Descendentes 3 ganha trailer dublado e data de estreia no Brasil
O Disney Channel divulgou a versão dublada em português do trailer de “Descendentes 3”, que revela a data de estreia nacional do novo telefilme com os filhos reformados dos vilões clássicos das fábulas encantadas. A prévia dá detalhes da trama, ao mostrar Mal (filha de Malévola) pedida em casamento por Ben (filho da Bela e da Fera) e a volta da maldição da Bela Adormecida. Para impedir que a população do reino de Auradon caia em sono eterno, Mal reúne seus amigos para ir atrás do vilão Hades e obter um objeto mágico capaz de reverter a maldição. Além de Dove Cameron como Mal, Cameron Boyce, Sofia Carson, Booboo Stewart e Mitchell Hope também retornam na continuação, repetindo seus papéis como Carlos, Evie, Jay e Ben, enquanto Cheyenne Jackson (de “American Horror Story”) veste uma peruca púrpura new wave para encarnar Hades. Para completar, Kenny Ortega também retorna como diretor. A estreia vai acontecer em 9 de agosto no Brasil, uma semana após a exibição nos Estados Unidos.
Trilha do remake de O Rei Leão terá música inédita de Elton John
A Disney anunciou que a trilha sonora de “O Rei Leão” será lançada em 11 de julho, pouco mais de uma semana antes do lançamento do filme, e que ela contará com uma canção inédita de Elton John. Intitulada “Never Too Late”, a nova música foi composta por Elton John e Tim Rice, e interpretada pelo cantor junto com um coral africano produzido por Lebo M. As demais faixas são trechos da trilha orquestral de Hans Zimmer e as canções clássicas da animação de 1994, entre elas “Can You Feel the Love Tonight”, que também foi composta por Elton John e Tim Rice e venceu o Oscar de Melhor Canção Original. No remake com computação gráfica, a música ganhou regravação da cantora Beyoncé e do ator Donald Glover, que é conhecido no meio musical como o rapper Childish Gambino. Veja a capa da trilha sonora oficial abaixo. Com direção de Jon Favreau, dos aclamados “Homem de Ferro” (2008) e “Mogli: O Menino Lobo” (2016), “O Rei Leão” chega aos cinemas brasileiros em 18 de julho, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Diretor de Thor: Ragnarok vai dirigir animação de Flash Gordon
A Disney vai produzir o primeiro longa-metragem animado do herói espacial “Flash Gordon”. E, segundo o site Deadline, ninguém menos que Taika Waititi, que conquistou os fãs da Marvel com outra aventura espacial, “Thor: Ragnarok”, foi contratado para escrever e dirigir o projeto. Os direitos da produção foram adquiridos pela Disney junto de sua compra do acervo da 20th Century Fox. O lançamento deve se manter com produção da Fox, que há anos tenta encontrar uma abordagem para relançar Flash Gordon no cinema – chegando a cotar Matthew Vaughn (“Kingsman” e “Kick-Ass”) e Julius Avery (“Operação Overlord”) como diretores. Criado pelo gênio dos quadrinhos Alex Raymond em 1934, “Flash Gordon” acompanha um atleta americano, o herói do título, que vai parar com sua namorada e um cientista russo num planeta chamado Mongo, onde alia-se à revolucionários que pretendem derrubar o ditador Ming, um líder sanguinário com planos para a conquista da Terra. Repleto de mulheres fatais, com direito às primeiras minissaias da História, além de naves espaciais, raios laser, homens-leões e homens com asas, a obra de Raymond já foi adaptada em três filmes na época dos seriados de aventura dos anos 1930 e 1940, cujo visual avançado chegou a servir de referência para “Guerra nas Estrelas” (1977) e “O Império Contra-Ataca” (1980). O personagem também ganhou um filme em 1980, que tentou pegar carona justamente no sucesso de “Guerra nas Estrelas”, mas o resultado decepcionou os fãs dos quadrinhos e é mais lembrado por sua trilha sonora, composta pela banda Queen, e por ter virado piada na comédia “Ted” (2012), de Seth MacFarlane.
