PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Ryan Reynolds anuncia fim das filmagens de “Deadpool 3”

    24 de janeiro de 2024 /

    O ator Ryan Reynolds anunciou o fim das filmagens de “Deadpool 3”. Ele publicou um texto emotivo nas redes sociais, no qual brinca e agradece à equipe e aos amigos Hugh Jackman e Shawn Levy. “O traje esconde o sangue. Também suor… Mas hoje, com o fim das filmagens de Deadpool, são principalmente lágrimas. Um agradecimento gigante e eterno ao elenco e à equipe do nosso filme que lutou contra o vento, a chuva, as greves e o Hugh Jackman… tudo sob a forte liderança de Shawn Levy [diretor]. Consegui fazer um filme com meus amigos mais próximos e isso não acontece com muita frequência. Vejo vocês em 26 de julho”, escreveu o ator, referindo-se à estreia nos Estados Unidos. No Brasil, o filme estreia um dia antes, no dia 25 de julho.   O que esperar de “Deadpool 3” “Deadpool 3” será o primeiro filme dos mutantes da Marvel a se passar na cronologia oficial do MCU. Embora não tenha uma sinopse divulgada, o longa será responsável por fazer a ponte entre o universo de heróis anteriormente criado pela Fox com o universo dos Vingadores criado pela Disney, graças a uma aventura pelo multiverso. Em meio às filmagens, surgiram rumores de participações de outros heróis que estavam nas mãos da Fox. Inicialmente, os boatos começaram a apontar que Ben Affleck iria reprisar seu papel de “Demolidor – O Homem sem Medo” (2003). Logo em seguida, o The Hollywood Reporter confirmou que Jennifer Garner voltará como Elektra após sua participação no longa do Demolidor e do seu filme solo “Elektra” (2005). Além disso, o filme pode contar com as participações dos integrantes originais dos X-Men, incluindo Halle Berry, Famke Janssen e James Marsden, reprisando seus papéis como Tempestade, Jean Grey e Ciclope, respectivamente. O trio tem sido citado em várias reportagens, embora a Marvel não tenha confirmado oficialmente a participação de nenhum deles. Há também rumores sobre Patrick Stewart como Professor X e Dafne Keen como X-23, introduzida no filme “Logan” (2017).   Equipe e elenco confirmados Dirigido por Shawn Levy (“O Projeto Adam”), o roteiro de “Deadpool 3” é escrito por Levy e Reynolds ao lado dos autores dos dois filmes anteriores, Paul Wernick e Rhett Reese, e o roteirista de quadrinhos Zeb Wells. O elenco realmente confirmado conta com os retornos dos atores dos primeiros filmes: Karan Soni como Dopinder, Leslie Uggams como Blind Al, Morena Baccarin como Vanessa, Stefan Kapicic como Colossus, Rob Delaney como Peter, Brianna Hildebrand como Míssil Adolescente Megassônico e Shioli Kutsuna como Yukio. The suit hides the blood. Also sweat… But today, with Deadpool wrapping, it's mostly tears. A giant and forever thanks to the cast and crew of our film who battled wind, rain, strikes and @RealHughJackman… all under the stalwart leadership of @ShawnLevyDirect I got to make a… pic.twitter.com/aEasnxo6cD — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) January 24, 2024

    Leia mais
  • Filme

    Gillian Anderson junta-se ao elenco de “Tron: Ares”

    23 de janeiro de 2024 /

    As filmagens de “Tron: Ares”, terceiro filme da franquia “Tron”, iniciada em 1982, já começaram oficialmente. Com isso, a atriz Gillian Anderson, conhecida por seus papéis em “Arquivo X” e “Sex Education”, foi confirmada no elenco. Até o momento, nenhuma informação sobre o personagem de Anderson foi divulgada. Da mesma forma, a trama de “Tron: Ares” permanece um mistério, sem uma sinopse oficial. O que se sabe é que Jared Leto (“Mobius”) assumirá o papel principal em “Tron: Ares”. O elenco do filme inclui também Jodie Turner-Smith (“Queen & Slim”), Evan Peters (“Dahmer: Um Canibal Americano”), Greta Lee (“The Morning Show”), Cameron Monaghan (“Gotham”) e Sarah Desjardins (“Yellowjackets”), formando um grupo diversificado de atores para a continuação da saga. O longa será dirigido por Joachim Rønning (“Malévola: Dona do Mal”). Fomentando expectativas dos fãs com o passar do tempo, a nova continuação da franquia começou a ser produzida 14 anos depois do lançamento de “Tron – O Legado” (2010). Embora uma sequência tivesse sido colocada em desenvolvimento, com os personagens do filme previstos para retornar, a ideia acabou descartada pela Disney. Diante disso, a trama de “Tron: Ares” vai trazer uma abordagem diferente dos filmes anteriores ambientados no universo virtual. Desta vez, a história abordará o surgimento de um programa consciente que atravessa o mundo humano. Vale mencionar que a produção não terá o retorno de Steven Lisberger, diretor do primeiro filme e roteirista no segundo. O roteiro é escrito por Jesse Wigutow (“O Corvo”) e Jack Thorne (“Best Interests”).   O legado tecnológico e cultural de Tron A franquia de ficção científica começou com “Tron” (1982) e ganhou popularidade pelos efeitos especiais imersivos. A história apresenta um mundo virtual dentro de um computador, mergulhado em tecnologia e cores fluorescentes. Neste universo, os programas de computador são retratados como seres conscientes que vivem e interagem entre si. O longa original apresentava esse mundo virtual criado por Kevin Flynn, um designer de videogame interpretado por Jeff Bridges. Ele é transportado para dentro de sua própria criação e se une a Tron, um programa de segurança vivido por Bruce Boxleitner. O longa arrecadou apenas US$ 33 milhões nas bilheterias e foi considerado um fracasso comercial, mas recebeu duas indicações ao Oscar (Melhor Figurino e Mixagem de Som) e acabou se tornando cultuadíssimo durante o boom do VHS. Atualmente, é considerado um filme pioneiro pelos conceitos inovadores e os efeitos especiais surpreendentes para a época. Quase 30 anos depois, a Disney lançou a continuação “Tron – O Legado”, com Garrett Hedlund (“The Tutor”) e Olivia Wilde (“Não Se Preocupe Querida”) como protagonistas. A história ainda trouxe Jeff Bridges de volta, ao lado de uma versão digitalmente rejuvenescida de Bruce Boxleitner. O longa arrecadou US$ 400 milhões de bilheteria no mundo todo e terminou com gancho para uma continuação. A produção destacou-se mais uma vez pelos efeitos visuais, além de ter lançado a carreira hollywoodiana do diretor Joseph Kosinski – hoje mais conhecido por “Top Gun: Maverick”.

