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  • Filme

    Viva: A Vida É uma Festa vira fenômeno de bilheteria na China

    27 de dezembro de 2017 /

    Depois de virar a maior bilheteria de todos os tempos no México, “Viva: A Vida É uma Festa” (o filme chamado “Coco” em todos os outros países) está registrando números históricos na China, um mercado curioso para uma produção tão enraizada na cultura latina. “Viva”/”Coco” arrecadou nada menos que US$ 167M (milhões) no país asiático. O valor é recorde de faturamento de uma animação da Pixar no mercado chinês. Não só isso: supera a soma das bilheterias de todos os outros filmes da Pixar lançados no país. Se juntar as bilheterias de todos os lançamentos anteriores da empresa na China, o valor atinge US$ 166M, US$ 1M a menos que o já conquistado por “Viva: A Vida é uma Festa”. É justamente por conta desse sucesso que a Disney decidiu segurar a estreia de “Star Wars: Os Últimos Jedi” na China. A sci-fi só vai estrear em 5 de janeiro por lá. Curiosamente, “Viva: A Vida é uma Festa” chega ao Brasil no mesmo fim de semana, em 4 de janeiro.

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  • Filme

    Star Wars: O Último Jedi vira a segunda maior bilheteria de 2017 na América do Norte

    27 de dezembro de 2017 /

    O Natal trouxe mais um presente para a Disney. “Star Wars: O Último Jedi” faturou nada menos que US$ 27,4M (milhões) apenas na segunda-feira (25/12) na América do Norte, valor que, somado à arrecadação de terça, fez com que o novo capítulo da saga espacial superasse os US$ 400 milhões de arrecadação doméstica. Atualmente com US$ 423,7M nos Estados Unidos e no Canadá, o novo “Star Wars” também se tornou a segunda maior bilheteria doméstica de 2017, precisando menos de três semanas para ultrapassar os US$ 412,5M que “Mulher-Maravilha” levou 23 semanas para somar. Neste ritmo, é provável que já no próximo fim de semana a sci-fi supere o campeão de bilheteria do ano, que é outra produção da Disney: “A Bela e a Fera”. A fábula encantada faturou uma fábula real: US$ 504M em 17 semanas na América do Norte. Os números são impressionantes e demonstram a força da franquia, que fez sucesso apesar de enfrentar hordas de trolls da internet, armados com petições, bots e discursos fascistoides de dar orgulho ao próprio Darth Vader. Sem esquecer de uma enxurrada de artigos que, contrariando a realidade, tentam insistir que o filme é um fracasso.

