Gal Gadot confirma “Mulher-Maravilha 3” sem Patty Jenkins
A atriz Gal Gadot, que interpreta a Mulher-Maravilha no cinema, confirmou que o DC Studios, sob a direção de James Gunn e Peter Safran, está desenvolvendo um novo filme da Mulher-Maravilha. Em uma entrevista com a revista Flaunt, a atriz reiterou os planos para o terceiro longa, reforçando o que já havia dito no começo da semana para o site americano Comic Book. “Estamos desenvolvendo um terceiro filme e veremos o que acontece com ele”, confirmou Gadot. “Ninguém nunca falou comigo sobre paralisação, me disseram que eu estava em boas mãos e que eu poderia ficar tranquila.” Fim da parceria com Patty Jenkins “Supostamente iríamos filmar o terceiro filme agora com Patty, minha amiga querida e diretora muito talentosa, mas isso não vai acontecer”, ela acrescentou. A diretora fez os dois filmes da personagem, mas teve seu roteiro para o terceiro longa rejeitado por Gunn e Safran. Considerando que “Mulher-Maravilha 1984” foi um desastre crítico, é provável que o roteiro da cineasta também não estivesse à altura do que o DC Studios tem planejado para a heroína. Diante disso, criou-se a expectativa de que a personagem também ganharia uma nova intérprete, como aconteceu recentemente com Superman. No entanto, enquanto Henry Cavill foi dispensado, todos os sinais agora indicam que Gadot vai manter seu papel no reboot do DCU. Série das amazonas A história da Mulher-Maravilha pode ser relacionada ao lançamento de uma nova série da plataforma Max, “Paradise Lost”, ambientada nos primeiros dias da fundação da cidade das amazonas na Ilha de Themyscira. Mas, até o momento, não há muitos detalhes sobre esta produção nem sobre eu elenco.
Gal Gadot confirma planos para “Mulher-Maravilha 3”
A atriz Gal Gadot, intérprete da Mulher-Maravilha no Universo DC, confirmou que o terceiro filme da heroína está em desenvolvimento. Em entrevista ao ComicBook, Gadot revelou que o filme será desenvolvido em colaboração com James Gunn e Peter Safran, os novos chefes da divisão cinematográfica da DC. “Adoro interpretar a Mulher-Maravilha. É tão querido e próximo do meu coração. Pelo que ouvi de James e Peter, vamos desenvolver uma ‘Mulher Maravilha 3’ juntos”, declarou Gadot. A atriz interpretou a personagem pela primeira vez em “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” (2016), e desde então estrelou dois filmes solo: “Mulher-Maravilha” (2017) e “Mulher-Maravilha 1984” (2020). Gadot também estrelou “Liga da Justiça” (2017) e teve participações especiais em outros filmes da DC, como “Shazam! Fúria dos Deuses”. Saída da diretora A confirmação de Gadot vem após a saída da diretora Patty Jenkins, que dirigiu os dois primeiros filmes da Mulher-Maravilha. Jenkins e Gadot estavam desenvolvendo “Mulher-Maravilha 3” juntas quando Gunn e Safran assumiram a liderança da DC Studios. A Warner Bros. rejeitou o tratamento de Jenkins para a sequência, levando à saída da diretora do projeto. Em resposta à situação, Jenkins afirmou no Twitter: “Eu nunca desisti. Estava aberta a considerar qualquer coisa que me pedissem. Tinha entendido que não havia nada que eu pudesse fazer para avançar neste momento. A DC obviamente está enterrada em mudanças que precisa fazer, então entendo que essas decisões são difíceis agora.” Futuro da DC no cinema Apesar das mudanças, Gadot mantém a esperança viva para “Mulher-Maravilha 3”. A atriz também comentou sobre o novo elenco de “Superman: Legacy”, o próximo filme do Universo DC, que será escrito e dirigido por James Gunn. “Vi que eles estavam fazendo testes, mas não sei quem conseguiu, parecia que todos eram talentosos. Estou feliz por eles. É uma grande participação e um começo emocionante para qualquer ator, desejo a quem quer que seja boa sorte.”
