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    Bob Iger deixa cargo de CEO da Disney

    25 de fevereiro de 2020 /

    Homem mais poderoso de Hollywood, Robert “Bob” Iger deixou o posto de CEO da Disney após 15 anos no cargo. O anúncio foi feito por meio de uma nota da assessoria de imprensa do estúdio, que confirmou nesta terça-feira (25/2) sua substituição por Bob Chapek, até então chefe da divisão de parques da empresa. “Com o lançamento bem-sucedido do empreendimento direto ao consumidor da Disney e a integração do 21st Century Fox bem encaminhada, acredito que esteja na hora de iniciar a transição para um novo CEO”, afirmou Iger no comunicado oficial à imprensa, referindo-se à inauguração da plataforma Disney+ (Disney Plus) e à aquisição dos antigos estúdios Fox. Bob Iger assumiu o cargo de CEO da Disney em 2005, após Michael Eisner deixar a presidência da companhia sob pressão de Roy Disney. Antes, nos anos 1990, o empresário foi presidente da rede ABC, hoje parte do império Disney, e COO e vice-presidente da Disney entre 2000 e 2005. Iger, porém, ainda não se aposentou. Ele continuará ligado à empresa, agora no cargo de presidente executivo, e supervisionará empreendimentos criativos da Disney até 31 de dezembro de 2021, quando termina seu contrato. O executivo afirmou ainda que se sente animado com o futuro da empresa nas mãos de Chapek, com quem trabalhará na transição administrativa pelos próximos 22 meses. O novo CEO, por sua vez, se disse honrado pela chance de servir como sétimo presidente da empresa e afirmou que seguirá as estratégias de expansão de Iger nos próximos anos. E que expansão. Sob o comando de Iger, a Disney comprou a Pixar, a Marvel, a LucasFilm e a Fox, tornando-se a maior empresa cinematográfica do mundo, quebrando recordes de faturamento mundial. Também trouxe essas aquisições para alimentar sua produção televisiva, assumindo o controle de vários canais de TV e três plataformas de streaming – ESPN, Hulu e a recém-lançada Disney+ (Disney Plus). Graças a essa estratégia, a Disney também se tornou uma força na TV e no streaming, consolidando-se como a maior potência do entretenimento no começo do século 21. A saída de Iger do cargo de CEO não representa, necessariamente, o fim de uma era. Ao falar com investidores, numa teleconferência feita após o anúncio oficial, Iger explicou melhor seu novo papel na empresa. Cada vez mais entusiasmado com o aspecto criativo das produções da Disney, ele está abrindo mão do dia-a-dia dos negócios para se focar exclusivamente em conteúdo. Irá se dedicar, a partir de agora, ao desenvolvimento de novos projetos com os principais talentos da empresa, visando aproveitar melhor os recursos da Fox e vitaminar as plataformas Hulu e Disney+ (Disney Plus) para seus lançamentos mundiais. “A empresa ficou maior e mais complexa nos últimos 12 meses”, disse Iger na teleconferência, segundo o site The Hollywood Reporter. “Com a base de ativos em vigor e nossa estratégia essencialmente implementada, senti que deveria gastar o máximo de tempo possível com o lado criativo dos nossos negócios… porque essa se tornará nossa maior prioridade em 2021.” Ele também contou que Bob Chapek foi escolhido para sucedê-lo há bastante tempo, em decisão tomada por consenso na diretoria da empresa. E acrescentou: “Tenho a maior confiança em Bob e espero trabalhar em estreita colaboração com ele nos próximos 22 meses, pois ele assume essa nova função e se aprofunda nos negócios e operações globais multifacetadas da Disney, enquanto eu ficarei mais focado nos esforços criativos da empresa”.

