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    Vingadores: Ultimato faz História com estreia mundial de US$ 1,2 bilhão

    28 de abril de 2019 /

    “Vingadores: Ultimato” virou a maior estreia de cinema de todos os tempos. Como num estalar de dedos de Thanos, sua chegada nas telas reduziu todos os recordes possíveis a pó, arrecadando em seu primeiro fim de semana 1,2 bilhão em todo o mundo. Nenhuma projeção foi tão otimista quanto a realidade. Estimava-se como possibilidade a meta de US$ 1 bilhão, mas o quarto “Vingadores” foi além. Com o sucesso mundial, “Vingadores: Ultimato” se tornou o primeiro filme a ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão em apenas um fim de semana. O novo recorde foi atingido em cinco dias, considerando o lançamento na quarta-feira (24/4) nos primeiros mercados internacionais. Os recordes começaram a cair já no primeiro dia de exibição, como a maior bilheteria de 24 horas de vários países, incluindo China, Brasil, Estados Unidos e Canadá. A expectativa do mercado apontava que “Vingadores: Ultimato” poderia se tornar o primeiro filme a atingir US$ 300 milhões em sua estreia na América do Norte. E o lançamento acabou rendendo US$ 350M. O valor é quase US$ 100M maior que o recorde anterior, que pertencia justamente ao filme que o antecedeu na franquia – “Vingadores: Guerra Infinita” faturou “só” US$ 257,6M em sua abertura norte-americana. O mercado norte-americano foi responsável pelo principal faturamento, mas o chinês não ficou muito distante, com arrecadação de US$ 330,5M – que é outro recorde, como maior estreia na China. O valor total é tão elevado que já superara 17 das 21 produções da Marvel, incluindo “Capitã Marvel”. E ainda rendeu um efeito colateral inusitado. O interesse no filme fez com que o público voltasse ao cinema para rever “Capitã Marvel”, que reassumiu lugar de destaque no ranking, ocupando o 2º lugar neste fim de semana na América do Norte. O empurrão até ajudou o longa estrelado por Brie Larson a chegar a US$ 1,1 bilhão em sua bilheteria mundial e a superar “Mulher-Maravilha” no mercado doméstico – por US$ 1M de diferença. A estratégia da Disney para atingir esses resultados foi a mesma em todos os países, estabelecendo recordes de ocupação de salas. Isto aconteceu até na América do Norte, onde o longa chegou a 4,6 mil telas – a maior distribuição de todos os tempos. A diferença – em relação ao Brasil, por exemplo – é que o mercado norte-americano tem leis regulatórias que impedem multiplexes de exibirem apenas um filme. Com isso, a ocupação do filme no parque exibidor doméstico foi de “apenas” 10% (contra 80% neste país desgovernado). A saída para enfrentar a demanda foi exibir a produção de três horas de duração em horários alternativos, madrugada à dentro. A Disney comemorou o resultado com um comunicado elogiando o presidente da Marvel Studios. “Kevin Feige e a equipe da Marvel Studios continuam desafiando as noções sobre o que é possível no cinema, tanto em termos de narrativa quanto nas bilheterias”, diz o texto, assinado pelo presidente da Walt Disney Studios, Alan Horn. “Embora o ‘Ultimato’ esteja longe de ser um fim para o Universo Cinematográfico da Marvel, esses primeiros 22 filmes constituem uma grande conquista, e o sucesso monumental deste final de semana é um testemunho da riqueza do mundo que eles imaginaram, do talento envolvido e de sua paixão coletiva, igualada apenas pelo entusiasmo irreprimível dos fãs de todo o mundo”. Dá para apostar que, diante desse fenômeno, a Disney vai querer mais filmes dos Vingadores. Especialmente se “Ultimato” seguir nesse ritmo e superar os US$ 2,7 bilhões de “Avatar”, consagrando-se como a maior bilheteria de todos os tempos. Projeções sugerem que é possível. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vingadores: Ultimato Fim de semana: US$ 350M Total EUA e Canadá: US$ 350M Total Mundo: US$ 1,2B 2. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 413,5M Total Mundo: US$ US$ 1,1B 3. A Maldição da Chorona Fim de semana: US$ 7,3M Total EUA e Canadá: US$ 41,2M Total Mundo: US$ 86,9M 4. Superação: O Milagre da Fé Fim de semana: US$ 6,3M Total EUA e Canadá: US$ 26,1M Total Mundo: US$ 33,7M 5. Shazam! Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA e Canadá: US$ 131,1M Total Mundo: US$ 346,3M 6. A Chefinha Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA e Canadá: US$ 35,8M Total Mundo: US$ 42,4M 7. Dumbo Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 107M Total Mundo: US$ 327,6M 8. Cemitério Maldito Fim de semana: US$ 1,2M Total EUA e Canadá: US$ 52,6M Total Mundo: US$ 102,3M 9. Nós Fim de semana: US$ 1,1M Total EUA e Canadá: US$ 172,8M Total Mundo: US$ 249,4M 10. Pinguins Fim de semana: US$ 1M Total EUA e Canadá: US$ 5,7M Total Mundo: US$ US$ 5,7M

