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    Disney é acusada de apropriação cultural com O Rei Leão

    19 de dezembro de 2018 /

    O ativista Shelton Mpala, natural do Zimbábue, criou uma petição no site Change.org para protestar contra a Disney, que teria se apropriado da frase “Hakuna Matata”. O título da famosa canção entoada por Timão e Pumba em “O Rei Leão”, clássico animado de 1994, é comum na língua africana suaíli, e significa “sem problemas”, ou “sem preocupações”. Para Mpala, o problema não é o uso da frase, que está contextualizada, mas o fato de a Disney ter registrado direitos autorais sobre ela. “Junte-se a nós para dizer não à Disney ou a qualquer corporação e indivíduo que tente clamar direitos autorais sobre uma frase que eles não inventaram”, escreve Mpala na petição. “‘Hakuna Matata’ é uma frase usada pela maioria dos povos e países que falam suaíli”. Entrevistado pela BBC, o ativista afirmou que cidadãos de diversos países africanos se mostraram “chocados” quando souberam que a Disney havia se apropriado da frase. “É mais um exemplo de como a África é explorada”, completou. O professor de linguística queniano Ngũgĩ wa Thiong’o, que ensina na Universidade da Califórnia, também foi ouvido pela reportagem da BBC e disse apoiar a petição de Mpala. “Seria como se eu tentasse clamar direitos autorais pela frase ‘good morning’ [‘bom dia’, em inglês]. É uma frase comum, usada todos os dias. Nenhuma empresa pode ter direitos sobre ela”, comentou. A Disney conseguiu aprovar o registro dos direitos autorais sobre “Hakuna Matata” em 2003, mas a discussão foi reascendida pela aproximação do lançamento da nova versão de “O Rei Leão”, que chega aos cinemas em 2019. O remake, que usará animais criados por computação gráfica, tem direção de Jon Favreau (“Mogli, o Henino Lobo”) e vai recriar algumas das cenas musicais mais marcantes do desenho original, incluindo “Hakuna Matata”.

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  • Filme

    Primeiras fotos da versão live-action de Aladdin causam polêmica

    19 de dezembro de 2018 /

    A revista americana Entertainment Weekly divulgou as primeiras imagens do remake com atores do clássico animado “Aladdin”. E elas já renderam polêmica. Tudo porque Will Smith aparece como nasceu: negro, em vez de azul, a cor do Gênio da Lâmpada da Disney. Smith precisou usar seu Instagram para tranquilizar aos fãs no Instagram, comentando, ao lado da capa da Entertainment Weekly em que aparece junto a Mena Massoud (Aladdin) e Naomi Scott (Jasmine): “Sim, eu serei azul!”. Nos comentários, Smith elaborou a explicação: “Este é o visual do Gênio em sua forma humana/disfarçada. Meu personagem será feito em CGI pela maior parte do filme”. Na própria reportagem da Entertainment Weekly, o diretor Guy Ritchie explicou que a versão em CGI do Gênio ainda não está finalizada. O filme, que será lançado nos cinemas em 23 de maio, reformulou o visual do personagem. “Para mim, é como se ele fosse um pai musculoso dos anos 1970. Ele tinha que ser grande o bastante para parecer uma força da natureza, mas não musculoso demais a ponto de parecer que estava contando suas calorias todos os dias. Ele é formidável”, definiu o diretor. “A coisa mais incrível sobre o papel do Gênio é que ele é uma plataforma para o ator criar uma versão exagerada de si mesmo. É um ótimo papel para um ator com uma grande personalidade”, acrescentou o cineasta. O próprio Smith admitiu que ficou intimidado com a perspectiva de viver o papel, após a versão de Robin Williams. “Aos poucos, eu precisei ganhar confiança de que poderia fazer algo que fosse uma homenagem a Robin e, ao mesmo tempo, musicalmente diferente. Eu queria dar um sabor diferente ao personagem, assim não seria uma competição”, conta. “Eu acho que meu Gênio vai ser bem único no universo Disney. Não acho que houve muito hip-hop nos filmes da Disney até agora”, completou, dando pistas da direção da produção. Entre as mudanças da animação para o filme, o novo “Aladdin” inclui uma canção solo para Jasmine. Alan Menken, que criou os temas musicais do clássico, trabalhou com Benj Pasek e Justin Paul (“La La Land: Cantando Estações”) na nova faixa e em algumas outras composições inéditas. Endereçar os estereótipos associados com o Oriente Médio que foram perpetuados no filme de 1992 também era uma prioridade para o diretor. “Desta vez, criamos um mundo mais aberto, em que abraçamos várias identidades”, garante. Veja abaixo as imagens divulgadas, todas com logotipos da publicação. Visualizar esta foto no Instagram. BAM!! First look at the Genie ?‍♂️, Princess Jasmine, and #Aladdin! Check Me Rockin’ the Top Knot Ponytail Vibes in @entertainmentweekly ? (and yes, I’m gonna be BLUE! 🙂 ) Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith) em 19 de Dez, 2018 às 5:28 PST

