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    Reportagem revela detalhes tóxicos dos bastidores da “Liga da Justiça de Zack Snyder”

    19 de julho de 2022 /

    A revista americana Rolling Stone publicou nesta terça (19/7) uma reportagem bombástica sobre os bastidores do Snyder Cut, a versão do diretor conhecida como “Liga da Justiça de Zack Snyder”. Na apuração, a atividade online de supostos fãs de Zack Snyder para pressionar a Warner pelo lançamento – e coisas mais – é descrita como “campanha tóxica” e teria sido uma orquestração do próprio cineasta, resultando em várias atividades polêmicas. Para começar, a volumosa campanha online que convenceu a Warner a produzir uma nova versão de “Liga da Justiça” teria sido alimentada artificialmente por contas falsas e bots no Twitter. A revista teve acesso a relatórios de mídia social encomendados pela WarnerMedia. Os levantamentos mostram que 13% das contas engajadas no movimento #ReleaseTheSnyderCut eram falsas ou operadas por robôs, bem acima da proporção encontrada nas hashtags que chegam aos Assuntos do Momento do Twitter. Além disso, a publicação contatou três empresas especializadas em rastrear a autenticidade das campanhas de mídia social. Q5id e Graphika também detectaram atividades inautênticas provenientes do SnyderVerso – apelido da comunidade de fãs do diretor. E a Alethea Group descobriu que o domínio forsnydercut.com – que afirma ter feito a hashtag #ReleaseTheSnyderCut se tornar viral em maio de 2018 – foi registrado por uma pessoa que também dirigia uma agência de publicidade (hoje extinta) que dizia ser capaz de trazer “tráfego do tamanho de ‘Avatar’, barato e instantâneo para seu site”. A Rolling Stone também conversou com mais de 20 pessoas envolvidas com a versão original de “Liga da Justiça” e a maioria acredita que o diretor se dedicou a estimular e manipular a campanha. A reportagem resgata muitos detalhes da produção do filme original, incluindo os conflitos entre Snyder e executivos da Warner pela duração e tom do filme, e que motivaram a contratação de um substituto antes mesmo de Snyder se afastar devido à morte da filha. Joss Whedon recebeu a missão de fazer refilmagens extensas enquanto Snyder ainda estava à frente do longa. Com o afastamento do diretor original, Whedon ganhou carta branca para mudar quase tudo. Synder não esqueceu. Após convencer os novos chefes da então recém-criada WarnerMedia a realizar a reedição do filme para engajar seus supostos milhões de fãs na HBO Max, Snyder teria orquestrado um ataque contra os executivos que organizaram sua substituição. Segundo a Rolling Stone, uma campanha de difamação teria sido combinada com o ator Ray Fisher, que interpretou o Ciborgue em “Liga da Justiça” e acusou os produtores Geoff Johns e Jon Berg de racismo e negligência. Foram os dois que tiraram o controle criativo do filme das mãos do diretor. Procurado pela Rolling Stone, Snyder confirmou que pediu à Warner para que retirasse os nomes dos produtores de sua versão do filme, mas negou qualquer coordenação com Fisher, que também acusou Whedon de comportamento abusivo no set – nesse caso, com alegações corroboradas por Gal Gadot, intérprete da Mulher-Maravilha, entre outros. Entretanto, a revista ouviu fontes que apontam que o envolvimento de Snyder foi além de um “pedido pessoal” para cortar os créditos dos produtores. Snyder teria confrontado um executivo do departamento de pós-produção do estúdio com uma ameaça: “Vou destruí-los nas redes sociais”. À medida que as exigências de Snyder aumentavam nos bastidores – inclusive por mais dinheiro para incluir novas filmagens para sua versão da “Liga da Justiça” – uma enxurrada de ataques foram direcionados à Warner Bros. nas redes sociais. Além da exigência de demissão de executivos, vieram pedidos de boicotes e até mesmo ameaças de morte. Esses ataques de “fãs” buscaram atingir qualquer pessoa ou coisa que pudesse atrapalhar Snyder, incluindo diretores como Adam Wingard, porque o lançamento de “Godzilla vs. Kong” ofuscou o Snyder Cut na HBO Max, e filmes como “Mulher-Maravilha 1984”, porque foi escrito por Geoff