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    Vingadores: Ultimato tem maior público de estreia no Brasil em todos os tempos

    28 de abril de 2019 /

    “Vingadores: Ultimato” quebrou o recorde de 24 horas de uma estreia no Brasil, sendo visto por mais de 1,5 milhão de espectadores na última quinta-feira (25/4). O antigo recordista era o filme anterior da franquia, “Vingadores: Guerra Infinita”, que levou 953,3 mil espectadores aos cinemas em seu primeiro dia, no ano passado. A diferença é que a produção prévia foi lançada em “mais de mil salas”, enquanto “Vingadores: Ultimato” ocupou 2,7 mil telas, cerca de 80% de todos os espaços cinematográficos disponíveis no país. A distribuição predatória da Disney garante muitos recordes. Mas também inspira protestos no mercado nacional. Sem se preocupar com o debate, o estúdio comemora R$ 28,1 milhões em apenas 24 horas no país.

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    Vingadores Ultimato é marco do entretenimento do século 21

    27 de abril de 2019 /

    Após o final surpreendente de “Vingadores: Guerra Infinita”, temos a conclusão não só dessa história, mas também da saga dos primeiros 11 anos (e 22 filmes) da Marvel Studios. Se o anterior deixou o público de queixo caído pela ousadia, “Vingadores: Ultimato” substitui o choque pela carga emocional mais intensa que você já viu em um filme de super-heróis. Enfim, leve uma caixa de lenços. Ao mesmo tempo em que se completam, “Guerra Infinita” e “Ultimato” se apresentam como filmes bem diferentes em tom e ritmo. Antes, os Vingadores foram pegos de surpresa e sem tempo algum para planejar um contra-ataque, uma resistência ou qualquer outra coisa capaz de fazer frente ao desespero. O que justifica um filme mais dinâmico, direto ao ponto, com soluções urgentes. Agora, chegou o momento de sentar e conversar para ver o que é possível ser feito. E o clima não é dos melhores, afinal os heróis lidam com o peso das consequências de “Guerra Infinita”. O que justifica um tom melancólico e praticamente sem um pingo de esperança. Mas é um gancho e tanto para os irmãos Anthony e Joe Russo trabalharem a importância do mito e a existência de heróis entre nós. Tema repetido e reciclado pelo cinema americano ao longo dos tempos, incluindo a ênfase nos pais e mentores como nossos heróis de carne e osso, algo que ganha força neste filme porque “Ultimato” significa o fim de um ciclo, uma virada de página, uma passagem para a próxima geração. Ou seja, uma jogada perfeita dos irmãos Russo e a razão pela qual é um filme movido pela catarse. Entretanto, a descrença e a lógica devem ficar do lado de fora do cinema, porque o filme é propositalmente confuso e talvez nem faça o menor sentido. São as emoções que fazem a trama fluir, não a história, que derrapa a cada tentativa de se ligar os pontos durante a projeção. O filme faz ainda menos sentido para quem não viu os 21 lançamentos anteriores da Marvel. Diferente de “Guerra Infinita”, que situa até mesmo os leigos na busca pelas Joias, é preciso conhecer a saga (ou a maior parte dela) para embarcar de cabeça em “Ultimato”. Na verdade, é um milagre que tudo se encaixe em “Vingadores: Ultimato”, e isso é mérito da direção dos irmãos Russo – aumentando a curiosidade sobre o que eles podem fazer fora desse universo. Eles conseguem tornar o drama tão intenso quanto a ação – e até o humor. Ao final, tudo funciona, dando maior sentido, inclusive, aos filmes que o precederam. Mais que um