O Retorno de Mary Poppins ganha primeira foto oficial
A Disney divulgou a primeira foto da volta de Mary Poppins ao cinema. A imagem registra Emily Blunt (“A Garota no Trem”) na pele da babá mágica, diante da residência dos Banks numa roupa de época, mais colorida que a original, criada pela vencedora de três Oscars Sandy Powell (“Cinderela”). “O Retorno de Mary Poppins” acontece em Londres, durante os anos 1930, e encontra Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), as crianças de quem ela foi babá há muitos anos, já adultos. Michael mora com seus três filhos e sua governanta (Julie Walters) e, depois de uma tragédia pessoal, ele vê a mágica Mary Poppins retornar para ajudar a família Banks. Só que, dessa vez, ela vem acompanhada de um amigo muito especial, Jack (Lin-Manuel Miranda), responsável por acender as luzes da cidade. Juntos, eles ajudam a família a recuperar a alegria que tinham antes. A trama terá ainda Meryl Streep no papel de Topsy, a excêntrica prima de Mary Poppins, além de Colin Firth e até Dick Van Dyke, intérprete do simpático limpador de chaminés Bert no filme de 1964, numa aparição especial. Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”), o longa chegará aos cinemas apenas no Natal de 2018.
Continuação de Tron volta à tona com Jared Leto num dos papéis principais
A Disney resolveu tirar o pó do roteiro do terceiro filme de “Tron”. Segundo o site The Hollywood Reporter, o estúdio está negociando relançar a franquia com Jared Leto (o Coringa de “Esquadrão Suicida”) num dos papéis principais. Leto viveria Ares, um personagem inédito na franquia, mas que figurava com destaque no roteiro não filmado do terceiro longa. A continuação chegou a entrar no cronograma de produções da Disney em 2015, antes do fracasso de “Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada É Impossível” (2015) mudar os planos do estúdio. Quando veio à tona que o filme tinha sido abortado, fãs chegaram a criar uma petição online para a Disney voltar atrás. Recentemente, o estúdio começou a dar sinais de mudança, ao relançar “Tron: O Legado” (2010) em IMAX no mês passado nos EUA e retomar a página do Facebook da franquia. Assim como “Tron: O Legado”, a continuação seria dirigida por Joseph Kosinski e estrelada por Garrett Hedlund e Olivia Wilde. Em 2011, o diretor afirmou que continuaria a história de “O Legado” acompanhando Quorra (Olivia Wilde) no mundo real. Mas a Disney pode optar por um reboot. Oficialmente, a continuação não tem diretor, roteirista, nem elenco confirmados. Apenas Leto, que também vai produzir o filme junto com Justin Springer, produtor de “Tron: O Legado” e de “Oblivion”, dois filmes dirigidos por Kosinski. E o fato de Springer está à bordo pode ser um bom sinal para quem torce por uma continuação direta da história. O primeiro filme da franquia foi realizado em 1982 e foi um fracasso de bilheteria. Entretanto, sua tecnologia inovadora, responsável por disseminar o uso da computação gráfica no cinema, tornou-o muito cultuado, rendendo-lhe uma longa vida em vídeo e reprises televisivas. Atenta ao culto, a Disney lançou a sequência em 2010, que, ironicamente, também não estourou em faturamento, mas não chegou a comprometer, rendendo US$ 400 milhões em todo o mundo. Para completar, repetindo a trajetória do original, “Tron: O Legado” também virou cult. Caso o projeto saia do papel, será a segunda continuação de uma sci-fi cultuada dos anos 1980 que envolve Jared Leto. O ator está atualmente filmando a sequência de “Blade Runner” (1982), que estreia em outubro.
