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    Vanellope disputa corrida com Gal Gadot no novo trailer de WiFi Ralph

    21 de setembro de 2018 /

    A Disney divulgou um novo trailer de “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, ainda sem legendas ou dublagem em português. E a prévia destaca a paixão de Vanellope (dublada por Sarah Silverman) pelas corridas de carros, o que a leva ao delírio quando encontra a nova personagem de Gal Gadot (a “Mulher-Maravilha”), uma piloto de corrida de rua durona, não muito diferente do papel que a atriz viveu na franquia “Velozes e Furiosos” – e com visual que lembra a própria atriz. As duas competem e logo se tornam melhores amigas, deixando a menina com o coração apertado para contar para Ralph seus planos para o futuro. Vanellope também rouba as cenas num encontro das princesas da Disney. Mas enquanto sua amiguinha se diverte, Ralph (voz original de John C. Reilly) vai parar num canto sinistro da internet, conhecido como Dark Web e habitado por mutantes perigosos. O novo trailer é o primeiro a explorar a premissa da continuação de “Detona Ralph” (2012). E, curiosamente, ela lembra “Toy Story 3”, ao mostrar a obsolescência dos velhos games de Arcade em que Ralph e Vanellope habitam. Com os equipamentos quebrados ou em eterna manutenção, os dois resolvem buscar os equipamentos que consertariam os games numa pesquisa na internet, e acabam sugados para o mundos dos jogos online por meio do wi-fi. A ideia da continuação se prova uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney, pois desta vez, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama serve para evidenciar franquias do próprio estúdio, além de juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil. Por isso, os trailers ainda não tem dublagem nacional.

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    Disney pisa no freio e reconhece que errou ao lançar um filme de Star Wars por ano

    21 de setembro de 2018 /

    A Disney planeja diminuir a velocidade no número de estreias da franquia “Star Wars”, declarou o presidente do grupo, Robert Iger, que reconheceu que foi um erro lançar um capítulo da saga por ano. “Tomei uma decisão sobre o cronograma (de estreias) e agora, quando olho para trás, vejo que cometi um erro, e assumo a culpa. Fui um pouco rápido demais”, assinalou Iger em uma entrevista à revista The Hollywood Reporter. “Podem esperar uma desaceleração, mas não significa que deixaremos de fazer filmes”. A Disney programou estreias anuais de filmes relacionados a “Star Wars” desde o lançamento de “Star Wars: O Despertar da Força”, em 2015, intercalando títulos da saga central com prólogos. O mais recente, “Han Solo: Uma História Star Wars”, acabou virando fracasso comercial, com uma bilheteria de US$ 392 milhões em todo o mundo, o que pode parecer muito, mas não cobriu os custos da produção. O próximo “Star Wars”, o episódio IX, ainda sem título oficial, está previsto para dezembro de 2019. Depois disso, os novos projetos serão analisados com calma. “Estamos em um ponto em que vamos começar a tomar decisões sobre o que virá” depois do episódio IX, afirmou Iger. “Mas acho que seremos mais cuidadosos com o volume e o espaço de tempo”. Comprada pela Disney em 2012, a Lucasfilm tem atualmente mais duas trilogias em desenvolvimento e trabalhava paralelamente em novos prólogos. Entre os projetos confirmados, Rian Johnson, o roteirista e diretor de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, e os criadores de “Game of Thrones” realizarão as duas novas trilogia da guerra estelar. Os filmes de David Benioff e D.B. Weiss se distanciarão da trama principal da família Skywalker e da nova trilogia de Johnson.