filme, temos um evento. O cinema não precisa ser sempre, mas pode ser divertido quando encarado como espetáculo. Ou seja, é possível ficar encantando sem se deparar com um Martin Scorsese, Stanley Kubrick ou Federico Fellini. O filme é grandioso não só pela longa duração (você cortaria qualquer cena das 3 horas?), mas pela escala que direciona os eventos para uma batalha final gigantesca que aproveita a tela inteira do cinema para se manifestar. E é incrível notar, durante o conflito, o quanto a trilogia “O Senhor dos Anéis”, de Peter Jackson, influenciou o cinema das duas últimas décadas. “Vingadores: Ultimato” gera uma comparação imediata com “O Retorno do Rei” em termos de ato final, despedidas, escopo da ação e o quanto as cenas grandiosas são do mesmo tamanho dos dilemas, motivações e laços entre os personagens. E é por isso que é tão dolorido dizer adeus para essa fase da Marvel. Às vezes é isso que conta: entregue um final emocionante e o público esquecerá qualquer furo e todo o resto. E que final, pessoal! É apoteótico, com toneladas de CGI, mas os atores não são esquecidos. Pelo contrário, eles são bastante valorizados. Se a maioria do elenco não teve momentos para brilhar em “Guerra Infinita”, “Ultimato” dá esse espaço a eles. E é incrível como todos evoluíram nos últimos 11 anos, especialmente Chris Hemsworth (Thor), Scarlett Johansson (Natasha/Viúva Negra) e Chris Evans (Steve Rogers/Capitão América), porque Robert Downey Jr já era um monstro quando essa brincadeira começou. “Vingadores: Ultimato” também é um agradecimento da Marvel a Downey e uma declaração de amor ao Homem de Ferro. Com o filme, a Marvel se torna definitivamente referência para o cinema de entretenimento e os Vingadores se torna a franquia mais influente de Hollywood neste século. Será difícil a Marvel superar esse feito, mas a tarefa é ainda mais árdua para a concorrência, que terá que apresentar algo tão ou mais relevante daqui para frente.

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    Vingadores: Ultimato bate dois novos recordes em 24 horas na América do Norte

    27 de abril de 2019 /

    Mesmo com três horas de duração, “Vingadores: Ultimato” bateu o recorde de bilheteria de 24 horas de estreia do cinema norte-americano. O filme da Marvel arrecadou US$ 157,5 milhões em seu primeiro dia, incluindo na conta os US$ 60 milhões de pré-estreias na noite de quinta (25/4). Ou seja, US$ 38 milhões a mais que o antigo recordista, “Star Wars: O Despertar da Força”, em 2015. E este não foi o único recorde quebrado no lançamento do filme. Ele ainda se tornou o que mais rápido atingiu a marca de US$ 100 milhões nas bilheterias, ultrapassada após as primeiras 17 horas de exibição no mercado doméstico. Até a soma desses números, havia dúvidas se “Vingadores: Ultimato” poderia se tornar o primeiro lançamento a faturar US$ 300 milhões em sua estreia nos Estados Unidos e Canadá. Agora, a dúvida é se passará de US$ 350 milhões. Vale lembrar que “Vingadores: Guerra Infinita”, o filme anterior da franquia, faturou “apenas” US$ 257,6 milhões em sua abertura norte-americana. E este é o recorde de estreia doméstica em todos os tempos. Como o primeiro dia da China arrecadou US$ 100 milhões, o filme deve bater recorde de maior bilheteria de fim de semana inaugural em todo o mundo. E chegar rapidamente a seu 1º bilhão. “Vingadores: Ultimato” também abriu em 1º lugar nas bilheterias nacionais, batendo recorde de arrecadação em seu primeiro dia em cartaz no Brasil.

