Hamilton: Disney anuncia o documentário mais caro de todos os tempos
A Disney anunciou o lançamento de uma versão para o cinema do espetáculo da Broadway “Hamilton”, prevista para chegar às telas em outubro de 2021. Mas deixou de fora o detalhe mais importante da notícia. Segundo apurou o site Deadline, a aquisição dos direitos de exibição foi a mais cara de todos os tempos, girando em torno de US$ 75 milhões. Se esse preço for real, será mesmo um negócio nunca visto. Porque o “filme” nada mais é que um registro da peça, feito durante três noites consecutivas no final da temporada do elenco original. Trata-se, sim, de um documentário da montagem teatral no palco do Richard Rodgers Theatre, apenas incrementado por takes alternativos gravados com o teatro vazio – feitos com o objetivo de multiplicar os ângulos e dar uma aparência mais “cinematográfica” à edição de imagens – , de modo a evitar a aparência tediosa de “teatro filmado”. O custo ficou tão elevado porque os direitos foram disputados com concorrentes de peso, inflacionando o valor dos direitos da obra de Lin-Manuel Miranda, vencedora de 11 prêmios Tony em 2016, além do Prêmio Pulitzer de Drama. Entretanto, é justo constatar que, por esse orçamento, seria possível realizar uma adaptação inédita, exclusiva e superproduzida do mesmo musical. Afinal, a Universal recusou produzir a adaptação cinematográfica de “Em um Bairro de Nova York”, outra obra de Miranda, pelo orçamento chegar em US$ 30 milhões. A Warner, que acabou realizando a adaptação, pagou os direitos e a filmagem completa por cerca de US$ 20 milhões, o que incluiu o salário do próprio Miranda como ator. O filme “Em um Bairro de Nova York” – não o registro documental da peça – estreia em junho. O diretor Tommy Kail dirigiu a versão teatral e o filme de “Hamilton”, que será lançado nos cinemas em 15 de outubro de 2021 – antes de encontrar seu inevitável lar na plataforma Disney+ (Disney Plus). Disney presents: Hamilton. With The Original Broadway Cast. Filmed onstage at The Richard Rodgers Theatre. In A Theater Near You.October 15, 2021. #Hamilfilm pic.twitter.com/08YP6CTbF8 — Walt Disney Studios (@DisneyStudios) February 3, 2020
Marvel revela primeiras cenas de Falcão e o Soldado Invernal, WandaVision e Loki
A Marvel surpreendeu o público com as primeiras imagens de suas séries exclusivas da plataforma Disney+ (Disney Plus), apresentadas sem aviso durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), espaço publicitário mais valorizado da TV dos EUA. O comercial com cenas inéditas de “Falcon and the Winter Soldier” (Falcão e o Soldado Invernal), “WandaVison” e “Loki” foi imediatamente disponibilizado na internet e pode ser conferido abaixo. Na prévia, é possível ver Sam/Falcão (Anthony Mackie) treinando com o escudo do Capitão América, o novo visual de cabelos curtos de Bucky/Soldado Universal (Sebastian Stan), o vilão Barão Zemo (Daniel Brühl), o Agente Americano (Wyatt Russell) em evento patriótico, a metamorfose ambulante criada por Wanda/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) para sua vida “doméstica” ao lado do androide Visão (Paul Bettany) e Loki (Tom Hiddleston) prometendo incendiar tudo. Sem dúvida, a maior revelação do vídeo diz respeito ao tom de “WandaVison”, que vai alternar radicalmente de estilo entre os episódios, indo do sitcom clássico em preto e branco à comédia teen dos anos 1990, sem esquecer de evocar as produções de super-heróis mais recentes – Wanda aparece, finalmente, com seu traje clássico de Feiticeira Escarlate. Vale considerar que a série “Supernatural” já usou o recurso de mostrar os personagens presos num universo televisivo, em que cada sequência vinha de um programa diferente. A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e a direção é assinada por Kari Skogland, diretora premiada de episódios de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”. “WandaVision” é escrita por Jac Schaeffer (do vindouro filme da “Viúva Negra”) e dirigida por Matt Shakman (de “Game of Thrones”). E “Loki” tem roteiros de Michael Waldon (“Rick & Morty”) e direção de Kate Herron (“Sex Education”). As duas primeiras séries devem estrear ainda em 2020, enquanto “Loki” está prevista para 2021.
