Novos pôster e teaser de Toy Story 4 destacam a volta de Betty
A Disney divulgou um novo pôster internacional e mais um teaser de “Toy Story 4”, que destaca novos personagens e a volta de Betty. Na trama, Woody (Tom Hanks) parte em missão de resgate de Garfinho (Forky, dublado em inglês por Tony Hale, da série “Veep”), que foge ao ter uma crise existencial, e acaba reencontrando a boneca-pastorinha Betty (Bo Beep no original, dublada por Ann Potts), sua antiga namorada que não apareceu no filme anterior. Ela tinha se perdido, mas encontrou um novo lar em meio a inúmeras crianças num parque de diversões. O reencontro faz Woody se ver dividido entre Betty e seu dever como brinquedo da menina Bonnie, vivendo sua própria crise existencial, enquanto Buzz Lightyear (Tim Allen) lidera os demais brinquedos em outra missão para encontrá-lo. A prévia também apresenta outros dois personagens novos, que ainda não tiveram as traduções de seus nomes reveladas: Ducky (patinho) e Bunny (coelhinho), que aparecem numa estande de prêmios de parque de diversões. Eles são dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele (famosos pela série de comédia “Key and Peele”, antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!”). Há ainda Duke Caboom, um dublê motociclista que tem a voz de Keanu Reeves (“John Wick”), a Policial Giggle McDimples (dublada pela atriz Ally Maki, de “Wrecked”), que é a nova melhor amiga de Betty, e a vilã da história, Gabby Gabby (voz de Christina Hendricks, de “Good Girls”), uma boneca dos anos 1950 que vive em uma loja de antiguidades e nunca teve uma criança para brincar. Ela comanda um exército maligno de antigos bonecos de ventríloquos – cujo visual é inspirado no terror “Na Solidão da Noite” (1945). A Disney ainda não anunciou os dubladores nacionais do desenho. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Chris Hemsworth diz que, apesar de querer, não voltará mais a viver Thor
Chris Hemsworth confirmou ter terminado seu contrato com a Marvel e que, por conta disso, não voltará mais a interpretar o super-herói Thor. “Contratualmente, já terminei com a Marvel Studios. Eu não vou interpretar o personagem novamente”, resumiu, em entrevista ao jornal USA Today. O astro australiano viveu Thor por oito anos, em oito filmes, três deles como protagonista e o último com estreia prevista para a próxima semana. No entanto, ele não fecha a porta ao personagem, após se divertir mais que esperava com as filmagens de “Thor: Ragnarok”, afirmando que estaria aberto, após uma pausa, a voltar em novas aventuras do personagem, se a Marvel quiser. “Eu interpretaria Thor até quando me quisessem”, disse, em entrevista ao programa “This Morning”, do canal britânico ITV. “Eu amei muito fazer isso. Mas uma combinação com esses personagens todos da Fase Três, como a Marvel chama, você nunca mais terá esse tipo de interação com tantas pessoas. Quem sabe o que o futuro reserva e se eles pensam em fazer prólogos ou sequências, porque eu estaria aberto a qualquer coisa. Mas, no momento, aqui é onde terminamos”. A despedida de Hemsworth como Thor vai acontecer no filme “Vingadores: Ultimato”, com estreia prevista para a próxima quinta (25/4) no Brasil.