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    Vingadores: Ultimato bate recorde em pré-estreia na América do Norte

    26 de abril de 2019 /

    “Vingadores: Ultimato” arrecadou a quantia recorde de US$ 60 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos e do Canadá em suas sessões de pré-estreia na noite de quinta-feira (25/4), informou a Disney. A estreia doméstica superou o recorde anterior de US$ 57 milhões estabelecido em 2015 por “Star Wars: O Despertar da Força”. Com isso, a bilheteria mundial do filme já alcançou US$ 305 milhões nos primeiros dois dias, também de acordo com a Disney. “Ultimato” já bateu recordes de maior dia de estreia na China e em outros países e espera-se que muitas outras marcas caiam ao longo do fim de semana. O filme de três horas de duração é o capítulo final de uma história contada ao longo de 22 produções da Marvel e estreou no Brasil na quinta-feira.

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    Vingadores: Ultimato bate recorde de pré-venda de ingressos na Índia

    25 de abril de 2019 /

    A coleção de recordes de “Vingadores: Ultimato” vai ser grande. Depois de bater o recorde de maior bilheteria de primeiro dia de um filme lançado na China, vem a informação de que a pré-venda de ingressos na Índia é a maior já registrada para um filme estrangeiro antes de seu lançamento, com a comercialização de mais de 2,5 milhões de ingressos antecipados. A demanda pelo 22º longa da Marvel tem sido tão alta que alguns cinemas planejam fazer sessões extras, em horários alternativos, segundo a BookMyShow, uma plataforma de reservas online que anunciou os números de vendas. E onde um novo ingresso para o filme tem sido vendido a cada 18 segundos. “Vingadores: Ultimato” estreou em partes da Ásia e da Europa na quarta-feira (24/4), chegou no Brasil às 0h desta quinta e terá lançamentos na Índia, nos Estados Unidos e no Canadá na sexta-feira. A expectativa é que o filme dos diretores Joe e Anthony Russo quebre todos os recordes imagináveis de bilheteria mundial.

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    Vingadores: Ultimato estreia em 80% dos cinemas brasileiros