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    The Mandalorian: Vídeo de bastidores revela tecnologia revolucionária dos efeitos da série

    22 de fevereiro de 2020 /

    A Industrial Light & Magic, empresa de efeitos visuais da Lucasfilm, divulgou um vídeo de bastidores dedicado à técnica revolucionária de gravação de “The Mandalorian”, série de “Star Wars” da Disney+ (Disney Plus). Introduzido pelo cineasta Jon Favreau, criador da série, o vídeo destaca a grande inovação tecnológica da produção, que possibilitou a gravação dos cenários de outros mundos da trama em tempo real, junto com a performance dos atores. O segredo foi cercar a parede do estúdio com um vídeo gigante de LED semicircular, que ancorou todas as locações interplanetárias de forma realista. Graças a essa inovação, a série aposentou os fundos azuis, que costumam tapar as paredes dos estúdios para marcar o espaço dos efeitos visuais, acrescentados na pós-produção. Com a criação dos cenários digitais antecipada para a fase de pré-produção, o videowall permitiu que eles aparecessem já prontos no set de “The Mandalorian”, durante a gravação das cenas. A técnica também aprimora enormemente o desempenho dos atores, que não precisam mais preencher cenários vazios com suas imaginações. Em vez disso, eles podem ver os ambientes digitais exatamente como vão aparecer na tela e interagir naquele espaço com maior realismo durante suas interpretações. Mais de 50% da 1ª temporada de “The Mandalorian” foi registrada com ajuda da parede de vídeo de LED semicircular, combinando os fundos digitais com acessórios físicos do cenário. Os ambientes foram renderizados com a perspectiva da câmera, levando em conta os objetos do cenário e a interação da luz sobre os atores. A renderização 3D foi feita com placas de vídeo NVídia e foram utilizadas soluções como a plataforma de produção virtual da ILM e o motor gráfico Unreal Engine, o mesmo utilizado em vários jogos, como “Mortal Kombat XI” e “Fortnite”. Tudo isso foi gravado e editado em tempo real durante a fase de produção, o que também encurtou o tempo necessário para finalizar os efeitos da série. Atualmente, os produtores desenvolvem a 2ª temporada da atração, que tem previsão de estreia para o final de 2020. “The Mandalorian” é exibida pela plataforma Disney+ (Disney Plus), que ainda não chegou no Brasil, mas deve ser lançada aqui ainda neste ano.

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    Cade mantém fusão entre Disney e Fox paralisada no Brasil

    14 de fevereiro de 2020 /

    O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) decidiu manter paralisado o processo de fusão entre Disney e Fox no Brasil. Em contraste ao avanço obtido pela aprovação da fusão entre Warner e a AT&T na semana passada pela Anatel, o conselho do Cade não pautou a análise do outro caso urgente de mídia, mesmo com – ou por causa da – reclamação da Disney em relação ao ritmo lento adotado pelo órgão para analisar o processo. No último dia 6 de fevereiro, representantes da Disney e membros do Cade tiveram uma reunião em Brasília (DF) na sede do órgão, onde o clima teria se tornado tenso. Os representantes da empresa de entretenimento se disseram bastante incomodados com a lentidão do órgão para definir a situação da fusão entre Disney e Fox no Brasil. Segundo apuraram vários veículos de imprensa, a Disney deixou claro nesta reunião que apresentou todos os pedidos de venda do Fox Sports, que era a condição para a aprovação, além de ter cumprido todas as obrigações que o Cade pediu para aprovar o negócio. Mas o próprio Cade impediu propostas do maior interessado, o grupo Globo. A próxima sessão do Cade para julgar processos que podem caracterizar monopólio está marcada para quarta-feira (19/2), mas a pauta publicada no site oficial do órgão não prevê a discussão do caso da Disney. Com isso, a conclusão da fusão entre Disney e Fox está adiada pelo menos até o dia 9 de março, quando ocorre a terceira sessão do ano. Assim como aconteceu com a WarnerMedia, o Brasil é último país a travar o negócio da Disney em nível mundial. Por conta dessa indefinição, o estúdio diminuiu seus investimentos no país. Não só na área de esportes, que vive a maior incógnita, mas principalmente em seus planos para o lançamento da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), que utiliza propriedades da Fox, como a série animada “Os Simpsons”. Também são afetados os planos relacionados aos demais serviços da empresa, como a Hulu, que depende mais fortemente do conteúdo da Fox, e a versão de streaming da ESPN, que está perdendo prazos para negociar direitos de transmissões. Ao mesmo tempo, a empresa tem feito reestruturações nas chefias de departamentos da Fox, a partir da decisão original do Cade de aprovar o negócio. O aval foi dado há exatamente um ano, mas incluiu a condição de venda do canal Fox Sports. Como a Disney não conseguiu nenhum comprador que atendesse as exigências do órgão, o Cade afirmou em novembro que iria rever toda a operação, o que inclui as mudanças estruturais já realizadas pela Disney na Fox. Só que até agora não marcou reunião para tratar disso.