Viúva Negra: Coleção de pôsteres destaca “família” da heroína
A Marvel divulgou uma coleção de pôsteres com os personagens de “Viúva Negra”. Assim como o comercial disponibilizado neste domingo (2/2), as artes destacam a “primeira família” da personagem-título, vivida por Scarlett Johansson, que inclui os personagens de Florence Pugh (“Midsommar”), David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”). A trama de “Viúva Negra” acompanha Natasha Romanoff (Johansson) após fugir dos EUA, passando-se entre os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” e “Vingadores: Guerra Infinita”. O longa tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”), direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) e sua estreia está marcada para 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Viúva Negra: Comercial dublado apresenta cenas inéditas
A Marvel disponibilizou na internet a versão dublada em português do comercial de TV de “Viúva Negra”, especialmente produzido para exibição neste domingo (2/2) durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), espaço publicitário televisivo mais valorizado dos EUA. O vídeo de 30 segundos traz algumas cenas inéditas e valoriza a introdução da “primeira família” da personagem-título, vivida por Scarlett Johansson. Além disso, também volta a chamar atenção para a habilidade do novo vilão – supostamente o Treinador – no manejo do escudo, remetendo ao Capitão América. A trama de “Viúva Negra” acompanha Natasha Romanoff (Johansson) após fugir dos EUA, passando-se entre os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” e “Vingadores: Guerra Infinita”. O longa tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”) e direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), e seu elenco também inclui Florence Pugh (“Midsommar”), David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”) como a “família” russa da protagonista. A estreia está marcada para 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Como a Disney brasileira disponibilizou apenas a versão dublada em português, confira também o trailer original americano abaixo.
Mulan ganha novo trailer dublado eletrizante
A Disney divulgou um novo trailer de sua versão live-action de “Mulan”. O vídeo é apresentado como o último trailer cinematográfico do longa-metragem e capricha nas cenas de ação, com muitas coreografias de lutas marciais que desafiam a gravidade. Há também elementos sobrenaturais, que enfim ganham destaque, enfatizando os poderes da bruxa criada especialmente para a nova trama. A prévia resume a história conhecida, da jovem que se disfarça de homem para lutar no exército chinês no lugar do pai doente, já que cada família deveria contribuir com um guerreiro para a defesa do império. Mas não há humor, canções ou dragão falante. O que torna “Mulan” a mais diferente das fabulações recentes da Disney. A prévia chega até a parecer uma superprodução chinesa de wuxia. Ainda assim, imagina-se que o tema do empoderamento feminino, em grande evidência na sociedade ocidental atual, seja mais bem explorado por se tratar de uma produção americana. Por sinal, “Mulan” será o primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, a neozelandesa Niki Caro (de “O Zoológico de Varsóvia”), após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016), “A Bela e a Fera” (2017), “Dumbo” e “Aladdin” (2019) terem sido comandados por homens. O elenco destaca Liu Yifei (“O Reino Perdido”) como a heroína do título e dois grandes astros do cinema chinês de ação, Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), além do havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”), Jimmy Wong (“O Círculo”), Doua Moua (“Gran Torino”) e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que vive a bruxa capaz de virar águia. A estreia está prevista para 26 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Como a Disney brasileira disponibilizou apenas a versão dublada em português, confira também o trailer original americano abaixo.