    25 de abril de 2019 /

    O lançamento de “Vingadores: Ultimato” vai ocupar 2,7 mil das 3,5 mil salas de cinema (ou 80% do total) que existem no Brasil. É uma overdose avassaladora, recorde disparado de maior distribuição já feita para um filme no país em todos os tempos – e quebra deliberada de acordo contra distribuição predatória de blockbusters em território nacional. Como o filme tem 3 horas de duração, há menos sessões por cinema. Isso contribui para a ocupação de mais salas. As sessões começaram às 0h desta quinta-feira (25/4), prometendo concluir não só a história interrompida em “Vingadores: Guerra Infinita”, que terminou com o cliffhanger mais angustiante desde “O Império Contra-Ataca” (1980), mas toda a saga da Marvel nos cinemas. Mais que uma continuação simples, o filme é a culminação dos 21 blockbusters de super-heróis que o precederam, num crescendo dramático que levou para as telas, pela primeira vez, a construção de universos que caracteriza os quadrinhos de super-heróis. Histórias intercaladas são comuns nos gibis, mas raras nos cinemas, que já viram algumas trilogias clássicas, mas nunca 21 filmes interconectados compartilhando personagens e avançando a mesma história. Anunciado como capítulo final – ou pelo menos desfecho de um volume – “Vingadores: Ultimato” estreia não como filme, mas como o maior evento da história do cinema. E deve bater todos os recordes de bilheteria imagináveis. Para se ter noção, antes mesmo de estrear, “Vingadores: Ultimato” já tinha 1,1 mil sessões esgotadas no Brasil, apenas com a pré-venda. Por isso, merecem reconhecimento pela coragem os cinco títulos que enfrentarão o monopólio por um espaço nos 20% de cinemas que sobraram e que ainda mantêm em cartaz os filmes lançados nas últimas semanas. São todos dramas pesados, numa contraprogramação assumida. A única alternativa com ação é “Sobibor”, drama de guerra que representou a Rússia nas indicações ao Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira. Conta a história do levante judeu no campo de concentração nazista do título, durante a 2ª Guerra Mundial, que já tinha rendido o telefilme “Fuga de Sobidor”, estrelado por Rutger Hauer em 1987. Premiado em vários festivais LGBTQ e com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “O Ano de 1985” é o melhor da leva, um drama indie em preto e branco, passado durante a pior fase da epidemia da Aids, que traz Cory Michael Smith (o Charada de “Gotham”) no papel principal. Os demais dramas são o finlandês “O Último Lance”, sobre um velho comerciante de arte que aposta tudo no leilão de um quadro de autor desconhecido, a história argentina de separação “La Cama” e o brasileiro “Organismo”, em que um jovem fica paraplégico num mergulho – “Feliz Ano Velho” nos dias de hoje. Veja abaixo os trailers e as sinopses de todas as estreias. Vingadores: Ultimato | EUA | Super-Heróis Após Thanos eliminar metade das criaturas vivas, os Vingadores precisam lidar com a dor da perda de amigos e seus entes queridos. Com Tony Stark (Robert Downey Jr.) vagando perdido no espaço sem água nem comida, Steve Rogers (Chris Evans) e Natasha Romanov (Scarlett Johansson) precisam liderar a resistência contra o titã louco. Sobibor | Rússia | Guerra Alexander Pechersky, um prisioneiro de guerra no campo de exterminação de Sobibor, organizou uma revolta que deu oportunidade para o escape em massa dos prisioneiros do campo. Apesar de muitos dos fugitivos terem sido capturados novamente, Pechersky liderou os que restaram à se juntarem aos partisans. O Ano de 1985 | EUA | Drama Inspirado pelo curta-metragem premiado de mesmo nome, “1985” segue Adrian (Cory Michael Smith), um jovem que vai passar o natal com a família em sua antiga cidade no Texas durante a primeira onda de crise da AIDS. Sobrecarregado após uma tragédia indescritível em Nova York, Adrian se reconecta com seu irmão (Aidan Langford) e seu amigo de infância (Jamie Chung), enquanto luta para revelar um segredo aos pais religiosos. O Último Lance | Finlândia | Guerra Olavi (Heikki Nousiainen) é um negociante de arte obcecado com trabalho que vem sendo deixado para trás com a modernização da indústria, que favorece cada vez mais grandes conglomerados. Quando o que pode ser um obscuro ícone de um pintor russo acaba em suas mãos, ele recebe a ajuda surpreendente de seu neto para recuperar suas finanças, o reaproximando de sua filha. Porém, ele sacrificaria tudo por esse último grande negócio? La Cama | Argentina, Brasil | Drama Jorge (Alejo Mango) e Mabel (Sandra Sandrini) formam um casal na terceira idade, que já passou por muita coisa juntos. Em vias de se separar, eles precisam dividir entre si os objetos e móveis da casa em que vivem, assim como lidar com as dores e mágoas deste momento. Organismo | Brasil | Drama Um homem recém-lesionado que está aprendendo a lidar com a condição de cadeirante entra em crise existencial após o falecimento de sua mãe, evento que o lança em uma espiral de memórias de infância, de relacionamentos passados e principalmente das percepções sobre seu corpo antes e depois do acidente.

