Chefe do Hulu sugere salvar as séries da Marvel canceladas pela Netflix
Após anunciar a criação de um universo animado adulto da Marvel, a plataforma de streaming Hulu pode salvar “Demolidor” e as outras séries que foram canceladas pela Netflix. Pelo menos foi o que sugeriu o vice-presidente de conteúdo Craig Erwich, em entrevista ao site The Wrap durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Além de “Demolidor”, as séries “Luke Cage” e “Punho de Ferro” foram canceladas em retaliação à decisão da Disney de tirar seu conteúdo da Netflix para lançar sua própria plataforma. Ainda são esperados os cancelamentos de “O Justiceiro”, que superou expectativas em sua 2ª temporada, e “Jessica Jones”, que deve exibir sua 3ª temporada em breve. “A Marvel tem muitos títulos nos quais estaríamos interessados”, disse Erwich. “Tudo depende de quando eles estarão disponíveis, e quem estaria por trás dessas séries”. A resposta obrigatoriamente vaga tem um elemento importante de informação: a questão da disponibilidade. O contrato assinado entre Netflix e Marvel impede que a Disney aproveite qualquer série que tenha sido cancelada antes de um prazo de dois anos. Entretanto, como estas produções são demoradas, a decisão de começar as gravações deve ser tomada nos próximos meses para um (re)lançamento no final de 2020. A plataforma Hulu já exibe uma série da Marvel, “Fugitivos” (Runaways), que estreou em 2017 e caminha para a sua 3ª temporada, ainda não confirmada oficialmente. Na segunda-feira (11/2), o serviço anunciou a produção de quatro séries de animação adultas com personagem dos quadrinhos da editora, num modelo que reflete o projeto da Marvel com a Netflix. “Eu tenho certeza que a nossa relação com a Marvel só vai se expandir a partir de agora”, comentou Erwhich. “Nós temos uma boa conexão criativa com eles. Muitas oportunidades ainda vão surgir, com certeza”. Em consonância com esse projeto, o CEO da Disney, Bob Iger, confirmou que sua estratégia de streaming inclui reforçar o Hulu com material do estúdio focado no público adulto. Saiba mais aqui.
Hulu anuncia quatro séries animadas adultas da Marvel, do pato Howard à cantora Cristal
A plataforma de streaming Hulu anunciou a expansão da sua parceria com a Marvel, iniciada com a série “Fugitivos” (Runaways), que está a caminho de sua 3ª temporada. A ideia é similar ao projeto que lançou as séries da editora na Netflix, com a produção simultânea de quatro atrações diferentes, que depois se cruzarão em uma minissérie, dando origem a um novo “supergrupo” de heróis. O detalhe é que as produções serão animadas. E o novo supergrupo foi batizado com o antônimo de The Defenders (Os Defensores), a minissérie da Netflix. Os heróis se chamarão The Offenders (Os Ofensores). O principal destaque é a produção de uma série animada de “Howard, o Pato” (Howard the Duck), um pato antropomórfico que fuma charutos e trabalha como detetive, criado por Steve Gerber e Val Mayerik em 1973, uma década antes das “Tartarugas Ninja”, com quem compartilha algumas coincidências – como a melhor amiga gostosa. O personagem já teve até filme, “Howard, o Super-Herói”, um fracasso clamoroso de 1986, e apareceu na franquia “Guardiões da Galáxia”. O cineasta Kevin Smith (“O Balcoinista”) vai conduzir a nova série de Howard, que pretende incorporar o humor ácido que tornou o pato falante tão popular nos quadrinhos. “Tigra & Dazzler Show” é outra série sobre personagens que também tiveram revista própria no passado distante da Marvel. Vai mostrar a heroína-cantora pop Cristal e sua amiga Tigresa vivendo em Los Angeles, com produção da comediante Chelsea Handler (que até 2017 tinha o seu próprio talk show na Netflix). Nem todas são estreladas por heróis. “M.O.D.O.K.” traz o clássico vilão da I.M.A. (espécie de H.I.D.R.A. tecnológica) de cabeça enorme, que luta para manter sua organização criminosa e sua família unidas em um momento difícil, e terá o comediante Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”) como showrunner. Por fim, a quarta série é “Hit-Monkey”, que acompanha um macaco que se torna assassino profissional após aprender as habilidades necessárias para o trabalho com um dos melhores mercenários do mundo – entre eles, Deadpool, com quem o símio contracenou em sua primeira aparição nos quadrinhos em 2010. É escrita por Josh Gordon e Will Speck (“A Última Ressaca do Ano”). As quatro séries se juntarão em “The Offenders”, após finalizarem suas primeiras temporadas. Nenhum dos projetos tem data de estreia definida, por enquanto.
