Comercial de Vingadores: Ultimato origina nova teoria de fãs confundida com notícia
Os marvetes ganharam combustível para uma nova teoria, após o lançamento do comercial de “Vingadores: Ultimato” no Super Bowl. Uma cena com espaço em branco entre os personagens atiçou a imaginação geek, levando à conclusão de que o vídeo apagou uma personagem para não revelar um segredo. É a Capitã Marvel, juram no Twitter e no Reddit. Como se a presença da personagem fosse, realmente, um segredo. Tipo a ausência de Superman no marketing de “Liga da Justiça”. Com milhares de cenas disponíveis para inclusão nos 30 segundos do comercial, é preciso mesmo um enorme esforço mental para imaginar que os produtores selecionaram um trecho específico de meio segundo apenas para “apagar a Capitã Marvel” dele. E olha que esforço mental não é exatamente o que demonstra esta e as demais teorias que saltam da boca dos fãs para a imprensa, contrabandeadas como “notícias”. Às vezes, um espaço em branco é apenas um espaço em branco, diria Freud. Outras vezes, é um personagem criado por computação gráfica que ainda não foi inserido, como o Rocket que aparece logo na cena seguinte junto aos demais personagens da cena “misteriosa”. Outras vezes, o “vazio existencial” é alguém que, por problemas de agenda, não pôde estar presente naquele dia de filmagem e será inserido posteriormente na edição. Algo muito mais comum do que a maioria imagina, nesses dias de efeitos digitais. Vale lembrar que “Vingadores: Ultimato” ainda está em fase de edição e alguns elementos ainda não foram finalizados. Quando a cena ressurgir em outro comercial, mais adiante, com a “revelação” da personagem misteriosa, provavelmente vai causar menos espanto que os geeks de plantão imaginam. Afinal, esse mistério sugere apenas um corte não finalizado, que deve se materializar na pós-produção como uma sequência trivial do filme. Felizmente, essas teorias toscas – e
Novo teaser de Toy Story 4 ganha versão dublada em português
A Disney divulgou a versão dublada em português do novo teaser de “Toy Story 4”. Exibido na TV americana durante o intervalo televisivo do Super Bowl, o vídeo revela a volta da boneca-pastorinha Betty (ou Bo Beep, no original, dublada por Ann Potts), namorada de Woody (Tom Hanks) que não apareceu no filme anterior – e já virou alvo de campanha da PETA, ONG que protesta contra o uso do cajado da personagem. Além do casal, a prévia destaca a rivalidade entre Buzz Lyghtyer (Tim Allen) e dois novos personagens, Ducky (patinho) e Bunny (coelhinho), numa estande de prêmios de parque de diversões. Eles são dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele (famosos pela série de comédia “Key and Peele”, antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!”). Segundo a sinopse oficial, “Toy Story 4” vai começar após os acontecimentos mostrados em “Toy Story 3”, com os brinquedos em sua casa nova, como propriedade da pequena Bonnie. Quando Forky, um garfo com bracinhos, é adicionado à turma, as coisas começam a sair do controle e os brinquedos descobrem “quão grande o mundo pode ser”. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Toy Story 4 ganha comercial com a volta de Betty e novos brinquedos
A Disney divulgou um novo comercial de “Toy Story 4”. Exibido na TV americana durante o intervalo televisivo do Super Bowl, o vídeo volta a mostrar a boneca-pastorinha Betty (ou Bo Beep, no original, dublada por Ann Potts), namorada de Woody (Tom Hanks) que não apareceu no filme anterior – e já virou alvo de campanha da PETA, ONG que protesta contra o uso do cajado da personagem. Além do casal, a prévia destaca a rivalidade entre Buzz Lyghtyer (Tim Allen) e dois novos personagens, Ducky (patinho) e Bunny (coelhinho), numa estande de prêmios de parque de diversões. Eles são dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele (famosos pela série de comédia “Key and Peele”, antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!”). Segundo a sinopse oficial, “Toy Story 4” vai começar após os acontecimentos mostrados em “Toy Story 3”, com os brinquedos em sua casa nova, como propriedade da pequena Bonnie. Quando Forky, um garfo com bracinhos, é adicionado à turma, as coisas começam a sair do controle e os brinquedos descobrem “quão grande o mundo pode ser”. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Capitão América lidera super-heróis no comercial legendado de Vingadores: Ultimato
A Marvel divulgou um novo comercial legendado de “Vingadores: Ultimato”. Exibido na TV americana durante o intervalo do Super Bowl, mostra o Capitão América (Chris Evans) assumindo a liderança do grupo de super-heróis sobrevivente do massacre de Thanos, enquanto Homem de Ferro (Robert Downey Jr) e Nebula (Karen Gillan) lutam contra problemas tecnológicos de sua nave espacial, à deriva no espaço. A prévia também revela o clima desolador que tomou conto do mundo após metade da humanidade desaparecer. E apesar do discurso motivador do Capitão América, até os heróis parecem deprimidos. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Ultimato” vai chegar mais cedo nos cinemas brasileiros: em 25 de abril, uma semana antes do previsto.
