Selena Gomez reencontra David Henrie e imagina volta dos Feiticeiros de Waverly Place
Selena Gomez não só voltou a postar em seu Instagram, como pôs abaixo a rede social, ao gravar com seu celular um encontro com David Henrie, seu colega na série da Disney “Os Feiticeiros de Waverly Place”. Os intérpretes de Alex e Justin se reuniram num jantar e trataram de imaginar um especial da série, mostrando como estariam hoje os personagens. As ideias podem ser vistas no vídeo abaixo, que reúne os diversos clipes gravados no encontro. O fim de semana passado, por sinal, marcou o aniversário de cinco anos do final da atração do Disney Channel.
Emma Watson canta no novo comercial legendado de A Bela e a Fera
A Disney divulgou um novo comercial legendado de “A Bela e a Fera”, em que Emma Watson solta sua voz, cantando que quer muito mais que uma vida no interior. Também foi divulgada a versão brasileira do novo pôster da produção, que pode ser conferida abaixo. O filme contará com regravações das canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado há 25 anos. Menken trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria premiada de “Aladdin” (1992). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Novo pôster de A Bela e a Fera destaca o elenco central
A Disney divulgou um novo pôster de “A Bela e a Fera”, que volta a destacar Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, mas pela primeira vez traz o grandioso elenco de coadjuvantes. O filme também traz Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston e um elenco de coadjuvantes famosos, formado por Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Rogue One perde 1º lugar nos EUA, mas ultrapassa US$ 900 milhões em todo o mundo
“Rogue One: Uma História Star Wars” perdeu a liderança das bilheterias nos EUA em seu quarto fim de semana consecutivo, enfrentando uma tempestade de neve que fechou muitos cinemas por todo o país. O resultado foi uma vitória apertada de “Estrelas Além do Tempo”. A diferença ficou em US$ 800 mil. Independente de posicionamento, os mais de US$ 20 milhões acumulados nos últimos dias elevaram a arredação total do prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977) a US$ 477,2 milhões. Agora, faltam apenas US$ 9 milhões – ou mais um fim de semana – para “Rogue One” superar “Procurando Dory” (US$ 486,2 milhões) e se tornar a maior bilheteria entre os filmes lançados em 2016 nos EUA. O lançamento na China no fim de semana ainda rendeu mais US$ 31 milhões à sua conta, ajudando o longa a atingir US$ 914,3 milhões de arrecadação em todo o mundo. Com esse total, “Rogue One: Uma História Star Wars” também virou a 5ª maior bilheteria mundial de 2016, criando um fenômeno histórico para o estúdio Disney. Todas as cinco maiores bilheterias mundiais do ano passado foram produções da Disney. As demais são “Mogli, O Menino-Lobo” (US$ 966,6 milhões), “Zootopia” (US$ 1 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1 bilhão) e “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,1 bilhão). Por sua vez, o bom desempenho de “Estrelas Além do Tempo” impressiona pelo gênero: um drama histórico. A história pouco conhecida das engenheiras negras que trabalharam no programa espacial americano, ajudando a colocar os primeiros astronautas do país no espaço, conquistou A+, a nota máxima do CinemaScore, pesquisa