Meghan Markle leva uma das principais agências de paparazzi dos EUA à falência
A Splash News & Picture Agency, uma das mais conhecidas agências de paparazzi dos EUA, entrou com pedido de falência nos EUA. E um dos motivos alegados foi um processo da atriz e duquesa Meghan Markle. No documento que apresenta o pedido judicial, a presidente da Splash, Emma Curzon, listou três causas para o motivo da falência. Uma delas foi a pandemia global, que diminuiu a quantidade de celebridades participando de festas e dando mole para flagrantes ultrajantes, afetando assim a capacidade da agência de ganhar dinheiro. Para complicar, a situação se tornou verdadeiramente insustentável por conta de dois processos. Um deles é de uma ex-funcionária que alega assédio moral e sexual no ambiente de trabalho. O outro é de Meghan Markle, que se tornou a principal fonte de despesas da Splash. Meghan entrou com uma ação milionária por violação de privacidade contra a Splash, que precisou fazer um empréstimo de quase US$ 1 milhão para se defender. Entretanto, com falta de recursos, a empresa não conseguiu honrar os pagamentos, o que a levou a pedir falência como forma de se proteger e evitar que os credores assumissem seus bens. A briga de Meghan com a Splash é por causa de fotos tiradas durante uma “excursão particular de família” em um parque no Canadá. “O caso envolve questões relacionadas à liberdade de expressão sob a lei do Reino Unido e, infelizmente, provou ser insuportavelmente caro para a Splash continuar sua defesa”, disse Curzon. “Além disso, caso os demandantes prevalecessem nesse caso, provavelmente resultaria em uma grande indenização de honorários advocatícios contra a Splash. Não obstante o mérito do caso, a empresa tentou resolver a questão, mas não conseguiu chegar a um acordo financeiro de liquidação dentro de seus recursos.” Os representantes de Meghan não aceitaram a oferta para encerrar a ação e ela continuou correndo na Justiça, drenando ainda mais os recursos da agência. Importante observar que, enquanto a Splash lutava para provar seu direito à liberdade de expressão contra Markle, também entrou com processos contra várias celebridades por usaram fotos de si mesmas tiradas por paparazzi da agência. A Splash foi pioneira em ações contra pessoas por postarem fotos de si mesmas sobre as quais não teriam direitos. Entre os alvos das ações estão Jennifer Lopez, Jessica Simpson, Liam Hemsworth e Nicki Minaj. O mesmo argumento é usado pelos advogados de Meghan Markle contra a agência, alegando que ela não tinha recebido autorização não tinha direito a tirar as fotos para começar.
Godzilla vs. Kong: Novos trailers revelam Mechagodzilla
A Warner divulgou vários pôsteres e trailers internacionais de “Godzilla vs. Kong”. Além de destacar as cenas de luta entre os monstros gigantes do título, uma das prévias também apresenta pela primeira vez a participação de Mechagodzilla na produção – o robô gigante inspirado em Godzilla, que apareceu pela primeira vez no cinema em 1974. Quarto lançamento do MonsterVerse da produtora Legendary, que começou com “Godzilla” (2014), foi seguido por “Kong: A Ilha da Caveira” (2017) e quase acabou após o desempenho abaixo do esperado de “Godzilla II: Rei dos Monstros” (2019), o novo lançamento acompanha a agência Monarch, vista em todos os longas, em uma nova missão perigosa, que encontra pistas sobre a origem dos Titãs (denominação dada aos monstros) e esbarra numa conspiração para varrer as criaturas, boas e ruins, da face da Terra para sempre. O elenco inclui os atores Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”), Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”), Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”), Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) e a família remanescente do filme anterior, formada por Millie Bobby Brown (“Stranger Things”) e Kyle Chandler (“Bloodline”). “Godzilla vs. Kong” deveria ter estreado em maio passado, mas foi adiado em quase um ano devido à pandemia. Após os últimos remanejamentos, o longa será lançado em 31 de março nos EUA, tanto nos cinemas quanto na plataforma HBO Max. Apesar da volta do fechamento do comércio no Brasil, pelo agravamento da contaminação, a Warner espera fazer a estreia nacional em 8 de abril, apenas nos cinemas.
