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    São Paulo chega a 10 cines drive-ins em um mês

    17 de julho de 2020 /

    Com a abertura de mais dois drive-ins, o estado de São Paulo passou a ter dez estabelecimentos do tipo em um mês, oito deles na capital, oferecendo programação regular de cinema. O Drive-In Marte começa a funcionar no aeroporto Campo de Marte neste sábado (18/7), com ingressos que variam de R$ 75 a R$ 100 e uma programação inaugural repleta de filmes inspirados em quadrinhos, como “Coringa”. Já o drive-in Go Dream começa a operar na quinta (23/7) no estádio do Pacaembu, que até recentemente abrigava um hospital de campanha para pacientes contaminados pelo coronavírus. Com espaço para 148 carros, o mais novo drive-in de São Paulo vai cobrar por R$ 200 por veículo, mas há a possibilidade de pagar uma meia-entrada solidária, doando 1 kg de alimento não perecível. A programação dos drive-ins paulistanos, entre esta sexta (17/7) e a próxima quinta, prevê a exibição de 49 filmes diferentes espalhados pelos dez drive-ins. Mas nenhum filme anunciado é inédito. Vale lembrar que até o mês passado a capital paulista não tinha nenhum estabelecimento do gênero – os primeiros foram abertos em 12 de junho, décadas após a tendência dos cinemas para carros sair de moda. Retrato maior da reviravolta, o cine drive-in da Praia Grande era um dos dois únicos estabelecimentos do tipo remanescentes em todo o país antes da pandemia de coronavírus. Ele continua a ser a única opção de cinema no litoral paulista.

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    Cinema britânicos voltarão a abrir em agosto

    17 de julho de 2020 /

    Os cinemas, teatros e casas de shows do Reino Unido poderão reabrir a partir do dia 1º de agosto. O anúncio foi feito por Oliver Dowden, secretário de cultura, mídia e esporte do governo britânico, pelas redes sociais. O secretário disse que a liberação acontece após a aprovação de “programas piloto” supervisionados pelo governo, incluindo performances da Orquestra Sinfônica de Londres que admitiram espectadores, implementando medidas de distanciamento social. O governo do Reino Unido ainda não apresentou as medidas de segurança que serão exigidas dos proprietários dos estabelecimentos durante a reabertura. A retomada da China, porém, sugere um modelo para o entretenimento pós-pandemia do coronavírus. A partir de segunda (20/7), os cinemas chineses poderão reabrir com a metade suas sessões diárias habituais e ocupação de apenas 30% de suas salas. Além disso, os ingressos só serão vendidos online, o uso de máscaras será obrigatório e os clientes terão suas temperaturas checadas antes de ingressarem nos locais. Mas o detalhe mais curioso é que os filmes exibidos não poderão ter mais de 2 horas de duração, para diminuir o tempo passado nas salas. Vários blockbusters recentes têm em torno de 2h30 de duração e alguns, como “Titanic” e “Vingadores: Ultimato”, até 3 horas. From 1 August socially distanced audiences can return for indoor performances in theatres, music halls and other venues. This builds on pilots with @londonsymphony and others. So pleased to make progress to Stage 4 of our road map for culture. pic.twitter.com/Js7dQUghZ6 — Oliver Dowden (@OliverDowden) July 17, 2020

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    Nova York anuncia volta das filmagens a partir de segunda-feira

    17 de julho de 2020 /

    A prefeito de Nova York, Bill de Blasio, anunciou nesta sexta (17/7) que a produção de filmes e séries poderá ser retomada na cidade a partir de segunda-feira (20/7). As filmagens estavam paralisadas em toda a cidade desde março, quando Nova York se tornou o epicentro da pandemia de coronavírus nos EUA. “É tudo uma questão de segurança. Queremos trazer as pessoas de volta ao trabalho. Queremos que as pessoas recuperem seus meios de subsistência. Queremos trazer nossa cidade de volta. Mas segurança e saúde em primeiro lugar, sempre”, declarou o prefeito em entrevista coletiva. A retomada das produções cinematográficas faz parte da fase 4 de reabertura de Nova York. Nesta semana, as hospitalizações por covid-19 chegaram ao nível mais baixo dos últimos quatro meses na cidade.

