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    Astro de Breaking Bad revela ter pego covid-19

    30 de julho de 2020 /

    O ator Bryan Cranston, conhecido pelo papel de Walter White em “Breaking Bad”, revelou nesta quinta (30/7) que teve covid-19, mas, apesar de pertencer ao grupo de risco – tem 64 anos – já está curado. A experiência, porém, o levou de volta ao hospital. Mas não precisam se preocupar. Ele compartilhou um vídeo em suas redes sociais em que aparece num hospital doando plasma para ajudar pesquisadores a encontrar a cura para a doença, que já matou cerca de 150 mil pessoas nos Estados Unidos e 90 mil pessoas só no Brasil. Além da boa ação, seguindo o que Tom Hanks também fez após se curar da doença, Cranston aproveitou para deixar uma mensagem para seus seguidores. “Oi. Você agora provavelmente deve estar se sentindo um pouco ‘amarrado’, com sua mobilidade reduzida e, assim como eu, deve estar cansado disso. Bem, quero encorajar você a ter um pouco mais de paciência. Eu fui bastante rigoroso em seguir os protocolos e ainda assim fui contaminado pelo vírus”, escreveu. “Parece assustador agora que mais de 150 mil americanos morreram por causa disso. Eu fui um dos sortudos. Tive sintomas leves. Conto minhas bênçãos e peço a você para continuar usando essa maldita máscara, lavando as mãos e mantendo o distanciamento social. Nós podemos prevalecer, mas somente se seguirmos as regras juntos. Fiquem bem”, finalizou. Ver essa foto no Instagram Hi. About now you’re probably feeling a little tied down, restricting your mobility and like me, you’re tired of this!! Well, I just want to encourage you to have a little more patience. I was pretty strict in adhering to the protocols and still… I contracted the virus. Yep. it sounds daunting now that over 150,000 Americans are dead because of it. I was one of the lucky ones. Mild symptoms. I count my blessings and urge you to keep wearing the damn mask, keep washing your hands, and stay socially distant. We can prevail – but ONLY if we follow the rules together. Be well – Stay well. BC Uma publicação compartilhada por Bryan Cranston (@bryancranston) em 30 de Jul, 2020 às 9:32 PDT

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    Universal e maior rede de cinema dos EUA fecham acordo histórico para diminuir janela de exibição

    29 de julho de 2020 /

    Depois de enfrentar ameaça de boicote das redes de cinema dos EUA por sua decisão de lançar “Trolls 2” em VOD, o estúdio Universal virou o jogo e conseguiu diminuir a janela de exibição nos EUA, fechando um acordo com a maior empresa de distribuição de filmes do país, a AMC. A mudança é histórica. Pelo novo contrato, os filmes do Universal poderão ser lançados em plataformas de vídeo sob demanda (aluguel digital) depois de apenas 17 dias de exibição nas salas. Em termos de mercado, isto representa três fins de semana consecutivos. Um número muito menor que a janela até então vigente, de cerca de três meses, que os filmes precisavam esperar para serem oferecidos de forma digital. “A experiência cinematográfica continua sendo o coração do nosso negócio”, iniciou Donna Langley, diretora da Universal Filmed Entertainment Group, no comunicado. A frase de elogio às salas de cinema, claro, é seguida por um “mas” retórico. “A associação forjada com a AMC é impulsionada por nosso desejo mútuo de assegurar um futuro próspero para o ecossistema de distribuição de filmes e satisfazer a demanda dos consumidores”, acrescentou. As empresas não revelaram detalhes do acordo, mas a AMC, que tem mais de 8 mil salas, receberá parte dos lucros da Universal com a exibição dos vídeos sob demanda. “A AMC abraça com entusiasmo este novo modelo de indústria, tanto porque estamos participando da totalidade da economia da nova estrutura, quanto porque o vídeo premium ‘à la carte’ cria o potencial agregado de aumentar a rentabilidade dos estúdios cinematográficos, o que por sua vez deverá levar à produção de mais filmes”, disse o diretor-executivo da AMC, Adam Aron. “Este acordo plurianual preserva a exclusividade da exibição em salas de cinema durante pelo menos os três primeiros fins de semana de estreia de um filme, quando normalmente é gerada a maior parte da receita de bilheteria”, acrescentou. “Universal e AMC acreditam que isto expandirá o mercado e beneficiará a todos”, concluiu. O acordo é considerado surpreendente, porque a AMC foi uma das primeiras distribuidoras a atacar a Universal Pictures, após o estúdio antecipar “Trolls 2” e outras estreias digitais devido à pandemia de coronavírus, que levou ao fechamento de salas e paralisou produções. Em abril, a AMC anunciou que não projetaria mais nenhum filme da Universal em suas salas enquanto o estúdio mantivesse essa postura. Três meses depois, as salas da AMC ainda continuam fechadas pela pandemia e a Universal comemora lucro surpreendente com as locações digitais. A covid-19 começou a antecipar tendências econômicas que muitos acreditavam inevitáveis, mas nunca que aconteceriam tão rapidamente. O negócio deve ser seguido por outros estúdios e distribuidoras e criar uma nova situação, em que os cinemas terão ciclos menores de exibição e, por consequência, precisarão receber mais filmes. Isto pode estimular a maior produção dos estúdios. Ou baratear os filmes para que mais títulos sejam produzidos pelo mesmo orçamento. Outro efeito é o fortalecimento no mercado de VOD, que parecia destinado a desparecer diante da proliferação das plataformas de streamings por assinatura dos estúdios. Pouco explorado, o VOD ganhou força com a pandemia e transformou “Trolls 2” num fenômeno comercial, que rendeu mais de US$ 100 milhões nos EUA e mostrou à Universal um caminho que agora vai impactar toda a indústria. É a volta das videolocadoras. Agora digitais.