Filmes de Viúva Negra e Cruella serão lançados na Disney+
A Disney adiou, adiou – continua adiando – , mas teve que tomar a decisão de lançar um filme da Marvel em streaming. O estúdio anunciou nesta terça (23/3) que “Viúva Negra” será lançado simultaneamente nos cinemas e no streaming da plataforma Disney+. Além do filme da heroína, o estúdio também estabeleceu o mesmo formato para o filme da vilã Cruella, que será a segunda adaptação live-action do catálogo de personagens animados da Disney a ganhar lançamento simultâneo em streaming. A primeira foi “Mulan”, no ano passado. “Cruella” será lançado como programado em 28 de maio, enquanto “Viúva Negra” sofreu novo adiamento e irá estrear em 9 de julho em vez de 7 de maio. Ambos os títulos seguirão o modelo de “Raya e o Último Dragão”. Serão oferecidos na Disney+ como Premier Access, denominação do PVOD (locação digital premium) da empresa, que é cobrada à parte da assinatura mensal. Ou seja, além da assinatura, os interessados tem que pagar uma taxa de locação salgada para ver os filmes, de R$ 69,90 no Brasil. Com a mudança de data de “Viúva Negra”, outro filme da Marvel, “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, que estava previamente marcado para julho, foi adiado para 3 de setembro. A Disney não informou se a produção terá um lançamento tradicional exclusivo nos cinemas. Em compensação, a nova aventura animada da Pixar, “Luca”, será lançada exclusivamente na Disney+, sem custos extras (seguindo o modelo de “Soul”), em 18 de junho. Outros títulos menores, a maioria herdada da 20th Century Fox, tiveram estreias adiadas, mas serão exibidos na tela grande, incluindo “Free Guy: Assumindo o Controle” (13 de agosto), “King’s Man: A Origem” (22 de dezembro), “Deep Water” (14 de janeiro de 2022) e “Morte no Nilo” (11 de fevereiro de 2022). As datas se referem aos lançamentos nos EUA. Kareem Daniel, presidente da Disney Media and Entertainment Distribution, diz que as decisões “refletem nosso foco em fornecer opções ao consumidor e atender às preferências em evolução do público”. “Ao alavancar uma estratégia de distribuição flexível em um mercado dinâmico, que está começando a se recuperar da pandemia global, continuamos a empregar as melhores opções para entregar as histórias inigualáveis da The Walt Disney Company para fãs e famílias em todo o mundo”, disse ele. A Marvel já começou a divulgar a novidade, com direito a um novo pôster de “Viúva Negra”, divulgado nas redes sociais com a mudança de data. Junto com o cartaz, o Twitter do estúdio também está informando o novo formato de exibição. Black Widow in theaters July 9 and on @DisneyPlus with Premier Access. Additional fees required. pic.twitter.com/MSLHxk6Eez — Marvel Studios (@MarvelStudios) March 23, 2021
Globo paralisa gravações de novelas e séries
A rede Globo de televisão voltou a paralisar as gravações de novelas e outras obras de dramaturgia. A interrupção começou nesta terça (23/3), por causa do agravamento da pandemia do coronavírus em todo o país. Em comunicado, a emissora informou que séries e novelas só poderão retomar filmagens em 4 de abril, de acordo com prazos definidos pelas prefeituras do Rio de Janeiro e de São Paulo. De acordo com a própria Globo, a paralisação não deve ter efeitos adversos na programação. As novelas “Salve-se Quem Puder” (das 19h) e “Amor de Mãe” (das 21h) já finalizaram filmagens e não serão afetadas. No entanto, suas sucessoras ainda estão sendo gravadas. “Quanto Mais Vida Melhor” e “Um Lugar ao Sol” já passaram por várias paralisações.
