Documentário de Ariana Grande ganha trailer da Netflix
A Netflix divulgou o trailer de “Excuse Me, I Love You”, documentário que registra bastidores e shows da turnê “Sweeter”, de Ariana Grande. Os shows ocorreram entre março e dezembro de 2019 – e não passaram pelo Brasil. Foram 68 datas na América do Norte e 29 na Europa, com 1,3 milhões de ingressos vendidos. A turne, que agora poderá ser vista em casa, inclui o repertório dos discos “Sweetener” e “Thank U, Next” — com direito a hits como “God Is a Woman”, “No Tears Left to Cry”, “7 Rings” e faixa-título “Thank U, Next”. Além disso, a prévia mostra muitos momentos íntimos da artista, com direito à correria e lágrimas nos camarins. Vale lembrar que Ariana já lançou um álbum ao vivo dessa turnê. “K Bye For Now” foi disponibilizado na véspera do show de encerramento da excursão, em dezembro do ano passado. Já o filme será disponibilizado em streaming no próximo dia 21 de dezembro.
Taylor Swift lança novo álbum – e clipe – de surpresa nesta madrugada
A cantora Taylor Switft anunciou de surpresa, pelo Twitter, que vai lançar mais um álbum em 2020. E vai ser hoje mesmo, à meia-noite de Nova York – conhecida como 2h da madrugada, no horário de Brasília. “Evermore”, que ela chamou de “disco-irmão” do “Folklore”, não é um EP. O disco contará com 15 faixas, incluindo novas parcerias com músicos das bandas HAIM (“No Body, No Crime”), The National (“Coney Island”) e Bon Iver (a faixa-título). Ela contou que se sentiu estimulada durante a produção de “Folklore”, com a criatividade gerada pelo encontro de novos parceiros (alguns dos citados) e a ociosidade do período em que não poderia fazer shows. “Para ser bem sincera: a gente simplesmente não conseguiu parar de escrever músicas. Para ser mais poética, parecia que tínhamos chegado nos limites da floresta de ‘Folklore’ e tínhamos uma escolha: dar as costas e voltar pra casa ou viajar ainda mais fundo pela mata. Escolhemos a segunda opção”, ela escreveu na rede social, compartilhando a história por trás do novo e inesperado disco. A cantora ainda disse que, no passado, nunca pensou em fazer uma “continuação” para seus álbuns, mas que sentiu que o “Folklore” era diferente. “Amei o escapismo dessas histórias, algumas imaginárias e outras não. Amei as formas como vocês receberam essas histórias em suas vidas”, explicou. Lançado em julho e trazendo um clima mais folk, “Folklore” bateu recordes de reprodução em streaming e gerou inúmeros comentários nas redes sociais. O disco também rendeu um registro especial lançado pela plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), intitulado “Folklore: The Long Pond Studio Sessions”. O documentário foi igualmente realizado em segredo e lançado de surpresa, com direção da própria cantora. Nele, Taylor detalha um pouco dos bastidores da produção e ainda apresenta uma performance ao vivo do repertório, ao lado de seus colaboradores Jack Antonoff (das bandas Bleachers e Fun), Aaron Dessner (The National) e Justin Vernon (Bon Iver). “Adorei criar essas músicas com Aaron Dessner, Jack Antonoff, WB e Justin Vernon”, ela assumiu no Twitter. “Também recebemos alguns novos (e antigos) amigos em nossa mesa musical desta vez”, adiantou sobre “Evermore”. O lançamento do “Evermore” ainda será acompanhado de um clipe, “Willow”, que também virá à tona durante a madrugada – e que ela própria dirigiu, com fotografia do cinematógrafo mexicano Rodrigo Prieto (“O Irlandês”), três vezes indicado ao Oscar. Ela avisou que vai participar de um chat com os fãs no YouTube, minutos do lançamento oficial. “Vejo vocês no chat da página de estreia do clipe no YouTube antes da meia-noite para responder a algumas perguntas”, concluiu. Confira abaixo os posts originais. I’m elated to tell you that my 9th studio album, and folklore’s sister record, will be out tonight at midnight eastern. It’s called evermore. 