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  • Filme

    Novo A Dama e o Vagabundo será “estrelado” por cachorros de verdade

    18 de dezembro de 2018 /

    A Disney não vai usar computação gráfica para criar os cachorros da versão “live-action” de “A Dama e o Vagabundo”. Pelo menos foi o que garantiu o ator Thomas Mann (de “Kong: A Ilha da Caveira”) em entrevista ao site Collider. O ator é um dos poucos integrantes humanos da trama, casado com a personagem de Kiersey Clemons (“Dope: Um Deslize Perigoso”). Os dois são donos da Dama. Mas os cães vão falar na trama com vozes famosas. Portanto, embora não sejam criados por computador com os bichos de “Mogli, o Menino-Lobo” e o vindouro “O Rei Leão”, os cachorros terão bocas e expressões manipuladas digitalmente para parecer que conversam. O elenco de dubladores inclui Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”) como a Dama, Justin Theroux (“The Leftovers”) como o Vagabundo, Benedict Wong (“Doutor Estranho”) como Bull, um buldogue inglês, Janelle Monae (“Estrelas Além do Tempo”) como a vira-lata Peg e Ashley Jensen (“Extras”) como uma cachorrinha Terrier escocesa chamada Jackie – no desenho de 1955, o personagem era um cachorro chamado Jock. No clássico animado de 1955, a Dama acaba na rua depois que seus donos têm um bebê. Ela é salva de uma matilha raivosa pelo Vagabundo, que lhe mostra que ser um cão sem coleira pode ser divertido. O filme apresenta uma das cenas mais icônicas da Disney: um jantar de espaguete romântico realizado em um beco, que inclui um dos beijos mais famosos da história do cinema. A nova versão tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”, e direção está a cargo de Charlie Bean, responsável pela animação “Lego Ninjago: O Filme”. O filme está sendo desenvolvido para a vindoura plataforma de streaming da Disney, prevista para 2019.

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    George Lucas é a celebridade mais rica dos Estados Unidos

    18 de dezembro de 2018 /

    “Star Wars” transformou o cineasta George Lucas em bilionário. Um levantamento da revista Forbes para estabelecer as celebridades mais ricas dos Estados Unidos apontou o criador da franquia espacial no topo. O patrimônio líquido do roteirista, diretor e produtor de 74 anos foi estimado em US$ 5,4 bilhões. A maior parte desse império vem da venda por US$ 4,05 bilhões da produtora Lucasfilm para a Walt Disney Company em 2012. Em 2º lugar, ficou o colega de Lucas em outra franquia popular, “Indiana Jones”. O cineasta Steven Spielberg, que completou 72 anos nesta terça-feira (18/12), teve sua fortuna estimada em US$ 3,7 bilhões. Ele não vendeu sua produtora, Amblin, e continua faturando com novas produções. Em 3º lugar aparece Ophah Winfrey, que aos 65 anos é a celebridade feminina mais rica dos Estados Unidos, com um patrimônio estimado em US$ 2,8 bilhões. A atriz, produtora e apresentadora tem seu próprio canal de televisão, a OWN (Oprah Winfrey Network). A maior novidade na lista foi a inclusão de Kylie Jenner. Os dividendos da Kylie Cosmetics pode levá-la, com 21 anos, a se tornar a mais jovem empreendedora bilionária dos EUA, afirma a revista. Os números da Forbes são estimativas baseadas nas propriedades, obras de arte e ações de empresas das celebridades, entre outros bens. Mas é difícil comprová-los sem ajuda de um auditor fiscal do governo federal americano.