15 mil pessoas foram aos cinemas do Brasil no fim de semana
Fechados na maior parte do país e com restrições de funcionamento no resto, os cinemas brasileiros foram frequentados por apenas 15,2 mil espectadores entre quinta e domingo (22/3), com arrecadação de R$ 178,6 mil em bilheteria. “Raya e o Último Dragão”, que também está disponível na plataforma Disney+ (Disney Plus), foi o filme mais visto, segundo dados da consultoria Comscore. A pior fase da pandemia levou o mercado cinematográfico nacional a registrar números similares aos de setembro do ano passado, quando os cinemas começaram a reabrir após um longo período de fechamento. Entre os dias 10 e 13 de setembro, 16,5 mil pessoas foram aos cinemas, gerando R$ 288 mil em ingressos vendidos na segunda semana da “reabertura” do país. Mas o que chama mais atenção neste comparativo é o fato de ainda haver cinemas abertos diante dos recordes de mortes e infecção de coronavírus vistos no país. No ano passado, quando os números eram praticamente metade dos atuais, a tranca foi mais completa, levando ao renascimento dos cine drive-ins e ao fortalecimento do mercado digital.
Predestinado: Gabigol tentou impedir último episódio de sua série documental
A empresa Gabigol Esportes Ltda, que cuida da imagem do jogador de futebol Gabigol, do Flamengo, tentou impedir a exibição do último episódio da série documental “Predestinado”, que conta a história do jogador. Liberado neste domingo (22/3) aos assinantes da Globoplay, o capítulo foi reeditado para incluir a detenção do atleta em um cassino clandestino em São Paulo, furando o toque de recolher contra a covid-19 na madrugada do último domingo. A equipe de Gabigol entrou com um pedido de liminar na Justiça do Rio de Janeiro para barrar a veiculação das imagens comprometedoras do jogador, com a justificativa de que a Globo não respeitou o contrato. Eles alegam que existem cláusulas que obrigam a emissora a consultar o jogador em caso de qualquer edição. Mas a equipe só teria sido informada das mudanças na véspera e, ao entrar em contato com a emissora, optou pela via judicial. A polêmica se deve ao fato de a Globo ter prometido uma homenagem ao atacante nas negociações para a produção do documentário. Por isso, Gabigol recebeu a equipe do Globoplay na casa do seu empresário, em São Paulo, e deu uma entrevista exclusiva sobre a carreira e sobre o oitavo título nacional do Flamengo. “Não resta qualquer dúvida que a aceitação dos autores acerca da elaboração do documentário está estritamente atrelada ao fato de que este foi apresentado e descrito pela ré como uma homenagem ao atleta Gabriel Barbosa e como de exaltação à sua carreira, sendo certo que a pretensão da ré se mostra totalmente contrária à tal premissa, configurando-se em exposição midiática de assunto estritamente relacionada à vida pessoal do atleta e extremamente delicado”, diz trecho do documento, que acabou vindo à tona e publicado pela imprensa esportiva. Além de tentar impedir a nova versão do conteúdo, a equipe do jogador entrou com o pedido de indenização de R$ 2 milhões caso o Globoplay descumprisse a decisão. A juíza de plantão da 14ª Câmara Cível do Rio de Janeiro negou o pedido do jogador, alegando que as notícias já eram públicas. Em sua decisão, a magistrada citou até uma entrevista que Gabigol deu ao “Fantástico”, da TV Globo, na semana passada, falando sobre o assunto: “Ressalta-se que o próprio jogador do Flamengo, em entrevista concedida ao programa ‘Fantástico’, disse estar arrependido, deixando evidente que o fato ocorrido no dia 13 de março é público e notório”. O episódio que encerra a série documental se chama “Um Ano em Dois” e tem 33 minutos de duração. O caso do cassino é abordado em quatro minutos e 21 segundos – com depoimentos, imagens sobre o assunto e a entrevista concedida pelo atacante para falar do caso para a própria Globo. Em nota à imprensa, a emissora disse que documentário seguiu princípios editoriais. “‘Predestinado’ é um mergulho na história e nas origens do Gabriel Barbosa, o Gabigol. O documentário em formato de seriado retrata a vida e a carreira do jogador em ordem cronológica. O quarto e último episódio da série trata dos desafios de uma temporada marcada por três mudanças de treinadores, uma lesão séria, uma pandemia, e