    Leia mais
  • Série

    “Doctor Who” sofre mudanças e troca protagonista

    21 de janeiro de 2024 /

    A série “Doctor Who” sofreu uma mudança inesperada em seus bastidores. Millie Gibson, que interpreta Ruby Sunday, a nova companheira do personagem-título, está deixando a atração britânica de sci-fi após gravar a 14ª temporada, ainda inédita. Conhecida no Reino Unido por participar da novela “Coronation Street” de 2019 a 2022, Gibson foi introduzida no especial de Natal do personagem, lançado em 25 de dezembro, ao lado de Ncuti Gatwa (o Eric de “Sex Education”). Os motivos por trás da saída da atriz não foram divulgados, mas Gatwa, intérprete do Doutor, publicou uma homenagem à sua colega de elenco em seu Instagram. Ele postou uma foto em que os dois aparecem juntos e escreveu “minha pequena”, ao lado do símbolo de gêmeos e um coração. Sem perder tempo, a produção comandada por Russell T. Davies já anunciou uma nova companheira substituta para o Doutor. Varada Sethu, vista na série “Andor” e no filme “Jurassic World: Domínio”, foi confirmada no elenco da 15ª temporada, mas detalhes de sua personagem ainda não foram anunciados.

    Leia mais
  • Série

    Spin-off de “Os Feiticeiros de Waverly Place” contará com participação de Selena Gomez

    18 de janeiro de 2024 /

    Selena Gomez vai revisitar seu passado com estrela da Disney para participar de uma nova versão de “Os Feiticeiros de Waverly Place”, a série que a tornou conhecida em 2007 e que durou até 2012 no Disney Channel. Segundo o site Deadline, Selena acertou sua participação para retomar o papel de Alex Russo em um spin-off centrado no irmão mais velho da feiticeira, Justin (David Henrie). Por enquanto, ela tem confirmada participação apenas no episódio piloto, mas negocia a possibilidade de aparecer mais vezes, caso a produção tenha uma temporada aprovada. O Disney Channel encomendou apenas a produção do piloto para avaliar o potencial da nova atração, que contará também com os novatos na franquia Janice LeAnn Brown (“Uma Família Imprevisível”), Alkaio Thiele (“Call Me Kat”) e Mimi Gianopulos (“Baby Daddy”). A trama vai acompanhar Justin após abandonar a magia e tentar levar uma vida normal com a mulher (Mimi) e dois filhos (Thiele e um ator ainda não escalado). Mas tudo muda quando uma jovem feiticeira (Janice) aparece na porta de sua casa em busca de alguém para treiná-la no mundo das artes místicas. Não foi revelado como ocorrerá a participação de Selena Gomez no primeiro capítulo nem se outros integrantes do elenco de “Os Feiticeiros de Waverly Place” aparecerão na nova versão. Pelo menos um ator está descartado, de qualquer maneira: Dan Benson, intérprete de Zeke, melhor amigo de Justin, que tomou um rumo nada Disney em sua carreira. Desde 2022, Benson mantém um perfil na plataforma OnlyFans, na qual compartilha conteúdos de teor adulto. O projeto busca repetir os passos de outra atração do Disney Channel, que retomou sua personagem principal como mãe: “A Casa da Raven”, lançada em 2017, com a protagonista de “As Visões da Raven” (2003-2007) às voltas com a família em novas aventuras.