Vingadores vão ao espaço e implodem teoria de fãs em novo teaser
A Marvel divulgou mais um teaser de “Vingadores: Ultimato”, que revela cenas inéditas. A prévia destaca a Viúva Negra (Scarlett Johansson) e o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), que se divertem ao embarcar numa missão rumo ao espaço, mostra a Capitã Marvel (Brie Larson) voando e ainda traz uma nova piada com o Homem-Formiga (Paul Rudd). Entretanto, para as teorias de conspiração geek, o momento mais importante é uma versão diferente da cena mais comentada do comercial do Superbowl. Aquela em que um espaço em branco entre os personagens inspirou a tese de que alguém teria sido “apagado” do vídeo para esconder sua presença. A maioria apostou na Capitã Marvel, que ainda não tinha aparecido no marketing do filme até então. O novo teaser revela que a personagem sumida era outra: Pepper Pots (Gwineth Paltrow). Sua presença não é nenhum segredo e a revelação não muda nada na trama. A ausência no vídeo anterior provavelmente se deve à indisponibilidade da atriz no momento da filmagem, o que a levou a ser inserida por computação quando sua agenda permitiu. Na época do comercial anterior, o filme ainda não tinha terminado sua pós-produção. Compare abaixo do vídeo, em fotos, a mesma cena com e sem Pepper Pots. Mas por que a teoria geek virou notícia em primeiro lugar? Porque até a grande mídia tem considerado teorias de fãs como material jornalístico, alimentando voluntariamente o marketing de engajamento da Marvel, o mais efetivo do mundo, que se utiliza de qualquer desculpa para alimentar tópicos nas redes sociais. Felizmente, a estreia de “Vingadores: Ultimato” está próxima para acabar logo com essa confusão entre marketing, jornalismo e redes sociais. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, o longa chega aos cinemas em 25 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Novo trailer legendado de X-Men: Fênix Negra traz muitas cenas inéditas
A Fox divulgou um quarto trailer legendado de “X-Men: Fênix Negra”, repleto de cenas inéditas, que mostra a transformação de Jean Grey numa supervilã com poderes destrutivos – a Fênix Negra do título. A trama adapta “A Saga da Fênix Negra”, ponto alto da parceria entre Chris Claremont e John Byrne nos quadrinhos, que já foi abordada no péssimo “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia – a ponto de os X-Men passarem por um reboot após aquele lançamento. A nova versão voltará a reunir o elenco de “X-Men: Apocalipse” (2016): Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope), Kodi Smit-McPhee (Noturno) e, claro, Sophie Turner (Jean Grey/Fênix). Para completar, Simon Kinberg, que foi o responsável pelo roteiro de “X-Men: O Confronto Final”, volta para assinar a nova versão da mesma história e ainda faz sua estreia como diretor no filme. Em entrevistas, ele justificou o remake com a desculpa de fazer justiça aos quadrinhos. Os fãs podem discordar e desta vez não haverá um “Dias de um Futuro Esquecido” para consertar. “X-Men: Fênix Negra” é o último filme da saga iniciada em 2000, porque os heróis passarão a ser produzidos pela Marvel após este lançamento e o novo estúdio vai reiniciar a franquia. A estreia é prevista para 6 de junho no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos.
Série baseada no filme Operação Big Hero é renovada para a 3ª temporada
O Disney Channel renovou a série animada “Operação Big Hero”, baseada no filme de mesmo nome, para sua 3ª temporada. O detalhe é que o desenho, que continua o filme de 2014, foi renovado para o terceiro ano antes mesmo da estreia da 2ª temporada, que será exibida nos EUA apenas a partir de maio. Com produção de Mark McCorkle e Bob Schooley, os criadores de “Kim Possible”, a série se passa imediatamente após os eventos vistos no cinema e continua as aventuras de Hiro, o gênio tecnológico de 14 anos, ao lado de seu companheiro inflável Baymax e demais personagens, que formam o primeiro grupo de super-heróis da Marvel desenvolvidos para uma animação da Disney. Os dubladores americanos são praticamente os mesmos do filme: Jamie Chung como Go Go Tamago, Genesis Rodriguez como Honey Lemon, Scott Adsit como robô Baymax, Maya Rudolph como a tia Cass, Alan Tudyk como guru da tecnologia Alistair Krei, Ryan Potter como o protagonista Hiro e até Stan Lee como o pai de Fred. As mudanças ficam por conta das vozes de Brooks Wheelan (do humorístico “Saturday Night Live”) como Fred (dublado por T.J. Miller no filme) e Khary Payton (o Ezekiel de “The Walking Dead”) como Wasabi (Damon Wayans Jr. no cinema).
