Um Emmy para entrar para a História acontece neste domingo
A 73ª edição do Emmy Awards, maior premiação da indústria televisiva dos EUA, acontece neste domingo (19/9) em Los Angeles, com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais pagos TNT e TNT Series a partir das 20h30. Entre os prêmios em jogo, estão consagrações históricas. Michaela Jaé (MJ) Rodriguez já chega ao evento com o feito de ser a primeira transexual indicada ao Emmy de Melhor Atriz de Drama. A vitória da estrela de “Pose” quebraria a internet, mas a concorrência é dura. Já a disputa de Melhor Série de Comédia deve render uma conquista inédita para a Apple TV+, graças ao favoritismo de “Ted Lasso”. Seria a consagração de uma das big techs mais tradicionais e sinal das mudanças atuais do mundo do entretenimento. Além disso, a Netflix nunca esteve tão perto de suplantar a HBO como nova força “televisiva”. O principal fato histórico da véspera do Emmy 2021 é que, de fato, a HBO morreu. A possível conquista da Netflix, que seria símbolo de uma mudança de hábitos, com o crescimento dos streamings sobre a TV paga, foi atropelada pela chegada da HBO Max e a decisão da Warner de submeter suas séries da TV paga junto com as de streaming, como se tudo fosse HBO Max. E esta iniciativa teve como efeito colateral encerrar o domínio da HBO sobre a premiação e alterar o tom do Emmy deste ano de forma dramática. O Emmy 2021 não será uma reprise dos últimos embates da TV paga versus streaming. Em vez disso, este é o primeiro ano em que a premiação da Academia de Televisão dos EUA acontecerá no campo minado da guerra dos streamings. E a Netflix já abriu vantagem, iniciando a cerimônia deste domingo com 34 vitórias na premiação técnica, conhecida como Creative Arts Emmy, que aconteceu no fim de semana passado. Como são mais de 100 troféus (119, exatamente), o Emmy é dividido em três dias, com a maioria dos troféus entregues a professionais de bastidores uma semana antes do tapete vermelho dos astros famosos. Várias atrações já chegam ao evento principal com vitórias nas categorias técnicas. E o reconhecimento antecipado apontou que não é a HB0 Max, mas a Disney+ quem emerge como grande rival da Netflix nos novos tempos digitais. A plataforma da Disney teve 13 vitórias, graças principalmente à qualidade profissional de “The Mandalorian” (8 vitórias) e “WandaVision” (3), contra 10 da HBO Max. Com 9 vitórias até o momento, “O Gâmbito da Rainha” disparou na frente com favorita nas categorias de Minissérie, diante da aposta de “Mare of Easttown”, na HBO Max, enquanto “The Crown” (4 vitórias técnicas) aparece com vantagem contra “Pose” (3) na briga pela estatueta de Melhor Série de Drama. A cerimônia também registra aumento de diversidade e inclusão entre os indicados, e surpreende pelo reconhecimento obtido por séries de super-heróis, especialmente “WandaVision” e “The Boys”, que também disputarão o Emmy de Melhor Série de Drama – basicamente cumprindo tabela. Depois de realizar uma premiação por Zoom no ano passado, a cerimônia deste ano acontecerá de forma presencial, com um número limitado de convidados e apresentação do comediante Cedric the Entertainer. Mas além do evento principal em Los Angeles, algumas produções estrangeiras terão seus próprios palcos em seus países de origem. A equipe britânica de “The Crown”, por exemplo, vai se reunir em Londres. Vai assistir? Já sabe para quem torcer? Confira abaixo os