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    James Gunn quer manter Margot Robbie como Arlequina no novo DCU

    5 de janeiro de 2024 /

    O diretor James Gunn, que agora é copresidente do DC Studios ao lado de Peter Safran, não tem planos de escalar outra atriz no papel de Arlequina nos filmes do DCU (Universo Cinematográfico da DC). Ele dirigiu Margot Robbie como a personagem, durante a produção de “O Esquadrão Suicida”, e pretende manter a estrela absoluta da Warner (após “Barbie”) em seu papel. Respondendo a um fã no Threads, o cineasta deu a entender que só vai trocar a intérprete de Arlequina se a atriz não quiser mais interpretá-la. E se isso acontecer, ele gostaria de mantê-la nos filmes da DC em outro papel. “Faz muito tempo que não falo com Margot sobre Harley”, começou Gunn. “Mas eu adoraria trabalhar com ela novamente, seja interpretando Harley ou outra personagem. Não há planos neste momento para ninguém mais interpretar Harley, à exceção de Lady Gaga em ‘Coringa 2’ e das dubladoras dos desenhos animados”. A declaração de Gunn foi publicada poucas horas após Robbie afirmar, numa entrevista, que desejaria ver Arlequina interpretada por muitas atrizes diferentes com o passar dos anos. Margot Robbie já viveu Arlequina em três filmes, “Esquadrão Suicida” (2016), “Aves de Rapina” (2018) e “O Esquadrão Suicida” (2020), este último escrito e dirigido por Gunn.

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    Jason Momoa assume pessimismo sobre futuro de Aquaman

    16 de dezembro de 2023 /

    Há uma semana do novo filme de Aquaman, Jason Momoa revelou incertezas sobre o futuro do herói e da franquia. Em uma entrevista recente ao ET Online, o ator compartilhou suas dúvidas sobre continuar a interpretar o super-herói subaquático, papel que assumiu pela primeira vez em 2017 no filme “Liga da Justiça”, e depois no filme solo que arrecadou $1,15 bilhões em 2018. Ao avaliar o potencial de um terceiro filme após “Aquaman 2: O Reino Perdido”, ele disparou: “A verdade é — quero dizer, se o público amar, ainda há uma possibilidade”, disse ele ao ET. “Mas agora, estou tipo, ‘Não parece muito bom.'” Momoa mencionou como motivo para a dúvida as mudanças na liderança da DC, com James Gunn e Peter Safran desejando “começar a sua própria coisa”. Mesmo expressando seu desejo de continuar como Aquaman, ele reconheceu que “não é realmente, tipo, uma escolha”. Estas declarações surgem apesar de “Aquaman 2: O Reino Perdido” ter uma projeção de abertura de US$ 50 milhões a US$ 60 milhões na América do Norte. O filme chega quase cinco anos após o lançamento do primeiro “Aquaman”, que se tornou o filme de maior bilheteria da DC. O ator também falou que está aberto a novos papéis – há boatos fortes de que ele viverá Lobo no novo DCU. “Se houver um lugar no mundo deles para mim, adoraria fazer parte disso. Esta é a minha casa. Warner e DC são definitivamente a minha casa. Então, é tudo o que direi.”

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    Nicholas Hoult é confirmado como Lex Luthor em “Superman: Legacy”

