Versão com atores de Mulan não será um musical como A Bela e a Fera
Ao contrário de “A Bela e a Fera”, a versão com atores de “Mulan” não deve ter sequências musicais. Foi a própria diretora, Niki Caro, quem deu a notícia. “Pelo que entendo, não temos canções até agora, para horror dos meus filhos”, comentou, em entrevista ao site Moviefone. Caro também compartilhou sua visão para o filme. “É um grande épico feminino das artes marciais” disse. “Será extremamente muscular, emocionante, divertido e comovente.” A cineasta neozelandesa, que chamou atenção em 2002 à frente de uma história com tom de fábula e heroína adolescente, “Encantadora de Baleias”, será a primeira mulher a dirigir uma versão “live action” do estúdio, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) terem sido comandadas por homens. A fábula de “Mulan” conta a história de uma guerreira chinesa que resolve se fingir de homem para ir à guerra no lugar do pai, um senhor de idade doente que provavelmente morreria em batalha, mas que precisa ir por ser o único homem da família. A versão animada dos anos 1990 chamou muita atenção por seu pioneirismo, a mostrar a primeira Princesa da Disney realmente independente, que dispensava ajuda do Príncipe Encantado para vencer seus desafios. Niki Caro finalizou recentemente a série infantil “Anne”, que estreia neste domingo (19/3) na TV canadense, e o filme “O Zoológico de Varsóvia”, que chega aos cinemas americanos em 31 de março. Sua relação com a Disney vem desde o drama esportivo “McFarland dos EUA”, que fez sucesso no mercado doméstico em 2015. Vale lembrar que, além da versão da Disney, a Sony também prepara uma adaptação de “Mulan”. Esta produção será dirigida por Alex Graves, que já comandou seis episódios de “Game of Thrones”.
Disney confirma negociações com Guy Ritchie para dirigir versão com atores de Aladdin
O presidente de produção da Disney, Sean Bailey, confirmou que a Disney está mesmo negociando com o diretor inglês Guy Ritchie (“Sherlock Holmes”, “O Agente da UNCLE”) para a versão com atores de “Aladdin”. Em entrevista ao site Vulture, Bailey comentou que o diretor havia se interessado em fazer algo com a Disney e várias conversas se seguiram. “Conversamos sobre ‘Aladdin’ e ele disse que os filmes dele realmente são sobre malandros de rua, é isso que ele sabe fazer. E ‘Aladdin’ é um clássico malandro de rua que faz o bem’. Guy tem sua própria versão dessa história, mas ele quer honrar e respeitar a Disney acima de tudo”, disse o executivo. Segundo Bailey, a ideia é descobrir como seria um musical “altamente energético” de “Aladdin” sob o comando de Ritchie. Recentemente, a empresa contratada pela Disney para a seleção de casting divulgou que as filmagens começariam em julho no Reino Unido, utilizando apenas atores com características físicas do Oriente Médio. O roteiro é de John August, que escreveu cinco filmes de Tim Burton, entre eles “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (2005) e “Sombras da Noite” (2012), mas ainda não há previsão de estreia.
O Rei Leão deve ser próximo clássico da Disney a ganhar versão “com atores”
Depois do sucesso retumbante de “A Bela e a Fera”, o próximo filme da Disney a reciclar o catálogo de desenhos clássicos do estúdio deverá ser a versão com atores de “O Rei Leão”. O site My Entertainment World, que divulga as datas de produção de filmes e séries, registra o início das filmagens para maio, em Los Angeles. Dois protagonistas já estão escalados. Donald Glover (série “Atlanta”) será o responsável por viver Simba no longa, enquanto James Earl Jones fará a voz de Mufasa, repetindo o papel que já tinha interpretado na animação original de 1994. A direção está a cargo de Jon Favreau, responsável pela nova versão de “Mogli, O Menino Lobo”, um dos principais sucessos das reciclagens da Disney. Um dos maiores sucessos da Disney, antes do estúdio aderir à animação digital, “O Rei Leão” venceu dois Oscars e arrecadou US$ 968 milhões nas bilheterias mundiais. A nova versão deve estrear em 2018.
Marca americana de biquinis lança coleção inspirada nas princesas da Disney
Uma marca de biquíni dos EUA, batizada de Enchanted Bikini, lançou uma coleção de trajes de banho inspirados nas princesas das animações da Disney. Os modelos lembram as roupas de Aurora, Ariel, Cinderela, Branca de Neve, Rapunzel, Pocahontas e Jasmine. No perfil do Instagram da Enchanted, eles mostram todos biquínis que são vendidos. Em média, o preço da parte de cima do biquíni custa 45 dólares e a de baixo 35 dólares. Além dos biquínis, a marca ainda produziu acessórios da Pequena Sereia, como uma saia que lembra um cauda de sereia e uma bolsa de concha. Detalhe: o nome da Disney (direitos autorais) não aparece em nenhum lugar.