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    Versão online da Comic-Con decepciona e reúne pouco público

    28 de julho de 2020 /

    Primeira tentativa de realizar um grande evento de forma virtual, a versão online da Comic-Con não conseguiu empolgar o público e fracassou em materializar uma versão digital da convenção real. Os organizadores prometeram o melhor dos mundos, uma edição cheia de atrações, gratuita e sem filas. Mas a Comic-Con@Home teve poucas estrelas do mundo do entretenimento e, tragicamente, pouca presença de fãs. Além da baixa visualização dos vídeos disponibilizados, faltaram fãs na própria programação. Maior atrativo de qualquer Comic-Con, os cosplays acabaram esquecidos pelos organizadores, sem aparecer em nenhum vídeo, embora habitualmente sejam as imagens mais associadas à festa geek. Também não houve comércio virtual, um oportunidade perdida para promoções e lançamentos que, em outros tempos, movimentariam fortunas nos corredores do centro de convenções de San Diego. Faltou até programação interativa – e alternativa – , com passatempos temáticos. A Comic-Con@Home se restringiu a uma sucessão de vídeos produzidos com o aplicativo Zoom, reunindo cabeças falantes. E, aparentemente, alguns desses vídeos, apresentados como “lives”, eram pré-gravados. Keanu Reeves, que participou de dois painéis no fim de semana – para divulgar “Bill & Ted: Encare a Música” e comentar os 15 anos de “Constantine” – , acabou sendo a maior estrela do evento, que ainda contou com o elenco do filme “Os Novos Mutantes”, das séries das franquias “Star Trek” e “The Walking Dead”, e um punhado de outras atrações televisivas. Apesar de alardeados 350 painéis online, menos de duas dezenas foram dedicados a filmes e séries. Já as discussões acadêmicas sobre o que representa “A máscara nos quadrinhos de ‘Watchmen'”, “A psicologia da cultura pop de Natal” e “A ciência de ‘Star Trek'” ficaram às moscas. Não por acaso, a grande maioria dos vídeos disponibilizadas na página da Comic-Con Internacional no YouTube registrou menos de 2 mil visualizações. Alguns não conseguiram atrair nem 500 pessoas. A Comic-Con Internacional sempre teve esses debates obscuros, mas eles nunca chamaram tanta atenção quanto em sua versão virtual. O formato do evento “democratizou” a programação, colocando painéis hollywoodianos ao lado de discussões da “academia dos geeks”, sem priorizar destaques. A única divisão oferecida foi a dos dias da semana. Mais assistido de todos os painéis, o encontro de vários intérpretes da série “Vikings”, da 1ª à última temporada, atraiu o interesse de 223 mil pessoas. Só outro vídeo chegou perto desses números: “Os Novos Mutantes”, que reuniu 213 mil pessoas. Este painel foi também o que mais caprichou em novidades. Além de reunir o diretor e o elenco completo, apresentou a primeira cena do filme e um trailer inédito. Nenhum outro momento da programação chegou perto desse volume. Entre os bate-papos mais bem-sucedidos, o debate com Keanu Reeves sobre “Constantine” foi visto por 67 mil e um painel dedicado aos papéis heroicos de Charlize Theron teve 57 mil visualizações. Dentre as séries, depois de “Vikings” o programa mais assistido foi dedicado a “The Walking Dead”, que reuniu 87 mil fãs, seguido por “Fear The Walking Dead”, visto por 72 mil e um painel com diversas atrações do universo “Star Trek”, prestigiado por 64 mil. Outros destaques incluíram a participação do elenco de “The Boys”, com 54 mil visualizações, “His Dark Materials”, com 44 mil, e o curioso empate de público dos painéis de “The 100”, “Wynona Earp” e “What We Do in The Shadows”, com 34 mil espectadores. O dado negativo ficou por conta do desinteresse gerado pelo painel da 4ª temporada de “Van Helsing”, visto por apenas 4 mil pessoas. A falta de grandes atrativos se deveu à ausência de produções da Disney e da WarnerMedia. Os dois conglomerados decidiram dar pouca importância para o evento, porque têm outros planos de divulgação. A Disney tem sua própria “Comic Con”, a D23 Expo, que este ano também deverá ser virtual, e a Warner anunciou sua primeira convenção dedicada às atrações da DC Comics, a DC FanDome, que vai acontecer no dia 22 de agosto. Se a realização da Comic-Con@Home não foi exatamente o que os fãs esperavam, o que acabou se materializando serviu para alertar os “concorrentes” sobre o que precisa ser aperfeiçoado. Além disso, demonstrou para todo mundo que não é caro nem muito difícil organizar uma convenção digital. Sem as dificuldades logísticas para reunir diversos astros num mesmo local, acomodar o público e ainda contar com equipamento sofisticado para exibições especiais, até fãs estão fazendo convenções online. Durante o fim de semana da Comic-Con, aconteceram duas: JusticeCon, dedicada à “Liga da Justiça”, com a presença do diretor Zack Snyder e do ator Ray Fisher (Ciborgue), e #SaveDaredevil, com diversos atores e a equipe da série “Demolidor”. Só a entrevista com Zack Snyder na JusticeCon foi acompanhada por 281 mil pessoas. Ou seja, teve mais público que a atração mais vista da Comic-Con@Home.

