Titãs: Visual da vilã Estrela Negra é revelado
A HBO Max divulgou o visual da vilã Estrela Negra (Blackfire), vivida por Damaris Lewis (“Pose”) na 3ª temporada de “Titãs” (Titans). A personagem, que também se chama Komand’r, é irmã da heroína Estelar (Starfire), interpretada por Anna Diop na série. Lewis chegou a aparecer em dois episódios da 2ª temporada, mas terá participação mais destacada nos novos capítulos, quando buscará eliminar sua irmã, com quem disputa o título de Rainha do planeta Tamaran. Vale lembrar que Estelar também aparecerá com um novo visual, revelado pela HBO Max em novembro do ano passado. Apesar desse conflito interplanetário, a 3ª temporada de “Titãs” vai se passar em Gotham City e incluirá ainda Barbara Gordon (interpretada por Savannah Welch, de “Boyhood”), além de mostrar a transformação de Robin (Jason Todd) no vilão Capuz Vermelho. O visual desse personagem, interpretado por Curran Walters, também já foi revelado. Para completar, a temporada abordará a morte (e a ressurreição) de Donna Troy, a Moça-Maravilha, que teve um destino trágico (e banal) ao final da 2ª temporada. Sua intérprete, Conor Leslie, continua no elenco da atração. Nos quadrinhos, a Moça-Maravilha original “morreu” para renascer como Troia. A data de estreia da 3ª temporada ainda não foi marcada.
Ator do novo filme de Batman será Robin na série dos Titãs
A Batfamília vai crescer bastante na 3ª temporada de “Titãs”. Após a escalação de Savannah Welch (“Boyhood”) como Barbara Gordon, a Batgirl original dos quadrinhos, a produção revelou que Jay Lycurgo (“I May Destroy You”) entrou na série como Tim Drake, o terceiro Robin da DC Comics (para quem está contando, são quatro Robins oficiais, sem considerar as versões femininas). A versão de Tim Drake que aparecerá na série é descrita como um garoto com experiência nas ruas que cresceu durão mas sem perder sua crença inabalável em heroísmo. Sua atitude tranquila é sustentada por uma mente quase genial, um detetive nato com percepção de detalhes muito além de sua idade. Além disso, ele é negro. Ou seja, exceto pelo fato de ser “um detetive nato”, completamente diferente do personagem dos quadrinhos – um menino rico e branco, filho de empresários-arqueólogos, que descobre a identidade de Batman. Criado por Marv Wolfman (o pai dos “Novos Titãs”) e Pat Broderick, Tim Drake foi introduzido em meados de 1989 num arco que tinha o objetivo de ajudar Batman a superar o trauma da morte de Jason Todd, o segundo Robin, pelas mãos do Coringa. Ao deduzir a identidade secreta de Batman e Asa Noturna, ele comprova sua capacidade para se tornar o terceiro o Robin – sua justificativa: “Batman precisa de Robin”. Mas mesmo tendo assumido a identidade do herói no final de 1990, ainda passou por um curso intenso de treinamento, que os leitores da época consideraram interminável. Jason Todd, claro, não morreu. Ele virou o vilão Capuz Vermelho. Na série, o ex-Robin (vivido por Curran Walters) também passará pela mesma transformação na 3ª temporada. Mas o que chama atenção na escalação de Tim Drake é que Jay Lycurgo também faz parte do elenco do novo filme de Batman. Fotos da produção revelam que ele integra uma gangue de caras-pintadas, que possivelmente tem relação com o Coringa – ou com os vampiros da série “Van Helsing” (kkk). Será a primeira vez que Tim Drake aparecerá numa produção live-action. A 3ª temporada de “Titãs” ainda não tem previsão de estreia. CASTING ANNOUNCEMENT: From the shadow of the bat, a new hero arrives to join season 3 of #DCTitans. Please welcome Jay Lycurgo as Tim Drake. pic.twitter.com/gjecFXjmea — DC Titans on Max (@DCTitans) January 28, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por LYCURGO (@jaylycurgo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por LYCURGO (@jaylycurgo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por LYCURGO (@jaylycurgo)
3ª temporada de Titãs revela novo visual de Estelar