📷: Beth Garrabrant pic.twitter.com/xdej7AzJRW — Taylor Swift (@taylorswift13) December 10, 2020 I’ve never done this before. In the past I’ve always treated albums as one-off eras and moved onto planning the next one after an album was released. There was something different with folklore. In making it, I felt less like I was departing and more like I was returning. — Taylor Swift (@taylorswift13) December 10, 2020 And I loved creating these songs with Aaron Dessner, Jack Antonoff, WB, and Justin Vernon. We’ve also welcomed some new (and longtime) friends to our musical kitchen table this time around… — Taylor Swift (@taylorswift13) December 10, 2020 I also know this holiday season will be a lonely one for most of us and if there are any of you out there who turn to music to cope with missing loved ones the way I do, this is for you. — Taylor Swift (@taylorswift13) December 10, 2020 All *digital downloads* of the album will include an exclusive, digital booklet with 16 brand new photos. You can pre-order evermore now at https://t.co/QYMUTL0IAj — Taylor Swift (@taylorswift13) December 10, 2020 I’m forever grateful to the following creatives who have helped and guided me to be able to direct my own videos: Cinematographer Rodrigo Prieto, producer Jil Hardin, 1st AD Joe ‘Oz’ Osbourne, Co-1st AD Ev Salomon, Exec Producer Rebecca Skinner… — Taylor Swift (@taylorswift13) December 10, 2020 I’ll see you guys in the YouTube premiere page chat before midnight to answer some questions 🧙♀️ — Taylor Swift (@taylorswift13) December 10, 2020
Ariana Grande vai lançar documentário da última turnê na Netflix
Ariana Grande vai cantar na Netflix. Ela anunciou nas redes sociais, nesta quarta (9/12), que vai lançar um registro da turnê “Sweeter” na plataforma de streaming em 21 de dezembro. Os shows da turnê ocorreram entre março e dezembro de 2019 – e não passaram pelo Brasil. Foram 68 datas na América do Norte e 29 na Europa, com 1,3 milhões de ingressos vendidos. Intitulado “Excuse Me, I Love You”, o documentário vai incluir o repertório dos discos “Sweetener” e “Thank U, Next” — com direito a hits como “God Is a Woman”, “No Tears Left to Cry”, “7 Rings” e faixa-título “Thank U, Next”. Ela já lançou um álbum ao vivo dessa turnê. “K Bye For Now” foi disponibilizado na véspera do show de encerramento da excursão, em dezembro do ano passado. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ariana Grande (@arianagrande)
Taylor Swift lança documentário musical de surpresa no Disney+ (Disney Plus)
A cantora Taylor Swift anunciou em suas redes sociais nesta terça-feira (24/11) que vai lançar um documentário com o repertório do disco “Folklore” na plataforma Disney+ (Disney Plus). Detalhe: o filme estreia amanhã, dia 25 de novembro. Swift deu a notícia parafraseando uma das letras de “Exile”, que rapidamente se tornou uma das favoritas dos fãs. “Você não viu esse filme antes”, ela brincou. Um trailer também foi disponibilizado no canal da cantora no YouTube. Veja abaixo. Intitulado “Folklore: The Long Pond Studio Sessions”, o filme-surpresa foi dirigido em segredo pela própria Taylor em setembro, no interior do estado de Nova York, e a acompanha, junto a seus colaboradores Jack Antonoff (das bandas Bleachers e Fun), Aaron Dessner (The National) e Justin Vernon (Bon Iver), interpretando o repertório e compartilhando as histórias por trás das canções do disco, que foram gravadas à distância, com os músicos separados por quilômetros, durante a quarentena. Os artistas tocarão todas as músicas de “Folklore” na ordem em que são apresentadas no álbum e contarão os bastidores que envolveram a criação e gravação de cada faixa. O projeto dá a Taylor e aos músicos uma chance de se encontrar e tocar o repertório juntos, ao vivo, em um ano praticamente sem shows. As apresentações da cantora foram cancelados em todo o mundo por causa da nova pandemia de coronavírus. Este é o segundo filme de Taylor Swift disponibilizado pela Disney+ (Disney Plus) em 2020. No início deste ano, ela lançou um documentário centrado em seu álbum “Lover”, gravado durante um show surpresa em Paris, no outono de 2019. O filme foi ao ar na rede ABC e mais tarde na Disney+ (Disney Plus) e na Hulu, todas empresas de propriedade da Disney. Veja abaixo o trailer do novo filme.