    11 de dezembro de 2023 /

    O cineasta e chefão do DC Studios James Gunn oficializou em seu Instagram que Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”) interpretará o supervilão Lex Luthor em “Superman: Legacy”. “Sim, finalmente posso responder, Nicholas Hoult é Lex Luthor em Superman: Legacy, e eu não poderia estar mais feliz”, ele escreveu junto de uma foto em que aparece abraçado com o ator. ” Saímos para jantar ontem à noite para celebrar e debater como podemos criar um Lex que será inesquecível e diferente de tudo o que já foi visto. ‘Mas, James, ouvimos isso há semanas, por que você não disse que era verdade?’ Porque, apesar de estarmos discutindo, [o contrato] foi finalizado há poucos dias, e eu não quero falar algo que não seja certo. Enfim, ao Lex (e ao Nicholas!), um dos meus personagens favoritos do DCU”, ele completou. No cinema, Luthor já foi interpretado por Gene Hackman (em “Superman: O Filme” e suas sequências dos anos 1980), Kevin Spacey (em “Superman: O Retorno”) e Jesse Eisenberg (em “Batman v Superman: A Origem da Justiça”).   Recomeço da DC nos cinemas “Superman: Legacy” será o primeiro filme do reboot cinematográfico da DC, e também marcará o primeiro projeto de James Gunn como diretor de cinema e co-diretor da DC Studios. Escrito e dirigido por Gunn, o filme tem seu elenco liderado por David Corenswet (“Pearl”) como Clark Kent/Superman e Rachel Brosnahan (“A Maravilhosa Sra. Meisel”) como a repórter Lois Lane, além de outros super-heróis da Liga da Justiça nunca antes vistos no cinema: Nathan Fillion (“The Rookie”) como Guy Gardner, um dos Lanternas Verdes da Terra, Isabela Merced (“Transformers: O Último Cavaleiro”) como a Mulher-Gavião, Edi Gathegi (“Vingança e Castigo”) como o Senhor Incrível e Anthony Carrigan (“Barry”) como o Metamorfo. Além destes, a atriz venezuelana María Gabriela De Faría (da série “Deadly Class”) foi anunciada na quarta-feira passada (15/11) como intérprete da vilã Angela Spica, a Engenheira, Conforme a primeira sinopse da Warner Bros., o longa contará a história da “jornada do Superman para reconciliar sua herança kryptoniana com sua criação humana como Clark Kent de Smallville, Kansas. Ele é a personificação da verdade, da justiça e do jeito americano, guiado pela bondade humana em um mundo que vê a bondade como antiquada”. A trama seria inspirada em “Superman: Grandes Astros”, uma graphic novel de Grant Morrison que mostrou o herói dividido entre sua “herança kryptonita” e seu lado mais humano. Recentemente, James Gunn também sugeriu influência de “Superman: As Quatro Estações”, que conta a adolescência de Clark Kent na cidade de Smallville. Essa minissérie escrita por Jeph Loeb e desenhada por Tim Sale também é considerada a maior influência na série “Smallville”. A estreia de “Superman: Legacy” está marcada para julho de 2025. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por James Gunn (@jamesgunn)

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    Sean Gunn será nova versão do vilão de Pedro Pascal nos filmes da DC

    9 de dezembro de 2023 /

    O ator Sean Gunn, conhecido por sua atuação na trilogia “Guardiões da Galáxia”, vai seguir o irmão James Gunn, diretor dos filmes dos “Guardiões”, rumo a DC. Segundo o site Deadline, ele vai interpretar o vilão empresarial Maxwell Lord no renovado Universo DC, sob a supervisão de James Gunn e Peter Safran. O personagem foi anteriormente interpretado por Pedro Pascal no filme “Mulher-Maravilha 1984”, lançado em 2020. Ainda não está confirmado se Sean Gunn fará uma aparição como Maxwell Lord no vindouro “Superman: Legacy”, escrito e dirigido por James Gunn, que entrará em produção no próximo ano. Há rumores de que o personagem será mencionado em “Legacy”, mas sua participação efetiva está prevista para projetos futuros da DC. Este é um padrão que se repetirá com outros personagens na primeira fase do novo Universo DC, intitulada “Gods and Monsters: Chapter One”.   Quem é Maxwell Lord Maxwell Lord surgiu pela primeira vez na estreia da fase mais divertida da Liga da Justiça, lançada em 1987 por Keith Giffen, J. M. DeMatteis e Kevin Maguire. Inicialmente apresentado como um aliado e peça-chave na formação da Liga da Justiça Internacional, ele acabou se revelando um adversário da organização e da Mulher-Maravilha. Além de ser um empresário bilionário, Lord adquiriu superpoderes durante o crossover “Invasão”, quando uma bomba detonada por invasores alienígenas ativou seus metagenes latentes, concedendo-lhe a capacidade de controlar a mente de outras pessoas.   Trajetória de Sean Gunn Sean Gunn trabalhou em diversos projetos com o irmão, incluindo a trilogia “Guardiões da Galáxia”, onde interpretou Kraglin. Ele também atuou em “Esquadrão Suicida” como Weasel, e no filme “Super”, dirigidos pelo irmão, bem como em “Tromeo & Juliet” e “Dia De Trabalho Mortal”, escritos por James Gunn. Entre seus créditos televisivos estão “The Good Doctor”, “A Terminal List”, “The Rookie”, “Robot Chicken” e “Gilmore Girls”.