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    Vingadores: Ultimato bate recorde com US$ 100 milhões no primeiro dia na China

    24 de abril de 2019 /

    “Vingadores: Ultimato” já estreou em alguns países. E a arrecadação do primeiro dia de exibição na China, desde as sessões da meia-noite desta quarta-feira (24/4), registrou um valor recorde. O Twitter do China Box Office revelou que o lançamento superou o faturamento de US$ 100 milhões em 24 horas. Este desempenho deixou para trás o maior dia de estreia já visto no país, atingido pela produção chinesa “Monster Hunt 2” (que não teve sessões da meia-noite). A estimativa é que o filme faça US$ 521 milhões até o domingo (28/4) apenas no mercado chinês, onde a pré-venda também rendeu um montante recordista (US$ 110 milhões). Este desempenho transformará a produção da Marvel na maior estreia de filme estrangeiro no país, superando “Velozes e Furiosos 8” (US$ 393 milhões). O detalhe é que o filme ocupa 83% de todas as telas da China, segundo apurou a revista Variety, num monopólio similar ao planejado para o lançamento nacional. A estreia de “Vingadores: Ultimato” no Brasil acontece nesta quinta-feira (25/4).

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    Comercial da versão live-action de Aladdin recria cena clássica da animação

    23 de abril de 2019 /

    A Disney divulgou um novo comercial de “Aladdin”, próxima adaptação live-action de animação do estúdio. A prévia recria a cena do tapete mágico voador, em que Aladdin (o pouco conhecido Mena Massoud, da série “Jack Ryan”) leva a Princesa Jasmim (Naomi Scott, de “Power Rangers”) para um passeio aéreo. Tudo termina em cantoria, mostrando que a aventura repleta de efeitos visuais é, na verdade, um musical à moda antiga. O vídeo também dá bastante destaque ao gênio Will Smith (“Esquadrão Suicida”). E o elenco ainda inclui Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar “Aladdin” foi escrito por John August (“Sombras da Noite”, “A Noiva Cadáver”) e teve seu roteiro revisado por Vanessa Taylor (“A Forma da Água”) e pelo próprio diretor Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”). O lançamento faz parte da leva de remakes modernos do catálogo de animações da Disney, que tem muitas outras refilmagens previstas para 2019. Vai chegar aos cinemas brasileiros dois meses após “Dumbo”: em 23 de maio, um dia antes antes da estreia nos EUA.

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    Primeiras reações a Vingadores: Ultimato exaltam “obra-prima” da Marvel