Estreias online: 10 filmes originais da Disney+ (Disney Plus) para ver no fim de semana
A estreia da Disney+ (Disney Plus) é a principal notícia da semana para quem busca novidades em streaming. O serviço reúne o conhecido catálogo de filmes (e séries) do mais bem-sucedido estúdio de Hollywood da atualidade, incluindo produções da própria Disney, Pixar, Marvel, “Star Wars” (Lucasfilm), National Geographic e alguns títulos perdidos da Fox. Mas sua assinatura não serve apenas para rever o que a maioria já viu ou para descobrir clássicos que ninguém lembrava. A Disney+ (Disney Plus) (pronuncia-se Disney Plus) também traz muito conteúdo novo, original e exclusivo da plataforma. Se o material não parece tão vasto quanto o da Netflix, é bom lembrar duas coisas: o serviço pioneiro levou quatro anos para chegar no montante de conteúdo do desafiante e a pandemia impediu a produção de vários projetos planejados. Abaixo estão dicas de 10 filmes exclusivos da nova plataforma. A seleção inclui o muito falado álbum visual “Black Is King”, de Beyoncé, o musical blockbuster digital “Hamilton”, que foi o primeiro título desviado dos cinemas para o streaming da Disney, e filmes que tem a cara da empresa. O legado de alguns é evidente, porque se relacionam a franquias conhecidas, como o remake live-action de “A Dama e o Vagabundo”, a nova produção LEGO de “Star Wars” e os derivados das animações “Phineas e Ferb” e “Toy Story”. Mas nem todas as opções são remakes, continuações, prólogos ou spin-offs. Na lista de criações inéditas, há diversões garantidas como a hilária comédia infantil “Timmy Fracasso”, dirigida por Tom McCarthy, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Spotlight: Segredos Revelados” (2015), a emocionante aventura “Togo”, sobre um cachorro heroico que enfrenta a natureza implacável para salvar o dono (Willem Dafoe) na tundra ártica nos anos 1920, e o singelo romance adolescente “A Extraordinária Garota Chamada Estrela”, que lança como atriz a jovem Grace VanderWall, uma estrela verdadeira de 16 anos que venceu o concurso de calouros “America’s Got Talent” como cantora e instrumentista em 2016 – e cujo sorriso é um verdadeiro efeito visual! Confira a seguir os trailers do Top 10 dos filmes originais da Disney+ (Disney Plus). Black Is King | EUA | 2020 Hamilton | EUA | 2020 A Extraordinária Garota Chamada Estrela | EUA | 2020 Timmy Fracasso | EUA | 2020 Togo | EUA | 2020 A Dama e o Vagabundo | EUA | 2019 Sociedade Secreta dos Segundos Filhos Reais | EUA | 2020 LEGO Star Wars: Especial de Festas | EUA | 2020 Phineas e Ferb, O Filme: Candace Contra o Universo | EUA | 2020 Toy Story: Aventuras de Betty | EUA | 2020 Tudo disponível na Disney+ (Disney Plus)
Shawn Mendes comenta o trailer de seu documentário
A Netflix divulgou um vídeo “de reação” de Shawn Mendes ao trailer de “Shawn Mendes: In Wonder”, documentário sobre ele mesmo. O momento “meta” materializa comentários do cantor sobre imagens que mostram desde sua nudez no chuveiro até a adoração dos fãs em um estádio, ponto alto de sua recente turnê, que aconteceu em Toronto, próximo do local em que cresceu no Canadá. O resultado é um tanto gélido e, de forma curiosa, mostra que o cantor sabe de cor algumas frases do documentário, que são narradas no trailer como se fossem seus “pensamentos”. Ele confessa que o tom edificante foi derivado do fato de ter visto “muitos filmes de Matthew McConaughey”. O artista também assume a ambição por trás das filmagens, dizendo que não queria que o filme fosse apenas “sobre como é incrível ser um popstar”. “Tem uma profundidade genuína”, ele defende. Mendes, de 22 anos, estourou aos 17, quando lançou o seu álbum de estreia e se tornou um fenômeno mundial com o hit “Stitches” – quando passou a ser considerado “o novo Justin Bieber”. O documentário pretende mostrar como ele lida com a fama precoce, com o próprio ego e até com a saúde vocal, ao mesmo tempo em que também apresenta seu relacionamento com outra grande estrela pop juvenil, a cantora Camila Cabello. O filme estreia na segunda (23/11) e faz parte da promoção do quarto álbum do cantor, batizado de “Wonder”, que chega às lojas digitais em 4 de dezembro. O título também é o mesmo do primeiro single, que embala todo o vídeo.
