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  • Filme

    Ridley Scott negocia dirigir filme sobre a juventude do mago Merlin para a Disney

    5 de janeiro de 2018 /

    A Disney está negociando com o diretor Ridley Scott a realização de uma aventura passada na juventude do mago Merlin. O longa será baseado na série de livros da “Saga Merlin”, do escritor norte-americano T.A. Barron. Segundo a revista Variety, o estúdio e o diretor também conversam sobre outro filme com o personagem: a adaptação da animação clássica “A Espada Era a Lei” (1963), em que o futuro Rei Arthur ainda é um menino e aprende com Merlin o seu destino de empunhar a lendária espada excalibur, cravada em uma pedra. Enquanto o segundo longa faz parte da estratégia do estúdio de refilmar seu catálogo de animações com atores de verdade, o primeiro visa lançar uma nova franquia, uma vez que a saga de Barron já rendeu 12 livros – só três deles foram lançados no Brasil até o momento. Além disso, está numa fase mais adiantada de pré-produção, com roteiro encomendado para Philippa Boyens, responsável pelas adaptações das trilogias “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”. A saga do jovem Merlin começou a ser publicada em 1996 com “Merlin: Os Anos Perdidos”, sobre a juventude desconhecida do mago da corte do Rei Arthur. Vale observar que a premissa não é muito diferente da apresentada na série da TV britânica “As Aventuras de Merlin” (Merlin). O mais recente trabalho de Scott é o longa “Todo o Dinheiro do Mundo”, sobre a história real do rapto de John Paul Getty III (Charlie Plummer), herdeiro do homem mais rico de sua época, que foi sequestrado nos anos 1970. O filme também virou notícia pela decisão do diretor de substituir o ator Kevin Spacey, acusado de diversos abusos sexuais, após as filmagens terem sido finalizadas. Seu substituto, Christopher Plummer, chegou a receber indicação ao Globo de Ouro. “Todo o Dinheiro do Mundo” tem estreia marcada para 25 de janeiro no Brasil.

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  • Série

    Produtores da Fox revelam ter recebido ligações da Disney sobre futuro de seus programas

    5 de janeiro de 2018 /

    Os criadores de série de terror “American Horror Story” e da animação adulta “Uma Família da Pesada” (Family Guy) revelaram ter recebido ligações do CEO da Disney, Bob Iger, para tranquilizá-los à respeito da aquisição da Fox e os planos da companhia para seus conteúdos. A informação foi compartilhada durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association). Ryan Murphy, produtor de vários sucessos da Fox e da FX, incluindo “American Horror Story”, “American Crime Story”, “Feud” e o recente “9-1-1”, disse ter aproveitado a ligação para questionar Iger sobre como seus produtos se encaixaram na Disney. “As coisas que faço não são especificamente Disney. Estou preocupado com isso. Será que terei que colocar o Mickey Mouse em ‘American Horror Story?'”, ele contou ter perguntado ao novo patrão. Segundo Murphy, Iger respondeu que a Disney comprou a Fox por acreditar em seus produtos, executivos e criadores. O produtor lembrou o sucesso de Iger ao integrar a Pixar e a Marvel “mantendo suas comunidades intactas”. “Quero ver como essa empresa vai ficar antes de decidir para onde ir”, disse Murphy. Já Seth MacFarlane, criador de “Family Guy” e “The Orville”, também disse que Iger o tranquilizou. “Esse tipo de coisa acontece o tempo todo. Não acho que teremos grandes mudanças”, ele afirmou. Presente no evento, o co-presidente da rede Fox e da produtora 20th Century Fox Television, Gary Newman, confirmou que o negócio tem gerado ansiedade entre os produtores da empresa. Ele disse ter se reunido com muitos colegas para assegurá-los que o negócio continuará normalmente durante as avaliações regulatórias, que devem durar de 12 a 18 meses. “Quando os gerentes da Disney falaram conosco, fizeram questão de dizer o quanto admiram nossa marca, o quando admiram nossa programação”, compartilhou Newman. “Nossa expectativa não é que eles estejam comprando a Fox para transformá-la numa empresa para menores. Acho que eles vão encorajar nosso conteúdo”. Séries originalmente exibidas na Fox, porém, pode não continuar na rede, que não foi comprada pela Disney. Já o canal pago FX foi adquirido no negócio. Assim como a parte da Fox no serviço de streaming Hulu. Em entrevistas após a aquisição, Iger deu a entender que usará o Hulu para veicular as produções mais adultas do pacote de conteúdo da Fox. A Disney, que já detinha 30% de ações do serviço, comprou os 30% da Fox e passou a ser majoritária no negócio – originalmente, uma joint venture formada também pela Comcast (do estúdio Universal, que ainda detém 30%) e Warner (10%).

