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  • Filme,  Música

    Billie Eilish vira desenho animado em trailer de filme da Disney+

    24 de agosto de 2021 /

    A Disney+ divulgou o trailer completo do filme “Happier Than Ever: A Love Letter To Los Angeles”, da cantora Billie Eilish. A prévia chega a mostrar a cantora se transformando num desenho animado, no melhor estilo Disney, entre cenas de um show realizado sem público no Hollywood Bowl. Dirigido pelos cineastas Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”) e Patrick Osborne (vencedor do Oscar pelo curta animado “O Banquete”), o especial incluiu elementos de animação para levar os espectadores a uma jornada onírica por Los Angeles e seus cenários mais icônicos. Enquanto a produção da Apple, “Billie Eilish: The World A Little Blurry”, abria a casa e a intimidade da cantora para falar do começo de sua carreira e seu primeiro álbum, o novo especial traz a estrela já consagrada nas ruas de sua cidade natal e numa apresentação ao vivo do material de seu segundo disco com acompanhamento da Orquestra Filarmônica de Los Angeles. Uma curiosidade sobre os músicos que acompanham Billie e seu irmão-parceiro Finneas na apresentação é que entre eles há um brasileiro, o violinista/guitarrista virtuoso Romero Lubambo, que desde 1985 vive nos EUA. O especial, que também ganhou um título em portinglês (“Happier than Ever: Uma Carta de Amor para Los Angeles”), chegará ao streaming em 3 de setembro.

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  • Série

    Disney+ desenvolve série baseada em “20.000 Léguas Submarinas”

    23 de agosto de 2021 /

    A Disney retomou o projeto de adaptar o clássico sci-fi “20.000 Léguas Submarinas”, mas desta vez como série de streaming. O estúdio filmou a famosa história de Júlio Verne pela primeira vez em 1954 e desde o começo deste século tem discutido projetos para retomar a franquia. Entre os diretores que tentaram emplacar a produção estão David Fincher (numa versão que seria estrelada por Brad Pitt), Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e James Mangold (“Logan”). Mas a Disney considerou os orçamentos sugeridos caros demais para um filme. A versão que chegará à Disney+ vai se chamar “Nautilus”, nome do submarino do protagonista, e os detalhes que vieram à tona são bem diferentes da trama escrita por Verne, contendo extrapolações influenciadas, inclusive, pelo escritor Alan Moore (em sua obra “A Liga Extraordinária”). Para quem não lembra, “20.000 Léguas Submarinas” acompanhava a caçada de um misterioso monstro marinho que vinha atacando embarcações do final do século 19. Na verdade, porém, tratava-se do primeiro submarino do mundo, o Nautilus, comandado pelo Capitão Nemo, muito antes da invenção se tornar realidade. A série pretende explorar a origem de Nemo como um príncipe indiano que teve seu trono usurpado. Após escapar das garras da Companhia das Índias Orientais, ele busca vingança contra as forças que lhe tiraram tudo, partindo a bordo de sua épica embarcação para enfrentar grandes inimigos e desvendar os segredos das profundezas do mar. “A história de Júlio Verne é um clássico amado em todo o mundo”, disse Johanna Devereaux, diretora de conteúdo original roteirizado para EMEA (Europa, Oriente Médio e África) na Disney+. “É um grande privilégio trazer o Nautilus e sua tripulação à vida novamente de uma forma tão ousada e empolgante, com uma equipe de talentos criativos e personagens diversificados na tela. A série será de tirar o fôlego, cheia de ação e muita diversão.” A adaptação está sendo desenvolvida pelo roteirista James Dormer, criador da fantasia britânica “Beowulf: Return to the Shieldlands”. As gravações estão programadas para começar no início de 2022.

