Dakota Johnson diz ter se decepcionado com “Cinquenta Tons de Cinza”
A atriz Dakota Johnson revelou ter se decepcionado ao estrelar a trilogia “Cinquenta Tons de Cinza”, mas não por causa das cenas de nudez e sexo. Em entrevista à revista Vanity Fair, ela confessou ter ficado chateada com a breguice da produção. Johnson afirmou que fez os testes para estrelar uma versão em diferente da que foi exibida nas telas. “Quando fiz o teste para esse filme, li um monólogo de ‘Quando Duas Mulheres Pecam’ e eu fiquei tipo, ‘Ah, isso vai ser muito especial’”, explicou. A obra citada por Johnson é um clássico de Ingmar Bergman, de 1966, aclamado pela crítica. “Se eu soubesse, na época, que seria daquele jeito, acho que ninguém teria feito (o filme)”, declarou. A intérprete de Anastasia Steele foi clara sobre sua desinibição para o papel. “Sou uma pessoa sexual e quando estou interessada em algo, quero saber tudo sobre aquilo”, explicou. “É por isso que eu fiz aqueles ‘filmes peladões’”. Sobre o que deu errado, ela destacou a influência da escritora E.L. Jones, autora dos livros, nos rumos da produção. “Ela tinha muito controle criativo, o dia todo, todos os dias, e ela apenas exigia que certas coisas acontecessem. Havia partes dos livros que simplesmente não funcionariam no filme, como o monólogo interno, que às vezes era incrivelmente brega”, declarou Dakota. Ao final, o roteiro foi mudando, mudando… “Sempre foi uma batalha. Sempre”, desabafou. Até que Charlie Hunnam, de “Sons of Anarchy”, desistiu de viver Christian Grey e, de acordo com Dakota, E.L. James ficou tão furiosa com sua saída que descartou o roteiro original feito por Patrick Marber. E a partir daí tudo começou a ir ladeira abaixo. De acordo com a atriz, a única cena do roteiro original que entrou no primeiro longa foi a negociação entre Anastasia e Christian para seu contrato sexual. “E é a melhor cena de todo o filme”, opinou. Sobre o parceiro de cena Jamie Dornan, intérprete de Christian Grey, a atriz não poupou elogios: “Nunca houve um momento em que não nos demos bem. Eu sei que é estranho, mas ele é como um irmão para mim. Eu o amo tanto, tanto, tanto. E nós estávamos realmente lá um para o outro. Tínhamos que realmente confiar um no outro e nos proteger”. “Nós fazíamos as tomadas do filme que Erika (nome de E.L. James) queria fazer, e então fazíamos as tomadas do filme que queríamos fazer”, revelou Johnson. “Na noite anterior, eu reescrevia cenas de diálogo para adicionar uma linha aqui e ali. Era um caos o tempo todo”, acrescentou. “Há coisas que ainda não posso dizer porque não quero prejudicar a carreira de ninguém e não quero prejudicar a reputação de ninguém, mas Jamie e eu fomos muito bem tratados. Erika é uma mulher muito legal, e ela sempre foi gentil comigo e sou grata por ela querer que eu estivesse nesses filmes”, declarou Johnson. Mas ressaltou que teve dificuldades com a troca da diretora Sam Taylor-Johnson, responsável pelo primeiro filme, por Sam Foley, que encerrou a trilogia. “Era diferente fazer essas coisas bizarras com um homem atrás da câmera. Apenas uma energia diferente”, explicou. “Eu era jovem. Eu tinha 23 anos. Então foi assustador”, ela ponderou. “Acabou se tornando algo louco”, admitiu. “Houve muitas divergências. Nunca consegui falar sobre isso com sinceridade, porque você quer promover um filme da maneira certa, e estou orgulhosa do que fizemos no final das contas e tudo acaba do jeito que deveria, mas foi complicado”, explicou. “Olha, foi ótimo para nossas carreiras. Tão incrível. Fui sortuda. Mas foi estranho. Tão, tão estranho”, completou. O lançamento mais recente de Dakota Johnson, “Cha Cha Real Smooth”, foi premiado no Festival de Sundance no começo do ano e disponibilizado há menos de duas semanas em streaming pela Apple TV+. A seguir, ela será vista em “Persuasão”, adaptação do romance de Jane Austen que chega na Netflix em 15 de julho. E em breve começará a filmar “Madame Teia”, produção da Sony baseada nos quadrinhos do Homem-Aranha.