prêmios em disputa. Melhor Série – Drama “The Boys” “Bridgerton” “The Crown” “The Handmaid’s Tale” “Lovecraft Country” “The Madalorian” “Pose” “This Is Us” Melhor Série – Comédia “Black-ish” “Cobra Kai” “Emily em Paris” “Hacks” “The Flight Attendant” “O Método Kominsky” “Pen15” “Ted Lasso” Melhor Minissérie “I May Destroy You” “Mare of Easttown” “O Gambito da Rainha” “The Underground Railroad” “WandaVision” Melhor Ator – Série de Drama Jonathan Majors (“Lovecraft Country”) Josh O’Connor (“The Crown”) Regé-Jean Page (“Bridgerton”) Billy Porter (“Pose”) Matthew Rhys (“Perry Mason”) Sterling K. Brown (“This is Us”) Melhor Ator Coadjuvante – Série de Drama Giancarlo Esposito (“The Mandalorian”) O-T Fagbenie (“The Handmaid’s Tale”) John Lithgow (“Perry Mason”) Tobias Menzies (“The Crown”) Max Minghella (“The Handmaid’s Tale”) Chris Sullivan (“This Is Us”) Bradley Whitford (“The Handmaid’s Tale”) Michael K. Williams (“Lovecraft Country”) Melhor Atriz – Série de Drama Uzo Aduba (“In Treatment”) Olivia Colman (“The Crown”) Emma Corrin (“The Crown”) Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Mj Rodriguez (“Pose”) Jurnee Smollett (“Lovecrafty Country”) Melhor Atriz Coadjuvante – Série de Drama Gillian Anderson, “The Crown” Helena Bonham Carter, “The Crown” Emerald Fennell, “The Crown” Madeline Brewer, “The Handmaid’s Tale” Ann Dowd, “The Handmaid’s Tale” Yvonne Strahovski, “The Handmaid’s Tale” Samira Wiley, “The Handmaid’s Tale” Aunjanue Ellis, “Lovecraft Country” Melhor Ator – Série de Comédia Anthony Anderson (“Black-ish”) Michael Douglas (“O Método Kominsky”) William H. Macy (“Shameless”) Jason Sudeikis (“ted Lasso”) Kenan Thompson (“Kenan”) Melhor Ator Coadjuvante – Série de Comédia Bowen Yang (“Saturday Night Live”) Kenan Thompson (“Saturday Night Live”) Brett Goldstein (“Ted Lasso”) Brendan Hunt (“Ted Lasso”) Nick Mohammed (“Ted Lasso”) Jeremy Swift (“Ted Lasso”) Paul Reiser (“O Método Kominsky”) Carl Clemons-Hopkins (“Hacks”) Melhor Atriz – Série de Comédia Aidy Bryant (“Shrill”) Kaley Cyuoco (“The Flight Attendant”) Allison Janney (“Mom”) Tracee Ellis Ross (“Black-ish”) Jean Smart (“Hacks”) Melhor Atriz Coadjuvante – Série de Comédia Kate McKinnon (“Saturday Night Live”) Cecily Strong (“Saturday Night Live”) Aidy Bryant (“Saturday Night Live”) Rosie Perez (“The Flight Attendant”) Hannah Einbinder (“Hacks”) Hannah Waddingham (“Ted Lasso”) Juno Temple (“Ted Lasso”) Melhor Ator – Minissérie ou Telefilme Lin-Manuel Miranda (“Hamilton”) Leslei Odom, Jr (“Hamilton”) Paul Bettany (“Wandavision”) Hugh Grant (“The Undoing”) Ewan McGregor (“Halston”) Melhor Ator Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Daveed Diigs (“Hamilton”) Jonathan Groff (“Hamilton”) Anthony Ramos (“Hamilton”) Thomas Brodie-Sangster (“O Gambito da Rainha”) Evan Peters (“Mare of Easttown”) Paapa Essiedu (“I May Destroy You”) Melhor Atriz – Minissérie ou Telefilme Michaela Coel (“I May Destroy You”) Cynthia Erivo (“Genius: Aretha”) Elizabeth Olsen (“WandaVision”) Anya Taylor-Joy (“O Gambito da Rainha”) Kate Winslet (“Mare of Easttown”) Melhor Atriz Coadjuvante – Minissérie ou Telefilme Jean Smart (“Mare of Easttown”) Julianne Nicholson (“Mare of Easttown”) Kathryn Hahn (“WandaVision”) Phillipa Soo (“Hamilton”) Renee Elise Goldsberry (“Hamilton”) Moses Ingram (“O Gambito da Rainha”) Melhor Talk-Show ou Programa de Variedades “Conan” “The Daily Show com Trevor Noah” “Jimmy Kimmel Live” “Last Week