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  • Filme

    Valquíria vai se assumir como primeira heroína LGBTQIA+ da Marvel

    21 de julho de 2019 /

    “Thor: Love and Thunder”, título em inglês do quarto filme do poderoso Thor, vai ser um prato feito para os trolls do Twitter. Não só o super-herói será substituído por uma versão feminina, como a trama retratará a primeira heroína LGBTQIA+ da Marvel. Durante o painel do estúdio na Comic-Con Internacional, em San Diego, a atriz Tessa Thompson sugeriu que a homossexualidade de Valquíria seria explorada no novo longa. “Como novo rei [de Asgard], ela precisa encontrar sua rainha”, disse a atriz. “Esta será a primeira coisa”, reforçou. Vale lembrar que, ao final de “Vingadores: Ultimato”, Valquíria assumiu o papel de governante de Nova Asgard, uma cidade povoada por refugiados asgardianos, enquanto Thor foi para o espaço, juntando-se aos Guardiões da Galáxia. De todo modo, esta não é a primeira vez que a atriz fala abertamente sobre a sexualidade de sua personagem. Na época de “Thor: Ragnarok”, Thompson descreveu a personagem como bissexual, refletindo a forma como ela é retratada nos quadrinhos. No entanto, o filme em si não abordou sua sexualidade. Os comentários de Thompson sugerem que isso mudará na continuação. O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, vem prometendo há muito tempo que o Universo Cinematográfico da Marvel incluiria um herói LGBTQIA+. Valquíria seria essa personagem super-empoderada. Em sua vida pessoal, Tessa Thompson é namora assumidamente a cantora Janelle Monáe. Novamente dirigido por Taika Waititi, o quarto filme de Thor também trará de volta Chris Hemsworth e Natalie Portman, a Jane Foster dos dois primeiros longas do personagem, que desta vez vai erguer o Mjolnir e se transformar em Thor. A estreia foi marcada para 5 de novembro de 2021 nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Natalie Portman vai virar Thor no próximo filme do super-herói

    21 de julho de 2019 /

    O anúncio mais surpreendente da Marvel durante sua participação na Comic-Con Internacional, em San Diego, foi a revelação de que o quarto longa-metragem de Thor vai transformar o super-herói numa mulher. Quem vestirá o uniforme de Thor no próximo filme será Natalie Portman, a Jane Foster dos dois primeiros longas do personagem. Portman apareceu no painel do estúdio e recebeu o Mjolnir das mãos do diretor Taika Waititi. “A sensação é muito boa”, ela disse, ao erguer o martelo. Chris Hemsworth, o Thor original, ainda comentou a substituição: “Thor parece ter ido para o banco”. A ideia não é uma invenção aloprada do cineasta, que vai comandar a continuação após o sucesso de sua abordagem cômica em “Thor: Ragnarok” (2017). Nos quadrinhos, Jane Foster chega realmente a virar Thor, num período em que o herói não consegue mais erguer o martelo. Iniciada em 2014, esta fase transformou o antigo interesse romântico de Thor na Deusa da Trovão e a viu entrar até nos Vingadores. Detalhe: esta história não acaba bem para Jane. Nem para Valquíria, que também está confirmada na trama após ser introduzida em “Ragnarok”. O desfecho se dá na recentíssima “Guerra dos Reinos”, trama publicada em 2019, que traz novas mudanças de status para os heróis de Asgard. A produção vai voltar a juntar Natalie Portman e Chris Hemsworth após a atriz pular “Thor: Ragnarok”. Havia rumores de desentendimento entre o estúdio e a estrela, que queria Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”) à frente de “Thor: Mundo Sombrio” (2013) – a diretora chegou a ser contratada, mas foi substituída nas vésperas das filmagens. Após “Mundo Sombrio”, Portman sumiu do Universo Cinematográfico da Marvel. Mas reapareceu de surpresa, brevemente, no recente “Vingadores: Ultimato”, sugerindo uma reaproximação. Sua “substituta” em “Thor: Ragnarok”, Tessa Thompson, intérprete de Valquíria, também foi confirmada no novo filme. Mas não deverá haver disputa entre as duas pelas atenções de Thor. Tessa revelou que é mais provável que ela se interesse por Jane Foster, pois Valquíria vai se assumir como a primeira heroína LGBTQIA+ da Marvel no quarto “Thor”. Com o título, em inglês, de “Thor: Love and Thunder” (Thor: Amor e Trovão, em tradução literal), o filme teve sua estreia marcada para 5 de novembro de 2021.