Annie Awards: Homem-Aranha no Aranhaverso vence tudo no “Oscar da animação”
“Homem-Aranha no Aranhaverso” saiu consagrado do Annie Awards 2019, premiação que celebra as melhores produções do gênero, lançadas no cinema e na TV. O filme da Sony venceu todas as categorias que disputou, na cerimônia realizada na noite de sábado (2/2) em Los Angeles, incluindo Melhor Animação, Direção, Roteiro e Dublagem. Não é à toa que o Annie Awards é considerado o “Oscar da animação”. Geralmente, os vencedores do prêmio também conquistam a estatueta de Melhor Animação na cerimônia da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Confira abaixo a lista completa dos vencedores, que também inclui prêmios para “O Retorno de Mary Poppins”, “Os Incríveis 2”, o japonês “Mirai”, a série do “Mickey Mouse” e duas produções da Netflix, “Hilda” e “BoJack Horseman”, líderes das categorias “televisivas”. Melhor Longa Animado Homem-Aranha no Aranhaverso Melhor Longa Animado Independente Mirai Melhor Produção Especial Animada O Retorno de Mary Poppins Melhor Curta Animado Weekends Melhor Série de Animação – Crianças em Idade Pré-Escolar Ask the StoryBots Melhor Série de Animação – Crianças Hilda Melhor Série de Animação – Público Geral BoJack Horseman Melhor Direção em Série Animada Disney Mickey Mouse – Eddie Trigueros Melhor Direção em Longa Animado Homem-Aranha no Aranhaverso – Bob Persichetti, Rodney Rothman, Peter Ramsey Melhor Roteiro em Longa Animado Homem-Aranha no Aranhaverso Melhor Roteiro em Série Animada Hilda Melhor Dublagem em Longa Animado Ilha dos Cachorros – Bryan Cranston como Chief Melhor Dublagem em Série Animada BoJack Horseman – Will Arnet, como BoJack Melhor Edição em Programa para a TV Operação Big Hero: A Série Melhor Edição em Filme de Animação Homem-Aranha no Aranhaverso Melhor Música em Longa Animado Os Incríveis 2 – Michael Giacchino Melhor Música em Série Animada Disney Mickey Mouse – Christopher Willis Melhor Design de Produção para a TV Age of Sail Melhor Design de Produção em Filme de Animação Homem-Aranha no Aranhaverso Melhor Storyboard para a TV Disney Mickey Mouse Melhor Storyboard em Filme de Animação Os Incríveis 2 Melhores Efeitos de Animação em Produção para a TV Tales of Arcadia: Trollhunters Melhores Efeitos de Animação em Filme de Animação WiFi Ralph: Quebrando a Internet Melhor Animação de Personagem em Produção para TV Hilda – O Rei, Hilda, Arfur Melhor Animação de Personagem em Filme de Animação Homem-Aranha no Aranhaverso – Múltiplos Personagens Melhor Animação de Personagens em Filme Live-Action O Retorno de Mary Poppins Melhor Animação de Personagens em Video Game GRIS – Gris (Cinemático) (VENCEDOR) Melhor Design de Personagem em Produção para TV Rapunzel’s Tangled Adventure – Rapunzel Bird, Cassandra Bird, Father Parrot, Special Birds Melhor Design de Personagem em Filme de Animação Homem-Aranha no Aranhaverso – Múltiplos Personagens Melhor Produção de Realidade Virtual Crow: The Legend Melhor Comercial de TV Animado Greenpeace ‘There’s a Rang-Tan In My, Bedroom’ Melhor Filme de Estudante Best Friend
Vidro se mantém no topo das bilheterias da América do Norte pela terceira semana consecutiva