Final de Vingadores: Ultimato vaza na internet e fãs deletam Twitter pra não saber
Vídeos, fotos e outras informações com grandes spoilers de “Vingadores: Ultimato” vazaram e estão circulando na internet. Acredita-se que um dos vídeos mostre a cena final do filme. Quem assistiu, relatou não ter contido as lágrimas. Muitos que viraram, disseram não ter conseguido resistir à expectativa. Mas a maioria não só está resistindo à curiosidade como tem tomado medidas radicais para não saber. O conteúdo vazou principalmente no Twitter e no Reddit, e várias pessoas estão se desligando dessas plataformas por conta disso, num efeito inverso ao esperado. Os fãs entraram em desespero e há quem planeje ficar longe da internet até a estreia do filme para não saber dos spoilers antes de assistir no cinema. Até um crítico da revista The Hollywood Reporter publicou seu relato, afirmando ter deletado o aplicativo do Twitter de seu celular. As fontes do vazamento ainda não foram confirmadas. Mas poucas pessoas tinham acesso ao filme, já que ele vinha sendo mantido em completo sigilo pela Disney, de forma que nem os jornalistas ainda o assistiram. Até o momento, a Disney não fez nenhum comunicado oficial a respeito do fato. Apenas os diretores Joe e Anthony Russo publicaram uma carta aberta, pedindo para os fãs não contarem spoilers do filme. Entretanto, o texto não faz menção ao vazamento e lembra a mensagem similar divulgada por ocasião de “Vingadores: Guerra Infinita”. Veja abaixo. “Vingadores: Ultimato” terá sua première mundial na segunda-feira (22/4), seguido por um dia de sessões de imprensa, e estreia comercialmente na quinta (25/4) no Brasil. Estimativas iniciais, antes do vazamento, previam uma abertura recorde, com arrecadação entre US$ 200 e 260 milhões apenas na América do Norte. Visualizar esta foto no Instagram. #DontSpoilTheEndgame Uma publicação compartilhada por The Russo Brothers (@therussobrothers) em 16 de Abr, 2019 às 11:26 PDT
Michelle Yeoh entra nas continuações de Avatar
O elenco das sequências de “Avatar” ganhou mais um integrante. Michelle Yeoh é a mais nova atriz a embarcara para Pandora. A famosa atriz malaia, que estrelou “O Tigre e o Dragão” e se mantém em destaque com papéis em “Star Trek: Discovery” e “Podres de Ricos”, vai interpretar uma nova cientista na franquia, a Dr. Karina Mogue. Mas não há maiores detalhes sobre a personagem. Ela se junta a Kate Winslet (“O Leitor”), Oona Chaplin (“Game of Thrones”), Edie Falco (“Nurse Jackie”) e possivelmente Vin Diesel (“Velozes e Furiosos”) entre as novidades das continuações, que ainda trarão de volta a maioria dos atores do filme de 2009 – Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, CCH Pounder, Joel David Moore e Matt Gerald. James Cameron também voltará a dirigir os filmes – quatro, no total. Lançado em 2009, o primeiro “Avatar” é o filme de maior bilheteria de todos os tempos, tendo arrecadado US$ 2,7 bilhões em todo o mundo. “Avatar 2” tem sua estreia marcada para dezembro de 2020, agora com distribuição da Disney, que comprou a Fox.
The Mandalorian: Primeira série live-action de Star Wars ganha novas fotos
A Lucasfilm divulgou novas fotos de “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”. As imagens revelam o protagonista mascarado vivido por Pedro Pascal (“Narcos”), o veterano Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”) e Gina Carano (“Deadpool”), além do logotipo da atração. O elenco central da série também inclui Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Emily Swallow (“Supernatural”), Omid Abtahi (“Deuses Americanos”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”) e até o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”). A série da plataforma Disney+ (Disney Plus) tem sido descrita como uma odisseia de pistoleiros que combina tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica, um subgênero que já rendeu uma série clássica, “Firefly”, e que o próprio criador de “The Mandalorian”, o cineasta Jon Favreau, já visitou no cinema em “Cowboys & Aliens” (2011). O título refere-se ao papel de Pascal, um nativo do planeta Mandalore, que os fãs de “Star Wars” conhecem como a terra natal dos notórios caçadores de recompensas Boba Fett e Jango Fett. A trama se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem. Isto é, entre os filmes “Star Wars: O Retorno de Jedi” (1983) e “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Dave Filoni, responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”, dirige o piloto da série, que também tem episódios comandados pelos diretores Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World”). E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018). Além de “The Mandalorian”, a Disney anunciou recentemente que o personagem Cassian Andor (Diego Luna), visto em “Rogue One: Uma História Star Wars”, também vai ganhar a sua própria série no serviço de streaming. A plataforma Disney+ (Disney Plus) será lançada em 12 de novembro, inicialmente apenas nos Estados Unidos.
Bohemian Rhapsody supera US$ 900 milhões de bilheteria mundial
Embora já tenha saído dos cinemas na maioria dos países, “Bohemian Rhapsody” só estreou há poucas semanas na China, o que manteve a arrecadação da cinebiografia do Queen e de Freddie Mercury. E, graças ao sucesso chinês, o filme ultrapassou neste domingo (14/4) a marca dos US$ 900 milhões em sua bilheteria mundial. O filme foi lançado em versão censurada na China, com cortes nas cenas que retratam o cantor do Queen como homossexual e fazendo uso de drogas. Apesar disso, teve grande procura, em parte pela popularidade da banda Queen, mas também pelo reconhecimento do Oscar. “Bohemian Rhapsody” venceu quatro prêmios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, inclusive o Oscar de Melhor Ator, conquistado por Rami Malek por seu desempenho como o cantor Freddy Mercury. Antes mesmo de atingir sua nova marca impressionante, a produção já tinha se consolidado como o maior lançamento da Fox em seu último ano como estúdio independente, superando os US$ 742,6 milhões de “Deadpool 2” para liderar as arrecadações do estúdio em 2018. Na apresentação da plataforma Disney+ (Disney Plus) na quinta-feira (11/4), uma foto de “Bohemian Rhapsody” representou o acervo da Fox que será disponibilizado no serviço de streaming.