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    A busca da vacina de covid-19 vai virar série do diretor de Vice

    27 de julho de 2020 /

    O diretor de “A Grande Aposta” (2016) e “Vice” (2018) vai trocar a economia e a política pela ciência em seu próximo projeto. Adam McKay vai produzir uma série sobre a busca de uma vacina para o novo coronavírus. A HBO aprovou a produção de “The First Shot”, minissérie baseada no livro homônimo – e ainda inédito – do jornalista Brendan Borrell sobre as empresas envolvidas na pesquisa, a ciência das vacinas e os desafios em relação ao acesso e segurança da vacinação contra a covid-19. Borrell tem escrito sobre a pandemia de coronavírus em publicações como National Geographic, Wired e Science. O projeto faz parte de um acordo geral firmado entre a produtora de McKay, Hyperobject Industries, e a WarnerMedia, que já rendeu a série “Succession” na HBO e colocou em desenvolvimento várias minisséries, como uma adaptação do filme “Parasita”, de Bong Joon-ho, e a história do time de basquete Los Angeles Lakers dos anos 1980, ambas também na HBO. McKay ainda está desenvolvendo uma série de antologia sobre mudanças climáticas para a HBO Max.

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    NeXT: Ator da Marvel enfrenta Inteligência Artificial maligna em trailer de nova série

    25 de julho de 2020 /

    A rede americana Fox divulgou um novo trailer de “NeXT”, série sci-fi tecnológica estrelada por John Slattery (Howard Stark em “Vingadores: Ultimato”) e a brasileira Fernanda Andrade (“The First”). A trama acompanha o ataque de uma Inteligência Artificial maligna. Solta no mundo, ela aprende tudo o que há de errado na humanidade e se volta contra seus criadores, usando conexões da internet, câmeras e computadores a bordo dos mais diferentes veículos para promover destruição e mortes. Apenas um magnata paranoico da indústria da informática previa que o pior podia acontecer, tornando-se a última esperança para impedir o extermínio. Fãs de sci-fi devem recordar como essa premissa remete aos clássicos “Colossus 1980” (1970) e “Geração Proteus” (1977). Criação de Manny Coto (de “24 Horas”), com produção a cargo da dupla John Requa e Glenn Ficarra (diretores de “Golpe Duplo”), “Next” também destaca em seu elenco Michael Mosley (“Ozark”), Jason Butler Harner (também de “Ozark”), Eve Harlow (“Agents of SHIELD”), Aaron Moten (“The Night Of”), Gerardo Celasco (“Battleship”), a adolescente Elizabeth Cappucino (“Jessica Jones”) e o menino Evan Whitten (“Mr. Robot”). Originalmente concebida para a midseason, quando estreiam séries de menor potencial comercial, “NeXT” teve seu lançamento adiado em consequência da pandemia de coronavírus e agora será uma das poucas novidades da temporada de outono americano, considerada a época mais nobre da programação televisiva. O primeiro episódio vai ao ar no dia 6 de outubro.

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    Noruega dispensa quarentena para filmagens de Missão Impossível

    25 de julho de 2020 /

    O governo da Noruega autorizou as filmagens de “Missão: Impossível” no país durante o período de outono (entre setembro e novembro), abrindo mão das exigências de quarentena, estabelecidas para a entrada de estrangeiros no país. A produção dos sétimo e oitavo filmes da franquia de ação da Paramount já tinha conseguido anteriormente a mesma autorização das autoridades do Reino Unido. “Ela (filmagem) será realizada sob um regime abrangente de (prevenção) de infecção”, disse a ministra da Agricultura e Alimentos, Olaug Bollestad, em uma entrevista coletiva. “Os participantes da produção serão separados das outras pessoas durante sua estadia na Noruega, e isto significa que nem todos poderão ver estes destruidores de corações”, acrescentou ela. A equipe precisará apresentar exames negativos de covid-19 antes de viajar e na chegada à Noruega, além de incluir pessoal médico e um laboratório de exames móvel à disposição. A mídia norueguesa disse que o próprio astro da franquia, Tom Cruise, apelou à primeira-ministra Erna Solberg e ao ministro da Cultura, Abid Raja, para realizar a filmagem no país “Adoro o povo, a cultura, as vistas, seus fiordes, montanhas, cada parte da Noruega. É um país lindo”, teria dito Cruise, segundo Raja.

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    Senador confirma plano para transferência “ilegal” da Cinemateca para Brasília