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    Loki: Gugu Mbatha-Raw entra na série da Marvel

    12 de fevereiro de 2020 /

    A atriz inglesa Gugu Mbatha-Raw (“Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe”) entrou na série “Loki”, atualmente em desenvolvimento para plataforma Disney+ (Disney Plus). A Marvel não revelou o papel da atriz, que vai se juntar a Tom Hiddleston, intérprete do personagem-título, além de Owen Wilson (“Extraordinário”) e Sophia Di Martino (“Yesterday”) em papéis não identificados. Loki é o vilão mais proeminente da Marvel, tendo aparecido em sete filmes até o momento, entre o primeiro “Thor” (de 2011) e o último “Vingadores” (de 2019). A série, por sinal, vai encontrá-lo após os eventos de “Vingadores: Ultimato”, filme de maior bilheteria de todos os tempos. A atração tem roteiros de Michael Waldron (“Rick e Morty”), direção de Kate Herron (“Sex Education”) e produção de Kevin Feige, o chefão do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). A estreia está marcada para o começo de 2021 e sua trama terá ligação direta com o próximo filme do Doutor Estranho.

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    Séries da Marvel do Disney+ ganham previsão de estreia

    5 de fevereiro de 2020 /

    A Disney+ (Disney Plus) marcou as datas de estreia de suas primeiras séries da Marvel. A revelação foi feita pelo CEO Bob Iger na terça-feira (5/2), durante uma teleconferência com investidores para a apresentação do balanço financeiro trimestral da corporação Disney. “Falcon and the Winter Soldier” (Falcão e o Soldado Invernal), “WandaVison” e “Loki” vão chegar, respectivamente, em agosto, dezembro e no começo de 2021. Iger também contou que a Marvel desenvolve, atualmente, mais sete séries para a Disney+ (Disney Plus). “Existem outras sete séries da Marvel em vários estágios de desenvolvimento ou pré-produção”, disse o executivo. Entretanto, apenas cinco são conhecidas: “Hawkeye” (Gavião Arqueiro), “She-Hulk” (Mulher-Hulk), “Ms. Marvel” (Miss Marvel), “Moon Knight” (Cavaleiro da Lua) e a animação “What If?” (O que Aconteceria Se?). O CEO da Disney ainda enfatizou que esses programas estarão entrelaçados com os filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). “Falcon and the Winter Soldier”, por exemplo, trará os personagens vividos por Anthony Mackie e Sebastian Stan retomando eventos de “Vingadores: Ultimato”, enquanto “WandaVison” e “Loki” terão consequências para o próximo filme do Dr. Estranho, “Doctor Strange in the Multiverse of Madness”. As datas foram anunciadas dois dias após a exibição do primeiro comercial das produções, exibido no domingo (2/2) durante o intervalo do Super Bowl. Reveja abaixo.

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    The Mandalorian: Baby Yoda terá mais destaque na 2ª temporada e pode até ganhar série própria

    5 de fevereiro de 2020 /

    Baby Yoda vai ganhar ainda mais destaque na 2ª temporada de “The Mandalorian”, que estreia em outubro. A revelação foi feita pelo CEO da Disney, Bob Iger, na terça-feira (5/2), indicando ainda a possibilidade do personagem, que virou febre nas redes sociais, estrelar sua própria série. “Ele conquistou o mundo”, causando “uma recepção sensacional”, disse Iger, durante uma teleconferência com investidores para a apresentação do balanço financeiro trimestral da Disney. “Sabemos que existem grandes expectativas para a gama de produtos Baby Yoda que serão lançados nos próximos meses”, acrescentou. Iger também garantiu que “The Mandalorian”, primeiro grande sucesso da plataforma Dysney+, terá várias temporadas, com “a possibilidade de integrar novos personagens”, que também poderão ter suas próprias séries independentes. O executivo acrescentou ainda que, sem nenhum novo filme em processo de produção, para “Star Wars”, “a prioridade são séries nos próximos anos”. Além de “The Mandalorian”, a plataforma Disney+ (Disney Plus) já tem encaminhadas um prólogo de “Rogue One” centrada em Cassian Andor, o personagem de Diego Luna, e uma série sobre Obi-Wan Kenobi, que marcará o retorno de Ewan McGregor ao papel. Durante a apresentação, o chefão da Disney também revelou que a Disney+ (Disney Plus) atingiu 28,6 milhões de assinantes, em menos de três meses desde seu lançamento.