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  • Filme

    Irmãos Russo podem ter revelado título oficial de Vingadores 4 em post no Instagram

    21 de setembro de 2018 /

    Quem gosta de caçar easter eggs ganhou um passatempo e tanto dos irmãos Russo. Em seu Instagram oficial, os diretores de “Vingadores 4” publicaram uma foto do set, que a princípio mostra apenas Joe Russo sentado, enquanto digita num laptop. Mas a legenda alerta: “Olhe bem”, indicando que há algo escondido na foto. E não demorou para surgirem as teorias. Desde o avistamento de uma super-arma (à esquerda) resgatada do cenário de “Capitão América: Guerra Civil” (seria o canhão de próton utilizado pelo Máquina de Combate) até uma mensagem subliminar – formada pela abertura da escada ao fundo (letra A, de Avengers) e outros elementos, como um cavalete com telas (que aberto forma outro A, de Assemble) e a também quem veja sentido na caixa de transporte de carga pesada à direita (possível letra E, de Eternals). Estariam os diretores aludindo ao título da produção? “Avengers Assemble” é também o nome da série animada da Disney XD, exibida no Brasil como “Os Vingadores Unidos”. Já “Eternals” é outro projeto, o filme dos seres celestiais conhecidos como Os Eternos. Por enquanto ainda referido como “Vingadores 4”, o filme estreia em 2 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Visualizar esta foto no Instagram. Look hard… Uma publicação compartilhada por The Russo Brothers (@therussobrothers) em 19 de Set, 2018 às 6:54 PDT

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  • Série

    Roteirista de Mulher-Maravilha desenvolve série de super-heroínas da Marvel

    20 de setembro de 2018 /

    A rede ABC pretende lançar mais uma série da Marvel. Atualmente exibindo apenas “Agents of SHIELD”, o canal da Disney encomendou um projeto de super-heróis para Allan Heinberg, roteirista de “Mulher-Maravilha”, blockbuster da DC Comics. Segundo apurou o Deadline, a produção será centrada em personagens femininas da Marvel, mas nenhuma heroína específica ou enredos foram divulgados. O projeto pode, inclusive, reunir um grupo de heroínas, como A-Force, Lady Liberators ou Fearless Defenders. A experiência de Heinberg com super-heróis não se resume ao filme da companhia “rival”. Ele já escreveu quadrinhos da Marvel, inclusive foi criador da saga dos “Jovens Vingadores”, indicada ao Eisner Award de “Melhor Série” de 2007. Além disso, é velho conhecido da ABC, onde integrou o time de roteiristas da produtora Shondaland, trabalhando em séries como “Grey’s Anatomy” e “The Catch”. O roteiro de Heinberg precisará ser aprovado para o projeto ganhar encomenda de piloto, antes de se habilitar a virar série de televisão.

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  • Série

    Loki e Feiticeira Escarlate podem ganhar séries com atores dos filmes da Marvel

    20 de setembro de 2018 /

    A Disney estaria preparando duas séries derivadas dos filmes dos Vingadores para incluir em seu anunciado serviço de streaming. O CEO da empresa, Robert Iger, já tinha assumido que o projeto terá produções exclusivas da Marvel. E agora a revista Variety apurou que o negócio é sério. Seríssimo. Segundo a publicação, a Disney trabalha em séries dedicadas ao vilão Loki e à heroína Feiticeira Escarlate, e as produções teriam um nada pequeno detalhe: os atores dos personagens nos filmes voltariam para interpretá-los em streaming. Ou seja, Tom Hiddleston e Elizabeth Olsen seriam os protagonistas das séries. Nenhum dos dois consideraria rebaixamento passar a trabalhar na divisão televisiva da Marvel, já que têm mostrado interesse por séries. Hiddleston, inclusive, venceu um Globo de Ouro por sua atenção em “The Night Manager” e Olsen é o chamariz da primeira série dramática do Facebook, “Sorry for Your Loss”. De todo modo, a produção dessas séries seria diferente das demais produções da Marvel por ficar a cargo de Kevin Feige, o presidente do estúdio e responsável pelos filmes dos Vingadores. Sua participação assinala o objetivo de torná-las o mais próximo possível dos filmes da Marvel. Imagine uma produção do estúdio com seis horas de duração. Cada série terá, justamente, entre seis e oito episódios. E deverão contar uma história completa, pois dificilmente terão uma 2ª temporada. Outros heróis e vilões podem ser eleitos para acompanhar a iniciativa, mas a Variety afirma que não serão nenhum dos principais protagonistas da Marvel e sim os coadjuvantes que não batizaram lançamentos de cinema. A ideia é atrair os fãs dos filmes para o serviço de streaming com um produto irresistível e, assim, viabilizar o negócio com uma ampla campanha de assinaturas. Também estão em desenvolvimento a primeira série com atores do universo “Star Wars”, uma série baseada em “High School Musical”, outra derivada da animação “Monstros S.A.” e um remake híbrido de live action e computação gráfica de “A Dama e o Vabagundo”. Ainda não há previsão de lançamento para a plataforma, mas a estimativa oficial aponta o final de 2019.