    24 de julho de 2020 /

    A confusão causada pelo desgoverno Bolsonaro em torno da Cinemateca Brasileira continua a produzir notícias surreais. Há alguns dias, a secretaria de Cultura enviou uma pessoa para pegar as chaves da instituição, que não é administrada pelo governo federal. Depois dessa iniciativa não colar, as cabeças pensantes tiveram outra ideia genial. Já que não conseguem tomar a sede em São Paulo, manifestaram intenção de transferi-la para Brasília. No início da semana, a coluna Radar, da revista Veja, apurou que o governo federal já tinha colocado um plano de transferência em marcha. O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) disse à coluna ter sido escalado para encontrar uma sede para a instituição na capital federal. “Estou tentando identificar um local para poder disponibilizar ao Ministério do Turismo [atual responsável pela Cinemateca]”, assumiu o político, que ainda listou possíveis sedes. “Temos o CCBB do Banco do Brasil, por exemplo, e outras opções de lugares dentro do patrimônio público da União”, ele afirmou. O detalhe é que prédio da Vila Mariana foi restaurado nos anos 1990 já tendo em vista que abrigaria o acervo da Cinemateca – que é o maior acervo audiovisual da América Latina. Por isso, possui salas climatizadas, biblioteca, salas de exibição, etc. O material arquivado também é preservado em condições de refrigeração específicas. Não é algo que se resolva numa mudança simples de endereço. Além disso, qualquer transferência desse material para Brasília seria “ilegal”, de acordo com o procurador Gustavo Torres Soares, do Ministério Público Federal (MPF). Uma cláusula do contrato de doação da Cinemateca — originalmente privada — à União, em 1984, exige sua permanência em São Paulo, bem como sua autonomia financeira, administrativa e técnica. “Desrespeitar os termos da doação seria uma covardia, uma deslealdade e uma imoralidade”, afirmou Soares, também à revista Veja. “Se a União consultar sua Advocacia Geral antes de tomar a decisão, o órgão seguramente irá alertá-la para o fato de que se trata de uma medida ilegal”, diz o procurador — que, no passado, já atuou como advogado da União. Além de ilegal, esse movimento contraria ação civil pública ajuizada na semana passada pelo próprio Soares contra a União, ordenando a renovação do contrato de gestão da Cinemateca Brasileira com a Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp) e o repasse imediato de R$ 12 milhões, recursos já previstos e não encaminhados pelo governo à organização social (OS) responsável pela manutenção da instituição. A dívida milionária está no centro de uma disputa entre a Acerp e o governo federal. Na semana passada, o secretário especial de Cultura, Mário Frias, publicou um vídeo no qual afirma que “não existe amparo legal” para que o Ministério do Turismo “assuma a dívida de um contrato não vigente”. A discussão já parou na Justiça e o desgoverno tem até o final de julho para se manifestar sobre ação da Procuradoria para a renovação emergencial