Johns. Até a ex-presidente da DC Entertainment, Diane Nelson, foi assediada por elogiar o “Coringa” de Todd Phillips, porque o filme ia contra o cânone do SnyderVerso. Ela chegou a deletar a conta do Twitter, tamanha a perseguição. Um dos fatos mais terríveis aconteceu três meses antes do lançamento da “Liga da Justiça de Zack Snyder”, quando uma conta no Instagram com o nome @daniras_ilust postou uma imagem grotesca, retratando as cabeças decapitadas de Johns, do presidente da DC Films Walter Hamada e do ex-presidente da Warner Bros. Toby Emmerich. A imagem circulou rapidamente entre os devotos do SnyderVerso, que até marcaram contas de mídia social dos filhos dos executivos. Após esta postagem alarmante, a WarnerMedia ficou preocupada com a integridade de seus funcionários e encomendou em sigilo uma série de relatórios de uma empresa de segurança cibernética terceirizada para analisar a trollagem. Um relatório secreto foi produzido, que teria identificado a concentração de disparos em três contas específicas, responsáveis por espalhar “ordens” para seguidores. O estúdio se recusou a comentar as descobertas com a Rolling Stone, alegando que o problema era relativo à administração passada – tecnicamente, a WarnerMedia não existe mais, substituída pela Warner Bros. Discovery. Em sua defesa, Snyder disse que nunca manipulou as redes sociais. Ele afirma que, “se alguém” usou robôs foi a Warner Bros. “tentando alavancar minha base de fãs para reforçar os assinantes de seu novo serviço de streaming”. “Nem eu nem a minha esposa [Deborah Snyder, produtora dos filmes de Zack] falamos nada negativo sobre Johns e Berg em entrevistas ou nas redes sociais. A remoção dos nomes deles era algo importante porque este não era o filme em que eles acreditavam, que eles desenvolveram ou que ajudaram a fazer”, declarou. O diretor ainda acrescentou que, “como artista, foi recompensador finalmente ver minha visão levada à fruição” no Snyder Cut, especialmente depois de “passar por um momento tão difícil em minha vida”. “Eu me sinto grato aos fãs e à Warner por permitirem que isso acontecesse. Continuar remoendo a negatividade e os rumores não serve a ninguém”, completou. Entretanto, a campanha não terminou com o lançamento do Snyder Cut em 18 de março de 2021. O site The Wrap informou em maio que os bots podem ter levado Snyder a ganhar os primeiros prêmios de “público” do Oscar neste ano. Na votação online, “Liga da Justiça de Zack Snyder” teve uma de suas cenas lembradas como um dos momentos mais icônicos do cinema e “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas”, também de Snyder, venceu como filme favorito do público. A firma de consultoria Tweetbinder, que rastreia e analisa hashtags, indicou tendência de manipulação por bots nestas votações. Mas não é necessário ouvir especialistas para questionar a realidade dos fãs que pediram e adoraram o Snyder Cut. Basta verificar o desempenho de “Liga da Justiça de Zack Snyder”, que jamais entrou nas listas de produções mais vistas do streaming. De fato, o lançamento não foi destaque nem no Brasil, ausente da lista das séries e filmes mais vistos na celebração do primeiro ano da HBO Max no país. O fracasso da “Liga da Justiça” original costuma ser apontado como fator de pânico entre os executivos da empresa Time-Warner, que entraram numa negociação apressada de venda para a AT&T em novembro de 2017, mesmo mês em que o filme foi lançado. Empresa de telefonia e comunicação sem experiência com produção de conteúdo, a AT&T relançou o conglomerado de mídia como WarnerMedia em 2018 e tomou várias decisões equivocadas que acumularam uma dívida recorde e desvalorizaram seu patrimônio. Sem paciência para esperar a HBO Max decolar em meio à pandemia, e com o alto investimento em “Liga da Justiça de Zack Snyder” sem resultar na atração de mais assinantes para o serviço, a AT&T tratou de encerrar rapidamente a aventura da WarnerMedia, passando o controle da companhia para uma empresa bem menor que a própria Warner, a Discovery, que assumiu neste ano o comando da nova versão do conglomerado, batizada de Warner Bros. Discovery.