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    Novo filme de Superman define intérprete de Jimmy Olsen

    21 de novembro de 2023 /

    O diretor James Gunn definiu o intérprete de Jimmy Olsen, fotógrafo do Planeta Diário e melhor amigo de Clark Kent em “Superman: Legacy”. O escolhido foi o ator Skyler Gisondo, conhecido pelas séries “Santa Clarita Diet” e “The Righteous Gemstones”. O ator já tem experiência em filmes de super-heróis, tendo vivido o irmão de Gwen Stacy (Emma Stone) nos filmes de “O Espetacular Homem-Aranha”. A produção também definiu a atriz e modelo portuguesa Sara Sampaio (“A Sombra”) como Eve Teschmacher, a assistente letal do vilão Lex Luthor.   Recomeço da DC nos cinemas “Superman: Legacy” será o primeiro filme do reboot cinematográfico da DC, e também marcará o primeiro projeto de James Gunn como diretor de cinema e co-diretor da DC Studios. Escrito e dirigido por Gunn, o filme tem seu elenco liderado por David Corenswet (“Pearl”) como Clark Kent/Superman e Rachel Brosnahan (“A Maravilhosa Sra. Meisel”) como a repórter Lois Lane, além de outros super-heróis da Liga da Justiça nunca antes vistos no cinema: Nathan Fillion (“The Rookie”) como Guy Gardner, um dos Lanternas Verdes da Terra, Isabela Merced (“Transformers: O Último Cavaleiro”) como a Mulher-Gavião, Edi Gathegi (“Vingança e Castigo”) como o Senhor Incrível e Anthony Carrigan (“Barry”) como o Metamorfo. Além destes, a atriz venezuelana María Gabriela De Faría (da série “Deadly Class”) foi anunciada na quarta-feira passada (15/11) como intérprete da vilã Angela Spica, a Engenheira, e Nicholas Hoult estaria em negociação final para viver Lex Luthor. Conforme a primeira sinopse da Warner Bros., o longa contará a história da “jornada do Superman para reconciliar sua herança kryptoniana com sua criação humana como Clark Kent de Smallville, Kansas. Ele é a personificação da verdade, da justiça e do jeito americano, guiado pela bondade humana em um mundo que vê a bondade como antiquada”. A trama seria inspirada em “Superman: Grandes Astros”, uma graphic novel de Grant Morrison que mostrou o herói dividido entre sua “herança kryptonita” e seu lado mais humano. Recentemente, James Gunn também sugeriu influência de “Superman: As Quatro Estações”, que conta a adolescência de Clark Kent na cidade de Smallville. Essa minissérie escrita por Jeph Loeb e desenhada por Tim Sale também é considerada a maior influência na série “Smallville”. A estreia de “Superman: Legacy” está marcada para julho de 2025.

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    Ator de X-Men negocia viver Lex Luthor no novo filme de Superman

    20 de novembro de 2023 /

    Plot twist no Universo Cinematográfico da DC (DCU). O ator Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”), que foi cotado para viver Superman no novo filme da DC, abriu negociações para estrelar a produção como seu vilão principal, Lex Luthor. Segundo o site The Hollywood Reporter, as conversas começaram antes mesmo da greve dos atores em Hollywood. Já na época em que disputava o papel do herói, muitos apontavam que o ator também era considerado para o papel de Luthor. Procurado, o estúdio Warner Bros. não quis comentar a notícia.   Recomeço da DC nos cinemas “Superman: Legacy” será o primeiro filme do reboot cinematográfico da DC, e também marcará o primeiro projeto de James Gunn como diretor de cinema e co-diretor da DC Studios. Escrito e dirigido por Gunn, o filme tem seu elenco liderado por David Corenswet (“Pearl”) como Clark Kent/Superman e Rachel Brosnahan (“A Maravilhosa Sra. Meisel”) como a repórter Lois Lane, além de outros super-heróis da Liga da Justiça nunca antes vistos no cinema: Nathan Fillion (“The Rookie”) como Guy Gardner, um dos Lanternas Verdes da Terra, Isabela Merced (“Transformers: O Último Cavaleiro”) como a Mulher-Gavião, Edi Gathegi (“Vingança e Castigo”) como o Senhor Incrível e Anthony Carrigan (“Barry”) como o Metamorfo. Além destes, a atriz venezuelana María Gabriela De Faría (da série “Deadly Class”) foi anunciada na quarta-feira passada (15/11) como intérprete da vilã Angela Spica, a Engenheira, Conforme a primeira sinopse da Warner Bros., o longa contará a história da “jornada do Superman para reconciliar sua herança kryptoniana com sua criação humana como Clark Kent de Smallville, Kansas. Ele é a personificação da verdade, da justiça e do jeito americano, guiado pela bondade humana em um mundo que vê a bondade como antiquada”. A trama seria inspirada em “Superman: Grandes Astros”, uma graphic novel de Grant Morrison que mostrou o herói dividido entre sua “herança kryptonita” e seu lado mais humano. Recentemente, James Gunn também sugeriu influência de “Superman: As Quatro Estações”, que conta a adolescência de Clark Kent na cidade de Smallville. Essa minissérie escrita por Jeph Loeb e desenhada por Tim Sale também é considerada a maior influência na série “Smallville”. A estreia de “Superman: Legacy” está marcada para julho de 2025.