DC anuncia animações baseadas em “Crise nas Infinitas Terras” e “Watchmen”
O DC Studios anunciou na San Diego Comic-Con o desenvolvimento de dois novos títulos animados baseados em duas das mais icônicas graphic novels dos anos 1980: “Crise nas Infinitas Terras” e “Watchmen”. As publicações originais tiveram um impacto significativo na indústria. “Crise nas Infinitas Terras” foi o primeiro grande evento dos quadrinhos americanos, produzido para coincidir com o 50º aniversário da DC Comics. A história foi um grande crossover, envolvendo todos os títulos da editora, com o objetivo de condensar o multiverso considerável da DC em uma única realidade. A culminação da obra, concebida pelo roteirista Marv Wolfman e o artista George Perez, também foi o primeiro grande reboot da História dos quadrinhos. Já “Watchmen” mudou a visão popular dos quadrinhos de super-heróis como entretenimento de baixo nível destinado a crianças, mostrando que os gibis também poderiam ser obras sofisticadas para adultos. Escrito por Alan Moore e desenhada por Dave Gibbons, a minissérie original de 12 capítulos fez uso de técnicas literárias como prenúncio e simbolismo para combinar temas pesados como estupro e genocídio numa reflexão sobre a natureza do poder e da violência, que mostra como os super-heróis podem ser perigosos e como eles podem ser usados para controlar a população. Detalhes dos Projetos A adaptação de “Crise nas Infinitas Terras” receberá um novo nome, “Justice League: Crisis on Infinite Earths” em inglês, o que sugere uma versão condensada do crossover original, apenas com integrantes da Liga da Justiça, enquanto “Watchmen” adaptará a história clássica. Ambas as produções estão previstas para 2024. Repercussão das Histórias Apesar de sua importância, os títulos são escolhas estranhas para adaptações animadas. Ambos já ganharam versões live-action, com o filme “Watchmen”, de Zack Snyder, em 2008 e a minissérie homônima da HBO, passada anos depois, além do crossover do “Arrowverso” de 2019 inspirado em “Crise”, que estabeleceu que todas as adaptações de filmes e séries da DC Comics faziam parte de um multiverso compartilhado. pic.twitter.com/KcdFnLpRxd — DC (@DCOfficial) July 22, 2023
Novo filme do Superman escala heróis da Liga da Justiça
A Warner Bros começou a completar o elenco de “Superman: Legacy”, primeira produção do recém-fundado DC Studios, escrita e dirigida pelo chefe do estúdio, James Gunn. Em entrevista à revista Vanity Fair, o copresidente do DC Studios Peter Safran anunciou que Nathan Fillion (“The Rookie”), Isabela Merced (“Transformers: O Último Cavaleiro”) e Edi Gathegi (“Vingança e Castigo”) se juntaram ao elenco, que também traz David Corenswet (“Pearl”) como Clark Kent/Superman e Rachel Brosnahan (“A Maravilhosa Sra. Meisel”) como a repórter Lois Lane. Os três novos atores vão interpretar super-heróis da Liga da Justiça. Mas seus personagens nunca apareceram no cinema antes. Fillion retratará Guy Gardner, um dos Lanternas Verdes da Terra, Merced será Mulher-Gavião e Gathegi viverá o Senhor Incrível. Esta escalação indica que, ao contrário dos quadrinhos originais, Superman vai ser reintroduzido num mundo em que super-heróis já existem. Vale lembrar que o personagem superpoderoso de Jerry Siegel e Joe Shuster foi o primeiro super-herói tradicional dos quadrinhos, influenciando a criação de todos os demais após sua publicação na revista “Action Comics” #1 em 1938. De acordo com a primeira sinopse da Warner Bros., “Superman: Legacy” conta a história da “jornada do Superman para reconciliar sua herança kryptoniana com sua criação humana como Clark Kent de Smallville, Kansas. Ele é a personificação da verdade, da justiça e do jeito americano, guiado pela bondade humana em um mundo que vê a bondade como antiquada”. A história seria inspirada em “Superman: All Stars”, uma graphic novel de Grant Morrison que mostrou o herói dividido entre sua “herança kryptonita” e seu lado mais humano. A estreia nos cinemas é esperada para julho de 2025. Nathan Fillion has been cast as Guy Gardner in ‘SUPERMAN: LEGACY’. (Source: https://t.co/wlh6bSpQEm) pic.twitter.com/uYtsHeRrN4 — DiscussingFilm (@DiscussingFilm) July 11, 2023 Isabela Merced has been cast as Hawkgirl in ‘SUPERMAN: LEGACY’. (Source: https://t.co/wlh6bSpQEm) pic.twitter.com/ITwSwx6yEi — DiscussingFilm (@DiscussingFilm) July 11, 2023 Edi Gathegi has been cast as Mr. Terrific in ‘SUPERMAN LEGACY’ (Source: https://t.co/wlh6bSpQEm) pic.twitter.com/QN68WnxPKL — DiscussingFilm (@DiscussingFilm) July 11, 2023
Warner define intérprete do novo Superman do cinema
Após meses de audições e testes presenciais, a Warner Bros e a DC Studios finalmente definiram seus novos Clark Kent e Lois Lane. David Corenswet foi escalado para interpretar o Superman e Rachel Brosnahan interpretará Lois Lane em “Superman: Legacy”, dirigido por James Gunn. Os nomes de Corenswet e Brosnahan sempre estiveram entre os favoritos dos estúdios, conforme diversos relatos da imprensa. Os testes finais, que duraram dois dias, foram realizados na presença dos co-presidentes da DC, Peter Safran e Gunn, com os atores completamente caracterizados para os papéis – isto é, Corenswet usou o traje completo de Superman. O processo de seleção Para Corenswet, o filme representa o seu primeiro papel principal em um grande estúdio, tendo aparecido anteriormente em projetos como o terror “Pearl” e as séries “The Politician” e “We Own This City”. Desde o início, o nome do ator de 29 anos esteve entre os mais cotados