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  • Filme

    Disney revela que “Viúva Negra” arrecadou US$ 125 milhões em streaming

    22 de agosto de 2021 /

    A nova petição da Disney no processo de Scarlett Johansson por quebra contratual, devido ao lançamento híbrido de “Viúva Negra”, revelou quanto o filme faturou com sua disponibilização em Premier Access na Disney+. Os advogados do estúdio argumentaram na última sexta-feira (20/8) que a produção arrecadou US$ 125 milhões em receitas online até o momento. A revelação faz parte dos argumentos de que a empresa cumpriu sua obrigação de dar ao filme um lançamento “amplo”, alegando que não há cláusula contratual obrigando o filme a ser exclusivo dos cinemas. Além disso, o estúdio afirmou que adicionou os números de streaming à bilheteria total para fins de cálculo da participação da atriz. Anteriormente, a Disney tinha anunciado que “Viúva Negra” tinha faturado US$ 60 milhões em seu fim de semana de estreia na Disney+, mas não havia outros registros da bilheteria virtual. Nos cinemas, o filme do Marvel Studios soma US$ 369 milhões mundiais. Com o acréscimo do streaming, os valores chegam a US$ 494 milhões. Mas como os números foram apresentados antes do fim de semana, a totalização já deve ter ultrapassado os US$ 500 milhões. Em sua ação, Johansson afirmou que a estratégia de lançamento simultâneo de “Viúva Negra” nos cinemas e na Disney+ havia reduzido sua remuneração. A Disney rebateu dizendo que “não havia mérito” no processo, acrescentando que o lançamento online “aumentou significativamente sua capacidade (de Johansson) de ganhar uma remuneração adicional”. E de quebra revelou que o cachê da atriz para o filme foi de US$ 20 milhões. Ao abrir a contabilidade, a Disney tenta buscar uma resolução fora dos tribunais. O estúdio quer que a disputa com Scarlett Johansson seja decidida por arbitragem – isto é, por uma terceira pessoa ou entidade privada. Muitos acreditam que o resultado do processo possa ter desdobramentos na indústria do entretenimento. Mas não é bem assim, como resumiu a colega de Johansson, Elizabeth Olsen, em entrevista para a Vanity Fair: “Quando se trata de atores e seus ganhos financeiros, isso é apenas questão contratual. Ou está no contrato ou não está”. Scarlett Johansson decidiu processar a Disney porque o lançamento simultâneo de “Viúva Negra” em streaming não estava no contrato.