Cinema do interior dos EUA não exibirá A Bela e a Fera em protesto contra personagem gay
Silas Malafaia não é único fundamentalista em guerra contra a “agenda gay” da Disney. O dono de um cinema “drive-in” do Alabama, considerado um dos Estados mais conservadores dos Estados Unidos, decidiu banir o filme “A Bela e a Fera” por não querer expor seus clientes a um novo personagem gay nas telas. O caso foi revelado pelo site da revista Variety. A versão com atores de “A Bela e a Fera”, que estreia em duas semanas,
Diretor de Spotlight vai escrever filme com atores do Ursinho Pooh para a Disney
Tom McCarthy (diretor e roteirista de “Spotlight”, filme vencedor do Oscar 2016) vai rescrever o roteiro de “Christopher Robin”, novo longa de fantasia da Disney. Trata-se de versão com atores do “Ursinho Pooh”, que vai se centrar no único personagem humano da fábula infantil, o menino Christopher Robin. McCarthy vai substituir Alex Ross Perry (“A Rainha do Mundo”), contratado em novembro para fazer o roteiro do filme. Porém, o resultado não agradou totalmente a Disney e o estúdio busca uma nova abordagem. O projeto inicial previa mostrar o retorno do rapaz, já adulto, ao Bosque dos 100 Acres, onde vivem Pooh, Tigrão, Leitão e cia., para rever seus amigos. Na trama, Robin teria virado um homem de negócios que prioriza o trabalho à sua esposa e filha, e a última coisa que precisa é voltar a ver Pooh. Mas o ursinho precisa de sua ajuda para encontrar seus amigos novamente. Robin terá que achar uma maneira de ajudar ao velho amigo sem perder tudo o que conquistou como adulto. A sinopse é muito parecida com “Hook” (1991), com Christopher Robin no lugar do Peter Pan adulto, vivido por Robin Williams. A direção vai ficar sob o comando de Marc Forster (“Guerra Mundial Z”), que, por sinal, fez um ótimo filme sobre a origem da história de Peter Pan, “Em Busca da Terra do Nunca” (2004). Por coincidência, já há um filme sobre a origem do Ursinho Pooh prestes a chegar aos cinemas, contando a história do verdadeiro Christopher Robin, filho do escritor A.A. Milne. Ainda sem título, o filme já teve fotos divulgadas, é dirigido por Simon Curtis (“A Dama Dourada”) e estrelado por Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) e Domhnall Gleeson (“Star Wars: O Despertar da Força”). A data de estreia ainda não foi definida.
Silas Malafaia pede boicote à Disney por beijo gay em animação
O pastor Silas Malafaia gravou um vídeo divertido, pedindo um boicote à Disney, motivado pelo primeiro beijo gay exibido em uma animação do estúdio. A cena foi ao ar num episódio do desenho “Star vs. As Forças do Mal”, do Disney Channel. Nela, vários casais se beijam durante um show – entre eles gays, héteros e idosos. “A safadeza da Disney em querer erotizar e ensinar homossexualismo a crianças chegou em seus desenhos. Vamos dizer não para esses devassos”, escreveu ele no Twitter, abrindo uma série de publicações sobre o assunto. “A Disney fez a escolha de ensinar homossexualismo para as crianças. A declaração universal de direitos humanos diz que esse ensino é dos pais”, continuou, usando um termo pejorativo para designar a homossexualidade. “Vamos fazer uma grande campanha para os pais não comprarem nenhum produto da Disney. Essa é a resposta para esses que querem destruir a família. Não existe coisa mais covarde e asquerosa do que atingir crianças indefesas”. O vídeo que defende a disseminação da homofobia na infância destaca que a Disney “resolveu comprar a agenda gay”, novamente chamando o estúdio infantil de “asqueroso, nojento e covarde”. “Peço que todos os pais deixem de comprar produtos da Disney. Tem que doer no bolso dessa cambada”. O