Por conta do Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano, os cinemas dos Estados Unidos e do Canadá tiveram uma das piores bilheterias dos últimos tempos, com o melhor faturamento abaixo dos US$ 10 milhões. Enfrentando apenas um lançamento inédito no fim de semana, “Vidro” conseguiu se manter em 1º lugar pela terceira vez consecutiva. Responsável pela maior arrecadação, fez somente US$ 9,5M (milhões), mas está prestes a ultrapassar os US$ 200M em todo o mundo. É mais um sucesso da carreira do diretor M. Night Shyamalan, que bancou por conta própria o orçamento de US$ 23M e terá retorno considerável com seu investimento. A dramédia “Amigos para Sempre”, remake do sucesso francês “Intocáveis” (2011), também repetiu o 2º lugar, mas sua arrecadação internacional é um desastre. Sinal óbvio de que, hoje em dia, só americano vê remake americano. No Brasil, onde foi lançado em 17 de janeiro, não entrou nem no Top 10. A estreia da semana, por sinal, foi outro remake. “Miss Bala” trouxe Gina Rodriguez (“Jane the Virgin”) no papel que Stephanie Sigma desempenhou no original mexicano de 2011. Sem o diretor Gerardo Naranja, que depois comandou episódios tensos da série “Narcos”, “Miss Bala” implodiu em sua reprise em inglês com bilheteria de US$ 6,5M. Os fracassos dos remakes são cada vez mais óbvios. Mas Hollywood continua pagando para refilmar o que o resto do mundo já viu quando era original, assim como continua pagando direitos de videogames que nunca fazem sucesso ao virar filme. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vidro Fim de semana: US$ 9,5M Total EUA e Canadá: US$ 88,6M Total Mundo: US$ 198,9M 2. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 8,8M Total EUA e Canadá: US$ 75,5M Total Mundo: US$ 81,6M 3. Miss Bala Fim de semana: US$ 6,7M Total EUA e Canadá: US$ 6,7M Total Mundo: US$ 6,7M 4. Aquaman Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 323,5M Total Mundo: US$ 1,1B 5. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 4,4M Total EUA e Canadá: US$ 175,2M Total Mundo: US$ 347,2M 6. Green Book – O Guia Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA e Canadá: US$ 55,8M Total Mundo: US$ 81,3M 7. O Menino que Queria Ser Rei Fim de semana: US$ 4,2M Total EUA e Canadá: US$ 13,1M Total Mundo: US$ 16,7M 8. A Caminho de Casa Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 35,9M Total Mundo: US$ 50,9M 9. Escape Room Fim de semana: US$ 2,9M Total EUA e Canadá: US$ 52M Total Mundo: US$ US$ 96M 10. They Shall Not Grow Old Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA e Canadá: US$ 10,7M Total Mundo: US$ 10,7M
PETA protesta contra inclusão de boneca com cajado em Toy Story 4
A PETA, organização não governamental que luta pela defesa dos animais, decidiu protestar contra a inclusão da personagem Betty (Bo Beep, no original) com um cajado em forma de gancho em “Toy Story 4”. O argumento é que o cajado é símbolo da crueldade contra as ovelhas, usado historicamente para prender os animais pelas pernas e pescoço. A personagem é uma boneca pastora – e namorada de Woody – , que não apareceu em “Toy Story 3”. Ela é dublada por Annie Potts (de “Os Caça-Fantasmas”), Betty vai voltar para a franquia após ter passado por uma evolução de sua personalidade e visual, virando uma mulher mais decidida e que enfrenta novos desafios. A ONG pede para a Disney completar sua evolução com o abandono do cajado. “Uma Betty durona provavelmente iria perseguir o tosquiador, e não as ovelhas”, manifestou-se a PETA em comunicado. “[Um] símbolo de dominação sobre qualquer animal é uma coisa do passado e não algo que pertença a ‘Toy Story 4’. Por favor, vocês não podem considerar remover o gancho da Betty da animação final?”. A Disney ainda não comentou o caso. “Toy Story 4” chega aos cinemas em 20 de junho.