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  • Filme

    Novo Star Wars mantém liderança folgada contra avalanche de estreias nos EUA

    24 de dezembro de 2017 /

    “Star Wars: Os Últimos Jedi” deu nova demonstração de sua força, ao se manter com folga na liderança das bilheterias da América do Norte pelo segundo fim de semana seguido. A produção da Disney/Lucasfilm enfrentou nada menos que cinco estreias amplas, o que fez com que rendesse menos que o esperado, mas permaneceu bem distante dos demais lançamentos, com o dobro da bilheteria do 2º lugar. Mesmo assim, seus US$ 68,4M (milhões) arrecadados nos últimos três dias representam a maior queda semanal de faturamento da franquia: um recuo de 69% em relação à estreia na semana anterior. Tudo somado, o filme já está com US$ 365M no mercado doméstico e US$ 745M em todo o mundo. Deve ultrapassar os US$ 800M no Natal (25/12) e ainda nem estreou na China. O estreante mais bem posicionado foi “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, que arrecadou US$ 34M em 2º lugar. O reboot/continuação da aventura juvenil de 1995 aparentemente agradou a crítica, com 77% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas estes números se materializaram após as primeiras resenhas destilarem extrema negatividade. O que houve? A maioria achou que o “charme” do elenco (Dwayne Johnson, Karen Gillan, Kevin Hart e Jack Black) compensou uma história absurda e muito fraca. Entretanto, entre condescendência e 77% de aprovação existe um abismo. O lançamento está marcado para 4 de janeiro no Brasil. Em 3º lugar, “A Escolha Perfeita 3” não contou com a mesma boa vontade. Considerado o pior da trilogia, o filme foi trucidado com 29% de aprovação. Isto é menos da metade da cotação do segundo filme, que foi recebido com aval de 65% da crítica norte-americana. E vale lembrar que o primeiro foi uma unanimidade, com 80% de resenhas positivas. Apesar das bordoadas, a continuação abriu com US$ 20,4M, um começo razoável para uma produção de orçamento médio. Mas tem um detalhe: a estreia no Brasil sumiu do cronograma da distribuidora, que lançou o último trailer legendado em setembro. Daí em diante, os fracassos se tornam mais claros. A começar pelo musical “O Rei do Show”, que abriu em 4º lugar. Indicado a três Globos de Ouro, o longa da Fox arrecadou apenas US$ 8,6M, 10% de seu orçamento. E, apesar do oba-oba da “imprensa estrangeira de Hollywood”, não impressionou a crítica norte-americana, com 51% no Rotten Tomatoes. Curiosamente, os maiores elogios e os comentários mais negativos tiveram o mesmo alvo: o clima de exaltação otimista, a energia positiva e a cafonice conservadora, sem matizes, do longa. A tombo seguinte vem em 7º lugar. Em “Pequena Grande Vida”, Matt Damon é encolhido para acompanhar o novo tamanho de sua carreira, após os fracassos consecutivos de “A Grande Muralha”, “Suburbicon” e comentários polêmicos sobre assediadores. Assim como “Suburbicon“, o filme dirigido por Alexander Payne ambicionava prêmios e foi lançado no Festival de Veneza. Mas foi rejeitado pelo público (US$ 4,6M) e recebeu a mesma avaliação de “O Rei do Show”: 51%. Desembarca em 22 de janeiro no Brasil. A comédia “Correndo Atrás de um Pai” conquistou apenas uma distinção: pior estreia da semana, tando do ponto de vista artístico quanto comercial. Filho bastardo de “Debi & Lóide” e “Mamma Mia!”, o longa traz Ed Helms (“Férias Frustadas”) e Owen Wilson (“Os Estagiários”) como irmãos gêmeos (!) em busca da identidade de seu pai biológico. E foi deserdado tanto pelo público (US$ 3,2M) quanto pela crítica (22%). Nova tentativa está marcada para 18 de janeiro no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: Os Últimos Jedi Fim de semana: US$ 68,4M Total EUA: US$ 365M Total Mundo: US$ 745,3M 2. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 34M Total EUA: US$ 50,6M Total Mundo: US$ 100,1M 3. A Escolha Perfeita 3 Fim de semana: US$ 20,4M Total EUA: US$ 20,4M Total Mundo: US$ 30,2M 4. O Rei do Show Fim de semana: US$ 8,6M Total EUA: US$ 13,1M Total Mundo: US$ 13,1M 5. O Touro Ferdinando Fim de semana: US$ 7M Total EUA: US$ 26,5M Total Mundo: US$ 34,1M 6. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA: US$ 161,3M Total Mundo: US$ 486,3M 7. Pequena Grande Vida Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA: US$ 4,6M Total Mundo: US$ 4,6M 8. O Destino de uma Nação Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA: US$ 6,9M Total Mundo: US$ 12,3M 9. Correndo Atrás de um Pai Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA: US$ 3,2M Total Mundo: US$ 3,2M 10. A Forma da Água Fim de semana: US$ 3M Total EUA: US$ 7,6M Total Mundo: US$ 7,6M

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  • Filme

    Disney atinge US$ 6 bilhões em bilheteria mundial pela segundo ano consecutivo

    22 de dezembro de 2017 /

    A Disney ultrapassou na sexta (22/12) a impressionante marca de US$ 6 bilhões em bilheteria mundial. O estúdio é o único da história de Hollywood a ter faturado mais de US$ 6 bilhões num único ano. E não fez isso apenas uma vez. A marca foi atingida pelo segundo ano consecutivo, após a Disney bater o recorde de arrecadação em 2016. O estúdio somou mais de US$ 1 bilhão apenas em dezembro, com os lançamentos de “Viva – A Vida é uma Festa” (US$ 456 milhões) e “Star Wars: Os Últimos Jedi” (US$ 650 milhões antes de seu segundo fim de semana em cartaz). Apesar disso, não deve bater seu próprio recorde de arrecadação: US$ 7,6 bilhões em 2016. Este valor só foi atingido com a soma total da bilheteria de “Rogue One: Uma História Star Wars”, que foi lançado em dezembro do ano passado e continuou faturando até março. O mesmo vai acontecer com “Star Wars: Os Últimos Jedi”, que só estreia na China em 2018, gerando valores que ainda serão considerados como faturamento de 2017. Isto significa que a Disney ainda pode chegar a US$ 7 bilhões pelo segundo ano consecutivo. Entre os demais estúdios, os que conseguiram maiores bilheterias foram Warner e Universal. Ambos atingiram US$ 5 bilhões neste ano, pela segunda vez em suas contabilidades.