Trailer legendado de Aladdin revela o gênio azul de Will Smith
A Disney divulgou um trailer legendado de “Aladdin”, que é basicamente um teaser estendido, centrado na cena da caverna, e registra o encontro entre o personagem-título e Will Smith. Ou melhor, a nova versão do Gênio da lâmpada, que é bastante musculoso, alto, completamente azul e a cara do Will Smith. O elenco conta ainda com o pouco conhecido Mena Massoud (da série “Jack Ryan”) no papel de Aladdin, além de Naomi Scott (“Power Rangers”), que vive a Princesa Jasmine, e Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar, todos vistos na prévia. Além destes personagens, o filme também inclui Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”) no papel do Príncipe Anders, que não faz parte do desenho de 1992 nem da fábula das “Mil e Uma Noites”. O ator loiro já foi o Príncipe de Rapunzel no musical “Caminhos da Floresta” (2014) e chama atenção no meio do elenco formado por atores de pele escura. Mas não será a única diferença em relação à trama da animação. A comediante Nasim Pedrad (série “New Girl”) também terá um papel exclusivo do filme, Dalia, uma criada da Princesa, que ocupará a vaga de confidente preenchida pelo tigre Rajah na animação. Com estreia prevista para maio de 2019, “Aladdin” foi escrito por John August (“Sombras da Noite”, “A Noiva Cadáver”) e teve seu roteiro revisado por Vanessa Taylor (“A Forma da Água”) e o diretor Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), que é o responsável pela filmagem. O lançamento faz parte da leva de remakes modernos do catálogo de animações da Disney, um filão lucrativo que já rendeu sucessos como “Alice no País das Maravilhas” (2010), “Malévola” (2014), “Cinderella” (2015), “Mogli, o Menino Lobo” (2016), “A Bela e a Fera” (2017), e que tem muitas outras refilmagens previstas para 2019.
Dumbo ganha novos pôsteres e trailer legendado só com cenas inéditas
A Disney divulgou uma nova galeria de pôsteres de personagens e mais um trailer legendado de “Dumbo”, remake live-action do clássico animado de 1941. A prévia é repleta de cenas inéditas. Todos os diálogos são novos e a maioria dos trechos destacados ainda não tinha sido vislumbrado no material divulgado até então. A ênfase é no espetáculo circense proporcionado pelo voo do personagem do título. Ao contrário de outras adaptações recentes do catálogo da Disney, “Dumbo” não é um filme de bichos falantes. Mas mantém os mesmos desafios, sofrimentos e triunfos do protagonista do desenho famoso, em sua vida como elefantinho de circo. No roteiro escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), o dono de um circo em dificuldades financeiras, Max Medici (Danny DeVito), convoca a ex-estrela Holt Farrier (Colin Farrell) e seus filhos Milly (Nico Parker) e Joe (Finley Hobbins) para cuidar do elefantinho recém-nascido cujas orelhas enormes o transformam em piada. As orelhas lhe renderam ridicularização e o apelido de Dumbo (uma ofensa derivada da palavra “dumb”, estúpido), mas quando descobrem que elas o permitem voar, o circo renasce, atraindo o persuasivo empresário V.A. Vandevere (Michael Keaton), que recruta o animal para seu mais novo empreendimento, o Dreamland. Dumbo passa a fazer sucesso ao lado da acrobata Colette Marchant (Eva Green), mas logo Holt descobre que Dreamland é cheio de segredos sombrios. A produção é a segunda fábula encantada da Disney dirigida pelo cineasta Tim Burton, que, com o sucesso de “Alice no País das Maravilhas” em 2010, deu início à onda de refilmagens com atores de carne e osso das animações do estúdio. A estreia está marcada para 28 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Uma Aventura Lego 2 estreia em 1º lugar, mas com metade da bilheteria do filme original