Filmagens de Viúva Negra em Budapeste indicam que filme se passa antes de Os Vingadores
A mudança de locação das filmagens de “Viúva Negra” para Budapeste, na Hungria, registrada na semana passada, é um forte indício de que o filme é realmente um prólogo de “Os Vingadores” (2012). A heroína vivida por Scarlett Johansson mencionou uma missão de Budapeste no primeiro longa dos super-heróis. E esse detalhe voltou a ser destaque em “Vingadores: Ultimato”. Pelo que se deduz do contexto das conversas, a missão envolveu a SHIELD e outro Vingador, o Gavião Arqueiro, interpretado por Jeremy Renner. Em “Os Vingadores”, durante a invasão de Nova York, a Viúva Negra disse que a situação lembrava Budapeste. Ao que o Gavião retrucou: “Você e eu lembramos de Budapeste de forma muito diferente”. A referência foi retomada em novo diálogo entre os dois em “Vingadores: Ultimato”, sugerindo que eles tiveram um envolvimento romântico no passado. Além de Scarlett Johansson no papel principal, o longa também terá a atriz inglesa Florence Pugh, que demonstrou suas habilidades de luta no recente “Lutando pela Família” (ainda inédito no Brasil), além de Rachel Weisz (vencedora do Oscar por “O Jardineiro Fiel” e indicada por “A Favorita”), David Harbour (o xerife Hopper de “Stranger Things” e o novo “Hellboy” do cinema), O-T Fagbenle (“The Handmaid’s Tale”) e o recém-anunciado Ray Winstone (“Noé”). “Viúva Negra” tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”), direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) e não possui previsão de estreia. O filme ainda nem sequer foi oficialmente anunciado pela Marvel!
Krysten Ritter descarta voltar a viver Jessica Jones em nova série
A atriz Krysten Ritter descartou retornar ao papel de Jessica Jones, caso a série da heroína seja resgatada por outro canal ou plataforma. Em entrevista ao site TVLine, ela disse que a 3ª temporada encerrou a história de “Jessica Jones” para ela. “Se acho que vou interpreta-la novamente? Não. Sinto que já fiz o que tinha fazer, sabe? E me sinto muito bem como concluídos as coisas. A porta se fechou de uma forma satisfatória”, disse Ritter. “Jessica Jones” foi a última série da Marvel na Netflix. Os capítulos finais chegaram ao streaming em 14 de junho. E seu final também marcou o fim da parceria, que desandou com o anúncio do projeto da plataforma Disney+ (Disney Plus). Todas as séries da parceria (“Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”) foram canceladas como retaliação. Uma cláusula contratual proíbe os personagens de serem reutilizados pela Disney durante um período de dois anos. Mas há rumores de resgate na Disney+ (Disney Plus).
Samuel L. Jackson não perdoa erro em pôsteres de Homem-Aranha: Longe de Casa
Um erro do material promocional de “Homem-Aranha: Longe de Casa” chamou atenção do olhar crítico do ator Samuel L. Jackson . O intérprete de Nick Fury usou seu Instagram para questionar cartazes colocados lado a lado numa estação de metrô, em que seu personagem aparece com tapa-olho em olhos diferentes. “Uhhhhhhh, que p***a é essa que está acontecendo aqui?”, escreveu Jackson ao postar o erro, originalmente flagrado por um internauta. O ator ainda incluiu uma hashtag indicando que o lado correto era o esquerdo: #letfeyemuthafukkah (“olho esquerdo, filho da p***”, em tradução livre). Jackson interpreta Fury desde 2008, quando o personagem apareceu na cena pós-créditos do primeiro filme da Marvel Studios, “Homem de Ferro”. Mais recentemente, o longa da “Capitã Marvel” mostrou como Fury perdeu o seu olho esquerdo. Ver essa foto no Instagram Uhhhhhhh, What In The Actual FUCK IS GOING ON HERE???!!! #headsgonroll #lefteyemuthafukkah Uma publicação compartilhada por Samuel L Jackson (@samuelljackson) em 23 de Jun, 2019 às 7:03 PDT
Toy Story 4 emociona mesmo repetindo situações dos filmes anteriores