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    Atriz venezuelana será vilã do novo filme do Superman

    15 de novembro de 2023 /

    A atriz venezuelana María Gabriela De Faría (da série “Deadly Class”) foi anunciada nesta quarta-feira (15/11) como intérprete da vilã Angela Spica, a Engenheira, no filme “Superman: Legacy”. A Engenheira é conhecida por usar poderes derivados da nanotecnologia, imbuída em seu corpo. Criada por Warren Ellis e Bryan Hitch, ela é a segunda personagem da DC a adotar o nome de A Engenheira e foi introduzida pela primeira vez em “The Authority”, do selo Wildstorm, em 1999. No filme, ela deve integrar um grupo de supervilões ainda não revelados.   Recomeço da DC nos cinemas “Superman: Legacy” será o primeiro filme do reboot cinematográfico da DC, e também marcará o primeiro projeto de James Gunn como diretor de cinema e co-diretor da DC Studios. Escrito e dirigido por Gunn, o filme tem seu elenco liderado por David Corenswet (“Pearl”) como Clark Kent/Superman e Rachel Brosnahan (“A Maravilhosa Sra. Meisel”) como a repórter Lois Lane, além de outros super-heróis da Liga da Justiça nunca antes vistos no cinema: Nathan Fillion (“The Rookie”) como Guy Gardner, um dos Lanternas Verdes da Terra, Isabela Merced (“Transformers: O Último Cavaleiro”) como a Mulher-Gavião, Edi Gathegi (“Vingança e Castigo”) como o Senhor Incrível e Anthony Carrigan (“Barry”) como o Metamorfo. Conforme a primeira sinopse da Warner Bros., o longa contará a história da “jornada do Superman para reconciliar sua herança kryptoniana com sua criação humana como Clark Kent de Smallville, Kansas. Ele é a personificação da verdade, da justiça e do jeito americano, guiado pela bondade humana em um mundo que vê a bondade como antiquada”. A história seria inspirada em “Superman: All Stars”, uma graphic novel de Grant Morrison que mostrou o herói dividido entre sua “herança kryptonita” e seu lado mais humano. A estreia está marcada para julho de 2025.

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    Atriz de “The Vampire Diaries” está escrevendo filme de Supergirl