Documentário do show de Emicida no Theatro Municipal ganha trailer
A Netflix divulgou o trailer do documentário “AmarElo – É Tudo Pra Ontem”, dedicado ao show do rapper Emicida no Theatro Municipal, de São Paulo, no ano passado. Além das cenas das gravações do espetáculo, que destacam a participação de Pabblo Bittar e Majur na apresentação ao vivo de “AmarElo”, a prévia também destaca os bastidores da produção e conta com cenas narradas por Emicida sobre o movimento negro e a importância de fazer o show num palco que é marco da cultura brasileira. O filme tem direção de Fred Ouro Preto (sobrinho de Dinho, do Capital Inicial), que assinou vários clipes de Emicida, e sua proposta pretende estabelecer um elo entre o show e dois momentos importantes da história e da cultura passados dentro e fora do Municipal: a Semana de Arte Moderna de 1922 e a fundação do Movimento Negro Unificado (MNU) em 1978. “São quatro décadas que separam a nossa ascensão ao palco do Theatro Municipal do encontro das pessoas do MNU naquelas escadarias. Então, subir ali e gritar ‘obrigado, MNU’ pro mundo é para que eles saibam que é da luta deles que nasce um sonhador como o Emicida”, diz o rapper, no comunicado do projeto. Com 90 minutos, o documentário tem lançamento marcado para o dia 8 de dezembro. Além disso, a Netflix e a produtora Laboratório Fantasma (criada por Emicida e seu irmão Fióti), tem um segundo projeto em desenvolvimento, que será lançado em 2021.
Frank Zappa ganha documentário do astro de Bill & Ted. Veja o trailer
A Magnolia Pictures divulgou o trailer de “Zappa”, documentário sobre o roqueiro Frank Zappa dirigido por Alex Winter, ator que estrela com Keanu Reeves as comédias de “Bill & Ted”. Frank Zappa já foi tema de muitas produções, mas o novo filme se diferencia por tentar cobrir toda a vida do artista e também porque Winter teve a aprovação e o apoio da família do músico, conseguindo acesso a gravações raras e imagens inéditas. O documentário inclui entrevistas do próprio biografado, de sua esposa Gail, de ex-integrantes do Mothers of Invention (a banda de Zappa dos anos 1960), dos guitarristas Steve Vai e Mike Keneally, que já trabalharam com o artista, e de Pamela Des Barres, a famosa groupie e membro da banda feminina The GTOs, produzida por Zappa entre o final dos anos 1960 e o início dos 1970. “Zappa foi um homem extremamente complicado e brilhante, que tinha tantos detratores quanto fãs”, disse Winter, em entrevista à revista Rolling Stone norte-americana. “Eu espero que o público possa vê-lo como eu vejo, como um artista norte-americano cativante e extremamente relevante.” “Quando comecei a selecionar o material, eu descobri horas e horas de entrevistas inéditas que Frank armazenou, de diferentes momentos de sua vida”, continou. “Ele é um ótimo contador de histórias, e eu consegui fazer com que ele basicamente narrasse a própria vida. Em alguns casos ele começa uma anedota em 1969, continua o pensamento em 1980 e parece encerrar a mesma história em 1991. Isso permitiu que nós criássemos uma perspectiva caleidoscópica de Frank através do tempo – algo parecido com o que ele fez com sua música. O filme está cheio de surpresas para os fãs, mas acho que o que mais vai impactá-los é a intimidade da narração e o verdadeiro sentimento de quem Zappa realmente foi.” Segundo Ahmet, filho de Frank Zappa, “este é o documentário definitivo sobre Frank Zappa.” A estreia está mercada para 27 de novembro nos EUA.