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  • Filme

    Viúva Negra: Marvel oficializa elenco, revela personagens e marca estreia

    21 de julho de 2019 /

    A Marvel confirmou vários detalhes do filme solo da Viúva Negra no sábado (20/7), durante seu painel na Comic-Con Internacional, em San Diego. Para começar, a data de estreia. O longa estrelado por Scarlett Johansson chega aos cinemas americanos em 1º de maio de 2020. O estúdio também aproveitou para oficializar o elenco coadjuvante, que inclui Rachel Weisz (“A Favorita”), David Harbour (“Stranger Things”), O-T Fagbenle (“The Handmaid’s Tale”) e Florence Pugh (“Midsommar”). Todos os nomes já eram conhecidos, graças a vazamentos e fotos dos sets. Florence Pugh foi confirmada como Yelena Belova, assassina que passou pelo mesmo treinamento da heroína e que deve continuar o legado da Viúva Negra no MCU (Universo Cinematográfico Marvel). Já David Harbour viverá o Guardião Vermelho (Red Guardian), um espião da KGB criado por Roy Thomas e John Buscema em 1967, que surgiu como vilão dos Vingadores. As filmagens já estão acontecendo na Europa e as primeiras cenas foram exibidas para o público da Comic-Con. Elas exploram a rivalidade e a posterior amizade forjada entre Natasha (Johansson) e Yelena (Pugh), além de apresentar diversas mulheres vestidas como Viúva Negra e uma luta da heroína contra um vilão que não parece o Guardião Vermelho, mas sim o Treinador (Taskmaster) – que também pode ser uma mulher sob o uniforme e já foi flagrado por paparazzi nas filmagens. Mestre das artes marciais, nos quadrinhos o personagem gerencia uma escola para treinamento de mercenários e outros criminosos. Em sua abertura, o vídeo ainda incluiu cenas de aparições da Viúva Negra em diversos filmes da Marvel, dando a entender que a história se passa imediatamente após “Capitão América: Guerra Civil”, acompanhando-a após ela se tornar foragida por ter ajudado o Capitão América. “Viúva Negra” tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”) e direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), que comentou sua abordagem na Comic-Con, aprofundando a premissa da história. “O que me atraiu na história é que Viúva Negra tem muitos segredos e vulnerabilidades, e é isso que faz dela uma grande heroína”, disse Shortland. “Neste filme, conseguimos entender o passado dela, vendo como ela consegue juntar todas as peças de si mesma para se tornar uma mulher completa.”