“Toy Story”, “Toy Story 2” e “3” não são apenas excelentes. São alguns dos melhores filmes já feitos e entregam com perfeição um começo, um meio e um fim como poucas trilogias foram capazes. E o que é “Toy Story 4”? Um novo final? Um novo começo? Precisava mesmo disso? Não fica claro. É tão relevante quanto desnecessário. Uma delícia de assistir, praticamente um complemento, mas não chega à altura dos anteriores. Entretanto, todos amam Woody, Buzz & Cia. É ótimo rever velhos amigos mesmo quando não contam muita novidade. E é exatamente isso que acontece com “Toy Story 4”, um pot-pourri dos melhores momentos e conflitos da (antes considerada) trilogia. Isso é bom e ruim, porque satisfaz quem gosta da saga, mas também é o primeiro dos quatro filmes a não entregar um roteiro desenvolvendo dramas e obstáculos inéditos. O único ponto de Toy Story 4 diferente de tudo que foi mostrado desde 1995 é o seu final. Mas até chegar lá, a história é uma repetição. Divertida, emocionante, mas ainda uma repetição. E fica a pergunta: esse final foi feito para (de novo) encerrar a série pela segunda vez ou para indicar sua reinvenção? Enfim, o tempo se encarregará de responder essa questão. Mas é um final que arrancará lágrimas dos fãs; não na mesma quantidade derramada em “Toy Story 3”, mas vai. Pode não ser o que você queria, porém é honesto com toda a série e demonstra o esforço de “Toy Story 4” em, no mínimo, honrar os anteriores. Até porque era impossível não retomar os temas de aceitação, abandono, lealdade, e existencialismo, amizade e a busca pelo nosso verdadeiro eu e nosso lugar no mundo, que são base da franquia. Tudo isso foi e explorado de alguma forma na trilogia, como a história do brinquedo que não sabe que é um brinquedo (“Toy Story”), a dúvida de Woody sobre se juntar a outros brinquedos e deixar sua criança para trás (“Toy Story 2”) e a fuga de um lugar estranho e ameaçador (“Toy Story 3”), que ressurgem repaginados com Garfinho e outros novos personagens, além de um antiquário tenebroso. Mas não há como negar que tudo é bem amarrado e que a história flui com maestria. Mesmo com seus repetecos, “Toy Story 4” é mágico e envolvente do início ao fim, como um entretenimento de primeira, coisa que às vezes até a própria Pixar se esquece de fazer. Talvez por causa da coragem de sua conclusão. Quando tudo está igual, a Pixar resolve fechar com uma última decisão inesperada, mas que faz todo o sentido depois de tantos anos acompanhando esses brinquedos. Principalmente, porque a franquia sempre foi representada por Woody (voz de Tom Hanks) e Buzz Lightyear (Tim Allen). Mas, no fundo, sempre foi sobre o caubói. Woody dedicou sua vida à Andy e aos amigos; nunca a si próprio. Em “Toy Story 4”, pela primeira vez, veremos Woody fazendo algo para ele mesmo. Ele representa pessoas que você conhece (ou talvez seja você) que abdicam de sonhos e vontades para cuidar dos outros e, num piscar de olhos, a vida já passou. Gostei de ver essa discussão na série, assim como a introdução de novos personagens, como o dublê Duke Caboom (voz de Keanu Reeves) e a dupla Patinho e Coelhinho (Keegan-Michael Key e Jordan Peele). Também é interessante ver a indefesa Betty (Annie Potts) surgindo como uma jedi após cerca de sete anos vivendo nas ruas. Mas é o tal do Garfinho (voz de Tony Hale) que rouba a cena. Um brinquedo que pode ser criado por qualquer criança no mundo, e que se torna mais valioso que qualquer produto caríssimo vendido nas lojas. Ironicamente é o que deve acontecer com o Garfinho, que deve ser vendido a mais de R$ 100,00 nas megastores. Mas voltando ao filme, o personagem se vê como lixo, descartável e recusa sua existência. Se não fosse por Woody, ficaria para sempre numa lata de lixo. Ou seja, a Pixar toca sutilmente no tema do suicídio, mas não se preocupe, porque a abordagem é leve e divertida por incrível que pareça, porque mostra a metáfora por meio de um garfo tosco de plástico e não de uma pessoa. Só que, enquanto temos ótimos personagens principais com muito tempo em cena, incluindo a boneca Gaby Gaby (voz de Christina Hendricks) e seus assustadores bonecos ajudantes, os tradicionais Rex, Cabeça de Batata, Slink e até Jessie se tornam descartáveis na trama. E nunca “Toy Story” tratou seus coadjuvantes de maneira tão pobre. Resta saber se o desfecho de “Toy Story 4” foi uma conclusão mesmo (de novo) ou se foi um (outroz) recomeço. Talvez tenha chegado a hora da Pixar tomar uma decisão radical, porque se continuar a apostar na reprise de situações, o antiquário pode ter uma estante reservada para “Toy Story 5”.