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  • Música

    Viva – A Vida É uma Festa continua tradição revolucionária dos desenhos da Pixar

    5 de janeiro de 2018 /

    Os desenhos anteriores da Pixar giravam em torno de brinquedos falantes, animais adoráveis, monstros cômicos ou super-heróis. Eram personagens perfeitos para conquistar as crianças, e as piadas eram suficientemente mordazes para provocar risos entre seus pais. “Viva – A Vida é Uma Festa” subverte o jogo. Apresenta Miguel, um garoto sufocado por uma família terrível, que o cerca de trabalhos e obrigações e não admite seu gosto por cantar e tocar instrumentos musicais. As privações ao menino chegam a tal ponto, que a severa avó Abuelita destrói uma viola para que o neto não participe de um show de talentos. É um ato cruel, esse momento, talvez uns dos mais terríveis mostrados num desenho infantil, mas a crueldade, claro, tem um motivo. Acredita-se que o tataravô músico de Miguel abandonou a mulher e a filha pelo sonho de ser artista e quase arruinou a família. Falar do velho, portanto, virou um tabu, e admirar a arte tornou-se uma bobagem, uma besteira levada a frente apenas por vagabundos. É uma ousadia da Pixar conduzir uma história tão surpreendentemente dramática como essa. E, olha, que ainda nem chegamos ao tema central do desenho, que é a questão da vida no Além Túmulo. Sim, todo esse melodrama passa-se durante o feriado de celebração do Dia dos Mortos numa vila no México. Miguel fica profundamente magoada quando avariam seu instrumento e se dirige até o cemitério, no mausoléu de um músico famoso, para roubar um violão e assim participar do show de talentos que tanto almejava. Acontece que quando o menino pega o instrumento, ele automaticamente acaba sendo transportado para o Além, onde grande parte da ação se desenrola. É a partir daqui que “Vida” ganha o senso hipnótico de um voo no tapete mágico. O filme vira uma aventura delirante, um desbunde conduzido em alta velocidade pelos diretores Lee Unkrich (de “Procurando Nemo”) e Adrian Molina, cheio de surpresas e maravilhosos prazeres. A Cidade dos Mortos é como uma explosão da cultura mexicana. Os cidadãos são esqueletos, figurinhas frágeis, vestidas de trapos com desenhos filigranados e ossos desconjuntados. Seus animais de estimação e espíritos são fantasias berrantes no estilo das esculturas de madeira de Oaxaca. Enquanto Miguel atravessa este país das maravilhas fluorescente, onde a burocracia administrativa é tão ruim quanto do nosso lado, mas todos parecem felizes, “Vida” tece algumas considerações interessantes sobre nosso comportamento humano e social. O desenho brinca com a maneira como a morte é encarada – e a negação e a repressão com que grande parte cultura ocidental trata desse aspecto essencial da vida. Pra começar, não há nada de mórbido no Além mostrado no desenho e o Dia dos Mortos é uma festa. Um carnaval alegre e multicolorido, que propõe uma noção de vida e morte como uma dádiva, uma espécie de cola comunal que nos liga uns ao outros e àqueles que viveram antes de nós. A única parte da animação que é realmente assustadora é a noção de que, quando você finalmente é esquecido pelos vivos, você se dissolve e expulso em uma “morte final”. Coisas pesadas, sem dúvida, mas não esqueça que esta é a empresa que transformou em comédia a história de um velhinho, o senhor Fredricksen, que se recusa a ir para o asilo em “Up”, e nos deu a morte de Bing-Bong em “Divertida Mente”. Quando os super-gênios de Pixar estão cozinhando, eles forçam uma fusão de diversão e metafísica que é única na cultura pop. É difícil manter esse nível de originalidade a longo prazo, e nos 22 anos desde o primeiro “Toy Story”, a Pixar teve seus altos e baixos. (A empresa é de propriedade da Disney desde 2006, e talvez não nos surpreenda sempre, veja os dois próximos projetos: um segundo “Incríveis” e um quarto “Toy Story”). Mas “Vida” é uma das obras mais maduras já saídas da mesa de desenho desses artistas. É brincalhão, criativo, provocante, um motim absoluto de cor e som alimentados pelo amor e pela paixão – amor à música, amor à família, amor à tradição, amor a si mesmo e até mesmo o amor a um bom cachorro, que por sinal, tem um ótimo nome: Dante. O ano realmente começa bem com essa nova aventura da Pixar.