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    Jeremy Renner revela ter voltado a viver Gavião Arqueiro no set de Vingadores 4

    18 de setembro de 2018 /

    O ator Jeremy Renner mostrou em seu Instagram que está de volta ao papel de Gavião Arqueiro nas refilmagens de “Vingadores 4”. Depois da sentida ausência em “Vingadores: Guerra Infinita”, ele se juntará aos heróis remanescentes na continuação, para resolver o conflito com Thanos. Na foto postada em seu Instagram, o ator aparece com maquiagem que imita sujeira, como se tivesse rolado no chão durante uma luta. “Nem todos os dias começam da mesma maneira. Mas sempre termino com um sorriso”, escreveu, acrescentando o nome do herói nas hashtags. Novamente dirigido por Joe e Anthony Russo (de “Guerra Infinita”), “Vingadores 4” estreia em maio. Visualizar esta foto no Instagram. Not everyday begins the same…but always finish with a smile #work #fun #shakeitup #hawkeye #marvel #? #avengers Uma publicação compartilhada por Jeremy Renner (@renner4real) em 17 de Set, 2018 às 9:21 PDT

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    Trailer mostra que a volta de Mary Poppins ao cinema inclui seus velhos truques mágicos

    17 de setembro de 2018 /

    A Disney divulgou um novo pôster e o primeiro trailer da volta de Mary Poppins ao cinema. A prévia mostra como a personagem, agora vivida por Emily Blunt (“A Garota no Trem”), vem trazer mágica novamente para a família Banks, com direito ao velho truque do clássico original: um mergulho (literal, no caso) em cenas que mesclam atores e animação tradicional (2D). “O Retorno de Mary Poppins” se passa em Londres, durante os anos 1930, e encontra Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), as crianças de quem Mary foi babá há muitos anos, já adultos. Michael mora com seus três filhos e sua governanta (Julie Walters) e, depois de uma tragédia pessoal, ele vê a babá mágica retornar para ajudar sua família. Só que, dessa vez, ela vem acompanhada de um amigo muito especial, Jack (Lin-Manuel Miranda), responsável por acender as luzes da cidade. Juntos, eles ajudam a família a recuperar a alegria que tinham antes. A trama terá ainda Meryl Streep no papel de Topsy, a excêntrica prima de Mary Poppins, além de Colin Firth e até Dick Van Dyke, intérprete do simpático limpador de chaminés Bert no filme de 1964, numa aparição especial. Com direção de Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”), o longa chega em 20 de dezembro ao Brasil, um dia depois dos Estados Unidos.