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    Marvel revela primeiras cenas de Falcão e o Soldado Invernal, WandaVision e Loki

    3 de fevereiro de 2020 /

    A Marvel surpreendeu o público com as primeiras imagens de suas séries exclusivas da plataforma Disney+ (Disney Plus), apresentadas sem aviso durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), espaço publicitário mais valorizado da TV dos EUA. O comercial com cenas inéditas de “Falcon and the Winter Soldier” (Falcão e o Soldado Invernal), “WandaVison” e “Loki” foi imediatamente disponibilizado na internet e pode ser conferido abaixo. Na prévia, é possível ver Sam/Falcão (Anthony Mackie) treinando com o escudo do Capitão América, o novo visual de cabelos curtos de Bucky/Soldado Universal (Sebastian Stan), o vilão Barão Zemo (Daniel Brühl), o Agente Americano (Wyatt Russell) em evento patriótico, a metamorfose ambulante criada por Wanda/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) para sua vida “doméstica” ao lado do androide Visão (Paul Bettany) e Loki (Tom Hiddleston) prometendo incendiar tudo. Sem dúvida, a maior revelação do vídeo diz respeito ao tom de “WandaVison”, que vai alternar radicalmente de estilo entre os episódios, indo do sitcom clássico em preto e branco à comédia teen dos anos 1990, sem esquecer de evocar as produções de super-heróis mais recentes – Wanda aparece, finalmente, com seu traje clássico de Feiticeira Escarlate. Vale considerar que a série “Supernatural” já usou o recurso de mostrar os personagens presos num universo televisivo, em que cada sequência vinha de um programa diferente. A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e a direção é assinada por Kari Skogland, diretora premiada de episódios de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”. “WandaVision” é escrita por Jac Schaeffer (do vindouro filme da “Viúva Negra”) e dirigida por Matt Shakman (de “Game of Thrones”). E “Loki” tem roteiros de Michael Waldon (“Rick & Morty”) e direção de Kate Herron (“Sex Education”). As duas primeiras séries devem estrear ainda em 2020, enquanto “Loki” está prevista para 2021.

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    Loki: Owen Wilson entra na série da Marvel

    31 de janeiro de 2020 /

    O ator Owen Wilson (“Extraordinário”) entrou no elenco de “Loki”, série da Marvel para a Disney+ (Disney Plus), que iniciou recentemente sua produção. Não há detalhes sobre o papel que ele vai interpretar, mas, segundo apurou o site Deadline, trata-se de um personagem proeminente. Apesar de já ter feito aparições em programas televisivos, o ator nunca tinha integrado o elenco fixo de uma série anteriormente. Ele vai se juntar a Tom Hiddleston, intérprete do personagem-título, o irmão maligno de Thor, na série produzida por Kevin Feige, escrita por Michael Waldron (“Rick e Morty”) e dirigida por Kate Herron (“Sex Education”). Feige já adiantou que a trama terá ligação direta com o próximo filme do Doutor Estranho, previsto para maio de 2021. Mas esse cronograma pode ser revisto, já que o longa perdeu seu diretor recentemente. Loki é o vilão mais proeminente da Marvel, tendo aparecido em sete filmes até o momento, entre o primeiro “Thor” (de 2011) e o último “Vingadores” (de 2019). A série, por sinal, vai encontrá-lo após os eventos de “Vingadores: Ultimato”, filme de maior bilheteria de todos os tempos.

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    Produção da série de Obi-Wan Kenobi é paralisada

    24 de janeiro de 2020 /

    A Disney e a Lucasfilm paralisaram o desenvolvimento da nova série do universo “Star Wars” centrada no personagem Obi-Wan Kenobi. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, os roteiros não agradaram. Fontes ouvidas pelo site alegam que os roteiros escritos por Hossein Amini (criador de “McMafia”) foram considerados problemáticos pelos produtores, que decidiram interromper a produção da série, enquanto buscam opções no mercado para encontrar uma nova narrativa. A Lucasfilm, responsável pelas produções de “Star Wars”, está em busca de um novo roteirista para começar tudo do zero. Embora a empresa não comente a informação, as mesma fontes citadas pelo THR enfatizam que o protagonista Ewan McGregor (Obi Wan na trilogia do começo do século) e a diretora Deborah Chow (“The Mandalorian”) seguem ligados ao projeto. A produção continua a ser considerada importante para a estratégia da plataforma Disney+ (Disney Plus), apesar de diversos boatos terem surgido, na semana passada, sobre seu cancelamento.