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  • Filme

    Nova animação da Pixar enfrenta título ruim, boicote e Jumanji nas estreias da semana

    4 de janeiro de 2018 /

    O ano começa com estreias simultâneas de dois blockbusters voltados ao público infantil. Mas um deles não estará disponível em algumas redes. A nova animação da Pixar enfrenta boicote de parte do parque exibidor, num protesto contra a política de preços da Disney, que exige um aumento de 2% em seus repasses. Assim, o desenho estará presente em 650 salas, bem menos que “Carros 3”, o lançamento anterior da Disney-Pixar, que ocupou mais de mil telas. A distribuição é menor, inclusive, que a do outro título infantil da semana, disponível em 950 salas. Por coincidência, o circuito limitado também terá apenas dois lançamentos: dois títulos europeus excelentes e premiados, ambos selecionados para representar seus países no Oscar 2018. Clique nos títulos abaixo para ver os trailers de cada estreia. “Viva – A Vida É uma Festa” está tendo, na verdade, uma vida pouco festiva no Brasil. Seus problemas também incluem uma mudança de título. Nos outros países do mundo, a animação se chama “Coco”, mas aqui acharam que pareceria “cocô”. Claro que ninguém faz esta confusão quando toma água de coco na praia, mas o Brasil é aquele país estranho em que os filmes são lançados com o subtítulo “O Filme” para o público não se confundir e achar que vai ler um livro no cinema. Não apenas isso: na dublagem brasileira, uma personagem importante deixa de se chamar Mamãe Coco — diminutivo de Socorro — para transformar-se em Lupita. Nenhum outro personagem mudou de nome em relação à versão original. A propósito, em Portugal, acharam que o público era mais inteligente e mantiveram “Coco”. Peculiaridades de um estúdio infantil. A animação ainda sofre com um lançamento nacional tardio, após ter se consagrado no mundo inteiro, com recordes de arrecadação no México e na China, e três semanas na liderança das bilheterias dos Estados Unidos. Além disso, tirou nota A+ no CinemaScore, que registra a média da opinião do público americano, em sua estreia doméstica em novembro passado. Trata-se do sexto filme da Pixar a atingir esta nota máxima, mas apenas o primeiro nesta década. O último tinha sido “Up – Altas Aventuras” em 2009. A nota da crítica americana também foi bastante elevada: 96% de aprovação no Rotten Tomatoes. O filme conta a história de um menino mexicano proibido de tocar música, apesar de ser parente de um cantor famoso. Ao segurar o violão de seu ancestral, ele acaba sendo “puxado” para a Terra dos Mortos e, a partir daí, passa a contar com a ajuda de seus parentes falecidos para voltar ao mundo dos vivos. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também faz sua estreia como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). “Jumanji: Bem-vindo à Selva” reinventa a franquia iniciada em 1995 com o ator Robin Williams. Além de o tabuleiro mágico ter virado um videogame, os protagonistas são sugados para dentro do jogo e mudam de aparência, transformando-se em Dwayne Johnson (“Baywatch”), Kevin Hart (“Policial em Apuros”), Jack Black (“Goosebumps”) e Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”), que precisarão enfrentar inúmeros perigos – e não apenas feras como há 23 anos. Além dessas mudanças todas, o novo “Jumanji”, com direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”), é mais comédia que aventura, daquelas em que o elenco abusa das caretas. Mesmo assim, tem 77% no Rotten Tomatoes. Já os dois títulos do circuito limitado são “The Square – A Arte da Discórdia” e “120 Batimentos por Minuto”, candidatos respectivamente da Suécia e da França a uma vaga na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira do Oscar. Infelizmente, o longa francês já ficou pelo caminho, o que rendeu protestos do diretor de “Moonlight”, vencedor do Oscar 2017. Por coincidência, ambos tiveram première mundial no Festival de Cannes do ano passado. “120 Batimentos por Minuto” venceu o Grande Prêmio do Júri e o Prêmio da Crítica, enquanto “The Square” faturou simplesmente a Palma de Ouro. Com um título que destaca o ritmo normal de batidas do coração humano, o longa francês aborda o movimento Act Up Paris, formado por militantes LGBT+, que em 1990 foi às ruas e escolas da capital francesa para conscientizar os jovens sobre a importância da prevenção da Aids, “coisa que o governo não faz”, conforme avisa um dos protagonistas. O movimento também enfrentou a indústria farmacêutica, que criava dificuldades para disponibilizar os remédios do coquetel de tratamento da doença, e o preconceito, fazendo passeatas de demonstração de orgulho gay. O elenco traz vários nomes da nova geração do cinema francês, como Adèle Haenel (“Amor à Primeira Briga”), Arnaud Valois (“Cliente”), Aloïse Sauvage (“Um Instante de Amor”) e Simon Guélat (“Minha Irmã”), além do argentino Nahuel Pérez Biscayart (“Futuro Perfeito”). A direção é de Robin Campillo, autor-diretor de “Eles Voltaram”, que deu origem à série “Les Revenants”. Trata-se do filme mais elogiado da França em 2017, com impressionantes 99% de aprovação no Rotten Tomatoes e diversos prêmios. Além das conquistas de Cannes, também venceu os festivais de Chicago e San Sebastián, foi considerado o Melhor Filme Estrangeiro do ano pelos críticos de Nova York e disputa o troféu da categoria no Spirit Awards. “The Square”, por sua vez, foi considerado o Melhor Filme Europeu de 2017. Além de vencer o troféu principal da Academia Europeia, faturou mais cinco prêmios do European Film Awards, inclusive Direção e Roteiro, recebidos pelo cineasta Ruben Östlund – que já tinha causado boa impressão com seu filme anterior, “Força Maior” (2014), exibido e premiado na seção Um Certo Olhar do Festival de Cannes há três anos. Em tom de humor negro, a comédia sueca acompanha o curador de um importante museu de arte contemporânea de Estocolmo, que a partir de um pequeno incidente desencadeia uma série de situações vexaminosas. Em seu intertexto, também embute uma crítica social, ao fazer um contraponto entre o ambiente elitista das galerias de arte e a realidade das ruas europeias, cheias de imigrantes e desempregados. Além do dinamarquês Claes Bang (da série “Bron/Broen”) no papel principal, o longa inclui em seu elenco a atriz americana Elisabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”), o inglês Dominic West (série “The Affair”) e o dublê americano Terry Notary (o King Kong de “Kong: A Ilha da Caveira”), que mostra como se interpreta um macaco sem os efeitos que normalmente acompanham seu desempenho na franquia “Planeta dos Macacos” (onde vive o macaco Rocket). Curiosamente, o filme não obteve a mesma unanimidade entre a crítica americana, ficando com 82% no Rotten Tomatoes.

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  • Filme

    Animação Detona Ralph 2 ganha teaser exclusivo da internet

    3 de janeiro de 2018 /

    A Disney divulgou um teaser exclusivo para a internet da continuação de “Detona Ralph” (2012). A distribuição, via Facebook, tem a ver com a premissa, evidenciada no título comprido e mal-escrito, que repete o nome do protagonista duas vezes: “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet”. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet. A ideia da continuação permite uma grande oportunidade comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama será sinérgica, aproveitando para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Uma cena revelada na D23, a convenção anual da Disney, mostrou que Vanellope encontrará 10 princesas encantadas num site chamado OhMyDisney.com, que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que as princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Os produtores também confirmaram a participação de Stan Lee, dublando a si mesmo, e Taraji P. Henson (série “Empire”) como uma nova personagem, Yesss, que é um algorítimo. O resto das novidades continua mantido em segredo, mas pelo aperitivo é possível imaginá-las. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro de 2018 nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.