Robô clássico do primeiro Star Wars vai aparecer na série The Mandalorian
O cineasta Jon Favreau revelou em seu Instagram que “The Mandalorian” terá o retorno de mais um droide conhecido dos fãs de “Star Wars”. A primeira série live-action da galáxia da Lucasfilm contará com participação de R5-D4, o robozinho vermelho que Luke Skywalker (Mark Hamill) e seu tio Owen (Phil Brown) quase compraram no início do “Guerra nas Estrelas” original, de 1977. O droide surgiu bem no começo do clássico e foi apelidado de “Red” (ou “vermelho”) por Luke. Mas logo apresentou um defeito, o que fez com que o futuro jedi e seu tio o trocassem pelo icônico R2-D2. Alguém deve tê-lo consertado, porque a trama de “The Mandalorian” vai se passar anos depois do longa original, mas antes dos longas atuais, mais exatamente entre “O Retorno de Jedi” (1983) e “O Despertar da Força” (2015). De todo modo, R5-D4 não será o único robô da trilogia original que aparecerá na série. Anteriormente, Favreau publicou uma imagem de IG-88, que foi introduzido – muito brevemente – em “O Império Contra-Ataca” (1980). Favreau também revelou a premissa da atração em outro post no Instagram, publicado no começo de outubro. “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. O papel-título será desempenhado por Pedro Pascal (“Narcos”) e o elenco grandioso da produção ainda inclui Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Emily Swallow (“Supernatural”), Omid Abtahi (“Deuses Americanos”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”) e até o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”). Produzida para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), a série ainda não tem previsão de estreia.
Teaser e pôster de Toy Story 4 destacam a volta da boneca Betty
Sumida de “Toy Story 3”, a boneca-pastorinha Betty (ou Bo Beep, no original) está de volta em “Toy Story 4”, próximo filme da franquia de animação da Pixar. A namorada de Woody, dublada originalmente por Annie Potts (de “Os Caça-Fantasmas”), fez seu retorno triunfal em um teaser e ganhou seu próprio pôster individual da animação. E ela está bem diferente. Veja abaixo. Segundo o diretor de Toy Story 4, Josh Cooley, o reencontro entre Woody e Betty mostrará como os dois agora têm visões diferentes sobre o que significa ser um brinquedo depois de todos esses anos separados. “Betty assumiu o controle de seu próprio destino. Enquanto Woody observava Andy crescer, Betty juntava poeira. Até que ela se encarregou de sair para o mundo. E quando Woody aparece, eles não podem acreditar que se encontraram novamente”, disse Cooley à revista EW. “Toy Story 4” estreia dia 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos. Bo's Back. #ToyStory4 pic.twitter.com/GgkISnYTcv — Toy Story 4 (@toystory) January 28, 2019
Vidro aguenta as pedradas e lidera bilheteria dos EUA pelo segundo fim de semana
“Vidro” não se estilhaçou e manteve a liderança da bilheteria em seu segundo fim de semana de exibição nos Estados Unidos e Canadá. O longa arrecadou US$ 19 milhões entre sexta e domingo (27/1), chegando ao total de US$ 73M (milhões) no mercado doméstico. O baixo orçamento, na casa dos US$ 23M, significa que a produção já é lucrativa. O que é uma boa notícia para o diretor Night M. Shyamalan, pois todo o filme foi financiado por ele mesmo, aguentando pedradas sem misericórdia da crítica, com apenas 36% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Em 2º lugar, a dramédia “Amigos para Sempre”, remake americano de “Intocáveis”, também manteve a mesma posição da semana anterior. O longa estrelado por Kevin Hart faturou mais US$ 12 milhões para atingir US$ 63,1M na América do Norte, mas ainda não cobriu seu orçamento, estimado em US$ 37,5 milhões, e vai precisar do público internacional para empatar as despesas. E aí reside o problema, já que esta é a terceira versão da mesma história e o original foi um maiores sucessos mundiais recentes do cinema francês entre o público que lê legendas. No Brasil, onde foi lançado em 17 de janeiro, não entrou nem no Top 10. Surpresa da semana passada, “Dragon Ball Super: Broly” desabou para o 10º lugar do ranking norte-americano, após abrir em 3º. Com isso, “Aquaman” voltou ao Top 3. O longa do super-herói marinho fez mais US$ 7,3M, que o ajudou a atingir US$ 1,09B mundiais e bater o recorde de arrecadação de “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012), virando