de satisfação feita com o público dos cinemas, e 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, agregador das críticas dos EUA. Caso raro de unanimidade entre público e crítica, o bom desempenho deu ainda mais tração para o filme chegar com força ao Oscar 2017. A estreia no Brasil está marcada apenas para 2 de fevereiro. O fim de semana também teve a estreia de “Anjos da Noite: Guerras de Sangue” nos EUA. O fiasco de bilheteria, com US$ 13,1 milhões e uma colocação em 4º lugar – sem falar nos 22% de tomatadas no Rotten Tomatoes – , garante a aposentadoria da franquia. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Estrelas Além do Tempo Fim de semana: US$ 22,8 milhões Total EUA: US$ 24,7 milhões Total Mundo: US$ US$ 24,7 milhões 2. Rogue One – Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 22 milhões Total EUA: US$ US$ 477,2 milhões Total Mundo: 914,3 milhões 3. Sing – Quem Canta Seus Males Espanta Fim de semana: US$ 19,5 milhões Total EUA: US$ 213,3 milhões Total Mundo: US$ 356,8 milhões 4. Anjos da Noite: Guerras de Sangue Fim de semana: US$ 13,1 milhões Total EUA: US$ 13,1 milhões Total Mundo: US$ 55,2 milhões 5. La La Land – Cantando Estações Fim de semana: US$ 10 milhões Total EUA: US$ 51,6 milhões Total Mundo: US$ 85,7 milhões 6. Passageiros Fim de semana: US$ 8,8 milhões Total EUA: US$ 80,8 milhões Total Mundo: US$ 185,4 milhões 7. Tinha que Ser Ele? Fim de semana: US$ 6,5 milhões Total EUA: US$ 48,5 milhões Total Mundo: US$ 66,3 milhões 8. Moana – Um Mar de Aventuras Fim de semana: US$ 6,4 milhões Total EUA: US$ 225,3 milhões Total Mundo: US$ 450 milhões 9. Fences Fim de semana: US$ 4,7 milhões Total EUA: US$ 40,6 milhões Total Mundo: US$ 40,6 milhões 10. Assassin’s Creed Fim de semana: US$ 3,8 milhão Total EUA: US$ 49,5 milhões Total Mundo: US$ 99,8 milhões
Novo comercial de A Bela e a Fera mostra início do romance
A Disney divulgou um novo comercial de “A Bela e a Fera”, que traz cenas inéditas, focadas no início do romance entre os protagonistas, vividos por Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera. O filme também traz Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston e um elenco de coadjuvantes famosos, formado por Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Novo trailer de Star Wars: Rebels destaca participação de Obi Wan Kenobi
O canal pago americano Disney XD divulgou um novo trailer da segunda metade da 3ª temporada de “Star Wars Rebels”. E além de incluir diversos personagens vistos no recente filme “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016), a prévia destaca a participação de Obi-Wan Kenobi, que aparece tanto com o visual jovem de Ewan McGregor na segunda trilogia quanto no clássico de Alec Guinness, com a barba branca eternizada em “Guerra nas Estrelas” (1977). Entre os personagens de “Rogue One”, por sua vez, é possível ver Mon Mothma (Genevieve O’Reilly) e especialmente Saw Gerrera, cuja participação inclui dublagem de seu intérprete no cinema, o ator Forest Whitaker. “Rebels” se passa logo após os eventos de “Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith” (2005) e antes de “Rogue One”. E seu retorno à televisão acontece neste sábado (7/1) com um episódio especial, chamado de “Ghosts of Geonosis”, que faz referência ao planeta Geonosis, onde Anakin Skywalker virou Darth Vader.