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    Série da Arlequina ganha trailer violento

    18 de julho de 2022 /

    A HBO Max divulgou o pôster e o terceiro trailer da 3ª temporada de “Harley Quinn”, a série animada adulta da Arlequina. E se trata do trailer mais impróprio de todos, com violência sanguinária e muitos palavrões em inglês. O vídeo traz Harley e Ivy (a Hera Venenosa) em namoro assumido, mas o relacionamento enfrenta sua primeira briga diante do plano da segunda de transformar Gotham City numa floresta. Harley acaba se aliando aos heróis, o que seus comparsas estranham. Criação de Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey, produtores da subestimada série de comédia da DC “Powerless”, a animação reúne um time de dubladores de peso, com destaque para Kaley Cuoco (a Penny de “Big Bang Theory”) como a anti-heroína do título, Lake Bell (“Bless This Mess”) como a voz de Hera Venenosa, Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e Cara de Barro, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Ron Funches (“Doze é Demais”) como Tubarão Rei, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman, Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”) como Mulher-Gato e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim. Os novos episódios vão estrear em 28 de julho nos EUA, mas não há data confirmada para o Brasil. As duas primeiras temporadas demoraram a ser disponibilizadas no serviço nacional da HBO Max.

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  • Filme

    Novo trailer da Arlequina recria cena do filme “Coringa”

    11 de julho de 2022 /

    A HBO Max divulgou um novo trailer da 3ª temporada de “Harley Quinn”, a série animada adulta da Arlequina. Completamente diferente da prévia anterior, o vídeo traz Harley e Ivy (a Hera Venenosa) em namoro assumido, mas o relacionamento enfrenta sua primeira briga diante do plano da segunda de transformar Gotham City numa floresta. Harley acaba se aliando aos heróis, o que seus comparsas estranham. Mas a Arlequina não é a única a passar por uma crise de consciência. Até o Coringa surge transformado, querendo virar prefeito de Gotham e fazendo pedidos de desculpas. Sua participação também inclui referências ao filme “Coringa”, com direito à dancinha feita numa escadaria. Criação de Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey, produtores da subestimada série de comédia da DC “Powerless”, a série animada reúne um time de dubladores de peso, com destaque para Kaley Cuoco (a Penny de “Big Bang Theory”) como a anti-heroína do título, Lake Bell (“Bless This Mess”) como a voz de Hera Venenosa, Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e Cara de Barro, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Ron Funches (“Doze é Demais”) como Tubarão Rei, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman, Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”) como Mulher-Gato e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim. Os novos episódios vão estrear em 28 de julho nos EUA, mas não há data confirmada para o Brasil. As duas primeiras temporadas demoraram a ser disponibilizadas no serviço nacional da HBO Max.