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    Os Novos Mutantes: Teaser traz imagens inéditas e convite para painel virtual da Comic-Con

    17 de julho de 2020 /

    A 20th Century Studios divulgou um novo teaser legendado de “Os Novos Mutantes”, última produção da Marvel realizada pela antiga Fox. A prévia tem algumas cenas inéditas envolvendo a heroína Magia, mas seu objetivo principal é divulgar o painel do filme na Comic-Con Internacional, que vai acontecer virtualmente na próxima quinta (23/7), aberto para todo mundo. “Os Novos Mutantes” é um dos filmes prontos mais adiados de todos os tempos. Filmado em 2016, deveria ter estreado originalmente em 2018, mas a Fox decidiu agendar refilmagens e remarcou seu lançamento para 2019. Só que neste meio tempo a Disney comprou a Fox e as refilmagens nunca foram feitas. Enquanto o novo proprietário decidia o que fazer com o longa, mais um ano se passou. E quando a estreia foi agendada para março, veio o coronavírus, que tirou o longa do calendário. Uma nova data foi recentemente anunciada. Mas também não deve ser cumprida, porque prevê o lançamento em agosto. Com essas idas e vindas, o diretor Josh Boone (de “A Culpa É das Estrelas”) só retomou a produção no fim do ano passado, acrescentando os efeitos que aprimoraram o visual das habilidades místicas de Illyana/Magia, notadamente sua espada de energia, além de Lockheed, o dragão roxo da personagem. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) como Miragem e o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar. Para completar, o elenco inclui a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Apesar de três anos de trailers já divulgados, a trama continua pouco clara, refletindo uma sinopse incrivelmente curta sobre cinco jovens mutantes que ainda estão descobrindo seus poderes e que são mantidos reclusos em um local contra a sua vontade. Maiores detalhes devem ser revelados na Comic-Con, na quinta-feira a partir das 18h.

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    China começa a reabrir cinemas na segunda

    16 de julho de 2020 /

    O governo chinês autorizou a maioria dos cinemas no país a abrir suas portas a partir da próxima segunda (20/7). A informação é do The Hollywood Reporter. Os cinemas na China estão fechados desde 23 de janeiro, como medida de prevenção contra o coronavírus. Nestes quase seis meses de fechamento, pesquisas indicam que até 40% dos cinemas no país foram à falência. Com o relaxamento das medidas de restrição, salas e multiplexes localizados em “áreas de baixo risco”, onde os índices de infecção são menores, segundo o governo chinês, poderão abrir as portas. Em outros locais do país, os cinemas terão que esperar mais um pouco pela ordem de reabertura. Os estabelecimentos que voltarem a funcionar terão que adotar medidas de segurança rígidas, como comercialização de apenas 30% de assentos da capacidade das salas e funcionamento em metade dos horários habituais das sessões diárias. Além disso, o uso de máscaras será obrigatório e os usuários terão temperatura checada antes de entrar nos estabelecimentos. Outras restrições atingem até a duração dos filmes, porque a exibição não poderá ter mais de duas horas para diminuir o tempo passado na sala. Para completar, os ingressos só serão vendidos online. A reabertura dos cinemas na China deve ser marcada pela estreia de títulos ocidentais que já foram exibidos no resto do mundo, mas ainda continuam inéditos no país devido ao fechamento das salas em janeiro, como “1917”, “Adoráveis Mulheres”, “Jojo Rabbit”, “Sonic: O Filme” e “Bad Boys Para Sempre”.

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    Festival de Gramado anuncia edição televisiva em 2020

    16 de julho de 2020 /

    A organização do Festival de Cinema de Gramado anunciou que o evento deste ano será televisivo. Inicialmente programado para agosto, o festival de cinema já tinha sido adiado para setembro e agora sua realização física foi descartada, após análise do cenário nacional em função da pandemia de covid-19. No novo modelo, as produções selecionadas para as mostras competitivas serão exibidas no Canal Brasil, parceiro do evento, e os conteúdos também devem ficar disponíveis por 24 horas no serviço de streaming Globosat Play. A programação será veiculada entre os dias 18 e 26 de setembro, acompanhando o calendário de exibição do festival. O canal de TV paga também fará a transmissão da cerimônia de premiação, que será realizada no palco do Palácio do Festivais, sede do evento na serra gaúcha, seguindo todos os protocolos de segurança à disposição. “Até aqui, foram 47 edições apoiando a produção nacional, mesmo nos momentos mais difíceis, desde a valorização dos curtas, escola e porta de entrada para grandes cineastas. Mais do que nunca, é hora de honrarmos a nossa tradição e mantermos a cooperação e parceria com realizadores”, disse o gerente de projetos da Gramadotur, responsável pela realização do Festival, Diego Scariot em comunicado. “Além disso, o modelo é totalmente inovador, inédito no país. É mais um desafio para Gramado, no ano em que temos novos curadores (Pedro Bial e Soledad Villamil), equipe reduzida e patrocinadores afastados, no momento. Nosso compromisso é inovar e evoluir”, acrescentou.