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  • Filme

    Personagens de Uma Dobra no Tempo ganham pôsteres animados

    3 de janeiro de 2018 /

    A Disney divulgou três vídeo-pôsteres animados de sua nova fábula contemporânea “Uma Dobra no Tempo” (A Wrinkle in Time), dedicados às personagens místicas da trama, vividas por Oprah Winfrey (“Selma”), Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”) e Mindy Kaling (série “The Mindy Project”). “Uma Dobra no Tempo” adapta o premiado livro homônimo de Madeleine L´Engle, publicado em 1963, sobre o misterioso desaparecimento de um cientista que faz uma descoberta importante sobre as leis da física e acaba sendo capturado pela escuridão. Cabe a sua filha mais velha, Meg, que ainda é uma criança, a missão de salvá-lo, com a ajuda de seu irmão mais novo e um adolescente corajoso, além de contar com apoio de três mulheres místicas – retratadas nos vídeos abaixo. O filme traz a jovem Storm Reid (“12 Anos de Escravidão”) como a protagonista Meg Murry e o elenco ainda inclui Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Levi Miller (o Peter Pan do recente “Peter Pan”), Gugu Mbatha-Raw (“Um Homem Entre Gigantes”), Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”), Michael Peña (“Homem-Formiga”) e Andre Holland (do vencedor do Oscar “Moonlight”). O roteiro é de Jennifer Lee, que escreveu o fenômeno animado “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013), e direção está a cargo de Ava DuVernay, do elogiado “Selma” (2014), que é a terceira mulher a comandar um filme orçado em mais US$ 100 milhões, após Kathryn Bigelow (“K19 – The Widowmaker”, em 2002) e Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”), e a primeira negra deste clube seleto. A estreia está marcada para 29 de março no Brasil, 20 dias após o lançamento nos Estados Unidos e na mesma data de lançamento do aguardado “Jogador Nº 1”, de Steven Spielberg. Anteriormente anunciada no mesmo dia, a animação “Sherlock Gnomes e o Mistério do Jardim” preferiu antecipar sua chegada aos cinemas para evitar a competição. .@RWitherspoon is Mrs. Whatsit ✨ Welcome to 2018, warriors. pic.twitter.com/UDth9uKceT — A Wrinkle In Time (@WrinkleInTime) January 1, 2018 .@Oprah Winfrey is Mrs. Which ✨ Welcome to 2018, warriors. #WrinkleInTime pic.twitter.com/VKeaXu7iyA — A Wrinkle In Time (@WrinkleInTime) January 1, 2018 .@MindyKaling is Mrs. Who ✨ Welcome to 2018, warriors. #WrinkleInTime pic.twitter.com/PTUCuGW7rQ — A Wrinkle In Time (@WrinkleInTime) January 1, 2018

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  • Filme

    Origem de Rey ainda está em aberto, segundo diretor de Os Últimos Jedi

    2 de janeiro de 2018 /

    Fenômeno de público, Star Wars: Os Últimos Jedi já ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias de todo o mundo – e ainda nem estreou na China. Mas isto não impediu o filme de render muitas polêmicas. Além do comportamento de Luke Skywalker (Mark Hamill), um dos pontos mais questionados pelos fãs é a questão da origem da protagonista Rey (Daisy Ridley). Numa cena de “Os Últimos Jedi”, Kylo Ren (Adam Driver) conta para Rey que seus pais eram catadores de lixo de Jakku, que trocaram a filha por um bilhete de ida ao planeta. Ou seja, ela seria alguém sem nenhuma linhagem nobre nem herança especial, o que frustrou os fãs, mas também alimentou mais um debate, com a possibilidade de Kylo estar mentindo. Indagado pelo site Huffington Post a respeito desta polêmica, o diretor e roteirista Rian Johnson preferiu sair pela tangente. “Qualquer coisa ainda está em aberto, e não sou quem escrevo o próximo filme”, disse, referindo-se ao diretor JJ Abrams e ao roteirista Chris Terrio, que estão desenvolvendo o final da trilogia. Há várias teorias de fãs, que acreditam que Rey é uma Skywalker esquecida, uma neta de Obi-Wan Kenobi ou mesmo descendente do imperador Palpatine. Mas, embora Johnson tenha dito anteriormente que Kylo foi sincero, ele também reconhece que a verdade sempre é algo bastante complexo no universo de “Star Wars”. A resposta deve vir em “Star Wars: Episódio IX”, ainda sem título definido e com estreia marcada apenas para dezembro de 2019.