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  • Série

    Candice Patton explica ausência em episódios de “The Flash”

    1 de julho de 2022 /

    A 8ª temporada de “The Flash” finalizou nesta quarta-feira (29/6) nos Estados Unidos, mas uma pergunta que não quer calar paira no ar: Por que Candice Patton esteve ausente em quatro episódios consecutivos? Em termos de narrativa, a ausência da personagem Iris não fez o menor sentido – principalmente durante as tentativas da equipe em rastreá-la de forma ineficaz. Tampouco fica claro como se dá seu retorno inesperado ao lado do marido, Barry/Flash (Grant Gustin). Na noite da quinta-feira (30/6), Patton finalmente explicou o que aconteceu por meio do Instagram. Ela publicou um texto em que revela que seu contrato da temporada foi projetado para protege-la, caso as fronteiras entre o Canadá e os Estados Unidos fechassem devido à pandemia. A atriz disse que a série do “Arrowverso” estaria sofrendo com as restrições impostas durante a pandemia global de Covid-19, “tornando extremamente difícil – se não impossível – retornar para casa”. Patton também disse que ela e sua equipe deixaram claro que, se a situação da pandemia “continuasse otimista”, ela “ficaria feliz em aparecer em todos os episódios”. As fronteiras não foram fechadas, mas os produtores decidiram manter a presença dela reduzida. “E respeitamos essa decisão”, ela acrescentou. Em entrevista ao site TVLine, o showrunner Eric Wallace confirmou as alegações de Patton sobre a culpa da pandemia na decisão de ter menos Iris na temporada. Ele também reconheceu a frustração do público gerada pela ausência de Candice em quatro capítulos seguidos. Recentemente, Candice fechou um novo acordo para participar integralmente da 9ª temporada de “The Flash”, que pode ser a última da série.

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  • Série

    Trailer de “Harley Quinn” traz James Gunn e polêmica sexual de Batman

    28 de junho de 2022 /

    A HBO Max divulgou o trailer da 3ª temporada de “Harley Quinn”, a série animada adulta da Arlequina. A prévia traz Harley e Ivy (a Hera Venenosa) em namoro assumido e faz algumas brincadeiras com o Esquadrão Suicida, incluindo o rapto de Amanda Waller (a chefona do Esquadrão) e uma participação de James Gunn, o diretor do último filme do grupo, que interpreta a si mesmo na produção. O vídeo também tem um trecho picante com Batman e Mulher-Gato, lembrando que as cenas da vida sexual do casal foram censuradas pela DC Comics. O co-criador do desenho, Justin Halpern, afirmou que executivos da DC vetaram uma cena de sexo oral, “recomendando” que ela fosse removida da 3ª temporada da animação. Em entrevista para a revista Variety, Halpern contou que censura foi uma exigência de marketing, “pois, segundo a DC, seria difícil vender um boneco do Batman quando ele aparece na televisão fazendo sexo oral na Mulher-Gato”, contou o produtor. “Eles me disseram ‘você absolutamente não pode fazer isso, já que heróis não fazem isso’”. O desenho não é uma criação do time das animações da DC Comics, que criou a Arlequina, mas dos três produtores da subestimada série de comédia da DC “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. O elenco de dubladores destaca Kaley Cuoco (a Penny de “Big Bang Theory”) como a anti-heroína do título, Lake Bell (“Bless This Mess”) como a voz de Hera Venenosa, Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e Cara de Barro, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Ron Funches (“Doze é Demais”) como Tubarão Rei, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman, Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”) como Mulher-Gato e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim. Os novos episódios vão estrear em 28 de julho nos EUA, mas não há data confirmada para o Brasil. As duas primeiras temporadas demoraram a ser disponibilizadas no serviço nacional da HBO Max.

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    Christian Bale topa voltar a viver Batman. Mas tem uma condição

