Cate Blanchett aprendeu capoeira para viver a vilã de Thor: Ragnarok
Além das fotos, a revista Entertainment Weekly publicou entrevistas com o elenco de “Thor: Ragnarok” e a maior curiosidade surgiu na revelação sobre a preparação da atriz Cate Blanchett. A reportagem afirma que ela aprendeu capoeira com a lendária dublê Zoë Bell (“À Prova de Morte”) para interpretar a vilã Hela. Mas não há declarações da australiana vencedora do Oscar por “Blue Jasmine” (2013) sobre a arte marcial brasileira, nem explicações sobre como a capoeira será utilizada na história. Pelo jeito, só vendo o filme, que estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Primeiras fotos de Thor: Ragnarok revelam novo visual do herói e a deusa vivida por Cate Blanchett
A revista Entertainment Weekly divulgou as primeiras fotos de “Thor: Ragnorak”, acompanhando uma reportagem de capa sobre a produção da Marvel. E o material chama atenção por apresentar visuais bem diferentes dos personagens. Chris Hemsworth chama mais atenção por estar de cabelo curto, quase raspado, em vez de ostentar a orgulhosa cabeleira loira dos primeiros filmes. Hela, a deusa da morte interpreta por Cate Blanchett (“Carol”), em nada lembra as artes conceituais divulgadas pela produção. Em vez do elmo com galhadas, fiel aos quadrinhos, ela aparece com os cabelos negros e compridos e olhos com maquiagem emo. E desde a escalação da atriz Tessa Thompson (“Creed”) já se sabia que Valquíria não seria uma loira nórdica como a heroína dos quadrinhos dos Defensores. Além do trio da capa, as imagens revelam o visual colorido, estilo “X-Men: Apocalipse” (2016), do personagem de Jeff Goldblum (“Independence Day”). Ele vive o Grã-Mestre, um imortal viciado em jogos, que nos quadrinhos da saga “Planeta Hulk” organiza competições entre gladiadores alienígenas. Quem também aparece é Tom Hiddleston (atualmente em “Kong: A Ilha da Caveira”), de volta ao papel do vilão Loki. E há três fotos dos bastidores com o diretor Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”). “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA. Clique nas fotos abaixo para ampliá-las em tela inteira.
Cena da versão com atores de A Bela e a Fera destaca personagens animados
A Disney divulgou uma cena da versão com atores de “A Bela e a Fera” que ironicamente não tem atores, apenas animação digital. A prévia traz diversos personagens animados por computação gráfica, destacando Lumière, o castiçal falante (dublado por Ewan McGregor), que se esforça para ser o cupido dos protagonistas. Com Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, o filme dirigido por Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) é uma recriação da animação clássica de 1991. A estreia acontece na próxima semana, em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Eva Green negocia retomar parceria com Tim Burton na versão com atores de Dumbo
A atriz Eva Green deve estrelar seu terceiro filme para o diretor Tim Burton. Após trabalharem juntos em “Sombras da Noite” (2012) e “O Lar das Crianças Peculiares” (2016), eles estão planejando repetir a parceria na versão “live action” de “Dumbo”, que o cineasta está desenvolvendo para a Disney. Segundo o site Deadline, a atriz negocia interpretar uma das três protagonistas adultas do filme. Paralelamente, Tom Hanks (“Sully: O Herói do Rio Hudson”) segue negociando sua participação no papel de vilão. O roteiro é de Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”) e as filmagens devem começar ainda em 2017, apesar da data de lançamento ainda não estar definida.
Rússia proíbe A Bela e a Fera para menores de 16 anos
“A Bela e a Fera” é tão forte quanto “Logan”. Esta é a conclusão da comissão do Ministério da Cultura russo, responsável pela classificação etária dos filmes exibidos no país. A produção da Disney foi proibida para menores de 16 anos nos cinemas da Rússia. O filme quase foi totalmente vetado no país. Tudo por causa de mensagens de “propaganda gay” para crianças. Após Bill Condon, diretor do filme, revelar que “A Bela e a Fera” mostraria “o primeiro momento gay” em um filme da Disney, o deputado russo Vitali Milonov iniciou uma campanha para impedir o lançamento no país do que chamou de uma “desavergonhada propaganda do pecado”. O político foi um dos principais articuladores da lei russa contra a “propaganda gay”, assinada pelo presidente Vladimir Putin em 2013. Essa lei, que levantou muitas críticas na comunidade internacional, proíbe a distribuição de informações capazes de despertar o interesse de menores pelas “relações sexuais não-tradicionais”, e vem sendo utilizada como pretexto para banir qualquer manifestação em defesa dos gays no país, além de servir de justificativa para ataques homofóbicos. “A Bela e a Fera” estreia em 16 de março no Brasil.