    Leia mais
  • Filme

    Atriz de “Witcher” é única humana nas fotos do novo “Planeta dos Macacos”

    13 de janeiro de 2024 /

    O 20th Century Studios divulgou uma coleção de fotos do próximo filme da franquia “Planeta dos Macacos”. As imagens destacam diversos personagens símios da trama e apenas uma humana, vivida por Freya Allan (“The Witcher”). Intitulado “Planeta dos Macacos: O Reinado” (Kingdom of the Planet of the Apes), o filme se passa vários anos após a última trilogia, num futuro em que macacos evoluídos andam a cavalo, brigam entre si e reinam sobre as ruínas destruídas da antiga humanidade, enquanto os poucos humanos sobreviventes se escondem de seus predadores. A trama escrita por Josh Friedman (“Avatar: O Caminho da Água”) e Rick Jaffa (“Planeta dos Macacos: A Origem”) acompanha a emergência de um novo líder símio tirânico, enquanto um jovem macaco empreende uma jornada angustiante que o levará a questionar tudo o que sabe sobre o passado e a fazer escolhas que definirão um futuro tanto para os macacos como para os humanos. A direção é de Wes Ball (“Maze Runner”) e o elenco também inclui Owen Teague (“It: A Coisa”), Peter Macon (“The Orville”), Kevin Durand (“Locke & Key”) e William H. Macy (“Shameless”). A estreia está marcada para 23 de maio de 2024 no Brasil, duas semanas depois do lançamento nos EUA.