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  • Filme

    “Free Guy” mantém controle das bilheterias dos EUA

    22 de agosto de 2021 /

    “Free Guy: Assumindo o Controle”, comédia fantasiosa em que Ryan Reynolds vive um personagem de videogame, manteve a liderança das bilheterias pelo segundo fim de semana consecutivo nos EUA e Canadá, com uma arrecadação de US$ 18,8 milhões. O filme sofreu uma queda de apenas 38% de arrecadação desde a estreia na semana passada no mercado norte-americano. Foi o menor declínio da era da pandemia, causado em parte por ser um lançamento exclusivo dos cinemas, mas também pelas críticas positivas (82% de aprovação no Rotten Tomatoes) e recomendações boca a boca do público (nota A no CinemaScore). O fenômeno, por sinal, é global. A bilheteria de “Free Guy” caiu ainda menos no resto do planeta, apenas 26%, para permanecer como o filme mais visto em vários países. Ao todo, a produção que a Disney herdou da antiga 20th Century Fox faturou US$ 58,8 milhões em 10 dias na América do Norte e quase o mesmo valor no exterior, chegando a US$ 112 milhões ao redor do mundo. A Disney se entusiasmou com o resultado e já encomendou uma sequência da produção. O 2º lugar das bilheterias dos EUA ficou com uma estreia, a animação “Patrulha Canina: O Filme”, baseada na série da Nickelodeon, que teve um desempenho melhor que o esperado com US$ 13 milhões, apesar do lançamento simultâneo na plataforma Paramount+. Boa parte da arrecadação vem do Canadá, país original da produção. O Top 5 teve ainda “Jungle Cruise” (US$ 6,2M), “O Homem nas Trevas 2” (US$ 5M) e “Respect: A História de Aretha Franklin (US$ 3,8M). Graças ao fraquíssimo desempenho em sua segunda semana nos EUA, a cinebiografia de Aretha Franklin, que deveria estrear em 9 de setembro por aqui, desapareceu do calendário de lançamentos nacionais e deve chegar diretamente em streaming no Brasil. O detalhe é que houve mais cinco estreias neste fim de semana nos cinemas norte-americanos. E todas tiveram desempenho pior que “Respect”. Na verdade, abaixo de “O Esquadrão Suicida”, que ficou em 6º lugar com US$ 3,4 milhões. Com lançamento amplo, o thriller de ação “The Protégé”, estrelado por Michael Keaton, Samuel L. Jackson e Maggie Q, fez US$ 2,93 milhões em 7º lugar, o terror “A Casa Sombria”, protagonizado por Rebecca Hall, ficou perto disso com US$ 2,8 milhões em 8º lugar, e a sci-fi “Caminhos da Memória”, com Hugh Jackman, naufragou com US$ 2 milhões em 9º lugar. Dos três, apenas “Caminhos da Memória” teve lançamento simultâneo em streaming – na HBO Max. O filme também chegou ao Brasil neste fim de semana. Destruída pela crítica (37% no Rotten Tomatoes), a estreia da roteirista Lisa Joy (cocriadora de “Westworld”) na direção teve pouquíssima divulgação da Warner, que preferiu economizar no marketing após gastar US$ 100 milhões em produção, já prevendo o prejuízo. “The Protégé” foi considerável passável pela crítica (62%), mas só tem previsão de estreia no Brasil em novembro. Já “A Casa Sombria” agradou a crítica (85%) e chega em 30 de setembro nos cinemas brasileiros. A produção que fecha o Top 10 é “Viúva Negra”, que ao somar mais US$ 1,1 milhão nos últimos três dias atingiu o total de US$ 180 milhões nas bilheterias dos EUA e Canadá, superando “Velozes e Furiosos 9” (US$ 172M) como o maior sucesso cinematográfico da pandemia na América do Norte. Em todo o mundo, porém, o filme de Vin Diesel ainda está muito na frente, devendo chegar a US$ 700 milhões nos próximos dias, contra US$ 369 milhões da produção da Disney/Marvel. Para completar, também chegaram às telas norte-americanas o drama “Flag Day”, dirigido e estrelado por Sean Penn, e o terror “Demonic”, Neill Blomkamp. Ambos tiveram lançamentos limitados e fizeram apenas US$ 40 mil e US$ 38 mil, em 22º e 24º lugares, respectivamente.

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  • Etc

    Elizabeth Olsen apoia Scarlett Johansson contra a Disney

    21 de agosto de 2021 /

    A Disney aparentemente mexeu num vespeiro ao brigar com Scarlett Johansson. Depois de rumores de que o próprio chefão da Marvel, Kevin Feige, estaria decepcionado com o estúdio, agora a primeira estrela da Marvel na Disney+ se pronunciou abertamente a favor da colega. Em entrevista à revista Vanity Fair, Elizabeth Olsen, protagonista de “WandaVision” e parceira de Johansson nos filmes dos Vingadores, foi clara em seu apoio. Comentando o processo aberto por quebra contratual, devido ao lançamento simultâneo de “Viúva Negra” no streaming, a intérprete de Wanda, a Feiticeira Escarlate, afirmou: “Eu acho que ela é muito valente e, literalmente, quando eu li [sobre o processo] fiquei tipo: ‘Bom para você, Scarlett.'” Olsen comentou que a briga da colega com a Disney não a preocupa, mas a situação do cinema em geral após a covid-19 tem tirado seu sono. “Estou preocupada com um monte de coisas. Não estou preocupada com Scarlett”, disse ela. “Mas estou preocupada com os filmes independentes, que tenham a oportunidade de serem vistos nos cinemas. Isso já era um problema antes da covid. Gosto de ir ao cinema e não quero necessariamente ver apenas candidatos do Oscar ou blockbusters. Eu gosto de ver filmes artísticos no circuito de arte. E eu me preocupo com isso e com as pessoas que tentam manter esses cinemas vivos”. “Mas quando se trata de atores e seus ganhos financeiros, quero dizer, isso é apenas questão contratual. Ou está no contrato ou não está”, concluiu. Scarlett Johansson decidiu processar a Disney porque o lançamento simultâneo de “Viúva Negra” em streaming não estava no contrato. Em vez de entrar num acordo antes da situação ir tão longe, a Disney resolveu dobrar a aposta judicial e, desde a primeira reação do estúdio, o caso se tornou um pesadelo de relações públicas, que pode custar muito mais para a empresa, em termos de reputação, que a compensação pedida por Johansson pelo lançamento híbrido.