Madame Teia: Emma Roberts entra no novo filme derivado do Homem-Aranha
A atriz Emma Roberts, presença recorrente na série “American Horror Story”, é a mais recente adição ao elenco de “Madame Teia”, novo filme do universo cinematográfico do Homem-Aranha em desenvolvimento na Sony. Ela se junta a Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”), Sydney Sweeney (“Euphoria”), Celeste O’Connor (“Ghostbusters: Mais Além”), Isabela Merced (“Dora e a Cidade Perdida”) e Tahar Rahim (“O Mauritano”). Mas apenas Johnson teve seu papel (meio que) confirmado até o momento. Ela viverá a Madame Teia do título. Só não se sabe qual das versões da personagem. Criada por Denny O’Neil (um dos melhores roteiristas/editores de Batman) e John Romita Jr. (filho de um dos maiores desenhistas do Homem-Aranha) em 1980, Madame Teia era Cassandra Webb, uma mutante bastante idosa, que sofria de uma doença neuromuscular que a deixava paralisada e cega. A perda dos movimentos era compensada pelo desenvolvimento de poderes psíquicos de telepatia, clarividência e precognição, permitindo que ela previsse eventos futuros. Cassandra Webb também serviu de mentora para diferentes gerações de Mulheres-Aranhas, ajudando Jessica Drew, Julia Carpenter, Mattie Franklin e sua neta Charlotte Witter. O filme, inclusive, deve se valer dessa conexão para introduzir outros personagens dos quadrinhos, o que tende a ser o caso dos papéis das atrizes anunciadas. Só que Dakota Johnson não tem mais de 60 anos de idade. Em vez de encher a atriz de maquiagem, é muito provável que ela não seja esta Madame Teia. Afinal, ao “morrer” pela primeira vez, Cassandra passou seus poderes – e sua cegueira – para uma “herdeira”: Julia Carpenter, a segunda Mulher-Aranha da Marvel. Nos quadrinhos, Julia também virou uma Madame Teia e, graças aos novos poderes, acabou se tornando importante para a conexão entre os personagens das diferentes dimensões do Aranhaverso. Pra completar, ela ainda é treinada em artes marciais por ninguém menos que Shang-Chi. O detalhe é que o roteiro foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, responsáveis por vários desastres cinematográficos, incluindo o fracassado filme de “Morbius”, também passado no universo do Homem-Aranha da Sony. A direção está a cargo de S.J. Clarkson (da série “Jessica Jones”) e ainda há cronograma conhecido da produção, que está em desenvolvimento desde 2019.
Persuasão: Trailer traz Dakota Johnson em romance de Jane Austen
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Persuasão” (Persuasion), adaptação do romance homônimo de Jane Austen. A prévia mostra um triângulo amoroso multirracial, envolvendo Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”), Henry Golding (“Podres de Ricos”) e Cosmo Jarvis (“Lady Macbeth”). “Persuasão” foi o último romance completo de Austen, publicado em 1817, logo após sua morte. A trama gira em torno de Anne Elliot (Johnson), uma mulher inconformada, que foi convencida a dispensar o cortejador Frederick Wentworth (Jarvis) por ser pobre. Agora, com sua família esnobe à beira da falência, ela descobre que Wentworth retornou rico em busca de uma esposa. A história do romance já teve várias adaptações para a televisão e o teatro, mas esta é a primeira descrita como uma “abordagem moderna e espirituosa”. Ou seja, trata-se de uma produção sob o filtro incolor de “Bridgerton”, que transforma a aristocracia inglesa do começo do século 19, antigamente conhecida como exemplo de “orgulho e preconceito”, em padrão de integração racial rara de se ver até nos dias de hoje – que o diga Meghan Markle. A adaptação é assinada por Ronald Bass, o roteirista veterano de “O Casamento do Meu Melhor Amigo”, e a novata Alice Victoria Winslow (“Seratonin”), e marca a estreia da diretora de teatro Carrie Cracknell à frente de um longa-metragem. O elenco também inclui Richard E. Grant (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Suki Waterhouse (“Miss Revolução”), Nikki Amuka-Bird (“Avenue 5”) e Edward Bluemel (“A Descoberta das Bruxas”). A estreia está marcada para 15 de julho.