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    O Predador tem estreia anêmica, mas supera A Freira na América do Norte

    16 de setembro de 2018 /

    Quem estava esfregando as mãos para escrever que “O Predador” massacrou a concorrência em sua estreia na América do Norte ficou com câimbras. O filme abriu em 1º lugar, mas sem mostrar os dentes. Fez anêmicos US$ 24m (milhões), bilheteria de terror barato, que não corresponde ao investimento de US$ 88m da Fox em sua produção nem à distribuição em mais de 4 mil salas. Para se ter ideia, o valor é US$ 700 mil mais baixo que a abertura do filme anterior da franquia, “Predadores”, há oito anos. O lançamento teve que lidar, na véspera da estreia, com a publicidade negativa trazida à tona pela atriz Olivia Munn, que denunciou ter contracenado com um pedófilo condenado numa cena, posteriormente cortada pelo estúdio. O amigo obscuro do diretor Shane Black apareceu até em “Homem de Ferro 3” sem que ninguém percebesse de quem se tratava. Isto também pode ter influenciado o tom negativo nas críticas da imprensa norte-americanas. Conforme a história de pânico nos bastidores foi crescendo, pior foi se tornando a avaliação registrada no site Rotten Tomatoes. De 41% de aprovação na quinta, o filme fechou o domingo com apenas 34%. E não passou de mediano na opinião do público, com uma nota C+ na pesquisa do CinemaScore, compilada com os espectadores da estreia. Mas Chris Aronson, diretor de distribuição doméstica da Fox, disse à revista Variety que o escândalo não teria influenciado os números de bilheteria do fim de semana. “Eu não acho que isso dissuadiu quem estava pensando em ir. Acho que teve um impacto mínimo, se é que teve algum”, afirmou. E talvez ele tenha razão. Mais distante das notícias de Hollywood, o mercado internacional poderia representar uma salvação para a contabilidade do estúdio, mas qualquer esperança se desfez diante dos US$ 30,7m arrecadados em 72 mercados diferentes. O fraco desempenho evidencia que o fiasco foi global. Ao todo, o filme atingiu US$ 54,7m de bilheteria mundial, e como seu break even é de cerca de US$ 300m, já projeta prejuízo. O horroroso “A Freira” caiu para o 2º lugar com US$ 18m em seu segundo fim de semana em cartaz, mas fez mais que “O Predador” no exterior, US$ 33,1m em 62 países. O total mundial do longa, que foi filmado por US$ 22m, já está em US$ 228,6m, marcando um novo sucesso do universo barato de “Invocação do Mal”. O detalhe é que se “O Predador” teve desempenho abaixo das expectativas, as demais estreias da semana beiraram o abismo. A comédia de suspense “Um Pequeno Favor”, estrelada por Anna Kendrick e Blake Lively, estreou com apenas US$ 16m, a 3ª maior arrecadação, num lançamento em 3,1 mil salas. E “White Boy Rick”, com Matthew McConaughey, fez pouco mais da metade disso, US$ 8,8m, em 4º lugar. Os críticos também valorizaram mais o suspense de humor feminino, com 86% de aprovação, contra o drama criminal masculino, cotado em 64%. Mas “Um Pequeno Favor” assinalou uma marca negativa na carreira do diretor Paul Feig, como a segunda pior bilheteria de estreia ampla de sua carreira, superada apenas pelos US$ 5m de “Menores Desacompanhados” em 2005, antes dele virar um cineasta de comédias bem-sucedidas estreladas por Melissa McCarthy. “Um Pequeno Favor” também é seu primeiro filme sem a atriz desde “Missão Madrinha de Casamento” em 2011. O filme chega ao Brasil em 27 de setembro, enquanto “White Boy Rick” tem lançamento nacional marcado apenas para janeiro de 2019. Por fim, “Unbroken: Path to Redemption”, produção do estúdio de filmes evangélicos Pureflix, abriu em 9º com US$ 2,3m. O filme é uma continuação não oficial e de baixo orçamento do épico “Invencível” (2014), dirigido por Angelina Jolie, que conta o que aconteceu com Louis Zamperini após sair do campo de concentração japonês. Sem guerra, olimpíada e história edificante de superação, o filme narra apenas sua conversão cristã e recebeu a pior nota da semana, 25% de “aprovação” no Rotten Tomatoes. Sem previsão para o Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Predador Fim de semana: US$ 24m Total EUA e Canadá: 24m Total Mundo: US$ 54,7m 2. A Freira Fim de semana: US$ 18,2m Total EUA e Canadá: US$ 85m Total Mundo: US$ 228,6m 3. Um Pequeno Favor Fim de semana: US$ 16m Total EUA e Canadá: US$ 16m Total Mundo: US$ 19,5m 4. White Boy Rick Fim de semana: US$ 8,8m Total EUA e Canadá: US$ 8,8m Total Mundo: US$ 8,8m 5. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 8,7m Total EUA e Canadá: US$ 149,5m Total Mundo: US$ 187,4m 6. A Justiceira Fim de semana: US$ 6m Total EUA e Canadá: US$ 24,2m Total Mundo: US$ 25,6m 7. Megatubarão Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 137m Total Mundo: US$ 505,2m 8. Buscando… Fim de semana: US$ 3,2m Total EUA e Canadá: US$ 19,6m Total Mundo: US$ 45,8m 9. Unbroken: Path to Redemption Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 2,3m Total Mundo: US$ 2,3m 10. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 2,3m Total EUA e Canadá: US$ 216,1m Total Mundo: US$ 760,9m