que terminou com mais um troféu nacional na galeria rubro-negra. Dos 33 minutos e 16 segundos de duração do episódio, a ida de Gabigol ao cassino é contada em três minutos e trinta segundos, dos quais 50 segundos reproduzem trechos da entrevista com explicações do jogador ao ‘Fantástico’ da última semana. Como se sabe, o caso teve grande repercussão e sua abordagem em uma obra documental com características de entretenimento e jornalismo está em linha com os princípios editoriais do Grupo Globo. Vista em seu conjunto, a série deu voz a Gabigol e sua família para contarem a história do jogador e a abordagem pontual e proporcional da ida ao cassino em nada elimina o caráter de homenagem a um ídolo que conseguiu transcender o futebol e conquistar popularidade entre adultos e crianças”. Em sua conta no Twitter, o empresário do atacante, Júnior Pedroso, afirmou, sem citar a Globo, que continuam “massacrando” o atleta. “O Gabriel errou ao quebrar o lockdown? Errou! Reconheceu o erro? Sim! Deu a cara publicamente para a emissora que mais alfinetou e se posicionou com a personalidade que é peculiar! Mesmo assim, continuaram massacrando-o como se ele fosse o grande culpado pelo caos causado pela covid no Brasil”, escreveu Pedroso. O pai de Gabigol, Valdemir Silva Almeida, foi mais incisivo sobre o assunto. Bastante chateado, ele disse que abriu a porta da sua casa para traidores. “Não posso me calar perante algumas injustiças que têm sido cometidas. Repito, errou, foi repreendido e pagará legalmente pelo que fez”, afirmou em comunicado. “Mas há pessoas agindo de má fé, quebrando acordos, usando da imagem dele para se promover e ganhar audiência. Abri a porta da minha casa para um projeto grandioso, que nos trouxe o propósito de homenagear o Gabriel. Foram meses, semanas, horas dedicadas a isso, sempre muito solícito e presente. Nos emocionamos a cada episódio, minha esposa chorou, minha filha, a cada história que passamos juntos, que batalhamos para chegar até aqui. Mas fomos enganados, fomos traídos por conta de audiência e isso não podemos aceitar”, desabafou.
Paulo Gustavo piora e precisa ser intubado com covid-19
Internado desde 13 de março após testar positivo para covid-19, o ator Paulo Gustavo (“Minha Mãe É uma Peça”) precisou ser intubado neste domingo (21/3) devido uma piora no seu estado clínico. Nota divulgada pela assessoria de imprensa do ator revela que ele “necessitou entrar em ventilação mecânica invasiva, para ser tratado de forma mais segura”. “Todas as medidas de segurança estão sendo tomadas e a equipe profissional que o atende permanece confiante na sua plena recuperação. A família do ator agradece aos fãs pelo carinho e pede que continuem a enviar boas energias e orações para sua recuperação, assim como de todos os brasileiros que se encontram na mesma situação”, diz o texto. Antes da revelação, artistas próximos de Paulo Gustavo postaram pedidos de oração pela melhora da saúde do ator. Com 42 anos, Paulo Gustavo tem asma, doença respiratória que o coloca no grupo de risco para a covid-19.
Edson Montenegro (1957 – 2021)
O ator Edson Montenegro morreu neste domingo (21/3), aos 63 anos, por complicações da covid-19. A informação foi confirmada por sua filha, Juliana Tavares, em publicação nos Stories do Instagram. “Meu pai descansou. Em nome de toda família, obrigada por toda corrente do bem em oração e toda energia positiva que emanaram”, ela escreveu. Montenegro foi diagnosticado com covid-19 no último dia 12. Ele estava internado na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) do Hospital Paulistano, no bairro da Bela Vista, em São Paulo. Ele é conhecido por trabalhos como as novelas “Xica da Silva”, da Manchete, “Cúmplices de um Resgate”, do SBT, e “Apocalipse”, da Record, a minissérie “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, da Globo, e filmes como “Boleiros: Era Uma Vez o Futebol…” (1998), “Cidade de Deus” (2002) e “Mundo Deserto de Almas Negras” (2016). Também foi cantor, com disco gravado e muitos trabalhos em anúncios publicitários. A cantora Karin Hils, amiga de Edson, foi uma das primeiras a lamentar a perda nas redes sociais. “Parece que eu levei uma pancada na alma. Tá muito difícil de escrever. Vai com Deus, meu pai de mentirinha. Você vai fazer muita falta”, disse.