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    CCXP 2020 será evento 100% virtual

    16 de julho de 2020 /

    A CCXP (Comic Con Experience) de 2020 será totalmente virtual. A decisão foi consequência da pandemia de covid-19, numa iniciativa para evitar contágio e respeitar as regras de distanciamento social. Chamado de “CCXP Worlds: A Journey of Hope”, o evento brasileiro – apesar do nome em inglês – , não teve maiores detalhes compartilhados. A organização informou nesta quinta (16/7) que mais novidades serão divulgadas em 25 de agosto, durante uma entrevista coletiva. Mas um detalhe foi adiantado. Como a convenção será digital, os organizadores decidiram ampliar seu alcance para que a programação possa ser acompanhada pelo mundo inteiro – ou mundos, como Pandora e Terra Média, para usar as referências dos realizadores. O anúncio foi acompanhado por um vídeo publicado nas redes sociais, em que fãs caracterizados de personagens ajudam a ilustrar a frase principal da mudança: “A CCXP não é um lugar, ela acontece onde a gente quiser”. Ao lado do vídeo com cosplayers, um texto faz referências a naves espaciais famosas da ficção científica e acrescenta uma previsão de partida em “aproximadamente 5 meses” para a CCXP “100% virtual”. Originalmente prevista para o começo de dezembro, esta será a primeira edição completamente virtual do evento. Mas não será a primeira convenção geek a acontecer desta forma. A Comic-Con Internacional, de San Diego, vai lançar sua versão online já na próxima semana, entre 22 e 26 de julho, datas originalmente previstas para sua realização física, com várias atrações já confirmadas. Torre de controle para Tardis, Enterprise, Jupiter 2, Millennium Falcon e sala de estar do apartamento 467. Previsão de partida: aproximadamente 5 meses. Destino: todos os mundos. Vem aí a #CCXPWorlds, uma CCXP com tudo o que a CCXP tem, mas 100% virtual. Novidades em agosto. pic.twitter.com/kvBlbW9pf6 — CCXP (@CCXPoficial) July 16, 2020

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    Ministério Público entra com ação contra o governo por “abandono” da Cinemateca