nível só caiu daí em diante. Ao responder um artigo sobre o assunto, do colunista Anselmo Goes do jornal O Globo, o pastor chamou o jornalista de “marica”, seguido por um kkk, demonstrando toda a sua seriedade e educação. E, em tom de pregação, tratou de disseminar o ódio. “Gays, esquerdopatas, devassos, imorais e anarquistas. É uma honra ter essa gente contra”. De todo modo, a histeria homofóbica já virou piada. Em vez de respostas favoráveis ou protestos contra a intolerância, a maioria dos comentários sobre os tuítes do pastor foram debochados. “Imagino agora, nesse momento, o pessoal da Disney numa sala, apavorados e discutindo sobre o tal Silas que quer boicote”, ironizou um internauta. “Não acredito que Malafaia causou a falência da Disney”, brincou outro. No ano passado, a Disney tomou uma posição bastante clara e firme contra a homofobia de políticos e religiosos, ao ameaçar tirar seus negócios do estado da Geórgia, quando uma lei de caráter preconceituoso foi aprovada pelo legislativo estadual. Graças à pressão econômica do maior estúdio de Hollywood, o governador da Geórgia não promulgou a lei. Para completar, é preciso avisar para o pastor sobre “A Bela e a Fera”, versão com atores do clássico animado de 1991. Já exibido para a imprensa, o final do filme deve merecer outro vídeo de “alerta às famílias e aos pais”.
Trailer do novo Piratas do Caribe anuncia o filme como “a última aventura” da franquia
Um detalhe do trailer de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” surpreendeu os fãs de Jack Sparrow. E não foi a versão jovem do personagem de Johnny Depp nem os tubarões voadores. Foi um aviso escrito na tela, que chegou sem maiores explicações, afirmando que o filme será “a última aventura”. Ou seja, a Disney nem vai esperar pelo resultado da bilheteria para decretar o fim da franquia, que já foi seu carro-chefe no começo do século. O longa anterior, “Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas” (2011), foi o que rendeu a menor bilheteria doméstica dentre as produções do Capitão Jack, mas mesmo assim fez mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. O problema é que as produções que o ator estrelou depois disso fracassaram clamorosamente. E, para complicar, a mais recente, “Alice Através do Espelho” (2016), contabilizou prejuízo para a própria Disney. Mas o desgaste de Depp pode ser maior que a perda de seu “star power” – o ator foi eleito o menos rentável de Hollywood pelos dois últimos anos. A divulgação de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” começou sem mostrar o ator, dando destaque para o vilão vivido por Javier Bardem e os demais coadjuvante. O estúdio pareceu diminuir propositalmente a importância do astro para a produção, num período que coincidiu com seu divórcio tumultuado, que rendeu acusações de violência doméstica por parte de sua ex-esposa, Amber Heard. Para completar, após o fracasso de “O Cavaleiro Solitário” (2013), também estrelado por Depp, a Disney anunciou o fim de seu contrato de exclusividade com o produtor Jerry Bruckheimer, que, sim, também é produtor de “Piratas do Caribe”.
Novo vídeo insiste que Emma Watson vive uma princesa feminista em A Bela e a Fera
A Disney divulgou um novo vídeo de “A Bela e a Fera”, dedicado à personagem da Bela. Ainda sem legendas, traz entrevistas de sua intérprete, Emma Watson (franquia “Harry Potter”), do diretor Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e do elenco sobre como a Bela deste filme é diferente da animação. Trata-se, em suma, de uma Bela feminista, na medida em que isso é possível num filme de princesa da Disney – que estreia já em 16 de março no Brasil.