Secretário estadual de Cultura de São Paulo é internado com covid-19
O secretário estadual de Cultura e Economia Criativa de São Paulo, Sérgio Sá Leitão, foi internado na sexta-feira (19/3), no Rio de Janeiro, com Covid-19. A informação foi confirmada em comunicado da Secretaria. Segundo a nota, Leitão começou a sentir os primeiros sintomas no último dia 13, quando se colocou em isolamento social, trabalhando remotamente. Ele foi internado no Rio, onde tem família, para seguir o tratamento médico. Seu estado de saúde é estável. Sérgio Sá Leitão é jornalista e trabalhou no Jornal do Brasil e na Folha de S. Paulo, antes de virar diretor da Ancine e ministro da Cultura do governo Temer. Com a troca de governos, ele passou a ser secretário estadual de São Paulo em 2019.
Tatá Werneck e Cacau Protásio pedem orações e ajuda de Deus para Paulo Gustavo
As comediantes Tatá Werneck (“Shippados”) e Cacau Protásio (“Vai que Cola”) usaram suas redes sociais nesta sexta (19/3) para falar sobre o colega Paulo Gustavo (“Minha Mãe É uma Peça”), que está internado em um hospital no Rio de Janeiro com covid-19. Ao lado de um vídeo em que contracena com Gustavo, Tatá contou aos seguidores que “Paulo Gustavo está atravessando um momento difícil” e pediu que rezassem por ele. “Oração é uma arma poderosa, gratuita e eficaz! Não importa a sua religião. Todas são legítimas. Vamos rezar pro Paulo sair logo dessa e voltar a fazer o que ele mais ama, fazer vocês rirem. Paulo é assim, generosidade pura, engraçado 24 horas”, disse Tatá. Ela não informou se teve alguma informação particular sobre o estado de saúde do ator. Em seu post, Cacau Protásio também pediu ajuda a Deus. “Eu peço a Deus de minuto em minuto que traga a cura pra você e pra todos os doentes dessa doença que não quero mais falar o nome”, escreveu. “Deus te cure, que Maria Aparecida te cubra com seu manto sagrado. Deus abençoe e proteja nossas mães, não deixando que elas sofram. AMÉM”, continuou. “Vamos rezar todos os dias gente”. Paulo Gustavo foi internado no último sábado (13/3) e teve seu estado de saúde revelado pelo marido, Thales Bretas, em postagem no Instagram. No comunicado, o médico falou sobre a evolução do quadro clinico do marido e disse que venceriam o vírus. “Ele está louco para voltar a fazer a gente rir.” Desde então, ele não postou mais nada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tata Werneck (@tatawerneck) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cacau Protásio (@cacauprotasiooficial)
Ator de Apocalipse está intubado com covid-19
O ator Edson Montenegro esta intubado desde a última segunda (15/3) com covid-19. Os pulmões do artista estão acometidos por inflamações, mas, segundo seu agente, Guilherme Abreu, o quadro é estável. Edson, que tem 63 anos e mora sozinho em São Paulo, foi levado debilitado por uma amiga ao Hospital Paulistano, no bairro da Bela Vista, e lá ficou internado. Ele é conhecido por trabalhos como as novelas “Cúmplices de um Resgate”, do SBT, e “Apocalipse”, da Record, a minissérie “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, da Globo, e filmes como “Boleiros: Era Uma Vez o Futebol…” e “Cidade de Deus”.
