dois jovens publicitários “especializados” em marketing digital – que querem, a qualquer custo, criar um conteúdo viral. Desta forma, a exposição surge apenas como uma desculpa para que possamos conhecer melhor a rotina daqueles indivíduos. Vivendo no alto de um pedestal de arrogância, Christian defende as peças que expõe como sendo a “arte de hoje”, ou até mesmo a “arte do futuro”. Sua erudição, porém, é uma fachada, já que logo no início ele não consegue sequer explicar à jornalista americana Anne (Elisabeth Moss) o significado de um texto que ele próprio escreveu. Já em outro momento, ele sugere remontar uma peça danificada, ignorando completamente a “aura” da arte e o fato de ela ser a expressão única e inimitável do artista. Ou seja, essas supostas “pessoas cultas” viram alvo do humor sagaz do cineasta, uma vez que elas habitam um mundo próprio, longe da realidade. Permitindo-se bizarrices como levar um cachorro ao local de trabalho ou invadir um castelo durante uma noite de bebedeira, os habitantes desse universo paralelo vivem num mundo muito diferente do restante da população, em especial daqueles menos favorecidos. São mundos distintos, que não se misturam. E o diretor expõe essa diferença ao mostrar como a população nem quer entrar em alguns espaços do museu ou só entra para tirar selfies ao lado das peças, ou ainda ao destacar a dificuldade de um faxineiro para limpar o ambiente de uma exibição feita de montes de sujeira. Quanto mais baixa for a condição social, menos visível o povo se torna para essa alta sociedade, e é preciso um esforço muito grande para ser notado pelos cidadãos “importantes” – o homem com Síndrome de Tourette que atrapalha uma entrevista é um exemplo irônico disso. Assim, embora o garotinho que exige um pedido de desculpas após ter sido acusado injustamente de roubo receba um mínimo de atenção, os mendigos que se enfileiram nas calçadas são ignorados até mesmo pela população mais simples, pois ninguém repara naquele que está abaixo na escada social. O arco dramático do personagem principal se completa quando ele começa a notar essas pessoas. Christian é visto como um sujeito pedante durante quase toda a projeção, e Östlund destaca isso por meio dos pequenos detalhes, como ao mostrá-lo ensaiando um discurso de tal forma que este pareça improvisado, vestindo as luvas antes de cometer um “delito” ou quando, durante o sexo, seu olhar foge do rosto da garota e foca no lustre do teto. Mas quando as coisas começam a fugir do seu controle, ele sai da sua zona de conforto e sua figura até então inabalável, como uma estátua de mármore, torna-se confusa e sem nexo, tal qual aquelas peças que ele exibe em seu museu. Apesar de essa “redenção” soar um pouco exagerada, como a tentativa de trazer humanidade a um ser inanimado, é preciso levar em conta que até mesmo quando o protagonista tem que – literalmente – se arrastar pelo lixo, o cineasta enquadra essa cena de tal maneira que parece ter se inspirado no conceito de “estetização da pobreza” – o que, por sua vez, é algo bastante elitista. Assim, “The Square – A Arte da Discórdia” apresenta um olhar ácido sobre o mundo da arte e seus habitantes. E se sua crítica social parece um pouco didática em alguns momentos, isso não o impede de ser um excelente longa, pois as discussões que suscita vão além do que é dito no filme e estão presentes no mundo da arte há muito tempo – e no mundo real, como demonstram manchetes sobre performances de homens nus no Brasil.

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    Alice Vikander é Lara Croft em oito novas fotos oficiais de Tomb Raider

    29 de dezembro de 2017 /

    A Warner divulgou oito novas fotos oficiais de “Tomb Raider”, reboot cinematográfico da franquia de games, que traz Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”) como Lara Croft. Uma das fotos tinha sido antecipada anteriormente com logo da revista Empire. Além de Vikander, o elenco inclui Daniel Wu (série “Into the Badlands”), Dominic West (série “The Affair”), Walton Goggins (“Os Oito Odiados”) e Hannah John-Kamen (série “Killjoys”). O longa, que vai se chamar “Tomb Raider: A Origem” no Brasil, é baseado no reboot do próprio jogo, lançado em 2013, e teve seu roteiro esboçado pela estreante Geneva Robertson-Dworet (do vindouro filme da “Capitã Marvel”) e finalizado por Evan Daugherty (“Divergente”). A direção é do norueguês Roar Uthaug (“Presos no Gelo”), que faz sua estreia em Hollywood. O lançamento nos cinemas brasileiros está marcados para 15 março, um dia antes dos Estados Unidos. Clique nas imagens abaixo para ampliá-las.