Bad Boys para Sempre lidera bilheterias pela terceira semana nos EUA
“Bad Boys para Sempre” deixou de ser título de filme para virar posição de ranking. O revival da franquia estrelada por Will Smith e Martin Lawrence permanece como o maior sucesso de bilheteria nos EUA e Canadá pela terceira semana seguida. Com mais US$ 17,7 milhões arrecadados, o longa da Sony agora acumula um total de US$ 148 milhões no mercado norte-americano e chega a dobrar a quantia (US$ 290,7M) com sua arrecadação mundial. As estreias fracas do fim de semana, aliadas ao Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), que costuma prender o público dos EUA diante da TV, conspiraram para manter todo o Top 3 inalterado, com “1917” e “Dolittle” completando o pódio. Ao beirar os US$ 250 milhões, o filme de guerra de Sam Mendes, favoritíssimo ao Oscar 2020, já começa a cobrir o investimento da Universal em sua produção (US$ 90 milhões). Infelizmente, “Dolittle” desequilibra as contas do estúdio, com apenas US$ 126,6 milhões mundiais para um orçamento de US$ 175 milhões. De todo modo, a disputa de maior fracasso de 2020 ganhou nova rodada, com os desapontamentos do fim de semana. A estreia mais bem colocada desta semana foi a versão de terror da fábula de “João e Maria”, batizada em português de “Maria e João: O Conto das Bruxas”, que abriu em 4º lugar com US$ 6 milhões. Considerado medíocre pela crítica (56% de aprovação no Rotten Tomatoes), tem estreia marcada no Brasil para o dia 20 de fevereiro, junto com o terrível “Dolittle” (pra quem não lembra: só 16% de aprovação). Mas o grande fiasco ficou por conta de “The Rhythm Section”. Um fiasco recordista. O thriller de ação estrelado por Blake Lively foi lançado em mais de 3 mil salas e fez apenas US$ 2,8 milhões, rendendo menos de US$ 1 mil por tela no 10º lugar do ranking. Trata-se da menor abertura de um filme com distribuição ampla na América do Norte em todos os tempos. Por isso, mesmo com um orçamento mediano (US$ 50 milhões) para o gênero, dará grande prejuízo. Primeiro longa de ação dirigido por uma mulher (Reed Marano, da série “The Handmaid’s Tale”) em 2020 – o próximo é “Aves de Rapina” – , “The Rhythm Section” também foi destruído pela crítica, com média de 33% no Rotten Tomatoes. Ressalte-se que os comentários negativos concentraram-se no roteiro genérico e previsível de Mark Burnell, escritor “quase brasileiro” estreante no cinema, que adaptou seu próprio livro para a Eon (produtora dos filmes de 007). A Paramount, que fez a distribuição nos EUA, nem começou a divulgar “The Rhythm Section” no Brasil. O filme, por sinal, nem tem título nacional, muito menos previsão de estreia no país em que Burnell cresceu. Saiba mais sobre os motivos do fracasso de “The Rhythm Section” neste link. E confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos EUA e Canadá – se preferir, clique também em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Bad Boys para Sempre Fim de semana: US$ 17,6M Total EUA e Canadá: US$ 148M Total Mundo: US$ 290,7M 2. 1917 Fim de semana: US$ 9,6M Total EUA e Canadá: US$ 119,2M Total Mundo: US$ 249M 3. Dolittle Fim de semana: US$ 7,7M Total EUA e Canadá: US$ 55,2M Total Mundo: US$ 126,6M 4. Maria e João: O Conto das Bruxas Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 6M Total Mundo: US$ 6M 5. Magnatas do Crime Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 20,4M Total Mundo: US$ 48,4M 6. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 291,2M Total Mundo: US$ 746,1M 7. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 507M Total Mundo: US$ 1B 8. Os Órfãos Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 11,7M Total Mundo: US$ US$ 14M 9. Adoráveis Mulheres Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 98,7M Total Mundo: US$ 162,8M 10. The Rhythm Section Fim de semana: US$ 2,8M Total EUA e Canadá: US$ 2,8M Total Mundo: US$ 2,8M