Star Wars Rebels é renovada para a 4ª temporada
A LucasFilm e Disney XD anunciaram a renovação da série animada “Star Wars Rebels” para sua 4ª temporada. Mais detalhes sobre o novo ano da série animada serão divulgados no evento Star Wars Celebration em abril. A série é situada entre a primeira e a segunda trilogias do cinema, acompanhando a luta de rebeldes da nave Ghost contra as forças do Império. Criado por Dave Filoni (“Star Wars: The Clone Wars”), Simon Kinberg (“X-Men: Apocalipse”), e Carrie Beck (“Lego Star Wars: The Freemaker Adventures”), “Star Wars Rebels” é exibida no Brasil pelo canal pago Disney XD. As primeiras temporadas também estão disponíveis na Netflix.
Diretor de A Bela e a Fera considera exagerada a reação à referência gay da trama
Quando disse que “A Bela e a Fera” teria uma trama gay, o diretor Bill Condon não imaginava que o filme se tornaria alvo de reações conservadoras exacerbadas. Um dono de cinema do interior do Alabama proclamou que não iria exibir o filme, em nome de Deus e dos bons costumes. E até o Ministério da Cultura da Rússia revelou que pretende examinar a produção com cuidado para verificar se ela não faz “propaganda gay” para crianças. Por outro lado, várias pessoas e organizações ligadas aos direitos LGBTQ elogiaram a iniciativa, inédita nas produções cinematográficas infantis da Disney. O próprio ator Josh Gad, intérprete de LeFou, o tal personagem gay da trama, se disse honrado pelo feito histórico. Na entrevista à revista Attitude, em que fez a revelação, Condon adiantara: “LeFou é alguém que um dia quer ser Gastón e no outro quer beijar Gastón. Ele está confuso sobre seus desejos. É alguém que está descobrindo seus sentimentos. Josh fez algo bem sutil e delicioso e isso é o que faz valer no final, que eu não quero revelar. Mas é um momento bacana, exclusivamente gay num filme da Disney”. Mas agora o cineasta parece querer voltar atrás, tentando diminuir o impacto de ter anunciado o “primeiro personagem LGBTQ da Disney”, antes mesmo do grande público saber mais sobre a cena — que é breve e cômico. “Oh, Deus. Posso falar? Está tudo muito exagerado”, disse o cineasta ao site ScreenCrush. “Porque é só isso mesmo: um momento divertido do filme. Eu amo a maneira como as pessoas que não sabiam reagiram e viram a cena como uma bela surpresa”. Perguntado sobre como o público deveria reagir à cena, ele respondeu: “Não dando tanta importância à ela. Por que tem que ser tão importante?”. Mas já é tarde. As redes sociais naturalmente aumentaram a expectativa em cima da cena, que pode decepcionar quem esperar por bandeiras tremulando ao vento. Se não tivesse sido anunciada com estardalhaço, era capaz da cena não incomodar tanto os homofóbicos do interior do Alabama.
Fotos das gravações da série dos Inumanos revelam visual de Raio Negro e Dentinho
As gravações de “Inhumans”, a nova série da Marvel, começaram nesse fim de semana no Havaí. E os paparazzi já registraram as primeiras imagens dos bastidores da produção. Nas fotos, é possível conferir Anson Mount (série “Hell on Wheels”) como Raio Negro, num uniforme bem diferente do usado pelo personagem nos quadrinhos – sem capuz! – , além de um modelo em tamanho real de Dentinho (Lockjaw), o cão gigante capaz de se teleportar, que será animado por computador. Além deles, a atração trará Serinda Swan (série “Segredos do Paraíso/Graceland”) como Medusa, Iwan Rheon (série “Game of Thrones”) como Maximus, Ken Leung (série “Lost”) como Karnak, Isabelle Cornish (irmã mais nova de Abbie Cornish, de “Sucker Punch”) como Cristal, Eme Ikwuakor (série “Extant”) como Gorgon, Mike Moh (o Ryu da websérie baseada em “Street Fighter”) como Triton, Sonya Balmores (“Soul Surfer: Coragem de Viver”) como Auran e Ellen Woglom (série “Californication”) como uma personagem humana que não teve o nome revelado. A produção não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. O projeto é ambicioso. Os dois primeiros episódios estrearão em cinemas do circuito IMAX, no começo de setembro, com roteiro de Scott Buck (séries “Dexter” e “Punho de Ferro”) e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida.