Documentário sobre os Bee Gees ganha trailer
A HBO Max divulgou o trailer de “The Bee Gees: How Can You Mend a Broken Heart”, documentário sobre a banda que marcou época com baladas românticas nos anos 1960 e alguns dos maiores hits das discotecas nos 1970. Na prévia, artistas como Justin Timberlake, Noel Gallagher e Nick Jonas falam sobre a influência do trio, responsável pelos sucessos “Night Fever”, “Stayin’ Alive”, “You Should Be Dancing”, “I Started a Joke”, “How Deep Is Your Love”, “Jive Talkin'”, “Tragedy” e, claro, “How Can You Mend a Broken Heart” – entre muitos outros. Dirigido pelo cineasta Frank Marshall (“Resgate Abaixo de Zero”), o documentário pretende cobrir desde as origens da banda na Austrália até a transformação de Barry, Robin e Maurice Gibb em astros internacionais na esteira do sucesso do filme “Embalos de Sábado a Noite” (Saturday Night Fever, 1977), cujo disco com canções compostas pela banda se tornou a segunda trilha sonora mais vendidas de todos os tempos – só foi superado em 1992 pelas músicas de Whitney Houston em “O Guarda-Costas”. A estreia está marcada para 12 de dezembro nos EUA.
MPB4 vai ganhar documentário
A história do grupo musical MPB4, que marcou a música brasileira entre as décadas de 1960 e 1980, vai virar documentário. Dirigido pelo veterano cineasta Paulo Thiago e produzido por Glaucia Camargos, o longa está ainda em fase de pré-produção. Os dois já trabalharam juntos em sete filmes: “Orquestra dos Meninos” (2008), “Coisa Mais Linda: Histórias e Casos da Bossa Nova” (2005), “O Vestido” (2003), “Poeta de Sete Faces” (2002), “Policarpo Quaresma, Herói do Brasil” (1997), “Vagas Para Moças de Fino Trato” (1993) e “Jorge, um Brasileiro” (1988). A nova produção terá cenas de arquivos e entrevistas com os integrantes do quarteto, além de depoimentos de músicos e cantores que participaram da história do grupo, como seu grande parceiro Chico Buarque. Ainda não há previsão para a estreia, mas os fãs podem matar as saudades da boa música do MPB4 no vídeo clássico abaixo.
Documentário de Shawn Mendes ganha trailer com declaração para Camila Cabello
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Shawn Mendes: In Wonder”, documentário sobre a recente turnê do cantor canadense, que registra cenas de intimidade e até seus “pensamentos”. Já nas primeiras cenas da prévia, ele aparece tomando banho. E o trailer segue desnudando-o de forma menos literal, nos palcos, camarins e quartos de hotel, mas principalmente por meio de declarações que servem tanto de desabafo quanto de revelação sobre o jovem artista. Até culminar numa dedicação extremamente romântica de sua carreira para sua namorada, a cantora Camila Cabello, na qual ele afirma que todas as suas músicas são sobre ela. Mendes, de 22 anos, estourou aos 17, quando lançou o seu álbum de estreia e se tornou fenômeno mundial com o hit “Stitches”, passando a ser considerado “o novo Justin Bieber”. O documentário mostra como ele lida com a fama precoce, com o próprio ego e até com a saúde vocal. O filme estreia em 23 de novembro em streaming, e faz parte da promoção do novo álbum do cantor, batizado de “Wonder”, que chega às lojas digitais em 4 de dezembro. O primeiro single, que também é a faixa-título, serve de trilha para o trailer. Veja abaixo também o clipe oficial da canção.