a adaptação de maior bilheteria da DC Comics em todos os tempos. As más notícias começam em 4º lugar, pois as estreias de sexta (25/1) não tiveram um desempenho tão bom. “O Menino Que Queria Ser Rei”, versão infantil da lenda do Rei Arthur passada nos dias de hoje, fez apenas US$ 7,2 milhões em seu 1º fim de semana. A crítica aprovou, com 86% no Rotten Tomatoes, mas o longa protagonizado pelo filho de Andy Serkis (o César da franquia “Planeta dos Macacos”) vai precisar fazer mágica no exterior. O lançamento no Brasil acontece na quinta (31/1). Já “Calmaria” foi por água abaixo, abrindo em 8º lugar com apenas US$ 4,8M. Trata-se de recorde negativo para Anne Hathaway: pior bilheteria de estreia da carreira da atriz. O noir tropical, que também é estrelado por Matthew McConaughey (que já fez coisa pior), também foi torpedeado pela crítica, afundando com 22% de aprovação. Chega nos cinemas brasileiros em 28 de fevereiro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vidro Fim de semana: US$ 19M Total EUA e Canadá: US$ 73,5M Total Mundo: US$ 162,6M 2. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 12,2M Total EUA e Canadá: US$ 63,1M Total Mundo: US$ 69,2M 3. Aquaman Fim de semana: US$ 7,3M Total EUA e Canadá: US$ 316,5M Total Mundo: US$ 1B 4. O Menino que Queria Ser Rei Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 7,2M Total Mundo: US$ 10,4M 5. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 6,1M Total EUA e Canadá: US$ 169M Total Mundo: US$ 338,1M 6. Green Book – O Guia Fim de semana: US$ 5,4M Total EUA e Canadá: US$ 49M Total Mundo: US$ 59,3M 7. A Caminho de Casa Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 30,8M Total Mundo: US$ 41,3M 8. Calmaria Fim de semana: US$ 4,8M Total EUA e Canadá: US$ 4,8M Total Mundo: US$ 4,8M 9. Escape Room Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA e Canadá: US$ 47,9M Total Mundo: US$ US$ 76,4M 10. Dragon Ball Super: Broly Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA e Canadá: US$ 28,9M Total Mundo: US$ 98,8M
Oscar 2019 considera Netflix um dos mais importantes estúdios de Hollywood
A Netflix já é um dos mais importantes estúdio de Hollywood, de acordo com a amostragem do Oscar 2015. Ao todo, produções do gigante de streaming tiveram 15 indicações ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Este sucesso foi puxado por “Roma”, de Alfonso Cuaron, que liderou a lista com 10 nomeações, seguido por “A Balada de Buster Scruggs”, dos irmãos Coen, com três, e se completa com mais duas indicações para Curtas de Documentário. O número de 15 indicações também é igual ao total de vezes que a Netflix tinha sido lembrada em todas as edições anteriores do Oscar. Somando até agora 30 nomeações, a empresa tem apenas uma vitória: o Oscar de Melhor Documentário por “Ícaro” no ano passado. A liderança em 2019 é compartilhada com o tradicional estúdio Fox Searchlight, que também disputa 15 prêmios. No ano passado, a Searchlight venceu o Oscar de Melhor Filme com “A Forma da Água”. Este ano, compete com “A Favorita” (empatado com “Roma” com 10 nomeações), “Poderia Me Perdoar?” (3) e “Ilha dos Cães” (2). A Annapurna, maior estúdio 100% indie da premiação, aparece em 3º lugar com 11 indicações, divididas entre “Vice” (8) e “Se a Rua Beale Falasse” (3). A combinação de estúdios conglomerados, porém, faz estes números mudarem radicalmente. Juntando suas produções, como “Bohemian Rhapsody”, aos títulos da Fox Searchlight, o grupo Fox se destaca em 20 prêmios. E é seguido pela junção de Universal e Focus, bem como da Disney e suas subdivisões (Pixar, Marvel e Lucasfilm), empatados com 17 indicações. Mas o detalhe é que a Disney comprou a Fox, o que, na prática, eleva a quantidade de nomeações sob controle do CEO Bob Iger para 37. E esta vantagem global da Disney, somada à quantidade de indicações da Netflix, implica que muita coisa mudou no Oscar. Afinal, se uma plataforma de streaming e o estúdio de menor tradição na premiação – que sempre preferiu dinheiro a críticas positivas – foram os mais valorizados, talvez a Academia já tenha implementado neste ano seu projeto de transformar o Oscar na eleição do Filme mais Popular do ano. Vale lembrar que uma categoria de Filme Popular foi esboçada para a premiação deste ano, mas acabou arquivada após reclamações generalizadas. Ela pode estar não visível no Oscar 2019, porque foi incorporada em espírito.