A Bela e a Fera representa o auge do “fan service” e da exploração da nostalgia em Hollywood
Sua reação ao assistir à adaptação live action de “A Bela e a Fera” vai depender do quanto você é fã do original. Quem ama o desenho de 1991, sabe cantar as músicas e chora em diversos momentos, incluindo a famosa cena da dança, vai sair do cinema achando que o filme foi feito sob encomenda. Mas quem nunca viu ou não gosta do clássico deve passar longe. É preciso entender – com seus prós e contras – que “A Bela e a Fera” representa o auge da fan service e da exploração da nostalgia em Hollywood. Sabendo disso, a Disney compreensivelmente optou por realizar quase uma filmagem literal do desenho com atores. Afinal, trata-se da única animação indicada ao Oscar de Melhor Filme quando essa categoria tinha somente cinco vagas. E ela mora nos corações de qualquer um que tem algo batendo no peito. Então, quem for ao cinema já vai para gostar do filme. Sem dúvida, é um prazer ver “A Bela e a Fera” de novo. Verdade que o filme traz algumas cenas inéditas, mas elas não acrescentam muito à magia. Por outro lado, também não atrapalham. É preciso considerar que a animação tinha cerca de 1h20 de duração e não dá para entregar um filme tão curto hoje em dia. Imagine também que a Disney poderia inventar mais alguma cena de dança entre a Bela e a Fera ou preencher tudo com músicas que soariam gratuitas, porém agradariam aos fanáticos. Mas não, isso não acontece. De resto, “A Bela e a Fera” reproduz quase que frame by frame toda obra original, como Zack Snyder fez com “300” (2006) e “Watchmen” (2009), os melhores filmes de um diretor fraco. Do mesmo modo, o diretor Bill Condon, que enganou todo mundo quando filmou o ótimo “Deuses e Monstros” (1998) e seguiu carreira rumo à mediocridade com dois filmes da saga “Crepúsculo”, tenta fazer apenas uma imitação. Sob total controle da Disney, Condon arrisca muito pouco, como na tímida insinuação gay de um personagem coadjuvante, e não se encarrega de atualizar detalhes que mereciam atenção maior. Pode-se argumentar que a trama é de filme de época, com seus valores antiquados e cheirando a mofo, porém alguns conceitos, que já incomodavam em 1991, envelheceram muito no século 21. Como uma Bela que se esforça para ser relevante, mas permanece 100% submetida ao universo masculino – a seu pai (Kevin Kline), ao vilão Gaston (Luke Evans) e à Fera (Dan Stevens). Por mais que Emma Watson tenha reiterado que trouxe uma visão feminista ao papel, a própria Disney foi mais empoderadora com “Valente”, “Frozen”, “Zootopia” e “Moana”. Também é estranho ver todos os atores, com exceção do casal principal, atuando como se estivessem em um desenho animado – e isso pode ser colocado na conta da direção, afinal são atores competentes. Sem falar nos efeitos visuais um tanto artificiais, como numa animação mesmo, porque o trabalho do elenco por trás de personagens digitais se restringe à dublagem. Se deu certo na animação, não quer dizer que o resultado será o mesmo em um filme de verdade. É um contraste gritante com o milagre que foi “Mogli”, adaptação da própria Disney para uma de suas animações, onde animais falantes e cantores eram realistas e perfeitamente plausíveis dentro da narrativa. A diferença é que Jon Favreau, diretor de “Mogli” (e da futura adaptação live action de “O Rei Leão”) conhece o caminho das pedras e está anos-luz à frente de Bill Condon. Favreau jamais deixa o CGI dominar seu filme – ironicamente, quase todo criado em computador – e o usa como ferramenta para se concentrar no principal, a história. Já na versão animada com atores de “A Bela e a Fera” salva-se, pelo menos, a própria Fera graças ao trabalho de Dan Stevens por trás dos pixels. Nem perto de ser um Andy Serkis, responsável pelo Gollum de “O Senhor dos Anéis” e o Cesar, de “Planeta dos Macacos”, ao menos aproxima-se de Sam Worthington e Zoe Saldana, que convenceram em “Avatar”. Como não dava para brigar em pé de igualdade com o encanto gerado pela versão clássica, esse “A Bela e a Fera” precisava, no mínimo, impressionar em outros quesitos. Emma Watson, por exemplo, não tem aquele brilho nos olhos que o papel exige nem fará qualquer espectador se apaixonar pela personagem. E é quase impossível não pensar em Hermione de vez em quando, o que pode gerar mais desconexões da plateia. Mas o fã de carteirinha nem vai ligar, porque vai chorar, cantar e assistir do início ao fim com um sorriso largo no rosto, como se estivesse reencontrando um velho conhecido muito querido. Alegria garantida, mas fortuita, já que o conhecido não tem nada de novo para contar desde o último encontro.