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  • Filme

    Mark Hamill volta atrás em sua crítica a Os Últimos Jedi: “Eu estava errado”

    22 de dezembro de 2017 /

    Uma coisa se pode afirmar com certeza sobre “Star Wars: Os Últimos Jedi”: está dando muito mais o que falar que “Star Wars: O Despertar da Força”. E um dos responsáveis por alimentar controvérsias tem sido ninguém menos que Mark Hamill, intérprete de Luke Skywalker. Ao criticar as decisões do diretor e roteirista Rian Johnson sobre os rumos de seu personagem, Hamill chegou a afirmar: “não é meu Luke Skywalker”. Mas isto foi antes que ele pudesse ter visto o filme. Agora, o ator voltou atrás. Em entrevista ao site IMDb, Hamill afirma ter mudado de ideia e aprovado as mudanças. “Eu tive dificuldade em aceitar o que ele pensou para Luke, mas tenho que dizer, depois de ter visto o filme… eu estava errado. Acho que ser tirado de sua zona de conforto é uma boa coisa, porque se eu fosse só mais um Jedi benevolente, treinando jovens padawans, seria apenas mais do mesmo. E ninguém fez isso melhor que Alec Guinness [ator que interpretou Obi-Wan Kenobi na trilogia clássica], o que eu nunca nem sequer deveria tentar”, ele apontou. A declaração ecoa o que o próprio diretor disse a respeito do filme. Ele refletiu sobre a polarização despertada pela produção com um post no Twitter, em que argumentou: “O objetivo é nunca dividir ou deixar as pessoas chateadas, mas acho que as conversas que estão ocorrendo teriam que acontecer em algum momento, se ‘Star Wars’ pretendesse crescer, seguir em frente e permanecer vital”. Ou seja, sair da sua zona de conforto e fazer algo diferente, que não fosse mais do mesmo. “Star Wars: Os Últimos Jedi” registra a pior avaliação de um filme da franquia entre os usuários do Rotten Tomatoes, com 54% de aprovação, mas há controvérsias sobre a veracidade desses dados, após um grupo de extrema direita reivindicar ter manipulado a votação em protesto contra o excesso de mulheres e emasculação dos protagonistas. A crítica apoiou positivamente os rumos do filme, que detém 93% de aprovação nas resenhas pesquisadas pelo mesmo Rotten Tomatoes. Além disso, o novo “Star Wars” recebeu nota A do CinemaScore, a pesquisa de opinião pública mais confiável sobre cinema nos Estados Unidos. Mas a avaliação de público que realmente conta é a sua bilheteria. “Star Wars: Os Últimos Jedi” já atingiu US$ 600 milhões de arrecadação mundial, desde seu lançamento há uma semana.

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  • Filme

    Diretor de Star Wars: Os Últimos Jedi decide comentar polarização causada pelo filme

    21 de dezembro de 2017 /

    Uma semana após a estreia de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, o diretor e roteirista Rian Johnson decidiu abordar a polarização que o filme despertou nos fãs, motivando até campanhas para que não seja considerado parte oficial da saga espacial. “O objetivo é nunca dividir ou deixar as pessoas chateadas, mas acho que as conversas que estão ocorrendo teriam que acontecer em algum momento, se ‘Star Wars’ pretendesse crescer, seguir em frente e permanecer vital”, Johnson escreveu no Twitter, em resposta a um usuário que lhe perguntou se achava bom o filme ser tão divisivo. “Star Wars: Os Últimos Jedi” registra a pior avaliação de um filme da franquia entre os usuários do Rotten Tomatoes, com 54% de aprovação, mas há controvérsias sobre a veracidade desses dados, após um grupo de extrema direita reivindicar ter manipulado a votação em protesto contra o excesso de mulheres e emasculação dos protagonistas. A crítica apoiou positivamente os rumos do filme, que detém 93% de aprovação nas resenhas pesquisadas pelo mesmo Rotten Tomatoes. Além disso, o novo “Star Wars” recebeu nota A do CinemaScore, a pesquisa de opinião pública mais confiável sobre cinema nos Estados Unidos. Mas a avaliação de público que realmente conta é a sua bilheteria. “Star Wars: Os Últimos Jedi” já atingiu US$ 600 milhões de arrecadação mundial, desde seu lançamento há uma semana. The goal is never to divide or make people upset, but I do think the conversations that are happening were going to have to happen at some point if sw is going to grow, move forward and stay vital. — Rian Johnson (@rianjohnson) December 21, 2017

