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    Moana demonstra evolução dos filmes de princesa da Disney

    6 de janeiro de 2017 /

    Os desafios para as heroínas da Disney estão ficando cada vez mais difíceis. Rapunzel escapou de sua torre em “Enrolados” para que pudesse ver um festival de lanterna, Anna tentou impedir a irmã de congelar seu reino em “Frozen”, e agora a personagem-título de “Moana” tem que salvar seu povo e sua ilha da ira de uma Deusa. Detalhe: ela se atira à proeza sem contar com nenhum príncipe de plantão. Não há necessidade. Mais curioso ainda, sem príncipe, o desenho desenrola-se sem um romance. No lugar do bonitão viril e sorridente, a princesa da polinésia forma dupla com um semideus Maui gordo, desengonçado e meio bobão (dublado originalmente por Dwayne “The Rock” Johnson). A história é simples e cristalina como a textura que os desenhistas dão ao mar do Pacífico Sul. Moana Mawaliki (voz de Auli’i Cravalho na original e de Any Gabrielly, na versão brasileira) está na fila para suceder seu pai, o chefe da tribo e da ilha Motu Nui, mas a mocinha não quer administrar terras, seus olhos são atraídos pelo oceano e pelas lendas que sopram do além-mar. Uma dessas lendas diz respeito a uma pérola rara pertencente à deusa da fertilidade Te Fiti. O semideus Maui apoderou-se da joia e o roubo, dizem-nos, mergulhou o mundo na escuridão – é por isso que os oceanos são agora muitas vezes traiçoeiros. Há, acredite ou não, base histórica para este arranjo: cerca de dois mil anos atrás, uma abrupta mudança de temperatura tomou o Pacífico Sul formando uma zona de ciclones tropicais e a navegação tornou-se quase impossível por dezenas de anos. Como conseqüência, as correntes migratórias dos povos da região cessaram por um longo período. Os roteiristas e diretores Ron Clements e John Musker (responsáveis por “A Pequena Sereia” e “Aladdin”) douram a pílula. Transformam o fenômeno num espetacular embate de semideuses domando tufões e vulcões. A diminuta Moana enfrenta os titãs como se fosse uma formiga. Mas ela tem poderes especiais: os mares dobram-se a sua vontade. Plumas de água se estendem e brincam com os cabelos da princesa. As ondas ocasionalmente a carregam como se fossem um trono líquido. Isso lhe dá a coragem de fugir de sua aldeia para encontrar Maui, resgatar a pérola e entregá-la a Te Fiti. Quando, no entanto, Moana localiza o semideus, ele é um desapontamento grave, um narcisista muscular que perdeu todos os seus poderes especiais. Sem seu gancho de peixe mágico, que lhe permite se transformar em diferentes animais, Maui é praticamente inútil. Moana raspa a superfície da confiança do semideus e encontra um homem alquebrado – rejeitado pela humanidade, odiado pelos deuses, vivendo em ressentimento. Que ele desista tão facilmente de qualquer desafio é muitas vezes jogado no filme como uma piada, mas é difícil não se deixar levar por Maui. Sua auto-aversão o humaniza. Além disso, há um atrativo curioso: tatuagens animadas magicamente aparecem em seu peito e em suas costas após eventos importantes, contando a história de sua vida. O personagens é uma criação maravilhosa, e Dwayne Johnson o exprime com uma mistura hábil de fanfarronice e pathos. “Moana” faz a gente compreender como um personagem aflitivo pode ser tão adorável. E também como Ron Clements e John Musker podem ser afiados, talentosos e certeiros. Ambos têm a habilidade de pegar ideias caóticas e transformá-la em algo impressionante, mesmo quando não parece lógico. Exemplos: um vulcão se contorce e ganha corpo de um monstro e uma deusa serena deita-se na água e transforma-se numa ilha. O surrealismo em cena encadeia-se e forma um sentido, sim. Têm o sentido puro do universo das crianças, o mesmo espírito que nos perpassa quando olhamos um livro ilustrado da nossa infância e suspiramos pelas boas recordações.