Nova animação da Pixar ganha seu primeiro trailer legendado
A nova animação da Pixar, que se chama apenas “Coco” nos EUA e virou “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil, ganhou seu primeiro trailer legendado. A prévia revela diversas similaridades com outra animação recente, “Festa no Céu” (2016), ao acompanhar um menino e seu cachorro numa jornada pelo plano espiritual. Fã de um cantor famoso e falecido, que pode ser o pai que ele não conhece, a criança vai atrás de respostas. E ao segurar o violão de seu ídolo, acaba sendo “puxada” para a Terra dos Mortos. O elenco de vozes originais inclui Gael García Bernal (“Neruda”), Benjamin Bratt (“Doutor Estranho”) e Renee Victor (série “Weeds”), mas o protagonista é dublado por um estreante, Anthony González, escolhido entre várias crianças que fizeram testes para o papel. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também vai estrear como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). A previsão de estreia é para 4 de janeiro no Brasil, quase dois meses depois da estreia nos EUA.
Disney cancela estreia de A Bela e a Fera na Malásia, após censura a “momento gay” do filme
A Disney decidiu adiar a estreia de “A Bela e a Fera” na Malásia, após as autoridades do país de maioria muçulmana censurarem “um momento gay” do filme. O presidente do Conselho de Censura da Malásia, Abdul Halim Abdul Hamid, declarou ao jornal The Star que o filme havia sido “autorizado […] com uma pequena censura”. Segundo ele, a sequência cortada é um “momento gay” no filme, que mesmo com o corte não foi liberado com censura livre, e sim para maiores de 13 anos, devido a outras cenas que “podem ser inadequadas”. A censura acontece uma semana depois da Rússia declarar o filme impróprio para menores de 16 anos, por pressão de um deputado ultraconservador pelo mesmo “momento gay”. O alvo é o personagem Lefou, interpretado por Josh Gad como o primeiro personagem gay da Disney a sair do armário – tardiamente, por sinal, já que a franquia “Shrek” tinha até uma princesa transexual. Mas assim que a censura foi confirmada, a Disney deixou sua clara sua posição, cancelando a exibição do filme no país. Os pôsteres dos cinemas de Kuala Lumpur indicam que a exibição do filme foi “adiada até novo aviso”. “A Bela e a Fera” também foi criticada em Cingapura, país vizinho da Malásia, onde o clero cristão acusou o estúdio de se desviar dos “valores saudáveis e dominantes”. “Aconselhamos os pais a conversar com seus filhos sobre esta nova versão de ‘A Bela e a Fera'”, declarou o bispo Rennis Ponniah, presidente do Conselho Nacional das Igrejas de Singapura. A homossexualidade é ilegal na Malásia e Cingapura, e pode resultar em prisão em ambos os países.
Comerciais da nova versão de DuckTales destacam o Pato Donald
A nova versão de “DuckTales – Os Caçadores de Aventuras”, a clássica série animada da Disney, ganhou duas prévias que destacam a participação do Pato Donald. E o tio de Zezinho, Huguinho e Luisinho não deve ter sido escolhido por acaso, já que seu protagonismo assinala uma grande diferença em relação à produção original, na qual Donald teve apenas aparições esporádicas – surgiu em 8 capítulos de um total de 98. Isto não é uma má notícia. Ao contrário, pois a série é inspirada nas aventuras quacksicas de Carl Barks, o criador de Patópolis (ou seja, da maioria dos patos da Disney), e em seus quadrinhos a presença de Donald sempre foi garantia das melhores piadas e situações de maior perigo. Em outras palavras, a nova versão é mais fiel aos gibis. Vale lembrar que os quadrinhos de Carl Barks, publicados entre os anos 1940 e 1960, são considerados verdadeiras obras de arte e influenciaram a cultura pop de forma irreversível. Para quem não sabe, a sequência da pedra rolante de “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981) foi inspirada numa história do Tio Patinhas criada por Barks. O responsável pela voz original de Donald é Tony Anselmo, que dubla o personagem desde o “DuckTales” original, há 30 anos, sucedendo o grande Clarence Nash (1904–1985), que foi a primeira voz do pato mais famoso da história da animação. O resto do elenco foi todo refeito. Ninguém menos que David Tennant, ex-protagonista da série “Doctor Who” e vilão superpoderoso de “Jessica Jones”, dubla o Tio Patinhas. Já o trio de sobrinhos terá as vozes de Danny Pudi (série “Community”), Ben Schwartz (série “House of Lies”) e Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”). O elenco fixo inclui ainda Beck Bennett (também de “Saturday Night Live”) como Capitão Boing, Toks Olagundoye (série “Castle”) como Madame Patilda e Kate Micucci (série “Raising Hope”) como a pequena Patrícia. A atração ainda deve trazer outros personagens conhecidos do público, como a Margarida, o Professor Pardal, Mac Mônei, Maga Patalójika e os Irmãos Metralha, entre outros. O reboot de “DuckTales” vai passar no canal pago americano Disney XD, mas ainda não tem previsão de estreia.