Marvel confirma luta de gladiadores entre Hulk e Thor no cinema
A Marvel divulgou uma foto dos bastidores (acima) e a sinopse oficial de “Thor: Ragnarok”. E o texto confirma os rumores de que o novo filme terá uma luta de gladiadores entre Hulk e Thor. De acordo com o texto da Marvel, Thor será aprisionado num planeta distante sem o seu poderoso martelo, o Mjolnir, e precisará correr contra o tempo para volta a Asgard e evitar o Ragnarok, a destruição de seu planeta natal, pelas mãos da vilã Hela. Entretanto, para sair do planeta, ele antes precisa enfrentar seu antigo companheiro nos vingadores, o incrível Hulk, em um combate de gladiadores. A sinopse remete diretamente à saga em quadrinhos conhecida como “Planeta Hulk”. Anteriormente, a Disney também confirmou a participação do Doutor Estranho, num texto oficial sobre “Thor: Ragnarok”. Portanto, o longa vai juntar os atores Chris Hemsworth (Thor), Mark Ruffalo (Hulk) e Benedict Cumberbatch (Doutor Estranho), e ainda introduzir Tessa Thompson como Valquíria. E isto sem esquecer de Cate Blanchett como Hela, Tom Hiddleston como Loki, Anthony Hopkins como Odin e Idris Elba como Heimdall. Com direção de Taika Waititi (“O que Fazemos nas Sombras”), “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Moana demonstra evolução dos filmes de princesa da Disney
Os desafios para as heroínas da Disney estão ficando cada vez mais difíceis. Rapunzel escapou de sua torre em “Enrolados” para que pudesse ver um festival de lanterna, Anna tentou impedir a irmã de congelar seu reino em “Frozen”, e agora a personagem-título de “Moana” tem que salvar seu povo e sua ilha da ira de uma Deusa. Detalhe: ela se atira à proeza sem contar com nenhum príncipe de plantão. Não há necessidade. Mais curioso ainda, sem príncipe, o desenho desenrola-se sem um romance. No lugar do bonitão viril e sorridente, a princesa da polinésia forma dupla com um semideus Maui gordo, desengonçado e meio bobão (dublado originalmente por Dwayne “The Rock” Johnson). A história é simples e cristalina como a textura que os desenhistas dão ao mar do Pacífico Sul. Moana Mawaliki (voz de Auli’i Cravalho na original e de Any Gabrielly, na versão brasileira) está na fila para suceder seu pai, o chefe da tribo e da ilha Motu Nui, mas a mocinha não quer administrar terras, seus olhos são atraídos pelo oceano e pelas lendas que sopram do além-mar. Uma dessas lendas diz respeito a uma pérola rara pertencente à deusa da fertilidade Te Fiti. O semideus Maui apoderou-se da joia e o roubo, dizem-nos, mergulhou o mundo na escuridão – é por isso que os oceanos são agora muitas vezes traiçoeiros. Há, acredite ou não, base histórica para este arranjo: cerca de dois mil anos atrás, uma abrupta mudança de temperatura tomou o Pacífico Sul formando uma zona de ciclones tropicais e a navegação tornou-se quase impossível por dezenas de anos. Como conseqüência, as correntes migratórias dos povos da região cessaram por um longo período. Os roteiristas e diretores Ron Clements e John Musker (responsáveis por “A Pequena Sereia” e “Aladdin”) douram a pílula. Transformam o fenômeno num espetacular embate de semideuses domando tufões e vulcões. A diminuta Moana enfrenta os titãs como se fosse uma formiga. Mas ela tem poderes especiais: os mares dobram-se a sua vontade. Plumas de água se estendem e brincam com os cabelos da princesa. As ondas ocasionalmente a carregam como se fossem um trono líquido. Isso lhe dá a coragem de fugir de sua aldeia para encontrar Maui, resgatar a pérola e entregá-la a Te Fiti. Quando, no entanto, Moana localiza o semideus, ele é um desapontamento grave, um narcisista muscular que perdeu todos os seus poderes especiais. Sem seu gancho de peixe mágico, que lhe permite se transformar em diferentes animais, Maui é praticamente inútil. Moana raspa a superfície da confiança do semideus e encontra um homem alquebrado – rejeitado pela humanidade, odiado pelos deuses, vivendo em ressentimento. Que ele desista tão facilmente de qualquer desafio é muitas vezes jogado no filme como uma piada, mas é difícil não se deixar levar por Maui. Sua auto-aversão o humaniza. Além disso, há um atrativo curioso: tatuagens animadas magicamente aparecem em seu peito e em suas costas após eventos importantes, contando a história de sua vida. O personagens é uma criação maravilhosa, e Dwayne Johnson o exprime com uma mistura hábil de fanfarronice e pathos. “Moana” faz a gente compreender como um personagem aflitivo pode ser tão adorável. E também como Ron Clements e John Musker podem ser afiados, talentosos e certeiros. Ambos têm a habilidade de pegar ideias caóticas e transformá-la em algo impressionante, mesmo quando não parece lógico. Exemplos: um vulcão se contorce e ganha corpo de um monstro e uma deusa serena deita-se na água e transforma-se numa ilha. O surrealismo em cena encadeia-se e forma um sentido, sim. Têm o sentido puro do universo das crianças, o mesmo espírito que nos perpassa quando olhamos um livro ilustrado da nossa infância e suspiramos pelas boas recordações.