A HBO Max divulgou o novo visual de Estelar (Starfire), personagem vivida por Anna Diop em “Titãs”. A imagem revela o traje que a atriz vai utilizar na 3ª temporada, que é bem parecido com o que a heroína veste nos quadrinhos, além de um tom diferente de cabelos, que deixam de ser vermelhos. No mesmo post nas redes sociais, a plataforma revelou a arte conceitual por trás da mudança, que lembra ainda mais a personagem dos quadrinhos e desenhos animados. O criador da heroína, Marv Wolfman, reconheceu a semelhança no Twitter: “Ótimo figurino e Anna fica demais nele. Estelar é excelente!”. O que rendeu agradecimentos de Diop. A expectativa é que Estelar ganhe um arco maior nos próximos episódios de “Titãs”, já que terá que enfrentar sua irmã Estrela Negra (Blackfire), vivida por Damaris Lewis (“Pose”). A 3ª temporada vai se passar em Gotham City e incluirá ainda o Espantalho e Barbara Gordon, além de mostrar a transformação de Robin (Jason Todd) no vilão Capuz Vermelho. O visual desse personagem, interpretado por Curran Walters, também já foi revelado. Para completar, a trama também deverá lidar com a morte (e a ressurreição) de Donna Troy, que teve um destino trágico (e banal) ao final da 2ª temporada. Sua intérprete, Conor Leslie, continua no elenco da atração. Nos quadrinhos, a Moça-Maravilha original “morreu” para renascer como Troia. A data de estreia da 3ª temporada ainda não foi marcada. Bow when in the presence of Queen Starfire 🔥 @TheAnnaDiop @hbomax pic.twitter.com/p7Kv2Ez2TX — DC Titans on Max (@DCTitans) November 23, 2020 Thank you, Marv!! 🥰🥰 — Anna Diop (@TheAnnaDiop) November 23, 2020
DC Universe imita a HQ Uma Morte em Família e pede para o público votar se Jason Todd deve morrer em Titãs
A pior ideia da História da DC Comics foi repetida como farsa pela plataforma DC Universe. Algum executivo com senso de humor macabro resolveu colocar o destino de Jason Todd, o Robin da série “Titãs”, nas mãos do público. O personagem interpretado por Curran Walters foi capturado e torturado pelo vilão Exterminador (Deathstroke), e visto no episódio da semana passada caindo para sua morte certa. Convocado a votar se Jason vive ou morre, o público usou as redes sociais para votar em massa pela morte do personagem. Desta vez, porém, uma reviravolta de última hora fez com que os votos por sua sobrevivência superassem em 2% a vontade dos trolls na contagem final. A votação pode ter sido manipulada para refletir a solução dramática do episódio, que vai ao ar nesta sexta (11/10) nos Estados Unidos. Mas a morte original do personagem nos quadrinhos também foi resultado de uma campanha manipulada para o mal, que marcou a pré-história dos trolls e robôs na interação do público com a cultura pop. Em 1988, no arco conhecido como “Uma Morte em Família” (A Death in the Family), a DC pediu a participação do público através de telefonemas e cartas, para decidir o futuro de Jason. Na ocasião, ele estava preso e sendo torturado pelo Coringa, que, atendendo aos pedidos do público, acabou matando o personagem. Quando lançaram a convocação, os editores esperavam que os leitores pedissem que Jason fosse salvo. Mas se espantaram com a grande votação por sua morte. O personagem era controvertido, por isso aceitaram a decisão como sinal de uma rejeição muito grande. Entretanto, posteriormente veio à tona que o resultado foi forjada por uma pessoa, que usou um computador para programar ligações em massa para o número de telefone 0800 divulgado para votar a favor da morte do segundo Robin. Pela reviravolta “milagrosa” da nova votação, os responsáveis pela série são mais espertos que os antigos editores, especialmente nesses dias em que o uso de robôs é conhecido e disseminado. De todo modo, a morte do Jason dos quadrinhos acabou “desfeita” 15 anos após a farsa ter sido desmascarada, numa história até hoje tão mal-explicada quando o resultado da votação. It’s time to ask the age-old question! Should @DCUTitans’ Jason Todd live or die? https://t.co/AlMBLlrzkH — DC Universe (@TheDCUniverse) October 10, 2019