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  • Filme

    Shang-Chi: Título oficial do filme sugere o vilão Mandarim

    21 de julho de 2019 /

    A revelação do título da adaptação dos quadrinhos do “Mestre do Kung Fu” neste sábado (20/7), durante a apresentação da Marvel na Comic-Con International, em San Diego, pode ter revelado uma mudança importante na trama e seu vilão. O filme não incluirá a expressão “Mestre do Kung Fu” no título, como na publicação original do personagem nos anos 1970. Em vez disso, vai se chamar, em inglês, “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” Em suas origem clássica, concebida por Steve Englehart e Jim Starlin em 1973, Shang-Chi, o Mestre do Kung Fu, era filho do lendário Fu Manchu, vilão da literatura pulp e primeiro grande gênio do mal da ficção, responsável por popularizar o clichê do vilão com bigodinho e planos de dominação mundial que se tornariam lugar-comum nas aventuras de James Bond. Nos quadrinhos, Fu Manchu se apresentava como um grande filantropo para o filho, enquanto o treinava para se tornar uma arma letal. Tudo muda quando Shang-Chi é enviado em sua primeira missão e descobre que o pai não era quem dizia ser. A partir dessa reviravolta, alia-se aos inimigos dele – os mesmos dos livros de Rohmer, com algumas criações inéditas, inclusive um suposto filho de James Bond. A Marvel, porém, não tem os direitos sobre Fu Manchu, que pertencem aos herdeiros do escritor inglês Sax Rohmer. Apesar disso, fontes da revista The Hollywood Reporter dizem que o filme preserva a trama da rebelião do filho altruísta contra o pai maligno. Por conta disso, o pai de Shang-Chi no filme seria o Mandarim. O Mandarim já foi citado no Universo Cinematográfico da Marvel, quando um ator (vivido por Ben Kingsley) foi contratado para lhe dar rosto durante ataques contra o Homem de Ferro (em “Homem de Ferro 3”), mas sua verdadeira identidade permanece um mistério até aqui inexplorado no cinema. O título “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, em tradução literal) indica que este pode mesmo ser o caso. O vilão é conhecido por seus anéis de poder nos quadrinhos, e por liderar uma organização terrorista conhecida como Dez Anéis (Ten Rings) nos filmes do Homem de Ferro. O ator canadense Simu Liu (da série “Kim’s Convenience”) vai viver Shang-Chi e o elenco também contará com a comediante Awkwafina (“Podres de Rico”) e o astro de filmes de ação de Hong Kong Tony Leung (“O Grande Mestre”). Caso o Mandarim seja confirmado, Leung é um forte candidato a interpretá-lo. A direção está a cargo do cineasta indie Destin Daniel Cretton, responsável por projetar a atriz Brie Larson (a Capitã Marvel) em “Temporário 12”, drama vencedor do Festival SXSW em 2013. Já o roteiro foi escrito por Dave Callaham, criador da franquia “Os Mercenários”, que também assina o roteiro de “Mulher-Maravilha 1984” e “Zumbilândia 2”, e atualmente desenvolve o reboot de “Mortal Kombat” e “Homem-Aranha no Aranhaverso 2”. “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” chega aos cinemas americanos em 12 de fevereiro de 2021.

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  • Filme

    Marvel anuncia elenco, data de estreia e título oficial do filme do Mestre do Kung Fu