    27 de junho de 2022 /

    Christian Bale pode ter virado vilão da Marvel em “Thor: Amor e Trovão”, mas não esqueceu seus dias de herói da DC. Em entrevista ao site Screen Rant, ele entrou na brincadeira do multiverso, após Michael Keaton retomar o papel de Batman nos vindouros filmes “The Flash” e “Batgirl”, e disse que toparia voltar a viver o Cavaleiro das Trevas. Mas com uma condição: que Christopher Nolan também retornasse como diretor do filme. “Se Chris Nolan dissesse ‘sabe de uma coisa? Eu tenho outra história para contar’ e quisesse contar essa história comigo, eu estaria dentro”, ele afirmou. O ator ainda confidenciou que a Warner Bros. nunca o procurou com nenhuma proposta nesse sentido. “Ninguém nunca mencionou isso para mim. Ocasionalmente, as pessoas me dizem: ‘ouvi dizer que você foi abordado’ E eu falo: ‘isso é novidade para mim’. Ninguém nunca disse isso”, explicou. Bale foi o Bruce Wayne da trilogia dirigida por Nolan – “Batman Begins” (2005), “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008) e “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012) – , que se tornaram enormes sucessos de público e crítica. Em campanha de divulgação de “Thor: Amor e Trovão”, ele também foi questionado sobre o “Batman” de Robert Pattinson e admitiu que ainda não assistiu ao filme. “Eu ainda não vi”, disse o ator para a revista Variety, garantindo em seguida que pretende ver o filme, e elogiando o novo intérprete do herói. “Robert [Pattinson] é um ator absolutamente maravilhoso”. Ele se justificou dizendo que assiste a poucos filmes. “Todo diretor com quem trabalho, eu vi alguns de seus filmes, e eles sempre olham pra mim e [perguntam]: ‘Você está brincando?’. Eu gosto de realmente saborear filmes e não assistir a muitos de uma vez”, explicou. Seu novo filme, “Thor: Amor e Trovão”, tem estreia marcada para 7 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Spotify renova “Batman Despertar”

    22 de junho de 2022 /

    A plataforma Spotify anunciou a renovação da audiossérie “Batman Despertar”. A 2ª temporada voltará a contar com as vozes em inglês de Winston Duke (Bruce Wayne/Batman) e Hasan Minhaj (Charada). No Brasil, os papéis foram interpretados por Rocco Pitanga (“Impuros”) e Augusto Madeira (“Bingo: O Rei das Manhãs”). O projeto faz parte de um acordo internacional entre Spotify, Warner Bros. e DC Comics, que pretende adaptar a vasta biblioteca de personagens icônicos da DC em novos podcasts do Spotify em todo o mundo. Escrito por David S. Goyer, autor pela trilogia de “Batman” dirigida por Christopher Nolan no cinema, a trama da 1ª temporada girou em torno de um serial killer conhecido como O Ceifador, que aterroriza Gotham City sem que Batman apareça para salvar a cidade. É que, nessa história complexa, Bruce Wayne não lembra que um dia foi o herói. Em vez disso, trabalha como patologista forense, e após escapar de um ataque do Ceifador, passa a ter terapia com um estranho psicólogo chamado Dr. Hunter (será que os fãs dos quadrinhos não o conhecem por outro nome?). Nesta Gotham sem Batman, Barbara Gordon vai precisar contar com a ajuda do segundo detetive mais inteligente de Gotham, conhecido como O Charada. Daniel Rezende (diretor de “Turma da Mônica: Lições”) e Marina Santana (designer de som de “Lino: Uma Aventura de Sete Vidas”) assinam a direção da adaptação, e o resto do grande elenco nacional incluiu Tainá Müller (Barbara Gordon), Adriana Lessa (Martha Wayne), Nill Marcondes (Thomas Wayne), Hugo Bonemer (Ceifador), Carol Abras (Renne Montoya), José Rubens Chachá (Alfred), Marcelo Varzea (Dr. Hunter), Maria Bopp (Vicki Vale) e Camila Pitanga (Kell).