Vidro abre em 1º lugar nos EUA, mas a surpresa é Dragon Ball Super: Broly
“Vidro” estreou em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, mas um pouco estilhaçado por conta das elevadas expectativas sobre seu lançamento. Algumas projeções para a continuação/crossover de “Corpo Fechado” (2000) e “Fragmentado” (2016) tratavam o novo longa de M. Night Shyamalan como um blockbuster em potencial, com abertura na casa dos US$ 100M (milhões). Em menos de uma semana, os otimistas cortaram as estimativas pela metade. E mesmo assim a estreia ficou abaixo delas. O lançamento também foi acompanhada por pedradas da imprensa, que quebraram expectativas com apenas 36% de aprovação no Rotten Tomatoes. Entretanto, ao atingir US$ 40,5M de faturamento, tornou-se a terceira maior estreia do diretor, atrás de “A Vila” (2004) e “Sinais” (2002). Também ficou com o posto de terceira maior abertura de cinema durante o feriadão dedicado a Martin Luther King nos Estados Unidos. E teve um bom começo internacional, ajudando o total a chegar a US$ 89M em todo o mundo. O baixo orçamento, na casa dos US$ 23M, garante que a produção será lucrativa. O que é uma boa notícia para Shyamalan, pois todo o filme foi financiado pelo próprio diretor. Já a surpresa positiva do fim de semana ficou para o desempenho de “Dragon Ball Super: Broly”, que abriu em 3º lugar nos EUA, um pouco atrás do faturamento de “Amigos para Sempre” (em 2º lugar). Lançado em 1,2 mil salas (contra mais de 3 mil da concorrência), o longa animado rendeu US$ 10,6M, celebrando a maior abertura de toda a franquia “Dragon Ball” (já são 20 filmes) nos Estados Unidos e no Canadá. Outros filmes em cartaz atingiram marcas expressivas por seus desempenhos contínuos. “Aquaman”, por exemplo, ultrapassou US$ 300M de arrecadação no mercado doméstico, “Bumblebee” superou US$ 400M mundiais (graças à China), e “O Retorno de Mary Poppins” e “Homem-Aranha no Aranhaverso” passaram dos US$ 300M mundialmente. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vidro Fim de semana: US$ 40,5M Total EUA e Canadá: US$ 40,5M Total Mundo: US$ 89M 2. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 15,6M Total EUA e Canadá: US$ 43,9M Total Mundo: US$ 48M 3. Dragon Ball Super: Broly Fim de semana: US$ 10,6M Total EUA e Canadá: US$ 21M Total Mundo: US$ 86,9M 4. Aquaman Fim de semana: US$ 10,3M Total EUA e Canadá: US$ 304,3M Total Mundo: US$ 1B 5. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 158,2M Total Mundo: US$ 322,8M 6. A Caminho de Casa Fim de semana: US$ 7,1M Total EUA e Canadá: US$ 21,2M Total Mundo: US$ 26,3M 7. Escape Room Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 40,7M Total Mundo: US$ 53,7M 8. O Retorno de Mary Poppins Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 158,7M Total Mundo: US$ 306M 9. Bumblebee Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA e Canadá: US$ 115,9M Total Mundo: US$ US$ 412,3M 10. Suprema Fim de semana: US$ 3,9M Total EUA e Canadá: US$ 16,8M Total Mundo: US$ 17,5M
WiFi Ralph é crossover publicitário com mais marcas que personagens