    14 de novembro de 2023 /

    A atriz Ana Nogueira, mais conhecida por ter vivido uma personagem recorrente (Penny Ares) na 7ª temporada de “The Vampire Diaries”, foi contratada para escrever “Supergirl: Woman of Tomorrow”, vindouro filme do DC Studios. O projeto será sua estreia como roteirista em Hollywood, após se lançar como dramaturga no circuito de teatro off-Broadway no ano passado. Mas não é a primeira vez que ela se envolve com os rumos da heroína dos quadrinhos.   Qual Supergirl? Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, Nogueira foi recrutada pela primeira vez para desenvolver um filme da Supergirl em 2020, quando o projeto seria um spin-off de “The Flash” estrelado por Sasha Calle. Entretanto, com o lançamento do DC Studios em 2022, os executivos Peter Safran e James Gunn descartaram a continuidade dos filmes anteriores. O filme de Supergirl passou por uma revisão completa e ganhou um novo título, relacionado a uma história em quadrinhos específica: “Supergirl: A Mulher do Amanhã”. Mas Gunn teria gostado muito do roteiro de Nogueira e decidiu pedir que escrevesse o novo projeto. Não só isso, ele teria fechado um contrato com ela para outras produções do estúdio. Durante a apresentação dos futuros lançamentos da DC, Gunn disse que o filme de Supergirl traria “uma versão bem diferente” da personagem. “Nós veremos a diferença entre o Superman, que foi enviado para a Terra e criado por pais amorosos, e a Supergirl, que passou os primeiros 14 anos de sua vida vendo todos ao seu redor morrerem de forma terrível”. Nos quadrinhos, Kara Zor-El sobreviveu à explosão de Krypton num pedaço do planeta arremessado ao espaço, onde viveu por muitos anos, até a vida no local se tornar insustentável. Isso levou seus pais a mandá-la para a Terra na esperança de que encontrasse seu primo Kal-El, enviado para o planeta ainda bebê. Só que história dos quadrinhos de “Supergirl: A Mulher do Amanhã” é outra, sobre Supergirl estar cansada de ficar na sombra de Superman e ir para o espaço com o cão Krypto viver suas próprias aventuras, ao atender um pedido de vingança de uma garotinha alienígena. O DC Studios ainda não definiu quem será a protagonista do novo filme. Até Sasha Calle, que interpretou a personagem em “The Flash”, pode voltar ao papel, já que muitos acreditam que ela foi a melhor coisa daquela produção. “Estamos definindo tudo ainda”, disse Gunn em 2022. Ainda não há previsão de estreia.

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    Garotos Detetives Mortos | Série do universo de “Sandman” ganha primeiro trailer

    11 de novembro de 2023 /

    A Netflix divulgou o trailer de “Garotos Detetives Mortos”, baseada em personagens de quadrinhos da DC Comics criados por Neil Gaiman. A prévia teve première no evento online Geeked Week, neste sábado (11/11), e apresenta uma versão bem leve da premissa original.   A trajetória nos quadrinhos Introduzidos originalmente nas páginas de “Sandman” em 1991, os detetives mirins mortos são Edwyn e Charles, fantasmas de dois garotos que, após suas mortes, decidiram permanecer na Terra para investigar crimes sobrenaturais. Edwyn e Charles fizeram tanto sucesso que acabaram retornando dois anos depois no crossover “A Cruzada das Crianças” (Children’s Crusade), que juntou vários personagens da Vertigo, antiga linha adulta da DC Comics, antes de ganhar sua própria minissérie em 2001, uma graphic novel em 2005 e uma série mensal em 2014, entre várias participações em outras publicações.   A origem da série A trajetória live-action dos Garotos Detetives Mortos também começou na carona de outros personagens. Os dois apareceram na 3ª temporada de “Patrulha do Destino”, interpretados por outros atores e numa versão aparentemente mais trágica. Nesta época, o plano era lançar uma série dos personagens na HBO Max. Mas desde então a Warner Bros. Discovery reverteu o rumo sobre as produções da DC. Fora dos planos do DC Studios, a atração foi negociada com a Netflix, onde poderá compartilhar um universo com “Sandman”. A sinopse oficial diz: “Você tem um fantasma irritante te assombrando? Um demônio roubou suas memórias essenciais?” Quem você vai chamar? Ghosbusters! Não, na verdade afirma: “Você pode querer ligar para os Garotos Detetives Mortos. Conheça Edwin Payne e Charles Rowland, ‘o cérebro’ e ‘a força’ por trás da agência Garotos Detetives Mortos. Adolescentes nascidos com décadas de diferença e que só se encontram na morte, Edwin e Charles são melhores amigos e fantasmas… que resolvem mistérios. Eles farão de tudo para ficarem juntos – incluindo escapar das bruxas malvadas, do Inferno e da própria Morte. Com a ajuda de uma vidente chamada Crystal e seu amigo Niko, eles são capazes de desvendar alguns dos casos paranormais mais misteriosos do reino mortal.”   Elenco e produção O elenco destaca o estreante George Rexstrew e Jayden Revri (“Fate: A Saga Winx”) como Edwin Payne e Charles Rowland, respectivamente, além de Kassius Nelson (“Lemony Snicket: Desventuras em Série”) como Crystal Palace e Yuyu Kitamura (“Expats”) como Niko. A série foi desenvolvida por Steve Yockey, criador de um dos maiores sucessos da HBO Max, “The Flight Attendant”. Ele também é um dos produtores executivos ao lado de Jeremy Carver (criador de “Patrulha do Destino”) e Greg Berlanti (criador do “Arrowverso”). Ainda não há previsão de estreia.