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  • Etc

    Disney quer brigar com Scarlett Johansson fora dos tribunais

    21 de agosto de 2021 /

    A Disney voltou à carga contra a ação de Scarlett Johansson na Justiça, peticionando uma moção para decidir seu conflito com a atriz numa arbitragem privada. O estúdio quer que uma terceira pessoa ou entidade privada decida sobre o processo aberto pela atriz por quebra contratual devido ao lançamento híbrido de “Viúva Negra”, sem passar pelo poder judiciário convencional. Na moção, o advogado da Disney também argumenta que a empresa cumpriu sua obrigação de dar ao filme um lançamento “amplo”, alegando que não há cláusula contratual obrigando o lançamento a ser exclusivo dos cinemas. Johansson entrou com uma ação em 29 de julho apontando ter sofrido prejuízo pela decisão unilateral da Disney de lançar “Viúva Negra” simultaneamente nos cinemas e na Disney+. Esta iniciativa teria prejudicado a receita de bilheteria do filme e lhe custado dezenas de milhões de dólares, já que seu pagamento estava atrelado à venda de ingressos. A Disney respondeu que “Viúva Negra” teve um bom desempenho mesmo com a pandemia em curso. O filme estreou em 9 de julho e arrecadou US$ 80 milhões em seu fim de semana de estreia. Apesar do valor ser inferior aos padrões pré-pandêmicos da Marvel, ficou US$ 10 milhões acima de “Velozes e Furiosos 9” da Universal – que foi um lançamento exclusivo dos cinemas. Além disso, o estúdio afirmou que adicionou os números de streaming à bilheteria total para fins de cálculo da participação da atriz. O detalhe é que o contrato de Johansson é de 2017, quando a Disney nem sonhava em lançar sua plataforma de streaming, portanto também não contempla um lançamento em streaming. Em sua ação, os advogados da estrela ainda reforçam que a Marvel afirmou em 2019 que o estúdio lançaria o filme “como todos os demais”. A causa de Johansson recebeu apoio de várias associações, entre elas o Sindicato dos Atores dos EUA (SAG-Aftra) e, indiretamente, até da Associação Nacional de Donos de Cinemas dos EUA (NATO), que divulgou uma nota condenando o lançamento de “Viúva Negra” em streaming. Segundo o circuito exibidor, a produção teve uma performance abaixo do esperado nos cinemas justamente por causa da estreia simultânea na Disney+. Segundo projeções feitas pelo Wall Street Jornal, o lançamento híbrido pode ter custado US$ 50 milhões à atriz.