    23 de abril de 2019 /

    A imprensa norte-americana teve a oportunidade de assistir a première de “Vingadores: Ultimato” na noite de segunda (22/4), em Los Angeles. E as reações exaltadas à nova “obra-prima” da Marvel já começaram a ser publicadas no Twitter. A maioria dos jornalistas recomentou levar uma caixa de lenços de papel ao cinema, porque o filme é altamente emotivo, concluindo a jornada dos principais heróis da Marvel com uma luta decisiva contra Thanos. Os tuítes também confirmaram que 90% das imagens exibidas nos trailers retratam apenas os primeiros 15 minutos do longa – deixando muitas surpresas para os fãs descobrirem no cinema. Um dos fãs mais exaltados, Sean Gerber, do blogue Superhero News, vestiu a camiseta e comprou a pipoca do filme. “‘Ultimato’ é a obra-prima que merece ser. É extraordinário. É a conclusão merecida para a maior saga do cinema de todos os tempos. Estou emocionalmente exausto”, escreveu, hiperventilando sobre o teclado. Brandon Davis, do site Comic Book, escreveu que o filme é “fantástico” duas vezes em suas poucas linhas de tuite. “‘Ultimato’ é surpreendente, um filme fantástico. Eu nunca vi nada como isso. Esse filme é tudo que eu queria que fosse e muito mais. Fantástico.” Ele ainda acrescentou: “Enquanto assistia ao filme, eu ri muito alto, bati palmas com muita força e chorei demais. O filme excede toda a expectativa e é a culminação perfeita para todo o universo cinematográfico da Marvel”. O editor-chefe do Rotten Tomatoes Joel Meares escreveu que “os fãs vão ficar malucos” com o filme. E a reação dos coleguinhas reforça a tese. Já seu colega do Fandango, o editor Erik Davis, é capaz de deixar os fãs “malucos” antes do filme, apenas com sua descrição: “O filme é a culminação de uma série de 22 filmes que não apenas conclui a história, mas a expande para além disso.” “Expande para além disso” é a frase que libera a piração. Ele ainda acrescentou: “Você descobre mais sobre os filmes enquanto [‘Ultimato’] se desenrola. Se ‘Guerra Infinita’ foi músculo, ‘Ultimato’ é cérebro. Uau, que encerramento!”. Beatrice Verhoeven, do site The Wrap, citou como apostar nas teorias dos fãs é inútil. “Vocês não estão prontos para essa m… Todas as teorias não te prepararam para isso. Eu chorei muito.” Peter Sciretta, editor do Slash Film, também destacou o choro. “Imagine a melhor versão para ‘Ultimato’ e ainda assim o filme supera as expectativas. Chorei cinco ou seis vezes. É o filme mais emocional e épico. Um tributo a dez anos deste universo e o maior ‘fan service’ do mundo. Muito bom” Anthony Breznican, da revista Entertainment Weekly, tentou descrever a sensação causada pela sessão com um tom poético. “O filme me deixou com o coração cheio, mas um coração com algumas cicatrizes. Mas, ao fim, estes são os mais fortes.” Mas o comentário mais curioso veio de Dave Itzkoff, do jornal The New York Times: “Eu não estava preparado para a gama de emoções que ‘Ultimato’ me faria ter, do profundo desespero à pura euforia. Eu ri, chorei e quis que Tony Stark fosse meu pai”. O filme dirigido pelos irmãos Joe e Anthony Russo estreia no Brasil nesta quinta-feira (25/4).

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    Disney barra A Canção do Sul e vai cortar cenas de Dumbo para lançamento em streaming

    23 de abril de 2019 /

    A Disney pretende liberar quase todas as suas animações clássicas no serviço de streaming Disney+ (Disney Plus). Quase todas, porque “A Canção do Sul” não vai entrar no catálogo. Mistura de animação e live-action, o polêmico longa-metragem foi lançado originalmente em 1946 e faz um retrato caricatural dos escravos libertados após a Guerra Civil, encarnados como figuras pacificamente submissas aos donos de plantação. Graças à polêmica, o filme nunca foi lançado em vídeo nos EUA. Em 2011, o CEO da Disney, Bob Iger, disse que reviu o filme e decidiu que “muitas cenas não cairiam bem para o público atual, e não seria do nosso interesse relançar este longa em nenhum formato”. Pelo mesmo motivo, uma cena polêmica do desenho original de “Dumbo”, de 1941, será cortada na versão disponibilizada no Disney+ (Disney Plus). Trata-se da sequência em que Dumbo se encontra com um grupo de corvos (em inglês, “crows”), liderado por um personagem chamado Jim. O nome Jim Crow é emprestado de um personagem popular no século 19, usado para fazer piadas e reforçar estereótipos negativos sobre pessoas negras. Mais tarde, o nome “Jim Crow” também foi usado nos EUA para definir um conjunto de leis de segregação, que só foram revogadas décadas depois do lançamento de “Dumbo”, com o avanço da luta pelos direitos civis nos EUA. Para completar, os corvos ainda se comportam de forma caricatural no desenho. Sem alarde, o remake live-action de “Dumbo”, lançado neste ano e dirigido por Tim Burton, eliminou totalmente os corvos da história.