    16 de julho de 2020 /

    O Ministério Público Federal ajuizou uma ação civil pública contra a União nesta quarta-feira (15), considerando a situação em que se encontra a Cinemateca Brasileira, em São Paulo, como “abandono” por parte do governo. A instituição encontra-se “carente de ininterruptas medidas de conservação”, “estrangulamento financeiro e abandono administrativo”, entre outros pontos, diz o documento ajuizado na 1ª Vara Cível Federal de São Paulo, que pede a renovação do contrato de gestão da Cinemateca Brasileira com a Associação Roquette Pinto (Acerp), o repasse imediato de R$ 12 milhões, recursos já previstos e alocados no orçamento, além da reestruturação, manutenção e empoderamento do Conselho Consultivo da Cinemateca em um prazo de 60 dias, entre outras demandas. A Procuradoria pede providências de preservação patrimonial cultural e de continuidade do serviço público prestado no órgão, responsável pela preservação e a difusão do acervo audiovisual brasileiro. Fundada em 1946, a Cinemateca guarda registros inestimáveis, como filmes feitos durante as incursões do Exército brasileiro na 2ª Guerra Mundial, clássicos do Cinema Novo, documentários do Brasil do começo do século 20, coleção de imagens raras da TV Tupi, primeira emissora de TV do país, inaugurada em 1950, 1 milhão de documentos relacionados à área do audiovisual, 245 mil rolos de filmes e 30 mil títulos de cinema, entre obras de ficção, documentários, cinejornais, filmes publicitários e registros familiares de personalidades históricas. O descaso com o acervo precioso que trata da própria História do Brasil é consequência da política anticultural do governo Bolsonaro, que paralisou os investimentos no setor. Em maio, o governo federal chegou a anunciar que pretendia reincorporar a instituição à União, mas nenhuma medida foi anunciada ou tomada nesse sentido desde então, além da autodeclaração da ex-secretária da Cultura Regina Duarte dizendo que tinha ganhado a Cinemateca de “presente” de Bolsonaro. “Acabo de ganhar um presente, que é o sonho de qualquer profissional de comunicação, de audiovisual, de cinema e de teatro, um convite para fazer a Cinemateca que é um braço da cultura em São Paulo. Ficar secretariando o governo na cultura dentro da Cinemateca. Pode ter presente maior do que isso?”, disse Regina, em vídeo em que “comemorou” sua demissão da Secretaria da Cultura por Bolsonaro. Entretanto, a Cinemateca não é administrada pelo governo. Há quatro anos, ela teve sua gestão transferida para a Sociedade Civil e há dois era administrada pela Acerp. Então vinculada ao Ministério da Educação para a gestão da TV Escola, a Acerp ganhou a licitação para gerir a Cinemateca Brasileira em 2018 e assinou um termo aditivo ao Contrato de Gestão da emissora. No final de 2019, o desastroso ministro da Educação Abraham Weintraub decidiu encerrar de forma unilateral e abrupta o contrato de gestão da TV Escola e, com isso, também extinguiu o termo aditivo da Cinemateca Brasileira. Esse imbróglio político e jurídico colocou a administração da Cinemateca no limbo. Nos últimos meses, funcionários e ativistas vêm denunciando a total renúncia de responsabilidades do governo Federal em relação à manutenção do acervo, dos funcionários, da sede na Vila Clementino e de um depósito de material na Vila Leopoldina. Com a falta de pagamentos, a energia que mantém o material em temperatura baixa pode ser cortada a qualquer momento, criando condições para a repetição de uma tragédia como a do incêndio do Museu Nacional, em 2018 no Rio. A diferença é que, desta vez, trata-se de uma tragédia anunciada, alardeada, com responsabilidades conhecidas e cobrada pela Justiça com antecipação. A Procuradoria pleiteia que a renovação emergencial do contrato de gestão seja feita em até cinco dias, “pelo período (transitório) de um ano, a contar (retroativamente) de 01.01.2020, com o consequente repasse orçamentário que originariamente já estava previsto e alocado para a execução do contrato de gestão da Cinemateca Brasileira para o ano de 2020, no valor de R$ 12.266.969,00, em favor da Acerp”. Outra demanda é que não haja o desligamento de nenhum funcionário da instituição. A ação afirma que uma “desmobilização (por mera dispensa ou ausência reiterada de pagamento) causará irreparável prejuízo imaterial à União (que demorou anos, décadas, para formar ali um polo reprodutor de tal conhecimento especializado)”.

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    Pandemia cancela minissérie sobre a vida de Evel Knievel

    15 de julho de 2020 /

    A Universal desistiu de transformar a vida do motociclista acrobático Evel Knievel numa série. A produção seria estrelada pelo ator Millo Ventimiglia (“This Is Us”) e exibida no canal pago USA Network, e estava prestes a começar a ser gravada quando a pandemia de coronavírus interrompeu todos os trabalhos de filmes e séries. A série tinha recebido sinal verde em setembro passado e fechou seu elenco central em dezembro, com Sarah Gadon (“True Detective”), David Krumholtz (“The Deuce”) e Michael Chernus (“Orange is the New Black”). Etan Frankel (“Shameless”) escreveu a trama, que foi descrita como um retrato emocionante de um homem complexo vivendo o sonho americano, equilibrando uma fama meteórica com a criação de sua família e encarando a possibilidade de que seu próximo salto pudesse matá-lo. Pra quem não sabe, Evel Knievel foi um dos grandes ícones americanos dos anos 1970, graças a seus audaciosos saltos de motocicleta em distância, sempre usando um uniforme com capa, como um super-herói. Ao todo, ele saltou 75 vezes entre rampas distantes, entre 1965 e 1980, muitas vezes caindo e se machucando diante de espectadores em eventos de cobertura nacional. Seu nome, por sinal, está no livro Guinness dos Recordes não pela quantidade de saltos, mas pelas 433 costelas quebradas ao longo da carreira. Knievel chegou a ficar em coma por 29 dias em 1967, após uma de suas manobras mais arriscadas. Sua vida de excessos lhe rendeu o título de motociclista mais audacioso de todos os tempos – e foi a inspiração para a criação do Motoqueiro Fantasma nos quadrinhos. Ele morreu em 2007, aos 69 anos, devido a um doença pulmonar. A decisão de abandonar a telebiografia se deu por conta da agenda do ator Ventimiglia. Ele planejava gravar a minissérie durante o hiato de “This Is Us”, que estrela na rede NBC. Mas como o cronograma original não pôde ser cumprido, ele só teria nova folga em 2021. Mesmo assim, os protocolos de higiene e segurança criados após a pandemia tendem a aumentar o período das gravações, comprometendo sua disponibilidade para as duas produções. Caso a condições sejam favoráveis, o estúdio ainda pode tentar realizar a produção em 2021, mas não para o USA. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, a ideia agora é tentar salvar o projeto com sua negociação para alguma plataforma de streaming.