Disney confirma Doutor Estranho em Thor: Ragnarok
A Disney confirmou a participação de seu mais novo super-herói, o Doutor Estranho, no filme “Thor: Ragnarok”. Quem viu “Doutor Estranho” já imaginava este desenvolvimento, mas agora é oficial. Uma sinopse publicada no site D23, o fã-clube online da Disney, descreveu assim os acontecimentos do vindouro filme da Marvel: “Chegando em novembro, ‘Thor: Ragnarok’ reúne Thor, Hulk e Doutor Estranho contra vilões intergalácticos já conhecidos e novos.” Portanto, o longa vai juntar os atores Chris Hemsworth (Thor), Mark Ruffalo (Hulk) e Benedict Cumberbatch (Doutor Estranho), e ainda introduzir Tessa Thompson como Valquíria. E isto sem falar nos vilões. Com direção de Taika Waititi (“O que Fazemos nas Sombras”), “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Rogue One vira a segunda maior bilheteria de 2016 nos EUA
“Rogue One: Uma História Star Wars” precisou apenas de três fins de semana para virar a segunda maior bilheteria de 2016 nos EUA. O prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977) superou “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 408 milhões) e deve deixar para trás “Procurando Dolly” (US$ 486,2 milhões) para bater o recorde de arrecadação entre os filmes lançados no ano passado em, no máximo, mais duas semanas. Atualmente com US$ 440,9 milhões nos EUA, a superprodução de ficção científica também superou a marca de US$ 800 milhões de faturamento em todo o mundo, firmando-se como a 7ª maior bilheteria mundial de 2016. É bem provável que consiga somar mais US$ 75 milhões em todo o mundo, o que deixará para trás “Batman v Superman” (US$ 873,3 milhões) e “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” (US$ 875,5 milhões) e criará um fato histórico. Caso “Rogue One” atinja o 5º lugar, todas as 5 maiores bilheterias do ano serão do mesmo estúdio: Disney. Atualmente, as quatro maiores bilheterias de 2016 são: “Mogli, O Menino-Lobo” (US$ 966,6 milhões), “Zootopia” (US$ 1 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1 bilhão) e “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,1 bilhão). Confira abaixo o desempenho das dez maiores bilheterias norte-americanas do último fim de semana do ano. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Rogue One – Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 49,6 milhões Total EUA: US$ 440,9 milhões Total Mundo: US$ 801,9 milhões 2. Sing – Quem Canta Seus Males Espanta Fim de semana: US$ 42,8 milhões Total EUA: US$ 180,8 milhões Total Mundo: US$ 284,5 milhões 3. Passageiros Fim de semana: US$ 16,1 milhões Total EUA: US$ 66,1 milhões Total Mundo: US$ 122,9 milhões 4. Moana – Um Mar de Aventuras Fim de semana: US$ 10,9 milhões Total EUA: US$ 214,2 milhões Total Mundo: US$ 403,3 milhões 5. Tinha que Ser Ele? Fim de semana: US$ 10 milhões Total EUA: US$ 37 milhões Total Mundo: US$ 52,26 milhões 6. Fences Fim de semana: US$ 10 milhões Total EUA: US$ 32,8 milhões Total Mundo: US$ 32,8 milhões 7. La La Land – Cantando Estações Fim de semana: US$ 9,5 milhões Total EUA: US$ 37,2 milhões Total Mundo: US$ 65 milhões 8. Assassin’s Creed Fim de semana: US$ 8,6 milhões Total EUA: US$ 42,4 milhões Total Mundo: US$ 87,32 milhões 9. Manchester à Beira-Mar Fim de semana: US$ 4,2 milhões Total EUA: US$ 29,6 milhões Total Mundo: US$ 30 milhões 10. Beleza Oculta Fim de semana: US$ 4,1 milhão Total EUA: US$ 27 milhões Total Mundo: US$ 47 milhões