Tonight com John Oliver” “The Late Show com Stephen Colbert” Melhor Reality Show de Competição “The Amazing Race” “Nailed It” “RuPaul’s Drag Race” “Top Chef” “The Voice” Melhor Reality Show Estruturado “Antiques Roadshow” “Property Brothers: Forever Home” “Queer Eye” “Running Wild With Bear Grylls” “Shark Tank” Melhor Reality Show sem Estrutura “Becoming” “Below Deck” “Indian Matchmaking” “RuPaul’s Drag Race Untucked” “Selling Sunset” Melhor Roteiro – Série de Drama Rebecca Sonnenshine (“The Boys”) Peter Morgan (“The Crown”) Yahlin Chang (“The Handmaid’s”) Misha Green (“Lovecraft Country”) Dave Filoni (“The Mandalorian”) Jon Favreau (“The Mandalorian”) Ryan Murphy, Brad Falchuk, Steven Canals, Janet Mock, Our Lady J (“Pose”) Melhor Roteiro – Série de Comédia Steve Yockey (“The Flight Attendant”) Meredith Scardino (“Girls5eva”) Lucia Aniello, Paul W. Downs, Jen Statsky (“Hacks”) Maya Erskine (“Pen15”) Jason Sudeikis, Brendan Hunt, Joe Kelly (“Ted Lasso”) Jason Sudeikis, Bill Lawrence, Brendan Hunt, Joe Kelly (“Ted Lasso”) Melhor Roteiro – Minissérie Michaela Coel (“I May Destroy You”) Brad Ingelsby (“Mare Of Easttown”) Scott Frank (“O Gambito da Rainha”) Chuck Hayward, Peter Cameron (“WandaVision”) Jac Schaeffer (“WandaVision”) Laura Donney (“WandaVision”) Melhor Direção – Série de Drama Julie Anne Robinson (“Bridgerton”) Benjamin Caron (“The Crown”) Jessica Hobbs (“The Crown”) Liz Garbus (“The Handmaid’s Tale”) Jon Favreau (“The Mandalorian”) Steven Canals (“Pose”) Melhor Direção – Série de Comédia James Burrows (“B Positive”) Susanna Fogel (“The Flight Attendant”) Lucia Aniello (“Hacks”) James Widdoes (“Mom”) Zach Braff (“Ted Lasso”) MJ Delaney (“Ted Lasso”) Declan Lowney (“Ted Lasso”) Melhor Direção – Minissérie ou Antologia Thomas Kail (“Hamilton”) Michaela Coel (“I May Destroy You”) Sam Miller (“I May Destroy You”) Craig Zobel (“Mare Of Easttown”) Scott Frank (“O Gambito da Rainha”) Barry Jenkins (“The Underground Railroad”) Matt Shakman (“WandaVision”)
Diretor de “Duna” critica filmes da Marvel: “cópia e cola de outros”
O diretor de “Duna”, Denis Villeneuve, resolveu deixa a diplomacia de lado ao criticar gratuitamente os filmes da Marvel Studios, durante entrevista concedida ao jornal espanhol El Mundo. Segundo o cineasta, o estúdio só faz produções que são mera repetição de filmes melhores. “Há muitos filmes da Marvel que não são mais do que um copia e cola de outros”, disse Villeneuve. Não é a primeira vez que o cineasta canadense critica os filmes de super-heróis distribuídos pela Disney. Mas ele nunca foi tão radical. Villeneuve já tinha cutucado levemente a Marvel numa matéria da revista Harper’s Bazaar ao elogiar a vencedora do Oscar Chloé Zhao (“Nomadland”), que assina o próximo lançamento do estúdio, “Eternos”. “Acho que o que você está trazendo para o cinema é essencial. É como o oxigênio necessário na sala. Sou seu maior fã. Acho genial que a Marvel tenha abordado você, porque você é esteticamente o oposto radical deles”, ele disse para Zhao. Vale apontar que o filme anterior de Villeneuve, “Blade Runne 2049”, foi uma continuação e o atual, “Duna”, é um remake. Já o Marvel Studios realiza uma experiência cinematográfica nunca vista antes na História do Cinema, ao criar um universo compartilhado entre todos os seus filmes, numa transposição da narrativa contínua dos quadrinhos da editora para as telas.
Teaser revela premissa do novo episódio de “What If…?”