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    Stargirl: Filme da Disney+ ganha trailer com vencedora do America’s Got Talent

    19 de janeiro de 2020 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) divulgou dois pôsteres e o trailer de “Stargirl”. O título é o mesmo da série de super-heróis que vai estrear na rede CW, mas esta “Stargirl” não tem outro poder além de ser encantadora. Além disso, a produção não é uma série, mas um filme feito para streaming, baseada no romance infanto-juvenil homônimo de Jerry Spinelli. No Brasil, o livro foi publicado como “A Extraordinária Garota Chamada Estrela”, em 2014. A história de Stargirl virou best-seller e conquistou muitos fãs por apresentar personagens sensíveis, misteriosos e que falam sobre o primeiro amor de uma maneira mágica, como imaginam os adolescentes. O trailer da Disney+ (Disney Plus) tem o mérito de evocar essa sensação, graças ao carisma de Grace VanderWaal, cujo sorriso é um verdadeiro efeito visual na tela. O filme marca a estreia da adolescente de 16 anos como atriz, após vencer o concurso de calouros “America’s Got Talent”, como cantora e instrumentista em 2016. Não é por acaso que ela aparece cantando com seu inseparável ukelele no papel de Stargirl. A trama, porém, acompanha o ponto de vista do jovem que se apaixona por ela, vivido por Graham Verchere (“Supergirl”), que já tem 18 anos na vida real. Seu personagem, Leo Borlock, esforçava-se para passar despercebido na escola, como arma secreta contra o bullying, até decidir ser percebido pela Stargirl. O elenco ainda inclui Giancarlo Esposito (“Better Call Saul”), Darby Stanchfield (“Scandal”), Maximiliano Hernández (“The Last Ship”), Shelby Simmons e Karan Brar (ambos de “Acampados”). A direção é de Julia Hart, responsável pelo elogiado filme de super-herói “Fast Color” (82% de aprovação no Rotten Tomatoes). A estreia está marcada para o dia 13 de março em streaming.

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    SpaceCamp: Disney+ (Disney Plus) fará remake do filme que lançou a carreira de Joaquin Phoenix

    12 de janeiro de 2020 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) encomendou um remake do filme infantil “SpaceCamp: Aventura no Espaço” (1986). Os roteiristas Mikey Day e Streeter Seidell (do humorístico “Saturday Night Live”) foram contratados para atualizar a trama dos anos 1980, que ganhará uma nova versão para a era do streaming. O filme original acompanhava um grupo de adolescentes que frequentava um acampamento de astronautas perto de Cabo Canaveral, na Flórida. Ao visitar o interior de um ônibus espacial durante um teste de rotina da NASA, o grupo se vê numa situação de vida ou morte quando é lançado acidentalmente no espaço. Eles devem trabalhar juntos para preservar oxigênio, navegar e pousar o ônibus de volta aos EUA. A maior curiosidade da produção original estava em seu elenco. Além de reunir protagonistas famosos dos anos 1980, como Lea Thompson (a heroína de “De Volta para o Futuro”), Kate Capshaw (“Indiana Jones no Templo da Perdição”) e Kelly Preston (de “Christine, o Carro Assassino” e “Irmãos Gêmeos”), a aventura juvenil marcou a estreia no cinema de um adolescente de 12 anos chamado Leaf Phoenix, que os fãs de “Coringa” conhecem por outro nome: Joaquin Phoenix. A produção não foi um sucesso de bilheterias, mas apesar das críticas negativas (45% no Rotten Tomatoes) há quem defenda que o problema não estava no filme e sim em seu timing. Ele foi lançado poucos meses após o desastre do ônibus espacial Challenger, em 1986. O remake de “SpaceCamp” é o terceiro roteiro que a Disney+ (Disney Plus) encomenda para Day e Seidell. Eles escreveram o reboot de “Esqueceram de Mim”, que será estrelada por Archie Yates (de “Jojo Rabbit”), e já estão trabalhando num novo “Inspetor Bugiganga”.