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  • Filme

    Ezra Miller será dispensado do papel de Flash

    18 de junho de 2022 /

    A Warner Bros. já teria batido o martelo. Segundo apurou o site Deadline, Ezra Miller será dispensado do papel de Flash após o lançamento do filme do herói, que se encontra em fase de pós-produção para um lançamento em junho de 2023. Ele não fará parte de mais nenhum projeto como o herói da DC Comics. O ator chegou a ser preso duas vezes, em março e abril, por confusões num bar e numa festa no Havaí. Mas a situação só piorou desde então, com duas medidas de restrição obtidas na justiça contra ele nos últimos dias, por pais de adolescentes. Ele é acusado de manipular e drogar a ativista nativo-americana Tokata Iron Eyes, de quem se aproximou quando ela tinha 12 anos, abrigando-a quando ela abandonou os estudos e fugiu de casa nos últimos meses – já com 18 anos. E também de ameaçar uma família e assediar uma criança não binária atualmente com 12 anos. O estúdio teria se oferecido para ajudá-lo, mas já definiu que não é mais possível trabalhar com ele em franquias juvenis. O Deadline também apurou que a estratégia de lançamento de “The Flash” ainda não está definida, e o estúdio pode optar por fazer o lançamento do longa de Andy Muschietti (“It: A Coisa”) diretamente em streaming. Outra possibilidade é que seja lançado no cinema sem campanha de divulgação com entrevistas do elenco. Mas refilmagens extensas para retirar Miller da produção não seriam viáveis, porque ele está em praticamente todas as cenas e ainda tem papel duplo, como uma versão do Flash de uma linha temporal alternativa. Seria preciso fazer um novo filme. Isto não impede, porém, que cenas extras sejam inseridas para substituí-lo no final da história, criando uma transição no papel. De todo modo, trata-se de um grande problema para a DC Films, que pretendia usar a trama de multiverso de “The Flash” para relançar seus heróis no cinema. Além de “The Flash”, a empresa também tem pela frente problemas de relações públicas relacionados à “Aquaman 2”, graças à participação da atriz Amber Heard, execrada nas redes sociais em ataques de misoginia explícita devido ao processo por difamação movido por Johnny Depp. A continuação de “Aquaman” chega três meses antes aos cinemas, em março de 2023.

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    Tim Sale (1956–2022)

    17 de junho de 2022 /

    O famoso artista de quadrinhos Tim Sale, que influenciou os filmes mais recentes de Batman, morreu na quinta-feira (17/6) aos 66 anos. Na semana passada, o diretor criativo e editor da DC Comics, Jim Lee, anunciou que Sale não estava bem, escrevendo no Twitter sobre sua internação num hospital “com graves problemas de saúde”. Os principais trabalhos do desenhista foram realizados nos anos 1990 em parceria com o escritor Jeph Loeb (que virou produtor-roteirista de “Smallville”, “Lost”, “Heroes” e chefiou a extinta Marvel Television). A dupla criou quadrinhos de Batman, Superman e Mulher-Gato que marcaram época, como “Superman As Quatro Estações” (1998), “Batman: O Longo Dia das Bruxas” (1996-1997), “Batman: Vitória Sombria” (1999) e “Mulher Gato: Cidade Eterna” (2004). “Batman: O Longo Dia das Bruxas” é disparada sua publicação mais famosa. A trama foi mencionada por Christopher Nolan como influência em seus filmes do “Cavaleiro das Trevas” e está na base do mais recente “Batman”, de Matt Reeves – que traz “agradecimentos” ao artista em seus créditos. Os quadrinhos originais foram transformados em longa animado pela Warner Bros. Animation, lançado digitalmente em duas partes em 2021. A parceria de Sale e Loeb também se estendeu para a Marvel, onde lançaram uma coleção de títulos “Coloridos”: “Demolidor: Amarelo” (2001), “Hulk: Cinza” (2003), “Homem-Aranha: Azul” (2002) e “Capitão América: Branco” (2015). Em comunicado nas redes sociais, a DC declarou: “Tim Sale foi um artista incrível, cuja visão dos personagens icônicos tinha uma profundidade humana real, e seus designs de página inovadores mudaram a maneira como uma geração inteira pensa sobre a narrativa dos quadrinhos”. Tim Sale was an incredible artist, whose take on iconic characters had real human depth, and his groundbreaking page designs changed the way an entire generation thinks about comic book storytelling. Our condolences go to Tim’s family and friends. He will be deeply missed. pic.twitter.com/VgXxu7O0V4 — DC (@DCComics) June 16, 2022