Os 7 de Chicago é a principal estreia do Top 10 online da semana
A programação de estreias digitais da semana tem como grande destaque o primeiro dos quatro dramas que a Netflix vai tentar emplacar no Oscar 2021. E “Os 7 de Chicago” começou bem sua trajetória, com 94% de aprovação no Rotten Tomatoes e menções especialmente elogiosas ao roteiro de Aaron Sorkin, que já tem um Oscar por “A Rede Social” (2010). Ele também dirige o filme, após Steven Spielberg abrir mão da vaga devido a excesso de projetos. Em desenvolvimento há mais de uma década, o longa foi escrito por Sorkin em 2008 para Spielberg dirigir, mas, como o cineasta não encontrou tempo em sua agenda, o próprio Sorkin, que se lançou como diretor com “A Grande Jogada” (2017), acabou assumindo seu comando. O Top 10 ainda inclui mais dois novos volumes do projeto de terror da Amazon “Welcome to the Blumhouse”, dedicado a novos cineastas e produzido pelo estúdio que lançou “Atividade Paranormal”, “Corra” e “O Homem Invisível”. Além disso, um terrir infantil também ajuda os fãs do gênero a entrar no clima do vindouro Halloween. A lista abaixo ainda traz sugestões de dramas premiados no circuito dos festivais, mas já não é tão forte, refletindo uma semana com menos lançamentos online que as anteriores, após a reabertura dos cinemas em São Paulo e Rio. Para completar, filmes como “Alice Junior” e “Dunkirk”, que chegaram na Netflix, não estão na lista pelo fato de não serem realmente lançamentos. São novidades apenas para os assinantes da plataforma, pois já podem ser vistos em VOD há algum tempo. De todo modo, fica a dica dos dois títulos para quem só usa esse serviço. Os 7 de Chicago | EUA | 2020 O novo filme de Aaron Sorkin, que tem produção de Steven Spielberg e é uma aposta da Netflix para o Oscar 2021, recria a história verídica do confronto entre manifestantes pacíficos e a polícia durante a Convenção Nacional Democrata de 1968 na cidade americana de Chicago, cujas imagens, que ganharam manchetes na época, continuam tão atuais hoje quanto foram há meio século. Os organizadores do protesto – incluindo Abbie Hoffman, Jerry Rubin, Tom Hayden e Bobby Seale – foram acusados de conspiração e incitação ao tumulto e o julgamento que se seguiu foi um dos mais notórios da história dos EUA. Os oito líderes se tornaram o centro de um debate na sociedade americana sobre os limites do direito de protesto e do uso da força policial para conter manifestações pacíficas. O caso também atraiu a atenção da mídia por refletir a repressão dos movimentos que se opunham à Guerra do Vietnã e assumiam posturas pacifistas. Alguns dos ativistas acabaram condenados, enquanto outros foram inocentados – eventualmente, no entanto, todas as sentenças foram suspensas. Vale observar que essa história já foi filmada antes em “The Chicago 8” (2011), uma produção indie de pouca repercussão. A diferença no número de ativistas daquele filme é que ele contou Bobby Seale, fundador dos Panteras Negras e “oitavo acusado”, que acabou não indo a julgamento junto com os demais por ter sido condenado rapidamente por desacato e enviado à prisão pelo juiz do caso. Ele era o único negro do grupo. O elenco é bastante estrelado, a começar pelos oito de Chicago: Sacha Baron Cohen (“Alice Através do Espelho”), Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Jeremy Strong (“Succession”), Alex Sharp (“As Trapaceiras”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Danny Flaherty (“The Americans”), Noah Robbins (“Evil”) e Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) como Bobby Seale. Além deles, o elenco destaca Joseph Gordon-Levitt (“Power”), Frank Langella (“Kidding”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) e Kelvin Harrison Jr. (“Ondas”). Disponível na Netflix. Manual de Caça a Monstros | EUA | 2020 A comédia de terror infantil conta a história de uma babá que tenta resgatar crianças raptadas por monstros. Para isso, ela recebe ajuda de outras babás de uma sociedade secreta, encarregadas de enfrentar ameaças sobrenaturais e manter as crianças seguras até a volta de seus pais. Baseado nos livros de Joe Ballarini (“My Little Pony: O Filme”), o filme dirigido Rachel Talalay (“Tank Girl”) tem como ponto alto a participação de Tom Felton (o Draco Malfoy de “Harry Potter”), irreconhecível como o deformado Grand Guignol, líder dos monstros. Ele é o motivo para ver esse programa de Halloween para crianças, pois não rouba só as crianças da trama, mas todas as cenas do elenco, formado ainda por Tamara Smart (“A Pior das Bruxas”), Oona Laurence (“Perfeita é a Mãe!”), Ian Ho (“Elinor Wonders Why”) e Indya Moore (“Pose”). Disponível na Netflix. Verdade e Justiça | Estônia | 2019 O candidato estoniano ao Oscar 2020 reflete a luta de um agricultor do século 19, que pretende criar sua família num território difícil, mas é confrontado pela natureza e por um vizinho mesquinho, que se vangloria de já ter feito dois antigos proprietários desistirem daquelas terras. Aos poucos, sonho e obsessão se confundem e encaminham a história para um confronto. Elogiadíssimo