para o papel e, após a audição final, rendeu-lhe o o maior contrato de sua carreira. Rachel Brosnahan, por sua vez, encerrou recentemente a série “A Maravilhosa Sra. Maisel”, que lhe rendeu vários prêmios, incluindo um Emmy. Ela também sempre esteve no topo da lista de atrizes para interpretar Lois Lane, tendo tido o que muitos descreveram como a melhor audição do processo. Entretanto, com 32 anos, também era a atriz mais velha do grupo testado, o que demonstra como seu talento se sobressaiu em relação às demais. Antes de definir os protagonistas, James Gunn compartilhou nas redes sociais que tinha ficado impressionado com os atores que testaram para os papéis. “Estou impressionado com alguns desses atores, estão entre os melhores que já vi ou com quem já trabalhei”, ele escreveu na Bluesky, acrescentando que consideraria os atores não escalados para papéis em futuras produções do universo compartilhado da DC. O processo de seleção para “Superman: Legacy” envolveu diversos atores, com Safran e Gunn fazendo uma pesquisa minuciosa para encontrar os novos protagonistas da franquia. Segundo informações da imprensa americana, os atores Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”) e Tom Brittney (“Greyhound”), e as atrizes Emma Mackey (“Sex Education”) e Phoebe Dynevor (“Bridgeton”) ficaram entre os finalistas. Com os dois papéis agora definidos, Gunn começará a busca para preencher os papeis do arqui-inimigo do Superman, Lex Luthor, e de outros personagens secundários, como o amigo de Kent, Jimmy Olsen. Recomeço da DC no cinema “Superman: Legacy” representa uma grande virada para a DC no cinema. O projeto é parte de uma nova fase que pretende resgatar os filmes da DC dos fracassos recentes de bilheteria, relançando os heróis com novos elencos e histórias. A produção também será a primeira realizada totalmente sob a gestão de Gunn e Safran. Na nova versão dos produtores, Superman terá mais jovem que visto anteriormente – especialmente em comparação a Henry Cavill, seu último interprete nas telonas. Os personagens devem estar no início da vida adulta, em seus 20 e poucos anos. A história do filme vai acompanhar o super-herói enquanto tenta conciliar sua herança krypitoniana com sua vida humana como Clark Kent. O filme do novo Superman tem estreia prevista para 10 de julho de 2025 no Brasil – um dia antes do lançamento nos EUA.
James Gunn está “impressionado” com atores dos testes para novo Superman
James Gunn utilizou novamente as redes sociais para compartilhar atualizações sobre “Superman: Legacy”. O co-chefe da DC Studios, confessou que está impressionado com os atores que testaram para os papéis principais no novo filme do Superman. Ele revelou que as últimas audições renderam percepções promissoras não só para o novo Superman, mas para outras produções futuras do estúdio. “Foi um fim de semana incrível de audições para ‘Superman: Legacy'”, compartilhou ele na rede Bluesky. “Estou impressionado com alguns desses atores, estão entre os melhores que já vi ou com quem já trabalhei”. Questionado se consideraria algum dos atores para papéis em futuras produções do universo compartilhado da DC, caso não fossem escalados para o filme, o cineasta pareceu entusiasmado. “Absolutamente”, escreveu. Segundo informações da imprensa americana, os atores Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”), David Corenswet (“Pearl”) e Tom Brittney (“Greyhound”) estão entre os cotados para interpretar Clark Kent, também conhecido como Superman, enquanto Emma Mackey (“Sex Education”), Rachel Brosnahan (“Maravilhosa Sra. Maisel”) e Phoebe Dynevor (“Bridgeton”) disputam o papel de Lois Lane. Com o roteiro já finalizado, os testes de casting estão em andamento há alguns meses. Depois de analisarem inúmeras fitas de audição, Gunn e Peter Safran estão realizando uma segunda rodada com os nomes selecionados. Nesta etapa, as audições são presenciais, incluindo prova de roupas e testes de maquiagem. Boatos envolvendo os testes de elenco Recentemente, o cineasta declarou que a lista de atores concorrendo pelo papel de Superman já estava diminuindo. Durante sua participação no podcast “Inside of You”, ele esclareceu os rumores em torno dos nomes especulados para estrelar o filme de super-herói. “Existem informações completamente falsas, mas não posso sair por aí dizendo ‘isso não é verdade, aquilo não é verdade’ sem passar por tudo”, acrescentou Gunn. “E, a propósito, não é da conta do público – no momento, não acho que seja da conta de ninguém quem esteja fazendo um teste para um papel. É algo muito particular”. Recomeço da DC no cinema “Superman: Legacy” será o primeiro filme de Gunn e Safran para o universo compartilhado da DC nos cinemas, iniciando a fase intitulada “Capítulo Um: Deuses e Monstros”. Apesar disso, também foi confirmado que o longa “Besouro Azul” é situado neste universo inédito, mesmo chegando aos cinemas antes do novo Superman. O filme estrelado por Xolo Maridueña e Bruna Marquezine tem estreia confirmada para o dia 17 de agosto. Na nova versão dos produtores, Superman terá mais jovem que visto anteriormente – especialmente em comparação a Henry Cavill, seu último interprete nas telonas. Os personagens devem estar no início da vida adulta, em seus 20 e poucos anos. A história do filme vai acompanhar o super-herói enquanto tenta conciliar sua herança krypitoniana com sua vida humana como Clark Kent. “Superman: Legacy” tem estreia prevista para 10 de julho de 2025 no Brasil – um dia antes do lançamento nos EUA.