“Uma Aventura Lego 2” estreou em 1º lugar na América do Norte com a bilheteria de US$ 34,6M (milhões). Apesar de assumir o topo do ranking, o desempenho ficou baixo das expectativas, já que representa metade do obtido pelo lançamento do primeiro “Uma Aventura Lego” em 2014 – US$ 69M nos EUA e no Canadá. A crítica gostou, com 84% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. Mas os números que importam indicam que este provavelmente foi o último capítulo da saga do boneco lego Emmett. O filme também estreou no Brasil e em diversos outros países neste fim de semana, rendendo ainda menos que no mercado norte-americano, ao enfrentar uma disputa direta com “Como Treinar Seu Dragão 3” – inédito nos EUA. O 2º lugar do ranking norte-americano ficou com a comédia “Do Que os Homens Gostam”, remake feminino e negro de “Do que as Mulheres Gostam” (2000), no qual o papel de Mel Gibson foi reinventado para Taraji P. Henson (da série “Empire”). Fez US$ 19M, mas não agradou à crítica (49%) e deve ser lançado direto em streaming no Brasil. Mais uma estreia decepcionante completou o pódio em 3º lugar. Após uma entrevista polêmica, com confissão de racismo de Liam Neeson, “Vingança a Sangue Frio” fez apenas US$ 11 milhões, tornando-se uma das piores estreias da carreira do ator nos últimos anos. A ironia é que o longa, remake do suspense nórdico “O Cidadão do Ano” (2014), foi considerado um dos melhores thrillers da fase vingativa de Neeson – isto é, desde “Busca Implacável” (2008) – , com 74% de aprovação no Rotten Tomatoes. Estreia na quinta (14/2) nos cinemas brasileiros. Outro remake, “Amigos para Sempre”, ficou em 4º lugar, atingindo um total de US$ 85,8M nos Estados Unidos e Canadá em cinco semanas. Este desempenho é ofuscado pelo fato de o longa ser um dos maiores fracassos internacionais do ano. Rendeu só US$ 8,9M no resto do mundo, com apenas mais dois países para estrear, provavelmente porque é a terceira versão da mesma história, depois do original “Intocáveis” (2011) em francês e um remake em espanhol. Após liderar por três semanas, “Vidro” caiu para o 5º lugar, prestes a atingir US$ 100M no mercado doméstico. Orçado em torno de US$ 20M, o filme de M. Night Shyamalan faturou dez vezes mais que seu investimento e já soma US$ 221,4M mundiais. Abaixo do Top 5, ainda houve a abertura de uma quarta estreia fracassada. O terror “Maligno” (The Prodigy) implodiu com apenas US$ 6M em 6º lugar – e 45% de aprovação da crítica. Este lançamento pavoroso chega daqui a um mês ao Brasil, em 14 de março. Para completar, mais um lembrete para Hollywood parar de fazer remakes: “Miss Bala”, refilmagem do thriller mexicano homônimo de 2011, desabou para o 10º lugar em sua segunda semana. Sim, há 4 remakes entre os 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, mas todos tendem a dar prejuízo. Clique nos títulos abaixo para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Uma Aventura Lego 2 Fim de semana: US$ 34,4M Total EUA e Canadá: US$ 34,4M Total Mundo: US$ 52,5M 2. Do Que os Homens Gostam Fim de semana: US$ 19M Total EUA e Canadá: US$ 19M Total Mundo: US$ 19M 3. Vingança a Sangue Frio Fim de semana: US$ 10,8M Total EUA e Canadá: US$ 10,8M Total Mundo: US$ 10,8M 4. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 85,8M Total Mundo: US$ 94,7M 5. Vidro Fim de semana: US$ 6,4M Total EUA e Canadá: US$ 98,4M Total Mundo: US$ 221,4M 6. Maligno Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 6M Total Mundo: US$ 6M 7. Green Book – O Guia Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 61,5M Total Mundo: US$ 106,1M 8. Aquaman Fim de semana: US$ 3,3M Total EUA e Canadá: US$ 328,5M Total Mundo: US$ 1,1B 9. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 179,8M Total Mundo: US$ US$ 352,5M 10. Miss Bala Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 11,8M Total Mundo: US$ 11,9M
Star vs. As Forças do Mal vai acabar na 4ª temporada
O Disney Channel vai encerrar a série animada “Star vs. As Forças do Mal” (Star vs The Forces of Evil) em sua 4ª temporada. “Colocamos nosso coração e alma nesta temporada final, e mal podemos esperar para celebrar a emocionante conclusão da série com nossos fãs que permaneceram leais ao longo desta jornada”, disse a criadora-produtora Daron Nefcy, em comunicado. Nefcy é apenas a segunda mulher a produzir uma série original para o Disney Channel. E sua criação fez história por mostrar o primeiro beijo gay animado da Disney – no 20º episódio da 2ª temporada – , em meio a uma cena em que vários casais se beijavam, entre eles casais gays. Pouco a pouco, a Disney vem assumindo a defesa da diversidade, muito por conta da opção sexual dos próprios criadores de seus desenhos. Um dos vencedores do Oscar 2017 de Melhor Animação por “Zootopia”, o diretor e roteirista Byron Howard, homenageou seu marido no discurso de agradecimento. As mudanças podem ser sentidas nas animações mais recentes do estúdio, como “Frozen” (2014), em que o amor verdadeiro da história era o de Elza pela irmã, e não por um príncipe encantado, e “Moana” (2016), em que a Princesa se mostrava mais valente que os homens e não busca romance algum.
Chris Pratt confirma que Guardiões da Galáxia Vol. 3 usará roteiro de James Gunn
O ator Chris Pratt confirmou que “Guardiões da Galáxia Vol. 3” vai ser filmado com o roteiro deixado por James Gunn antes de ser demitido pelo chefão da Disney. Ele deu a notícia durante uma entrevista ao programa “MTV News”, ao ser perguntado se a Marvel pretendia aproveitar o trabalho de Gunn. “Sim. Eu li o roteiro, e é incrível. É tão, tão bom”, disse o ator. Dave Bautista chegou a dizer que não faria o filme se o roteiro fosse descartado após a demissão do cineasta. Além dele, vários integrantes da franquia manifestaram-se individualmente e o elenco se juntou numa manifestação coletiva de apoio, publicando uma carta aberta pedindo a recontratação de Gunn. Gunn foi demitido em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Horn classificou as mensagens como “indefensáveis” e o diretor foi trabalhar com a DC na adaptação de “Esquadrão Suicida 2”. Pratt também comentou os “sentimentos complicados” sobre terminar a trilogia dos “Guardiões” sem o diretor. “Bom, eu amo James”, disse Pratt. “Eu sou leal a ele”. “Nós vamos entregar o filme, dar aos fãs o que eles merecem”, continuou. “Está na natureza dos ‘Guardiões da Galáxia’ se juntar e fazer o nosso trabalho, então é isso que faremos”.