Toy Story 4 massacra Brinquedo Assassino nas bilheterias dos EUA
“Toy Story 4” estreou no topo das bilheterias da América do Norte com a arrecadação de US$ 118M (milhões). O valor representa o maior faturamento da franquia e também é o terceiro a superar US$ 100M entre os lançamentos de 2019 nos Estados Unidos e Canadá – após “Capitã Marvel” e “Vingadores: Ultimato”, todos da Disney. O sucesso da animação da Disney/Pixar interrompe uma série de fracassos que lideraram o ranking nas últimas semanas. E volta a alegrar a crítica, que andava ranzinza com a baixa qualidade dos fiascos recentes. “Toy Story 4” atingiu 98% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, o que faz de seu lançamento um dos blocksbusters mais bem avaliados do ano. Para completar, tirou nota A no CinemaScore, em pesquisa de público após as sessões de estreia. Apesar disso, parte do mercado viu o copo meio vazio, por “Toy Story 4” não ter batido recordes ou cumprido expectativas exageradas. Havia projeções de até US$ 200 milhões para sua estreia, o que superaria a bilheteria de “Os Incríveis 2” (US$ 182M), maior abertura entre as animações. Mas o filme não foi lançado em feriadão como é praxe entre os recordistas, nem durante as férias escolares para lotar as sessões diurnas de sexta. O lançamento internacional dobrou a quantia, levando o longa a atingir US$ 238M em todo o mundo. Isto é mais, por exemplo, do que “X-Men: Fênix Negra” e “MIB: Homens de Preto – Internacional” fizeram até agora, com vários dias de vantagem. O remake de “Brinquedo Assassino” abriu em 2º lugar, mas muito distante da arrecadação de “Toy Story 4”. Depois de brincar de matar os brinquedos da Pixar numa coleção de pôsteres de humor negro, Chucky foi massacrado por Woody, Buzz Lightyear e seus amiguinhos de plástico, com uma abertura de apenas US$ 14M. O filme acabou sobrevivendo às críticas mais afiadas, com 60% de aprovação, mas não empolgou o público, rendendo C+ no CinemaScore. A estreia no Brasil está marcada para 22 de agosto. O Top 3 se completa com outro título da Disney, “Aladdin”, que em seu quinto fim de semana em cartaz faturou quase tanto quanto “Brinquedo Assassino”. Mais impressionante ainda é seu feito internacional. O remake live-action estrelado por Will Smith superou os US$ 800 milhões de bilheteria em todo o mundo. No resto do ranking, o desempenho dos filmes que abriram no topo nos últimos fins de semana ajuda a demonstrar que nem sempre estrear entre os primeiros significa sucesso. Após uma semana, “MIB: Homens de Preto – Internacional” caiu do 1º para o 4º lugar. Após dois semanas, “X-Men: Fênix Negra” foi parar em 9º lugar. Após três, “Godzilla II: O Rei dos Monstros” se segura em 8º lugar. Todos esses filmes darão grandes prejuízos para seus estúdios. Em compensação, “John Wick 3: Parabellum” conseguiu subir uma posição em relação à semana passada, aumentando ainda mais seu lucro após seis semanas em cartaz. Para completar o balanço, a programação da América do Norte teve uma estreia ampla que não conseguiu entrar no Top 10. “Anna”, o novo filme de ação do cineasta francês Luc Besson, foi lançado em mais de 2 mil cinemas, rendeu somente US$ 3,5M e ficou em 11º lugar. O lançamento chegou a ser adiado em alguns meses, após Besson ser denunciado por estupro por uma atriz francesa. Ele conseguiu se livrar do processo na Justiça, mas outras atrizes ventilaram novas denúncias de assédio na imprensa. Isso complicou o futuro de Besson. Após quase falir com o fracasso de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, “Anna” pode ser a bomba (25% no Rotten Tomatoes) que faltava para a produtora do cineasta, a EuropaCorp, implodir. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Toy Story 4 Fim de semana: US$ 118M Total EUA e Canadá: US$ 118M Total Mundo: US$ 238M 2. Brinquedo Assassino Fim de semana: US$ 14M Total EUA e Canadá: US$ 14M Total Mundo: US$ 14M 3. Aladdin Fim de semana: US$ 12,2M Total EUA e Canadá: US$ 287,5M Total Mundo: US$ 810,1M 4. MIB: Homens de Preto – Internacional Fim de semana: US$ 10,7M Total EUA e Canadá: US$ 52,6M Total Mundo: US$ 182M 5. Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2 Fim de semana: US$ 10,2M Total EUA e Canadá: US$ 117,5M Total Mundo: US$ 194,6M 6. Rocketman Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA e Canadá: US$ 77,3M Total Mundo: US$ 153,4M 7. John Wick 3: Parabellum Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 156M Total Mundo: US$ 289,1M 8. Godzilla II: O Rei dos Monstros Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA e Canadá: US$ 102,3M Total Mundo: US$ 349,9M 9. X-Men: Fênix Negra Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA e Canadá: US$ 60,1M Total Mundo: US$ 232,9M 10. Shaft Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 15,9M Total Mundo: US$ US$ 15,9M
Veja quatro cenas inéditas de Homem-Aranha: Longe de Casa
A Sony divulgou quatro cenas de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, que mostram o personagem-titulo vivido por Tom Holland divido entre sua identidade civil de Peter Parker e o dever de herói como Homem-Aranha. Nas cenas, ele interage com MJ (Zendaya) e Mysterio (Jake Gyllenhaal), além de enfrentar o Homem-Hídrico, um dos vilões que os trailers chamam de elementais. Novamente escrito por Erik Sommers e Chris McKenna, e com direção de Jon Watts, responsáveis pelo filme anterior, “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia em 4 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Vídeo flagra filmagens de cena de ação de Viúva Negra em Budapeste
As filmagens de “Viúva Negra”, filme solo da heroína dos Vingadores, mudou sua locação. Após cenas rodadas na Noruega, a produção tomou as ruas de Budapeste, na Hungria, para realizar uma cena de perseguição de motos. Um vídeo e fotos feitas por moradores locais flagraram o instante em que a dublê de Scarlett Johansson passou acelerada com uma garota na garupa. Veja abaixo. Além de Scarlett Johansson no papel principal, o longa também terá a atriz inglesa Florence Pugh, que demonstrou suas habilidades de luta no recente “Lutando pela Família” (ainda inédito no Brasil), além de Rachel Weisz (vencedora do Oscar por “O Jardineiro Fiel” e indicada por “A Favorita”), David Harbour (o xerife Hopper de “Stranger Things” e o novo “Hellboy” do cinema), O-T Fagbenle (“The Handmaid’s Tale”) e o recém-anunciado Ray Winstone (“Noé”). Especula-se que a personagem da garupa seja Yelena Belova, assassina que passou pelo mesmo treinamento da heroína e que deve continuar o legado da Viúva Negra no MCU (Universo Cinematográfico Marvel). Caso isso se confirme – a sinopse não foi divulgada – , Florence Pugh é a provável intérprete do papel. “Viúva Negra” tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”), direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) e não possui previsão de estreia. Detalhe: o filme ainda nem sequer foi oficialmente anunciado pela Marvel! Ver essa foto no Instagram Stumbled upon the filming of new Marvel Black Widow movie in Budapest (working title Blue Bayou). Didn’t see Scarlett Johnson but did see her stunt double; close enough! . . . . . . . . . #marvel #marvelmovies #blackwidow #budapest #scarlettjohansson #bluebayou #hungary #travel #worldtraveler #lgbttravellers #gaytravel #avengers Uma publicação compartilhada por Róisín McHugh (@rosymch) em 22 de Jun, 2019 às 6:57 PDT Ver essa foto no Instagram