Ao contrário de “Detona Ralph”, que priorizou uma história ao invés da tentar agradar os fãs de games, “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” se perde entre referências. É basicamente um fiapo de roteiro que se apoia num excesso de check-ins e curtidas pelo maior crossover publicitário já feito no cinema. E além de se referir a si mesma na história, a Disney ainda passa a mensagem de que amizade via Facebook e WhatsApp deve ser tão valorizada quanto brincar com crianças no mundo real – o oposto do que todos falam, por sinal. Para começo de conversa, o filme de 2012, ainda que desenvolvido sob a direção criativa de John Lasseter, nunca foi um “Toy Story”, “Procurando Nemo”, “Wall-e”, “Divertidamente” ou “Up”. No padrão Pixar, teria ficado no segundo escalão. Mas para a Disney pós-“O Rei Leão” até que ficou de bom tamanho. A parceria do estúdio com Lasseter depois renderia “Zootopia” e “Moana”, saindo-se melhor que alguns lançamentos da própria Pixar. Mas “Detona Ralph” se contentava em ser uma aventura extremamente divertida com personagens adoráveis, ao mesmo tempo que prestava homenagem aos games do século passado e aos gamers de todas as gerações. “WiFi Ralph”, por sua vez, encosta os coadjuvantes anteriores para apresentar novos personagens (fraquíssimos) e demora a começar para valer. Os primeiros minutos são puro marasmo, oferecendo uma série de referências a games que estão lá somente para satisfazer nerds, que buscam nada mais que referências. Pior que isso: denunciam logo de cara que não há muito o que contar na continuação, como tinha ficado claro durante os créditos finais de “Detona Ralph”. É por isso que Ralph (voz de John C. Reilly, nas versões em inglês) e Vanellope (voz de Sarah Silverman) saem do limitado mundo dos velhos arcades e partem rumo ao universo de possibilidades infinitas da internet para recuperar uma peça fundamental do jogo da princesa, “Corrida Doce”. Quando Ralph e Vanellope entram na rede, o filme de Phil Johnston e Rich Moore mostra o que tem de melhor: as técnicas de animação evoluíram muito de 2012 para 2018, rendendo um visual limpinho e gigantesco para ilustrar a imensidão da internet. Também é bastante criativa a maneira como caracterizaram os avatares dos usuários, os pop-ups, o Instagram, os vírus, a deep web, os jogos onlines e os vídeos babacas que viralizam no YouTube. Mas “WiFi Ralph” também convida o público a apontar “Ei, ali está a logo do Facebook!”, “Os passarinhos são o Twitter!”, “Ah, os Stormtroopers!”, “Caramba, o Homem de Ferro!”, “Iti malia! São as princesas Disney!”, “A Branca de Neve digital ficou com cara de louca, não?”, “Vi o Google lá em cima!”, “Olha o Pinterest!”. Referências que parecem ocupar mais espaço que a própria história, porque roteiro que é bom, nada. Um lampejo começa a ser esboçado da metade para o final. Pena que não dialogue com o resto do filme, embora os minutos iniciais de “WiFi Ralph” joguem algumas pistas no ar que se perdem rapidamente. É uma mensagem ousada para a Disney, mas também questionável, porque a animação é feita essencialmente para crianças e o verdadeiro público-alvo provavelmente não terá maturidade suficiente para assimilar. Além disso, a ideia de valorizar a comunicação via redes sociais parece anúncio pago das grandes marcas que estampam diversas cenas de “WiFi Ralph”. No fim, fica a sensação de que alguém revisou o roteiro para inserir marketing de conteúdo no lugar da história. Apesar de contar com um universo cheio de potencial, a Disney fez de “Detona Ralph” uma jornada completa e centrada nas redenções de dois personagens. Já “WiFi Ralph” se encanta pelo tamanho desse universo, que engole os dois personagens, deixando-os sem rumo. Sobram referências e falta história no roteiro bagunçado, que tem até um inesperado número musical, supostamente engraçadinho, com uma canção ruim de doer.