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    Disney confirma Doutor Estranho em Thor: Ragnarok

    4 de janeiro de 2017 /

    A Disney confirmou a participação de seu mais novo super-herói, o Doutor Estranho, no filme “Thor: Ragnarok”. Quem viu “Doutor Estranho” já imaginava este desenvolvimento, mas agora é oficial. Uma sinopse publicada no site D23, o fã-clube online da Disney, descreveu assim os acontecimentos do vindouro filme da Marvel: “Chegando em novembro, ‘Thor: Ragnarok’ reúne Thor, Hulk e Doutor Estranho contra vilões intergalácticos já conhecidos e novos.” Portanto, o longa vai juntar os atores Chris Hemsworth (Thor), Mark Ruffalo (Hulk) e Benedict Cumberbatch (Doutor Estranho), e ainda introduzir Tessa Thompson como Valquíria. E isto sem falar nos vilões. Com direção de Taika Waititi (“O que Fazemos nas Sombras”), “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Rogue One vira a segunda maior bilheteria de 2016 nos EUA

    4 de janeiro de 2017 /

    “Rogue One: Uma História Star Wars” precisou apenas de três fins de semana para virar a segunda maior bilheteria de 2016 nos EUA. O prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977) superou “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 408 milhões) e deve deixar para trás “Procurando Dolly” (US$ 486,2 milhões) para bater o recorde de arrecadação entre os filmes lançados no ano passado em, no máximo, mais duas semanas. Atualmente com US$ 440,9 milhões nos EUA, a superprodução de ficção científica também superou a marca de US$ 800 milhões de faturamento em todo o mundo, firmando-se como a 7ª maior bilheteria mundial de 2016. É bem provável que consiga somar mais US$ 75 milhões em todo o mundo, o que deixará para trás “Batman v Superman” (US$ 873,3 milhões) e “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” (US$ 875,5 milhões) e criará um fato histórico. Caso “Rogue One” atinja o 5º lugar, todas as 5 maiores bilheterias do ano serão do mesmo estúdio: Disney. Atualmente, as quatro maiores bilheterias de 2016 são: “Mogli, O Menino-Lobo” (US$ 966,6 milhões), “Zootopia” (US$ 1 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1 bilhão) e “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,1 bilhão). Confira abaixo o desempenho das dez maiores bilheterias norte-americanas do último fim de semana do ano. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Rogue One – Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 49,6 milhões Total EUA: US$ 440,9 milhões Total Mundo: US$ 801,9 milhões 2. Sing – Quem Canta Seus Males Espanta Fim de semana: US$ 42,8 milhões Total EUA: US$ 180,8 milhões Total Mundo: US$ 284,5 milhões 3. Passageiros Fim de semana: US$ 16,1 milhões Total EUA: US$ 66,1 milhões Total Mundo: US$ 122,9 milhões 4. Moana – Um Mar de Aventuras Fim de semana: US$ 10,9 milhões Total EUA: US$ 214,2 milhões Total Mundo: US$ 403,3 milhões 5. Tinha que Ser Ele? Fim de semana: US$ 10 milhões Total EUA: US$ 37 milhões Total Mundo: US$ 52,26 milhões 6. Fences Fim de semana: US$ 10 milhões Total EUA: US$ 32,8 milhões Total Mundo: US$ 32,8 milhões 7. La La Land – Cantando Estações Fim de semana: US$ 9,5 milhões Total EUA: US$ 37,2 milhões Total Mundo: US$ 65 milhões 8. Assassin’s Creed Fim de semana: US$ 8,6 milhões Total EUA: US$ 42,4 milhões Total Mundo: US$ 87,32 milhões 9. Manchester à Beira-Mar Fim de semana: US$ 4,2 milhões Total EUA: US$ 29,6 milhões Total Mundo: US$ 30 milhões 10. Beleza Oculta Fim de semana: US$ 4,1 milhão Total EUA: US$ 27 milhões Total Mundo: US$ 47 milhões

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    Veja os primeiros comerciais de A Bela e a Fera

    1 de janeiro de 2017 /

    A Disney divulgou os primeiros comerciais de “A Bela e a Fera”. Enquanto os primeiros basicamente condensam o trailer original, que teria batido recorde de visualizações na internet, o terceiro traz cenas inéditas de Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela. O filme também traz Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston e um elenco de coadjuvantes famosos, formado por Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Disney receberá seguro milionário pela morte de Carrie Fisher

    1 de janeiro de 2017 /

    A morte da atriz Carrie Fisher, no último dia 27, deve fazer a Disney acionar um seguro milionário. Segundo a companhia de seguros Lloyds, de Londres (via Insurance Insider), a Disney receberá US$ 50 milhões por conta de uma apólice que protegia a empresa, caso Fisher não pudesse cumprir seu contrato de três filmes na nova trilogia de “Star Wars”. Trata-se de um dos maiores pagamentos para acidentes pessoais da história. Carrie Fisher já havia terminado de filmar suas cenas em “Star Wars: Episódio VIII”, mas, segundo rumores, desempenharia um papel importante no “Episódio IX”. Por conta de sua morte, as filmagens foram adiadas e o roteiro da conclusão da trilogia terá que passar por alterações, que justifiquem a ausência de sua personagem, a General Leia. Última aparição da atriz no cinema, “Star Wars: Episódio VIII” estreia em 14 de dezembro no Brasil.