    Leia mais
  • Filme,  Série

    Estreias | “Eco” e “True Detective” chegam ao streaming

    12 de janeiro de 2024 /

    Os destaques da programação de streaming são duas séries, “Eco”, nova produção da Marvel, e a 4ª temporada de “True Detective” com Jodie Foster, que estreia no domingo (14/1). Entre os filmes, há chegada de “Assassinos da Lua das Flores” para os assinantes da Apple TV+, “Napoleão” em VOD e duas comédias de ação inéditas para arriscar – contra a opinião da crítica. Confira a lista das 10 principais novidades da semana.   SÉRIES   ECO | DISNEY+   A série mais inovadora da Marvel destaca uma personagem indígena, surda e amputada. Longe das convenções tradicionais dos super-heróis, a produção mergulha em territórios inexplorados ao acompanhar Maya Lopez, interpretada por Alaqua Cox, de volta para sua cidade natal em Oklahoma, onde confronta seu passado e planeja vingança contra o vilão Wilson Fisk, interpretado por Vincent D’Onofrio. Este retorno força Maya a enfrentar traumas familiares e a reconectar-se com seus avôs. O enredo se desenrola em meio a uma mistura de misticismo indígena e conflitos familiares. Apesar de ser uma série de ação, “Eco” é mais notável por suas cenas emocionais e representação cultural do que por suas sequências de luta. Entretanto, quando o quebra-quebra começa, rende algumas das sequências mais viscerais da Marvel, com um trabalho excepcional de dublês. O uso da perna protética de Maya nos combates é um exemplo de como a série inova, utilizando elementos característicos da personagem para enriquecer a ação. “Eco” é significativa no contexto do Universo Cinematográfico Marvel (MCU) não apenas pela representação de minorias, mas também por sua abordagem única na narrativa, inaugurando o novo selo Marvel Spotlight. Este selo tem como objetivo trazer histórias mais focadas e autocontidas, diferenciando-se das produções interconectadas e de grande escala típicas do MCU. Com a minissérie, o estúdio demonstra uma abordagem mais íntima e específica, voltando-se para a exploração profunda de um único personagem e sua jornada, ao invés de entrelaçar diversas narrativas e heróis de seu universo compartilhado. Entretanto, a narrativa é claramente amarrada na continuidade do MCU. Maya Lopez foi apresentada em “Gavião Arqueiro” e a trama é desdobramento do aconteceu naquela série. Além disso, os episódios trazem personagens da série “Demolidor”, como o mencionado Wilson Fisk e o próprio herói-título, novamente interpretado por Charlie Cox. A produção tem até cena pós-créditos, que introduz o enredo da nova série do Demolidor. A direção é de Sydney Freeland (“Star Trek: Strange New Worlds”) e o elenco também inclui Chaske Spencer (“The English”), Graham Greene (“Espíritos Obscuros”), Tantoo Cardinal (“Assassinos da Lua das Flores”), Devery Jacobs (“Reservation Dogs”) e Zahn McClarnon (“Westworld”).   TRUE DETECTIVE: TERRA NOTURNA | HBO MAX   A 4ª temporada da renomada série “True Detective”, intitulada “Terra Noturna”, estabelece um novo marco na franquia, que bateu recordes de audiência. Ambientada na gélida localidade de Ennis, no Alasca, os novos episódios seguem a detetive Liz Danvers, interpretada por Jodie Foster (“Um Novo Despertar”), e sua parceira, Evangeline Navarro, papel de Kali Reis (“Catch the Fair One”), na investigação do desaparecimento de oito cientistas em um remoto centro de pesquisa. A direção é da mexicana Issa López, conhecida pelo premiado terror “Os Tigres Não Têm Medo” (2017), que usa sua experiência no gênero para combinar o mistério com elementos sobrenaturais. Junto de cenas fortes, como a descoberta de um bloco gigante de carne formado por cinco corpos congelados, e uma abordagem atmosférica, que explora o ambiente hostil à vida humana, ainda há o retorno do símbolo em espiral que marcou a 1ª temporada. Para quem não lembra, ele foi associado ao Rei Amarelo, uma entidade misteriosa e aparentemente cósmica que inspirou ataques rituais e assassinatos. Embora o autor dos crimes originais tenha sido encontrado na temporada inaugural, os detalhes mais sutis sobre o que é o Rei Amarelo e de onde ele veio permaneceram um mistério, que retorna para assombrar os espectadores. Para aumentar mais a tensão, a investigação é dificultada pela chegada da noite longa na cidade de Ennis, no Alasca, que deixa o lugar sem luz solar por vários dias. Essa situação ainda é agravada por graves falhas elétricas, que mergulham a região na escuridão. A química entre Foster e Reis é o ponto alto da produção, com atuações intensas que capturam a essência de suas personagens. Foster, com uma presença marcante, expressa nuances emocionais complexas, enquanto Reis, com seu histórico no boxe, apresenta uma performance visceral e carregada de intensidade. O ótimo elenco da produção também conta com John Hawkes (“Três Anúncios para um Crime”), Christopher Eccleston (“The Leftovers”), Fiona Shaw (“Killing Eve”), Finn Bennett (“Domina”) e Anna Lambe (“Three Pines”). Os atores Matthew McConaughey e Woody Harrelson, que estrelaram a aclamada 1ª temporada, são produtores executivos da atração, ao lado do criador da série, Nic Pizzolatto, que pela primeira vez não escreveu os episódios.   GAROTO DEVORA UNIVERSO | NETFLIX   A adaptação do best-seller de Trent Dalton é uma saga épica de amadurecimento ambientada nos subúrbios de Brisbane, Austrália, nos anos 1980. Esta história semi-autobiográfica segue Eli Bell (Zac Burgess, de “One Night”), um jovem que enfrenta as duras realidades da vida. Sua família é composta por um pai ausente, um irmão mudo, uma mãe em recuperação de vício e um padrasto traficante de heroína. No elenco, Phoebe Tonkin (“The Originals”) e Simon Baker (“O Mentalista”) interpretam os pais, Travis Fimmel (“Vikings”) é o padrasto e o veterano Bryan Brown (“Bem-Vindos à Austrália”) retrata o criminoso real Slim Halliday. A história explora a jornada de Eli e seu irmão August, criados em meio ao comércio de heroína, conduzindo até a prisão de sua mãe. A figura de Slim Halliday, um criminoso que atua como uma espécie de mentor para Eli, adiciona outra dimensão à história, misturando elementos da realidade com a mística que circunda sua persona. Este encontro entre o real e o fantasioso é central na forma como a trama trata os aspectos mais sombrios e desafiadores da vida do jovem com um senso de maravilha e otimismo. Há uma tensão constante entre a dura realidade do submundo do crime e a inocência do jovem alimentado por sonhos e aspirações. Além disso, a série utiliza elementos visuais e narrativos para enfatizar seu aspecto lúdico, como sequências em que palavras escritas no ar tomam forma ou em cenas que retratam as visões e sonhos de Eli. Publicado em 2018, o romance de Dalton tornou-se o livro de estreia mais vendido na Austrália e ganhou quatro prêmios no Australian Book Industry Awards de 2019. Adaptado para o teatro pela Queensland Theatre em 2021, o espetáculo tornou-se o mais vendido na história de mais de 50 anos da companhia. A série desenvolvida por John Collee (roteirista de “Atentado ao Hotel Taj Mahal”) visa continuar a tradição de sucesso com uma recriação fiel do romance de Dalton, oferecendo uma mistura única de realismo mágico e crueza temática – situações dramáticas, mas infundidas com humor, calor e um senso de otimismo esperançoso.   HISTÓRICO CRIMINAL | APPLE TV+   A série policial coloca frente a frente Peter Capaldi (“Doctor Who”) e Cush Jumbo (“The Good Wife”), que vivem uma colisão inevitável nos papéis de policiais com posições antagônicas sobre um antigo caso. Na trama, após uma investigação trazer informações que podem inocentar um condenado por assassinato, a jovem detetive June Lenker (Jumbo) confronta o experiente detetive inspetor-chefe Daniel Hegarty (Capaldi), que encerrou o caso rapidamente com uma confissão. Enquanto Lenker busca se provar como uma detetive, Hegarty resolve impedi-la de enxovalhar o seu legado. Criada por Paul Rutman (indicado ao BAFTA TV por “Five Days”), a série provoca uma avaliação instigante e desconfortável do racismo atual no Reino Unido, examinando práticas policiais prejudiciais e as mentiras que as pessoas contam a si mesmas para justificar seus preconceitos.   FILMES   ASSASSINOS DA LUA DAS FLORES | APPLE TV+   O novo épico de Martin Scorsese (“O Irlandês”) desvenda a história real dos assassinatos da Nação Osage no início do século 20, quando várias mortes ocorreram após descobertas de grandes depósitos de petróleo nas terras indígenas em Oklahoma. A narrativa segue Ernest Burkhart (Leonardo DiCaprio), que se muda para Fairfax, Oklahoma, na década de 1920, para viver com seu tio, William Hale (Robert De Niro), conhecido como King Bill Hale, um influente pecuarista local. Sob a manipulação de seu tio, Ernest se envolve com Mollie (Lily Gladstone), uma mulher Osage, com o objetivo sombrio de herdar os direitos lucrativos de petróleo de sua família, caso os membros de sua família morram. O drama se intensifica à medida que membros da família de Mollie são assassinados um a um, destacando uma trama maior de ganância e exploração. A complexa rede de mentiras e corrupção é revelada gradualmente, com o envolvimento de vários membros da comunidade que, silenciosamente, consentem ou contribuem para os crimes. A interpretação de Gladstone como Mollie, que enfrenta a dor insuportável da perda enquanto descobre a verdade sobre seu marido e a conspiração em andamento, tem sido apontada como garantida no Oscar 2024. A colaboração entre Scorsese e seus dois atores favoritos, DiCaprio e De Niro, juntos pela primeira vez num filme do cineasta – após estrelarem separadamente suas obras mais famosas – é um atrativo à parte. E suas cenas são a base da história envolvente, roteirizada por Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”) e baseado no livro homônimo de David Grann, que mistura crime verdadeiro com elementos de faroeste e consegue prender a atenção do espectador ao longo de suas quase 3 horas e meia de duração. Tão surpreendente quanto a extensão do filme só a vitalidade do diretor de 80 anos, que descobriu um novo terreno visual e dramático para se expressar, mergulhando pela primeira vez nos vastos espaços abertos e na atmosfera dos bangue-bangues clássicos para criar seu primeiro western, com indígenas, pistoleiros, fazendeiros corruptos e homens da lei. A decisão de filmar em locais autênticos em Oklahoma, proporcionando um pano de fundo realista e engajando comunidades locais no processo, aumenta a autenticidade e a riqueza visual e cultural da produção, que merecidamente arrancou elogios em sua première no Festival de Cannes e atingiu 96% de aprovação no agregador de críticas Rotten Tomatoes.   NAPOLEÃO | VOD*   O novo épico de Ridley Scott marca um reencontro com Joaquin Phoenix, 23 anos após “Gladiador”. O ator (hoje mais lembrado por “Coringa”) encarna Napoleão desde sua ascensão como jovem tenente, mostrando sua habilidade em navegar e manipular o cenário político e social da França revolucionária em sua caminhada para assumir o título de imperador. Mas embora concentre-se na trajetória política e militar, o longa também mergulha na relação tumultuada de Napoleão com a Imperatriz Josephine, interpretada por Vanessa Kirby (“Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte Um”), numa dinâmica que oscila da paixão intensa a confrontos tempestuosos. Notável pela execução técnica, o filme apresenta cenas espetaculares de batalhas com uma combinação de som impactante e coreografia intrincada, capturando o caos e a precisão das estratégias de Napoleão. Os detalhes de figurino e design de produção meticulosamente elaborados são outros destaques da produção grandiosa. Mas todo esse apuro esbarra na opção do diretor em retratar um Napoleão caricatural, sujeito a pitis e frases infantis, que não parece fazer justiça ao papel histórico do personagem. Ele é apresentado como uma figura ambígua, capaz de estratégias geniais, mas que também demonstra enorme instabilidade emocional diante de desastres, como a lendária derrota em Waterloo. Além disso, a importância de Josephine é bastante minimizada, num retrato superficial da imperatriz. Os críticos franceses odiaram – chamaram o filme de “Barbie e Ken sob o Império”, indicando a artificialidade nas representações dos protagonistas, além de francófobo. Os críticos anglófilos acharam mais satisfatório. Basicamente, os 58% de aprovação no Rotten Tomatoes devem-se ao visual das batalhas. São seis ao todo. Só que, mesmo com duas horas e meia, não faltam cenas apressadas e cheias de imprecisões históricas.   JOGO DO DISFARCE | PRIME VIDEO   A comédia de ação tem uma premissa que já foi explorada em outros filmes, centrada em uma mulher levando uma...