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    Ezra Miller sofre novas denúncias e é procurado pela polícia

    16 de junho de 2022 /

    Ezra Miller, astro de “Liga da Justiça” e da franquia “Animais Fantásticos”, virou procurado pela polícia. O ator é considerado “foragido” desde a semana passada, quando os pais de Tokata Iron Eyes, de 18 anos, conseguiram uma ordem de proteção contra ele. A polícia não conseguiu localizá-lo para entregar a notificação e ele ainda zombou das autoridades por isso, com vídeos publicados em sua conta oficial do Instagram. Nas últimas horas, porém, o caso se tornou ainda mais sério. Outra ordem foi emitida, desta vez para proteção de uma criança de 12 anos. E, desta vez, Miller deletou seu Instagram. A nova ordem foi buscada pela mãe de uma criança não binária no tribunal local de Greenfield, Massachusetts, alegando que o ator ameaçou sua família e agiu de forma inadequada em relação a(o) menor, enquanto estava num apartamento vizinho. O site Daily Beast conversou com a mãe, a criança e o vizinho deles, todos não identificados. Segundo o relato, Ezra Miller apareceu na porta de seu apartamento usando um colete à prova de balas e agindo de forma estranha. Ele teria revelado uma arma e dito: “Desse jeito, você pode levar a uma situação realmente séria”. Depois disso, o ator se voltou para a criança, supostamente incomodando-a com elogios, abraçando-a desconfortavelmente e tocando seus quadris, pedindo que ela o seguisse no Instagram. A criança contou que estava muito nervosa e com medo, porque Miller havia gritado com sua mãe. Ainda segundo o relato, o ator teria pedido desculpas, mas voltou a incomodar a família em várias outras ocasiões, em algumas delas deixando a criança desconfortável ao abraçá-la e pressionar seu corpo contra ela. Este caso vem à tona uma semana após os pais da ativista nativo-americana Tokata Iron Eyes denunciarem que Miller se relacionava com a jovem desde que ela tinha 12 anos. Recentemente, a jovem completou 18 anos, abandonou os estudos, fugiu de casa e foi parar na casa do ator, por isso seus pais pediram na Justiça uma ordem de restrição para impedi-lo de se aproximar dela, alegando que ele a manipula e a enche de drogas. A adolescente usou seu Instagram para defender Miller, dizendo que ele apenas a apoiou num momento difícil, quando ela perdeu o rumo após a morte de seu melhor amigo. Estes não são os únicos problemas recentes do ator. Ele também se meteu em confusões num bar e numa festa no Havaí no início do ano, chegando a ser detido por agressão. Por conta disso, o ator tem sido alvo constante de boatos de substituição em projetos relacionados à DC Comics. Vale lembrar que ele já filmou completamente o filme do Herói Flash, que tem lançamento marcado para 22 de junho de 2023 no Brasil. A revista Variety publicou que a Warner fez uma reunião de emergência sobre a situação na época dos escândalos havaianos e teria chegado à conclusão que refilmar “The Flash” para tirar as cenas de Miller seria caro demais – o ator está em quase todas as cenas e ainda tem papel duplo, como outra versão de si mesmo. Mas a repercussão negativa em torno de seu nome só aumenta. E com a inclusão de um menor na história, “The Flash” passou a correr sério risco de sair direto em streaming, se sair.