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  • Filme

    Super-Heróis da Marvel dominam pré-seleção do Oscar em Efeitos Visuais

    17 de dezembro de 2018 /

    Além da lista dos pré-selecionados ao Oscar 2019 de Melhor Filme em Língua Estrangeira, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos divulgou nesta segunda-feira (17/12) os 10 filmes que seguem na disputa do troféu de Melhores Efeitos Visuais. E o que mais chama atenção na seleção é o predomínio de super-heróis da Marvel. O estúdio comparece com os três filmes que lançou neste ano: “Homem-Formiga e a Vespa”, “Vingadores: Guerra Infinita” e “Pantera Negra”. Já a produção do super-herói da DC, “Aquaman”, ficou de fora da lista. A última vez que um filme de super-herói venceu a categoria foi em 2005, com “Homem-Aranha 2”. Além das produções da Marvel, o conglomerado Disney ainda incluiu mais três filmes na relação: duas fábulas de seu próprio estúdio, “Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível” e “O Retorno de Mary Poppins”, e a sci-fi “Han Solo: Uma Aventura Star Wars”, da Lucasfilm. É 60% – ou, se preferir, mais da metade – do total de pré-selecionados. Os demais filmes na disputa são “Jurassic World: Reino Ameaçado”, “Jogador Nº1”, “O Primeiro Homem” e “Bem-vindos a Marwen”. Todos os indicados ao Oscar 2019 serão anunciados em 22 de janeiro e a cerimônia de premiação está marcada para 24 de fevereiro, com transmissão ao vivo para o Brasil pelos canais Globo e TNT.

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  • Série

    Criadora e estrela de SMILF é denunciada por conduta imprópria nos bastidores da série