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  • Etc

    Star Wars: Os Últimos Jedi fatura US$ 500 milhões em cinco dias

    20 de dezembro de 2017 /

    “Star Wars: Os Últimos Jedi” atingiu a marca de US$ 500M (milhões) arrecadados mundialmente em apenas cinco dias. E isto que a produção só será lançada na China, o segundo maior mercado cinematográfico do planeta, em janeiro. Até segunda-feira (18/12), o filme tinha conquistado US$ 241,5M no mercado doméstico (Estados Unidos e Canadá) e US$ 274,8M no internacional (os demais países), totalizando US$ 516,3M em todo o mundo. No próximo fim de semana, o filme escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”) disputará espaço com a comédia “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” e o musical “O Rei do Show”, mas não deve perder a liderança da arrecadação.

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  • Filme

    Disney divulga trailer legendado da fábula do Quebra-Nozes, que terá refilmagens extensas

    19 de dezembro de 2017 /

    A Disney disponibilizou o pôster e o primeiro trailer legendado de “O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos”, que destaca o belo visual da nova fábula com atores do estúdio, sem aprofundar muito a trama. A fábula encantada de E.T.A. Hoffmann e do famoso balé de Pyotr Ilyich Tchaikovsky conta a história de Clara (vivida no filme por Mackenzie Foy, de “A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), uma menina que ganha um boneco quebra-nozes do seu padrinho (Morgan Freeman, de “Truque de Mestre”) na noite de Natal e descobre que o boneco ganha vida durante a noite. Mas a a adaptação toma liberdades com a narrativa para contar o “outro lado” da “história que conhecemos”, segundo a prévia. O resultado parece conduzir a protagonista a uma espécie de “País das Maravilhas… de Oz”. Mas o que mais chama atenção é o timing da divulgação, a ponto de despertar curiosidade sobre se as cenas apresentadas realmente estarão no filme. Afinal, na semana passada o estúdio marcou refilmagens extensas da produção, de mais de um mês de duração, e contratou um novo diretor para isso: Joe Johnston (“Capitão América: O Primeiro Vingador”). Entretanto, o vídeo ignora esta informação, creditando o filme apenas ao diretor original, Lasse Hallstrom (“Um Porto Seguro”), sugerindo que o trabalho já foi finalizado. Só que o trabalho ainda não acabou. Portanto, não existe uma edição final e nem garantia de que o trailer abaixo seja representativo da obra. O elenco também conta com Keira Knightley (“Anna Karenina”), Helen Mirren (“A Dama Dourada”), Richard E. Grant (“Logan”), Miranda Hart (“A Espiã Que Sabia de Menos”), Eugenio Derbez (Não Aceitamos Devoluções”) e a bailarina Misty Copeland. A estreia está marcada apenas para novembro de 2018.

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  • Filme

    Star Wars: Os Últimos Jedi estreia com segunda maior bilheteria da história na América do Norte