Estrela de “Dora e a Cidade Perdida” fará filme do universo do Homem-Aranha
A atriz Isabela Merced, que estrelou “Dora e a Cidade Perdida”, entrou em “Madame Teia”, nova produção da Sony baseada em personagens do Homem-Aranha. Ela é a quarta estrela confirmada no filme, que até agora não teve nenhum ator masculino anunciado no elenco. Merced se junta a Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”), Sydney Sweeney (“Euphoria”) e Celeste O’Connor (“Ghostbusters: Mais Além”). Mas apenas o papel de Johnson é conhecido: ela viverá a Madame Teia. Só não se sabe qual das versões da personagem. Criada por Denny O’Neil (um dos melhores roteiristas/editores de Batman) e John Romita Jr. (filho de um dos maiores desenhistas do Homem-Aranha) em 1980, Madame Teia era Cassandra Webb, uma mutante bastante idosa, que sofria de uma doença neuromuscular que a deixava paralisada e cega. A perda dos movimentos era compensada pelo desenvolvimento de poderes psíquicos de telepatia, clarividência e precognição, permitindo que ela previsse eventos futuros. Cassandra Webb também serviu de mentora para diferentes gerações de Mulheres-Aranhas, ajudando Jessica Drew, Julia Carpenter, Mattie Franklin e sua neta Charlotte Witter. O filme, inclusive, pode se valer dessa conexão para introduzir outros personagens dos quadrinhos, o que tende a ser o caso dos papéis das atrizes anunciadas. Só que Dakota Johnson não tem mais de 60 anos de idade. Em vez de encher a atriz de maquiagem, é muito provável que ela não seja esta Madame Teia. Afinal, ao “morrer” pela primeira vez, Cassandra passou seus poderes – e sua cegueira – para uma “herdeira”: Julia Carpenter, a segunda Mulher-Aranha da Marvel. Nos quadrinhos, Julia também virou uma Madame Teia e, graças aos novos poderes, acabou se tornando importante para a conexão entre os personagens das diferentes dimensões do Aranhaverso. Pra completar, ela ainda é treinada em artes marciais por ninguém menos que Shang-Chi. Agora, a má notícia para quem ficou com expectativas pela produção. O roteiro foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, responsáveis por vários desastres cinematográficos, incluindo o fracassado filme de “Morbius”, também passado no universo do Homem-Aranha da Sony. A direção está a cargo de S.J. Clarkson (da série “Jessica Jones”) e ainda há cronograma conhecido da produção, que está em desenvolvimento desde 2019.
Atriz de “Ghostbusters: Mais Além” entra em “Madame Teia”
A atriz Celeste O’Connor, que interpretou a personagem Lucky em “Ghostbusters: Mais Além”, entrou no elenco de “Madame Teia”, um dos filmes com personagens secundários dos quadrinhos do Homem-Aranha atualmente em produção na Sony. O’Connor está se juntando à Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Sydney Sweeney (“Euphoria”) na produção. Apenas o papel de Johnson é conhecido: ela viverá a Madame Teia. Só não se sabe qual das versões da personagem. Criada por Denny O’Neil (um dos melhores roteiristas/editores de Batman) e John Romita Jr. em 1980, Madame Teia era Cassandra Webb, uma mutante bastante idosa, que sofria de uma doença neuromuscular que a deixava paralisada e cega. A perda dos movimentos era compensada pelo desenvolvimento de poderes psíquicos de telepatia, clarividência e precognição, permitindo que ela previsse eventos futuros. Cassandra Webb também serviu de mentora para diferentes gerações de Mulheres-Aranhas, ajudando Jessica Drew, Julia Carpenter, Mattie Franklin e sua neta Charlotte Witter. O filme, inclusive, pode se valer dessa conexão para introduzir outros personagens dos quadrinhos, o que tende a ser o caso dos papéis das atrizes anunciadas. Só que Dakota Johnson não tem mais de 60 anos de idade. Em vez de encher a atriz de maquiagem, é muito provável que ela não seja esta Madame Teia. Afinal, ao “morrer” pela primeira vez, Cassandra passou seus poderes – e sua cegueira – para uma “herdeira”: Julia Carpenter, a segunda Mulher-Aranha da Marvel. Nos quadrinhos, Julia também virou uma Madame Teia e, graças aos novos poderes, acabou se tornando importante para