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  • Filme

    Novo Star Wars supera US$ 1 bilhão mundial e vira maior bilheteria de 2017 nos EUA

    31 de dezembro de 2017 /

    “Star Wars: Os Últimos Jedi” precisou de apenas três fins de semana para atingir US$ 1 bilhão na bilheteria mundial. E o filme ainda nem estreou na China! Metade da fortuna veio do mercado doméstico, onde o longa da Disney/Lucasfilm atingiu US$ 517M (milhões) – ao somar mais US$ 52,2M, uma quantia impressionante para um título em sua terceira semana em cartaz. O valor representa o recorde de arrecadação do ano na América do Norte. O desempenho fez com que o novo “Star Wars” superasse o filme que liderava o faturamento anual doméstico desde março, “A Bela e a Fera” (US$ 504M), tornando-se o maior sucesso dos cinemas norte-americanos em 2017. Como a estreia no segundo maior mercado cinematográfico do planeta está marcada para 5 de janeiro, a arrecadação internacional ainda deve crescer muito. Ou seja, é questão de dias para “Os Últimos Jedi” atropelar “A Bela e a Fera” também no ranking mundial. Embora o filme da fábula encantada tenha conseguido virar o Ano Novo no topo global, com US$ 1,2 bilhão de faturamento em todo o mundo, as bilheterias vão continuar a vender ingressos de produções lançadas em 2017, e o montante de “Star Wars: Os Últimos Jedi” seguirá crescendo em velocidade espacial. A força da franquia não superou apenas rivais cinematográficos. Derrotou também hordas de trolls da internet, armados com petições, bots e discursos fascistoides de dar orgulho ao próprio Darth Vader. Sem esquecer de uma enxurrada de artigos de blogueiros frustrados que, contrariando a realidade, tentaram insistir que o filme era um fracasso. O resto do ranking das bilheterias norte-americanas permaneceu praticamente inalterado em relação à semana passada. Chama atenção o bom desempenho de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, que fez US$ 50,5M em sua segunda semana, e a aparição de “Todo o Dinheiro do Mundo”, lançado no Natal, em 7º lugar. Confira abaixo. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: Os Últimos Jedi Fim de semana: US$ 52,4M Total EUA: US$ 517,1M Total Mundo: US$ 1B 2. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 50,5M Total EUA: US$ 169,8M Total Mundo: US$ 219,3M 3. A Escolha Perfeita 3 Fim de semana: US$ 17,7M Total EUA: US$ 64,2M Total Mundo: US$ 92,8M 4. O Rei do Show Fim de semana: US$ 15,2M Total EUA: US$ 48,7M Total Mundo: US$ 83,9M 5. O Touro Ferdinando Fim de semana: US$ 11,6M Total EUA: US$ 53,8M Total Mundo: US$ 125,7M 6. Viva – A Vida É uma Festa Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA: US$ 178,9M Total Mundo: US$ 537,9M 7. Todo o Dinheiro do Mundo Fim de semana: US$ 5,4M Total EUA: US$ 12,6M Total Mundo: US$ 14,3M 8. O Destino de uma Nação Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA: US$ 17,9M Total Mundo: US$ 23,3M 9. Pequena Grande Vida Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA: US$ 17M Total Mundo: US$ 17M 10. Correndo Atrás de um Pai Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA: US$ 12,7M Total Mundo: US$ 12,7M

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    Novos Star Wars já superam nas bilheterias o valor que a Disney pagou pela Lucasfilm