Novo trailer de Piratas do Caribe com o jovem Jack Sparrow ganha versão legendada
A Disney divulgou o pôster nacional e a versão legendada do trailer de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, quinto filme da franquia estrelada por Johnny Depp. A prévia abre com um flashback que rejuvenesce Jack Sparrow, o personagem de Depp, e explica o motivo do título nacional, apresentando a origem do ódio de Salazar (Javier Bardem, de “007 – Operação Skyfall”). Entre as novidades, também demonstra que os novos coadjuvantes, vividos por Brenton Thwaites (“Deuses do Egito”) e Kaya Scodelario (“Maze Runner: Correr ou Morrer”), são basicamente versões dos personagens de Orlando Bloom e Keira Knightley na trilogia original. E, de quebra, ainda mostra tubarões fantasmas! A aventura traz Jack Sparrow novamente às voltas com maldições e piratas fantasmas, desta vez liderados por Salazar, um velho inimigo, que escapa do Triângulo do Diabo determinado a acertar contas. O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”), a direção é dos cineastas noruegueses Joachim Rønning e Espen Sandberg (ambos de “Expedição Kon Tiki”) e um detalhe curioso é que o título do filme em inglês não tem Salazar nenhum. É “Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales” (Piratas do Caribe: Os Mortos Não Contam Histórias). A estreia está marcada para 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Ator de Lost viverá Karnak na série dos Inumanos
O ator Ken Leung, que viveu Miles na série “Lost” e atualmente estava em “Plantão Noturno/Night Shift”, foi escalado para viver Karnak, um importante personagem da série baseada nos quadrinhos dos Inumanos, desenvolvida em parceria entre a Marvel, a rede ABC e a rede de cinemas Imax. O papel será o segundo projeto da Marvel da carreira de Leung, que teve uma pequena participação em “X-Men: O Confronto Final” (2006). Karnak é o primo de Raio Negro e seu conselheiro mais próximo, graças à sua capacidade de enxergar falhas em todas as coisas – pessoas, planos, estruturas, etc. Ele é o estrategista da família real. O ator vai se juntar a Anson Mount (série “Hell on Wheels”), que viverá Raio Negro, Serinda Swan (série “Segredos do Paraíso/Graceland”) como Medusa e Iwan Rheon (série “Game of Thrones”), que terá o papel de Maximus. Intitulada em inglês “Inhumans”, a série não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. O projeto é ambicioso. Os dois primeiros episódios estrearão em cinemas do circuito IMAX, no dia 14 de setembro, com roteiro de Scott Buck e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida.
Novo trailer de Piratas do Caribe explica o título, revelando motivo da Vingança de Salazar
A Disney divulgou um novo trailer de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, quinto filme da franquia estrelada por Johnny Depp. Ainda sem legendas, a prévia abre com um flashback que rejuvenesce Jack Sparrow, o personagem de Depp, e explica o motivo do título nacional, apresentando a origem do ódio de Salazar (Javier Bardem, de “007 – Operação Skyfall”) e… tubarões fantasmas! Entre as novidades, também demonstra que os novos coadjuvantes, vividos por Brenton Thwaites (“Deuses do Egito”) e Kaya Scodelario (“Maze Runner: Correr ou Morrer”), são basicamente versões dos personagens de Orlando Bloom e Keira Knightley na trilogia original. A aventura traz Jack Sparrow novamente às voltas com maldições e piratas fantasmas, desta vez liderados por Salazar, um velho inimigo, que escapa do Triângulo do Diabo determinado a acertar contas. O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”), a direção é dos cineastas noruegueses Joachim Rønning e Espen Sandberg (ambos de “Expedição Kon Tiki”) e um detalhe curioso é que o título do filme em inglês não tem Salazar nenhum. É “Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales” (Piratas do Caribe: Os Mortos Não Contam Histórias). A estreia está marcada para 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Quinto Piratas do Caribe ganha novo pôster com os personagens principais