A Marvel divulgou um teaser do 6º episódio de “What If…?”, que explica a premissa da história, mostrando o que aconteceria se Killmonger salvasse Tony Stark de sua tentativa de rapto no primeiro filme do “Homem de Ferro”. “What If…?” é baseada nas histórias em quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. O título foi lançado em 1977 e possui mais de 200 edições, que exploram histórias alternativas em que alguns personagens não teriam morrido, outros não ganharam superpoderes e até situações assumidamente ridículas. Fez tanto sucesso que o conceito extrapolou suas páginas, dando origem a personagens de linhas alternativas, como Gwen Aranha – além de ter inspirado a DC Comics a lançar sua própria versão, “Elseworlds”. A série dá à premissa original um contexto ligeiramente diferente, ao apresentar seus episódios como uma exploração do multiverso, logo após “Loki” apresentar o conceito das variantes. Para completar, a série ainda introduz um personagem inédito, o Vigia, conhecido dos quadrinhos do Quarteto Fantástico. É ele quem faz a narração do vídeo, com a voz de Jeffrey Wright (“Westworld”). O próximo episódio será exibido na quarta-feira (15/9) e contará com dublagem de Michael B. Jordan, um dos astros do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) que retomou seu personagem na animação. Por conta disso, há expectativa para mais um participação de Chadwick Boseman como T’Challa, grande rival de Killmonger em “Pantera Negra”. O ator deixou gravadas as dublagens de quatro episódios antes de morrer. Duas participações já foram ao ar. What If… Killmonger Rescued Tony Stark? Find out in the sixth episode of Marvel Studio's #WhatIf…?, streaming tomorrow on @DisneyPlus. pic.twitter.com/2Zw09Nux3F — Marvel Entertainment (@Marvel) September 14, 2021
Novo trailer de “What If…?” traz cenas inéditas
O Marvel Studios divulgou um novo vídeo da série “What If…?”. Destacando a versão de T’Challa que virou o Senhor das Estrelas, Capitã Carter e a multiplicação de Doutores Estranhos, a prévia faz uma retrospectiva da primeira metade da temporada inaugural, mas também há vários trechos inéditos dos quatro capítulos finais. “What If…?” é baseada nas histórias em quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. O título foi lançado em 1977 e possui mais de 200 edições, que exploram histórias alternativas em que alguns personagens não teriam morrido, outros ganharam superpoderes diferentes e até situações assumidamente ridículas. Fez tanto sucesso que o conceito extrapolou suas páginas, dando origem a personagens de linhas alternativas, como Gwen Aranha – além de ter inspirado a DC Comics a lançar sua própria versão, “Elseworlds”. A série dá à premissa original um contexto ligeiramente diferente, ao apresentar seus episódios como uma exploração do multiverso, logo após “Loki” apresentar o conceito das variantes. Para completar, a série ainda introduz um personagem inédito, o Vigia, conhecido dos quadrinhos do Quarteto Fantástico. É ele quem faz a narração do vídeo, com a voz de Jeffrey Wright (“Westworld”). O próximo episódio será exibido na quarta-feira (15/9) e contará com dublagem de Michael B. Jordan, um dos astros do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) que retoma seu personagem, Erik Killmonger, na animação. Por conta disso, há expectativa para mais um participação de Chadwick Boseman como T’Challa, grande rival de Killmonger em “Pantera Negra”. O ator deixou gravadas as dublagens de quatro episódios antes de morrer. Duas participações já foram ao ar.
Pôster destaca volta de Erik Killmonger na série “What If…?”
A Disney+ revelou nas redes sociais o pôster do próximo episódio de “What If…?”, que estampa o personagem Erik Killmonger, vivido por Michael B. Jordan em “Pantera Negra”. “O que você acha que vai acontecer?”, pergunta o texto que acompanha o cartaz. “What If…?” é baseada nas histórias em quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. O título foi lançado em 1977 e possui mais de 200 edições, que exploram histórias alternativas em que alguns personagens não teriam morrido, outros não ganharam superpoderes e até situações assumidamente ridículas. Fez tanto sucesso que o conceito extrapolou suas páginas, dando origem a personagens de linhas alternativas, como Gwen Aranha – além de ter inspirado a DC Comics a lançar sua própria versão, “Elseworlds”. A série dá à premissa original um contexto ligeiramente diferente, ao apresentar seus episódios como uma exploração do multiverso, logo após “Loki” apresentar o conceito das variantes. Para completar, a série ainda introduz um personagem inédito, o Vigia, conhecido dos quadrinhos do Quarteto Fantástico. É ele quem faz a narração do vídeo, com a voz de Jeffrey Wright (“Westworld”). O próximo episódio será exibido na quarta-feira (15/9) e contará com dublagem de Michael B. Jordan, um dos astros do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) que retomou seu personagem na animação. Por conta disso, há expectativa para mais um participação de Chadwick Boseman como T’Challa, grande rival de Killmonger em “Pantera Negra”. O ator deixou gravadas as dublagens de quatro episódios antes de morrer. Duas participações já foram ao ar. O Killmonger vai chegar no sexto episódio de #WhatIf! 👀 O que você acha que vai acontecer? Nesta quarta, só no #DisneyPlus. pic.twitter.com/CcQdcqpANJ — Disney+ Brasil (@DisneyPlusBR) September 13, 2021