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  • Série

    Séries Online: Best-sellers inspiram maratonas da semana

    20 de agosto de 2021 /

    Mais plataformas significam mais séries. E o aumento da oferta de títulos fez o Top 10 virar uma dúzia de sugestões para assistir no fim de semana. Os destaques são três minisséries baseadas em best-sellers e a estreia de Sandra Oh em sua primeira comédia. Adaptação do primeiro livro de John Green (conhecido pelo estouro de “A Culpa É das Estrelas”), “Quem É Você, Alaska?” acompanha um adolescente chamado Miles Halter, que se muda para uma nova cidade, onde faz novos amigos e conhece a bela Alaska, por quem se apaixona, enquanto descobre que ela não é tão perfeita quanto ele imaginava. Dramática até não poder mais, a produção tem um clima reminiscente da famosa série teen dos anos 1990 “Dawson’s Creek” e destaca em seu elenco Charlie Plummer (John Paul Getty III em “Todo o Dinheiro do Mundo”), Kristine Froseth (de “Sierra Burgess É uma Loser”) e o brasileiro Henry Zaga (“Os Novos Mutantes”). “Nove Desconhecidos” volta a trazer Nicole Kidman e o produtor David E. Kelley à frente de uma adaptação de Liane Moriarty após o sucesso de “Big Little Lies”. Com elenco impressionante e tema muito em voga – retiros espirituais, gurus e saúde mental – , a minissérie acompanha nove pessoas num spa longe da civilização, sem carro ou celular, buscando uma mudança de vida e saúde. Confrontados por situações incomuns, eles passam a questionar até que ponto devem se submeter ao que lhes é requisitado, alimentando um clima de tensão e suspense na locação distante. Kidman vive a diretora do spa e os demais personagens são interpretados por Melissa McCarthy (“Esquadrão Trovão”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Regina Hall (“Viagem das Garotas”), Samara Weaving (“Casamento Sangrento”), Luke Evans (“Velozes e Furiosos 6”), Bobby Cannavale (“O Irlandês”), Tiffany Boone (“Hunters”), Manny Jacinto (“The Good Place”), Melvin Gregg (“Estados Unidos vs. Billie Holiday”), Asher Keddie (“Estado Zero”) e Grace Van Patten (“Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”). Para completar, os oito episódios foram escritos por John-Henry Butterworth, que roteirizou “Ford vs. Ferrari” (2019), e têm direção do cineasta Jonathan Levine, dos filmes “Casal Improvável” (2019) e “Meu Namorado É um Zumbi” (2013). “Belgravia” é baseada no romance homônimo de Julian Fellowes, o autor de “Downton Abbey”, que assina a própria adaptação. Ambientada no começo do século 19, quando a aristocracia inglesa começa a conviver com os empresários industriais emergentes, a trama tem início durante a Batalha de Waterloo, em junho de 1815, no lendário baile oferecido em Bruxelas pela duquesa de Richmond em homenagem ao duque de Wellington. Pouco antes da 1h da manhã, os convidados são surpreendidos pela notícia de que Napoleão invadiu o país. O duque de Wellington precisa partir imediatamente com suas tropas e muitos morrerão no campo de batalha ainda vestidos com os uniformes de gala. Mas este é apenas o prólogo e a trama logo avança um quarto de século para mostrar como as consequências daquele terrível episódio originaram uma teia intrigas que fervilha no interior das mansões daquele lugar, a Belgrave Square. O elenco destaca Tom Wilkinson (“Batman Begins”), Tamsin Greig (“Episodes”), Philip Glenister (“Outcast”), Harriet Walter (“The Spanish Princess”), Alice Eve (“Punho de Ferro”), Adam James (“Fúria em Alto Mar”) e Ella Purnell (“Sweetbitter”). Já “The Chair”, nova série estrelada por Sandra Oh após “Grey’s Anatomy” e “Killing Eve”, gira em torno da promoção da protagonista à diretora de departamento de uma grande universidade, cargo que ficou aberto quando o antigo chefe (Jay Duplass, de “Togetherness”) se envolver num escândalo. O detalhe é que ela também faz a defesa do ex-diretor e é apaixonada por ele. Criada pela atriz Amanda Peet (“Dirty John”), a série também é a primeira produção dos criadores de “Game of Thrones”, David Benioff (marido de Peet) e D.B. Weiss. Há outras boas opções, incluindo o thriller alemão (com elenco hollywoodiano) “Sombras da Guerra”, passado em Berlim logo após a 2ª Guerra Mundial, a comédia mexicana “Todo Va a Estar Bien”, criada pelo astro Diego Luna (“Rogue One”) e, claro, os episódios de “Sob Pressão”, disponibilizados semanalmente na Globoplay. Confira abaixo a seleção (com os trailers) das 12 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana.     Quem É Você, Alaska? | EUA | Minissérie (HBO Max)     Nove Desconhecidos | EUA | Minissérie (Amazon Prime Video)     Belgravia | Reino Unido | Minissérie (Globoplay)     The Chair | EUA | 1ª Temporada (Netflix)     Sombras da Guerra | França, Alemanha | 1ª Temporada (Netflix)     Coyote | EUA | 1ª Temporada (Globoplay)     Todo Va a Estar Bien | México | 1ª Temporada (Netflix)     Amarrações do Amor | México | 1ª Temporada (HBO Max)     O Palhaço Coroado | Coreia do Sul | Minissérie (Netflix)     Truth Be Told | EUA | 2ª Temporada (Apple TV+)     Diário de uma Futura Presidente | EUA | 2ª Temporada (Disney+)     Sob Pressão | Brasil | 4ª Temporada (Globoplay)