A Disney divulgou um novo pôster do filme “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, que junta o Capitão Jack Sparrow, personagem de Johnny Depp, com seus novos aliados e inimigos. A arte, como tem sido comum em produções do estúdio com muitos personagens (veja-se, por exemplo, os Vingadores), não respeita convenções de perspectiva, transformando em anões quem está no primeiro plano e em gigantes os que dominam o fundo da cena. O quinto filme da franquia traz o personagem de Depp novamente às voltas com maldições e piratas fantasmas, desta vez liderados por Salazar (Javier Bardem, de “007 – Operação Skyfall”), um velho inimigo que escapou do Triângulo do Diabo determinado a acertar contas. Além de Bardem, as novidades do elenco incluem Brenton Thwaites (“Deuses do Egito”), que, dizem os rumores, vive o filho de Will Turner, Kaya Scodelario (“Maze Runner: Correr ou Morrer”), David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”), Golshifteh Farahani (“Êxodo: Deuses e Reis”) e Paul McCartney (ele mesmo). O elenco ainda contará com os veteranos da franquia Geoffrey Rush, Kevin McNally, Stephen Graham e o próprio Orlando Bloom. O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”), a direção é dos cineastas noruegueses Joachim Rønning e Espen Sandberg (ambos de “Expedição Kon Tiki”) e um detalhe curioso é que o título do filme em inglês não tem Salazar nenhum. É “Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales” (Piratas do Caribe: Os Mortos Não Contam Histórias). A estreia está marcada para 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Atriz de Graceland vai viver Medusa na série dos Inumanos
A atriz Serinda Swan (série “Segredos do Paraíso/Graceland”) foi a escolhida para interpretar a heroína Medusa, mulher de Raio Negro e rainha dos Inumanos na série “Inhumans”, desenvolvida em parceria entre a Marvel, a rede ABC e a rede de cinemas Imax. Swan é a terceira escalação oficial do elenco. Ela se junta a Anson Mount (série “Hell on Wheels”), que viverá Raio Negro, e Iwan Rheon (série “Game of Thrones”), que terá o papel de Maximus, irmão do Raio Negro. Medusa tem o poder de controlar seus longos cabelos como se fossem membros de seu corpo. É uma espécie de Rapunzel que usa os cabelos como outros pares de mãos. “Serinda Swan traz uma elegância real, bem como uma sensação de grande força interior e determinação feroz para o papel da Medusa. Eu não poderia estar mais feliz de tê-la como nossa Rainha de Attilan”, comentou em comunicado o showrunner Scott Buck (que também desenvolveu a vindoura série do herói “Punho de Ferro” para a Netflix). Anteriormente, a atriz Elysia Rotaru, que interpretou Taiana na 4ª temporada de “Arrow”, publicou em sua conta no Twitter uma mensagem com links para a produção, o diretor e o canal da série, dando a entender que estaria envolvida com a produção. Rumores trataram de espalhar que ela viveria, justamente, Medusa. Mas seu nome não foi citado pelos produtores. Intitulada em inglês “Inhumans”, a série não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. O projeto é ambicioso. Os dois primeiros episódios estrearão em cinemas do circuito IMAX, no dia 14 de setembro, com roteiro de Scott Buck e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida.
A Bela e a Fera mostrará primeiro personagem gay a sair do armário num filme da Disney
Depois do primeiro beijo gay num desenho animado do Disney Channel, a Disney vai apresentar seu primeiro personagem gay no cinema. A novidade vai acontecer na versão com atores de “A Bela e a Fera”. Em entrevista à Attitude, voltada à comunidade LGBTQ, o diretor Bill Condon afirmou que o filme vai tirar LeFou (Josh Gad) do armário. A trama abordará a homossexualidade do capanga do vilão Gaston (Luke Evans). Segundo Condon, “Le Fou é alguém que em um dia quer ser Gaston e no outro quer beijar Gaston”. “Ele está confuso sobre o que quer”, continua o diretor. “É alguém que está começando a descobrir que tem esses sentimentos. E Josh faz algo realmente sutil e delicioso, que rende uma recompensa no final, que eu não vou contar. Mas é um momento singelo e exclusivamente gay em um filme da Disney”, confirma. Estrelado por Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Legion”) como Fera, o filme estreia no Brasil no dia 16 de março.