Novo filme do Predador encerra filmagens
O quinto filme da franquia “Predador” foi rodado totalmente sem alarde e já encerrou suas filmagens. O fim dos trabalhos foi anunciado no Instagram por Jeff Cutter, diretor de fotografia da produção, e confirmado, de certa forma, pelo diretor Dan Trachtenberg. Os dois trabalham juntos na sci-fi “Rua Cloverfield, 10” (2016). Cutter também revelou o título do filme em inglês em sua postagem. “É o fim das filmagens de ‘Skulls’! Não tenho palavras para agradecer o suficiente Dan Trachtenberg por me convidar para essa jornada épica e confiar em mim para ajudar a alcançar sua visão para este filme!”, ele escreveu, mencionando ainda integrantes do elenco e a “brava equipe de Calgari”, no Canadá, onde a produção foi filmada. Menos explícito, Trachtenberg publicou uma foto da região das filmagens e se despediu sem dar detalhes. “Adeus, Calgary. Obrigado pela paisagem”, escreveu suscintamente. “Skulls” será apenas o segundo longa de Trachtenberg, que deu uma sumida após estrear com a ótima sci-fi “Rua Cloverfield, 10” há cinco anos. Desde então, ele filmou três episódios de séries – “Black Mirror”, “The Boys” (também cinematografado por Cutter) e o piloto da vindoura “The Lost Symbol”. O quinto “Predador” ainda não tem sinopse oficial, mas vai envolver um grupo de guerreiros Comanche e uma protagonista feminina, interpretada por Amber Midthunder (a Rosa de “Roswell, New Mexico”). O roteiro foi escrito por Patrick Aison, especialista em séries de ação e espionagem (como “Jack Ryan” e “Treadstone”) e ainda não há previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jeff Cutter (@jeff_cutter) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Dan Trachtenberg (@dannytrs)
“High School Musical: A Série: O Musical” é renovada para 3ª temporada
A Disney+ anunciou a renovação de “High School Musical: A Série: O Musical” para sua 3ª temporada. A informação foi acompanhada por um vídeo de cenas alegres do elenco, disponibilizado nas redes sociais. Inspirada na trilogia do Disney Channel dos anos 2000, a 3ª temporada vai repetir a premissa de “High School Musical 2”, mostrando a turma da East High School de férias em um acampamento de verão. Apesar do anúncio, a produção comandada por Tim Federle, não quis confirmar o retorno ou saída de nenhum dos membros do elenco, que inclui Olivia Rodrigo e Joshua Bassett, cada vez mais famosos em suas carreiras musicais fora da high school da Disney. A 3ª temporada começará a ser gravada ainda este ano, em Los Angeles, mas ainda não tem previsão de estreia. 🚨 Preparem a voz porque a terceira temporada de #HSMTMTS vem aí, Wildcats! 🚨 Só no #DisneyPlus. pic.twitter.com/wGYCLyJTwS — Disney+ Brasil (@DisneyPlusBR) September 13, 2021
Trailer apresenta série do Gavião Arqueiro como comédia de Natal
A Disney+ divulgou o pôster e o trailer nacional de “Gavião Arqueiro” (Hawkeye), que revela o tom bem-humorado da produção. A comédia é garantido pela presença entusiasmada – e atrapalhada – da personagem de Hailee Steinfeld (“Dickinson”). Mas a trilha e período de encenação reforçam ainda outro detalhe: mais que comédia, é uma comédia natalina. Jeremy Renner reprisa seu papel como Clint Barton, o Gavião Arqueiro dos Vingadores, que encurta sua reunião com a família para salvar uma jovem que virou alvo de criminosos, após decidir se passar por Ronin. Esta foi a identidade assumida por Barton durante os cinco anos de solidão entre o estalar de dedos de Thanos e o retorno dos desaparecidos. Mas ao salvar Kate Bishop (o papel de Steinfeld), Barton arranja mais problemas que esperava, além de uma discípula. O elenco também inclui Vera Farmiga (“Bates Motel”), Tony Dalton (“Better Call Saul”), Fra Fee (“Les Misérables”) e Zahn McClarnon (“Longmire”). Com roteiro e produção de Jonathan Igla (“Mad Men”), a trama também vai dar sequência ao desfecho do filme “Viúva Negra” e contará ainda com participação de Florence Pugh no papel de Yelena Belova. O encontro não está no trailer e não será nada amistoso, já que ela está sendo levada a crer que Barton foi responsável pela morte de sua irmã Natasha (a Viúva Negra) e busca vingança. “Hawkeye” também vai introduzir Eco (Echo), heroína surda e nativo-americana, que será interpretada pela estreante Alaqua Cox e deve ganhar seu próprio spin-off em 2022, atualmente em desenvolvimento pelo casal Etan Cohen (“MIB: Homens de Preto III”) e Emily Cohen. A estreia da série vai acontecer em 24 de novembro no Disney+ e, com exibição semanal, deve se estender até depois do Ano Novo, o que explica a presença do Natal na trama. Veja abaixo o trailer nas versões legendada e dublada em português