    17 de dezembro de 2018 /

    Criadora e estrela de “SMILF”, Frankie Shaw virou a primeira produtora acusada de conduta imprópria nos bastidores de sua série desde o advento do movimento #MeToo. A revista The Hollywood Reporter apurou que várias queixas foram registradas numa linha criada pela Disney para reclamações sobre o ambiente de trabalho em suas produções. O estúdio é coprodutor da série, via ABC Signature, junto ao canal pago Showtime, que exibe a atração. Uma atriz decidiu abandonar o programa, alegando quebra de contrato por violação de regras profissionais. Outras reclamações incluem a separação dos roteiristas da série por raça. Segundo apurou a publicação, perto do fim da produção da 2ª temporada de “SMILF” em agosto, a atriz Rosie O’Donnell teria entrado em contato com uma executiva do Showtime, Amy Israel, e com o produtor executivo Scott King, para expressar sua preocupação com uma série de questões, particularmente o tratamento dispensado por Shaw à atriz Samara Weaving. Samara Weaving interpretava o interesse amoroso de Rafi (Miguel Gomez), que é o pai do jovem filho do personagem de Shaw. Ela é que estaria saindo da série após problemas de bastidores durante a gravação de uma cena de sexo. O rumor é que ela reclamou tanto com a Disney quanto com o sindicato dos atores, SAG-AFTRA, depois que Shaw instruiu os monitores de vídeo a serem ligados mesmo que o set fosse fechado, com apenas uma equipe limitada presente. A atriz sentiu sua intimidade exposta e violada sem seu consentimento, já que todos podiam vê-la sem roupas. Este ato já seria retaliação de Shaw por um incidente na 1ª temporada. Weaving teria sido surpreendida ao chegar no set com a exigência de ficar nua para uma cena, apesar de ter incluído uma cláusula de não-nudez em seu contrato. Uma fonte do THR conta que quando a atriz se recusou a tirar a roupa, Shaw a puxou para um trailer, arrancou sua própria blusa e exigiu saber porque Weaving tinha problema com nudez quando ela própria não tinha. Quando Weaving viu que teria outra cena de sexo, foi conversar com a diretora Cate Shortland sem Shaw presente. Ela explicou o conflito da 1ª temporada e enfatizou a importância de ter sua privacidade respeitada. Na manhã da filmagem, ela estava de camiseta e calcinhas, o set fechou e os monitores externos foram desligados. Mas Shaw, que não estava presente naquele dia, mandou uma mensagem para um funcionário instruindo que os monitores fossem religados. Mais de uma dúzia de funcionários viram a cena nas telas, dizem as fontes, sem que a atriz soubesse. Quando descobriu, ela teria relatado o incidente ao sindicato e ao Showtime. “Foi muito pouco profissional”, disse a supervisora ​​de roteiro Kristin Calabrese, que no momento em que viu o que estava acontecendo tratou de tirar todo mundo da frente dos monitores. “Eles deveriam ter avisado imediatamente aos nossos atores e a nossa diretora. Em qualquer programa, se um ator está inseguro ou desconfortável com alguma coisa, é nossa responsabilidade fazê-lo se sentir seguro”. Miguel Gomez contou uma versão diferente por email para o THR, descrevendo o set “como uma família” e que enquanto as cenas de nudez são “sempre estranhas… Frankie sempre verifica isso antes e garante que esteja me sentindo confortável e à vontade”. “Quando eu disse a ela que não queria mostrar minha bunda na cena de sexo, ela me disse imediatamente que não havia problema algum e só faria o que me sentisse à vontade”, acrescentou. Ele reconhece que “as coisas poderiam ter sido melhoradas” após a 1ª temporada e que houve discussões sobre a importância de um set fechado antes de filmar a cena na 2ª temporada, mas ele relata que os monitores estavam ligados apenas para a diretora e a sala de roteiristas, como habitual, e não para toda a produção. Weaving não quis comentar a história e Rose O’Donnell evitou falar diretamente do assunto, emitindo a seguinte nota para o THR: “Eu trabalhei com Frankie Shaw por dois anos e meio. Ela é uma jovem talentosa, imensamente talentosa. Eu adoro atuar em ‘SMILF’, um programa do qual estou extremamente orgulhosa”. Shaw também respondeu os pedidos de contato da reportagem por meio de comunicado, no qual negou qualquer preconceito ou problema ético. “Eu trabalho diariamente para criar um ambiente no qual todos se sintam seguros e no qual eu possa continuar a crescer como líder e gerente. Estou e sempre estive aberta para ouvir e abordar todas as preocupações e questões que estão sob meu controle. Dói-me saber que alguém se sentiu desconfortável no meu set. Espero sinceramente que possamos trabalhar juntos para resolver todas e quaisquer questões, pois estou comprometida em criar um local de trabalho no qual todas as pessoas se sintam seguras e ouvidas”. O outro problema foi registrado junto ao sindicato dos roteiristas, WGA, com reclamações de que os roteiristas “de cor” foram separados dos demais e tiveram várias ideias usadas na série sem receber os devidos créditos. O sindicato está estimulando os roteiristas a processarem a produção. Em sua declaração à THR Shaw diz que se dedicou a criar “um local de trabalho intersecional em que mais de um terço dos escritores eram mulheres de cor”. Andrew Brettler, advogado de Shaw acrescentou que nunca houve intenção ou desejo de agrupar os escritores com base em gênero, raça ou orientação sexual, e isso não foi feito conscientemente por ninguém, mas que é costume dividir os roteiristas em “grupos formados unicamente com base na capacidade e nos pontos fortes dos escritores individuais.” Os roteiristas negros que trabalharam na série se recusaram a comentar a reportagem. Por outro lado, vários membros da equipe da “SMILF” – incluindo o figurinista Kameron Lennox, o gerente de locação Ryan Cook e a operadora de câmera Abby Linne – enviaram emails à THR para dizer que trabalhar no programa foi uma experiência positiva. “Eu nunca estive em um trabalho onde me sinti mais seguro e com poderes para fazer o meu melhor trabalho”, escreveu Linne, enquanto Cook elogiou Shaw: “Frankie estabeleceu um novo padrão de inclusão e igualdade em seus sets que não tem sido a norma para Hollywood”. Mas outros profissionais de “SMILF” que conversaram com a THR sob condição de anonimato disseram estar extremamente temerosos de que Shaw tente sabotá-los profissionalmente se eles falarem publicamente sobre os supostos problemas da série. Eles também expressam grande desapontamento com o que descrevem como um tratamento manipulador e injusto vindo de uma showrunner feminina em ascensão durante a época dos movimentos #MeToo e Time’s Up. “Ela usa essa ideia de ser feminista e progressista como camuflagem”, disse um dos anônimos. “Muitas séries são estressantes. As pessoas ficam bravas umas com as outras, mas depois acaba e você celebra o trabalho. Desta vez, não foi assim. As pessoas ficaram realmente traumatizadas. Foi muito desagradável”. Em sua própria declaração à THR, a ABC Studios, que abriga a ABC Signature, diz que está “comprometida com um ambiente de trabalho seguro”. “Reclamações foram trazidas à nossa atenção após a produção da 2ª temporada e estamos investigando. Vamos dar os passos apropriados se a 3ª temporada for encomendada.” A Showtime se recusou a comentar, embora seus executivos estivessem intimamente envolvidos na produção da série e estivessem cientes de pelo menos algumas das alegações. O canal ainda não renovou a série para a 3ª temporada.