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    Robert Downey Jr. e Gwyneth Paltrow retornam ao set de Vingadores 4

    16 de setembro de 2018 /

    Robert Downey Jr. e Gwyneth Paltrow trocaram mensagens por meio de posts do Instagram, em que revelam seu reencontro para a fase de refilmagens de “Vingadores 4”. O mais divertido nessa troca amistosa é ver que eles se tratam por um apelido carinhoso dado ao casal da ficção. Numa imagem que reúne os dois astros, Gwyneth legendou: “Hora do almoço #Pepperony”, misturando os nomes dos personagens Pepper (Potts) e Tony (Stark). Esse romance definitivamente acaba em pizza (pepperoni). Há boatos de que os personagens se casam na trama, que foi escrita pelos mesmos responsáveis por “Vingadores: Guerra Infinita”, Christopher Markus e Stephen McFeely. Os diretores também são os mesmos: Joe e Anthony Russo. E a estreia está marcada para maio de 2019. Visualizar esta foto no Instagram. Hey Pepper (@gwynethpaltrow ), your place or mine ? #pepperony #mcu #teamStark #represents @marvelstudios #allday #everywhere ( ? @jimmy_rich ) Uma publicação compartilhada por Robert Downey Jr. (@robertdowneyjr) em 14 de Set, 2018 às 10:53 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Blending in with @robertdowneyjr base camp today #mcu #pepperony Uma publicação compartilhada por Gwyneth Paltrow (@gwynethpaltrow) em 14 de Set, 2018 às 7:47 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Lunchtime #pepperony Uma publicação compartilhada por Gwyneth Paltrow (@gwynethpaltrow) em 14 de Set, 2018 às 11:55 PDT

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    Criador de Black-ish confirma que censura de episódio pela Disney o empurrou para a Netflix