“WandaVision” ganha primeiros Emmys da Marvel
A Academia da Televisão dos EUA começou a entregar seus primeiros troféus de 2021 na noite de sábado (11/9) em Los Angeles. E a primeira das três cerimônias previstas já rendeu Emmys para o Marvel Studios em sua estreia na premiação, com duas conquistas para “WandaVision”. A série exibida na Disney+ venceu as categorias de Design de Produção (cenografia) e Figurino para produções de meia-hora e fantasia, respectivamente. Mas a atração que disparou na frente no começo do Emmy 2021 foi “O Gâmbito da Rainha”. A minissérie da Netflix conquistou nada menos que 7 troféus técnicos: Fotografia, Edição, Design de Produção, Figurino, Maquiagem, Mixagem e Edição de Som em minissérie. Outros destaques foram “The Mandalorian”, “Pose” e o humorístico “Saturday Night Live”, com três troféus cada. Este é o último Emmy de “Pose”, que se encerrou na 3ª temporada e concorre a oito prêmios ao todo. As conquistas até agora foram nas categorias de Figurino, Maquiagem e Cabelereiro de série contemporânea, que disputava como favorita. Além de “WandaVision”, a premiação destacou outra série estreante: a comédia “Ted Lasso”, da Apple TV+, com dois troféus técnicos. Entre as plataformas, a Netflix abriu frente com 12 vitórias (incluindo dois Emmys de “The Crown”), seguida pela Disney+ com seis troféus. Já em 3º lugar há um surpreendente empate entre HBO/HBO Max e Apple TV+, ambas com quatro prêmios. Chamados de Emmys das Artes Criativas, os primeiros prêmios são técnicos e entregues ao longo de dois dias. A segunda metade da premiação acontece neste domingo (12/9) em duas partes (à tarde e à noite), enquanto o evento com os prêmios principais – e único dos três dias com transmissão televisiva – está marcado para o próximo domingo (19/9). Confira abaixo todos os troféus entregues na primeira noite do Emmy 2021. Melhor Fotografia – Sitcom “Country Comfort” Melhor Fotografia – Série de Meia-Hora “The Mandalorian” Melhor Fotografia – Série de Uma Hora “The Crown” Melhor Fotografia – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Edição – Série de Drama “The Crown” – Fairytale Melhor Edição – Série de Comédia “Ted Lasso” – The Hope That Kills You Melhor Edição – Sitcom “The Conners” – Jeopardé, Sobrieté And Infidelité Melhor Edição – Minissérie “O Gambito da Rainha” – Exchanges Melhor Edição – Variedades “A Black Lady Sketch Show” – Sister, May I Call You Oshun? Melhor Design de Produção – Série Contemporânea “Mare of Easttown” Melhor Design de Produção – Série de Época ou Fantasia “O Gambito da Rainha” Melhor Design de Produção – Série de Meia-Hora “WandaVision” Melhor Design de Produção – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Design de Produção – Especial de Variedades “The Oscars” Melhor Figurino – Produção de Época “O Gambito da Rainha” Melhor Figurino – Produção de Fantasia “WandaVision” Melhor Figurino – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Cabeleireiro – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Cabeleireiro – Produção de Época ou Fantasia “Bridgerton” Melhor Cabeleireiro – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Maquiagem – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Maquiagem – Produção de Época ou Fantasia “O Gambito da Rainha” Melhor Maquiagem – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Maquiagem – Especiais e Reality Shows “Black Is King” “The Masked Singer” “Sherman’s Showcase Black History Month Spectacular” Melhor Maquiagem – Efeitos Visuais “The Mandalorian” Melhor Edição de Som – Série de Drama “Lovecraft Country” Melhor Edição de Som – Série de Comédia ou Animação “Love, Death + Robots” Melhor Edição de Som – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Mixagem de Som – Série de Drama “The Mandalorian” Melhor Mixagem de Som – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Mixagem de Som – Comédia ou Animação “Ted Lasso” Melhor Mixagem de Som – Variedades ou Especial “David Byrne’s American Utopia” Melhor Design de Abertura “The Good Lord Bird” Melhor Design de Movimento “Calls” Melhor Programa Interativo “Space Explorers: The ISS Experience” Melhor Inovação em Programa Interativo “For All Mankind: Time Capsule”
“Shang-Chi” ultrapassa US$ 250 milhões mundiais