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  • Filme

    Ben Kingsley volta ao MCU em “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”

    19 de agosto de 2021 /

    O ator Ben Kingsley confirmou que voltará ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) como parte do elenco de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”. “Falava com Kevin Feige há pouco e graças a ele, Robert Downey Jr, [o roteirista] Drew Pearce e [o diretor de ‘Homem de Ferro 3’] Shane Black estou nesse filme e sou um membro da família Marvel, porque a recepção que tive deles em ‘Homem de Ferro 3’ foi tão generosa que estou com a Marvel de novo”, contou o ator ao programa “Entertainment Tonight” durante a première do novo lançamento do estúdio. Kingsley deve reprisar seu papel como Trevor Slattery, um ator contratado para viver um falso Mandarim. A participação faz sentido, já que “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” apresentará o verdadeiro Mandarim, Wenwu, vivido pelo astro do cinema de ação de Hong Kong Tony Leung (“O Grande Mestre”). Com Simu Liu (“Kim’s Convenience”) no papel principal, “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” foi escrito por Dave Callaham (“Mortal Kombat”), dirigido por Destin Daniel Cretton (“Luta por Justiça”) e tem estreia marcada para 2 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Somente nos cinemas.

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  • Filme

    Herdeira do Homem de Ferro será introduzida em “Pantera Negra 2”

    19 de agosto de 2021 /

    A herdeira do legado do Homem de Ferro ganhou data para estrear no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, revelou que a atriz Dominique Thorne (“Se a Rua Beale Falasse”) viverá Riri Williams, a heroína conhecida como Coração de Ferro, na continuação de “Pantera Negra” que chega aos cinemas em 8 de julho de 2022. “Estamos filmando agora e vocês vão conhecer Riri Williams primeiro em ‘Black Panther: Wakanda Forever’. Ela começou a filmar essa semana, antes de [trabalhar na] série da Coração de Ferro”, disse Feige ao site ComicBook, durante a première de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” em Los Angeles. Depois do filme de Wakanda, Dominique Thorne irá começar as gravações de “Ironheart”, série da Disney+ centrada em sua personagem. Nos quadrinhos, a inventora genial Riri Williams desenvolve a armadura mais avançada desde a invenção do Homem de Ferro por Tony Stark. Personagem recente, ela foi criada pelo roteirista Brian Michael Bendis e o artista brasileiro Mike Deodato em 2015 como possível substituta do Homem de Ferro – que, vale lembrar, não morreu nos quadrinhos. O projeto foi anunciado em dezembro de 2020 e deve fazer dobradinha com “Armor Wars”, série estrelada por Don Cheadle como o Máquina de Combate, mas ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Miguel Falabella revela ensaios para série musical da Disney+

    19 de agosto de 2021 /

    Miguel Falabella postou em seu Instagram as primeiras fotos de bastidores dos ensaios de sua primeira série na Disney+. O autor de séries como “Pé na Cova” (2013) e “Eu, a Vó e a Boi” (2019) está à frente de “O Coro”, que está sendo considerada a “Smash” brasileira. Na história, um grupo de jovens tenta conquistar seu espaço no meio do teatro musical. Além de escrever e produzir, Falabella também vai atuar como o produtor do projeto que será montado na trama. As gravações começam na próxima segunda-feira (21/8) com um elenco encabeçado por Gabriella Di Grecco, protagonista da série argentina “Bia”, do Disney Channel, além de Daniel Rangel (“Três Verões”), Lilian Valeska (“Malhação”), Guilherme Magon (“Assédio”), Karin Hills (“Pé na Cova”), Jandir Ferrari (“A Vida Secreta dos Casais”), a novata Sara Sarres, Rhener Freittas e a argentina Micaela Diaz (os dois últimos também vem da série “Bia”). Com 10 episódios, a série terá direção de Cininha de Paula (“De Perto Ela Não é Normal”) e ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por miguelfalabellareal (@miguelfalabellareal) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por miguelfalabellareal (@miguelfalabellareal) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por miguelfalabellareal (@miguelfalabellareal) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por miguelfalabellareal (@miguelfalabellareal)