Justiça suspende investigação contra Felipe Neto e aponta ação ilegal de Carlos Bolsonaro
Uma liminar na Justiça do Rio suspendeu a investigação contra o Youtuber Felipe Neto por ter chamado o presidente Jair Bolsonaro de “genocida” em uma postagem em suas redes sociais. O vereador Carlos Bolsonaro tinha pedido investigação de Neto com base na Lei de Segurança Nacional, criada durante a ditadura militar. A investigação era comandada pelo delegado Paulo Dacosta Sartori, o mesmo que, em 2020, abriu na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) inquérito contra o influenciador digital por “corrupção de menores”. Entretanto, a decisão judicial aceitou os argumentos apresentados pela defesa de Felipe Neto e entendeu que a DRCI não possui atribuição legal para investigar os supostos crimes. A juíza Gisele Guida de Faria, da 38ª Vara Criminal, ainda viu “flagrante ilegalidade” praticada por Carlos Bolsonaro, porque ele “não integra o Ministério Público, não é militar responsável pela segurança interna, nem é Ministro da Justiça”, portanto não poderia exigir investigação em nome do presidente da República. Além de Felipe Neto, Carlos Bolsonaro anunciou nas redes sociais que também entraria com queixa crime contra a atriz Bruna Marquezine pelo mesmo motivo. Após a decisão, Felipe Neto usou o seu perfil no Twitter para se manifestar. “Vitória! Justiça suspende investigação feita a pedido de Carlos Bolsonaro contra mim”, escreveu. Em seguida, se posicionou por meio de sua assessoria. “Eu sempre confiei nas instituições e essa decisão só confirma que ainda vivemos em uma democracia, em que um governante não pode, de forma totalmente ilegal, usar a polícia para coagir quem o crítica.” A Polícia Civil do Rio também se manifestou sobre o caso. A entidade disse que ainda não foi intimada, mas que a decisão judicial será respeitada. O órgão ainda informou que há 33 investigações em andamento de pessoas ligadas à política de esquerda e direita, para questionar o argumento de que havia “perfil ideológico” na investigação. “O trabalho realizado pela Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI) é totalmente técnico, baseado nas leis e sem perfil ideológico. Qualquer cidadão que compareça à delegacia para fazer uma notícia-crime, levando elementos consistentes e uma denúncia fundamentada, tem o direito de fazer o registro de ocorrência”, sustentou um dos trechos do texto da Polícia Civil. Inicialmente, a Polícia Civil do Rio havia informado que ouviria Felipe hoje. Depois de receber a intimação, o youtuber se manifestou nas redes sociais e manteve as críticas contra o presidente. Ele disse que se tratava de uma tentativa de calar os críticos e impedir que se falasse a verdade sobre a forma como o governo está agindo durante a pandemia de coronavírus.
YouTube monetiza vídeos negacionistas da pandemia no Brasil
Um levantamento da empresa de análise de dados Novelo Data e do Monitor do Debate Político no Meio Digital revelou que o YouTube está monetizando vídeos negacionistas, que pregam tratamento precoce sem eficácia contra a covid-19, atacam o uso de máscaras e buscam desestimular a vacinação no Brasil. A descoberta, feita por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), limitou-se apenas aos 15 maiores canais de política e mídia do Brasil em janeiro de 2021, onde foram constadas pelo menos 44 postagens com conteúdo negacionista relacionado à pandemia, vistos ao todo 8,7 milhões de vezes. Vale ressaltar que este tipo de postagem contraria as políticas do YouTube. O fato de permanecerem no ar também revela falta de fiscalização ou conivência dos responsáveis por cumprir a determinação de derrubar vídeos – e até cancelar canais reincidentes – que desrespeitam as boas práticas do portal. Em suas diretrizes, a plataforma afirma que “não é permitido o envio de conteúdo que dissemine informações médicas incorretas que contrariem as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) ou das autoridades locais de saúde” em temas como tratamento, prevenção, diagnóstico e transmissão do vírus, bem como sobre as diretrizes de distanciamento social e autoisolamento, relacionados à existência da covid-19. As publicações foram selecionados por meio de palavras-chave presentes no título ou na descrição e foram manualmente analisadas por pesquisadores que buscaram neles recomendações ao uso de ivermectina, cloroquina, hidroxicloroquina ou ao chamado “tratamento precoce”, promoção da vitamina D como forma de prevenção, além de desestímulo ao