Toy Story 4: Vídeo de bastidores revela trabalho dos dubladores originais da animação
A Pixar divulgou nas redes sociais um vídeo dos bastidores da dublagem de “Toy Story 4”, mostrando diversos atores do elenco de vozes originais interpretando seus personagens. No vídeo abaixo, é possível ver Tom Hanks como Woody, Tim Allen como Buzz Lyghtyear, Keanu Reeves como Duke Caboom, Annie Potts como Betty (Bo Peep), Tony Hale como Garfinho (Forky) e muitos outros. Um dos sete filmes da Disney a superar US$ 1 bilhão de bilheteria mundial em 2017, “Toy Story 4” venceu o prêmio do Sindicato dos Produtores (PGA, na sigla em inglês) e o Critics Choice como Melhor Animação do ano e está na disputa do Oscar da categoria, que será entregue em cerimônia marcada para 9 de fevereiro no Teatro Dolby, em Los Angeles, com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT. Ver essa foto no Instagram Tom Hanks, Tim Allen, and more bring Woody, Buzz Lightyear, and your favorite toys to life. Uma publicação compartilhada por Pixar (@pixar) em 31 de Jan, 2020 às 8:31 PST
Loki: Owen Wilson entra na série da Marvel
O ator Owen Wilson (“Extraordinário”) entrou no elenco de “Loki”, série da Marvel para a Disney+ (Disney Plus), que iniciou recentemente sua produção. Não há detalhes sobre o papel que ele vai interpretar, mas, segundo apurou o site Deadline, trata-se de um personagem proeminente. Apesar de já ter feito aparições em programas televisivos, o ator nunca tinha integrado o elenco fixo de uma série anteriormente. Ele vai se juntar a Tom Hiddleston, intérprete do personagem-título, o irmão maligno de Thor, na série produzida por Kevin Feige, escrita por Michael Waldron (“Rick e Morty”) e dirigida por Kate Herron (“Sex Education”). Feige já adiantou que a trama terá ligação direta com o próximo filme do Doutor Estranho, previsto para maio de 2021. Mas esse cronograma pode ser revisto, já que o longa perdeu seu diretor recentemente. Loki é o vilão mais proeminente da Marvel, tendo aparecido em sete filmes até o momento, entre o primeiro “Thor” (de 2011) e o último “Vingadores” (de 2019). A série, por sinal, vai encontrá-lo após os eventos de “Vingadores: Ultimato”, filme de maior bilheteria de todos os tempos.
Mulan: Novo comercial legendado destaca muitas cenas de ação
A Disney antecipou na internet o novo comercial de sua versão live-action de “Mulan”, em versões legendada e dublada. O vídeo foi produzido para ser exibido no domingo (2/2) durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), espaço publicitário mais valorizado da TV dos EUA. A prévia de 30 segundos reforça os elementos de ação da trama, com muitas lutas e foco nas habilidades marciais da heroína do título. O resultado lembra mais uma obra tradicional chinesa de artes marciais que uma fábula live-action da Disney, o que torna difícil deixar de imaginar o que Zhang Yimou, Ang Lee ou Wong Kar-Wai fariam à frente dessa produção. Afinal, a direção, curiosamente, não é de um chinês, mas da neozelandesa Niki Caro (da série “Anne with an E”). “Mulan” será o primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016), “A Bela e a Fera” (2017), “Dumbo” e “Aladdin” (2019) terem sido comandados por homens. Mas Niki Caro é ocidental. Curiosamente, não faltam mulheres chinesas à frente de grandes produções de Hollywood nesse momento – Cathy