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    A Maldição da Chorona estreia em 1º lugar na América do Norte

    21 de abril de 2019 /

    Em plena Páscoa, uma praga fez sucesso nos cinemas norte-americanos. “A Maldição da Chorona” estreou em 1º lugar neste fim de semana nos Estados Unidos e Canadá. Com US$ 26,5M (milhões), liderou as bilheterias, mas não virou uma praga bíblica, já que teve um dos faturamentos mais fracos do chamado “universo Invocação do Mal”. A produção não contou com aval da crítica. Na verdade, só não teve a pior avaliação entre os filmes produzidos por James Wan porque “A Freira” o precedeu. Mesmo assim, foi considerado podre com 32% de aprovação no site Rotten Tomatoes – “A Freira” é podríssima, com 26%. O mercado internacional adicionou mais US$ 30M ao lançamento, gerando ao todo US$ 56,5M para os cofres da Warner. Isto significa que o filme, orçado em US$ 9 milhões, deu lucro na estreia. A Warner comemorou dobradinha no ranking, com “Shazam!” no 2º lugar em sua terceira semana em cartaz. Orçado em US$ 100M, o filme do super-herói da DC Comics atingiu US$ 121,3M no mercado doméstico e já tem US$ 322,8M em todo o mundo. O 3º lugar ficou com a segunda estreia da semana, o drama evangélico “Superação: O Milagre da Fé”, que no Brasil ficou conhecido como “o filme do Bolsonaro”. Fez US$ 11,1M em sua estreia, mais do que costumam render as produções que botam “fé” no título. O fato de ser o principal lançamento religioso da Páscoa na América do Norte, somado à presença da atriz Chrissy Metz, da série-fenômeno “This Is Us”, ajudou sua decolagem. A semana só teve dois lançamentos amplos, nenhum deles superprodução, diante da expectativa causada pelo calendário da semana que vem – a estreia de “Vingadores: Ultimato”, que deve bater todos os recordes. De resto, vale registrar uma façanha rara no ranking: dois títulos subiram posições em relação à semana passada. Na espera por “Vingadores”, “Capitã Marvel” escalou do 6º para o 4º lugar e atingiu número redondo nas bilheterias norte-americanas: US$ 400M – já são mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. E a animação “O Elo Perdido”, que estreou em 9º na semana passada, atingiu o 8º. Como consolo, ela superou o candidato frustrado a blockbuster “Hellboy”, que despencou para o 10º lugar em sua segunda semana, consagrando-se como um dos maiores fiascos de 2019. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Maldição da Chorona Fim de semana: US$ 26,5M Total EUA e Canadá: US$ 26,5M Total Mundo: US$ 56,5M 2. Shazam! Fim de semana: US$ 17,3M Total EUA e Canadá: US$ 121,3M Total Mundo: US$ 322,8M 3. Superação: O Milagre da Fé Fim de semana: US$ 11,1M Total EUA e Canadá: US$ 11,1M Total Mundo: US$ 20,5M 4. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 9,1M Total EUA e Canadá: US$ 400M Total Mundo: US$ 1B 5. A Chefinha Fim de semana: US$ 8,4M Total EUA e Canadá: US$ 29,3M Total Mundo: US$ 34,1M 6. Dumbo Fim de semana: US$ 6,8M Total EUA e Canadá: US$ 101,2M Total Mundo: US$ 307,8M 7. Cemitério Maldito Fim de semana: US$ 4,8M Total EUA e Canadá: US$ 49,5M Total Mundo: US$ 95,6M 8. O Elo Perdido Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA e Canadá: US$ 12,9M Total Mundo: US$ 12,9M 9. Nós Fim de semana: US$ 4,2M Total EUA e Canadá: US$ 170,4M Total Mundo: US$ 245,7M 10. Hellboy Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 19,6M Total Mundo: US$ US$ 19,6M

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    Novos comerciais de Vingadores: Ultimato revelam detalhes inéditos

    19 de abril de 2019 /

    A Marvel divulgou dois novos comerciais do filme “Vingadores: Ultimato”, aguardada superprodução que vai bater todos os recordes de bilheteria imagináveis na próxima semana. As novas prévias reciclam imagens vistas nos trailers oficiais, mas mesmo sem querer revelar muito acabam mostrando detalhes inéditos, como um escudo de energia criado pelo Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), possivelmente para o Capitão América (Chris Evans). Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Ultimato” estreia em 25 de abril nos cinemas brasileiros, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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