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” manteve-se imbatível no topo das bilheterias dos EUA e Canadá em seu segundo fim de semana em cartaz. Exibido em 4,3 mil cinemas, o filme da Marvel/Disney arrecadou surpreendentes US$ 35,8 milhões nos últimos três dias, elevando seus rendimentos a US$ 145,6 milhões no mercado doméstico. O desempenho representa o maior segundo fim de semana de todo o período da pandemia, superando os US$ 25,8 milhões de “Viúva Negra”. A diferença de resultados dá razão à Scarlett Johansson em sua disputa contra a Disney. A atriz argumenta que o lançamento simultâneo em streaming prejudicou as bilheterias de seu longa, e a queda de arrecadação foi realmente dramática após a estreia. Já “Shang-Chi”, que é exclusivo dos cinemas, manteve uma arrecadação forte. O filme também se manteve em 1º lugar em vários países do mundo, incluindo o Brasil, Austrália, França, Alemanha, Coréia, Itália, México, Rússia, Espanha e Reino Unido. O sucesso do novo herói da Marvel é tão impressionante que precisou só de 10 dias, em plena pandemia, para cruzar os US$ 250 milhões mundiais. O montante internacional está em US$ 112 milhões, o que rende um total exato de US$ 257,6 milhões em todo o mundo. E isto sem o mercado chinês, que não deve receber “Shang-Chi” por censura política. Os números reforçam a decisão da Disney de encerrar sua experiência com o Premier Access, seu PVOD na Disney+, e voltar a realizar lançamentos apenas no cinema, ainda que com uma janela bem menor de exclusividade – 45 dias, em vez dos 90 de antes da pandemia. A Disney, por sinal, também ocupa o 2º lugar nas bilheterias norte-americanas. “Free Guy – Assumindo o Controle” continua a mostrar fôlego, ultrapassando a marca de US$ 100 milhões de faturamento doméstico neste domingo (12/9), com um cume de US$ 101,8 milhões até o momento. No mundo inteiro, o valor está em US$ 276,5 milhões graças ao lançamento na China, que já rendeu US$ 76,3 milhões até o momento. A principal estreia da semana, o terror “Maligno” da Warner, abriu apenas em 3º lugar, com US$ 5,57 milhões em 3,5 mil telas nos EUA. Disponibilizado também na HBO Max, o filme não teve o desempenho esperado, especialmente diante das críticas positivas que costumam impulsionar bilheterias de terror – teve 74% de aprovação no Rotten Tomatoes. Somando as arrecadações internacionais, chegou a US$ 15,1 milhões em todo o mundo. O Top 5 ainda inclui outro terror, “A Lenda de Candyman”, com US$ 4,8 milhões em seu terceiro fim de semana para um total doméstico de US$ 48 milhões, e outra produção da Disney, “Jungle Cruise”, que fez US$ 2,4 milhões para um total doméstico de US$ 109,9 milhões após sete semanas nos cinemas.
Disney anuncia fim de lançamentos simultâneos em streaming, mas impõe derrota aos cinemas
A Disney anunciou o fim de sua experiência com lançamentos híbridos. Após o processo de Scarlett Johansson contra a estreia simultânea de “Viúva Negra” nos cinemas e no Premier Acess (um PVOD) da Disney+, e do sucesso de “Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis” nas bilheterias, os próximos filmes do estúdio serão lançados primeiro nos cinemas, antes de estarem disponíveis em streaming. Com isso, o filme de animação “Encanto” estreará nos cinemas no dia 24 de novembro e não aparecerá na plataforma Disney+ até 24 de dezembro. Todos os demais lançamentos previstos para 2021, como “O Último Duelo” de Ridley Scott, “Eternos” de Chloé Zhao e “Amor, Sublime Amor” de Steven Spielberg, terão ao menos 45 dias de exclusividade nas salas de cinema. O circuito exibidor dos EUA considerou a decisão uma vitória. Anteriormente, a Associação Nacional de Donos de Cinemas dos Estados Unidos (NATO, na sigla em inglês) chegou a divulgar um comunicado agressivo contra a Disney, apontando que “Viúva Negra” teve uma queda de 67% de arrecadação em sua segunda semana em cartaz por não ser um lançamento exclusivo dos cinemas. Argumentos deste comunicado foram utilizados no processo movido por Johansson contra o estúdio. Mas a verdade é que os donos de cinemas, que se dizem felizes agora, perderam a disputa. E perderam muito. O anúncio da Disney consolida a janela de 45 dias de exibição e se segue à iniciativas anteriores da Warner e da Paramount no mesmo sentido. Antes da pandemia, porém, a exclusividade dos cinemas durava o dobro do tempo: 90 dias. Há anos, Hollywood tentava diminuir o tempo de exclusividade dos filmes nos cinemas, mas os exibidores nunca permitiram, ameaçando boicotar quem ousasse lançar em vídeo qualquer filme antes dos 90 dias tradicionais. No começo da pandemia, quando a Universal tirou “Trolls 2” do circuito cinematográfico norte-americano e celebrou um dos maiores faturamentos de VOD de todos os tempos, as grandes redes peitaram o estúdio com ameaças contra suas futuras produções. O tom mudou muito desde então e agora as redes comemoram cortar pela metade sua janela anteriormente intocável. Trata-se de uma vitória de Hollywood, que em dois anos – e com a ajuda da pandemia – mudou de forma radical sua relação com os donos de cinema. O lançamento de várias plataformas ligadas aos estúdios tirou do circuito cinematográfico seu poder de barganha, consolidando uma alternativa mais viável que as salas de exibição para levar conteúdo ao público. A troca de paradigma fragilizou a posição dos cinemas, que agora comemoram perder “apenas” metade de seu antigo poder.