Yan em “Aves de Rapina” e Chloé Zhao em “Eternos”. Em compensação, a intérprete de Mulan, Liu Yifei (“O Reino Perdido”), parece perfeita no papel, o que ajuda a minimizar até suas declarações políticas – motivo de tensão com Hong Kong. O elenco também inclui dois grandes astros do cinema chinês de ação, Donnie Yen (“Rogue One”) e Jet Li (“Os Mercenários”), além do havaiano Jason Scott Lee (que viveu Bruce Lee na cinebiografia “Dragão: A História de Bruce Lee”), Jimmy Wong (“O Círculo”), Doua Moua (“Gran Torino”) e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”), que foi musa de Zhang Yimou nos anos 1990. A estreia está prevista para 26 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Irmãos recriam Toy Story 3 com bonecos de verdade e o resultado impressiona. Confira
Dois irmãos fãs de “Toy Story” decidiram recriar o terceiro e mais emocionante filme da franquia usando câmeras de iPhone e brinquedos de verdade. A brincadeira levou oito anos para ser concluída, combinando as vozes originais do longa com os bonecos oficiais fabricados pela Mattel, que ganham vida graças à ilusão de movimento propiciada pela tradicional e exaustiva técnica conhecida como stop-motion. Para quem não sabe, stop-motion consiste em fotografar uma sucessão infindável de imagens com pequenas mudanças entre uma e outra foto para criar a ilusão de que as figuras se movimentam. A técnica é usada para animar bonecos desde a época do primeiro “King Kong” (1933) e, embora preserve características artesanais (muitos filmes criam seus próprios bonecos) numa era caracterizada por animação digital (inaugurada, justamente, pelo primeiro “Toy Story”), continua a ser utilizada com sucesso. Indicado ao Oscar 2020, “Link Perdido” é exemplo de uma animação atual criada pelo mesmo método. Morgan e Mason McGrew ainda eram adolescentes quando iniciariam o projeto. Mas foi como jovens adultos que apresentaram o resultado final para a Disney, impressionando o estúdio, que lhes deu autorização para exibi-lo gratuitamente para outros fãs se inspirarem. Intitulado “Toy Story 3 in Real Life” (Toy Story 3 na Vida Real, em tradução literal), essa brincadeira pode ter revelado dois novos cineastas. Disponibilizada no Youtube no último sábado (25/1), a obra já acumula quase 1 milhão de visualizações. Confira abaixo o filme integral e um vídeo de bastidores divulgado em 2017, que demonstra o trabalho imenso que os jovens realizaram.
Minha Mãe É uma Peça 3 ultrapassa R$ 150 milhões nas bilheterias
Recordista de bilheteria do cinema brasileiro desde a semana passada, “Minha Mãe É uma Peça 3” aumentou ainda mais o volume de sua arrecadação, mantendo-se como o segundo filme mais visto pelo público do Brasil no último fim de semana. De quinta a domingo (27/1), a comédia exibida em 487 salas arrecadou R$ 9,1 milhões, levando mais 530 mil pessoas aos cinemas. Desde que estreou há cinco semanas, “Minha Mãe é uma Peça 3” já foi vista por 9,8 milhões de espectadores, segundo levantamento da Comscore, e acumula R$ 156 milhões, a maior arrecadação de um filme brasileiro em todos os tempos. Lançado na última semana de dezembro, “Minha Mãe É uma Peça 3” já tinha impressionado na estreia, arrecadando mais de R$ 30 milhões no fim de semana inaugural. Com isso, bateu o blockbuster “Star Wars: A Ascensão Skywalker” nas bilheterias nacionais. E, nas semanas seguintes, nem tomou conhecimento da concorrência de “Frozen 2”, tornando-se um pesadelo para a Disney no Brasil. Mas, apesar do recorde de bilheteria, o longa estrelado por Paulo Gustavo ainda não é o que mais vendeu ingressos. Com distribuição de ingressos