    Leia mais
  • Etc

    Disney confirma edição da D23 Expo no Brasil

    11 de janeiro de 2024 /

    A Disney confirmou que vai realizar a primeira edição da D23 Expo no Brasil. O estúdio anunciou nas redes sociais que fará a primeira versão brasileira do evento, considerado a Comic Con da Disney, em novembro na capital paulista. “Pela primeira vez, a Disney traz ao Brasil a experiência D23! O maior evento de fãs da Disney aterrissa em São Paulo em novembro. Preparem-se para explorar as novidades da Disney, Pixar, Marvel, Star Wars, National Geographic e muito mais em um evento de vários dias com experiências interativas, produtos exclusivos e entretenimento para todas as idades. Uma vez mais, a gente vai provar que não existe fã como o fã brasileiro”, diz o texto, que promete mais informações “em breve”. Para quem não conhece, o D23 Expo já é realizado desde 2009 na cidade de Anaheim, na Califórnia, servindo de palco para a Disney apresentar suas principais novidades – em filmes de cinema, produções de streaming e atrações de parques de diversão. A Disney, inclusive, foi deixando de lado a Comic-Con de San Diego – onde anunciou a formação dos Vingadores, por exemplo – para concentrar todos os seus principais anúncios de Star Wars, Marvel, Pixar e, claro, suas próprias animações no evento, com direito a exibições de trailers e vídeos inéditos, conversas com elencos e equipes criativas. O formato é o mesmo da pioneira Comic-Con (a única com hífen), que aqui no Brasil foi adaptado pela Comic Con Experience (sem hífen), a CCXP. A realização do evento pode, inclusive, significar ausência dos títulos da Disney na CCXP de 2024, que deve acontecer poucas semanas depois. Além dos tradicionais painéis apresentando as novidades no estúdio, o anúncio faz menção a atividades interativas, algo que caracteriza mais a CCXP que a D23 original. A sigla “D23” é o nome oficial do fã-clube da Disney. A letra “D” significa Disney, enquanto o número 23 faz referência ao ano em que a empresa foi criada: 1923. A confirmação da primeira edição do evento em solo brasileiro entusiasmou fãs do estúdio, pois a Disney deve trazer vários artistas relacionados a seus lançamentos de 2025, que incluem três filmes da Marvel, “Capitão América: Admirável Mundo Novo”, “Quarteto Fantástico” e “Thunderbolts”. Antes da edição brasileira, a D23 vai acontecer nos EUA entre os dias 9 e 11 de agosto. Pela primeira vez, a Disney traz ao Brasil a experiência D23! O maior evento de fãs da Disney aterriza em São Paulo em novembro. Preparem-se para explorar as novidades da Disney, Pixar, Marvel, Star Wars, National Geographic e muito mais em um evento de vários dias com… pic.twitter.com/kFiZHKAGP4 — Disney+ Brasil (@DisneyPlusBR) January 11, 2024