    17 de dezembro de 2017 /

    “Star Wars: Os Últimos Jedi” mostrou sua força nas bilheterias, ao estrear com impressionantes US$ 220M (milhões) de arrecadação nos Estados Unidos e Canadá. O valor fez Hollywood balançar tanto quando a compra da Fox pela Disney e só não supera uma única estreia em todos os tempos: “Star Wars: O Despertar da Força”, justamente o filme anterior da franquia, que destruiu recordes ao abrir com US$ 238M em dezembro de 2015. Vale a pena dar mais contexto ao feito. Para se ter ideia, em três dias o filme faturou mais que “Liga da Justiça” em um mês inteiro no mercado norte-americano – lançada em 17 de novembro, a produção de super-heróis atingiu US$ 219,4M neste fim de semana. A segunda maior bilheteria de estreia a história foi acompanhada por críticas elogiosíssimas, que renderam 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, além de uma nota A no CinemaScore, que pesquisa a opinião do público de cinema dos Estados Unidos. No mercado internacional, o filme da Lucasfilm/Disney fez mais US$ 230M, o que totalizou seu lançamento em US$ 450M em todo o mundo. Aparentemente, só a Fox não acreditava na força da franquia. Mas esta é uma das lições que o estúdio vai aprender em breve, após a ressaca de sua compra pelo rival. Demissões são esperadas ao final da fusão, e alguns executivos podem ter entrado na lista após a ideia genial que resultou no desempenho da animação “O Touro Ferdinando”. A Disney jamais permitiria que um de seus desenhos com potencial de blockbuster fosse lançado no mesmo dia de um “Star Wars”. Contrariando o bom senso, a Fox praticamente queimou o novo trabalho de Carlos Saldanha. Distribuído sob a sombra de “Os Últimos Jedi”, “O Touro Ferdinando” registrou a pior abertura da carreira do diretor brasileiro, com US$ 13,3M, basicamente 6% do que fez o novo “Star Wars”. Até então, “Robôs” representava a estreia mais fraca de Saldanha, com US$ 36M em 2005. O pior é que a Fox já sabia que isso aconteceria. Em 2015, o estúdio também queimou um sucesso em potencial com um lançamento no mesmo fim de semana de “Star Wars: O Despertar da Força”. O fracasso de “Alvin e os Esquilos: Na Estrada”, que abriu com US$ 14,3M, acabou com a franquia dos esquilinhos cantores. “O Touro Ferdinando” foi aprovado pela crítica, com 76% no Rotten Tomatoes, e estreia no Brasil com quase um mês de distância de “Star Wars”, em 11 de janeiro. Outra animação completa o Top 3. Trata-se de “Viva – A Vida É uma Festa”, que a Disney lançou nos Estados Unidos um mês antes de “Star Wars”, e que caiu para o 3ª lugar após ficar três semanas na liderança das bilheterias. No Brasil, a estreia está marcada para 4 de janeiro. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: Os Últimos Jedi Fim de semana: US$ 220M Total EUA: US$ 220M Total Mundo: US$ 450M 2. O Touro Ferdinando Fim de semana: US$ 13,3M Total EUA: US$ 13,3M Total Mundo: US$ 19,5M 3. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 10M Total EUA: US$ 150,8M Total Mundo: US$ 448,2M 4. Extraordinário Fim de semana: US$ 5,4M Total EUA: US$ 109,2M Total Mundo: US$ 153,6M 5. Liga da Justiça Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA: US$ 219,4M Total Mundo: US$ 633,9M 6. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA: US$ 96,5M Total Mundo: US$ 157,5M 7. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 2,9M Total EUA: US$ 306,3M Total Mundo: US$ 841,7M 8. O Artista do Desastre Fim de semana: US$ 2,6M Total EUA: US$ 12,9M Total Mundo: US$ 15,5M 9. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA: US$ 97,2M Total Mundo: US$ 297,9M 10. Lady Bird Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA: US$ 25,9M Total Mundo: US$ 25,9M

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  • Etc,  Série

    Os Simpsons previram compra da Fox pela Disney em episódio exibido há 19 anos

    14 de dezembro de 2017 /

    Depois de Donald Trump presidente dos Estados Unidos, a derrota do Brasil na Copa do Mundo e Lady Gaga sobrevoando o Superbowl, os Simpsons acertaram mais uma previsão do futuro. Em episódio exibido em novembro de 1998, a série animada antecipou a compra da Fox pela Disney, firmada 19 anos depois, nesta quinta-feira (14/12). No episódio intitulado “When You Dish Upon a Star”, da 10ª temporada da atração, Homer Simpson começa a trabalhar como assistente do então casal Alec Baldwin e Kim Basinger, em Hollywood. Quando o episódio mostrava o estúdio Fox, um banner na entrada anunciava que a empresa era uma divisão da Walt Disney Company. Veja abaixo. A aquisição da Disney contempla o estúdio 20th Century Fox e diversas outras propriedades da empresa 21st Century Fox, como a produtora Fox Television Studios, que produz a série dos Simpsons.