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    Festival de Telluride é cancelado devido à covid-19

    14 de julho de 2020 /

    Os organizadores do Festival de Cinema de Telluride anunciaram nesta terça (14/7) o cancelamento a 47ª edição do evento, prevista para a primeira semana de setembro na cidade do Colorado, nos Estados Unidos, devido à pandemia de coronavírus. O anúncio foi feito por meio de um comunicado, que afirma que a decisão foi tomada após o agravamento da pandemia nos EUA, já que até a semana passada havia “um plano muito bom” para seguir em frente com o festival. Devido aos números crescentes da covid-19 no país, o plano acabou descartado. “Após meses de debate intenso em relação a promover um evento fisicamente, nós chegamos à conclusão unânime e de partir o coração de cancelar a celebração de filmes deste ano em Telluride”, diz o texto dos organizadores do evento. “Não importa quantos de nós usamos máscaras e nos atentamos às medidas de distanciamento social, a pandemia piorou em vez de melhorar, e a saúde e segurança de vocês não pode ser comprometida.” Apesar de menos conhecido do que os festivais de Cannes, Veneza e Toronto, Telluride tem sido importante para a chamada “temporada do Oscar”, quando os estúdios apresentam seus filmes buscando criar burburinho para a premiação. Os que conseguem aprovação da crítica nestes eventos passam a estrelar campanhas de marketing ferrenhas. A repercussão em Telluride foi importante, por exemplo, para o Oscar de “O Parasita” neste ano, além de dar fôlego para as indicações de “Dois Papas”, até então ignorado pela crítica. Segundo os organizadores, alguns filmes que integravam a seleção deste ano poderão ser vistos em outros festivais parceiros. Os eventos de Nova York, Toronto e Veneza seguem firmes na decisão de manter suas edições de 2020.

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    Oliver Stone acha “ridículo” filmar sob regras contra abuso sexual e prevenção de covid-19

    14 de julho de 2020 /

    Oliver Stone mostrou-se um diretor fora da realidade, em entrevista ao New York Time Magazine neste fim de semana. Ele afirmou que não se vê trabalhando sob as regras e medidas de segurança que se tornaram obrigatórias para a produção cinematográfica atual. “Tudo se tornou muito frágil, muito sensível. Na Hollywood de hoje, você não consegue fazer um filme sem um especialista em coronavírus, sem um conselheiro de sensibilidade [contra situações de assédio sexual]. É ridículo”, acusou. “É um mundo politicamente correto agora, e eu acho que não tenho vontade de retornar a ele. Eu nunca vi o showbusiness tão doido assim. É como uma festa do chá em ‘Alice no País das Maravilhas'”, comparou ainda. Embora já existissem antes, os conselheiros de sensibilidade se tornaram mais comuns em Hollywood após o movimento #MeToo, que denunciou casos de assédio e abuso sexual no ambiente de trabalho — especialmente na indústria do cinema. Depois disso, o coronavírus implicou na criação de um novo protocolo de segurança para que as filmagens possam ser retomadas durante a pandemia. As regras foram idealizado por sindicatos e companhias de produção de Hollywood, e são uma medida que pode salvar vidas de pessoas como… Oliver Stone, que faz parte do grupo de risco da covid-19, com 73 anos de idade.