The Flash: Cena pós-créditos original teria Henry Cavill e Gal Gadot
“The Flash” chegou aos cinemas na última quinta-feira (15/6) e já é um sucesso entre o público. O longa estrelado por Ezra Miller tem dominado as bilheterias com uma história que reúne versões dos famosos personagens da DC como o Batman, Supergirl e o próprio Flash, além de um final com uma participação surpreendente. Mas o desfecho original seria muito diferente. O final alternativo, que chegou a ser filmado, traria de volta o Superman de Henry Cavill. No ano passado, o ator deixou os fãs emocionados ao anunciar que não retornaria mais ao papel do herói de Krypton. A notícia surgiu menos de um mês após Cavill encerrar seu contrato com a Netflix pela série “The Witcher”. Inicialmente, ele tinha planos para retornar como Superman em projetos futuros da DC nos cinemas. Em contrapartida, as mudanças na direção do estúdio fizeram com que o ator fosse dispensado do papel. Em dezembro de 2022, Cavill declarou que conversou com James Gunn e Peter Safran, novos chefes do DC Studios. Durante a conversa, eles explicaram que a versão do herói vivida pelo ator não estava inclusa nos planos do estúdio. Final teria uma nova Liga da Justiça Originalmente, a cena pós-créditos de “The Flash” serviria como uma reunião dos integrantes da “Liga da Justiça” (2017). Embora tenha sido registrada, ela foi descartada por não se encaixar mais com a narrativa dos novos planos da DC. O estúdio não pretende aproveitar os personagens do apelidado “Snyderverso” no futuro. De acordo com relatos de quem viu as primeiras sessões de teste, a cena se passaria do lado de fora tribunal, em que Flash acompanhava o julgamento de seu pai, e mostraria Michael Keaton (Batman) e Sasha Kalle (Supergirl) não só vivos, mas acompanhados de Henry Cavill (Superman) e Gal Gadot (Mulher Maravilha) numa nova configuração da Liga e do próprio DCU. “Kal-El finalmente teria conhecido sua prima Kara, ou seria sugerido que ela cumpriu sua missão ao encontrar seu primo bebê na Terra”, revelou o insider Syl Abdul nas redes sociais. Além disso, “Ben Affleck apareceria novamente para seu amigo Barry, como em uma sequência separada de ‘sonho’, estabelecendo a sequência do filme”, acrescentou. Relatos dizem que a segunda cena pós-créditos traria o Batman de Ben Affleck pedindo ajuda para salvar a Liga da Justiça original, que estaria perdida no multiverso. Seria a deixa para uma versão cinematográfica de “Crise nas Infinitas Terras”. O que realmente aparece no filme Na cena final que está sendo exibida nos cinemas, Barry Allen aceita que não pode alterar o destino e decide voltar ao seu próprio universo para provar a inocência de seu pai. Quando seu pai é finalmente solto, o herói sai do tribunal e recebe uma ligação de Batman para parabenizá-lo. No entanto, o Bruce Wayne que sai do carro para encontrá-lo é interpretado por George Clooney (“Batman e Robin”). Depois que os créditos sobem, uma outra cena pós-créditos mostra o velocista contando suas aventuras para o Aquaman (Jason Momoa) em um bar. Sem muito interesse na história, Aquaman cai bêbado em uma poça de água. A cena aposta no humor quando o personagem fala que ali é o seu lar. Logo em seguida, ele pede para Barry lhe trazer mais uma cerveja e o filme acaba. “The Flash” está em cartaz nos cinemas. Kal-El would've met his cousin Kara finally, or would've been implied that she accomplished her mission, finding her baby cousin on earth — SyL ☕ #TheFlashEndingScene (@sylabdul) June 16, 2023
Diretor de “The Flash” fará novo filme de Batman
O diretor Andy Muschietti, responsável pelo filme “The Flash” lançado nesta quinta-feira (15/6) nos cinemas, foi confirmado na direção de “Batman: The Brave and the Bold”, o primeiro longa de Batman na era do DC Studios. “Vimos ‘The Flash’ antes mesmo de assumir a liderança na DC Studios e sabíamos que estávamos nas mãos de não apenas um diretor visionário, mas um grande fã da DC”, disseram Gunn e Safran ao anunciar a contratação. “‘The Flash’ é um filme magnífico – engraçado, emocional, emocionante – e a afinidade e paixão de Andy por esses personagens e este mundo ressoam em cada quadro. Portanto, quando chegou a hora de encontrar um diretor para ‘The Brave and the Bold’, havia realmente apenas uma escolha. Felizmente, Andy disse sim. Barbara se comprometeu a produzir conosco e estávamos a caminho. Eles formam uma equipe extraordinária e não poderíamos ter parceiros melhores ou mais inspiradores enquanto embarcamos nesta nova aventura emocionante no DCU”, completaram. Muschietti e sua irmã Barbara produzirão “Batman: The Brave and the Bold” através