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  • Etc

    Scarlett Johansson estava dando à luz quando foi atacada pela Disney

    18 de agosto de 2021 /

    Scarlett Johansson estava em trabalho de parto quando a Disney emitiu sua controversa nota sobre o processo que a atriz moveu contra o estúdio, de acordo com o site Deadline. A situação só aumenta a polêmica em torno da declaração do estúdio, considerada sexista pelo Sindicato dos Atores dos EUA, bem como por entidades que combatem a discriminação sexual em Hollywood, que acusaram a empresa de realizar um ataque de gênero em sua defesa, além de tornar público o cachê da artista, numa atitude nunca vista antes. Na ocasião, a Disney disse que a decisão da estrela de abrir um processo contra o lançamento simultâneo de “Viúva Negra” na plataforma Disney+ era “triste e decepcionante” e demonstrava um “desprezo cruel” em relação aos efeitos da pandemia. O texto ainda ressaltava que a estreia em streaming garantia que a atriz pudesse ter “ganhos adicionais além dos US$ 20 milhões” que já recebera. A atriz teve seu primeiro filho em 30 de julho, exatamente na hora em que a Disney emitiu seu comunicado. Em seu passado recente, a Disney já havia cometido a façanha de demitir a produtora executiva Nina Jacobson no dia em que ela deu a luz, em 2006. O bebê Cosmo é fruto do casamento de Scarlett Johansson com o comediante Colin Jost, do programa humorístico “Saturday Night Live”. Ela também tem uma filha, Rose Dorothy, de 7 anos, de seu casamento anterior com o jornalista francês Romain Dauriac. Embora a atriz não tenha contas nas redes sociais, Jost comemorou o nascimento do filho em seu Instagram. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Colin Jost (@colinjost)

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  • Filme

    “Capitão América 4” será estrelado por Anthony Mackie

    18 de agosto de 2021 /

    O antigo intérprete do personagem Falcão, Anthony Mackie, será o protagonista de “Capitão América 4”. A confirmação foi feita nesta quarta (18/8) pelas principais revistas que cobrem a indústria do entretenimento dos EUA. Mackie assumiu o papel de novo Capitão América no final da série “Falcão e o Soldado Invernal”. Não por acaso, os créditos do último episódio da atração trocaram seu título, de forma simbólica, para “Capitão América e o Soldado Invernal”. O quarto filme do Capitão América está sendo desenvolvido pelo criador de “Falcão e o Soldado Invernal”, o roteirista Malcolm Spellman. Ele está trabalhando no roteiro ao lado de Dalan Musson, que também escreveu episódios da série. Com isso, o filme tende a ser uma continuação direta da produção exibida na Disney+ e indicada a cinco prêmios Emmy. Embora o elenco ainda não seja conhecido – a Marvel nem confirma a produção do longa – , é provável que Sebastian Stan também reprise seu forte desempenho como Bucky Barnes, o Soldado Invernal, e os ganchos da série ainda despertam a possibilidade de inclusão de John Walker (interpretado por Wyatt Russell), agora como Agente Americano, e Sharon Carter (Emily VanCamp), transformada em vilã secreta, sem esquecer da misteriosa Condessa Valentina Allegra de Fontaine (Julia Louis-Dreyfus), que nos quadrinhos foi braço direito de Nick Fury na SHIELD, mas também foi substituída por uma impostora skrull (a invasão skrull será tema da série “Secret Invasion”). Vale lembrar ainda que, em janeiro passado, surgiram boatos de que Chris Evans estaria negociando participação especial num futuro projeto da Marvel. Como de praxe, o ator negou. Mas uma aparição do Capitão América original em “Capitão América 4” faria todo o sentido, podendo acontecer num flashback, numa trama sobre o multiverso/viagem no tempo e até numa participação como a versão envelhecida de Steve Rogers, vista ao final de “Vingadores: Ultimato”. Vale observar que “Falcão e o Soldado Invernal” não esclareceu o destino de Steve Rogers, incentivando a noção de que ele “está na lua”. Presumivelmente, o Marvel Studios deixou a porta aberta para seu retorno.