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  • Série

    Atriz de The Originals entra na 4ª temporada de The Affair

    23 de dezembro de 2017 /

    A 4ª temporada de “The Affair” ganhou a participação de Phoebe Tonkin (a Hayley de “The Originals”) e da veterana Amy Irving (da série Alias” e indicada ao Oscar por “Yentl”). As duas vão cruzar o caminho de Cole, personagem vivido por Joshua Jackson. Irving dará vida a Nan Perino, uma escultora de Morro Bay, na Califórnia, com uma conexão “misteriosa” com o pai de Cole, e Tonkin interpretará Daphne, a protegida de Nan, que “guia” Cole na busca por respostas. Ao contrário das três primeiras temporadas do “The Affair”, que exploraram as complicadas conexões entre seus personagens principais, o quarto ano vai separar os protagonistas, enviando-os em suas próprias viagens de autodescoberta. Cada personagem estará envolvido em um novo relacionamento, forçando-os a decidir se estão prontos e dispostos a deixar o passado para trás, optando por recomeços ou fins trágicos. Criada por Hagai Levi e Sarah Treem (série “Em Terapia”), o drama lida com o tema do matrimônio e da infidelidade, acompanhando o desenrolar de um caso que leva os personagens de Dominic West e Ruth Wilson a encerrarem seus casamentos, respectivamente com Maura Tierney e Joshua Jackson, enquanto se tornam suspeitos de um assassinato. A série chegou a ser queridinha da crítica e, de forma típica, recebeu prêmios do Globo de Ouro em sua 1ª temporada. Mas não demorou a cair no esquecimento e atualmente já não desponta entre as listas de melhores séries do ano. O público, entretanto, mantém a audiência na casa do 1 milhão de telespectadores por episódios ao vivo, o que é ótimo para o padrão do canal pago americano Showtime. Ainda não há previsão de estreia para os novos episódios da atração.

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    Tomb Raider ganha primeiro trailer e vídeo de bastidores

    20 de setembro de 2017 /

    A Warner divulgou o primeiro trailer e um vídeo de bastidores de “Tomb Raider”. Ainda sem legendas, a prévia mostra a primeira aventura da personagem Lara Croft, refletindo o reboot da trama nos videogames, com muitas cenas de correria, saltos, mergulhos, lutas e obstáculos. A pequena atriz sueca Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”) faz sua estreia no gênero, assumindo o papel que transformou Angelina Jolie em heroína da ação em 2001, e impressiona. Além de Vikander, o elenco inclui Dominic West (série “The Affair”) como o pai de Lara Croft, Walton Goggins (“Os Oito Odiados”) como o vilão, além de Hannah John-Kamen (série “Killjoys”) e Daniel Wu (série “Into the Badlands”). O filme tem roteiro esboçado pela estreante Geneva Robertson-Dworet (do vindouro filme da “Capitã Marvel”) e finalizado por Evan Daugherty (“Divergente”). A direção é do norueguês Roar Uthaug (“Presos no Gelo”), que fará sua estreia em Hollywood, e o lançamento está marcado para 15 março no Brasil.

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    The Square: Comédia sueca que venceu a Palma de Ouro ganha trailer americano em busca do Oscar

    10 de setembro de 2017 /

    A Magnolia Pictures divulgou o pôster e o trailer americanos de “The Square”, comédia sueca que venceu a Palma de Ouro do Festival de Cannes 2017. Como estratégia de divulgação, a prévia destaca a participação da atriz americana Elisabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”) e os elogios da imprensa do país à produção, enquanto explora a discussão do que, afinal de contas, é arte, com cenas absurdas e surreais. Em tom de humor negro, a trama acompanha o curador de um importante museu de arte contemporânea de Estocolmo, vítima de um pequeno incidente que desencadeia uma série de situações vexaminosas. Em seu intertexto, “The Square” também embute uma crítica social, ao fazer um contraponto entre o ambiente elitista das galerias de arte e a realidade das ruas europeias, cheias de imigrantes e desempregados. Além de Elisabeth Moss, o elenco internacional destaca o dinamarquês Claes Bang (série “Bron/Broen”, que é a versão original de “The Bridge”), o inglês Dominic West (série “The Affair”) e o dublê americano Terry Notary (o King Kong de “Kong: A Ilha da Caveira”), que mostra como se interpreta um macaco sem os efeitos que normalmente acompanham seu desempenho na franquia “Planeta dos Macacos” (onde vive o macaco Rocket). A obra venceu o recente Festival de Cannes sem estar entre as mais baladas do evento, mas o diretor Ruben Östlund já tinha causado boa impressão com seu filme anterior, “Força Maior” (2014), exibido e premiado na seção Um Certo Olhar três anos antes. Candidato da Suécia a uma vaga no Oscar 2018, na categoria de Melhor Filme de Língua Estrangeira, “The Square” estreou em 25 de agosto em seu país de origem e chega em 25 de outubro nos Estados Unidos, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    The Square: Filme vencedor do Festival de Cannes 2017 ganha primeiro trailer