distanciamento social, ao uso de máscaras e à vacinação. Um bot do Google, proprietário do YouTube, chegaria nesses vídeos em frações de segundos. O problema é que o canal com o maior número de violações da conduta exigida pelo YouTube pertence ao do presidente Jair Bolsonaro (3,2 de milhões de inscritos). Ele é seguido pelo jornalista Alexandre Garcia (1,8 milhões de inscritos) e o programa “Os Pingos nos Is” (3 milhões de inscritos), da rádio Jovem Pan. Além de encontrar os maiores responsáveis por fake news contra a saúde pública brasileira no YouTube, os pesquisadores também usaram o site Social Blade para estimar quanto o portal pagou para esses canais prejudicarem a prevenção contra a pandemia. Apenas o canal do presidente Jair Bolsonaro não é remunerado. Já o programa “Pingos nos Is” recebeu mais de R$ 100 mil – uma conta mais exagerada chega a calcular R$ 1,729 milhão – somente em janeiro de 2021, embora não seja possível saber quanto desse montante vem dos vídeos desinformativos. Os pesquisadores concluem que, se o YouTube tivesse aplicado as punições previstas em sua própria política, esses canais já teriam sido permanentemente excluídos há muito tempo. “A regra existe e nesse casos a margem de duvida e interpretação é muito pequena. E esses vídeos são só de janeiro, quando já havia passado o pico de postagens por exemplo sobre hidroxicloroquina. Ainda assim, fica claro que existe uma afronta às políticas”, aponta Guilherme Felitti, da Novelo Data, um dos responsáveis pelo levantamento, em declaração à imprensa. Enquanto isso não acontece, a desinformação vem ajudando o Brasil a bater recordes de infecção e mortes pela covid-19. O país se tornou o novo epicentro da pandemia mundial, superando as mais de 2 mil fatalidades diárias. No caso do canal de Bolsonaro, no dia 4 de janeiro, foi compartilhado um vídeo intitulado “o tratamento precoce salva vidas”, com 78 mil visualizações. Nele, o pediatra e toxicologista Anthony Wong afirma em uma entrevista que “os lugares que usaram a hidroxicloroquina, azitromicina precocemente, a mortalidade era 50 a 80% menor tratando precocemente”. Isto não é verdade. O prefeito bolonarista de Uberlândia chegou a distribuir os medicamentos de graça e o resultado deste “tratamento precoce” foi que a cidade se tornou o maior foco de covid-19 de Minas Gerais. O jornalista Alexandre Garcia também defendeu em diversos vídeos compartilhados em seu canal o tratamento precoce sem eficácia comprovada. Em um deles, de 20 de janeiro, afirma que não há qualquer “prejuízo” para as pessoas que usarem medicamentos como hidroxicloroquina. Mais uma vez, isto não é verdade. Vários estudos apontam que a droga desencadeia arritmias cardíacas. “A consequência foi gente morrendo com problema cardíaco. Faleceram de Covid com arritmia. Não dá pra tratar prescrição de medicamento com achismo de autoridade pública”, disse nesta semana o Presidente do Conselho de Secretários Estaduais de Saúde, Carlos Lula. No caso do canal “Pingos nos Is”, os vídeos colocam em xeque o distanciamento social e até as vacinas contra a covid-19. Em um dos vídeos apontados, o jornalista Guilherme Fiuza afirma que não há estudos suficientes que embasem as vacinas. Outra mentira. Todas as vacinas passaram por três fases de testagem intensa e seus resultados foram checados e rechecados por médicos, cientistas e autoridades sanitárias em vários países simultaneamente. O levantamento da Novelo Data e do Monitor do Debate Político acrescentou que parte dos canais teve vídeos apagados depois de algumas semanas. Um exemplo citado foi o canal Foco do Brasil, que viu sumir 2 de 6 vídeos que violam as diretrizes do YouTube. O Foco do Brasil é investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no inquérito sobre as manifestações antidemocráticas. Procurado pelo jornal O Globo para comentar os resultados do levantamento, o YouTube se limitou a afirmar que não permite vídeos que promovam desinformação sobre o coronavírus e que, desde o início de fevereiro de 2020, removeu manualmente mais de 800 mil vídeos relacionados a afirmações perigosas ou enganosas sobre o vírus. “Temos o compromisso de zelar pela segurança dos nossos usuários ao utilizarem o YouTube, por isso continuaremos com o trabalho de remoção de vídeos que violem nossas regras. Além disso, qualquer pessoa que acredite ter encontrado um conteúdo no YouTube em desacordo com as diretrizes da nossa comunidade pode fazer uma denúncia e nossa equipe fará a análise do material”, declarou.