Omg!! It's Natasha and probably Yelena in Budapest!! Yeees!! Come on girls ? #blackwidow #blackwidowmovie Uma publicação compartilhada por Natasha Romanoff (@blackwidow_scarlettj) em 22 de Jun, 2019 às 2:31 PDT Ver essa foto no Instagram Natasha with the same hair of endgame That adrenaline scenes from this movie. Come, come Black Widow that awaits you from 2010. Scarlett, this Glory is yours. You deserve! Go Budapeste #scarlettjohansson #blackwidow #blackwidowmovie #natasharomonoff #avengers Uma publicação compartilhada por Johansson Prints (@prints.johansson) em 22 de Jun, 2019 às 11:58 PDT
Ray Winstone entra no filme da Viúva Negra
O ator Ray Winstone (“Noé”) entrou no elenco de “Viúva Negra”, filme solo da heroína da Marvel que já começou a ser filmado na Noruega. Além dele, também foi confirmada a participação da atriz Rachel Weisz (“A Favorita”), após longas negociações, iniciadas em abril. Como tem sido regra, os personagens dos atores não foram revelados. A única atriz que tem seu papel conhecido na produção é Scarlett Johansson, intérprete da própria Viúva Negra. O filme ainda não teve sinopse oficial ou maiores detalhes revelados. Na verdade, nem sequer foi anunciado pela Marvel. Apesar desse segredo todo, as filmagens também contam com a atriz inglesa Florence Pugh, que demonstrou suas habilidades de luta no recente “Lutando pela Família” (ainda inédito no Brasil), David Harbour (o xerife Hopper de “Stranger Things” e o novo “Hellboy” do cinema) e O-T Fagbenle (“The Handmaid’s Tale”). “Viúva Negra” tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”), direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) e ainda não possui previsão de estreia.
Astros de Homem-Aranha: Longe de Casa visitam hospital vestidos de heróis
Tom Holland e Jake Gyllenhaal, astros de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, vestiram os uniformes de seus personagens no filme, respectivamente Homem-Aranha e Mysterio, para realizar uma boa ação na sexta-feira (21/6). Eles aproveitaram a divulgação do longa-metragem em Londres para visitar um hospital infantil na cidade, fazendo a alegria das crianças e de muitos pais. A imprensa não foi avisada, o que reforça não ter sido um evento planejado pelo marketing da Sony. Mas pelo menos uma foto foi parar nas redes sociais, tirada pelos parentes de uma das crianças internadas. Veja acima. Novamente escrito por Erik Sommers e Chris McKenna, e com direção de Jon Watts, responsáveis pelo longa anterior, “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia em 4 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
O Rei Leão: Novo vídeo destaca música de Beyoncé
A Disney divulgou um novo vídeo da animação foto-realista “O Rei Leão”, que oferece uma prévia da canção “Can You Feel The Love Tonight”, interpretada por Donald Glover (série “Atlanta”) e Beyoncé (“Dreamgirls”) – intérpretes do casal Simba e Nala. De forma simbólica, todos os leões africanos são dublados por artistas negros. Além dos citados, Alfre Woodard (série “Luke Cage”) dá voz à Sarabi, a mãe de Simba, James Earl Jones (“O Campo dos Sonhos”) volta a dublar Mufasa, pai de Simba – como no desenho clássico de 25 anos atrás – , e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) aparece como o vilão Scar, que bane o pequeno Simba para o exílio na floresta. Já os dois personagens mais divertidos, Timão e Pumba, são dublados pelos comediantes Billy Eichner (série “Parks and Recreation”) e Seth Rogen (“Os Vizinhos”), respectivamente como o suricato e o javali. O novo “O Rei Leão” tem direção de Jon Favreau, responsável por “Mogli, o Menino Lobo”, e estreia marcada para 18 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.