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    Criadora de Lizzie McGuire é afastada do revival

    10 de janeiro de 2020 /

    Uma das séries mais antecipadas da Disney+ (Disney Plus), o revival de “Lizzie McGuire”, perdeu sua showrunner Terri Minsky. A produtora e criadora da série original deixou o revival após a gravação de dois episódios. Em comunicado oficial, a Disney informou que a saída de Minsky se deu pelos famosos “conflitos criativos”. Houve uma mudança de perspectiva sobre a produção da série após o estúdio perceber o tamanho da expectativa do público em relação à estreia. “Os fãs têm um apego sentimental a ‘Lizzie McGuire’ e grandes expectativas para uma nova série”, disse um porta-voz da Disney ao site TVLine. “Depois de gravar dois episódios, concluímos que precisamos avançar em uma direção criativa diferente e estamos colocando uma nova abordagem na série”. Minsky também estava ligada ao revivel como produtora executiva, mas atualmente não está claro se ela continuará nesse papel. A busca por um novo showrunner está em andamento. Todo o elenco central estava confirmado na série – além de Hilary Duff no papel-título, Hallie Todd (Jo), Robert Carradine (Sam) e Jake Thomas (Matt) voltariam a viver os parentes da protagonista. Para quem não lembra, “Lizzy McGuire” fez muito sucesso ao mostrar as aventuras de uma garota adolescente em seu dia-a-dia, com um detalhe: seus pensamentos e emoções eram expressados por um alter-ego animado e cheio de sarcasmo. A continuação pretendia manter essa característica. Só que o alter-ego animado não cresceu. Ainda é uma jovem Lizzie, que faz comentários “sincerões” sobre as situações da protagonista adulta. A ideia original era mostrá-la morando em Nova York e lidando com questões da vida adulta. Uma coisa é certa: a personagem, que tinha 14 anos quando “Lizzy McGuire” foi lançada no Disney Channel em 2001, voltará às telas com mais de 30 anos de idade.

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    Retrospectiva: As Melhores Séries de 2019