para fiéis da Igreja Universal, “Nada a Perder” fez circular 11,5 milhões de ingressos, segundo informações da produtora Paris Filmes. A diferença em reais fica, portanto, por conta da inflação. Na verdade, o terceiro “Minha Mãe É uma Peça” é o quinto filme com maior público do cinema nacional. Os demais filmes que completam o ranking são “Os Dez Mandamentos” (11,3M de ingressos), “Tropa de Elite 2” (11,1M) e “Dona Flor e seus Dois Maridos” (10,7M). Por curiosidade, “Minha Mãe É uma Peça 2” agora é o sexto, com 9,3 milhões de espectadores superados pela venda da continuação. O detalhe é que “Minha Mãe É uma Peça 3” continua lotando cinemas. O longa só perde, nas bilheterias atuais, para “Jumanji: Próxima Fase”, que estreou há duas semanas. Ou seja, ainda tem muitos ingressos para vender. A popularidade do filme também representa uma contraste gritante em relação ao modelo conservador de cinema que o governo Bolsonaro tenta implantar no país, já que sua trama é estrelada por um homem vestido de mulher (que na vida real é casado com outro homem), inclui uma trama de casamento homossexual e gira em torno de uma família que lida com a sexualidade de forma natural e bem-humorada. Veja abaixo o Top 10 do fim de semana no Brasil, segundo levantamento da consultoria Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema Final Semana 23 a 26 JAN: 1. Jumanji – Próxima Fase2. Minha Mãe É Uma Peça 33. 19174. Frozen 25. Um Espião Animal6. Adoráveis Mulheres7. O Escândalo8. Parasita9. A Possessão de Mary10. O Melhor Verão de Nossas Vidas — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) January 27, 2020
Bilheterias: Bad Boys para Sempre mantém liderança pela segunda semana nos EUA
“Bad Boys para Sempre” manteve a liderança das bilheterias da América do Norte, após arrecadar US$ 34 milhões em seu segundo fim de semana em cartaz nos EUA e Canadá. O filme chegou a US$ 120,6 milhões no mercado doméstico e já soma US$ 215,6 milhões em todo o mundo. Embora ainda não tenha coberto suas despesas de produção (US$ 90 milhões), o longa estrelado por Will Smith e Martin Lawrence vai chegar em mais países nesta semana, inclusive no Brasil, onde estreia na próxima quinta (30/1). A certeza de lucro é tão grande que a Sony já começou a desenvolver mais um filme da franquia iniciada em 1995. A campanha vitoriosa na temporada de premiações continua a impulsionar as bilheterias de “1917”, que recuperou o 2º lugar, empurrando “Dolittle” para baixo. Com as conquistas deste fim de semana, especificamente o DGA Award (prêmio do Sindicato dos Diretores) e o ASC Award (prêmio do Sindicato dos Diretores de Fotografia), o filme de Sam Mendes se tornou favoritíssimo ao Oscar 2020. Tanta consagração – que incluiu o PGA Award (prêmio do Sindicato dos Produtores), o Globo de Ouro e o Critics Choice de Melhor Direção – , tem despertado a curiosidade do público, que está lotando as sessões do longa distribuído pela Universal. Com isso, “1917” superou os US$ 100 milhões no mercado doméstico e os US$ 200 milhões em todo o mundo. Por coincidência, os valores de custo e arrecadação de “1917 são muito parecidos com os de “Bad Boys para Sempre”. Mas o drama de guerra está a mais tempo nos cinemas e tende a ter carreira mais longeva, graças ao burburinho em torno do Oscar. Primeiro fracasso milionário do ano, “Dolittle” caiu para o 3º lugar em sua segunda semana de exibição. O filme que custou US$ 175 milhões para ser produzido – sem considerar despesas de P&A (cópias e publicidade) – atingiu, ao todo, US$ 44 milhões na América do Norte e US$ 91 milhões no mundo. Com isso, o “melhor” lançamento