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  • Filme

    Disney promete manter Deadpool proibido para menores

    14 de dezembro de 2017 /

    A Disney está disposta a quebrar sua regra de não produzir filmes “R-rated” (para maiores) após a aquisição da Fox. Falando com a mídia americana sobre os desdobramentos da compra, o CEO da Disney, Bob Iger, abordou diretamente o futuro de “Deadpool”, a franquia do super-herói que fala palavrões e mostra a bunda no cinema. “‘Deadpool’ claramente é e será marca da Marvel. Mas pensamos que pode haver uma oportunidade para uma marca adulta da Marvel para algo como ‘Deadpool'”, disse Iger. “Uma vez que pudermos deixar claro para o público o que esperar, pensamos que podemos lidar com isso”. A Fox teve grande sucesso nos últimos dois anos com filmes “R-rated” da Marvel. Além dos US$ 783 milhões mundiais conquistados por “Deadpool” em 2016, “Logan” também foi um sucesso comercial e crítico neste ano, com US$ 616 milhões em todo o mundo. Ambos são considerados filmes que revitalizaram o gênero dos super-heróis, dando ao público algo novo. Se antes havia ceticismo em relação aos planos da Disney de continuar estas experiências, a declaração de Iger deve acalmar, ao menos provisoriamente, os fãs mais alarmados da Marvel. Entre eles, o ator Ryan Reynolds, intérprete do próprio Deadpool, que fez várias piadas sobre a compra da Fox pela Disney nas redes sociais. Nesta quinta, ele postou uma nova, com uma foto do herói sendo preso, após alegada tentativa de explodir a Disneylândia – num trocadilho com a palavra “blow” em inglês e o nome da montanha de gelo do parque. Apparently you can’t actually blow the Matterhorn. pic.twitter.com/2bEAAcZrUv — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) December 14, 2017

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  • Etc,  Série

    Plataforma de streaming da Disney para rivalizar com a Neflix já existe: é a Hulu

    14 de dezembro de 2017 /

    Os planos de crescimento da Disney a partir da compra da Fox começam a ficar mais claros, nas entrevistas do CEO Bob Iger após a transação. Uma das incógnitas era o que a Disney faria com a percentagem da Fox que passaria a controlar na plataforma de streaming Hulu. Afinal, o próprio Iger mencionou planos de lançar um serviço para rivalizar com a Neflix, com filmes, séries e conteúdo original da sua companhia. O projeto da nova plataforma ainda existe. Mas deixou de ser prioridade. A negociação com a Fox apressou o cronograma de Iger, graças ao Hulu. A Disney somou seus 30% de ações aos 30% da Fox e passou a controlar a empresa – formada em joint venture com a Comcast, proprietária da Universal, que ainda detém 30%, e a Warner, dona de 10% do negócio. Falando a analistas de mercado, conforme registrado pelo site The Hollywood Reporter, ele abordou os planos imediatos para a plataforma e como sua ambição é torná-la o principal rival da Netflix. “Hulu, obviamente, é uma ótima oportunidade para expandir no espaço de produto direto para o consumidor”, disse Iger. “Possuir cerca de um terço disso foi ótimo, mas ter controle nos permitirá acelerar muito o Hulu nesse espaço e torná-lo um concorrente ainda mais viável para os serviços que já existem”. Ele acrescentou: “Nós seremos capazes de fazer isso não só por fluir mais conteúdo na direção do Hulu, mas por essencialmente ter seu controle, na medida em que a gestão de Hulu torna-se um pouco mais clara, um pouco mais eficiente, um pouco mais eficaz, ao virarmos um acionista controlador”. O chefe da Disney revelou que a aquisição da Fox lhe abre a oportunidade de oferecer vários serviços de streaming diferentes, focados em públicos específicos, com o Hulu posicionado como um serviço mais orientado para adultos, que complementaria planos de um serviço esportivo da ESPN e outro mais voltado às famílias e/ou aos jovens com super-heróis e desenhos. Iger deixou ainda mais claro seu plano de transformar a Hulu num rival para a Netflix em entrevista à Bloomberg TV, na manhã desta quinta (14/12), ao confirmar que não renovará seu acordo de distribuição de conteúdo com o gigante de streaming. Mais: tampouco renovará os contratos de licenciamentos para a produção de séries. Este segundo ponto representa o fim das séries da Marvel na Netflix. O acordo de distribuição de filmes termina em 2019, mas não se sabe a duração do licenciamento das propriedades da Marvel. Não só isso. A HBO também será afetada. E todos os outros canais que não pertençam ao conglomerado. “Vamos priorizar as oportunidades mais diretas de atingir o consumidor para a nossa empresa e, se isso nos obrigar a interromper relacionamentos com outros distribuidores, é o que faremos, assim como a Disney fez com a Netflix”, disse ele. Iger acrescentou que a Disney usará as propriedades de Fox “para fazer o Hulu crescer, provavelmente em um ritmo mais acelerado. Também usaremos os recursos da Fox para complementar nossos outros serviços, nossos serviços diretos ao consumidor da Disney”. O chefe da Disney disse que o estúdio teve que refletir longamente para decidir acabar com o acordo de licenciamento da Netflix, mas concluiu que precisava fazê-lo para avançar no mercado direto para o consumidor. “Estamos no negócio de criar valor de longo prazo”, acrescentou. “À medida que olhamos para a frente e vemos um mundo onde a interação direta com o consumidor é muito mais atraente, acreditamos que é chegada hora de sair do nosso relacionamento com Netflix e vamos tomar essa mesma abordagem com os ativos que estamos comprando também”, concluiu. Este ano, a Disney lançou sua primeira série da Marvel no Hulu: “Runaways”, adaptação dos quadrinhos dos Fugitivos. E o consenso entre a crítica é que o lançamento se provou a melhor série de super-herói de 2017. 2017 também foi o ano que uma produção de streaming venceu pela primeira vez o Emmy de Melhor Série Dramática. O feito histórico se deu por intermédio de “The Handmaid’s Tale”, do Hulu. Se isso for um indicativo do que vem por aí, a Netflix pode começar a se preocupar.