    9 de janeiro de 2020 /

    Nunca se fez tantas séries como em 2019. O mais impressionante nem é a quantidade, mas a qualidade do material. A disputa por conteúdo premium, alimentada pela consagração do padrão HBO, fez com que o investimento nas produções atingisse níveis cinematográficos. A temporada final de “Game of Thrones” foi uma coleção de filmes. E quem apostava que a HBO sentiria falta dessa série, pode ter se surpreendido com a rapidez com que o canal superou sua ausência com “Chernobyl”, “Euphoria”, “Watchmen” e “Succession”, programas completamente diferentes entre si, mas realizados com o mesmo apuro que alimenta a inveja dos rivais. Não foi por acaso que a WarnerMedia escolheu o nome HBO Max para seu vindouro serviço de streaming. Os lançamentos da Disney+ (Disney Plus) e da Apple TV+ reforçam que as novas plataformas decidiram abordar o streaming como uma variação da TV paga premium. Caríssimas, “The Mandalorian”, da Disney, e “See”, da Apple, buscam o impacto das grandes produções de cinema – ou de “Game of Thrones” – , assim como “The Witcher” e “Perdidos no Espaço”, na Netflix, “Britannia” na Amazon, e outras. Enquanto essas produções buscam esticar os limites épicos das telas pequenas, projetos de sensibilidade indie também cumprem papel importante, revolucionando as comédias. Produções como “Fleabag”, na Amazon, e “Ramy”, infelizmente inédita no Brasil, demonstram que textos adultos e refinados estão tomando o lugar das piadas fáceis. Ainda há produções feitas para quem não quer pensar. Mas são cada vez mais divertidas as séries que buscam risos com maior ambição. Ainda que muitas das produções de 2019 não tenham chegado aos canais nacionais, a maioria encontrou distribuição, graças ao aumento de opções provenientes da guerra dos streamings. Apple TV+ e Starz Play foram as principais novidades do mercado, juntando-se à Netflix, Amazon e uma ousada Globoplay, que, além de material próprio, também apostou fortemente na oferta de séries internacionais. Mas este cenário de crescimento pode enfrentar turbulência no Brasil em 2020. A Disney+ (Disney Plus) não tem previsão de estreia no país e a HBO Max considera friamente nem lançar sua plataforma por aqui. No caso da Disney+ (Disney Plus), o problema é o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que pretende rever a compra da Fox pela Disney. O órgão foi uma das últimas entidades governamentais no mundo a aprovar a transação. Em relação à HBO Max, o entrave é a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), que tem posição contrária à compra da Warner pela AT&T, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no Brasil. O que acontece é que a WarnerMedia é controladora dos canais Turner, Cartoon, Warner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira, e é proibido no país que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. As leis brasileiras foram ultrapassadas pelas fusões mundiais de conglomerados, fomentadas como estratégia de negócios para priorizar o streaming. E, em vez de avançar essa discussão, o Congresso programou votações de projetos de lei para taxar esses serviços – o que, estrategicamente, deveria ser discutido após a chegada deles no pais, não antes. Além dos citados Disney+ (Disney Plus) e HBO Max, o Brasil poderia receber em breve os serviços Peacock, Hulu e CBS All Access. Esta globalização de conteúdo, porém, é inevitável e já gera impacto cultural, capaz de produzir um fenômeno como “La Casa de Papel”, sucesso internacional que se tornou mais referenciado no Brasil que muitas séries americanas, além de polêmicas, como a briga do governo russo com a HBO por conta de “Chernobyl”, ou protestos do governo polonês contra o Especial de Natal do Porta dos Fundos. Outro aspecto desta explosão de conteúdo é que, quando maior a produção, mais vozes têm ganhado representação, numa democratização histórica de temas e personagens. Uma série como “Pose”, com elenco majoritariamente transexual, é consequência direta dessa multiplicação de opções. Há 15 anos, “The L Word” era exceção. Hoje, não faltam séries com temas LGBTQIA+ – e até “The L Word” ganhou revival. Tampouco faltam séries com super-heróis negros, como “Black Lightning” e “Raising Dion”. Nem séries teen centradas em adolescentes fora da normatização branca heterossexual de antigamente, que o digam Rue, Jules e Kat de “Euphoria”. Outro detalhe. Se é fato que a HBO influenciou a qualidade da nova geração das séries, a Netflix se tornou a principal inspiração para as narrativas do fim da década. O costume das maratonas liberou os roteiristas para criarem tramas mais complexas, como “Dark” ou “Undone”, que funcionam melhor numa sequência de episódios, e ainda eliminou o costume dos recordatórios e referências mastigadas, que ajudavam ao espectador lembrar o que aconteceu nos episódios anteriores. Quem