    16 de julho de 2017 /

    A TriArtFilm divulgou o trailer de “The Square”, filme sueco que venceu a Palma de Ouro do Festival de Cannes 2017. A prévia combina inglês e sueco e não tem legendas em português, mas permite explorar o contexto com cenas absurdas e surreais. Em tom de humor negro, a trama acompanha o curador de um importante museu de arte contemporânea de Estocolmo, vítima de um pequeno incidente que desencadeia uma série de situações vexaminosas. Em seu intertexto, “The Square” também embute uma crítica social, ao fazer um contraponto entre o ambiente elitista das galerias de arte e a realidade das ruas europeias, cheias de imigrantes e desempregados. O elenco inclui o dinamarquês Claes Bang (série “Bron/Broen”, que é a versão original de “The Bridge”), a americana Elisabeth Moss (série “Mad Men”), o inglês Dominic West (série “The Affair”) e o dublê americano Terry Notary (o King Kong de “Kong: A Ilha da Caveira”), que mostra como se interpreta um macaco sem os efeitos que normalmente acompanham seu desempenho na franquia “Planeta dos Macacos” (onde vive o macaco Rocket). A obra não era das mais badaladas de Cannes, mas o diretor Ruben Östlund já tinha causado boa impressão no festival com seu filme anterior, “Força Maior” (2014), exibido e premiado na seção Um Certo Olhar há três anos. “The Square” estreia em 25 de agosto na Suécia e no Reino Unido, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    The Affair é renovada para a 4ª temporada

    10 de janeiro de 2017 /

    O canal pago americano Showtime aproveitou sua participação no meeting da Associação de Críticos de Televisão dos EUA (TCA) para anunciar a renovação de “The Affair” para sua 4ª temporada. A série chegou a ser queridinha da crítica e, como é típico, recebeu prêmios do Globo de Ouro em sua 1ª temporada. Mas não demorou a receber críticas negativas e atualmente já não desponta entre as listas de melhores séries do ano. O público, entretanto, mantém a audiência na casa do 1 milhão de telespectadores por episódios ao vivo, o que é ótimo para o padrão do Showtime. Criada por Hagai Levi e Sarah Treem (série “Em Terapia”), o drama lida com o tema do matrimônio e da infidelidade, acompanhando o desenrolar de um caso que leva os personagens de Dominic West e Ruth Wilson a encerrarem seus casamentos, respectivamente com Maura Tierney e Joshua Jackson, enquanto se tornam suspeitos de um assassinato.

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    Elisabeth Moss vai estrelar primeiro filme em inglês do diretor de Força Maior

    4 de agosto de 2016 /

    O diretor sueco Ruben Ostlund, que se projetou internacionalmente com o premiado drama “Força Maior” (2014), prepara seu primeiro filme falado em inglês. Segundo o site Deadline, “The Square” será estrelado por Dominic West (série “The Affair”) e Elisabeth Moss (série “Mad Men”). A trama gira em torno de uma artista que quer exibir uma instalação em praça pública para promover o altruísmo e coisas positivas. O diretor do museu responsável pelo evento decide contratar uma equipe de relações públicas para promover o projeto, mas eles exageram, gerando atrito com a autora do evento. “The Square” ainda não tem data definida para estrear nos cinemas mundiais.

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    Cannes: Jodie Foster empolga com o thriller O Jogo do Dinheiro