Shazam mantém 1º lugar enquanto Hellboy implode nos EUA
“Shazam!” enfrentou quatro estreias neste fim de semana, mas não teve dificuldades para se manter no topo da bilheteria dos Estados Unidos e Canadá. A adaptação da DC Comics fez mais US$ 25M (milhões) em seu segundo fim de semana, atingindo US$ 94,9M em dez dias em cartaz na América do Norte. No mundo inteiro, já são US$ 258,8M. A surpresa ficou com a disputa do 2º lugar, em que “A Chefinha” (Little) superou “Hellboy”. A comédia com premissa fantasiosa, um “De Repente 30” às avessas e com elenco negro, faturou US$ 15,4M, quantia bastante comemorada, já que a produção custou apenas US$ 20M. Além disso, a crítica achou medíocre, com 49% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. Para se ter noção do quanto “A Chefinha” é “prioridade”, o filme só vai chegar no Brasil em agosto. “Hellboy”, por outro lado, custou US$ 50M – sem considerar as despesas de marketing. E implodiu com US$ 12M. O desempenho muito abaixo das expectativas – e das aberturas dos dois filmes anteriores do personagem, em 2004 e 2008 – foi salgado por críticas extremamente negativas da imprensa americana, que renderam média de 15% de aprovação no Rotten Tomatoes. A Millennium segurou os números do mercado internacional, mas as projeções apontam um início ainda pior no exterior. Esta combinação de sinais apocalípticos representa o fim da franquia. Os outros dois lançamentos da semana foram o drama teen “After” e a animação “O Elo Perdido”, que ficaram em 8º e 9º lugares, respectivamente. Considerado o pior lançamento da semana, “After” teve apenas 13% de aprovação e rendeu US$ 6,2M. Já “O Elo Perdido” agradou à crítica, com 89%, mas teve a pior abertura de uma produção do estúdio Laika, especializado em animação em stop motion, com US$ 5,8M. Até então, a pior abertura da Laika tinha sido seu filme anterior, “Kubo e as Cordas Mágicas” (2016), com US$ 12,6M. Mas este longa, adorado pela crítica, ganhou indicação ao Oscar, o que não deve ocorrer com “O Elo Perdido”, levando em conta sua avaliação abaixo do padrão elevadíssimo do estúdio. “After” já estreou no Brasil e “O Elo Perdido” não tem previsão de lançamento no país. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Shazam! Fim de semana: US$ 25,1M Total EUA e Canadá: US$ 94,9M Total Mundo: US$ 258,8M 2. A Chefinha Fim de semana: US$ 15,4M Total EUA e Canadá: US$ 15,4M Total Mundo: US$ 17,3M 3. Hellboy Fim de semana: US$ 12M Total EUA e Canadá: US$ 12M Total Mundo: US$ 22M 4. Cemitério Maldito Fim de semana: US$ 10M Total EUA e Canadá: US$ 41,1M Total Mundo: US$ 76,8M 5. Dumbo Fim de semana: US$ 9,1M Total EUA e Canadá: US$ 89,9M Total Mundo: US$ 266,9M 6. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 8,6M Total EUA e Canadá: US$ 386,5M Total Mundo: US$ 1B 7. Nós Fim de semana: US$ 6,9M Total EUA e Canadá: US$ 163,4M Total Mundo: US$ 235,9M 8. After Fim de semana: US$ 6,2M Total EUA e Canadá: US$ 6,2M Total Mundo: US$ 18,4M 9. O Elo Perdido Fim de semana: US$ 5,8M Total EUA e Canadá: US$ 5,8M Total Mundo: US$ 5,8M 10. The Best of Enemies Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 8,1M Total Mundo: US$ US$ 8,1M
Novo Star Wars vai se chamar A Ascensão Skywalker no Brasil
A Disney anunciou como o novo filme de “Star Wars” vai se chamar no Brasil. Poucas horas depois de divulgar o trailer como “Episódio IX”, o estúdio postou nas redes sociais sua tradução do título “Star Wars: The Rise of Skywalker”. O longa virou “Star Wars: A Ascensão Skywalker” no país. E o detalhe que diferencia a tradução do nome original – a ausência de preposição – já está chamando atenção. Embora tenha sido suficiente para inspirar teorias nerds, o sumiço do “de” pode ser uma reprise do equívoco de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, que transformou “the last jedi” em plural, quando se referia singularmente a Luke Skywalker apenas. “A Ascensão de Skywalker” também parece uma alusão bastante clara ao personagem. Já “A Ascensão Skywalker” é uma denominação mais genérica, podendo sugerir um movimento inspirado no último Jedi. O roteirista, diretor e produtor JJ Abrams deve em breve abordar melhor o título em entrevistas, esclarecendo se o óbvio é ululante ou aberto a interpretações. O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 19 de dezembro. Star Wars: A Ascensão Skywalker, dia 19 de dezembro nos cinemas! pic.twitter.com/URIIrrlrn4 — Star Wars Brasil (@StarWarsBR) April 12, 2019