se perder, sempre pode voltar ao episódio prévio. Eles agora estão disponíveis o tempo inteiro e não apenas quando passam na TV. Com isso, as tramas dramáticas de estilo procedimental, que resolvem um caso (crime, paciente, cliente) por semana, acabaram restritas à TV aberta, que mantém o público mais conservador das séries. São uma espécie em extinção, diante da expansão do streaming. A multiplicação de opções também gerou um efeito colateral negativo, ao tornar mais difícil acompanhar tantas séries. Muitas produções de qualidade acabaram perdendo chances preciosas para se tornar um novo “Breaking Bad” – série que quase foi cancelada em sua 2ª temporada por baixa audiência. A Netflix bateu recorde de cancelamentos em 2019, mas não foi a única empresa. O canal pago Starz fez o absurdo de cancelar “Counterpart”, série com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes em suas duas temporadas produzidas. Ao menos, a trama teve fim, ao contrário das também ótimas “The OA”, “Deadly Class” e outras. As listas abaixo, compiladas pelo editor da Pipoca Moderna, levam em conta essas peculiaridades do mercado. Além do Top 10 primordial, foram relacionados diversos Top 5 em diferentes categorias, que não se limitam às divisões tradicionais de gênero. Com exceções de duas listas, a avaliação considerou apenas séries disponibilizadas no Brasil em 2019, tanto na programação de TV quanto em streaming. Confira os resultados abaixo. 10 MELHORES SÉRIES DE 2019 1. Chernobyl | HBO 2. Fleabag | Amazon 3. Succession | HBO 4. Inacreditável (Unbelievable) | Netflix 5. Pose | Fox Play 6. Euphoria | HBO 7. Dark | Netflix 8. Watchmen | HBO 9. Undone | Amazon 10. Killing Eve | Globoplay     5 MELHORES SÉRIES BRASILEIRAS DE 2019       1. Sob Pressão | Globo 2. 3% | Netflix 3. Segunda Chamada | Globo 4. Sintonia | Netflix 5. Irmãos Freitas | Space             5 MELHORES SÉRIES ESTREANTES DE 2019       1. Euphoria | HBO 2. Watchmen | HBO 3. Sex Education | Netflix 4. Undone | Amazon 5. Dickinson | Apple TV+           5 MELHORES MINISSÉRIES DE 2019       1. Chernobyl | HBO 2. Inacreditável (Unbelievable) | Netflix 3. Olhos que Condenam (When They See Us) | NETFLIX 4. Years and Years | HBO 5. Fosse/Verdon | Fox Play         5 MELHORES SÉRIES DE DRAMA DE 2019       1. Succession | HBO 2. Euphoria | HBO 3. Pose | Fox Play 4. Billions | NETFLIX 5. Orange Is the New Black | NETFLIX           5 MELHORES SÉRIES DE COMÉDIA DE 2019       1. Fleabag | Amazon 2. Castrophe | Amazon 3. Sex Education | NETFLIX 4. Boneca Russa (Russian Doll) | NETFLIX 5. Derry Girls | NETFLIX           5 MELHORES SÉRIES CRIMINAIS DE 2019       1. Mindhunter | Netflix 2. Peaky Blinders | Netflix 3. Trapped | Netflix 4. Bosch | Amazon 5. True Detective | HBO           5 MELHORES SÉRIES DE AÇÃO DE 2019       1. Killing Eve | Globoplay 2. Wayne | YouTube 3. Jack Ryan | Amazon 4. Informer | Amazon 5. Treadstone | Amazon           5 MELHORES SÉRIES DE QUADRINHOS DE 2019       1. Watchmen | HBO 2. The Boys | Amazon 3. The Umbrella Academy | Netflix 4. Arrow | Warner 5. Deadly Class | Globoplay             5 MELHORES SÉRIES DE FANTASIA DE 2019       1. Game of Thrones | HBO 2. The Witcher | Netflix 3. His Dark Materials | HBO 4. Britannia | Fox Play 5. The Magicians | Syfy           5 MELHORES SÉRIES SCI-FI DE 2019       1. Dark | Netflix 2. Counterpart | Starz 3. Stranger Things | Netflix 4. Lost in Space | Netflix 5. The Expanse | Amazon           5 MELHORES SÉRIES DE TERROR DE 2019       1. Marianne | Netflix 2. Evil | Globoplay 3. The Kingdom | Netflix 4. Servant | Apple TV+ 5. Legacies | Warner           5 MELHORES SÉRIES DE ANIMAÇÃO DE 2019       1. Undone | Amazon 2. Love, Death & Robots | Netflix 3. Tuca & Bertie | Netflix 4. Rick and Morty | Netflix 5. Big Mouth | Netflix           5 MELHORES SÉRIES DE ANIME DE 2019   1. Demon Slayer | Crunchyroll 2. The Promised Neverland | Crunchyroll 3. Dororo | Amazon 4. Carole & Tuesday | Netflix 5. Blade – A Lâmina do Imortal (Blade the Immortal) | Amazon         5 MELHORES SÉRIES DOCUMENTAIS DE 2019     1. Nosso Planeta | Netflix 2. História Secreta do Pop Brasileiro | Music Box Brasil 3. Bandidos na TV | Netflix 4. Eu Te Amo, Agora Morra | HBO 5. Deixando Neverland | HBO           5 MELHORES SÉRIES SUBESTIMADAS DE 2019     1. The Deuce | HBO 2. Perdidos no Espaço | Netflix 3. Los Espookys | HBO 4. Legacies | Warner 5. Arrow | Warner             5 MELHORES SÉRIES CANCELADAS DE 2019     1. Counterpart | Starz – inédita no Brasil 2. Lodge 49 | Amazon 3. Wayne | YouTube 4. The OA | Netflix 5. Deadly Class | Globoplay           5 MELHORES SÉRIES DE 2019 AINDA INÉDITAS NO BRASIL       1. The Mandalorian | Disney+ (Disney Plus) 2. Perpetual Grace, LTD | Epix 3. Ramy | Hulu 4. Pen15 | Hulu 5. Godfather of Harlem | Epix        

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