    20 de julho de 2019 /

    O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, revelou o elenco, a data de estreia e o título oficial da adaptação dos quadrinhos do “Mestre do Kung Fu” neste sábado (20/7), durante a apresentação do estúdio na Comic-Con International, em San Diego. O filme não incluirá a expressão “Mestre do Kung Fu”, como na publicação original do personagem nos anos 1970. Em vez disso, vai se chamar, em inglês, “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” e chega aos cinemas americanos em 12 de fevereiro de 2021. A Marvel realizou vários testes de elenco para encontrar o intérprete de Chang-Chi, concentrando-se em três finalistas, que disputaram o papel até a última segunda-feira (15/7). O ator canadense Simu Liu foi o escolhido. Ele nasceu na China e imigrou para o Canadá quando tinha cinco anos, crescendo em Toronto. Sua estreia no cinema foi como figurante em “Círculo de Fogo” (2013), de Guillermo del Toro, mas em três anos se tornou protagonista com o lançamento da série “Kim’s Convenience” (2016), comédia sobre uma família de imigrantes coreanos que administram uma loja de conveniência em Toronto. Ele também co-estrelou a série “Blood and Water”, que lhe rendeu um prêmio de interpretação da indústria canadense em 2015. Além dele, o longa também contará com a comediante Awkwafina (“Podres de Rico”) e o astro de filmes de ação de Hong Kong Tony Leung (“O Grande Mestre”). A direção está a cargo do cineasta indie Destin Daniel Cretton, responsável por projetar a atriz Brie Larson (a Capitã Marvel) em “Temporário 12”, drama vencedor do Festival SXSW em 2013. Já o roteiro foi escrito por Dave Callaham, criador da franquia “Os Mercenários”, que também assina o roteiro de “Mulher-Maravilha 1984” e “Zumbilândia 2”, e atualmente desenvolve o reboot de “Mortal Kombat” e “Homem-Aranha no Aranhaverso 2”. Shang-Chi, o Mestre do Kung Fu, foi criado por Steve Englehart e Jim Starlin em 1973, refletindo o sucesso dos filmes de kung fu do período – especialmente “Operação Dragão”, clássico de Bruce Lee lançado no mesmo ano – e a série de TV “Kung Fu”. A origem do herói também pegava emprestado o lendário Fu Manchu, criado na literatura pulp em 1912 pelo escritor inglês Sax Rohmer. O personagem foi o primeiro grande gênio do mal da ficção, responsável por popularizar o clichê do vilão com bigodinho e planos de dominação mundial que se tornariam lugar-comum nas aventuras de James Bond. Nos quadrinhos, Shang-Chi foi apresentado como o filho rebelde de Fu Manchu, que passa a renegar o pai ao descobrir que ele não era o filantropo que dizia ser, aliando-se aos inimigos dele – os mesmos dos livros de Rohmer, com algumas criações inéditas, inclusive um suposto filho de James Bond. A Marvel não tem os direitos sobre Fu Manchu, mas fontes da revista The Hollywood Reporter dizem que o filme preserva a trama da rebelião do filho altruísta contra o pai maligno. Rumores já espalham que o pai de Shang-Chi no filme seria o Mandarim. O Mandarim já foi citado no Universo Cinematográfico da Marvel, quando um ator (vivido por Ben Kingsley) foi contratado para lhe dar rosto durante ataques contra o Homem de Ferro (em “Homem de Ferro 3”), mas sua verdadeira identidade permanece um mistério até aqui inexplorado. O título “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, em tradução literal) indica que este pode mesmo ser o caso. Mandarim é conhecido por seus anéis de poder nos quadrinhos, e por liderar uma organização terrorista conhecida como Dez Anéis (Ten Rings) nos filmes do Homem de Ferro. Suspeita: Tony Leung não teve seu papel revelado.

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  • Filme

    Vingadores: Ultimato ultrapassa Avatar e vira maior bilheteria mundial de todos os tempos

    20 de julho de 2019 /

    “Vingadores: Ultimato” se tornou o filme com maior bilheteria mundial de todos os tempos neste sábado (20/7), ao atingir US$ 2.789,8 bilhões de arrecadação, superando o campeão “Avatar” em cerca de US$ 100 mil. A marca foi comemorada pelo presidente dos estúdios Marvel, Kevin Feige, durante a Comic-Con International, em São Diego, e repercutida em comunicado oficial de Alan Horn, presidente da divisão cinematográfica da Disney. “Parabéns imensamente às equipes de Marvel Studios e Walt Disney Studios, e obrigado aos fãs de todo o mundo que levaram ‘Vingadores: Ultimato’ a esses números históricos”, disse Horn. “É claro que, mesmo com a passagem de uma década, o impacto de ‘Avatar’, de James Cameron, continua tão poderoso como sempre, e as realizações surpreendentes de ambos os filmes são provas contínuas do poder do cinema para emocionar as pessoas e reuni-las em um experiência compartilhada”, continuou Horn em sua declaração. “Os cineastas talentosos por trás desses mundos têm muito mais em estoque, e estamos ansiosos para o futuro do Universo Cinematográfico Marvel e de Pandora”. O comunicado também serve para lembrar que, com a compra da Fox, “Avatar” agora pertence à Disney, que lançará as continuações da sci-fi de 2009 a partir de 2021. Para superar “Avatar”, “Vingadores: Ultimato” contou com táticas inéditas, como o relançamento do filme sem tirá-lo de cartaz e a propagação de uma “versão estendida” sem nenhuma cena inédita na trama. Além dos dólares a mais obtidos por essa estratégia, o valor também cresceu por conta de uma revisão contábil. Todos os ingressos foram recontados nos países em que o filme já saiu de cartaz, resultando em aumento sensível na arrecadação. Nos últimos dias, a busca pelo recorde tinha se tornado tanto uma obsessão quanto uma corrida contra o relógio, já que o filme começou a ser retirado dos cinemas em vários mercados para seu lançamento digital. “Vingadores: Ultimato” será lançado em VOD no final do mês e, logo em seguida, ganha versão em Blu-ray.