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    Netflix contrata ex-presidente do maior canal da Disney para cuidar de suas séries

    17 de dezembro de 2018 /

    A Netflix continua sua guerra declarada contra a Disney com mais um golpe cirúrgico. A plataforma de streaming anunciou nesta segunda (17/12) a contratação de Channing Dungey, ex-presidente da rede ABC, principal canal de TV do conglomerado Disney. Seu cargo oficial é de Vice-Presidente de Conteúdo Original, o mesmo de Cindy Holland, com quem Dungey vai dividir a chefia da produção cada vez maior de programas originais da Netflix. “Channing é uma força criativa cujo gosto e talento lhe renderam a admiração de seus pares em toda a indústria”, disse o presidente de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, em comunicado. “Ela é uma pessoa que gosta de correr riscos e ter talentos para trabalhar com ela. Eu não poderia estar mais feliz em recebê-la na Netflix.” Dungey havia pedido demissão de seu cargo na ABC logo após a definição de que, com a compra da Fox, Dana Walden, ex-presidente da rede Fox, assumiria o chefia do departamento televisivo da Disney, ficando numa posição acima dela. Talvez fosse o cargo que ela queria. O fato é que não houve jeito de mantê-la no comando da rede de TV depois disso. Ela entrou para a Walt Disney Co. em 2004, após uma passagem bem-sucedida pelo estúdio de cinema da Warner, onde ajudou a desenvolver “Matrix”, e passou a maior parte de sua carreira na ABC – primeiro no ABC Studios e depois na rede ABC (ABC Entertainment). Como líder do departamento de produção da ABC Studios, ajudou a construir o império televisivo de Shonda Rhimes a partir do zero, com um papel fundamental no desenvolvimento de “Scandal” e na escalação de Kerry Washington. Com sua promoção à presidente da ABC em 2016, Dungey se tornou a primeira mulher negra a comandar uma grande rede de TV dos EUA. Sua contratação na Netflix acontece após a plataforma ser criticada pela falta de diversidade de seus executivos. E após a demissão de seu principal porta-voz, Jonathan Friedland, em decorrência de comentários racialmente “insensíveis” dirigidos à sua equipe. Na Netflix, Dungey vai reencontrar antigos conhecidos. Em função do clima bélico entre a plataforma e a Disney, Sarandos fechou contrato de exclusividade com vários criadores de conteúdo que fizeram carreira na ABC, como a própria Shonda Rhimes (criadora também de “Grey’s Anatomy”) e Kenya Barris (“Black-ish”). Esta estratégia é tanto retaliação quanto prevenção. A Disney se antecipou ao anunciar que tiraria todo o seu conteúdo da Netflix em 2019, com o lançamento de sua própria plataforma de streaming, o que fez a Netflix aumentar sua produção de originais. Sabendo que perderia séries da ABC, tratou de contratar os criadores dessas séries para desenvolver conteúdo exclusivo para o streaming. O mesmo movimento justificou a contratação de Ryan Murphy (“American Horror Story”) da Fox, após a Disney comprar esse estúdio. A Netflix também está cancelando as séries que coproduzia com a Disney, como as atrações da Marvel “Demolidor”, “Punho de Ferro” e “Luke Cage”, ao mesmo tempo em que desenvolve um relacionamento melhor com o futuro rival Warner Media (que também tem planos de lançar sua própria plataforma) para o licenciamento de séries dos super-heróis da DC Comics e investe na criação de suas próprias revistas em quadrinhos, com o acordo com Mark Millar (“Kingsman”, “Kick-Ass”) e sua Millarworld. Por curiosidade, Channing Dungey é a segunda executiva de grande rede de TV americana contratada para comandar a produção de conteúdo de uma plataforma de streaming. Em fevereiro, Jennifer Salke trocou a rede NBC pela chefia do departamento de séries e filmes do Amazon Studios.