Ações da Disney disparam com anúncio da Disney+ (Disney Plus) – e Netflix sofre queda
Wall Street reagiu com entusiasmo à apresentação da Disney+ (Disney Plus). Sem participação de astros famosos, ao contrário da apresentação da Apple+, os planos da Disney para o streaming convenceram o mercado de ações norte-americano pela clareza, com datas, preços, projeções, descrição de conteúdo e até uma demonstração da interface de seu aplicativo – tudo que faltou ao evento da Apple, realizado duas semanas antes. Como resultado, as ações da Disney amanheceram em alta nesta sexta (12/4), subindo impressionantes 10% em 24 horas. Enquanto isso, as ações da Netflix, que domina o mercado de streaming, sofreram uma queda de 3%. Além da clareza, um dos pontos mais celebrados pelos investidores foi o preço da assinatura mensal do Disney+ (Disney Plus), anunciado como US$ 6,99 ao mês, bem mais barata que o pacote básico da Netflix (US$ 8,99). Quando Bob Iger, o CEO da Disney, pronunciou o valor no evento realizado na noite de quinta (madrugada desta sexta, pelo fuso horário brasileiro), houve um burburinho coletivo no local, um estúdio da empresa em Burbank, na Califórnia. “Estamos começando a partir de uma posição de força, confiança e otimismo desenfreado”, afirmou Iger durante a presentação. E os investidores concordaram. A Disney revelou que gastará mais de US$ 1 bilhão em conteúdo original para alimentar a plataforma de streaming com séries, programas e filmes exclusivos em 2020, quantia que pretende aumentar para até US$ 2,5 bilhões por ano de investimento. Pode não parecer muito diante dos US$ 15 bilhões que a Netflix deve gastar em 2019, mas o conglomerado de Bob Iger não precisa pagar direitos de licenciamento para montar seu conteúdo, nem direitos autorais para adaptar franquias que já possui, o que faz com que seus dólares produzam mais que o dinheiro da Netflix. Iger e a CFO da Disney, Christine McCarthy, também assumiram que o lançamento causará prejuízo para a empresa durante cinco anos, mirando 2024 como o ano em que o negócio deverá começar a dar lucro. Caso as ações da Disney se mantenham em alta, o prazo pode se tornar bem menor.
Lando Calrissian pode ter uma filha no novo Star Wars
O evento Star Wars Celebration, realizado nesta sexta (12/4) em Chicago, apresentou pela primeira vez uma foto da atriz Naomi Ackie (“Lady Macbeth”) como sua personagem em “Star Wars: The Rise of Skywalker”. Embora não tenha aparecido no trailer divulgado, a misteriosa Jannah já inspira teorias dos fãs, que a imaginam como filha de Lando Calrissian, o personagem de Billy Dee Williams, que retorna à franquia no novo filme. A imagem (veja acima) revela que ela usa uma capa como Lando. O apresentador do painel, Stephen Colbert, chegou a perguntar à atriz se Jannah seria mesmo filha de Calrissian. Ela desconversou: “Lando é um homem charmoso. Ele pode ter muitas filhas por aí!”. De todo modo, Ackie não pode revelar muito sobre seu papel no filme. “Tudo o que eu posso dizer é que o grupo original de heróis vai embarcar em uma aventura épica, e estou animada que Jannah vai cruzar com eles”, comentou. Na trama, ela irá se encontrar com Poe Dameron (Oscar Isaac), Finn (John Boyega), Rey (Daisy Ridley), Chewbacca e os droides BB-8 e C-3PO. Com direção de J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), o filme que vai encerrar a saga original de “Star Wars” estreia em 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.