de sua produtora Double Dream, ao lado dos presidentes do DC Studios, James Gunn e Peter Safran. Batman e Robin Ainda sem roteirista definido, o filme será baseada nos quadrinhos de Grant Morrison que introduziram Damian, o filho biológico de Bruce Wayne, que foi criado por sua mãe Talia al Ghul na Liga dos Assassinos e virou o Robin mais recente dos quadrinhos. A história de Damian também marcará a primeira aparição de um Robin num filme live-action desde que Chris O’Donnell interpretou o papel, ao lado de George Clooney no filme “Batman e Robin” de 1997. “É uma história de pai e filho muito estranha”, disse Gunn à imprensa no final de janeiro ao anunciar a produção – que não terá relação com a planejada sequência do filme “Batman” (2022), estrelada por Robert Patinson. Contrato de produção com a Warner Junto da oficialização do diretor argentino à frente do novo Batman, a Warner Bros. Pictures e a Warner Bros. Television Group/Max também anunciaram um contrato de exclusividade com a Double Dream, produtora do cineasta e de sua irmã. “Não poderíamos estar mais empolgados em fortalecer nossa parceria de longa data com esses cineastas incrivelmente talentosos e incansáveis. Entre a habilidade singular e a visão de Andy como diretor e os instintos aguçados e visionários de Barbara como produtora, eles formam uma verdadeira equipe de sonho no cinema e canalizam sua paixão de toda a vida em filmes que entregam tanto histórias humanas convincentes quanto sucessos de bilheteria emocionantes. É uma das razões pelas quais seus filmes se conectam de forma tão ampla e poderosa com o público em todo o mundo, e se alinha perfeitamente com os tipos de filmes que queremos fazer”, disseram Michael De Luca e Pam Abdy, co-Presidentes e CEOs do Warner Bros. Motion Picture Group. Antes de “The Flash”, Muschietti fez os terrores “It – A Coisa” (2017) e “It – Parte 2” (2019) na Warner – após ser revelado por Guillermo Del Toro em “Mama” (2013), da Universal. E, não por acaso, o primeiro projeto da parceria recém-anunciada será a série “Welcome to Derry”, derivada dos filmes “It”. “Andy e Barbara são artistas singulares cuja visão e paixão por ‘Welcome to Derry’ nos surpreendeu. Mal podemos esperar para que os fãs vejam este próximo cativante – e horrível! — capítulo do universo de ‘It’ na Max”, disse Channing Dungey, presidente e CEO do Warner Bros. Television Group. “Estamos entusiasmados em continuar nossa parceria e esperamos contar muito mais histórias com eles no futuro.” Os irmãos Muschietti agradeceram a oportunidade. “A Warner Bros. tem sido um incrível parceiro para nós por anos, mas mais do que isso, a Warner tem feito parte de nossas vidas inteiras”, afirmaram.
“The Flash” ganha mural de grafite com visita do diretor no Beco do Batman
A Warner Bros. apostou em uma forma diferente de divulgar de “The Flash” no Brasil. O aguardado longa da DC, estrelado por Ezra Miller, ganhou um mural de grafite exclusivo no Beco do Batman, em São Paulo. O local é um ponto turístico popular no bairro de Vila Madalena por exaltar a arte urbana – e foi rebatizado como Beco do Flash para a promoção do filme. O novo espaço dedicado ao lançamento da DC é um mural gigante pintado pelo artista Thobias Daneluz. A arte retrata as duas versões do herói velocista presentes no novo filme, e ainda destaca a Supergirl e o Batman, interpretados por Sasha Calle e Michael Keaton, respectivamente. Um vídeo divulgado pela Warner Bros. mostra o diretor Andy Muschietti visitando o espaço durante sua curta passagem pelo Brasil. O diretor desembarcou em território brasileiro no começo da semana para divulgar o longa. Durante a visita ao grafite, ele cumprimentou Daneluz e os fãs que estavam presentes no local. O material ainda mostra o passo a passo da pintura no muro. The Flash já é um sucesso de crítica Baseada no famoso arco dos quadrinhos “Flashpoint” (ou Ponto de Ignição, no Brasil), “The Flash” leva o herói a uma aventura no multiverso onde encontra variantes de heróis conhecidos, como Batman e Supergirl. Isto porque, ao decidir voltar no tempo para impedir o assassinato de sua mãe, ele acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. O longa é bastante aguardado pelos fãs com promessas de easter-eggs (referências) e surpresas nostálgicas. Entre a crítica, foi aclamado como o melhor filme da DC lançado nos últimos anos. No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, conta com 72% de aprovação até o momento, com base em 71 avaliações. “The Flash” chega aos cinemas brasileiros na próxima quinta (15/6), um dia antes do lançamento nos EUA. Confira o trailer abaixo.