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    Aquaman 2 | Bastidores teriam Jason Momoa vestido como Johnny Depp e ameaças de Elon Musk

    10 de outubro de 2023 /

    O estúdio Warner Bros. vai ter um grande problema com a divulgação de “Aquaman e o Reino Perdido”, incluindo alegações polêmicas envolvendo os atores Jason Momoa e Amber Heard. Documentos do julgamento por difamação entre Johnny Depp e Amber Heard, liberados em meados de setembro, descrevem um ambiente hostil no set de “Aquaman”, onde Momoa, supostamente embriagado, teria se vestido como Depp e pressionado para que Heard fosse demitida.   Clima entre Momoa e Heard Notas da terapeuta de Heard, Dr. Dawn Hughes, revelam o que Amber teria lhe confidenciado: “Jason disse que queria que eu fosse demitida. Jason bêbado — atrasado no set. Vestindo-se como Johnny. Tem todos os anéis também”. Um porta-voz de Momoa recusou-se a comentar, mas um representante da DC contestou a caracterização de Heard, afirmando para a revista Variety que Momoa “se comportou de maneira profissional em todos os momentos no set”. Um informante que estava no set em Londres em 2021 acrescentou que Momoa e Heard se davam bem e eram vistos brincando juntos.   Relação com o diretor Amber Heard também se sentiu desamparada pelo diretor James Wan, que, segundo as notas da terapeuta, levantou a voz para a atriz e a fez sentir-se culpada. “Ele levantou a voz para mim — ‘Não posso nem postar sobre Aquaman’ — fez parecer que era minha culpa”, indicam as notas. Wan não comentou, mas um porta-voz da DC afirmou que ele é conhecido por tratar todos no set com respeito.   Decisão de demissão Apesar de todas as negativas, os produtores quiseram demitir Amber após o lançamento do primeiro “Aquaman” em 2018. O estúdio e Wan enviaram uma carta ao advogado de Heard, Karl Austen, informando sobre a decisão. O ex-chefe da DC Films, Walter Hamada, chegou a testemunhar no julgamento de difamação de Johnny Depp contra a ex-esposa sobre um suposto “problema de química” entre os atores. Contrapondo essa narrativa, outra fonte da Variety ressaltou que Heard passou por um teste de química com Momoa antes de ser escolhida para o papel de Mera, superando outras duas atrizes que também fizeram testes semelhantes, incluindo Abbey Lee. Esses testes de química são comuns na indústria para avaliar como os atores interagem em cena, e o fato de Heard ter sido inicialmente selecionada sugere que, pelo menos naquele momento, a química entre ela e Momoa foi considerada satisfatória. No entanto, a demissão foi evitada, porque o magnata Elon Musk, então namorado de Heard, enviou uma carta ameaçadora à Warner Bros. através de um de seus advogados. Uma fonte familiarizada com a situação disse que a Warner Bros. cedeu e decidiu continuar com Heard no projeto.   Muitas refilmagens O filme enfrenta outros desafios, incluindo testes de público insatisfatórios e mudanças na liderança da DC Entertainment, além de muitas refilmagens. Originalmente, Michael Keaton interpretaria Batman no filme. Mas após a decisão de cancelar “Batgirl” e mudar o final de “The Flash”, os produtores o substituíram por uma participação de Ben Affleck no papel em refilmagens. Só que em seguida James Gunn e Peter Safran assumiram o DC Studios, e decidiram encerrar o ciclo dos atores que apareceram em “Liga da Justiça”. Assim, Batman e outros heróis que seriam vistos no filme foram cortados. Isto levou a equipe de volta ao set para cenas adicionais que dessem sentido ao filme, após todos os cortes. Poucas semanas antes do início da greve dos atores de Hollywood, o longa ainda passava por refilmagens. “Aquaman: O Reino Perdido” é o último filme do antigo DCEU, que girava em torno de “Liga da Justiça”. Depois dele, nenhum dos atores da Liga voltará a repetir seus papéis, incluindo Momoa como Aquaman. Por conta disso, o ator estaria em negociações para interpretar Lobo em futuros projetos do novo DCU (mudou até a sigla do universo cinematográfico). O filme estreia em 20 de dezembro no Brasil, mesmo dia do lançamento nos EUA.