Clipe coloca Ariana Grande e John Legend no castelo de A Bela e a Fera
A Disney divulgou o clipe da nova versão da música tema de “A Bela e a Fera”, que coloca os intérpretes Ariana Grande e John Legend no castelo da fábula encantada. Dirigido por Dave Meyers (responsável pelo clipe “Firework”, de Katy Perry, entre outros, além do remake de “A Morte Perde Carona”), o vídeo inicia com Ariana Grande com um vestidão vermelho, no balcão do castelo, e traz John Legend como um Príncipe ao piano, no meio do salão. A produção tem direito a uma coreografia própria, em que dançarinos entram em cena para se transformar em pétalas de rosas vermelhas. Mas até Emma Watson aparece, com seu vestido amarelo de Bela, para dançar com a Fera – criada digitalmente como no filme. A forma como o clipe integra os cantores à cena clássica do baile a dois é bastante criativa, reforçando o cuidado visual dispensado à cenografia e aos efeitos da produção. A trilha será lançada na sexta (10/3), e também inclui uma gravação inédita de Céline Dion, intérprete da versão original do tema “Beauty and the Beast” na animação de 1991. Sua nova música, “How Does A Moment Last Forever”, acompanha os créditos finais do filme. Já a estreia de “A Bela e a Fera” acontece na próxima semana, no dia 16 de março no Brasil.
Julia Roberts morria de overdose na versão original do roteiro de Uma Linda Mulher
A clássica comédia romântica “Uma Linda Mulher”, estrelada por Richard Gere e Julia Roberts em 1990, poderia ter sido um filme bem diferente, caso seu roteiro original tivesse sido filmado. Durante um encontro com a imprensa em Nova York, no fim de semana, o ex-presidente da Disney e atual CEO da DreamWorks Animation, Jeffrey Katzenberg, confirmou rumores de que o filme originalmente seria para maiores de idade. “Eu não posso te dizer quanto tempo foi gasto em debates sobre esse filme”, disse o executivo. “O roteiro de ‘Uma Linda Mulher’ era para maiores de 18, sobre uma prostituta na Hollywood Boulevard [famosa avenida de Los Angeles]”. O roteirista era J.F. Lawton, que depois escreveu “A Força em Alerta” (1992). E seu roteiro tinha, inclusive, outro título: “US$ 3.000”, uma referência ao valor pago por Robert (Richard Gere) pelo fim de semana com Vivian (Julia Roberts) na história. “A propósito, na versão original, que era bem sombria, eu acho que ela morria de overdose”, continuou Katzenberg, revelando este detalhe pela primeira vez. Já se sabia, pelas cenas deletadas incluídas nos extras do DVD do 15º aniversário da produção, que Vivian era viciada. Parte de seu acordo com Robert previa que ela passasse o fim de semana sem se drogar. “Então, convencer as pessoas de que deveríamos fazer o filme na Disney, e como um conto de fadas, quase um filme de princesa, foi difícil. Muitas pessoas tiveram dificuldade de ver isso. Mas, como dizem, o resto é história”, relembrou.
Rússia avalia banir A Bela e a Fera devido à “propaganda gay”
A Rússia está considerando vetar a exibição do novo filme da Disney, “A Bela e a Fera”, no país. Segundo a rede inglesa BBC, o próprio ministro russo da Cultura, Vladimir Medinsky, disse estar avaliando se a obra infringe a lei que proíbe qualquer “propaganda gay” a menores de idade. A avaliação será feita sob o embalo de manifestações como a do deputado russo Vitali Milonov, que afirmou no sábado (4/3) que o filme faz uma “desavergonhada propaganda do pecado”. A polêmica ecoa uma entrevista de Bill Condon, diretor do filme, na qual ele revelou que “A Bela e a Fera” mostrará “o primeiro momento gay” em um filme da Disney, apesar de alguns críticos já terem anunciado que a afetação do personagem LeFou, vivido pelo ator Josh Gad, está longe de ser escandalosa. O deputado Milonov pediu ao ministro da Cultura que organize uma projeção especial antes da estreia, a fim de “tomar medidas para vetar totalmente sua exibição, se forem encontrados elementos de propaganda homossexual”. O deputado é um dos principais entusiastas da lei russa contra a “propaganda gay”, assinada pelo presidente Vladimir Putin em 2013. Essa lei, que levantou muitas críticas na comunidade internacional, proíbe a distribuição de informações capazes de despertar o interesse de menores pelas “relações sexuais não-tradicionais”, e vem sendo utilizada como pretexto para banir qualquer manifestação em defesa dos gays no país, além de servir de justificativa para ataques homofóbicos. Curiosamente, os ex-comunistas encontram respaldo em suas preocupações num gerente de cinema do interior do Alabama, nos EUA, que também vetou a exibição de “A Bela e a Fera” em nome de Deus e dos bons costumes. “A Bela e a Fera” tem estreia marcada para 16 de março no Brasil.