longa de estreia do premiado curta-metragista Tanel Toom, “Verdade e Justiça” é baseado numa volumosa saga de Anton Hansen Tammsaare (1878-1940), considerada uma das obras essenciais da literatura estoniana. Disponível na Apple TV/iTunes, Now e Vivo Play. O Conto das Três Irmãs | Turquia | 2019 Consagrado nos festivais de Sofia, Saravejo e Istambul, o terceiro longa de Emin Alper combina conto de fadas com drama fatalista, ao acompanhar três garotas de um vilarejo pobre no centro da Península de Anatólia, que são enviadas pelo pai a uma família rica da cidade grande para trabalharem como babás e empregadas domésticas. Entretanto, são devolvidas por desagradarem aos patrões. Enquanto o pai tenta resolver a situação, as irmãs sonham com um futuro longe dali. Disponível no Vivo Play. Até que Você Me Ame | EUA | 2018 Muito falado, este suspense psicológico de baixíssimo orçamento antecipou a acusação de misoginia feita contra “365 Dias” (2020), ao transformar a premissa do sucesso “romântico” da Netflix numa verdadeira “Louca Obsessão” (1990). A trama acompanha uma mulher mantida cativa para se apaixonar por seu sequestrador. A obsessão é tão doentia que ela tem as pernas feridas – e tratadas, de forma fetichista – para não ter sequer a capacidade de escapar. Mas a mulher não se dá por vencida e encontra formas de se exercitar e recuperar a mobilidade. Uma curiosidade da produção é que a norueguesa Ingvild Deila foi dublê de corpo de Carrie Fisher, aparecendo como a versão jovem da Princesa Leia em “Rogue One” (2016). Disponível na Apple TV/iTunes, Looke, Sky Play e Vivo Play. Noturno | EUA | 2020 Terceiro volume da coleção “Welcome to the Blumhouse”, produzida pela produtora de terror Blumhouse (“Atividade Paranormal”, “Corra”, “O Homem Invisível”) e dedicada a novos talentos, a produção marca a estreia da curtametragista Zu Quirke (“Ghosting”) em longas. “Nocturne” (título original) se passa numa academia de artes, onde uma estudante de música tímida começa a ofuscar sua irmã gêmea mais talentosa e extrovertida após descobrir um caderno misterioso, pertencente a um colega de classe recém-falecido. O elenco é encabeçado pelas jovens Sydney Sweeney (“Euphoria”) e Madison Iseman (“Jumanji: Próxima Fase”). Disponível na Amazon Prime Video. Mau-Olhado | EUA | 2020 O quarto título da antologia “Welcome to the Blumhouse”, produzida pela produtora Blumhouse para lançar novos talentos, destaca Elan Dassani e Rajeev Dassani, profissionais de efeitos visuais de séries como “Scandal” e “How to Get Away with Murder”, que assinam seu primeiro trabalho de direção: um romance de terror. A trama de “Evil Eye” (título original) acompanha um relacionamento aparentemente perfeito, que se transforma em pesadelo quando uma mãe (Sarita Choudhury, de “Homeland”) se convence de que o novo namorado de sua filha (Sunita Mani, de “GLOW”) tem uma ligação sombria com seu próprio passado. É o exemplar mais fraco da coleção, que ainda inclui “Caixa Preta” (o melhor) e “Mentira Incondicional”, disponibilizados no fim de semana passado. Disponível na Amazon Prime Video. BLACKPINK: Light Up the Sky | Coreia do Sul | 2020 Documentário sobre o fenômeno do K-Pop BLACKPINK. A produção conta a história do grupo, que foi reunido pela agência de talentos/produtora/gravadora YG Entertainment quando suas integrantes ainda eram pré-adolescentes, mostrando a amizade que se formou entre as meninas (nem todas sul-coreanas), que passaram a morar juntas, a pressão pelo sucesso e a conquista do público americano após a aparição no Festival de Coachella. O filme chega poucos dias após o lançamento do “The Album”, que por incrível que pareça é apenas o primeiro álbum oficial do grupo. Disponível na Netflix. A Parte do Mundo que me Pertence | Brasil | 2017 Premiado no Festival do Rio, o documentário examina sonhos e desejos das pessoas comuns. A vida cotidiana de personagens anônimos, que o cineasta mineiro Marcos Pimentel encontra pelas ruas de Belo Horizonte. Entre uma menina com síndrome de down que deseja se tornar bailarina e um trabalhador que quer reformar a própria casa, o diretor revela o quanto um sonho é importante para a vida das pessoas. Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Sky Play, Vivo Play e YouTube Filmes. Batman: Morte em Família | EUA | 2020 A nova animação da DC Comics adapta a famosa história homônima dos quadrinhos, publicada em 1988, que narra a trágica morte do segundo Robin, Jason Todd, nas mãos do Coringa. Assim como o destino do personagem foi escolhido pelos fãs, em votação telefônica, a produção também chega com opções interativas, em que o espectador deverá escolher o rumo da trama. Vale observar que a morte de Robin acabou desfeita anos depois, após vir à tona que a votação que resultou na tragédia foi manipulada por hackers amadores. O personagem foi reincorporado como o vilão Capuz Vermelho. O lançamento cobre esse arco e também funciona como um prólogo de “Batman contra o Capuz Vermelho”, animação lançada em 2010. Disponível na Apple TV/iTunes e Google Play.