“The Flash” é melhor filme da DC, segundo críticos dos EUA
O aguardado filme “The Flash” está bem próximo de estrear nos cinemas e já começou a ganhar as primeiras criticas. Replicando as primeiras impressões após a première, o longa conquistou um saldo positivo da crítica especializada, com destaque a interpretação de Erza Miller no papel do velocista. No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa alcançou 72% de aprovação até o momento, com base em 71 avaliações. Baseada no famoso arco dos quadrinhos “Flashpoint” (ou Ponto de Ignição, no Brasil), a trama leva o herói a uma aventura no multiverso onde encontra variantes de heróis conhecidos, como Batman e Supergirl. Isto porque, ao decidir voltar no tempo para impedir o assassinato de sua mãe, ele acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. No universo alternativo que ele cria, Superman nunca chegou a Terra. Assim, não há ninguém capaz de impedir a invasão do General Zod (Michael Shannon). Cabe ao Flash do futuro reunir um grupo de heróis para fazer frente a essa ameaça. Com a ajuda de um Batman mais velho (Michael Keaton, que viveu o herói em filmes de 1989 e 1991) e de sua própria versão mais jovem desse novo mundo, ele consegue liberar um kryptoniano para auxiliá-los: Kara, uma nova Supergirl morena, vivida por Sasha Calle (“The Young and the Restless”) – que é a primeira intérprete latina da heroína. Dirigido por Andy Muschietti (“It – A Coisa”), o longa é aguardado pelos fãs com promessas de easter-eggs (referências) e surpresas nostálgicas. Já os críticos apontam que o melhor do filme é mesmo a interpretação de Miller. Também destacam as referências ao que já foi apresentado da DC Comics nos cinemas e o arco do personagem como os pontos fortes. Enquanto os aspectos negativos mais citados são os efeitos especiais e a batalha final, que deixariam a desejar, mas não comprometem o trabalho de direção. Despedida do Snyderverso O longa também foi considerado uma despedida digna do Snyderverso, o universo apresentado por Zack Snyder entre “O Homem de Aço” (2013) e “Liga da Justiça” (2017), e abre as portas para a nova fase da DC nos cinemas, comandada por James Gunn e Peter Safran. “De várias maneiras, grandes e pequenas, essa história parece uma carta de despedida ao Snyderverso, enquanto brinca com os muitos elementos que o DCEU introduziu ao longo dos anos e adiciona uma nova camada ao filme fundamental, ampliando assim a jornada de super-herói de Barry de maneira profunda”, descreve Joshua Yehl, do IGN. Ezra Miller aclamado como Flash Quando foi propriamente apresentado em “Liga da Justiça” (2017), o Barry Allen de Ezra Miller serviu como o alívio cômico da trama, o que não agradou muito aos fãs. “Houve uma tendência do ator em ‘Liga da Justiça’, particularmente a versão de Joss Whedon, para agir incansavelmente como o alívio cômico do filme”, apontou Chris Hewitt da revista Empire. Agora, o ator ganha sua redenção, ao demonstrar sua capacidade para interpretar mais de uma versão do herói – e interagir consigo mesmo. De acordo com Owen Gleiberman, da Variety, Miller é o “ator perfeito” para dar vida ao velocista em todas as suas variantes. “Com sobrancelhas escuras esculpidas, olhos amendoados e lábios insinuantes, o ator é um assunto de câmera hipnotizante”, escreveu. “Miller é despreocupado, irritado, irascível e irresistível”. Pete Hammond, do Deadline, ainda acrescenta que sua abordagem é “inteligente, engraçada, emocionante e completamente fantástica para um personagem que existe há mais de 80 anos, mas nunca recebeu o destaque que merecia – até agora”. O multiverso da DC Segundo os críticos, apesar de ser um filme sobre o Barry Allen, outros rostos ocupam bastante tempo de tela. Especialmente, as versões do Batman de Michael Keaton e Ben Aflleck, que são de realidades diferentes. “Há muitas aparições do Batman, mas isso complementa e não pesa”, esclarece Yehl. De acordo com Hewitt, o diretor garante que este “seja um filme do Flash”, mesmo com vários coadjuvantes de peso. Por outro lado, a trama não abre muito espaço para desenvolver os personagens recém-apresentados, como a Supergirl de Sasha Calle (“The Young and the Restless”) e a Iris West de Kiersey Clemons (“Somebody I Used to Know”). “A atriz Sasha Calle brilha tanto quanto pode, dada a natureza superficial do papel, e consegue causar impacto com sua Kara Zor-El desiludida, que nutre uma mágoa compreensível contra a humanidade”, aponta o crítico do IGN. A novata também é bastante elogiada pelo Hollywood Reporter. “Em uma impressionante estreia no cinema, a recém-chegada Calle é uma silenciosa ladrão de cenas, canalizando a energia mal-humorada de Kristen Stewart e uma fisicalidade forte que é um bom presságio para sua potencial elevação para ter seu filme próprio”, escreveu o crítico David Rooney. Entretanto, o filme não abre muito espaço para o interesse amoroso de Barry Allen, interpretada por Clemons. “Simplesmente não