Veja os primeiros comerciais de A Bela e a Fera
A Disney divulgou os primeiros comerciais de “A Bela e a Fera”. Enquanto os primeiros basicamente condensam o trailer original, que teria batido recorde de visualizações na internet, o terceiro traz cenas inéditas de Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela. O filme também traz Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston e um elenco de coadjuvantes famosos, formado por Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Disney receberá seguro milionário pela morte de Carrie Fisher
A morte da atriz Carrie Fisher, no último dia 27, deve fazer a Disney acionar um seguro milionário. Segundo a companhia de seguros Lloyds, de Londres (via Insurance Insider), a Disney receberá US$ 50 milhões por conta de uma apólice que protegia a empresa, caso Fisher não pudesse cumprir seu contrato de três filmes na nova trilogia de “Star Wars”. Trata-se de um dos maiores pagamentos para acidentes pessoais da história. Carrie Fisher já havia terminado de filmar suas cenas em “Star Wars: Episódio VIII”, mas, segundo rumores, desempenharia um papel importante no “Episódio IX”. Por conta de sua morte, as filmagens foram adiadas e o roteiro da conclusão da trilogia terá que passar por alterações, que justifiquem a ausência de sua personagem, a General Leia. Última aparição da atriz no cinema, “Star Wars: Episódio VIII” estreia em 14 de dezembro no Brasil.
Disney vence processo de plágio contra animação chinesa que copiava Carros
A Disney obteve uma vitória importante contra a pirataria na China. Um tribunal de Xangai ordenou que duas empresas chinesas, entre elas a Blue MTV (sério, é o nome da empresa), paguem quase US$ 200 mil à Disney e à Pixar em indenizações por copiar partes dos filmes “Carros” (2006) e “Carros 2” (2011) num filme chamado “The Autobots”. O processo afirma que os personagens, as falas e artes da animação “The Autobots” eram basicamente iguais aos de seus filmes. O tribunal concordou, inclusive, que os personagens K1 e K2 de “Autobots” eram similares aos personagens Relâmpago McQueen e Francesco Bernoulli, informou a agência nacional de notícias Xinhua. A sentença ordena que os plágios cessem imediatamente, com a retirada do filme de circulação, e o pagamento de 1 milhão de iuanes como compensação financeira, além de 350 mil iuanes pelas despesas legais com o processo. A Xinhua afirmou que a indenização total será maior do que 1,35 milhão de iuanes, mas não listou quais outros pagamentos serão feitos. Este tipo descarado de “remake” é bastante comum na China. Plágios recentes incluem “Crazy Toy City”, versão de “Zootopia” (2016), “Mad Shelia”, versão de “Mad Max: Fúria na Estrada” (2015) e “Fifty Shades of Black”, que teve o mesmo título em inglês da já paródia “Cinquenta Tons de Preto” (2016). A Disney está investindo muito na China, incluindo a recente abertura de um parque temático em Xangai, ao custo de US$ 5,5 bilhões. Será o primeiro estabelecimento do tipo na China continental. Além disso, as animações “Zootopia – Essa Cidade é o Bicho” e “Operação Big Hero” foram grandes sucessos em terras chinesas. Recentemente, a montadora BMW e o ex-jogador de basquete Michael Jordan também venceram processos relativos à propriedade intelectual na China.