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    James Gunn confirma três atores que continuarão em seus papéis nos novos filmes da DC

    28 de setembro de 2023 /

    O diretor James Gunn, co-presidente do recém-formado DC Studios, confirmou em uma sessão de perguntas e respostas nas redes sociais os nomes de três atores que continuarão em seus papéis no novo universo cinematográfico da DC. Após o reboot planejado para os filmes e séries do estúdio, Xolo Maridueña continuará como Besouro Azul, Viola Davis como Amanda Waller e John Cena como Pacificador. A confirmação de Maridueña vem apesar do desempenho modesto do filme do super-herói latino nas bilheterias, com arrecadação de mais de US$ 70 milhões no mercado doméstico e US$ 125 milhões globalmente. Além disso, já era sabido que a 2ª temporada de “Pacificador” estava em desenvolvimento para a plataforma Max, assim como uma série centrada na personagem de Viola Davis. Entretanto, ele alertou que os personagens não deverão seguir a mesma continuidade das produções anteriores. “Nada é cânone até ‘Comando das Criaturas’ no próximo ano – uma espécie de aperitivo para o DCU – e do mergulho mais profundo no universo com ‘Superman: Legacy’ depois disso. É um impulso muito humano querer entender tudo o tempo todo, mas acho que está tudo bem estar confuso sobre o que está acontecendo no DCU, já que ninguém viu nada do DCU ainda”, respondeu Gunn. Ele acrescentou: “E sim, alguns atores estarão interpretando personagens que já interpretaram em outras histórias e alguns pontos da trama podem ser consistentes com pontos da trama de dezenas de filmes, programas e projetos animados da DC que vieram antes. Mas nada é cânone até ‘Comando das Criaturas’ e ‘Superman: Legacy”, reforçou. Questionado sobre como a greve dos roteiristas afetou seu trabalho, Gunn respondeu: “Não pude escrever, mas pude dirigir – o que significa trabalhar em designs, storyboards, etc.” Ele também foi questionado sobre futuros projetos da DC após o fim da greve. “Nem mesmo sei onde estamos com tudo, já que não pude conversar com nossos roteiristas enquanto isso estava acontecendo. Embora esteja muito feliz com o resultado, a greve foi definitivamente um obstáculo no processo”, respondeu Gunn. Antes da greve, Gunn havia escalado Rachel Brosnahan como Lois Lane e David Corenswet como o Homem de Aço em “Superman: Legacy”, que ele escreveu e também dirigirá. Como a greve dos atores continua, ele não deve revelar novos nomes no elenco até sua resolução.

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    “The Flash” sai de cartaz com uma das piores bilheterias da DC Comics