Final de “Lucifer”, volta de “Segunda Chamada” e mais 10 séries pra maratonar
Uma série popular chega ao fim nesta sexta (10/9). “Lucifer” se despede em grande estilo, após sobreviver a dois cancelamentos precoces, com direito a episódio animado, a chegada de Adão e, claro, o apocalipse. Retomando a trama do ponto em que o próprio diabo se tornou Deus… ou quase, a série chega ao fim junto com o mundo, que começa a se desfazer sem Deus. Não esqueça de preparar lenços para assistir ao adeus de Tom Ellis e seus coadjuvantes. “Lucifer” não é a única série que enfrenta o apocalipse neste fim de semana. “The Magicians” também chega ao fim, com sacrifícios, lágrimas e atos desesperados para salvar um mundo – não necessariamente este mundo. Além disso, “Fear the Walking Dead” prepara um reboot nuclear numa das melhores temporadas de sua produção. E “Noite Adentro” retoma sua corrida por sobrevivência após o sol virar radioativo. Entre os dramas, o destaque é “Segunda Chamada”, que aprofunda o debate sobre a realidade social brasileira em sua 2ª temporada, ao abordar pessoas em situação de rua. Trazidos por iniciativa da professora Lúcia (personagem de Débora Bloch), os novos personagens ajudarão a impedir o fechamento do curso noturno, que sofre com alta evasão escolar, mas deflagram várias situações conflituosas – e discussões importantes. Para distensionar, a dica é “O Dilema de Suzy”, comédia britânica em que Billie Piper (“Doctor Who”) vive uma subcelebridade que tem uma foto íntima comprometedora vazada nas redes sociais. E as crianças ainda podem conferir a estreia de “Doogie Kamealoha: Doutora Precoce”, nova versão da série clássica “Tal Pai, Tai Filho”, na Disney+. Confira abaixo uma dúzia de dicas (com trailers) de estreias para conferir nas plataformas digitais neste fim de semana. Lucifer | EUA | 6ª Temporada (Netflix) Fear the Walking Dead | EUA | 6ª Temporada (Amazon Prime Video) The Magicians | EUA | 5ª Temporada (Globoplay) Noite Adentro | Bélgica | 2ª Temporada (Netflix) Segunda Chamada | Brasil | 2ª Temporada (Globoplay) Kid Cosmic | EUA | 2ª Temporada (Netflix) Doogie Kamealoha: Doutora Precoce | EUA | 1ª Temporada (Disney+) O Dilema de Suzy | Reino Unido | 1ª Temporada (Globoplay) Chosen | EUA | 1ª Temporada (Paramount+) Gigantes | Espanha | 1ª e 2ª Temporadas (Stazplay) 100 Code | Suécia, Alemanha | Minissérie (Paramount+) A Autonomia | Israel | Minissérie (HBO Max)
“Diana: O Musical” ganha trailer da Netflix
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Diana: O Musical”, filmagem da peça musical sobre a princesa Diana, que está em desenvolvimento para a Broadway. O espetáculo irá estrear na Netflix antes da abertura planejada para Nova York em novembro. “Diana: O Musical” foi um dos primeiros musicais da Broadway a anunciar sua estreia após o fechamento por mais de um ano dos teatros de Nova York devido à pandemia de coronavírus. Mas o público poderá ver a peça bem antes disso, graças a um acordo para sua exibição antecipada na Netflix no dia 1ª de outubro. Será a primeira vez que uma peça irá estrear primeiro no streaming, antes de poder ser vista pelo público num palco. A apresentação da Netflix foi gravada em 2020 com o elenco. Na produção, a atriz Jeanna de Waal (que apareceu em dois episódios de “Punho de Ferro”) interpreta a princesa Diana, enquanto a veterana Judy Kaye (vencedora de dois Tonys, o Oscar do teatro americano) vive a rainha Elizabeth II. A iniciativa da Netflix acontece após a plataforma Disney+ (Disney Plus) exibir uma gravação de “Hamilton”, o espetáculo mais bem-sucedido da Broadway nos últimos anos, também feita sem público e à portas fechadas. Mas o musical de Lin-Manuel Miranda já estava em cartaz desde 2015.