    Leia mais
  • Série

    A Jornada de Jin Wang | Série de Michelle Yeoh é cancelada após uma temporada

    7 de janeiro de 2024 /

    A Disney+ cancelou “A Jornada de Jin Wang” (American Born Chinese) após uma temporada. A comédia de ação e fantasia voltava a reunir Michelle Yeoh e Ke Huy Quan após vencerem o Oscar por “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” (2022). Lançada no final de maio passado, a produção girava em torno de Jin Wang (interpretado por Ben Wang, de “A Jogada de Chang”), um estudante do ensino médio que tem a vida alterada após conhecer o colega Wei-Chen (Jimmy Liu, de “Light the Night”). O rapaz é filho de uma deusa mitológica (Michelle Yeoh) e está em uma missão – impedir que uma rebelião abra os portais entre o Céu e a Terra – para a qual alista seu colega de escola como guia e aliado humano. Ke Huy Quan vive o pai de Jin Wang. A série foi criada por Kelvin Yu (“Bob’s Burgers”) e tinha direção e produção do cineasta Destin Daniel Cretton (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”). Além de Yeoh e Quan, o elenco incluía mais dois atores de “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”: Stephanie Hsu e Jamea Hong. Completam o elenco Daniel Wu (“Into the Badlands”), Yeo Yann Yann (“Estação das Chuvas”), Chin Han (“Batman: O Cavaleiro das Trevas”) e Sydney Taylor (“Mystery City”). Elogiadíssima pela crítica internacional, a série tinha 94% de aprovação no Rotten Tomatoes. Atualmente, Michelle Yeoh, vencedora do Oscar 2023 de Melhor Atriz, pode ser vista em outra série de streaming: “Os Irmãos Sun”, da Netflix.

    Leia mais
  • Filme

    “As Marvels” sai de cartaz com a pior bilheteria da Marvel em todos os tempos

    6 de janeiro de 2024 /

    “As Marvels” encerrou sua temporada nos cinemas nesta semana, registrando apenas US$ 205,8 milhões de faturamento. Com isso, sai de cartaz com a menor bilheteria entre todos os filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), abaixo até de “O Incrível Hulk”, que fez US$ 264 milhões em 2008. O filme foi um fracasso histórico. Orçado em US$ 274,8 milhões, deixou um prejuízo de centenas de milhões de dólares para a Disney. Muitos questionaram o motivo de Kevin Feige, chefão do Marvel Studios, tirar o protagonismo solo da Capitã Marvel após o primeiro filme da heroína render US$ 1,1 bilhão em 2019. Em vez de uma história centrada na personagem, o estúdio dividiu seu destaque com duas personagens de séries sem o mesmo apelo comercial, demonstrando a confusão criada pelo compartilhamento de produções de cinema e televisivas no MCU. O resultado negativo nas bilheterias coloca em cheque a noção de que o público assiste qualquer coisa lançada pela Marvel. Reavaliando sua estratégia, o estúdio anunciou uma série de adiamentos, deixando apenas “Deadpool 3” como seu único lançamento nos cinemas em 2024.