do contrato “pelo período (transitório) de um ano, a contar (retroativamente) de 01.01.2020, com o consequente repasse orçamentário que originariamente já estava previsto e alocado para a execução do contrato de gestão da Cinemateca Brasileira para o ano de 2020”. Mas em vez disso – ou seja, em vez de pagar quem já está cuidando da Cinemateca – , a secretaria de Cultura anunciou que 19 contratos emergenciais estão sendo realizados para manutenção predial, serviços de água e luz, segurança e contratação de técnicos especializados em acervo audiovisual para manter protegido o acervo da instituição. Não se sabe com qual valor ou com quem. Nos últimos meses, funcionários e ativistas vinham denunciando a total renúncia de responsabilidades do governo Federal em relação à manutenção do acervo, dos funcionários, da sede na Vila Clementino e de um depósito de material na Vila Leopoldina. Com a falta de pagamentos, a energia que mantém o material em temperatura baixa pode ser cortada a qualquer momento, criando condições para a repetição de uma tragédia como a do incêndio do Museu Nacional em 2018 no Rio. A diferença é que, desta vez, trata-se de uma tragédia anunciada, alardeada, com responsabilidades conhecidas e cobradas pela Justiça com antecipação. Diante desse perigo, vereadores, deputados estaduais e o próprio prefeito de São Paulo, Bruno Covas, envolveram-se nas negociações, gerando especulações de que a Prefeitura pretendia assumir o espaço. Este movimento gerou a ida atabalhoada de “fiscais” de Brasília para pedir a chave da Cinemateca. Sem decisão judicial ou documento de amparo, a Acerp não levou o pedido – e o governo – a sério. Vale lembrar que o responsável pela bagunça é aquele que Bolsonaro já chamou de seu “melhor ministro”. Então vinculada ao Ministério da Educação para a gestão da TV Escola, a Acerp ganhou a licitação para gerir a Cinemateca Brasileira em 2018 e assinou um termo aditivo ao Contrato de Gestão da emissora. Mas, no final de 2019, o desastroso ministro da Educação Abraham Weintraub decidiu encerrar de forma unilateral e abrupta o contrato de gestão da TV Escola e, com isso, também extinguiu o termo aditivo da Cinemateca Brasileira. Esse imbróglio político e jurídico colocou a administração da Cinemateca no limbo. A situação só veio à público devido a outra iniciativa surreal do desgoverno. Ao anunciar a demissão de Regina Duarte do cargo de secretária de Cultura, Jair Bolsonaro disse que ela iria comandar a Cinemateca, “do lado da sua casa”. Mas o cargo que Bolsonaro queria dar para a atriz não existia, uma vez que a Cinemateca não é administrada diretamente pelo governo federal e sim por uma organização social, a citada Acerp. A União não tinha poderes para nomear a atriz, mas desde então trabalha para “tirar as chaves” da Acerp e colocar a instituição sob controle estatal, quem sabe para finalmente dar o “presente” que Regina pediu – e contrariando frontalmente a campanha eleitoral de Bolsonaro, que prometeu um governo liberal anti-estatizante.