a conexão entre os personagens das diferentes dimensões do Aranhaverso. Pra completar, ela ainda é treinada em artes marciais por ninguém menos que Shang-Chi. Agora, a má notícia para quem estava com expectativas pela produção. O roteiro foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, responsáveis por vários desastres cinematográficos, incluindo o fracassado filme de “Morbius”, também passado no universo do Homem-Aranha da Sony. Já a direção está a cargo de S.J. Clarkson (da série “Jessica Jones”). Ainda não há previsão de estreia para o projeto, que está em desenvolvimento desde 2019. Nos quadrinhos, a Madame Teia foi apresentada em 1980 como o alter ego de Cassandra Webb, uma mulher mais velha com poderes mutantes de vidência, acometida de uma doença neuromuscular que a obriga a usar um equipamento de suporte de vida parecido com uma teia de aranha. Mais tarde, o alter-ego Madame Teia também foi usado por Julia Carpenter, a quem Cassandra passou os seus poderes logo antes de morrer. Não se sabe qual encarnação da personagem será vista no filme. Matt Sazama e Burk Sharpless (Morbius) desenvolveram o roteiro, e S.J. Clarkson (Os Defensores) deve dirigir. Madame Teia segue sem data de estreia definida.
Cha Cha Real Smooth: Apple revela trailer do vencedor do Festival de Sundance 2022
A Apple TV+ divulgou o trailer legendado de “Cha Cha Real Smooth”, dramédia indie que venceu o prêmio do público no Festival de Sundance deste ano. Escrito, dirigido e estrelado por Cooper Raiff (“Shithouse”), o filme conta como um jovem recém-formado arranja um emprego de animador de festas infantis e acaba se envolvendo com uma jovem mãe solteira, vivida por Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”). Vale lembrar que o vencedor de Sundance do ano passado, “No Ritmo do Coração”, também foi adquirido pela Apple… e venceu o Oscar de Melhor Filme de 2022. O nome do filme “Cha Cha Real Smooth”, que ganhou o subtítulo nacional de “O Próximo Passo”, vem de um meme americano com uma estátua horrorosa do dinossauro Barney, que começou a ser usado para se referir a alguém que fez algo idiota, geralmente achando que estava arrasando. A estreia em streaming está marcada para o dia 17 de junho.
Atriz de “Euphoria” entra em derivado do Homem-Aranha
A atriz Sydney Sweeney, intérprete de Cassie em “Euphoria”, entrou no próximo filme do universo do Homem-Aranha. Ela entrou no derivado da Madame Teia para interpretar uma personagem misteriosa ao lado de Dakota Johnson (de “Cinquenta Tons de Cinza”). Criada por Denny O’Neil (um dos melhores roteiristas/editores de Batman) e John Romita Jr. em 1980, Madame Teia era Cassandra Webb, uma mutante bastante idosa, que sofria de uma doença neuromuscular que a deixava paralisada e cega. A perda dos movimentos era compensada pelo desenvolvimento de poderes psíquicos de telepatia, clarividência e precognição, permitindo que ela previsse eventos futuros. Além disso, Cassandra Webb serviu de mentora para diferentes gerações de Mulheres-Aranhas, ajudando Jessica Drew, Julia Carpenter, Mattie Franklin e sua neta Charlotte Witter. O filme, inclusive, pode se valer dessa conexão para introduzir outros personagens dos quadrinhos, o que pode ser o caso do papel misterioso de Sweeney. Além disso, vale lembrar que, ao “morrer” pela primeira vez, Cassandra passou seus poderes – e sua cegueira – para uma “herdeira”: Julia Carpenter, a segunda Mulher-Aranha da Marvel. Nos quadrinhos, Julia também virou uma Madame Teia e, graças aos novos poderes, acabou se tornando importante para a conexão entre os personagens das diferentes dimensões do Aranhaverso. Pra completar, ela ainda é treinada em artes marciais por ninguém menos que Shang-Chi. O roteiro foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, responsáveis pela série “Perdidos no Espaço” e pelo vindouro filme de “Morbius”, também passado no universo do Homem-Aranha da Sony. Já a direção está a cargo de S.J. Clarkson (da série “Jessica Jones”). Ainda não há previsão de estreia para o projeto, que está em desenvolvimento desde 2019.