Ava DuVernay divulga 24 fotos para comemorar final das filmagens de Uma Dobra no Tempo
A diretora Ava DuVernay, do elogiado “Selma” (2014), anunciou em sua conta no Twitter o fim das filmagens de “Uma Dobra no Tempo” (A Wrinkle in Time), sua primeira fábula da Disney. E para comemorar ela divulgou 24 fotos dos bastidores da produção, que podem ser conferidas abaixo. A adaptação do livro de Madeleine L´Engle, publicado em 1963, segue a adolescente Meg Murry numa aventura que é meio fábula e meio ficção científica, em busca de seu pai cientista (Chris Pine, de “Star Trek”), que desapareceu enquanto fazia experiências secretas. Ela, seu irmão caçula Charles e o melhor amigo Calvin visitam dimensões alternativas e encontram diversas criaturas, enquanto procuram o cientista desaparecido. Com esta produção, DuVernay se tornou a primeira mulher afrodescendente a dirigir um filme com orçamento maior que US$ 100 milhões nos EUA. Antes dela, apenas duas mulheres dirigiram filmes orçados em mais de US$ 100 milhões, a vencedora do Oscar Kathryn Bigelow, em “K19 – The Widowmaker” (2002), e Patty Jenkins, com o vindouro “Mulher-Maravilha” – ambas brancas. O elenco do filme também é bastante diversificado, com participações do citado Pine, Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”), Mindy Kaling (série “The Mindy Project”), Gugu Mbatha-Raw (“Um Homem Entre Gigantes”), Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”), Michael Peña (“Homem-Formiga”) e Oprah Winfrey (também de “Selma”), Andre Holland (do vencedor do Oscar “Moonlight”), Levi Miller (o Peter Pan do recente “Peter Pan”) e Storm Reid (“12 Anos de Escravidão”), que interpretará a protagonista Meg Murry. O roteiro é de Jennifer Lee, roteirista do fenômeno animado “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013), e a estreia está marcada para abril de 2018.
Vídeos das gravações da série dos Inumanos revelam visual da heroína Cristal
Surgiram vídeos de fãs, que registram as gravações de “Inhumans”, a nova série da Marvel, no Havaí. Neles, é possível conferir Isabelle Cornish (irmã mais nova de Abbie Cornish, de “Sucker Punch”) como Cristal, num uniforme bastante similar ao traje clássico criado por Jack Kirby nos quadrinhos. Ela aparece junto com um modelo azul em tamanho real de Dentinho (Lockjaw), o cão gigante capaz de se teleportar, que será animado por computador. Anteriormente, o modelo de Dentinho tinha sido flagrado em fotos ao lado de Anson Mount (série “Hell on Wheels”), uniformizado como Raio Negro. No caso do líder dos Inumanos, o uniforme é diferente do usado pelo personagem nos quadrinhos. Além deles, a atração trará Serinda Swan (série “Segredos do Paraíso/Graceland”) como Medusa, Iwan Rheon (série “Game of Thrones”) como Maximus, Ken Leung (série “Lost”) como Karnak, Eme Ikwuakor (série “Extant”) como Gorgon, Mike Moh (o Ryu da websérie baseada em “Street Fighter”) como Triton, Sonya Balmores (“Soul Surfer: Coragem de Viver”) como Auran e Ellen Woglom (série “Californication”) como uma personagem humana que não teve o nome revelado. A produção não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. Projeto ambicioso, a série estreará antes no cinema, com seus dois primeiros episódios exibidos no circuito IMAX, no começo de setembro, com roteiro de Scott Buck (séries “Dexter” e “Punho de Ferro”) e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida. Production of ABC and Marvel's filming at the Hawai'i State Capitol building today in Honolulu, Hawaii. #inhumans #theinhumans #crystal pic.twitter.com/kdekBETsjZ — hawaii isla 808 (@hawaii_isla808) March 13, 2017 you able to see this #inhumans filming with Crystal and lockjaw at Hawaii State Capitol in Honolulu, Hawaii today. #theinhumans #LockJaw pic.twitter.com/puUHuYgAHm — hawaii isla 808 (@hawaii_isla808) March 13, 2017 Production of ABC and Marvel's filming at the Hawai'i State Capitol building today in Honolulu, Hawaii. #inhumans #lockjaw #theinhumans pic.twitter.com/3h7uP1URhz — hawaii isla 808 (@hawaii_isla808) March 13, 2017