    13 de maio de 2016 /

    A atriz e diretora Jodie Foster (“Um Novo Despertar”) esteve pela primeira vez em Cannes há exatos 40 anos, durante a première de “Taxi Driver” (1976), que venceria a cobiçada Palma de Ouro. “Tinha 12 anos e só lembro que estava cheio de fotógrafos. Aquele foi o início da minha carreira como atriz. Retornar agora como diretora é uma grande honra”, ela contou, em seu encontro com a imprensa internacional, a respeito de seu retorno ao festival para lançar “Jogo do Dinheiro”, exibido fora de competição. O filme de Foster causou frenesi, mas mais por conta de suas estrelas, George Clooney (“Ave, César!”) e Julia Roberts (“O Maior Amor do Mundo”), reverenciados, na Europa, como realezas de Hollywood. Foi a primeira vez que Roberts subiu a mítica escadaria de Cannes, arrancando gritos e aplausos da multidão. Contente com a idolatria que a profissão lhe rende, Roberts diz que jamais teria a coragem de Foster para virar diretora. “Com alguma frequência as pessoas me perguntam isto. Não tenho esta intenção, porque conheço minhas limitações intelectuais e de paciência. Não posso ter mais de quatro pessoas me fazendo perguntas a todo instante.” Em “Jogo do Dinheiro”, por ironia, é exatamente este o seu papel, como produtora e diretora de um programa televisivo, que se se vê às voltas com uma situação tensa que requer grande concentração e capacidade de discernimento. Trata-se de um thriller, centrado na invasão de um estúdio de TV por um homem desesperado, que toma como refém um guru econômico cujas dicas o fizeram acabar na miséria. Falando sobre a trama, o também produtor George Clooney assumiu como referência o clássico “Rede de Intrigas” (1976), dirigido por Sidney Lumet. “Este filme trabalha a evolução do que se tornou a encruzilhada entre o jornalismo e o entretenimento. ‘Rede de Intrigas’ começou com isto, e é considerada uma das melhores comédias de humor negro de todos os tempos. Trata-se de um excelente filme, mas não é uma comédia. Tudo o que foi escrito na época se tornou realidade, a gente sequer poderia imaginar que poderíamos ter reality shows como os sugeridos na época. Neste filme, refletimos sobre isto, sobre o momento em que o jornalismo precisa render dinheiro ao invés de simplesmente produzir notícias.” Na trama, Clooney interpreta Lee Gates, apresentador do programa “Money Monster”, que serve de título original ao filme, onde dá dicas de economia e, para entreter o público, chega até a dançar. “Quando Jodie veio falar comigo, ela disse que queria fazer um musical”, brincou o ator, sobre a situação. “Ela me perguntou se eu poderia dançar, contratou uma coreógrafa muito talentosa, mas como sou um dançarino muito ruim acho que ficou engraçado.” O ator aproveitou para lembrar como o público é seduzido pelo que vê na TV. Situação que chega ao extremo quando um bilionário apresentador de reality show se torna um candidato viável à presidência dos EUA. “Trump é o resultado dessa tendência cada vez mais gritante na TV, no qual brincadeira substitui notícia. O fato, ilustrado no filme, de que um apresentador de TV sem nenhuma seriedade é instado a dizer para as pessoas como elas devem investir seu dinheiro mostra a que grau de loucura nossa sociedade chegou”. O personagem que invade o estúdio, por sua vez, é interpretado pelo britânico Jack O’Connell (“Invencível”), que na história se revela uma vítima da corrupção do sistema financeiro. “O personagem de Jack encarna a raiva que muitos sentem diante dos abusos do sistema financeiro”, resumiu Foster. Ele pede justiça, que lhe expliquem como seu dinheiro evaporou depois que, na tela de TV, prometeram-lhe todo tipo de garantia. Exige que continuem transmitindo ao vivo seu questionamento, que apareça o responsável pelo esquema e que confesse às pessoas como funciona aquele banditismo, capaz de fazer vítimas sem que isso seja considerado crime. Conforme as respostas surgem, “O Jogo do Dinheiro” revela-se mais que um thriller. É também uma denúncia. “Eu ainda não tinha visto muita reação de Hollywood à crise financeira”, disse Dominic West (série “The Affair”), que interpreta um banqueiro no filme. “A possibilidade de responsabilizar os banqueiros de uma maneira muito visual e dramática foi o que me atraiu no projeto”, ele apontou. Para completar a reflexão econômica, Foster lembrou que a crise também afeta o negócio cinematográfico e dificulta, cada vez mais, que se façam filmes mais ousados. “Eu acho que os executivos dos estúdios estão com medo”, ela avalia. “Acho que este é o período mais avesso ao risco na história do cinema. Muitas coisas mudaram em termos de economia e de estrutura nos estúdios. Por isso, hoje, a televisão se presta mais à inovação, pois com custos menores se pode arriscar mais”, comparou, lembrando que recentemente dirigiu episódios da série “Orange Is the New Black”. A crítica internacional, entretanto, prefere que ela continue no cinema. O consenso é que “O Jogo do Dinheiro” é um de seus melhores trabalhos. “Empolgante” foi a descrição mais utilizada. E não faltou quem publicasse que os filmes exibidos fora de competição – incluindo “Café Society”, de Woody Allen – , estavam dando banho nos primeiros longas da programação oficial de Cannes. “O Jogo do Dinheiro” estreia em duas semanas, no dia 26 de maio, no Brasil.

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