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    Disney oferece US$ 52,4 bilhões pela Fox

    14 de dezembro de 2017 /

    A Walt Disney Company fez uma oferta oficial de US$ 52,4 bilhões pelas divisões de entretenimento da 21st Century Fox. O negócio, que marca a união de dois gigantes de Hollywood, foi aceito preliminarmente nesta quinta-feira (14/12). O valor total da transação é, na verdade, mais alto: US$ 66,1 bilhões, uma vez que a Disney também assumiu US$ 13,7 bilhões de dívidas da Fox. Com a compra, a Disney vai se tornar o maior conglomerado de entretenimento do mundo, adicionando a seus negócios o estúdio de cinema 20th Century Fox, a produtora indie Fox Searchlight Pictures, a produtora Fox 2000, mais um estúdio de animação, o Blue Sky (de “Rio” e “A Era do Gelo”), o grupo de canais pagos FX e National Geographic, assim como mais de 300 canais internacionais. Também estão inclusas a participação de 30% da Fox no serviço de streaming Hulu e a fatia de 50% da companhia na Endemol (responsável por criar realities como “Big Brother” e “MasterChef”), além das ações da Fox na rede europeia de canais pagos Sky e na rede indiana Star. E, como se não fosse suficiente, participação em mais uma editora de quadrinhos, a Boom! Studios. Em declaração oficial, o CEO da Disney, Bob Iger, afirmou que a aquisição “reflete a demanda crescente dos consumidores por uma maior diversidade de experiências de entretenimento, que sejam mais atraentes, acessíveis e convenientes”. “Estamos honrados e gratos por Rupert Murdoch [diretor da 21st Century Fox] ter confiado a nós o futuro do negócio que ele passou a vida construindo, e estamos felizes com essa oportunidade de aumentar significativamente o nosso portfólio de franquias amadas e conteúdos de marca para aprimorar nossas ofertas aos consumidores. O acordo também irá expandir substancialmente o nosso alcance internacional, permitindo a nós oferecer conteúdo de primeira qualidade e plataformas de distribuição inovadoras a mais consumidores em mercados estratégicos ao redor do mundo”, acrescentou. Murdoch também se pronunciou em comunicado: “Nós estamos extremamente orgulhosos de tudo o que construímos na 21st Century Fox, e eu acredito muito que essa junção com a Disney irá trazer ainda mais valores aos acionistas, conforme a nova Disney continue a ditar os rumos do que é uma indústria empolgante e dinâmica. Além disso, estou convencido de que essa combinação, sob a liderança de Bob Iger, será uma das maiores empresas do mundo. Sou grato a Bob por ter decidido prosseguir e estar comprometido a ser bem-sucedido com um time que não fica atrás de ninguém”. A empolgação de Murdoch se deve ao fato de parte do pagamento pela 21st Centory Fox ser com ações da Disney. Na prática, ele virou sócio de seu comprador, e tem interesse em que Iger seja bem-sucedido no comando dos negócios. Bob Iger, por sinal, estendeu seu contrato como CEO da Disney por mais dois anos, para liderar a transição do novo gigante, pois a expectativa é que o negócio só seja concluído em 18 meses, por precisar ser aprovado pelos órgãos regulatórios do governo americano. Além disso, a Disney tem planos de completar a aquisição da rede Sky e isso enfrentará outra etapa burocrática no Reino Unido. Haverá ainda um período longo de ajustes, com definições de quem comandará cada setor da nova empresa. São esperadas demissões, pois alguns cargos serão duplicados na junção das duas companhias. A Disney espera economizar US$ 2 bilhões só na unificação das operações, fechando escritórios internacionais, divisões de distribuição e marketing