da semana abriu apenas em 4º lugar. “Magnatas do Crime” (The Gentleman), que marca a volta do cineasta inglês Guy Ritchie (do blockbuster “Aladdin”) ao ciclo criminal do começo de sua carreira, faturou US$ 11 milhões em seus primeiros três dias de exibição nos EUA e Canadá, chegando a US$ 33,5 milhões na soma mundial. Apesar do elenco repleto de astros famosos (Matthew McConaughey, Charlie Hunnam, Michelle Dockery, Colin Farrell e Hugh Grant), foi uma produção barata, orçada em US$ 18,4 milhões, e não corre risco de prejuízo. Vale destacar que a crítica aprovou sua estreia, com média de 72% no Rotten Tomatoes. Mas ainda não há previsão para a exibição no Brasil. A segunda novidade do ranking, por outro lado, foi amplamente execrada. “Os Órfãos” (The Turning) afundou em 7º lugar, com US$ 7,3 milhões nas bilheterias, 17% no Rotten Tomatoes e a segunda nota “F” do ano no CinemaScore (pesquisa de opinião entre o público de cinema dos EUA). Curiosamente, o primeiro “F” de 2020 foi para outro terror: o reboot de “O Grito”. Assim como “O Grito”, “Os Órfãos” também é uma história batida de terror. Trata-se da enésima versão do clássico do terror gótico americano “A Volta do Parafuso”, de Henry James, uma das histórias de fantasmas mais conhecidas e filmadas de todos os tempos – tem até versão brasileira: “Através da Sombra” (2015). E, considerando a unanimidade conquistada, trata-se provavelmente da pior adaptação de todas. Siga este link para saber mais sobre a repulsa causada por “Os Órfãos no público americano. A estreia no Brasil está marcada para quinta-feira (30/1). Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Bad Boys para Sempre Fim de semana: US$ 34M Total EUA e Canadá: US$ 120,6M Total Mundo: US$ 215,6M 2. 1917 Fim de semana: US$ 5,8M Total EUA e Canadá: US$ 103,8M Total Mundo: US$ 200,4M 3. Dolittle Fim de semana: US$ 12,5M Total EUA e Canadá: US$ 44,6M Total Mundo: US$ 91M 4. Magnatas do Crime Fim de semana: US$ 11M Total EUA e Canadá: US$ 11M Total Mundo: US$ 33,5M 5. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 7,9M Total EUA e Canadá: US$ 283,4M Total Mundo: US$ 737,4M 6. Os Órfãos Fim de semana: US$ 7,3M Total EUA e Canadá: US$ 7,3M Total Mundo: US$ 8,1M 7. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 5,1M Total EUA e Canadá: US$ 501,5M Total Mundo: US$ 1B 8. Adoráveis Mulheres Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 93,7M Total Mundo: US$ US$ 146,7M 9. Luta por Justiça Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 27M Total Mundo: US$ 30,4M 10. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA e Canadá: US$ 151,8M Total Mundo: US$ 283,3M
Personagens de Mulan ganham coleção de pôsteres
A Disney divulgou um coleção de pôsteres nacionais dos personagens de sua versão live-action de “Mulan”. As imagens destacam Liu Yifei (“O Reino Perdido”) no papel-título, além de Yoson An (“Máquinas Mortais”) como Chen, Donnie Yen (“Rogue One”) como o comandante Tung, Jet Li (“Os Mercenários”) como o Imperador da China, Jason Scott Lee (“Dragão: A História de Bruce Lee”) como o vilão Bori Khan e a célebre atriz Gong Li (“Memórias de Uma Gueixa”) como a vilã Xian Lang. A direção é da neozelandesa Niki Caro (da série “Anne with an E”), primeira mulher a comandar um versão live-action das fábulas da Disney, após “Alice no País das Maravilhas” (2012), “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015), “Mogli” (2016), “A Bela e a Fera” (2017), “Dumbo” e “Aladdin” (2019) terem sido dirigidos por homens. A estreia está prevista para 26 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.