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    The Walking Dead: 10ª temporada vai continuar em 2021 com episódios extras

    24 de julho de 2020 /

    O canal pago AMC fez um anúncio-surpresa em relação à 10ª temporada de “The Walking Dead”, durante o painel virtual da série na Comic-Con@Home. A temporada recebeu encomenda de mais seis episódios e será a maior já produzida para a série, com um total de 22 capítulos. Mas antes de aprofundar a novidade, o canal deu uma má notícia, confirmando que a 11ª temporada de “The Walking Dead” não estreará neste ano, devido à pandemia de coronavírus. O adiamento já era esperado, pois as gravações dos novos episódios ainda não começaram. Durante o painel, a showrunner Angela Kang confirmou que a equipe está trabalhando apenas nos roteiros. “Obviamente, a covid interrompeu muitas coisas em todos os locais de trabalho, incluindo o nosso. As reuniões dos roteiristas para a 11ª temporada foram remotas nos últimos meses. Não iniciamos a produção ainda, mas voltaremos ao trabalho com segurança assim que pudermos”, ela contou. O AMC, porém, manterá a tradição de lançar novidades da série em outubro, mês em que geralmente estreia novas temporadas. No dia 8 de outubro, será exibido o episódio até então considerado como final da 10ª temporada, “A Certain Doom”, que acabou não indo ao ar em abril como planejado – a Fox vai exibir o capítulo na mesma data no Brasil. “The Walking Dead” teve a exibição de sua 10ª temporada interrompida no começo de abril, no penúltimo episódio, porque a produtora responsável pelos efeitos visuais precisou fechar, em meio à pandemia, antes de concluir a pós-produção do capítulo final. Entretanto, “A Certain Doom” não vai mais representar o fim da temporada. “Estamos animados para anunciar uma extensão da 10ª temporada, pois haverá mais seis episódios extras para acompanhar o final, que serão exibidos no início de 2021, se tudo correr bem”, disse Kang, acrescentando que a equipe está atualmente trabalhando neste material extra e que ela “terá mais o que compartilhar em breve”. Não ficou claro o motivo que levou a AMC a acrescentar mais seis episódios na 10ª temporada, em vez de considerar os próximos episódios como parte da 11ª. Esses episódios contarão uma história diferente do que havia sido planejado desde o início da 11ª temporada? Só os produtores sabem. Mas a showrunner apontou que as explicações virão “em breve”.

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    The Walking Dead: Abertura legendada do próximo capítulo mostra volta de Maggie

    24 de julho de 2020 /

    A Fox divulgou a abertura (de 3 minutos e meio) do episódio final da 10ª temporada de “The Walking Dead” e confirmou a data de exibição do capítulo no Brasil. A prévia também confirma outro detalhe: a volta da atriz Lauren Cohan ao papel de Maggie. A personagem interpretada por Lauren Cohan estava sumida desde o salto temporal da 9ª temporada – que também marcou a despedida de Rick (Andrew Lincoln). Na trama, Maggie abandonou Hilltop para ajudar a construir uma nova comunidade. Na vida real, Cohan abandonou a série por motivos financeiros. A atriz não renovou seu contrato com a AMC após um impasse na negociação de seu cachê e, como não conseguiu o aumento desejado, passou a integrar o elenco de outra atração, “Whiskey Cavalier”. Mas deu azar e a rede ABC cancelou “Whiskey Cavalier” na 1ª temporada, abrindo a possibilidade de sua reintegração em “The Walking Dead”. Ela renegociou os termos financeiros e agora voltará a fazer parte do elenco fixo da série, com reintrodução na season finale. Além de seu retorno, o episódio vai mostrar o aguardado conflito entre os sobreviventes de Alexandria e a horda de zumbis dos Sussurradores. Como curiosidade, “A Certain Doom” é o mesmo título de uma edição dos quadrinhos de “The Walking Dead”. A história escrita por Robert Kirkman também se passa no final da guerra contra os Sussurradores e teve grande impacto por trazer a morte de Andrea, personagem que na série está morta desde a 3ª temporada – desde então, seu arco tinha sido assumido por Michonne (Danai Gurira) na adaptação televisiva. O capítulo extraviado, que não conseguiu ser finalizado a tempo de sua exibição em abril, devido à pandemia de coronavírus, terá transmissão simultânea no Brasil e nos Estados Unidos, no dia 4 de outubro. Mas – surpresa! – não será mais a season finale. Mais detalhes sobre esta novidade podem ser conferidos aqui. Veja abaixo duas versões do vídeo. A primeira foi disponibilizada no YouTube da Fox Premium latina, enquanto a segunda, com legendas em português e baixa resolução, no Instagram da Fox Brasil. Ver essa foto no Instagram O último episódio da décima temporada de #TheWalkingDead acaba de ser confirmado! 🙌 Vai ao ar no domingo, dia 4 de outubro, nos Estados Unidos e também aqui no Brasil através das telas do @FoxChannelBR, @FoxPremiumBR e no App da FOX – para assinantes. #TWD10naFOX Uma publicação compartilhada por FOX Channel Brasil (@foxchannelbr) em 24 de Jul, 2020 às 3:29 PDT