da Fox, já que passaria a administrar o estúdio no modelo em que trabalha com a Pixar, a Marvel e a Lucasfilm, suas aquisições anteriores, todas incorporadas numa única operação de distribuição, marketing, etc. Alguns desdobramentos são mais fáceis de alinhavar que outros, como a absorção dos personagens da Marvel que estavam na Fox. Heróis como X-Men, Deadpool, Novos Mutantes e Quarteto Fantástico passarão para o Marvel Studios, algo que o produtor Kevin Feige estava “ansioso” para que acontecesse. Mesmo assim, as consequências disso para a continuação da franquia “Deadpool” e filmes de super-heróis para maiores – “R-rated” – como “Logan” ainda são uma incógnita. A Disney, que já era líder em franquias de animação e de super-heróis, também vai virar a maior produtora de filmes de ficção científica de Hollywood, passando a explorar os mundos de “Avatar”, “Alien”, “Predador” e “Planeta dos Macacos”. Ao mesmo tempo, a companhia terá que aprender a trabalhar com filmes menores: as produções da Fox Searchlight, que costumam ser fortes candidatos ao Oscar. Para se ter ideia, o estúdio “indie” da Fox é responsável por “Três Anúncios de um Crime”, “A Forma da Água” e “A Guerra dos Sexos”, que devem aparecer no Oscar 2018. O conteúdo televisivo também é promissor. A Disney domina o mercado de séries infanto-juvenis por meio de três canais: Disney Channel, Disney XD e Freeform. Mas não tinha acesso ao mercado adulto, que o FX e seu spin-off FXX lhe abre. Além disso, o Fox Studios é responsável por diversos hits em exibição na TV aberta, como “This Is Us”, “Modern Family” e, claro, “The Simpsons”. Sem esquecer das séries clássicas da 20th Century Fox Television que podem ganhar novas versões. Uma delas, por sinal, já estava sendo desenvolvida na Netflix: “Perdidos no Espaço”. E, sim, há planos ambiciosos para o lançamento de um serviço de streaming capaz de rivalizar com a própria Netflix. A marca Fox, porém, continuará com o magnata Rupert Murdoch e seus filhos, James e Lachlan. Segundo rumores, o CEO da 21st Century Fox, James Murdoch, tende a ir para a Disney com a venda, enquanto seu irmão, diretor executivo, deve passar a comandar a nova Fox. James Murdoch é considerado um executivo visionário, por ter ampliado sensivelmente a participação da Fox no mercado internacional, o que, no final das contas, foi a cereja no bolo negociado. Com o acordo, a Disney se tornará a maior provedora de conteúdo da rede Fox. O conglomerado não poderia ter duas redes de TV aberta nos Estados Unidos e já é dono da ABC. Mas pode produzir o que o outro canal exibe, já que Murdoch pretende se focar em desenvolver apenas notícias e coberturas esportivas, explorando os canais Fox News, Fox Business e Fox Sports. Por conta destes canais, a Fox também manterá a parte física dos estúdios e escritórios da companhia nos Estados Unidos. Especula-se ainda que os bens da Fox sejam recombinados com os da News Corp., a empresa de Murdoch dedicada a conteúdo impresso – jornais e revistas. As duas companhias haviam sido separadas em 2013, para evitar que a Fox fosse atingida pelo escândalo de espionagem de celebridades que acabou levando ao fechamento do jornal News of the World no Reino Unido. Este escândalo, por sinal, foi o que levou os reguladores britânicos a barrarem o crescimento do controle da Fox sobre a Sky. A Disney não enfrentará o mesmo problema para adquirir a maior companhia de TV paga da Europa. Mas as repercussões do negócio ainda não foram totalmente exploradas. Muitas novidades serão anunciadas nos próximos dias.

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