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    Disney vence processo de plágio contra animação chinesa que copiava Carros

    31 de dezembro de 2016 /

    A Disney obteve uma vitória importante contra a pirataria na China. Um tribunal de Xangai ordenou que duas empresas chinesas, entre elas a Blue MTV (sério, é o nome da empresa), paguem quase US$ 200 mil à Disney e à Pixar em indenizações por copiar partes dos filmes “Carros” (2006) e “Carros 2” (2011) num filme chamado “The Autobots”. O processo afirma que os personagens, as falas e artes da animação “The Autobots” eram basicamente iguais aos de seus filmes. O tribunal concordou, inclusive, que os personagens K1 e K2 de “Autobots” eram similares aos personagens Relâmpago McQueen e Francesco Bernoulli, informou a agência nacional de notícias Xinhua. A sentença ordena que os plágios cessem imediatamente, com a retirada do filme de circulação, e o pagamento de 1 milhão de iuanes como compensação financeira, além de 350 mil iuanes pelas despesas legais com o processo. A Xinhua afirmou que a indenização total será maior do que 1,35 milhão de iuanes, mas não listou quais outros pagamentos serão feitos. Este tipo descarado de “remake” é bastante comum na China. Plágios recentes incluem “Crazy Toy City”, versão de “Zootopia” (2016), “Mad Shelia”, versão de “Mad Max: Fúria na Estrada” (2015) e “Fifty Shades of Black”, que teve o mesmo título em inglês da já paródia “Cinquenta Tons de Preto” (2016). A Disney está investindo muito na China, incluindo a recente abertura de um parque temático em Xangai, ao custo de US$ 5,5 bilhões. Será o primeiro estabelecimento do tipo na China continental. Além disso, as animações “Zootopia – Essa Cidade é o Bicho” e “Operação Big Hero” foram grandes sucessos em terras chinesas. Recentemente, a montadora BMW e o ex-jogador de basquete Michael Jordan também venceram processos relativos à propriedade intelectual na China.

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    Tyrus Wong (1910 – 2016)

    31 de dezembro de 2016 /

    Morreu o artista chinês Tyrus Wong, que ajudou a conceber um dos personagens mais queridos da história da animação, o pequeno Bambi do filme homônimo de Walt Disney. Ele faleceu na noite de sexta (31/12) nos EUA, aos 106 anos de idade. Nascido em Cantão, na China, em 1910, Wong trabalhou nos estúdios Walt Disney durante apenas três anos, entre 1938 e 1941. Mas foi fundamental para o longa-metragem do filhotinho de cervo. Enquanto trabalhava no estúdio, desenhando curtas de Mickey Mouse, Wong soube que havia começado a fase de pré-produção de “Bambi” (1942). Por conta própria, pintou vários esboços de cervos em uma floresta, usando tons pasteis e interpretação impressionista. E as artes foram parar na mesa de Walt Disney, que se encantou e decidiu usá-las como base para o estilo visual do filme, principalmente para criar o visual da floresta de Bambi. “Walt Disney viu que Tyrus (Wong) era capaz de produzir obras de arte excelentes, que não necessariamente pareciam a floresta, mas se sentiam como a floresta. A visão que Walt Disney teve sobre Bambi e o uso que fez do trabalho de Tyrus ainda influencia os filmes de hoje”, manifestou-se em comunicado o The Walt Disney Family Museum. Após trabalhar para os estúdios de Walt Disney, Wong foi contratado pela produtora Warner Bros., onde trabalhou no departamento de arte de dezenas de filmes como “Juventude Transviada” (1955), “A Volta ao Mundo em 80 Dias” (1956) e “Meu Ódio Será Sua Herança” (1969). Em 2015, sua arte foi tema de um documentário, batizado apenas com seu primeiro nome, “Tyrus”.

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    Disney libera trecho oficial da música de Emma Watson em A Bela e a Fera

    31 de dezembro de 2016 /

    Era inevitável. Depois dos fãs registrarem na internet a “versão boneca” da música-tema de Bela, no filme “A Bela e a Fera”, a Disney liberou o trecho oficial de “Something There” com a voz de Emma Watson. O resultado é bem melhor que o som de radinho de pilha, que acompanha as bonecas da personagem, mas resultou ainda mais meloso e, para usar uma palavra da época em que se fazia músicas assim, cafona. Ouça abaixo. O filme contará com regravações das canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado há 25 anos. Menken trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria premiada de “Aladdin” (1992). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Here's your exclusive first listen of @EmmaWatson​ singing 'Something There' from Beauty and the Beast. #BeOurGuest pic.twitter.com/AWpcrDmELY — Beauty and the Beast (@beourguest) December 31, 2016

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    Ouça o primeiro trecho de uma música de A Bela e a Fera cantada por Emma Watson

    30 de dezembro de 2016 /

    Fãs descobriram que a boneca Bela, da nova versão de “A Bela e a Fera”, é cantora. E foram às lojas dos EUA registrar a primeira prévia de uma música do filme com a voz de Emma Watson. Provavelmente, não era assim, com voz de radinho de pilha, que a Disney gostaria de apresentar ao mundo a interpretação musical da atriz. Mas aí está. Ouça abaixo. O filme contará com regravações das canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado há 25 anos. Menken trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria premiada de “Aladdin” (1992). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. ICYMI: Live-action Belle doll has first sneak peek of @emmawatson singing "Something There" from @beautyandthebeast …. Repost from @amfrozr: It's that Emma's voice!? #beautyandthebeast #hasbro #toysrus #batb #disney #emmawatson #danstevens #lukeevans #joshgad #ewanmcgregor #emmathompson #ianmckellan #gugumbatharaw #audramcdonald #stanleytucci #kevinkline #billcondon #beautyandthebeast2017 #taleasoldastime #beourguest Um vídeo publicado por Beauty & the Beast Movie News (@beautyandthebeastmovienews) em Dez 29, 2016 às 6:57 PST ? Well there it is, straight from the shelves at Toys R' Us…? ・・・ @The_West_Wing_ : Get ready for this one guys… FIRST LISTEN AT EMMA SINGING "SOMETHING THERE"!!!! I am officially floored, if she wasn't perfect enough this has absolutely nailed her as #Belle! I cannot wait for this movie!!! ?? Recording taken from the singing Belle Hasbro doll! Not sure who to credit though, sorry! . #BeautyandtheBeast #Disney #EmmaWatson #Belle #BillCondon #BeOurGuest #taleasoldastime Um vídeo publicado por Jack Morrissey (@therealjackmorrissey) em Dez 29, 2016 às 7:00 PST

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    Bilheterias dos EUA batem recorde de arrecadação em 2016

    28 de dezembro de 2016 /

    As bilheterias dos EUA ultrapassaram nesta quarta (28/12) a marca de US$ 11,13 bilhões de arrecadação anual, recorde de arrecadação em todos os tempos. As cifras superaram os US$ 11,12 bilhões de 2015, que era o recorde anterior, e, segundo a empresa de monitoramento ComScore, devem fechar o ano com um valor total entre US$ 11,3 e US$ 11,4 bilhões. Os valores foram impulsionados, principalmente, por filmes de super-heróis, animações e pela franquia “Star Wars”. O que significa que a Disney é a principal responsável pelo fenômeno. Das 10 maiores bilheterias de 2016 nos EUA, 6 são da Disney. O ranking definitivo das maiores arrecadações do ano serão publicados na próxima semana.

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    Bilheterias: Rogue One pulveriza Passageiros e Assassin’s Creed nos cinemas dos EUA

    26 de dezembro de 2016 /

    “Rogue One: Uma História Star Wars” não teve dificuldades para se manter na liderança dos cinemas nos EUA pela segunda semana consecutiva. A produção da LucasFilm/Disney fez 64,3 milhões no fim de semana, quase o dobro da arrecadação do 2º lugar, a animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”. O prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977) já fez mais de US$ 300 milhões nos EUA (passou de US$ 550 milhões em todo mundo). E isto tendo que enfrentar, nos últimos dias, nada menos que quatro estreias amplas. “Sing” foi o lançamento que se deu melhor, com US$ 35,9 milhões. Os demais foram pulverizados. A cara sci-fi “Passageiros”, orçada em US$ 110 milhões e estrelada por Jennifer Lawrence e Chris Pratt, ficou em 3º, com modestos US$ 14,8 milhões. Mas bem pior foi a implosão de “Assassin’s Creed”, com US$ 10,2 milhões em 5º lugar. O fiasco só confirma, novamente e definitivamente, que Hollywood apenas perde dinheiro ao insistir em adaptar games. Para se ter ideia, o filme custou US$ 125 milhões. A surpresa positiva ficou por conta do desempenho da comédia “Tinha que Ser Ele?”, que abriu no 4º lugar com US$ 11 milhões, à frente do bombardeado “Assassin’s Creed”. Estrelado por Bryan Cranston e James Franco, “Tinha que Ser Ele?” nem estava sendo considerado nas projeções da indústria para o Natal. Orçada em apenas (para Hollywood) US$ 38 milhões, a produção conseguiu sobreviver à briga dos blockbusters de mais de US$ 100 milhões e deve dar lucro. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Rogue One – Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 64,3 milhões Total EUA: US$ 318 milhões Total Mundo: US$ 555,4 milhões 2. Sing – Quem Canta Seus Males Espanta Fim de semana: US$ 35,2 milhões Total EUA: US$ 76,6 milhões Total Mundo: US$ 93,9 milhões 3. Passageiros Fim de semana: US$ 14,8 milhões Total EUA: US$ 30,4 milhões Total Mundo: US$ 30,4 milhões 4. Tinha que Ser Ele? Fim de semana: US$ 11 milhões Total EUA: US$ 16,7 milhões Total Mundo: US$ 18,9 milhões 5.

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    Fotos destacam o protagonista da próxima animação da Pixar

    26 de dezembro de 2016 /

    A Pixar revelou as primeiras imagens de sua próxima animação, que destaca justamente o protagonista. Intitulada “Coco”, a trama acompanha Miguel, garoto de 12 anos que tem seu talento musical reprimido por sua família no México. Ao descobrir uma ligação fortuita com seu cantor preferido, o falecido Ernesto de la Cruz, Miguel começa a imitá-lo e acaba sendo “puxado” para a Terra dos Mortos. O elenco de vozes inclui Benjamin Bratt (“Doutor Estranho”), Gael García Bernal (“Neruda”) e Renee Victor (série “Weeds”), mas o protagonista é dublado por um estreante, Anthony González, escolhido entre várias crianças que fizeram audição para o papel. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também vai estrear como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). A animação está sendo desenvolvida desde 2012, mas calhou de sua ode à cultura mexicana chegar aos cinemas após a eleição de Donald Trump à presidência dos EUA, que anunciou em sua campanha um endurecimento contra os imigrantes, em especial os mexicanos. A previsão de estreia é para novembro.

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    Continuação de Mary Poppins terá participação de astro do filme original

    24 de dezembro de 2016 /

    A sequência de “Mary Poppins” (1964) terá participação de um integrante do elenco original do clássico da Disney: Dick Van Dyke. Segundo o site da revista Variety, o intérprete do simpático limpador de chaminés Bert fará uma aparição no filme estrelado por Emily Blunt (“A Garota no Trem”). Ele foi o par romântico de Julie Andrews no filme que encantou gerações e venceu cinco Oscars, inclusive o de Melhor Atriz para Andrews, intérprete da babá mágica. A história das filmagens do clássico também foi recentemente levada ao cinema, no drama “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013). Bert, por sinal, não será o único personagem conhecido que participará de “Mary Poppins Returns”. A trama vai girar em torno das crianças da história original, já crescidas, que agora têm seus próprios filhos e precisam de ajuda para lidar com uma perda. Além de trazer Emily Blunt como Mary Poppins, o elenco grandioso inclui Meryl Streep (“Álbum de Família”), Colin Firth (“O Bebê de Bridget Jones”), Ben Whishaw (“007 Contra Spectre”), Lin-Manuel Miranda (“A Estranha Vida de Timothy Green”) e Emily Mortimer (“A Invenção de Hugo Cabret”). Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”) e roteiro de David Magee (“As Aventuras de Pi”), “Mary Poppins Returns” tem estreia marcada para 25 de dezembro de 2018.

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