Dakota Johnson negocia virar heroína dos quadrinhos do Homem-Aranha
A Sony planeja investir pesado no universo dos quadrinhos do Homem-Aranha após o sucesso de “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”. E o site Deadline revelou que um dos próximo filmes da franquia pode ser estrelado por Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”). Segundo a publicação, ela estaria negociando o papel principal em um filme sobre Madame Teia (Madame Web). À primeira vista, a escalação não faz sentido. Mas uma olhada mais de perto na trajetória da personagem pode esclarecer a abordagem do filme. Criada por Denny O’Neil (um dos melhores roteiristas/editores de Batman) e John Romita Jr. em 1980, Madame Teia era Cassandra Webb, uma mutante bastante idosa, que sofria de uma doença neuromuscular que a deixava paralisada e cega. A perda dos movimentos era compensada pelo desenvolvimento de poderes psíquicos de telepatia, clarividência e precognição, permitindo que ela previsse eventos futuros. Além disso, Cassandra Webb serviu de mentora para diferentes gerações de Mulheres-Aranhas, ajudando Jessica Drew, Julia Carpenter, Mattie Franklin e sua neta Charlotte Witter. O filme, inclusive, pode se valer dessa conexão para introduzir outros personagens dos quadrinhos. De fato, há uma reviravolta específica que serviria para explicar a escalação de Johnson. Ao “morrer” pela primeira vez, Cassandra passou seus poderes para uma “herdeira”: Julia Carpenter, a segunda Mulher-Aranha da Marvel. Nos quadrinhos, Julia também virou uma Madame Teia e, graças aos novos poderes, acabou se tornando importante para a conexão entre os personagens das diferentes dimensões do Aranhaverso. Talvez por isso a Sony esteja negociando com Dakota Johnson e não com uma atriz mais velha para o papel, visando introduzir Julia Carpenter, uma heroína vidente, que apesar de se tornar cega possui mais habilidades que o Demolidor, treinada em artes marciais por ninguém menos que Shang-Chi. O roteiro foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, responsáveis pela série “Perdidos no Espaço” e pelo vindouro filme de “Morbius”, também passado no universo do Homem-Aranha da Sony. Já a direção está a cargo de S.J. Clarkson (da série “Jessica Jones”). O estúdio ainda não oficializou o projeto, que está em desenvolvimento desde 2019.
A Filha Perdida: Trailer tenso apresenta drama premiado de Maggie Gyllenhaal
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “A Filha Perdida” (The Lost Daughter), primeiro filme escrito e dirigido pela atriz Maggie Gyllenhaal (“The Deuce”), que recebeu o troféu de Melhor Roteiro no Festival de Veneza em setembro passado. “A Filha Perdida” é um drama com clima tenso de suspense psicológico, passado numa praia ensolarada durante o verão. A trama adapta o livro homônimo de Elena Ferrante, escritora italiana de “A Amiga Genial”, e gira em torno de uma mulher que passa uma temporada de veraneio desacompanhada e fica obcecada por uma família ruidosa na praia, especialmente a jovem mãe e sua filha. Incomodada pela relação entre as duas, ela é tomada por suas próprias lembranças de maternidade, suas escolhas problemáticas na juventude e os segredos que nunca revelou para ninguém. O excelente elenco destaca Olivia Colman (vencedora do Oscar por “A Favorita”), Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”), Jessie Buckley (“Estou Pensando em Acabar com Tudo”), Peter Sarsgaard (“Aliança do Crime”), Paul Mescal (“Normal People”), Ed Harris (“Westworld”) e Oliver Jackson-Cohen (“O Homem Invisível”). A estreia está marcada para 31 de dezembro.