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  • Série

    “What If…?” presta homenagem a Chadwick Boseman

    18 de agosto de 2021 /

    O segundo episódio da série animada “What If…?”, disponibilizado pela plataforma Disney+ nesta quarta (18/8), inicia a despedida de Chadwick Boseman do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Dedicado ao ator, que faleceu de câncer no ano passado, o capítulo traz Boseman de volta ao papel de T’Challa, mas desta vez ele não vira o Pantera Negra. Em vez disso, transforma-se no Senhor das Estrelas, papel de Chris Pratt nos filmes dos Guardiões da Galáxia. Na divertida aventura, ele é abduzido por Youndu quando criança e criado no espaço. Vinte depois, passa a liderar os Saqueadores (Ravagers) como um Robin Hood interplanetário, roubando dos poderosos para ajudar os planetas mais pobres. Seus feitos lendários incluem até ter convencido Thanos a se tornar seu aliado e não destruir metade do universo, além de ter ficado bastante íntimo da filha femme fatale do titã, Nebulosa (Nebula), que adoravelmente chama T’Challa de Tcha-Tcha. O desenho tem lugar até para o Pato Howard e destaca como antagonista um vilão pouco explorado dos filmes dos Guardiões da Galáxia: O Colecionador, que tem um fim idêntico ao do Grande Mestre em “Thor: Ragnarok”. Boseman, claro, não foi o único astro que dublou seu personagem. O elenco de vozes de “What If… T’Challa Became a Star-Lord?” inclui Karen Gillan (Nebula), Josh Brolin (Thanos), Michael Rooker (Youndu), Benício del Toro (O Colecionador), Djimon Hounsou (Korath), Sean Gunn (Kraglin), Chris Sullivan (Taserface), John Kani (T’Chaka), Danai Gurira (Okoye), Carrie Coon (Proxima Midnight), Kurt Russell (Ego), Ophelia Lovibond (Carina) e Seth Green (o Pato Howard). Só Drax foi dublado por outro ator que não David Bautista. Produtor executivo de “What, If…?”, Brad Winderbaum contou à revista SFX que Boseman gostou tanto de interpretar a versão Senhor das Estrelas de T’Challa que inspirou os roteiristas da série a continuarem explorando versões diferentes para ele fazer em novos episódios. “Nós falamos para ele sobre o T’Challa Senhor das Estrelas, ele ficou muito animado com o conceito e gostou muito do roteiro. Ele veio, gravou e se divertiu tanto que continuamos escrevendo. Ele está em quatro episódios como três versões diferentes de T’Challa. É um exercício em humildade pensar que ele dedicou um tempo a essa série em seu último ano conosco.” Portanto, ainda há três episódios inéditos com desempenhos de Boseman na série. Kevin Feige, o chefão do Marvel Studios, confirmou à revista Variety que o ator estava muito animado com a dublagem. “Não sabíamos que seria sua interpretação final, obviamente. Ele veio várias vezes [gravar] e ficou muito entusiasmado com isso, estava tão animado com isso… Ele leu o episódio que foi ao ar nesta quarta e voltou dizendo ‘Eu realmente amo essa versão do T’Challa’. E depois disso tivemos uma conversa com Ryan [Coogler] sobre ‘Como conseguirmos um pouco dessa voz’, não o enredo, mas apenas um pouco dessa voz do T’Challa em ‘Pantera Negra 2’. Agora, é claro que é extremamente triste e agridoce, mas estou muito feliz que tenhamos esses episódios e estou muito feliz que ele fez isso por nós. Estou animado para que os fãs vejam isso também”. O segundo capítulo de “What If…?” se encerra com uma dedicatória. “Dedicado a nosso amigo, nossa inspiração e nosso herói Chadwick Boseman”, diz um texto exibido nos créditos da atração.

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