Nova animação da Pixar, Viva ganha seu primeiro pôster nacional
A Disney divulgou o pôster nacional da próxima animação da Pixar. Originalmente intitulada “Coco”, a produção ganhou o nome de “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil. A imagem reforça sua temática mexicana com bandeirolas de renda, violão branco enfeitado e caveira do Dia dos Mortos. A trama acompanha Miguel, um garoto de 12 anos que tem seu talento musical reprimido por sua família no México. Ao descobrir uma ligação fortuita com seu cantor preferido, o falecido Ernesto de la Cruz, Miguel começa a imitá-lo e acaba sendo “puxado” para a Terra dos Mortos. O elenco de vozes originais inclui Gael García Bernal (“Neruda”), Benjamin Bratt (“Doutor Estranho”) e Renee Victor (série “Weeds”), mas o protagonista é dublado por um estreante, Anthony González, escolhido entre várias crianças que fizeram testes para o papel. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também vai estrear como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). A animação está sendo desenvolvida desde 2012, mas calhou de sua ode à cultura mexicana chegar aos cinemas após a eleição de Donald Trump à presidência dos EUA, que marca seu governo com um endurecimento contra os imigrantes, em especial os muçulmanos e mexicanos. A previsão de estreia é para 23 de novembro no Brasil, um dia depois da estreia nos EUA.
Versão com atores de Aladdin não será estrelada por brancos
A versão com atores da animação clássica “Aladdin”, da Disney, vai refletir a pressão por representatividade que tem se manifestado com cada mais força sobre as produções de Hollywood. Ou seja, a Disney não vai escalar atores brancos para viver árabes no filme. Em chamada para testes de elenco, o estúdio antecipou a exigência: que os atores principais tenham características físicas do Oriente Médio. O que é absolutamente correto, uma vez que a história se passa no Oriente Médio e é inspirada numa fábula árabe de “As Mil e Uma Noites”. Confira abaixo. Segundo o aviso dos testes, os intérpretes de Aladdin e Jasmine devem ter entre 18 e 25 anos e precisam saber cantar. Experiência com dança também é desejável. E a escolha acontecerá muito em breve, pois os ensaios para o longa-metragem serão realizados no mês de abril. Outra novidade revelada pelo casting call é a data de produção: de julho de 2017 a janeiro de 2018, no Reino Unido. O novo “Aladdin” tem roteiro de John August, que escreveu cinco filmes de Tim Burton, entre eles “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (2005) e “Sombras da Noite” (2012), e direção de Guy Ritchie (“O Agente da UNCLE”). Alright kids, if you know someone who fits this, you better share this with them. Submit asap. Good luck my babies pic.twitter.com/PLP37ritcV — Dani Fernandez (@msdanifernandez) March 9, 2017
Danny DeVito negocia participar da versão com atores de Dumbo
O ator Danny DeVito (série “It’s Always Sunny in Philadelphia”) está em negociações para participar de “Dumbo”, versão com atores do clássico animado da Disney, que terá direção de Tim Burton (“O Lar das Crianças Peculiares”). Caso tudo dê certo, ator e diretor retomarão a bem-sucedida parceria de “Batman – O Retorno” (1992), na qual o ator viveu o vilão dos quadrinhos Pinguim. Seu papel será o do mestre do picadeiro do circo em que se passa a trama. Além dele, Eva Green (“O Lar das Crianças Peculiares”) também está perto de acertar para interpretar uma trapezista francesa. Mas Will Smith (“Esquadrão Suicida”) acabou não fechando sua participação. O roteiro foi escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), que incluiu personagens humanos na trama, ausentes na animação de 1941. O clássico conta a história de um bebê elefante que nasceu com orelhas enormes e por isso é motivo de deboche entre os demais animais de um circo. Mas estas mesmas orelhas acabam lhe permitindo voar. E com a ajuda de Timotéo, um simpático ratinho, ele acaba se tornando a maior atração do circo. A data de lançamento do novo “Dumbo” ainda não foi definida.