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  • Filme

    Javier Bardem negocia viver o Rei Tritão em A Pequena Sereia

    17 de julho de 2019 /

    A Disney está negociando com o ator espanhol Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) para encarnar o papel do Rei Tritão na versão live-action de “A Pequena Sereia”. Cínicos poderia dizer que a escalação completa o mostruário politicamente correto do elenco. Depois de selecionar uma protagonista negra, que formará casal com um príncipe branco, faltava um pai latino para completar a média. A princesa Ariel será interpretada por Halle Bailey (da série “Grown-ish”), marcando uma mudança racial em relação ao desenho animado de 1989. O filme será a estreia cinematográfica de Bailey, que também é cantora – tem um projeto musical com sua irmã, a dupla Chloe x Halle – e deverá formar par romântico com o cantor Harry Styles, cotado para o papel do Príncipe Eric após estrear no cinema no drama de guerra “Dunkirk”, de Christopher Nolan. A produção ainda negocia com Melissa McCarthy (“Poderia Me Perdoar?”), Jacob Tremblay (“Extraordinário”) e Awkwafina (“Podres de Rico”) para completar o elenco. “A Pequena Sereia” é uma das últimas animações que restam para a Disney refilmar com atores, uma estratégia que continua a render hits, como “Aladdin”, lançado em maio com arrecadação de quase US$ 1 bilhão em todo o mundo. Na trama, a filha do Rei Tritão da Atlântida rebela-se para fazer parte do mundo humano e acaba se casando com um humano, o príncipe Eric, que ela resgatou de um naufrágio. Diferente da versão Disney, o conto original de Hans Christian Anderson não tem final feliz, pois Eric se revela interessado apenas em usar Ariel, sem direito a um “e viveram felizes para sempre” em seu futuro – que por isso é trágico. A nova adaptação começou a ganhar vida com roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), que foi reescrito por David Magee a pedido do diretor Rob Marshall. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, no ano passado. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho dos anos 1980, também está no projeto, desenvolvendo com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) uma nova trilha. Além disso, o longa contará com mais três vencedores do Oscar acostumados a trabalhar com Marshall: o diretor de fotografia Dion Beebe, a figurinista Colleen Atwood e o diretor de arte John Myhre. O trio colaborou com o cineasta em “Memórias de Uma Gueixa” (2005) e “Chicago” (2002). Ainda não há previsão para a estreia do novo “A Pequena Sereia”.

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  • Filme,  Música

    Beyoncé lança clipe de O Rei Leão com a filha Blue Ivy

    17 de julho de 2019 /

    Beyoncé lançou o clipe de “Spirit”, canção do novo “O Rei Leão”. O vídeo, que conta com a participação de Blue Ivy, filha da cantora, traz coreografias elaboradas, com a inclusão de dançarinos em cenários que lembram a savana africana do filme da Disney. Mas ao menos a cena da cachoeira foi gravada numa reserva indígena nos Estados Unidos. Há também muitas cenas estáticas, que evocam fotos temáticas de revistas de moda. O visual deslumbrante, criado especialmente para o clipe, é entrecortado por inserções do filme, que mostram desde o nascimento de Simba até o confronto com Scar, além de destacar aparições da personagem de Beyoncé, a leoa Nala. “Spirit” faz parte do disco “The Lion King: The Gift”, uma espécie de “complemento” para a trilha sonora oficial da produção com curadoria de Beyoncé. O álbum conta com músicas de Kendrick Lamar, Jay-Z, Pharrell Williams, Tierra Whack e Childish Gambino (o ator Donald Glover, intérprete de Simba), mas o maior destaque é da própria Beyoncé, que canta em 9 das 14 faixas. O disco tem lançamento marcado para sexta (19/7), um dia depois da estreia do filme no Brasil.