Arte oficial de Vingadores: Ultimato revela novos uniformes dos heróis
A primeira imagem oficial em boa definição dos heróis de “Vingadores: Ultimato” foi divulgada. Mas não pela Marvel. Veio de um parceiro comercial. Uma marca de pipocas foi a responsável por revelar a arte, que mostra o sexteto original com o visual de “Vingadores: Ultimato”. Lá estão Thor (Chris Hemsworth) com o machado Stormbreaker, o Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) e o Capitão América (Chris Evans) com trajes que parecem combinar visuais dos filmes anteriores, Viúva Negra (Scarlett Johansson) novamente ruiva, além de usar uma espécie de disco no seu pulso esquerdo, o Hulk (Mark Ruffalo) uniformizado e Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) todo de preto, rebatizado como Ronin. O filme dirigido pelos irmãos Joe e Anthony Russo chega aos cinemas brasileiros em 25 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Sinopse oficial de Vingadores: Ultimato fala em consequências para os heróis
A Disney revelou nesta quinta-feira (7/2) a sinopse oficial de “Vingadores: Ultimato”. Ela apareceu pela primeira vez no site australiano do estúdio. “Após os devastadores eventos de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ (2018), o universo está em ruínas devido aos esforços do Titã Louco, Thanos. Com a ajuda de seus aliados remanescentes, os Vingadores precisam se unir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importando as consequências”, diz o texto. Os “devastadores eventos” foram, claro, a dizimação de metade da população do universo num estalar de dedos de Thanos, após o vilão vencer os heróis e reunir as seis Joias do Infinito. Já as “consequências” podem estar relacionadas ao final do contrato dos principais atores do universo Marvel, o que gera aflição e teorias de fãs sobre o destino dos heróis remanescentes, como Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Capitão América (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Hulk (Mark Ruffalo) e Viúva Negra (Scarlett Johnasson). Eles contarão com os reforços do Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), Homem-Formiga (Paul Rudd) e Capitã Marvel (Brie Larson) para reverter os feitos do vilão e trazer de volta os heróis mortos. Entre os heróis que “viraram poeira” neste evento catastrófico estão Homem-Aranha (Tom Holland), Senhor das Estrelas (Chris Pratt), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Soldado Invernal (Sebastian Stan) e muitos outros. O filme dirigido pelos irmãos Joe e Anthony Russo chega aos cinemas em 25 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Plano da Disney para séries adultas da Fox pode salvar Demolidor, Luke Cage e Punho de Ferro
O CEO da Disney, Bob Iger, adiantou parte da estratégia que pretende adotar com a aquisição da Fox e o lançamento do serviço de streaming Disney+ (Disney Plus), durante teleconferência para investidores do mercado financeiro. Em particular, como pretende aproveitar o material que não é exatamente “de família” em seus planos de competir com a Netflix. Iger revelou que pretende operar três plataformas de streaming simultâneas, que poderão ser assinadas juntas (num pacote com descontos) ou individualmente. Uma delas é o serviço da ESPN, que já funciona nos Estados Unidos, oferecendo conteúdo esportivo. As outras duas são a anunciada Disney+ (Disney Plus), que trará séries e filmes para toda a família, e a incorporação da Hulu, que será focada no público mais adulto. Com a compra da Fox, a Disney passará a controlar a Hulu, assumindo 60% de suas ações – 30% ainda pertencem à Comcast, dona da NBCUniversal, e 10% são da Warner. A ideia é usar a plataforma, que ganhou projeção com o sucesso de “The Handmaid’s Tale”, como destino prioritário das séries do canal pago FX, como “The Americans” e “American Crime Story”. “Vemos o FX desenvolvendo e produzindo conteúdo para o streaming do Hulu – talvez não para a Disney+ (Disney Plus), porque não é o tipo de programação de um ambiente de família. Mas a ideia é que o FX produza mais e traga seus conteúdos para o Hulu, enquanto expandimos [o serviço]”, detalhou Iger. Assim, a ideia é que a Disney opere e ofereça as três plataformas para seus assinantes. “Pensamos que atenderíamos melhor ao consumidor separando as três. No fim, nossa meta é ter uma única plataforma tecnológica, para que as pessoas possam criar uma única conta para assinar os três serviços, com o mesmo cartão e a mesma senha”, detalhou Iger, explicando que a empresa criará descontos para quem quiser assinar as três plataformas, ou duas delas. A inclusão do Hulu no pacote pode sinalizar a intenção da Disney de resgatar as séries adultas da Marvel, canceladas pela Netflix (“Demolidor”, “Luke Cage” e “Punho de Ferro”). Sem o perfil do Disney+ (Disney Plus) pelo excesso de violência e situações adultas, a empresa poderia cumprir a promessa da Marvel de continuar as séries, programando-as para o Hulu. A plataforma, por sinal, já exibe uma série da Marvel: “Runaways” (ou “Fugitivos”, exibida aqui pela Sony). Como o contrato da Netflix impede que os personagens apareçam em outra emissora antes de se completarem dois anos de seu cancelamento, o timing da conclusão do negócio da compra da Fox – que dá o controle do FX e do Hulu para a Disney – converge com essa possibilidade. Qualquer projeto que comece a ser produzido agora só iria mesmo ao ar em 2020. Iger prometeu dar todos os detalhes do lançamento da Disney+ (Disney Plus) e seu pacote de streaming na próxima teleconferência com investidores, programada para abril.