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    X-Men: Fênix Negra ganha novas fotos

    17 de dezembro de 2018 /

    A Fox divulgou novas fotos de “X-Men: Fênix Negra”, que destacam a personagem do título, vivida por Sophie Turner, bem como os demais X-Men e a misteriosa vilã alienígena interpretada por Jessica Chastain. O filme vai mostrar a transformação da heroína Jean Grey na vilã Fênix Negra, traçando sua evolução desde a infância até sua explosão de raiva contra a humanidade e o momento em que os X-Men decidem enfrentá-la. Esta é a segunda vez que o roteirista Simon Kinberg aborda a mesma trama. É dele o roteiro do péssimo “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia, resultando num reboot no filme seguinte, “X-Men: Primeira Classe” (2011), após um hiato de cinco anos. Em “O Confronto Final”, Kinberg reinventou completamente “A Saga da Fênix Negra”, ponto alto da parceria entre Chris Claremont e John Byrne nos quadrinhos, e agora filma novamente o mesmo enredo. Além de escrever e produzir, desta vez, Simon Kinberg ainda é responsável pela direção, em sua estreia na função. O elenco volta a reunir o elenco de “X-Men: Apocalipse” (2016): Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope), Kodi Smit-McPhee (Noturno) e, claro, Sophie Turner (Jean Grey/Fênix). A estreia foi remarcada (pela segunda vez) para 6 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Homem-Aranha no Aranhaverso estreia em 1º lugar com recorde na América do Norte