    19 de agosto de 2023 /

    O filme “The Flash” encerrou sua carreira cinematográfica na quinta-feira (17/8) confirmando sua trajetória decepcionante nas bilheterias. A totalização final é ainda pior do que se esperava, com US$ 268 milhões mundiais. Seu desempenho só foi melhor que os filmes da DC afetados pelo coronavírus, como “O Esquadrão Suicida” e “Mulher-Maravilha 1984”, lançados simultaneamente na HBO Max, e “Aves de Rapina”, que teve uma janela de exibição mais curta devido ao começo da pandemia. Seu desempenho é comparável, por exemplo, ao de “O Incrível Hulk”, que fez US$ 264 milhões em 2008 – a menor arrecadação da história da Marvel. Para piorar a situação, o filme teve um orçamento relatado de US$ 200 milhões, sem considerar P&A, as despesas de cópias e publicidade. Embora não se saiba todas as cifras adicionais, os analistas acreditam que “The Flash” teria que arrecadar pelo menos US$ 400 milhões globalmente apenas para se pagar.   Segunda chance em VOD Apesar do fracasso nos cinemas, o filme tem encontrado uma nova vida no VOD, onde aparece no topo das listas dos filmes mais alugados nas últimas semanas. Isto explica porque a Warner Bros. Discovery mudou de estratégia e agora demora mais tempo para disponibilizar seus títulos maiores na HBO Max (ou simplesmente Max nos EUA). O VOD – e principalmente o PVOD, VOD premium, mais caro – virou a segunda janela dos lançamentos em 2023, visando recuperar investimentos que não deram certo. No entanto, é difícil imaginar que o estúdio encontre muito consolo nisso. Apresentado como o “melhor filme de super-heróis já feito” por ninguém menos que o CEO da WBD, “The Flash” entra para a História como um dos maiores fracassos no gênero.   Impacto no DCU O desempenho de “The Flash” nas bilheterias pode ter implicações significativas para o futuro do personagem, eliminando a chance dessa versão ser aproveitada no reboot do DCU em desenvolvimento pelo novo DC Studios. Entretanto, antes que os números se tornassem mais claros, o diretor do filme, Andy Muschietti, acabou contratado para filmar “Batman: The Brave and the Bold”, o primeiro longa do Batman da próxima fase do DCU. O baixo rendimento, inclusive de crítica – 64% de aprovação no Rotten Tomatoes – pode virar arrependimento entre os chefes responsáveis por sua manutenção nesse universo.

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    Apesar do que diz Gal Gadot, não há planos para “Mulher-Maravilha 3”

    10 de agosto de 2023 /

    Recentemente, a atriz Gal Gadot, que interpretou a personagem icônica Mulher-Maravilha em vários filmes da Warner Bros., fez declarações sugerindo que “Mulher-Maravilha 3” estava em desenvolvimento. Em uma entrevista para o site ComicBook, Gadot expressou seu amor pela personagem e afirmou: “O que ouvi de James [Gunn] e de Peter [Safran] que vamos desenvolver ‘Mulher-Maravilha 3’ juntos”. A atriz reforçou essa afirmação em um perfil publicado pela revista Flaunt, onde disse que foi convidada para uma reunião com James Gunn e Peter Safran. Gadot citou: “E o que eles me disseram, e estou citando: ‘Você está em boas mãos. Vamos desenvolver ‘Mulher-Maravilha 3’ com você. [Nós] amamos você como Mulher-Maravilha – você não tem nada com que se preocupar’. Então, o tempo dirá.”   Fontes do estúdio contradizem Gadot No entanto, fontes do estúdio com conhecimento da situação disseram à Variety que essa não é a realidade. De acordo com as fontes, um terceiro filme de “Mulher-Maravilha” não está em desenvolvimento na DC Studios, e Gunn e Safran não têm planos neste momento para qualquer projeto de “Mulher-Maravilha” no novo DCU (Universo Cinematográfico da DC), além da série “Paradise Lost”, um prólogo previamente anunciado para a plataforma Max. As fontes acrescentaram que nada foi prometido a Gadot em relação a “Mulher-Maravilha 3”, e que não houve discussão definitiva sobre a continuação da Mulher-Maravilha no novo DCU. O site Deadline corroborou a informação.   Trajetória da Mulher-Maravilha Gadot assumiu o papel de Mulher-Maravilha em “Batman v Superman: Origem da Justiça”, de Zack Snyder, antes de protagonizar seus dois filmes solo, “Mulher-Maravilha” e “Mulher-Maravilha 1984”, além da “Liga da Justiça”. Ela e a diretora Patty Jenkins estavam desenvolvendo “Mulher-Maravilha 3” juntas antes de Gunn e Safran serem nomeados os novos chefes da DC Studios. Em dezembro passado, a notícia de que “Mulher-Maravilha 3” havia sido descartado foi acompanhada pela saída pública de Jenkins do projeto. Na época, houve especulações de que ela havia rejeitado os esforços para remodelar “Mulher-Maravilha 3” de modo que se encaixasse no novo DCU. O roteiro não agradou a Warner.   Único projeto relacionado à heroína Em janeiro passado, quando Gunn e Safran fizeram sua primeira apresentação dos projetos do DCU para a imprensa, os chefes do DC Studios anunciaram uma única produção relacionada à Mulher-Maravilha: “Paradise Lost”, uma série descrita por Safran como tendo o estilo de “Game of Thrones” e ambientada na ilha de Themyscira, antes do nascimento de Diana, a Mulher-Maravilha.

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