Netflix anuncia novo festival Tudum com apresentação de Maisa
A Netflix anunciou a segunda edição do Tudum, sua “Comic Con” brasileira, após o sucesso do evento de janeiro passado. A diferença é que, em vez de trazer artistas, como Lana Condor e Noah Centineo, casal de “Para Todos os Garotos que já Amei” que desembarcou em São Paulo para o evento original, a nova versão do Tudum será virtual, após sofrer uma mutação completa devido ao coronavírus. Dividida em partes, a programação inclui revista de papel, convenção virtual e um esboço de programa de entrevistas da Maisa. Já explicamos. Para começar, Tudum 2 (a missão) será um “almanaque”. Como o público da Netflix pode não saber o que é um almanaque, já que isso é da época de seus (bis)avós, trata-se de uma revista especial de entretenimento com muitas páginas. No caso da versão da plataforma, serão 100 páginas reunidas numa publicação impressa e digital, trazendo histórias, jogos e atividades interativas sobre as séries e filmes da Netflix. Com 100 mil exemplares impressos, o almanaque trará entrevistas, curiosidades e quizzes (também conhecidos, na época dos almanaques, como testes de conhecimentos) com os personagens das produções do serviço. Haverá, ainda, destaque para temas importantes ligados à representatividade e diversidade presentes nos conteúdos da Netflix, além de itens colecionáveis como adesivos, paper toys e pôsteres. Quem quiser receber a revista impressa em casa precisa se inscrever pelo site: tudumnetflix.com.br. As inscrições abrem nesta sexta (16/10) e são limitadas à quantidade de exemplares disponíveis. Mas o almanaque também poderá ser acessado em sua versão digital, a partir do dia 26 de outubro no mesmo site. Depois disso, começa a segunda parte da brincadeira. Entre os dias 3 e 5 de novembro, o Tudum inicia seu “festival digital”, que na verdade será uma variação do conceito de “convenção virtual”, com participação de convidados por videoconferência. A lista de artistas confirmados inclui Joel Courtney (“A Barraca do Beijo”), Ashley Park e Lucas Bravo (“Emily em Paris”), Ana Becerril e Yankel Stevan (“Control Z”), Bruna Mascarenhas, Jottapê e Christian Malheiros (“Sintonia”), Felipe Castanhari (“Mundo Mistério”) e o rapper Emicida (que terá um documentário exibido na plataforma). A diferença em relação aos eventos virtuais já realizados neste ano, como a Comic-Con Internacional, a Comic Con de Nova York e a DC Fandome, é que haverá uma única apresentadora para todas as atrações. Maisa Silva inicia sua nova relação com a Netflix mediando o Tudum e fazendo perguntas para os convidados, como se fosse seu “Programa da Maisa”. Para completar, os fãs ainda terão a oportunidade de participar diariamente de encontros individuais, cara a cara com seus ídolos — via inscrições (vai ter fila e tempo limite). A forma como isso vai funcionar será explicada ao vivo, durante o festival.