    16 de dezembro de 2018 /

    A animação de super-heróis “Homem-Aranha no Aranhaverso” estreou no topo das bilheterias da América do Norte neste final de semana. Elogiadíssimo pela crítica por seu roteiro divertido, visual vibrante e animação inovadora, o lançamento da Sony arrecadou US$ 35,4M (milhões) de sexta a domingo (16/12), estabelecendo um novo recorde de abertura para uma animação no mês de dezembro nos Estados Unidos e Canadá. O recorde anterior pertencia à “Sing: Quem Canta Seus Males Espanta”, que fez US$ 35M em dezembro de 2016. “Homem-Aranha no Aranhaverso” também se consagrou como a animação mais bem-avaliada de 2018, ao atingir 97% de aprovação na média da crítica registrada pelo site Rotten Tomatoes, à frente de “Os Incríveis 2” (94%), “Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas” (91%) e “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” (88%). E não foi só a crítica que adorou. O público deu nota A+, a maior disponível na pesquisa do CinemaScore, feita com quem assistiu ao longa nos Estados Unidos. É a primeira vez que um filme do Homem-Aranha recebe nota máxima. O filme também teve ótima recepção internacional, somando US$ 56,4M em seu lançamento mundial. Curiosamente, das quatro maiores bilheterias da semana na América do Norte, três são animações. “O Grinch” aparece em 3º lugar e “WiFi Ralph”, após liderar por três semanas consecutivas, caiu para a 4ª posição. Quem se intrometeu no meio dessas produções para crianças foi o novo drama do octagenário Clint Eastwood. “A Mula” abriu em 2º lugar, com US$ 17,2M e 63% de aprovação. O filme marca o 40º crédito de direção da carreira de Eastwood e seu primeiro trabalho como ator desde “Curvas da Vida” (2012). A decepção da semana ficou por conta da estreia de “Máquinas Mortais”. Apresentado como “novo épico dos criadores de O Senhor dos Anéis”, o filme escrito e produzido por Peter Jackson fez apenas US$ 7,5M no mercado norte-americana. Mas seu marketing foi muito mais efetivo em vender a fantasia desvairada no exterior, ajudando o montante a crescer para US$ 42,3M em todo o mundo. Destruído pela crítica, com apenas 28% de aprovação, a distopia sem elenco carismático levou um tombo maior que a Universal esperava. Agora, o estúdio faz contas para saber o tamanho do prejuízo, já que o orçamento de “Máquinas Mortais” foi milionário. Todos os três lançamentos só vão estrear em 2019 no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 35,4M Total EUA e Canadá: US$ 35,4M Total Mundo: US$ 56,4M 2. A Mula Fim de semana: US$ 17,2M Total EUA e Canadá: US$ 17,2M Total Mundo: US$ 17,2M 3. O Grinch Fim de semana: US$ 11,5M Total EUA e Canadá: US$ 239,2M Total Mundo: US$ 119,6M 4. Wifi Ralph: Quebrando a Internet Fim de semana: US$ 9,5M Total EUA e Canadá: US$ 154,4M Total Mundo: US$ 285,1M 5. Máquinas Mortais Fim de semana: US$ 7,5M Total EUA e Canadá: US$ 7,5M Total Mundo: US$ 42,3M 6. Creed II Fim de semana: US$ 5,3M Total EUA e Canadá: US$ 104,8M Total Mundo: US$ 131,8M 7. Bohemian Rhapsody Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 180,4M Total Mundo: US$ 635,9M 8. De Repente uma Família Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA e Canadá: US$ 60,2M Total Mundo: US$ 68,2M 9. Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA e Canadá: US$ 151,6M Total Mundo: US$ US$ 595,8M 10. Green Book Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 24,6M Total Mundo: US$ 24,8M

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    Filme da Viúva Negra terá diretor de fotografia de Missão Impossível – Efeito Fallout

    16 de dezembro de 2018 /

    A Marvel ainda não anunciou o filme solo da heroína Viúva Negra, mas a produção está cada vez mais próxima de iniciar suas filmagens. O mais recente desenvolvimento foi a contração do diretor de fotografia. Um dos jovens cinematógrafos em ascensão na indústria cinematográfica, Rob Hardy vai comandar a fotografia do longa após entregar o impressionante visual de ação de “Missão: Impossível – Efeito Fallout”. Hardy também é conhecido por sua parceria com o diretor Alex Garland, tendo trabalhado em “Ex-Machina” e “Aniquilação”, dois longas que também se destacaram por visuais deslumbrantes. “Viúva Negra” será seu primeiro filme de super-heróis. Pouco se sabe sobre a produção, já que ela não existe oficialmente, mas uma sinopse pirata andou circulando pelos fóruns do Reddit, que contém informações contraditórias, citando tanto que a trama se passa “no presente”, como “15 anos após a queda da União Soviética” – isto é, em 2006. Diz o texto: “Ao nascer, a Viúva Negra (Natasha Romanoff) foi entregue para a KGB para se tornar a sua melhor agente. Mas quando a União Soviética acabou, o governo tentou matá-la. A ação a encontra no presente em Nova York, onde ele trabalha como freelancer. O filme solo mostrará Romanoff vivendo nos Estados Unidos, 15 anos depois da queda da União Soviética”. “Viúva Negra” terá roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”) e direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”). E, por enquanto, apenas Scarlett Johansson está “confirmada” no elenco, repetindo o papel-título, que ela já desempenha nos filmes da Marvel. A próxima aparição da Viúva Negra nos cinemas será em “Vingadores: Ultimato”, que estreia em 25 de abril no Brasil. E, claro, não há previsão para o lançamento de seu filme solo.