há tempo suficiente para desenvolvê-la além de ser apenas uma ferramenta para as realizações de Barry”, escreveu Ross Bonaime, do Collider. Já sobre o vilão na história, o crítico da Empire afirma que o filme não destaca um inimigo específico: “Curiosamente, não há realmente um antagonista. Embora o General Zod, interpretado por Michael Shannon, apareça, Muschietti o mantém à distância, reconhecendo que tem todo o conflito de que precisa em seu herói atormentado pela culpa”. A volta do melhor Batman Se houve jornalistas entusiasmados com a Supergirl de Sasha Calle, a volta de Michael Keaton ao papel de Batman fez chover elogios. “É uma performance para enlouquecer”, escreveu David Gonzalez, do blog The Cinematic Reel. “Keaton ainda tem aquela velha alegria de viver do Batman. Mesmo tardiamente, é muito divertido vê-lo de volta em mais uma aventura”, derreteu–se Matt Singer, do ScreenCrush. “Keaton nunca esteve melhor no papel. É uma reinvenção fantástica do personagem para o ator e para o próprio Batman”, elogiou Pete Hammond, do Deadline. Ele “abraça totalmente um Cavaleiro das Trevas cansado e quase louco para entregar uma performance que é impossível não apreciar”, completou Brandon Zachary, do CBR. O melhor filme da DC Muito elogiado em sessões prévias por famosos como Tom Cruise e o novo chefão da DC, James Gun, “The Flash” chegou a ser chamado por alguns de melhor filme de super-heróis já feito. Agora, a crítica aponta se esse exagero faz sentido. Surpresa: teve quem afirmasse positivamente que sim. “O hype é real”, escreveu Pete Hammond, o crítico veterano do Deadline. “‘The Flash’ pode não ser o melhor filme de quadrinhos já feito, mas chega bem perto. Facilmente o melhor do gênero desde ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’, com um tratamento refrescante, revigorante e extremamente divertido, que é o melhor possível quando se trata de cenas cinematográficas de super-heróis”. Já David Rooney, do Hollywood Reporter, avaliou que “o burburinho de tirar o fôlego” alimentado pela Warner “fez parecer que o diretor Andy Muschietti e a roteirista Christina Hodson haviam orquestrado com sucesso a segunda vinda do DCEU [sigla de Universo Extendido da DC, em inglês]”. Ele conclui dizendo que “os elogios iniciais sobre ‘The Flash, chamando-o de um dos maiores filmes de super-heróis já feitos, era pura hipérbole. Mas na história recente e acidentada do DCEU certamente é uma produção muito acima da média”. Acima da média significa, no caso, melhor que todos os filmes do Snyderverso. Sua comparação está sendo feita, na verdade, com os “clássicos”. “Um filme que exala a aura do passado, canalizando seus predecessores, o ‘Superman’ de 1978 e o ‘Batman’ de 1989”, disse David Gonzales, do Cinematic Reel. “De longe, o melhor filme pós-Christopher Nolan na Warner/DC”, elogiou David Fear, da revista Rolling Stone. Que DC? Daniel Howat, do blog Next Best Picture, disse que “The Flash” está a altura da Marvel: “’The Flash é o primeiro filme da DC a emular um pouco os primeiros filmes do Universo Cinematográfico da Marvel, algo que a DC vem perseguindo há muito tempo”. Aspectos Negativos Apesar de todo o bom desempenho do filme, sua parcela negativa foi destacada nos efeitos especiais irreais e nas explicações mal feitas sobre o conceito de viagem no tempo. De acordo com os críticos, o longa usa abertamente como base o filme “De Volta Para o Futuro”, clássico dos anos 1980. “A maior falha em ‘The Flash’ é como o filme explora a viagem no tempo. O Flash dedica tempo para estabelecer as regras, usando ‘De Volta para o Futuro’ como um ponto de referência constante e fácil”, aponta Bonaime. “Embora ‘The Flash’ seja bastante agradável como uma história de multiverso, os maiores problemas do filme surgem desse aspecto de viagem no tempo, que estabelece suas próprias regras e depois as ignora quando é conveniente”. Em relação aos efeitos especiais, o crítico do Collider também reclama do uso excessivo de CGI, que é “quase uma distração da qualidade” do filme. “Muschietti tenta tornar a corrida de Barry em alta velocidade o mais legal possível, mas nunca há qualquer peso nisso, e nunca parece ser mais do que um ator correndo por um mundo que simplesmente não existe”, disse. Segundo os críticos, isso foi algo que incomodou na percepção do público sobre as cenas de luta. “O excesso de confiança em efeitos especiais em grandes lutas deixa claro que ele nunca esteve sequer perto do set para esses momentos”, escreveu Bonaime. Apesar da narrativa elogiada, os especialistas apontam que o último ato desanda do ritmo apresentado desde o começo, correndo para reunir personagens em uma batalha final. “Infelizmente, essa parte é muito longa e é a única parte do filme que realmente cede aos clichês do gênero, mas tem um desfecho redentor incrível”, disse Hammond. “The Flash” chega aos cinemas brasileiros em 15 de junho, um dia antes do lançamento nos EUA. Confira o trailer abaixo.