    13 de setembro de 2018 /

    O criador da sitcom “Black-ish”, Kenya Barris, confirmou em nova entrevista ao The Hollywood Reporter os verdadeiros motivos que o levaram a trocar a rede ABC pela Netflix. E não foi dinheiro. Conforme especulado pela imprensa, ele esta descontente com a rede após ter um episódio da série censurado por expressar posicionamentos políticos contrários ao presidente dos EUA, Donald Trump. O capítulo em questão, “Please Baby Please”, trazia o protagonista Dre (Anthony Anderson) contando uma história para o seu filho na hora de dormir. Usando metáforas, Dre refletia sobre acontecimentos políticos do ano – e o episódio usava animações e trechos de telejornais para ilustrar a trama. “Please Baby Please” chegou a ser gravado e ainda receberia narração especial do cineasta Spike Lee (“Faça a Coisa Certa”). No entanto, dias antes da exibição prevista (em 27 de fevereiro), executivos da ABC e da sua companhia-mãe, a Disney, decidiram não colocar “Please Baby Please” no ar. Barris assume que foi “a gota d’água” para o fim do seu relacionamento com a Disney. “Eu percebi que não seria útil para eles depois disso, não como eles queriam que eu fosse”, explicou. “Eu sei que a Disney tinha preocupações sobre o ângulo da história que estávamos contando. Uma coisa que aprendi na TV aberta é que, quando você está falando de política, precisa apresentar todos os lados”, continua. Apesar das ressalvas, Barris aponta que a abordagem de Ben Sherwood, chefe de TV da Disney, não foi ideal no momento delicado de descartar o episódio. “Ben queria manter a aparência da ABC como um ambiente aberto para qualquer tipo de expressão, quando não era. Isso eu vejo muito claramente. Quando você tem os seus limites, você precisa dizer. Eu respeitaria mais a Disney se eles fizessem isso”, comenta Barris. Para completar, a rede não vinha apostando em novas criações do produtor-roteirista. A ABC recusou “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que foi abandonada após o ator desistir do projeto. A situação levou Barris a pedir liberação de seu contrato com a companhia, que originalmente seguiria por mais três anos, e assinar um acordo milionário com a Netflix. “Eu pensei comigo mesmo: ‘Se vou sair daqui, quero sair para um lugar onde estarei completamente liberado’. Eu quero fazer algo na Netflix com atitude – algo ousado e sem pedir desculpas”, diz. Sem Barris, “Black-ish” vai seguir para a sua 5ª temporada, marcada para estreia em 16 de outubro. Ele também deixa o spin-off “Grow-ish” no Freeform e dois projetos em desenvolvimento, “Besties”, também no Freeform, e um remake de “A Feiticeira” com atriz negra na ABC.

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    A Freira bate recorde de estreia da franquia Invocação do Mal nas bilheterias

    9 de setembro de 2018 /

    O horroroso “A Freira” aterrorizou os cinemas da América do Norte em seu fim de semana de estreia, arrecadando US$ 53,5m (milhões) nas bilheterias. Os números representam a segunda maior estreia já registrada em setembro no mercado doméstico e a melhor abertura de um filme da franquia “Conjuring” (“Invocação do Mal”). Mas o sucesso foi ainda maior no exterior, onde o longa somou US$ 77,5m, para um lançamento mundial de US$ 131m, recorde absoluto de estreia para o universo mal-assombrado de James Wan. O longa também arrebentou bilheterias no Brasil, onde estimativas internacionais apontam uma arrecadação de US$ 6,8 milhões entre quinta a domingo. Caso estes números sejam confirmados, será a maior bilheteria de estreia de um filme de terror no país. A Warner está comemorando o sucesso. Mas o filme foi arrasado pela crítica, que lhe deu a pior avaliação da franquia, 28% de aprovação, abaixo dos 29% do péssimo “Annabelle” (2014). E o público concorda. A pesquisa do CinemaScore com pessoas que assistiram à estreia resultou numa nota C, de medíocre. Ou seja, houve empolgação para comprar ingresso, seguida por arrependimento coletivo. Os recordes de agora podem, portanto, virar um problema para o próximo lançamento da franquia, já que a decepção de quem pagou para ver e não gostou é bastante significativa. “Podres de Ricos” continuou acumulando fortuna, mesmo caindo para o 2º lugar em sua quarta semana em cartaz. A comédia estrelada por atores de descendência asiática já soma US$ 136,2m no período apenas nos Estados Unidos e Canadá. A outra estreia ampla da semana ocupou o 3º lugar. “A Justiceira”, em que Jennifer Garner sente “desejo de matar”, fez US$ 13,2m e sofreu com críticas ainda mais negativas – apenas 14% de aprovação. Mas o público preferiu “A Justiceira” sobre “A Freira”, dando nota B+ na pesquisa do CinemaScore. A estreia no Brasil está marcada para 18 de outubro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Freira Fim de semana: US$ 53,5m Total EUA e Canadá: 53,5m Total Mundo: US$ 131m 2. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 13,6m Total EUA e Canadá: US$ 136,2m Total Mundo: US$ 164,7m 3. A Justiceira Fim de semana: US$ 13,2m Total EUA e Canadá: US$ 13,2m Total Mundo: US$ 14,6m 4. Megatubarão Fim de semana: US$ 6m Total EUA e Canadá: US$ 131,5m Total Mundo: US$ 491,9m 5. Buscando… Fim de semana: US$ 4,5m Total EUA e Canadá: US$ 14,3m Total Mundo: US$ 32m 6. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 212,1m Total Mundo: US$ 726,6m 7. Christopher Robin Fim de semana: US$ 3,1m Total EUA e Canadá: US$ 91,7m Total Mundo: US$ 142,9m 8. Operation Finale Fim de semana: US$ 3m Total EUA e Canadá: US$ 14,1m Total Mundo: US$ 14,1m 9. Alfa Fim de semana: US$ 2,5m Total EUA e Canadá: US$ 32,4m Total Mundo: US$ 59,9m 10. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 1,5m Total EUA e Canadá: US$ 43,4m Total Mundo: US$ 65,5m