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    Fear the Walking Dead: 6ª temporada ganha trailer legendado e data de estreia

    24 de julho de 2020 /

    O canal pago AMC Brasil divulgou o trailer legendado da 6ª temporada de “Fear the Walking Dead”. Repleta de cenas de ação e muita tensão, a primeira prévia dos novos episódios é acompanhada pela voz moribunda de Morgan (Lennie James), visto pela última vez à beira da morte no final da temporada passada. A narração deixa no ar se ele sobreviveu. Mas, na dúvida, a vilã Virginia (Colby Minifie) encomenda sua morte para um caçador de cabeças/recompensas. Única série da franquia zumbi que teve gravações interrompidas pela pandemia de coronavírus, “Fear the Walking Dead” não deve ter completado a produção de todos os episódios planejados. De todo modo, suas temporadas costumam ser divida em duas partes. Assim como as outras séries do mesmo universo, os episódios inéditos também ganharam data de estreia e chegarão à TV em outubro. Nos EUA, a estreia foi marcada para o dia 11, uma semana após a exibição do season finale de “The Walking Dead” e da estreia de “Walking Dead: World Beyond”. O AMC Brasil não deu uma previsão tão exata, anunciando apenas a transmissão no mês de outubro. O canal costuma passar a série com alguns dias de atraso em relação ao AMC original nos EUA.

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    Walking Dead: World Beyond ganha novo trailer legendado

    24 de julho de 2020 /

    O canal pago AMC Brasil divulgou um novo trailer legendado da série “Walking Dead: World Beyond”, com cenas inéditas e a confirmação da data de estreia no Brasil. “Walking Dead: World Beyond” se encontrava totalmente gravada e em etapa de finalização digital quando a pandemia paralisou tudo. A série deveria estrear originalmente em abril nos EUA, mas a falta de efeitos suspendeu o lançamento. Com a retomada dos trabalhos, ela voltou programação do canal pago, com exibição marcada para 4 de outubro nos Estados Unidos. As data de exibição no Brasil também foi confirmada para outubro. Mas o AMC Brasil ainda não marcou o dia. O canal costuma passar o outro spin-off, “Fear the Walking Dead”, com alguns dias de atraso em relação à transmissão do AMC original. O segundo spin-off da série de zumbis acompanha novos personagens criados por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original, e foi projetado para durar apenas duas temporadas, narrando uma história completa. A trama vai acompanhar um grupo de jovens que cresceu numa comunidade protegida e que resolve se aventurar pela primeira vez no exterior, adentrando o apocalipse zumbi. O elenco destaca Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), Aliyah Royale (de “The Red Line”), o galã Nico Tortorella (da série “Younger”) e a veterana Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”).

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    Final da temporada de The Walking Dead e nova série derivada ganham data de exibição