    Leia mais
  • Filme

    Glynis Johns, estrela de “Mary Poppins”, morre aos 100 anos

    4 de janeiro de 2024 /

    A atriz Glynis Johns, conhecida por seu papel como a mãe feminista de “Mary Poppins”, morreu nesta quinta (4/1) aos 100 anos. Segundo seu agente, ela faleceu de causas naturais em uma casa de repouso assistido em West Hollywood, na grande Los Angeles.   Início de carreira Nascida em 5 de outubro de 1923 em Pretoria, África do Sul, Johns iniciou sua carreira através de competições de dança na Inglaterra, aos 10 anos de idade. A estreia no cinema veio aos 13 anos, no drama inglês “Abnegação” (1938). E a consagração no teatro aconteceu aos 19, por interpretar o papel principal em “Peter Pan” numa montagem londrina da fábula de J.M. Barrie. Ela virou protagonista de cinema aos 23 anos, ao viver o papel-título do filme “Miranda, a Sereia” (1948), de Ken Annakin, que foi seguido por protagonismos em “Segredo de Estado” (1950), de Sidney Gilliat, “Na Estrada do Céu” (1951), de Henry Koster, e nas comédias “Ação Fulminante” (1951), como par romântico de David Niven, e “Às Voltas com 3 Mulheres” (1952), disputando Alec Guinness.   Sucesso em Hollywood Acabou chamando atenção de Hollywood, tornando-se estrela de dois famosos filmes de aventura da Disney em 1953: “Entre a Espada e a Rosa”, novamente dirigida por Ken Annakin, e “O Grande Rebelde” (Rob Roy), de Harold French. Ela também protagonizou a comédia medieval da Paramount “O Bobo da Corte” (1955), ao lado de Danny Kaye, e a aventura épica “A Volta ao Mundo em 80 Dias” (1956), que venceu cinco Oscars, ao mesmo tempo em que mantinha uma carreira ativa no Reino Unido – sua parceria com Ken Annakin seguiu forte com o drama “Terra da Sedução” (1954) e a comédia “Lua de Mel em Monte Carlo” (1956). Seu talento multifacetado a levou a ser indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por sua atuação em “Peregrino da Esperança” (1960), de Fred Zinnemann, um drama sobre a colonização australiana. Mas seu maior reconhecimento veio com o papel da Sra. Banks em “Mary Poppins” (1964), a mãe feminista das crianças cuidadas pela babá mágica do título (vivida por Julie Andrews). Sua atuação memorável, especialmente na performance da canção “Sister Suffragette”, consolidou sua posição como uma atriz carismática e querida do público da Disney. Glynis ainda obteve sucesso com as comédias “O Estado Interessante de Papai” (1963), ao lado de Jackie Gleason, e “Minha Querida Brigitte” (1965), como a mãe de um menino (Billy Mumy, de “Perdidos no Espaço”) obcecado pela estrela francesa Brigitte Bardot. Além disso, teve um papel recorrente memorável na popular série “Batman”, aparecendo em quatro episódios como Lady Penelope Peasoup em 1967. Entretanto, ao final dos anos 1960 as produções ingênuas que ela costumava estrelar começaram a sair de moda e suas tentativas de embarcar na onda dos filmes mais picantes – “Por um Corpo de Mulher” (1968), “As Virgens Impacientes” (1969) e “Sob o Bosque de Leite” (1971), este com Richard Burton e Elizabeth Taylor – não foram tão bem sucedidas.   Consagração no teatro e final da carreira Voltando-se ao teatro, a atriz ganhou o Tony Award por sua performance no musical da Broadway “A Little Night Music” em 1973. Esta atuação foi particularmente notável porque incluiu a interpretação de “Send in the Clowns”, música escrita especificamente para ela por Stephen Sondheim. Ela seguiu fazendo apresentações teatrais, filmes e participações televisivas pelas décadas seguintes. Uma de suas participações mais famosas na TV foi como a mãe de Diane Chambers (Shelley Long), protagonista de “Cheers”, num episódios de 1983. Figura constante nas telas até o final do século 20, ela se aposentou após as comédias “O Árbitro” (1994), “Enquanto Você Dormia” (1995) e “Superstar: Despenca uma Estrela” (1999), em que viveu mãe e avó dos protagonistas. Glynnis Johns se casou quatro vezes e teve um único filho, o ator Gareth Forwood (“Gandhi”), que morreu em 2007. Ela deixa um neto e três bisnetos.

    Leia mais
  • Série

    BBC defende “Doctor Who” da transfobia de espectadores

    3 de janeiro de 2024 /

    A rede pública britânica BBC, responsável por produzir “Doctor Who” no Reino Unido, divulgou seu posicionamento oficial após receber reclamações preconceituosas de uma parcela dos espectadores sobre a inclusão de uma personagem transgênero nos especiais recentes da série. “Como os espectadores regulares de Doctor Who já devem saber, a série sempre celebrou e vai continuar celebrando a diversidade e refletindo o mundo em que vivemos. Sempre tomamos muito cuidado com o conteúdo dos nossos episódios”, disse a emissora em seu site oficial. Ainda de acordo com o site do canal, 144 reclamações foram recebidas ao todo, devido à estreia da personagem Rose (Yasmin Finney) no especial “The Star Beast”, exibido no final do ano passado. As reclamações acusaram o episódio de ser “anti-homem” e que a personagem seria “imprópria” para um programa com público jovem.   Quem é a personagem A jovem Rose apareceu em dois especiais realizados para marcar os 60 anos da série, exibidos em novembro e dezembro, como a filha de Donna (Catherine Tate), antiga companheira de aventuras do Doutor (vivido por David Tennant). Após a polêmica, o showrunner Russel T. Davies, que foi responsável por resgatar a série clássica em 2005 e está de volta à atração a partir dos novos especiais, deu a entender que a personagem de Finney deve reaparecer em novos episódios da série, ao lado de Ncuti Gatwa (“Sex Education”), o novo Doctor Who. Todos os especiais de fim de ano da série britânica estão disponíveis no Brasil pela Disney+.