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    O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos ganha novo trailer legendado com mais efeitos visuais

    9 de setembro de 2018 /

    A Disney divulgou o terceiro trailer legendado de “O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos”. A prévia reflete melhor as extensas refilmagens, que acrescentaram créditos de direção para um novo cineasta. Assim, além de destacar o belo visual da nova fábula com atores do estúdio, há destaque para diversas cenas de ação e muitos efeitos visuais. A adaptação da fábula encantada de E.T.A. Hoffmann e do famoso balé de Pyotr Ilyich Tchaikovsky conta a história de Clara (vivida no filme por Mackenzie Foy, de “A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), uma menina que ganha um presente do seu padrinho (Morgan Freeman, de “Truque de Mestre”) na noite de Natal e vê seu mundo mudar. Mas a a adaptação toma liberdades com a narrativa, que transforma a história do boneco quebra-nozes que ganha vida numa aventura passada numa espécie de “País das Maravilhas… de Nárnia”. O filme foi originalmente realizado por Lasse Hallstrom (“Um Porto Seguro”), mas, após as filmagens, a Disney convocou Joe Johnston (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) para resolver problemas na produção. Apresentado pelo próprio Hallstrom como um “especialista em efeitos visuais”, Johnston pode ser creditado pelo ritmo mais intenso da nova prévia. Tanto que os dois compartilharão os créditos como diretores da obra. O elenco conta com Keira Knightley (“Anna Karenina”), Helen Mirren (“A Dama Dourada”), Matthew Macfadyen (série “Succession”), Miranda Hart (“A Espiã Que Sabia de Menos”), Eugenio Derbez (Não Aceitamos Devoluções”), Richard E. Grant (“Logan”) e a bailarina Misty Copeland. A estreia está marcada para 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Série derivada de High School Musical ganha primeiros detalhes

    8 de setembro de 2018 /

    Surgiram os primeiros detalhes da série derivada da franquia “High School Musical”. A Disney deu início ao processo de casting (definição de elenco) do projeto e revelou a premissa, que traz uma abordagem bem diferente dos três filmes estrelados por Zack Effron, ao mesmo tempo em que reaproveita o material original. A série será uma espécie de falso documentário, que mostrará os bastidores de um musical colegial inspirado em “High School Musical”. Por isso, além de mostrar os dramas dos novos protagonistas, cada capítulo também trará uma nova versão das canções conhecidas dos filmes, durante os ensaios para a estreia de peça. Também serão incluídas canções inéditas na trama, que terá ao todo 10 episódios. Ainda sem título oficial, o derivado de “High School Musical” é uma das atrações exclusivas que estão sendo desenvolvidas para o serviço de streaming da Disney, que também incluirá séries inéditas da Marvel, “Star Wars” e Pixar. Ainda não há previsão para o lançamento da plataforma,

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