    29 de dezembro de 2017 /

    Os três filmes da franquia “Star Wars” lançados pela Disney já faturaram uma fortuna. Quer saber quanto? Mais do que a Disney pagou para comprar a LucasFilm. O estúdio adquiriu a produtora de George Lucas por US$ 4,05 bilhões em outubro de 2012. E, cinco anos depois, os três “Star Wars” que a Disney produziu renderam… 4,06 bilhões nas bilheterias mundiais. “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), que marcou o retorno da franquia ao cinema, faturou US$ 2,07 bilhões no mundo. O filme seguinte, o spin-off “Rogue One: Um História Star Wars” (2016), US$ 1,06 bilhão. E o novo “Os Últimos Jedi” (2017), lançado no último dia 14 dezembro, já soma US$ 934,2 milhões. Isto não significa, claro, que o investimento na compra da LucasFilm já esteja pago. Afinal, metade das bilheterias fica com o parque exibidor. E há custos de produção e marketing altíssimos. Provavelmente, a Disney lucrou US$ 1 bilhão do total arrecadado pelos três filmes. Mas o negócio da Disney com “Star Wars” não se resume à venda de ingressos. O estúdio fatura uma fortuna paralela em licenciamentos – de brinquedos a cessão de direitos para comerciais dos mais variados produtos – , além de desenhos animados. Como se não bastasse, “Star Wars” tem vários outros filmes engatilhados, a começar pelo spin-off do personagem Han Solo, que estreia em 2018, e “Star Wars: Episódio IX”, que encerra a atual trilogia da saga em 2019, sob comando de J.J. Abrams (“O Despertar da Força”). Para completar, a LucasFilm ainda anunciou a produção de uma nova trilogia, escrita e dirigida por Rian Johnson (de “Os Últimos Jedi”), que deverá ocupar as telas por mais uma década. Sem esquecer da primeira série live action da franquia, prevista para 2019. Uma coisa é certa: a compra da LucasFilm foi um ótimo negócio para a Disney, assim como as compras da Pixar e da Marvel. E, neste ano, o estúdio ainda comprou a Fox.

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    Emily Blunt e Lin-Manuel Miranda aparecem em nova foto do Retorno de Mary Poppins

    29 de dezembro de 2017 /

    A Disney divulgou mais uma foto oficial da volta de Mary Poppins ao cinema. A imagem registra Emily Blunt (“A Garota no Trem”) na pele da babá mágica, acompanhada por Lin-Manuel Miranda e três crianças, todos na mesma bicicleta, que dispara para desespero dos pequenos e aparente diversão dos adultos. “O Retorno de Mary Poppins” se passa em Londres, durante os anos 1930, e encontra Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), as crianças de quem Mary foi babá há muitos anos, já adultos. Michael mora com seus três filhos e sua governanta (Julie Walters) e, depois de uma tragédia pessoal, ele vê a babá mágica retornar para ajudar sua família. Só que, dessa vez, ela vem acompanhada de um amigo muito especial, Jack (Lin-Manuel Miranda), responsável por acender as luzes da cidade. Juntos, eles ajudam a família a recuperar a alegria que tinham antes. A trama terá ainda Meryl Streep no papel de Topsy, a excêntrica prima de Mary Poppins, além de Colin Firth e até Dick Van Dyke, intérprete do simpático limpador de chaminés Bert no filme de 1964, numa aparição especial. Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”), o longa chegará aos cinemas no Natal de 2018.

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    Disney começa a reunir equipe da versão com atores de A Pequena Sereia

    29 de dezembro de 2017 /

    Com “A Bela e a Fera” no topo do ranking das maiores bilheterias de 2017, a Disney pretende aumentar sua oferta de filmes de princesa. E, segundo o site Omega Underground, o estúdio já começou a reunir a equipe da versão live action de “A Pequena Sereia”. O compositor Lin-Manuel Miranda (“Moana”) trabalhará com Alan Menken, que venceu o Oscar pela trilha do clássico animado, nas canções da nova versão. Além disso, o longa contará com mais três vencedores do Oscar: o diretor de fotografia Dion Beebe, a figurinista Colleen Atwood e o diretor de arte John Myhre. O trio trabalhou junto em dois filmes, que lhes renderam o reconhecimento da Academia: “Memórias de Uma Gueixa” (2005) e “Chicago” (2002). E como ambos foram realizados pelo mesmo diretor, Rob Marshall tem enorme probabilidade de comandar o longa. Marshall já é praticamente da casa, após fazer três filmes para a Disney: “Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas” (2011), “Caminhos da Floresta” (2014) e o vindouro “O Retorno de Mary Poppins” (2018). “A Pequena Sereia” ainda não tem previsão para chegar aos cinemas.