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  • Filme

    Disney quer Harry Styles como o Príncipe Encantado do remake de A Pequena Sereia

    16 de julho de 2019 /

    A Disney está negociando com o cantor Harry Styles para interpretar o príncipe encantado do remake live-action de “A Pequena Sereia”. Segundo diversos sites americanos, as negociações entre Styles e o estúdio ainda estão em fase inicial. Caso assine o contrato para viver o príncipe Eric, “A Pequena Sereia” se tornará o segundo filme da carreira do cantor do One Direction, que estreou no cinema com um papel no drama de guerra “Dunkirk”, de Christopher Nolan. Até agora, apenas a protagonista do remake está confirmada. A princesa Ariel será interpretada por Halle Bailey (da série “Grown-ish”), marcando uma mudança racial em relação ao desenho animado de 1989. O filme será a estreia cinematográfica de Bailey, que também é cantora. Ela tem um projeto musical com sua irmã, a dupla Chloe x Halle. A produção ainda negocia com Melissa McCarthy (“Poderia Me Perdoar?”), Jacob Tremblay (“Extraordinário”) e Awkwafina (“Podres de Rico”) para integrarem o elenco. “A Pequena Sereia” é uma das últimas animações que restam para a Disney refilmar com atores, uma estratégia que continua a render hits, como “Aladdin”, lançado em maio com arrecadação de quase US$ 1 bilhão em todo o mundo. Na trama, a filha do Rei Tritão da Atlântida rebela-se para fazer parte do mundo humano e acaba se casando com um humano, o príncipe Eric, que ela resgatou de um naufrágio. Diferente da versão Disney, o conto original de Hans Christian Anderson não tem final feliz, pois Eric se revela interessado apenas em usar Ariel, sem direito a um “e viveram felizes para sempre” em seu futuro – que por isso é trágico. A nova adaptação começou a ganhar vida com roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), que foi reescrito por David Magee a pedido do diretor Rob Marshall. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, no ano passado. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho dos anos 1980, também está no projeto, desenvolvendo com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) uma nova trilha. Além disso, o longa contará com mais três vencedores do Oscar acostumados a trabalhar com Marshall: o diretor de fotografia Dion Beebe, a figurinista Colleen Atwood e o diretor de arte John Myhre. O trio colaborou com o cineasta em “Memórias de Uma Gueixa” (2005) e “Chicago” (2002). Ainda não há previsão para a estreia do novo “A Pequena Sereia”.

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  • Filme

    Thor 4 é confirmado com o diretor de Ragnarok

    16 de julho de 2019 /

    O diretor Taika Waititi, responsável por reinventar o super-herói nórdico da Marvel em “Thor: Ragnarok”, vai retornar à franquia. Ele assinou contrato para escrever e dirigir “Thor 4”. O projeto transforma Thor no primeiro herói da Marvel a chegar ao quarto filme individual. Nem Homem de Ferro, o mais popular protagonista do Universo Cinematográfico da editora de quadrinhos, mereceu essa consideração. Até aqui, apenas o grupo dos Vingadores teve quatro filmes lançados. O detalhe é que “Thor 4” também repercute em outra produção baseada em quadrinhos. A confirmação do diretor neozelandês garante que “Akira” voltará a ser adiado. O longa baseado no mangá está em desenvolvimento há mais de 15 anos na Warner e, após várias trocas de comando, tinha definido Waititi como diretor e estabelecido seu lançamento para maio de 2021. Mas boatos já circulavam sobre a paralisação da produção. O motivo agora fica claro: a volta do cineasta para a Marvel. A continuação de “Thor: Ragnarok” foi facilitada pela vontade de Chris Hemsworth e Tessa Thompson de retornarem a seus papéis, respectivamente como Thor e Valquíria. Hemsworth, em particular, adorou a abordagem cômica de Waititi no filme anterior e disse várias vezes que gostaria de explorar mais esse aspecto do personagem. Enquanto isso, Thompson cansou de avisar que a produção tinha tudo para acontecer. Mais bem-sucedido dos três filmes de Thor, “Ragnarok” estreou nos cinemas em novembro de 2017, arrecadando US$ 853,9 milhões em todo o mundo.