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    Nebula vai enfrentar Thanos em Vingadores: Ultimato

    15 de dezembro de 2018 /

    A atriz Karen Gillan adiantou que sua personagem Nebula terá papel importante em “Vingadores: Ultimato”. Ela vai enfrentar Thanos (Josh Brolin), que a criou como filha. “O que eu posso dizer? Thanos é o pai dela e isso definitivamente vai levá-la a confrontar sua relação com o vilão. Isso é uma certeza”, afirmou a atriz, durante uma entrevista para a revista People. “Eu prometi manter o segredo, mas definitivamente, tudo que nós construímos, toda a história entre Nebula e Thanos, vai chegar ao clímax no novo filme dos Vingadores. E com certeza ela vai confrontar memórias traumáticas”, completou Gillan. Durante a entrevista, a atriz ainda revelou que Nebula deve ganhar um novo parceiro de cena, sem revelá-lo. Há quem acredite que a atriz esteja se referindo a Tony Stark, já que, de acordo com o primeiro trailer, os dois estão vagando pelo espaço. Mas a personagem pode também se reunir com Rocket (o guaxinim dublado por Bradley Cooper). Afinal, Rocket e Nebula foram os únicos personagens de “Guardiões da Galáxia” que sobreviveram ao estalo de Thanos em “Vingadores: Guerra Infinita”, que dizimou 50% de toda a vida no universo. “Vingadores: Ultimato” deve mostrar o embate final entre Thanos e os Vingadores, com a inclusão de Capitã Marvel e Homem-Formiga no time de heróis. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, o longa estreia nos cinemas brasileiros em 25 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Disney não pode relançar Demolidor, Punho de Ferro e Luke Cage antes de 2020

    13 de dezembro de 2018 /

    Muitos fãs das séries da Marvel canceladas na Netflix estão estranhando o silêncio da Disney sobre o destino das produções. Oficialmente, houve apenas manifestações genéricas sobre os personagens continuarem a ter aventuras, o que ser pode apenas uma referência às publicações em quadrinhos. Mas agora a Variety revelou o que pode estar por trás dessa falta de determinação. Segundo apurou a revista, o contrato entre a Netflix e a Marvel proíbe que os personagens apareçam em qualquer filme ou série fora do serviço de streaming por pelo menos dois anos após o cancelamento. Ou seja, Punho de Ferro, Luke Cage e Demolidor só poderiam ressurgir em novas atrações em 2020. O prazo seria um pouco maior para Jessica Jones, que exibirá a sua 3ª temporada em 2019 na Netflix. Mas pode não valer para o Justiceiro, já que o personagem, cuja 2ª temporada estreia em janeiro, não fazia parte do acordo original entre a Marvel e a plataforma de streaming. Após o cancelamento de “Demolidor”, que diversas empresas de auditoria independentes afirmam ter uma das maiores audiências da Netflix, o mesmo destino é esperado para “Justiceiro” e “Jessica Jones” após a exibição de suas próximas temporadas. Tudo indica que os cancelamentos são retaliação da Netflix contra a Disney, que vai lançar sua plataforma Disney+ (Disney Plus) para disputar o mercado de streaming em 2019.

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    2ª temporada do Justiceiro revela primeira cena e previsão de estreia

    12 de dezembro de 2018 /

    A Netflix revelou o primeiro vislumbre da 2ª temporada da série do “Justiceiro”, bem como uma previsão de estreia dos episódios, num vídeo que destaca o que vai chegar à plataforma em janeiro de 2019. Divulgado pelo YouTube da Netflix polonesa, a apresentação traz a cena inédita, com Jon Bernthal de volta ao papel de Frank Castle, ao final do vídeo. Confira abaixo. O dia de estreia dos novos episódios em janeiro ainda não foi revelado. A série do “Justiceiro” é uma das duas produções da Marvel remanescentes na Netflix, após os cancelamentos de “Punho de Ferro”, “Luke Cage” e “Demolidor”. A outra é “Jessica Jones”, que vai estrear sua 3ª temporada em 2019. A Disney ainda não se manifestou sobre a retomada das séries canceladas em outra plataforma.

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