Sequência de “The Flash” já tem roteiro pronto
Embora a Warner nunca tenha anunciado, o estúdio já possui um roteiro pronto para uma possível sequência de “The Flash”. Segundo apurou a revista Variety, o roteiro é assinado por David Leslie Johnson-McGoldrick, que escreveu o primeiro filme de “Aquaman” (2018), e volta a incluir na sua história o Batman de Michael Keaton e a nova Supergirl de Sasha Calle. A produção está em fase de espera, aguardando a repercussão do primeiro filme, que tem sido bastante elogiado internamente, do chefão do conglomerado David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, ao chefão do DC Studios, James Gunn. “Vou dizer aqui que ‘Flash’ é provavelmente um dos maiores filmes de super-heróis já feitos”, proclamou Gunn. E este aval pode indicar que Flash sobreviverá ao reboot do DCU (Universo Cinematográfico da DC), que Gunn e o copresidente do DC Studios Peter Safran pretendem realizar. Mas para confirmar esse destino, o filme precisa primeiro se provar um blockbuster – e as expectativas do mercado são otimistas neste sentido, com projeção de abertura acima de US$ 70 milhões no mercado norte-americano. Só que um sucesso nas bilheterias pode não ser o bastante. Ainda há o fator Ezra Miller. Intérprete do Flash, Miller se envolveu em várias polêmicas após as filmagens, com surtos de violência e crime de furto, que renderam detenção e ida a tribunal. Mas desde que se internou para tratamento no ano passado, elu têm se mantido fora da mídia. A Warner, inclusive, está promovendo o filme sem participação de sua estrela não binária, que não está dando entrevistas. Por conta da expectativa e o clima que envolve a produção, o diretor Andy Muschetti, responsável pelo longa, tem sido muito questionado a respeito do futuro da franquia. Recentemente, em entrevista ao podcast Discourse, ele confirmou que estaria interessado em continuar a história num novo filme com a volta de Ezra Miller ao papel principal. “Se [uma sequência] acontecer, sim”, disse Muschietti. “Eu não acho que haja alguém que possa interpretar esse personagem tão bem quanto elu. As outras representações do personagem são ótimas, mas essa visão particular do personagem, elu se destacou em fazer. Parece um personagem que foi feito para elu.” “The Flash” tem estreia marcada para o dia 15 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja abaixo o trailer do filme.
Diretor de “The Flash” indica que deve dirigir novo Batman
O diretor Andy Muschietti (“It – A Coisa”), responsável pela direção do aguardado “The Flash” (2023), deu a entender que pode dirigir o próximo filme do Batman, intitulado “The Brave and the Bold” (título de um gibi de parcerias do Batman, que também inspirou a série animada “Batman: Os Bravos e Destemidos”). Em entrevista ao jornal canadense Narcity Canada, o diretor argentino foi questionado sobre qual seria sua abordagem caso fosse contratado para dirigir o novo filme do Homem Morcego. “Não posso falar sobre isso … ainda”, declarou. A resposta do diretor caiu como uma bomba na internet, alimentando rumores de que ele esteja, de fato, envolvido no projeto. De acordo com informações do Big Screen Leaks, os co-CEOs da DC Studios, James Gunn e Peter Safran, já teriam contratado um diretor para o filme. Com a recepção positiva de “The Flash” em sessões especiais, Muschietti está em alta na DC. E o esperado bom desempenho do filme, em contraste com fracassos recentes, deve pesar na decisão de manter Muschietti para próximas produções. Em fase inicial, o novo longa do Cavaleiro das Trevas vai reintroduzir o herói na nova fase do DC Studios. Ele sucederá o próximo filme do Superman, “Superman – O Legado”, que foi escrito e será dirigido pelo próprio James Gunn, com estreia marcada para julho de 2025. Apesar do nome “The Brave and the Bold” aludir ao título dos quadrinhos clássicos, publicados entre os anos de 1955 e 1983 – e que ganharam revival entre 1991 e 1999, antes de voltarem novamente em 2007 – , a trama do filme será baseada em “Batman Omnibus – Vol. 1 (também conhecida como “Batman & Robin – Edição Definitiva”) de Grant Morrison.O filme vai mostrar o Batman conhecendo um filho que ele nem sabia existir: Damian Wayne, um adolescente criado pela mãe Talia al Ghul na Liga dos Assassinos. O longa não terá relação com o filme “Batman”, estrelado por Robert Pattinson, e será estrelado por um novo ator ainda não definido. Dentre os próximos lançamentos nos planos da DC Studios também estão filmes de Supergirl e do Monstro do Pântano. Is The Flash director Andy Muschietti going to direct Batman: The Brave And The Bold in James Gunn’s DCU?I brought it up and his response is … interesting 👀#theflashmovie pic.twitter.com/VFH9Tt1YbT — Josh K. Elliott (@joshkelliott) May 29, 2023
Último trailer de “The Flash” mostra mais personagens dos filmes de Zack Snyder
A Warner Bros. divulgou o trailer final e novos pôsteres de “The Flash”. A prévia tem tom épico e mostra mais participações do elenco dos filmes de Zack Snyder, como Jeremy Irons no papel de Alfred e Kiersey Clemons como Iris West, além de Ben Affleck em sua última aparição como Batman e Michael Shannon como Zod. “The Flash” vai adaptar um dos arcos recentes mais famosos dos quadrinhos da DC Comics, o crossover “Ponto de Ignição” (Flashpoint), onde o velocista volta no tempo, contra os conselhos de Bruce Wayne (na versão de Ben Affleck), para impedir o assassinato de sua mãe e, ao fazer isso, acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. No universo alternativo que ele cria, Superman nunca chegou a Terra. Assim, não há ninguém capaz de impedir a invasão de Zod. Cabe ao Flash do futuro reunir um grupo de heróis para fazer frente a essa ameaça. Com a ajuda de um Batman mais velho (Michael Keaton, que viveu o herói em filmes de 1989 e 1991) e de sua própria versão mais jovem desse novo mundo, ele consegue liberar um kryptoniano para auxiliá-los: Kara, uma nova Supergirl morena, vivida por Sasha Calle (“The Young and the Restless”) – que é a primeira intérprete latina da heroína. Com direção de Andy Muschietti (“It – A Coisa”), o filme estreia em 15 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.