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  • Filme

    Vingadores: Ultimato fica a apenas US$ 8 milhões do recorde mundial de Avatar

    14 de julho de 2019 /

    O lançamento internacional da “versão estendida” ajudou “Vingadores: Ultimato” a ganhar um “impulso final” em sua despedida das bilheterias, arrecadando mais US$ 2,8 milhões ao redor do mundo neste fim de semana, de acordo com dados do Exhibitor Relations Co. Com isso, a bilheteria mundial dos super-heróis atingiu US$ 2,780 bilhões, ficando a apenas US$ 8 milhões do recorde de “Avatar” (US$ 2,788 bilhões). Mas a corrida para se tornar a maior bilheteria mundial de todos os tempos ganhou agora um novo adversário: o relógio. “Vingadores: Ultimato” será lançado em VOD em duas semanas e, logo em seguida, ganha versão em Blu-ray. Assim, deve sair dos cinemas no final deste mês. O pouco tempo que resta será suficiente para a Disney/Marvel superar o recorde histórico da Disney/Fox?

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  • Filme

    Homem-Aranha: Longe de Casa mantém liderança das bilheterias na América do Norte

    14 de julho de 2019 /

    “Homem-Aranha: Longe de Casa” liderou as bilheterias da América do Norte pelo segundo fim de semana consecutivo, com mais US$ 45,3M (milhões) arrecadados nos últimos três dias. Com isso, acumula US$ 274,5M no mercado doméstico. No exterior, o faturamento dos últimos três dias rendeu mais US$ 100M, o que elevou o montante internacional a US$ 572,5M. Trata-se de um valor recorde para a franquia, superando os rendimentos estrangeiros de “Homem-Aranha 3” (US$ 555M em 2007). Somando os mercados doméstico e internacional, a parceria entre Marvel e Sony chegou a um total de US$ 847M em todo o mundo. São números impressionantes para um filme recém-lançado e já representam a terceira maior arrecadação do super-herói, atrás apenas de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (US$ 880,1M) e “Homem-Aranha 3” (US$ 890,8M). “Toy Story 4” também manteve sua posição, faturando mais US$ 20,6M em seu quarto final de semana em cartaz, na vice-liderança das bilheterias dos Estados Unidos e Canadá. A animação da Disney/Pixar está com US$ 771M mundiais. Já os dois filmes estreantes da semana, “Predadores Assassinos” e “Stuber”, decepcionaram com US$ 12M e US$ 8M respectivamente, valores medíocres para lançamentos que ocuparam mais de 3 mil cinemas. A crítica norte-americana reagiu de forma bem diferente em relação aos dois. Enquanto “Predadores Assassinos”, filme sobre ataques de crocodilos, rendeu elogios inesperados (88% de aprovação no Rotten Tomatoes), “Stuber”, comédia de ação com Dave Bautista, foi considerado medíocre (44%). Eles vão demorar a chegar no Brasil. “Predadores Assassinos” tem lançamento nacional marcado para 26 de setembro, enquanto “Stuber” está previsto apenas para 7 de novembro. O ranking também registrou a saída de “Rocketman” e “Vingadores: Ultimato” (novamente) do Top 10, após, respectivamente, 7 e 12 semanas em cartaz. A cinebiografia de Elton John rendeu até aqui US$ 179,1M, o suficiente para cobrir seus custos de produção, enquanto “Vingadores: Ultimato” chegou a US$ 2,78B, somente 8M atrás do recorde de “Avatar” como a maior bilheteria mundial de todos os tempos. Conheça novos detalhes sobre esta disputa neste link. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 45,3M Total EUA e Canadá: US$ 274,5M Total Mundo: US$ 847M 2. Toy Story 4 Fim de semana: US$ 20,6M Total EUA e Canadá: US$ 346,3M Total Mundo: US$ 771M 3. Predadores Assassinos Fim de semana: US$ 12M Total EUA e Canadá: US$ 12M Total Mundo: US$ 16,8M 4. Stuber Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 8M Total Mundo: US$ 11M 5. Yesterday Fim de semana: US$ 6,7M Total EUA e Canadá: US$ 48,3M Total Mundo: US$ 80,5M 6. Aladdin Fim de semana: US$ 5,8M Total EUA e Canadá: US$ 331,4M Total Mundo: US$ 960,1M 7. Annabelle 3: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA e Canadá: US$ 60,7M Total Mundo: US$ 173,5M 8. Midsommar Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 18,4M Total Mundo: US$ 18,4M 9. Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2 Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 147,1M Total Mundo: US$ 298,8M 10. MIB: Homens de Preto – Internacional Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 76,4M Total Mundo: US$ US$ 239,4M