    24 de julho de 2020 /

    O canal pago americano AMC anunciou nesta sexta (24/7), durante painel virtual na Comic-Con@Home, as datas de exibição do episódio final da 10ª temporada de “The Walking Dead” e da estreia da nova série “Walking Dead: World Beyond”. “The Walking Dead” teve a exibição de sua 10ª temporada interrompida no começo de abril, no penúltimo episódio. O capítulo final, batizado de “A Certain Doom”, chegou a ser gravado antes da suspensão dos trabalhos em séries e filmes devido à pandemia de coronavírus, mas, infelizmente, a produtora responsável pelos efeitos visuais precisou fechar antes de concluir sua pós-produção. O mesmo aconteceu com “Walking Dead: World Beyond”, que se encontrava totalmente gravada e em etapa de finalização digital quando a pandemia paralisou tudo. A série deveria estrear originalmente em abril nos EUA. Com a retomada dos trabalhos, os efeitos que faltavam poderão finalmente ser finalizados. Assim, os dois títulos voltaram à programação do canal pago, com exibição marcada para o mesmo dia: 4 de outubro nos Estados Unidos. A transmissão vai começar com a season finale de “The Walking Dead” e, em seguida, acontecerá a estreia de “Walking Dead: World Beyond”. A ordem pode ser importante, porque o desfecho da temporada da série principal vai reintroduzir Maggie, personagem interpretada por Lauren Cohan, sumida desde antes do salto temporal da 9ª temporada – que também marcou a despedida de Rick (Andrew Lincoln). Na trama, Maggie abandonou Hilltop para ajudar Georgie (Jayne Atkinson) a construir uma nova comunidade. A referência é especialmente obscura pelo fato de Georgie só ter aparecido num capítulo da 8ª temporada, mas esta comunidade pode ser a mesma de onde partem os personagens de “World Beyond”. Na vida real, Cohan abandonou a série por motivos financeiros. A atriz não renovou seu contrato com a AMC após um impasse na negociação de seu cachê e, como não conseguiu o aumento desejado, passou a integrar o elenco de outra atração, “Whiskey Cavalier”. Mas deu azar e a rede ABC cancelou “Whiskey Cavalier” na 1ª temporada, abrindo a possibilidade de sua reintegração em “The Walking Dead”. Ela renegociou os termos financeiros e agora voltará a fazer parte do elenco fixo da série, com reintrodução na season finale. Vale lembrar, ainda, que “A Certain Doom” é o mesmo título de uma edição dos quadrinhos de “The Walking Dead”. A história escrita por Robert Kirkman também se passa no final da guerra contra os Sussurradores e teve grande impacto por trazer a morte de Andrea, personagem que na série está morta desde a 3ª temporada – desde então, seu arco tinha sido assumido por Michonne (Danai Gurira) na adaptação televisiva. Já o spin-off “Walking Dead: World Beyond” conta uma jornada criada especialmente para a TV por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original, e foi projetado para durar apenas duas temporadas, narrando uma história completa. A trama vai acompanhar novos personagens, jovens que cresceram numa comunidade militarizada e protegida, que resolvem se aventurar pela primeira vez no exterior – também conhecido como apocalipse zumbi. O elenco destaca Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), Aliyah Royale (de “The Red Line”), o galã Nico Tortorella (da série “Younger”) e a veterana Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”) como a líder da comunidade. As datas de exibição dos dois programas devem ser as mesmas no Brasil, ou pelo menos muito próximas. A Fox tem exibido “The Walking Dead” simultaneamente aos EUA. Mas “Walking Dead: World Beyond” será disponibilizado pelo AMC Brasil, que costuma trazer o outro spin-off, “Fear the Walking Dead”, com alguns dias de atraso em relação à transmissão do AMC original.

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    Mel Gibson passou uma semana internado em hospital com covid-19

    24 de julho de 2020 /

    O ator e diretor Mel Gibson passou uma semana internado em um hospital de Los Angeles em abril, depois de testar positivo para covid-19, revelou seu porta-voz nesta sexta-feira (24/7). O representante garante que o astro de 64 anos já se recuperou completamente e está “ótimo”, após sua breve estadia, acrescentando que desde então ele testou “inúmeras vezes” negativo para o coronavírus. Gibson procurou manter o tratamento em sigilo até ter alta e superar a doença. Ele é o mais recente de uma longa lista de figuras públicas que revelaram diagnósticos e recuperações de coronavírus nos EUA, incluindo Tom Hanks, Rita Wilson e a cantora Pink. Para a maioria das pessoas, o novo coronavírus causa sintomas leves ou moderados, como febre e tosse, que desaparecem em duas a três semanas. Mas para outras, especialmente adultos mais velhos e pessoas com problemas de saúde, pode causar doenças mais graves e ser fatal. Os EUA têm atualmente mais de 4 milhões de casos identificados de coronavírus, que geraram mais de 140 mil mortes, segundo dados compilados pela Universidade Johns Hopkins. É o país mais afetado pela covid-19 em todo o mundo, seguido pelo Brasil – com 2,2 milhões de casos e 84 mil mortes até a presente data.

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