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    Exibidores cogitam boicotar lançamento de Viva: A Vida É uma Festa no Brasil

    28 de dezembro de 2017 /

    Os exibidores brasileiros de cinema estão planejando boicotar a nova animação da Disney, “Viva: A Vida É Uma Festa”. Isto porque o estúdio está exigindo um aumento de 2% no repasse a que tem direito das salas de cinema do Brasil. A Disney quer 52% do faturamento do filme, em vez dos tradicionais 50%. O presidente do Sindicato das Empresas Exibidoras Cinematográficas do Estado de São Paulo, Paulo Lui, disse para a Folha de S. Paulo que “o mercado foi pego de surpresa com esse aumento”. Para ter uma ideia, se “Viva” fizer o mesmo sucesso da última animação da Disney, “Moana”, as salas de cinema teriam que repassar à Disney R$ 1,4 milhão a mais. Presidente da associação que reúne os pequenos e médios exibidores, Marco Alexandre disse à Folha que a Ancine (Agência Nacional do Cinema) “deveria tomar providências”. “Não é justo. Se a Disney cobrar 52%, as outras exibidoras também vão querer cobrar o mesmo valor.” “Esse aumento é temerário”, também reclamou Márcio Eli de Lima, da rede Centerplex de cinemas. “O percentual de 50% era histórico. Dois pontos percentuais causarão desequilíbrio na negociação com os shoppings, por exemplo.” Como reação, as exibidoras cogitam não exibir o filme, que ficaria restrito às cadeias multinacionais: Cinemark e Cinépolis. Mas a ameaça pode não representar nada, já que as duas redes citadas representam um terço do total das salas do país (isto é, mil salas), circuito que normalmente é ocupado pelo lançamento de blockbuster no Brasil. As exigências da Disney por maior parte na divisão da receita não são exclusivas para o Brasil. Nos Estados Unidos, o estúdio exigiu um repasse de 65% (dez pontos percentuais a mais do que o usual no mercado ) para exibir o último capítulo de “Star Wars”. Também impôs que o filme teria de ser exibido nas salas maiores de cada complexo cinematográfico, e por quatro semanas consecutivas. Imagine o que virá a partir de 2019, quando o estúdio consolidar sua aquisição da Fox… Produção da Pixar, outro estúdio comprado pela Disney, “Viva: A Vida É Uma Festa” (que nos outros países se chama “Coco”) já faturou US$ 500 milhões em todo o mundo e a estreia no Brasil está marcada para a próxima quinta-feira, dia 4 de janeiro.

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    Vingadores: Guerra Infinita é o filme mais esperado de 2018

    28 de dezembro de 2017 /

    O filme “Vingadores: Guerra Infinita” é o mais aguardados do ano novo, segundo o Fandango, maior site de venda de ingressos para cinema dos Estados Unidos. O site realizou uma pesquisa entre seus usuários para saber quais filmes os levariam a comprar ingressos antecipados em 2018, e o resultado rendeu um Top 10, que corresponde às expectativas da indústria. De forma previsível, a lista é dominada por lançamentos de super-heróis: são cinco filmes, metade do total, considerando a animação da Pixar “Os Incríveis 2” como um longa do gênero. Outra curiosidade: metade da seleção é produzida pela Disney. E como a Fox comparece com dois títulos, o levantamento serve como prévia do monopólio de bilheterias projetado pela vindoura junção dos dois estúdios. Último detalhe: embora super-heróis seja o gênero dominante, “Aquaman”, único lançamento da DC Comics previsto para o próximo ano, não está empolgando o público. Confira abaixo a lista dos filmes que estão gerando maior expectativa para 2018. 1. “Vingadores: Guerra Infinita” 2. “Pantera Negra” 3. “Jurassic World: Reino Ameaçado” 4. “Deadpool 2” 5. “Han Solo: Uma História Star Wars” 6. “Os Incríveis 2” 7. “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” 8. “Uma Dobra no Tempo” 9. “X-Men: Fênix Negra” 10. “Oito Mulheres e Um Segredo”

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