Críticas de Kong: A Ilha da Caveira são mais entusiasmadas que as de A Bela e a Fera
Os críticos americanos gostaram de “A Bela e a Fera”, mas as declarações de amor só foram dedicadas para “Kong: A Ilha da Caveira”. Os dois candidatos a blockbuster vão chegar aos cinemas nos próximos dias e competirão ferozmente pelas bilheterias. “Kong: A Ilha da Caveira” chega antes, já nesta semana, e conquistou 83% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, enquanto “A Bela e a Fera”, que estreia uma semana depois, ficou com 74%. No Brasil, as datas são 9 e 16 de março, respectivamente. Os maiores elogios para “Kong” dizem respeito ao ritmo frenético, à qualidade dos efeitos visuais e ao roteiro redondo. O crítico da revista Variety ousou dizer que o filme é, de forma surpreendente, melhor – não, 10 vezes melhor! – que “Jurassic World”. Os dois filmes compartilham um roteirista, Derek Connolly. Em compensação, o crítico do Guardian chutou o balde e derramou ácido por todo o lado, ao considerar o filme tão trash que o lembrou de Ed Wood, o pior diretor de todos os tempos. Já “A Bela e a Fera” teve como destaque negativo os efeitos da Fera, que saltaram aos olhos desde as primeiras fotos, mas isso teria sido compensado com uma cenografia deslumbrante. Também houve quem reclamasse da falta de novidades, já que se trata de uma releitura que pouco acrescenta – além de atores reais – à animação clássica, sendo “instantaneamente esquecível”. Mas, por outro lado, houve eco para o espetáculo tecnicamente perfeito. Veja abaixo alguns dos principais comentários sobre os dois filmes. Kong: A Ilha da Caveira “A surpresa é que ‘Kong: A Ilha da Caveira’ não é apenas dez vezes melhor que Jurassic World, mas um espetáculo de criaturas gigantes excitante e muito bem elaborado” (Owen Gleiberman, Variety). “Esta volta altamente divertida de uma das criaturas gigantes mais longevas do cinema corre como um louco – o filme parece ter 90 minutos e não 2 horas – e consegue um equilíbrio ideal entre ação feroz, humor, reinvenção de gênero e, talvez de forma mais impressionante, uma desprendida consciência de sua própria modesta importância no esquema maior das coisas” (Todd McCarthy, The Hollywood Reporter). “Não se pode menosprezar a importância de John C. Reilly para o longa. No momento em que ele aparece, o filme parece imediatamente revigorado e energizado; sua mera presença acrescenta uma enorme quantidade de charme e humor” (Drew Taylor, The Playlist). “Nós não embarcamos na ‘Ilha da Caveira’ pelos personagens (sejam eles bem desenvolvidos ou não), nós vamos para ver o maldito macaco. E o diretor Jordan Vogt-Roberts e a empresa Industrial Light & Magic entregam um Kong de cair o queixo” (Chris Nashawaty, Entertainment Weekly). “Derivativo e um pouco bobo, mas consistentemente divertido: há personalidade e estilo de sobra neste blockbuster monstro” (Jordan Farley, Total Film). “Esta fantasticamente confusa e exasperantemente aborrecida tentativa de atualização da história de King Kong se parece com uma mistura de Jurassic Park, Apocalypse Now e alguns empréstimos visuais exóticos de Miss Saigon. Não chega perto do poder elementar do King Kong original ou do remake de Peter Jackson. É algo que Ed Wood Jr poderia ter feito com um trilhão de dólares caso tivesse o aval para fazer o que quisesse com esse dinheiro – mas sem a menor a diversão” (Peter Bradshaw, do The Guardian). A Bela e a Fera “Após os espectadores digerirem todo o esplendor visual, eles poderão perceber que toda a experiência foi um pouco sem graça e sem profundidade, e com um resultado tão efervescente quanto instantaneamente esquecível” (Leslie Felperin, The Hollywood Reporter). “O