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    Astro de Riverdale vai estrelar produção de Michael Bay sobre a pandemia

    13 de julho de 2020 /

    A empresa produtora de Michael Bay conseguiu reverter o veto do SAG-AFTRA, sindicato dos atores dos EUA, às filmagens de “Songbird”. O trabalho foi autorizado após se adequar às regras de filmagens sob a pandemia de covid-19, e a equipe aproveitou para anunciar os nomes de seus protagonistas. Os atores K.J. Apa (o Archie de “Riverdale”) e Sofia Carson (a Evie de “Descendentes”) foram definidos como os personagens principais da produção de Michael Bay, que trata, justamente, da pandemia. Eles vão se juntar a Demi Moore (“Margin Call”), Craig Robinson (“Ghosted”) e Peter Stormare (“Deuses Americanos”), previamente anunciados. Com direção de Adam Mason, um especialista em terrores baratos, que co-escreveu o roteiro com Simon Boyes – os dois já trabalharam juntos em sete filmes, desde a estreia de ambos em “Jogos Sangrentos” (2006) – , o filme se passa em 2022 e pretende mostrar um futuro em que houve agravamento do quadro da pandemia, mantendo o mundo sob severas condições de isolamento. A sinopse divulgada nesta segunda (13/7) centra-se no casal Nico (Apa), um jovem com uma rara imunidade à pandemia e que trabalha como entregador, e a jovem artista Sara (Carson), que começam um relacionamento amoroso apesar dela estar presa em casa de quarentena. Nico precisará enfrentar todos os obstáculos para ficar com a garota que ele ama e ainda lutar contra a família poderosa da jovem, liderada pela matriarca (Demi Moore) que fará de tudo para proteger sua família e manter seu estilo de vida. A produção cita filmes como “Atividade Paranormal” e “Cloverfield” como influências para criar “um clima de paranoia” na sua trama. Mas os dois filmes citados são mais conhecidos por usar cenas captadas por câmeras amadoras, manipuladas pelos próprios atores. São exemplos da estética “found footage”, cuja narrativa é construída a partir de vídeos “encontrados” (após os fatos), que apresentam as imagens da trama. A equipe acertou detalhes da pré-produção através de videoconferências, tecnologia que também foi usada no processo de escalação e preparação dos atores. “Songbird” ainda não tem previsão de estreia.

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    Raymundo Capetillo (1945 – 2020)

    13 de julho de 2020 /

    O ator mexicano Raymundo Capetillo morreu na madrugada desta segunda (13/7), aos 76 anos. Ele foi diagnosticado com covid-19 e estava internado desde o dia 4 de julho, segundo a Andi (Associação Nacional de Atores do México). Capetillo era conhecido por seus papéis em novelas, como “A Rosa dos Milagres”, transmitida pelo SBT, e “Marisol”, que ganhou uma versão brasileira, também no SBT. Mas iniciou sua carreira no cinema, numa participação em “El Despertar del Lobo” (1970), comédia de um especialista em terror, René Cardona Jr. Na verdade, fez vários filmes nos anos 1970, incluindo um capítulo de 1975 da saga de Santo (“Santo en Anónimo Mortal”), o lendário astro mascarado de lucha libre que enfrentava criminosos e criaturas das trevas. Ao assinar contrato com a Televisa em 1977, acabou se especializando em telenovelas. Ele estrelou vários sucessos do gênero, como “Viviana” (1978) “Aprendiendo a Amar” (1980), “A Fera” (1983), “Victoria” (1985), “Rosa Selvagem” (1987), “Marisol” (1996), “Manancial” (2001), “Barrera de Amor” (2005) e “A Rosa dos Milagres” (2008). Seus trabalhos mais recentes incluem participações nas séries “Mulheres Assassinas” (2008-2010) e “Como Dice el Dicho” (2012-2020). “Com a alma destroçada, recebo a notícia de que meu amado amigo de toda a vida acaba de partir. Ele começou seu voo de volta para a casa do senhor. Descanse em paz, vou sentir sua falta, meu amigo”, escreveu a amiga e atriz Laura Zapata (“A Intrusa”), que estrelou “Rosa Selvagem” com Capetillo.

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