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    Lady Gaga negocia viver Arlequina em “Coringa 2”

    13 de junho de 2022 /

    Bastou o diretor de “Coringa”, Todd Phillips, revelar na semana passada que já escreveu o roteiro da continuação do filme de 2019, para surgirem algumas atualizações malucas sobre o projeto. Desde que o título “Joker – Folie à Deux” foi revelado, referindo-se a um transtorno mental que afeta dois ou mais indivíduos ao mesmo tempo, as especulações sobre a participação da Arlequina na trama tem sido constantes. Agora, o site The Hollywood Reporter afirma que ninguém menos que Lady Gaga (“Casa Gucci”) abriu negociações com a Warner Bros. para interpretar uma nova encarnação da personagem. Vale lembrar que Todd Phillips foi um dos produtores de “Nasce uma Estrela” (2018), o primeiro filme estrelado por Lady Gaga. Nem é preciso dizer, mas a Arlequina do filme não terá nenhuma ligação com a versão interpretada por Margot Robbie nos filmes do DCEU (sigla do Universo Estendido da DC Comics, em inglês). A produção mostraria a personagem como uma psiquiatra do Asilo Arkham que se apaixona pelo Coringa e se torna sua parceira no crime – em suma, a Dra. Harley Quinzel em sua história de origem. Outra novidade maluca publicada pelo THR é que o filme está sendo desenvolvido como um musical. Além de interpretar Arlequina, Lady Gaga deve cantar diante das câmeras, caso feche o contrato. A revista Variety confirmou que pode ser loucura, mas é tudo verdade.

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    Primeiro trailer questiona se Adão Negro é herói ou vilão

    8 de junho de 2022 /

    A Warner Bros. divulgou o pôster oficial e o primeiro trailer legendado de “Adão Negro”, que traz o ator Dwayne “The Rock” Johnson (“Jumanji: Próxima Fase”) no papel-título. A prévia revela parte da história do personagem, seu encontro com a Sociedade da Justiça e seu dilema entre se tornar um herói ou “o destruidor deste mundo”. A dualidade do personagem tem sido bastante explorada nos quadrinhos. Vilão clássico de Shazam (desde a época do Capitão Marvel), ele passou a ser considerado um anti-herói nas publicações atuais da DC Comics. Já a Sociedade da Justiça faz sua estreia no cinema, formada por Aldis Hodge (“O Homem Invisível”) no papel do Gavião Negro, Quintessa Swindell (“Gatunas”) como Ciclone, Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) como o Esmaga-Átomo e Pierce Brosnan (“007 Um Novo Dia Para Morrer”) como Sr. Destino. O elenco também destaca Sarah Shahi (“Sex/Life”) como Adrianna Tomaz (identidade civil da Poderosa Isis). O roteiro inicial é de Adam Sztykiel (“Rampage: Destruição Total”), a direção está a cargo de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”) e a estreia vai acontecer em 20 de outubro, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Roteiro de “Coringa 2” está pronto

    7 de junho de 2022 /

    Com duas fotos publicadas no Instagram, o cineasta Todd Phillips indicou ter terminado de escrever a sequência de “Coringa”. Phillips postou a capa do roteiro, intitulado “Joker: Folie à Deux”, que ele novamente assina com Scott Silver, e uma foto de Joaquin Phoenix lendo o texto. O site Deadline apurou que Phoenix ainda não tem contrato para reprisar o papel que lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator, mas estaria perto de fechar um acordo. O nome “Folie à Deux” faz referência a um termo médico francês usado para definir um transtorno mental que afeta duas ou mais pessoas. O primeiro Coringa foi o filme para adultos (classificação “R” nos EUA) de maior bilheteria de todos os tempos, com mais de US$ 1 bilhão arrecadado em todo o mundo. Além do Oscar conquistado por Joaquin Phoenix, o longa também venceu o troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pela trilha sonora de Hildur Guðnadóttir. Não há maiores informações sobre a continuação, que chega num momento tumultuado na Warner Bros. Pictures – após a troca de chefia do estúdio, uma das muitas mudanças causadas pela fusão da WarnerMedia com a Discovery e a criação do novo conglomerado Warner Bros. Discovery.

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