novo ‘A Bela e a Fera’ é um filme tocante, bastante ‘assistível’, mas nunca convence totalmente que era um filme que o mundo estava esperando” (Owen Gleiberman, Variety). “Com seus olhos lindos, seu sorriso encantador e seu conjunto de sardas na ponta do nariz, Emma Watson é uma perfeita heroína da Disney. Há uma inocência e inteligência nela que se encaixa perfeitamente com a personagem. E descobrimos que ela também sabe cantar” (Chris Nashawaty, Entertainment Weekly). “’A Bela e a Fera’ casa o espetáculo visual e o magnífico design com uma história melhor do que o longa original, lançando um feitiço sobre os antigos fãs e também os mais novos” (Brian Truitt, USA Today). “Uma deliciosa recriação live-action de uma fábula familiar. Você já viu isso antes, mas seu espírito e graça são irresistíveis” (Matt Maytum, Total Film). “Em última análise, ‘A Bela e a Fera’ se revela como uma recriação cínica feita aparentemente apenas para produzir um ano fiscal mais promissor para os acionistas da Disney. Este é um produto que é mais calculista do que inspirador” (Rodrigo Perez, The Playlist).
Marvel completa elenco dos Inumanos com irmã de Abbie Cornish no papel de Cristal
A Marvel anunciou os últimos nomes do elenco central da série “Inhumans”, baseada nos quadrinhos dos Inumanos, que fará sua estreia nas salas IMAX de todo o mundo em setembro, antes de ser exibida pela rede ABC nos EUA. Três dos cinco atores completam a família real de Atillan e dois são personagens secundários. A principal escalação pertence à jovem australiana Isabelle Cornish (irmã mais nova de Abbie Cornish, de “Sucker Punch”), que ficou com o papel da princesa Cristal, uma das personagens mais importantes dos quadrinhos dos Inumanos, que foi namorada do Tocha Humana e se casou com Mercúrio, com quem teve uma filha chamada Luna. Ela é a única personagem de toda a Marvel que já integrou os Inumanos, o Quarteto Fantástico e os Vingadores em diferentes períodos, além de ter, de quebra, ligações com os X-Men. Eme Ikwuakor (série “Extant”) ficou com o papel de Gorgon, líder das forças armadas de Attilan. Com pernas super fortes, ele é capaz de gerar ondas sísmicas destrutivas com uma única pisada. Extremo oposto de seu primo Karnak, Gorgon prefere lutar a dialogar para resolver problemas. Mike Moh (o Ryu da websérie baseada em “Street Fighter”) viverá Triton, o herói anfíbio, capaz de respirar debaixo d’água, que já enfrentou Namor diversas vezes nas publicações da Marvel. Sonya Balmores (“Soul Surfer: Coragem de Viver”) será Auran, chefe dos Guardas Reais em Attilan, que possui grande capacidade auditiva, que não impediu seu destino trágico nos quadrinhos. Por fim, Ellen Woglom (série “Californication”) viverá uma humana que não teve o nome revelado. A personagem é uma funcionária workholic de uma empresa aeroespacial privada. Os cinco se juntam aos anteriormente anunciados Anson Mount (série “Hell on Wheels”), que viverá Raio Negro, Serinda Swan (série “Segredos do Paraíso/Graceland”) como Medusa, Iwan Rheon (série “Game of Thrones”), intérprete de Maximus, e Ken Leung (série “Lost”), como Karnak. A Marvel Television confirmou ainda que a série contará com Dentinho, o cão gigante com poderes de teletransporte, responsável por colocar Cristal em apuros nas primeiras aparições dos Inumanos nas revistas do Quarteto Fantástico. Intitulada em inglês “Inhumans”, a produção não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. O projeto é ambicioso. Os dois primeiros episódios estrearão em cinemas do circuito IMAX, no dia 14 de setembro, com roteiro de Scott Buck (séries “Dexter” e “Punho de Ferro”) e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida.