Persuasão: Primeiras fotos mostram Dakota Johnson em romance de Jane Austen
A Netflix divulgou as primeiras fotos de “Persuasão” (Persuasion), adaptação do romance homônimo de Jane Austen. As imagens destacam individualmente os intérpretes do triângulo amoroso da trama: Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”), Henry Golding (“Podres de Ricos”) e Cosmo Jarvis (“Raised by Wolves”). “Persuasão” foi o último romance completo de Austen, publicado em 1817, logo após sua morte. A trama gira em torno de Anne Elliot (Johnson), uma mulher inconformada, que foi convencida a dispensar o cortejador Frederick Wentworth (Jarvis) por ser pobre. Agora, com sua família esnobe à beira da falência, ela descobre que Wentworth retornou rico em busca de uma esposa. Descrita pela Netflix e a produtora MRC como uma “abordagem moderna e espirituosa de uma história amada”, a adaptação é assinada por Ronald Bass, o roteirista veterano de “O Casamento do Meu Melhor Amigo”, e a novata Alice Victoria Winslow. A história do romance já teve várias adaptações para a televisão e o teatro, mas é a primeira vez que está sendo filmada para o cinema – além do lançamento em streaming, terá distribuição limitada em salas de exibição. A produção começou em maio e vai marcar a estreia da diretora de teatro Carrie Cracknell à frente de um longa-metragem. O elenco também inclui Richard E. Grant (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Suki Waterhouse (“Miss Revolução”), Nikki Amuka-Bird (“Avenue 5”) e Edward Bluemel (“A Descoberta das Bruxas”). Ainda não há previsão para a estreia. Let these exquisite photos of Dakota Johnson, Cosmo Jarvis, and Henry Golding tide you over until PERSUASION, a most excitable new film adaptation of Jane Austen’s novel from director Carrie Cracknell, arrives on Netflix in 2022. pic.twitter.com/GSwzx8C2Y9 — NetflixFilm (@NetflixFilm) June 14, 2021
Estrela de “Cinquenta Tons de Cinza” lança modelo de vibrador
A atriz Dakota Johnson está aproveitando a fama conquistada após estrelar a trilogia “Cinquenta Tons de Cinza” para fazer um lançamento especial de sua marca Maude. A atriz de 31 anos apresentou o “Drop”, um vibrador versátil, em sua conta pessoal do Instagram. “É com um grande prazer que apresento a vocês nosso novo produto. A Maude está lançando esse massageador que pode ser usado para estimular todas as zonas erógenas, com um parceiro ou sozinho”, explicou. “Sua versatilidade como um massageador íntimo e massageador corporal em todos os lugares é absolutamente épica. Sem mencionar que é o tamanho da viagem, discreto e legítimo.” “Eu o mantenho na minha bolsa? Sim. Obrigado e boa noite”, completou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Dakota Johnson (@dakotajohnson)
Persuasão: Dakota Johnson vai estrelar adaptação do último romance de Jane Austen
Dakota Johnson assinou contrato para estrelar “Persuasion”, uma versão moderna do romance “Persuasão”, de Jane Austen, na Netflix. A produção está prevista para começar em maio e vai marcar a estreia da diretora de teatro Carrie Cracknell à frente de um longa-metragem. Descrita pela Netflix e a produtora MRC como uma “abordagem moderna e espirituosa de uma história amada”, a adaptação é assinada por Ronald Bass, o roteirista veterano de “O Casamento do Meu Melhor Amigo”, e a novata Alice Victoria Winslow. “Persuasão” foi o último romance completo de Austen, publicado em 1817, logo após sua morte. A história, que já teve várias adaptações para a televisão e o teatro, nunca tinha sido levada para o cinema. A trama gira em torno de Anne Elliot, uma mulher inconformada, que foi convencida a dispensar o cortejador Frederick Wentworth por ser pobre. Agora, com sua família esnobe à beira da falência, Wentworth retorna rico em busca de uma esposa.
Dakota Johnson vai estrelar nova série da criadora de I Am Not Okay With This
A atriz Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) vai estrelar e produzir uma nova série da Amazon. Intitulada “Rodeo Queens”, a atração será uma comédia em estilo de falso documentário, que vai acompanhar um grupo de candidatas ao troféu de Rainha do Rodeio, mostrando os bastidores da competição. A série foi desenvolvida por Christy Hall, cocriadora de “I Am Not Okay With This” na Netflix, e também contará com a cocriadora de “Portlandia”, Carrie Brownstein, como diretora de seus episódios. Johnson também se prepara para atuar a seguir em “The Lost Daughter”, adaptação de romance de Elena Ferrante, que marcará a estreia da atriz Maggie Gyllenhaal como diretora, e “Don’t Worry, Darling”, um thriller psicológico dirigido pela também atriz Olivia Wilde.