Versão live-action de Dumbo ganha novo trailer legendado
A Disney divulgou novos pôsteres internacionais e o segundo trailer legendado de “Dumbo”, remake live-action do clássico animado de 1941. Ao contrário de outras adaptações recentes do catálogo da Disney, “Dumbo” não é um filme de bichos falantes. Mas mantém os mesmos desafios, sofrimentos e triunfos do protagonista do desenho famoso, em sua vida como elefantinho de circo. No roteiro escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), o dono de um circo em dificuldades financeiras, Max Medici (Danny DeVito), convoca a ex-estrela Holt Farrier (Colin Farrell) e seus filhos Milly (Nico Parker) e Joe (Finley Hobbins) para cuidar do elefantinho recém-nascido cujas orelhas enormes o transformam em piada. As orelhas lhe renderam ridicularização e o apelido de Dumbo (uma ofensa derivada da palavra “dumb”, estúpido), mas quando descobrem que elas o permitem voar, o circo renasce, atraindo o persuasivo empresário V.A. Vandevere (Michael Keaton), que recruta o animal para seu mais novo empreendimento, o Dreamland. Dumbo passa a fazer sucesso ao lado da acrobata Colette Marchant (Eva Green), mas logo Holt descobre que Dreamland é cheio de segredos sombrios. A produção é a segunda fábula encantada da Disney dirigida pelo cineasta Tim Burton, que, com o sucesso de “Alice no País das Maravilhas” em 2010, deu início à onda de refilmagens com atores de carne e osso das animações do estúdio. A estreia está marcada para 28 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Capitã Marvel será o primeiro filme com exclusividade em streaming da Disney+ (Disney Plus)
“Capitã Marvel” será o primeiro filme da Disney que deixará a Netflix apenas na vontade. O lançamento em streaming vai acontecer exclusivamente para o serviço Disney+ (Disney Plus). A confirmação foi feita pelo próprio CEO da Disney, Bob Iger, em teleconferência para o mercado financeiro, e acontece dois anos após a empresa anunciar que iria parar de licenciar seus títulos para outras plataformas e encerrar seu contrato com a Netflix, como parte da estratégia para valorizar o seu próprio serviço de streaming. “O que basicamente estamos tentando fazer é investir em nosso futuro”, disse Iger. As medidas que a empresa tomou são “todas projetadas para que, a longo prazo, esse negócio se torne uma parte importante dos lucros da Disney”, continuou. Embora o estúdio se arrisque a abrir mão da fortuna que normalmente acompanha o licenciamento de seus filmes, trata-se de uma medida necessária, garante o executivo. “É quase o equivalente a investir capital para construir nossos parques temáticos. Esta é uma aposta no futuro do negócio”. A empresa ainda não anunciou uma data de lançamento para a Disney+ (Disney Plus). A ideia da Disney é lançar o serviço ainda em 2019.
Veja Emily Blunt cantar a música de O Retorno de Mary Poppins que concorre ao Oscar 2019
A Disney liberou no YouTube o trecho de “O Retorno de Mary Poppins” que traz Emily Blunt cantando “The Place Where Lost Things Go”. A interpretação foi indicada ao Oscar de Melhor Canção Original. Escrita por Marc Shaiman e Scott Wittman (de “Hairspray”), a música é uma cantiga de ninar, que Mary Poppins (Emily Blunt) entoa para Georgie (Joel Dawson), Anabelle (Pixie Davies) e John (Nathanael Saleh), ao mesmo tempo que tenta confortá-los sobre a morte da mãe. Na versão dublada em português do filme, ela ganhou o título de “Algum Lugar” e é cantada por Bruna Guerin. Apesar de a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas decidir que todas as músicas indicadas serão apresentadas no Oscar, Emily Blunt já confidenciou que prefere não cantar na cerimônia. Segundo informou a Diseny, a performance no Oscar 2019 terá uma “participação especial”. A premiação acontece no dia 24 de fevereiro em Los Angeles, com transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT.