Titans: Intérprete de Jason Todd encontra a estátua póstuma de Robin do filme Batman vs Superman
O ator Curran Walters (“Mulheres do Século 20”) causou sensação nesta semana ao aparecer na série “Titans” no papel de Jason Todd, o segundo e trágico Robin. Primeiro intérprete do personagem em live action, ele foi entrevistado pelo programa “DC Daily” para marcar a ocasião, e o cenário incluiu a célebre estátua póstuma de Robin pichada pelo Coringa, vista no filme “Batman vs. Superman”. Walters aproveitou para tirar uma foto ao lado da imagem e postá-la nas redes sociais. Veja abaixo. A estátua, claro, tem significado sombrio, já que o Coringa matou Jason Todd brutalmente nos quadrinhos. Mas morte é um conceito relativo na DC e Jason Todd não demorou a melhorar sua saúde e voltar a aparecer nas publicações da editora como o Capuz Vermelho, personagem que Walters adoraria interpretar na série dos “Titãs”, como confidenciou. Ele deu a entender que sua participação na série não vai se resumir apenas a um episódio. E em outra entrevista, ao site Comic Book Movie, praticamente anunciou que estará na 2ª temporada – já confirmada – da atração. “Titans” estreou em 12 de outubro na plataforma de streaming DC Universe, por enquanto disponível apenas nos Estados Unidos. E vai aparecer no Brasil por outro serviço de streaming, a Netflix, assim que terminar sua 1ª temporada. A série está atualmente na metade de seus 12 episódios inaugurais.
Robin encontra seu substituto em novo teaser da série Titans
A plataforma DC Universe, inaugurada no sábado (15/9) nos Estados Unidos, divulgou um novo teaser da série “Titans”, que foca o encontro de Dick Grayson (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), o Robin original, com seu substituto Jason Todd (Curran Walters, de “Mulheres do Século 20”). O entusiasmo do mais jovem é visível, enquanto o desconforto do mais velho é hilário. “Ele te deixa dirigir o Batmóvel?” O encontro também sinaliza que em algum momento da 1ª temporada, Dick Grayson vai assumir sua identidade de Asa Noturna para não ser confundido e se distanciar do legado de Batman. Segundo a sinopse oficial, a história vai girar justamente em torno do personagem, que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, com Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon). Além dos citados, também fazem parte da série Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”), Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”) e o grupo Patrulho do Destino, que vai ganhar um spin-off após a estreia em “Titans”. Para quem não conhece o histórico dos personagens, a “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com o grupo, batizada de “Teen Titans” em inglês. Os Titãs clássicos também incluíram Ricardito (Speedy) e Dianinha, a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith, Rapina, Columba e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash e Aqualad, Tempestade) e até a Turma Titã teve sua denominação alterada para Novos Titãs, numa fase em que a equipe deixou de ser totalmente teen, trazendo Asa Noturna, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, praticamente a equipe da série – e da animação “Jovens Titãs”. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir, já adulta, sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção live action. “Titans” foi desenvolvida por Akiva Goldsman, roteirista do pior de todos os “Transformers” e do fiasco “A Torre Negra”, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável por todas as séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, ex-diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A atração vai estrear em 12 de outubro no DC Universe, por enquanto disponível apenas nos Estados Unidos. Mas ela pode aparecer no Brasil por outro serviço de streaming – há negociações com a Netflix.