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  • Série

    The Mandalorian: Jon Favreau já trabalha na 2ª temporada da série inédita de Star Wars

    13 de julho de 2019 /

    A estreia de “The Mandalorian”, primeira série live-action da saga “Star Wars”, ainda está distante, mas seu criador Jon Favreau (que dirigiu os remakes de “O Rei Leão” e “Mogli”) revelou já estar trabalhando na 2ª temporada. “Eu estava escrevendo a 2ª temporada esta manhã antes de vir aqui”, contou o cineasta em entrevista ao site Collider. Segundo o site, o trabalho nos novos episódios vão além do roteiro. A 2ª temporada já teria entrado em pré-produção, num processo inicial de produção de efeitos visuais, que serão incluídos em tempo real nas cenas durante as gravações definitivas. Este trabalho aponta que “The Mandalorian” vai usar a tecnologia de ponta que deu vida aos animais falantes realistas de “O Rei Leão”. Trata-se de um processo digital que permite que o diretor veja as cenas com efeitos já durante as filmagens, para ter a noção exata de como vão aparecer na tela, em vez de depender da equipe de pós-produção para materializar os efeitos previstos em roteiro. Isto dá ao diretor muito mais controle sobre o produtor final. “Se você visitar o set de ‘The Mandalorian’, verá uma parede de vídeo onde é possível vislumbrar os personagens imersos no cenário digital e interagindo com criações digitais, ao mesmo tempo em que gravam com tela azul ao fundo”, contou Favreau. Mas para que isso aconteça, ele e sua equipe precisam mapear todos os efeitos antes em pré-produção. Que é o ponto em que se encontra “The Mandalorian” em relação à 2ª temporada. A série da plataforma Disney+ (Disney Plus) vai se passar após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem. Isto é, entre os filmes “Star Wars: O Retorno de Jedi” (1983) e “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). O título refere-se a um nativo do planeta Mandalore, que os fãs de “Star Wars” conhecem como a terra natal dos notórios caçadores de recompensas Boba Fett e Jango Fett. O personagem será interpretado pelo chileno Pedro Pascal (de “Game of Thrones” e “Narcos”). O elenco também inclui Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Emily Swallow (“Supernatural”), Omid Abtahi (“Deuses Americanos”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”) e até o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”). Dave Filoni, responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”, dirige o piloto da série, que também tem episódios comandados pelos diretores Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World”). E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018). “The Mandalorian” deve estrear junto do lançamento da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será disponibilizado em 12 de novembro nos Estados Unidos, com planos de chegar a outros países em 2020.

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