    Leia mais
  • Filme

    Disney perde bilheteria mundial para a Universal após anos de domínio no cinema

    2 de janeiro de 2024 /

    A Universal Pictures alcançou um marco significativo no mercado cinematográfico em 2023, conquistando a liderança na bilheteria mundial do ano com seus filmes, um feito que não ocorria desde que a Disney passou a dominar o setor em 2016. A receita global dos 24 filmes lançados pela Universal atingiu aproximadamente US$ 4,91 bilhões, superando os US$ 4,83 bilhões gerados pelos 17 títulos da Disney em 2023. Donna Langley, presidente do NBCUniversal Studio Group e diretora de conteúdo do conglomerado, foi peça-chave neste sucesso. Com habilidades reconhecidas e vínculos estreitos com cineastas de renome, ela conseguiu atrair Christopher Nolan para a Universal. Insatisfeito com seu acordo com a Warner Bros., Nolan contribuiu significativamente para o sucesso da Universal com “Oppenheimer”, que foi o filme live-action de maior bilheteria da empresa em 2023, arrecadando US$ 952 milhões globalmente. A Universal apresentou uma carteira de filmes diversificada, com contribuições da Universal Pictures, Focus Features, Blumhouse Productions, Illumination e DreamWorks Animation. “Super Mario Bros.- O Filme”, da Illumination, foi a maior bilheteria geral, com US$ 1,36 bilhões em todo o mundo, enquanto “Velozes e Furiosos X” adicionou mais US$ 704,9 milhões ao montante. Até o terror barato “Five Nights at Freddy‘s”, da Blumhouse, impressionou com US$ 290,9 milhões arrecadados frente a um orçamento de apenas US$ 20 milhões. Jim Orr, presidente de distribuição doméstica da Universal Pictures, comemorou o feito em comunicado à imprensa: “Em 2023, a Universal encontrou sucesso novamente nas bilheterias com nossa diversificada gama de filmes. Nosso catálogo incluiu blockbusters como o épico ‘Oppenheimer’ de Christopher Nolan e o recordista ‘Super Mario Bros.- O Filme’, da Illumination, além de sucessos de terror como o hit ‘M3GAN’ da Blumhouse, comédias, dramas e filmes familiares das duas maiores marcas de animação, Illumination e DreamWorks Animation.” Desafios da Disney e Posicionamento no Mercado A Disney, por outro lado, enfrentou desafios, especialmente com produções da Marvel Studios e seus estúdios de animação. Foram mais fracassos que sucesso, contando “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, “As Marvels”, “Wish: O Poder do Desejo” e “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”. Tony Chambers, chefe de distribuição global da Disney, comentou a perda da liderança: “Ser o estúdio número um globalmente por sete anos consecutivos dos últimos oito é notável por qualquer medida e é algo do qual estamos incrivelmente orgulhosos.” Desempenho dos outros estúdios Em 3º lugar no ranking, a Warner Bros. teve um ano foi misto, contrastando os fracassos de super-heróis da DC com “Barbie”, a maior bilheteria de 2023 (US$ 1,4 bilhão). Ao todo, o estúdio faturou uma receita total de US$ 3,84 bilhões. A Sony ocupou a 4ª posição com uma arrecadação de US$ 2,09 bilhões, quase empatada com a Paramount, que faturou US$ 2,03 bilhões para fechar o Top 5. Por fim, a Lionsgate celebrou um marco notável ao gerar mais de US$ 1 bilhão em vendas globais de ingressos pela primeira vez em cinco anos, impulsionada por sucessos como “John Wick 4: Baba Yaga”, que sozinho arrecadou US$ 440,1 milhões mundialmente, e “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, com US$ 322,5 milhões. Universal, Disney, bilheteria global, 2023, Donna Langley, Christopher Nolan, Oppenheimer, The Super Mario Bros. Movie, Fast X, Five Nights at Freddy‘s, Paul Dergarabedian, Jim Orr, Marvel Studios, Tony Chambers, Warner Bros., Barbie, Sony, Paramount, Lionsgate, John Wick: Chapter 4.

    Leia mais
  • Série

    Criadora de “What if…?” sai da série ao fim da 2ª temporada

    1 de janeiro de 2024 /

    A criadora e showrunner de “What if…?” anunciou a sua saída da série animada da Marvel após a conclusão da 2ª temporada na sexta-feira (30/12). Numa despedida publicada no X (antigo Twitter), A.C. Bradley agradeceu à equipe da produção e disse ainda ter créditos de roteirista em um episódio do 3º ano. Junto de uma cena antecipada da 3ª temporada, ela também explicou o motivo de sua saída. “Último tweet de ‘What If…?’! Este episódio [da 3ª temporada] é o meu favorito e marca meu último roteiro em ‘What If…?’ Depois da 2ª temporada, tomei a decisão de seguir adiante sem a Marvel. Foi uma jornada divertida, mas é hora de novas aventuras e mídias”, explicou. O episódio referenciado, que junta o Soldado Invernal e o Guardião Vermelho, foi produzido para a 2ª temporada, mas não ficou pronto a tempo para a data de estreia prevista. Uma prévia do capítulo foi revelada na sexta (30/12). A notícia da saída de A.C. Bradley pegou os fãs de surpresa e alimentou um rumor de bastidores, que indica que ‘What If…?’ pode ser cancelada após a próxima temporada. Last #WhatIf tweet! This ep is my absolute FAVORITE and marks my final What If script. 🥲 After season two, I made the decision to move on from Marvel. It's been a fun ride, but it's time for new adventures and mediums. All my love to the cast, crew, & fans! #WhatIfS2 https://t.co/WcA4iS5f48 — A.C. Bradley (@TheAshBradley) December 30, 2023

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie