Tyrus Wong (1910 – 2016)
Morreu o artista chinês Tyrus Wong, que ajudou a conceber um dos personagens mais queridos da história da animação, o pequeno Bambi do filme homônimo de Walt Disney. Ele faleceu na noite de sexta (31/12) nos EUA, aos 106 anos de idade. Nascido em Cantão, na China, em 1910, Wong trabalhou nos estúdios Walt Disney durante apenas três anos, entre 1938 e 1941. Mas foi fundamental para o longa-metragem do filhotinho de cervo. Enquanto trabalhava no estúdio, desenhando curtas de Mickey Mouse, Wong soube que havia começado a fase de pré-produção de “Bambi” (1942). Por conta própria, pintou vários esboços de cervos em uma floresta, usando tons pasteis e interpretação impressionista. E as artes foram parar na mesa de Walt Disney, que se encantou e decidiu usá-las como base para o estilo visual do filme, principalmente para criar o visual da floresta de Bambi. “Walt Disney viu que Tyrus (Wong) era capaz de produzir obras de arte excelentes, que não necessariamente pareciam a floresta, mas se sentiam como a floresta. A visão que Walt Disney teve sobre Bambi e o uso que fez do trabalho de Tyrus ainda influencia os filmes de hoje”, manifestou-se em comunicado o The Walt Disney Family Museum. Após trabalhar para os estúdios de Walt Disney, Wong foi contratado pela produtora Warner Bros., onde trabalhou no departamento de arte de dezenas de filmes como “Juventude Transviada” (1955), “A Volta ao Mundo em 80 Dias” (1956) e “Meu Ódio Será Sua Herança” (1969). Em 2015, sua arte foi tema de um documentário, batizado apenas com seu primeiro nome, “Tyrus”.
Disney libera trecho oficial da música de Emma Watson em A Bela e a Fera
Era inevitável. Depois dos fãs registrarem na internet a “versão boneca” da música-tema de Bela, no filme “A Bela e a Fera”, a Disney liberou o trecho oficial de “Something There” com a voz de Emma Watson. O resultado é bem melhor que o som de radinho de pilha, que acompanha as bonecas da personagem, mas resultou ainda mais meloso e, para usar uma palavra da época em que se fazia músicas assim, cafona. Ouça abaixo. O filme contará com regravações das canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado há 25 anos. Menken trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria premiada de “Aladdin” (1992). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Here's your exclusive first listen of @EmmaWatson singing 'Something There' from Beauty and the Beast. #BeOurGuest pic.twitter.com/AWpcrDmELY — Beauty and the Beast (@beourguest) December 31, 2016
Ouça o primeiro trecho de uma música de A Bela e a Fera cantada por Emma Watson
Fãs descobriram que a boneca Bela, da nova versão de “A Bela e a Fera”, é cantora. E foram às lojas dos EUA registrar a primeira prévia de uma música do filme com a voz de Emma Watson. Provavelmente, não era assim, com voz de radinho de pilha, que a Disney gostaria de apresentar ao mundo a interpretação musical da atriz. Mas aí está. Ouça abaixo. O filme contará com regravações das canções originais da animação de 1991, além de três músicas inéditas compostas por Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado há 25 anos. Menken trabalhou nas novas canções com Tim Rice, reeditando a parceria premiada de “Aladdin” (1992). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. ICYMI: Live-action Belle doll has first sneak peek of @emmawatson singing "Something There" from @beautyandthebeast …. Repost from @amfrozr: It's that Emma's voice!? #beautyandthebeast #hasbro #toysrus #batb #disney #emmawatson #danstevens #lukeevans #joshgad #ewanmcgregor #emmathompson #ianmckellan #gugumbatharaw #audramcdonald #stanleytucci #kevinkline #billcondon #beautyandthebeast2017 #taleasoldastime #beourguest Um vídeo publicado por Beauty & the Beast Movie News (@beautyandthebeastmovienews) em Dez 29, 2016 às 6:57 PST ? Well there it is, straight from the shelves at Toys R' Us…? ・・・ @The_West_Wing_ : Get ready for this one guys… FIRST LISTEN AT EMMA SINGING "SOMETHING THERE"!!!! I am officially floored, if she wasn't perfect enough this has absolutely nailed her as #Belle! I cannot wait for this movie!!! ?? Recording taken from the singing Belle Hasbro doll! Not sure who to credit though, sorry! . #BeautyandtheBeast #Disney #EmmaWatson #Belle #BillCondon #BeOurGuest #taleasoldastime Um vídeo publicado por Jack Morrissey (@therealjackmorrissey) em Dez 29, 2016 às 7:00 PST
Bilheterias dos EUA batem recorde de arrecadação em 2016
As bilheterias dos EUA ultrapassaram nesta quarta (28/12) a marca de US$ 11,13 bilhões de arrecadação anual, recorde de arrecadação em todos os tempos. As cifras superaram os US$ 11,12 bilhões de 2015, que era o recorde anterior, e, segundo a empresa de monitoramento ComScore, devem fechar o ano com um valor total entre US$ 11,3 e US$ 11,4 bilhões. Os valores foram impulsionados, principalmente, por filmes de super-heróis, animações e pela franquia “Star Wars”. O que significa que a Disney é a principal responsável pelo fenômeno. Das 10 maiores bilheterias de 2016 nos EUA, 6 são da Disney. O ranking definitivo das maiores arrecadações do ano serão publicados na próxima semana.
Bilheterias: Rogue One pulveriza Passageiros e Assassin’s Creed nos cinemas dos EUA
“Rogue One: Uma História Star Wars” não teve dificuldades para se manter na liderança dos cinemas nos EUA pela segunda semana consecutiva. A produção da LucasFilm/Disney fez 64,3 milhões no fim de semana, quase o dobro da arrecadação do 2º lugar, a animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”. O prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977) já fez mais de US$ 300 milhões nos EUA (passou de US$ 550 milhões em todo mundo). E isto tendo que enfrentar, nos últimos dias, nada menos que quatro estreias amplas. “Sing” foi o lançamento que se deu melhor, com US$ 35,9 milhões. Os demais foram pulverizados. A cara sci-fi “Passageiros”, orçada em US$ 110 milhões e estrelada por Jennifer Lawrence e Chris Pratt, ficou em 3º, com modestos US$ 14,8 milhões. Mas bem pior foi a implosão de “Assassin’s Creed”, com US$ 10,2 milhões em 5º lugar. O fiasco só confirma, novamente e definitivamente, que Hollywood apenas perde dinheiro ao insistir em adaptar games. Para se ter ideia, o filme custou US$ 125 milhões. A surpresa positiva ficou por conta do desempenho da comédia “Tinha que Ser Ele?”, que abriu no 4º lugar com US$ 11 milhões, à frente do bombardeado “Assassin’s Creed”. Estrelado por Bryan Cranston e James Franco, “Tinha que Ser Ele?” nem estava sendo considerado nas projeções da indústria para o Natal. Orçada em apenas (para Hollywood) US$ 38 milhões, a produção conseguiu sobreviver à briga dos blockbusters de mais de US$ 100 milhões e deve dar lucro. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Rogue One – Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 64,3 milhões Total EUA: US$ 318 milhões Total Mundo: US$ 555,4 milhões 2. Sing – Quem Canta Seus Males Espanta Fim de semana: US$ 35,2 milhões Total EUA: US$ 76,6 milhões Total Mundo: US$ 93,9 milhões 3. Passageiros Fim de semana: US$ 14,8 milhões Total EUA: US$ 30,4 milhões Total Mundo: US$ 30,4 milhões 4. Tinha que Ser Ele? Fim de semana: US$ 11 milhões Total EUA: US$ 16,7 milhões Total Mundo: US$ 18,9 milhões 5.
Fotos destacam o protagonista da próxima animação da Pixar
A Pixar revelou as primeiras imagens de sua próxima animação, que destaca justamente o protagonista. Intitulada “Coco”, a trama acompanha Miguel, garoto de 12 anos que tem seu talento musical reprimido por sua família no México. Ao descobrir uma ligação fortuita com seu cantor preferido, o falecido Ernesto de la Cruz, Miguel começa a imitá-lo e acaba sendo “puxado” para a Terra dos Mortos. O elenco de vozes inclui Benjamin Bratt (“Doutor Estranho”), Gael García Bernal (“Neruda”) e Renee Victor (série “Weeds”), mas o protagonista é dublado por um estreante, Anthony González, escolhido entre várias crianças que fizeram audição para o papel. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também vai estrear como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). A animação está sendo desenvolvida desde 2012, mas calhou de sua ode à cultura mexicana chegar aos cinemas após a eleição de Donald Trump à presidência dos EUA, que anunciou em sua campanha um endurecimento contra os imigrantes, em especial os mexicanos. A previsão de estreia é para novembro.
Continuação de Mary Poppins terá participação de astro do filme original
A sequência de “Mary Poppins” (1964) terá participação de um integrante do elenco original do clássico da Disney: Dick Van Dyke. Segundo o site da revista Variety, o intérprete do simpático limpador de chaminés Bert fará uma aparição no filme estrelado por Emily Blunt (“A Garota no Trem”). Ele foi o par romântico de Julie Andrews no filme que encantou gerações e venceu cinco Oscars, inclusive o de Melhor Atriz para Andrews, intérprete da babá mágica. A história das filmagens do clássico também foi recentemente levada ao cinema, no drama “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013). Bert, por sinal, não será o único personagem conhecido que participará de “Mary Poppins Returns”. A trama vai girar em torno das crianças da história original, já crescidas, que agora têm seus próprios filhos e precisam de ajuda para lidar com uma perda. Além de trazer Emily Blunt como Mary Poppins, o elenco grandioso inclui Meryl Streep (“Álbum de Família”), Colin Firth (“O Bebê de Bridget Jones”), Ben Whishaw (“007 Contra Spectre”), Lin-Manuel Miranda (“A Estranha Vida de Timothy Green”) e Emily Mortimer (“A Invenção de Hugo Cabret”). Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”) e roteiro de David Magee (“As Aventuras de Pi”), “Mary Poppins Returns” tem estreia marcada para 25 de dezembro de 2018.
Disney e rede ABC vão criar conteúdo exclusivo para o Snapchat
O grupo Disney-ABC produzirá conteúdos de televisão para a rede social Snapchat. As empresas assinaram um contrato com este objetivo nesta quarta-feira (21/12). O primeiro fruto desta colaboração será “Watch Party: The Bachelor”, que acompanhará a estreia da nova temporada do popular reality show “The Bachelor”. Os episódios de “Watch Party: The Bachelor” durarão entre 3 e 5 minutos e ficarão disponíveis durante 24 horas no Snapchat, uma rede social que se caracteriza por seus vídeos e mensagens instantâneas desaparecerem pouco após serem vistos. Em comunicado, o vice-presidente executivo de estratégia de veículos de imprensa e desenvolvimento de negócios da Disney-ABC, John Frelinghuysen, afirmou que foram exploradas “maneiras de contar histórias em telefones celulares” e ele considerou que o Snapchat é um meio “fascinante” neste sentido. O vice-presidente de conteúdo do Snapchat, Nick Bell, afirmou que a Disney-ABC “reescreveu as regras” de como desenvolver conteúdos para a televisão “ousados, divertidos e arriscados” em gêneros como reality-show, drama e comédia, opinando que a rede será “um parceiro vital” para o crescimento do Snapchat no ambiente transmitido pela televisão. A parceria não adiantou nenhum plano futuro para implementar este acordo com lançamentos derivados de outras atrações televisivas.
Com Rogue One, Disney vira primeiro estúdio a faturar US$ 7 bilhões de bilheteria anual
O sucesso de “Rogue One: Uma História Star Wars” foi o empurrão que faltava para a Disney estabelecer um novo recorde histórico. Ao faturar US$ 290 milhões em sua estreia ao redor do mundo, o prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977) completou a diferença que faltava para o estúdio virar o primeiro a bater a marca de US$ 7 bilhões de arrecadação mundial em um ano, recorde absoluto para a indústria cinematográfica. O recorde anterior pertencia a Universal, que arrecadou US$ 6,89 bilhões no ano passado, graças especialmente aos blockbusters “Jurassic World”, “Minions” e “Velozes e Furiosos 7”. Em 2016, a Disney lançou cinco dos dez filmes de maior bilheteria no mundo, atingindo um faturamento que só se tornou possível graças à política de aquisições da companhia. Basta ver que os líderes de arredação são produções da Marvel, LucasFilm e Pixar, que o estúdio comprou nos últimos anos, reunidos à produções infantis que a empresa sempre soube fazer bem. Os destaques incluem “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,15 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1,026 bilhão), “Zootopia” (US$ 1,023 bilhão), “Mogli” (com 966 milhões) e “Doutor Estranho” (com 653 milhões). A cifra tende a aumentar, pois “Rogue One” está apenas em sua primeira semana de exibição, e ainda estreia em vários países nas próximas semanas. Já “Moana”, que é outro sucesso em curva ascendente, só deve chegar em mercados importantes em 2017. Seu faturamento vai ficar para a conta do ano que vem. Vale lembrar que, antes mesmo de “Rogue One”, a Disney já tinha batido no começo de dezembro o recorde de arrecadação anual doméstica de um estúdio nos EUA. O estúdio criado por Walt Disney também bateu duas outras marcas histórias em 2016, virando o que mais rapidamente atingiu o faturamento de US$ 2 bilhões nos EUA e US$ 5 bilhões em nível internacional.
Personagem de Rogue One vai aparecer no próximo episódio de Star Wars: Rebels
“Rogue One: Uma História Star Wars” pode ter sido devastador, mas a franquia só ganhou mais Força com o filme. Sem perder tempo, a LucasFilm já divulgou o primeiro “retorno” de um de seus personagens, num crossover com outra produção. E para agora, em janeiro. O rebelde Saw Gerrera é o destaque num vídeo de bastidores do próximo episódio de “Star Wars: Rebels”, animação exibida no canal pago Disney XD. E nessa participação ele terá, inclusive, a voz de seu intérprete no cinema, o ator Forest Whitaker. Curiosamente, Saw Gerrera surgiu como um personagem de animação, visto na série anterior, “The Clone Wars”, lutando ao lado de Anakin Skywalker. Décadas depois, os dois tomaram destinos opostos, com Saw fomentando a rebelião e Anakin virando Darth Vader. A reaparição em “Rebels” acontece entre estes dois momentos. Como a série se passa logo após os eventos de “Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith” (2005), Saw é bem mais jovem que a versão vista em “Rogue One”. Um detalhe que liga a trama ainda mais à “Vingança dos Sith” é que o episódio especial vai se chamar “Ghosts of Geonosis”, numa referência ao planeta Geonosis, onde Anakin virou Vader. “Ghosts of Geonosis” será exibido em duas partes, a partir de 7 de janeiro nos EUA.
Rogue One arrasa as bilheterias dos EUA com estreia de US$ 155 milhões
“Rogue One: Uma História Star Wars” arrebentou as bilheterias dos EUA com a segunda maior estreia de dezembro em todos os tempos. Seus arrasadores US$ 155 milhões só foram menores que a arrecadação recorde de “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 249 milhões), lançado no ano passado. O fenômeno é mundial, com estimados US$ 290 milhões de faturamento ao redor do mundo. O que só comprova o acerto da estratégia da Disney em multiplicar uma única saga da LucasFilm em diversos filmes derivados. Mesmo assim, a posta era alta, a ponto de a produção ter sofrido uma intervenção do estúdio, ganhando um novo final – várias cenas dos trailers simplesmente não aparecem no filme. Afinal, o futuro da franquia estava em jogo. “Rogue One” é o primeiro de uma série de spin-offs que explorarão o passado da saga espacial – um filme sobre a juventude de Han Solo já está em produção para 2018. Entretanto, também é a história mais sombria já realizada no universo “Star Wars” e não deixa espaço para uma “nova” continuação. Isto porque a continuação já foi feita e se chama “Guerra nas Estrelas” (1977) – rebatizado de “Star Wars: Uma Nova Esperança” após o crescimento desmedido da franquia. Resta aos fãs a “esperança” de rever Jyn Erso, a heroína vivida por Felicity Jones, em algum flashback, já que ela está contratada para aparecer em mais um “Star Wars”. O sucesso de “Rogue One” foi contrastado pelo fracasso do outro único lançamento amplo da semana. O drama fantasioso “Beleza Oculta” fez apenas US$ 7 milhões, marcando a pior estreia da carreira do astro Will Smith. Vale lembrar que ele foi considerado recentemente o segundo astro mais superestimado de Hollywood, atrás de Johnny Depp. Não bastasse o péssimo desempenho de público, o filme foi destruído pela crítica, com apenas 14% de aprovação no Rotten Tomatoes. Uma bomba completa, que está marcada para detonar no Brasil em 26 de janeiro. Mas “Rogue One” não devastou tudo. “La La Land – Cantando Estações” também mostrou desempenho impressionante, ao subir para 7º lugar antes da ampliação completa de seu circuito. O musical, que venceu o Critics Choice Awards, o Festival de Toronto e concorre a sete prêmios no Globo de Ouro, está em cartaz em apenas 200 salas! “La La Land” tem 94% de aprovação no Rotten Tomatoes e estreia em 19 de janeiro no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Rogue One – Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 155 milhões Total EUA: US$ 155 milhões Total Mundo: US$ 290,5 milhões 2. Moana – Um Mar de Aventuras Fim de semana: US$ 11,6 milhões Total EUA: US$ 161,8 milhões Total Mundo: US$ 280,2 milhões 3. A Última Ressaca do Ano Fim de semana: US$ 8,5 milhões Total EUA: US$ 31,5 milhões Total Mundo: US$ 51,3 milhão 4. Beleza Oculta Fim de semana: US$ 7 milhões Total EUA: US$ 7 milhões Total Mundo: US$ 11,6 milhões 5.
Felicity Jones tem contrato para fazer mais um filme como Jyn Erso
A produtora Kathleen Kennedy já afirmou, categórica, que “Rogue One: Uma História Star Wars” não teria continuação. E quem for ao cinema saberá claramente porquê. Mesmo assim, o site The Hollywood Reporter revelou que a atriz Felicity Jones, protagonista do longa, assinou um contrato para fazer mais um filme da franquia. “Rogue One” tem tudo para bater recordes de bilheteria, o que provavelmente levaria a Disney a pressionar a LucasFilm, presidida por Kennedy, a retomar os personagens de algum modo. O desfecho da história, porém, não sugere mesmo um “Rogue Two”. O que deve acontecer é a personagem de Felicity, Jyn Erso, aparecer em flashbacks da saga principal, ou mesmo num spin-off que se passe na mesma época de seu filme – que cronologicamente antecede os eventos de “Guerra nas Estrelas” (1977). O fato é que, graças ao contrato assinado por Felicity Jones, os fãs ainda poderão ver Jyn Erso novamente. Nem que seja uma última vez.
Ex-Doctor Who vai dublar o Tio Patinhas no novo desenho de DuckTales
A nova versão de “DuckTales – Os Caçadores de Aventuras”, a clássica série animada da Disney dos anos 1980, ganhou um elenco de dubladores de peso. Ninguém menos que David Tennant, ex-protagonista da série “Doctor Who” e vilão superpoderoso de “Jessica Jones”, dará voz ao Tio Patinhas na versão original em inglês da atração. Já o trio de sobrinhos Huguinho, Zezinho e Luizinho terá as vozes de Danny Pudi (série “Community”), Ben Schwartz (série “House of Lies”) e Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”). O elenco traz ainda Beck Bennett (também de “Saturday Night Live”) como Capitão Boing, Toks Olagundoye (série “Castle”) como Madame Patilda e Kate Micucci (série “Raising Hope”) como Patrícia. Um vídeo foi divulgado pela Disney em que os atores cantaram o tema clássico da abertura do desenho animado, que foi originalmente ao ar entre 1987 e 1990. A atração ainda deve trazer outros personagens conhecidos do público, como o Pato Donald, a Margarida, o Professor Pardal, Mac Mônei, Maga Patalójika e os Irmãos Metralha, entre outros. Vale lembrar que “DuckTales” foi inspirado nos quadrinhos clássicos de Carl Barks, o criador de Patópolis. Nos gibis, os sobrinhos, incluindo Donald, acompanhavam aventuras do Tio Patinhas ao redor do mundo, entre os anos 1940 e 1960. As publicações marcaram época e influenciaram a cultura pop de forma irreversível. Para quem não sabe, a sequência da pedra rolante de “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981) foi inspirada numa história do Tio Patinhas criada por Barks. O reboot de “DuckTales” vai passar no canal pago americano Disney XD, mas ainda não tem previsão de estreia.












