A Torre Negra vira pior líder de bilheterias de 2017 na América do Norte
As previsões pessimistas foram confirmadas pela estreia sombria de “A Torre Negra”. O filme abriu em 1º lugar na América do Norte, mas será difícil a Sony investir numa continuação. Isto porque a arrecadação de US$ 19,5 milhões, abaixo das expectativas, foi o pior desempenho de um líder de bilheterias em todo o ano de 2017. “A Torre Negra” transformou em inverno o final da alta temporada (verão) cinematográfica norte-americana. E tampouco empolgou o resto do mundo, somando em todos os territórios US$ 27,5 milhões. Mas não deveria ser surpresa para os investidores. Esta é a performance que costuma ser associada a adaptações do escritor Stephen King. Pela quantidade de filmes que seus livros geram, pode-se acreditar que ele é autor de blockbusters, mas a maior abertura de um longa inspirado por King foi “1408”, que estreou com US$ 20,6 milhões em 2007. O filme da Sony custou, supostamente, US$ 60 milhões de produção, divididos com a coprodutora MRC (Media Right Capital). Mas os gastos de marketing não foram revelados. Havia planos para o desenvolvimento de uma franquia com novos filmes e séries. Entretanto, tudo isso deve ter sido enterrado pela implosão nos cofres do estúdio. A pá de cal foi fornecida pela crítica, num registro de somente 18% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Executivos da Universal e Warner, que chegaram a cogitar produzir o projeto megalômano, podem respirar aliviados por terem desviado desta catástrofe. O lançamento no Brasil vai acontecer em 24 de agosto. Foi por pouco, mas “Dunkirk” caiu para 2º lugar após duas semanas no topo. O filme de guerra da Warner rendeu US$ 17,6 milhões nos últimos três dias nos Estados Unidos e no Canadá, chegando a um total de US$ 133,5 milhões no mercado doméstico. De forma impressionante, já superou até a arrecadação de “Planeta dos Macacos: A Guerra”, que tem uma semana a mais de exibição e contou com uma campanha de marketing grandiosa. “Dunkirk” também ultrapassou a sci-fi da Fox no mercado mundial, ao comemorar a marca de US$ 300 milhões no mundo inteiro. “Emoji – O Filme” e “Girls Trip” ficaram com o 3º e 4º lugares, respectivamente, em condições opostas. Enquanto a animação marca outro ponto negativo para a Sony – e que negativo, com só 7% de aprovação – , “Girls Trip” é um fenômeno da Universal. Produzido por US$ 19 milhões, rendeu até agora US$ 89,4 milhões no mercado doméstico. O Top 5 se completa com mais uma estreia. O suspense “O Sequestro” (Kidnap), estrelado por Halle Berry, fez US$ 10,2 milhões. E já está no lucro, pelo simples fato de ter chegado aos cinemas. A falência da produtora Relativity deixou vários filmes no limbo, como “Fallen”, que foi lançado no Brasil e ninguém sabe se um dia aparecerá nos Estados Unidos. Por sinal, “O Sequestro” estreia em 7 de setembro no Brasil. As decepções ainda continuaram com a ampliação do circuito de “Detroit”. Lançado em 20 salas na semana passada, o drama indie de época e denúncia social da premiada diretora Kathryn Bigelow (“Guerra ao Terror”) chegou a 3 mil salas na sexta (4/8) sem lotar nenhuma. Apareceu em 8º lugar, com US$ 7,2 milhões e uma média de público 60% menor que a de “A Torre Negra”. “Detroit” estreia no Brasil em 7 de setembro. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Torre Negra Fim de semana: US$ 19,5 milhões Total EUA: US$ 19,5 milhões Total Mundo: US$ 27,5 milhões 2. Dunkirk Fim de semana: US$ 17,6 milhões Total EUA: US$ 133,5 milhões Total Mundo: US$ 314,1 milhões 3. Emoji – O Filme Fim de semana: US$ 12,3 milhões Total EUA: US$ 49,4 milhões Total Mundo: US$ 62,1 milhões 4. Girls Trip Fim de semana: US$ 11,4 milhões Total EUA: US$ 85,4 milhões Total Mundo: US$ 90,8 milhões 5. O Sequestro Fim de semana: US$ 10,2 milhões Total EUA: US$ 10,2 milhões Total Mundo: US$ 10,2 milhões 6. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 8,8 milhões Total EUA: US$ 294,9 milhões Total Mundo: US$ 670,9 milhões 7. Atômica Fim de semana: US$ 8,2 milhões Total EUA: US$ 34,1 milhões Total Mundo: US$ 45,8 milhões 8. Detroit Fim de semana: US$ 7,2 milhões Total EUA: US$ 7,7 milhões Total Mundo: US$ 7,7 milhões 9. Planeta dos Macacos: A Guerra Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 130,2 milhões Total Mundo: US$ 278 milhões 10. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 5,2 milhões Total EUA: US$ 240,7 milhões Total Mundo: US$ 879,4 milhões
Guardiões da Galáxia Vol. 3 marcará despedida dos heróis do universo Marvel atual
O diretor James Gunn confirmou que “Guardiões da Galáxia Vol. 3” marcará o fim do Universo Cinematográfico Marvel atual, com a despedida dos personagens conhecidos do público, e o início de sua expansão para outras direções, com a chegada de novos heróis. Aparentemente, heróis das estrelas. Em entrevista à revista The Hollywood Reporter, o cineasta revelou que já está trabalhando no roteiro da continuação, ao mesmo tempo em que discute a ampliação dos personagens cósmicos da Marvel em novas produções, incentivado pelo chefe dos estúdios, Kevin Feige. “Esses scripts já estão em andamento. Kevin e eu falamos sobre isso o tempo todo, acabamos de ter uma reunião hoje. Discutimos qual seriam as próxima adaptações de personagens cósmicos e onde estarão os personagens que já criamos no próximo lote de filmes”, disse Gunn, referindo-se aos projetos misteriosos que acontecerão depois do “Vol. 3”. Não se sabe quase nada sobre os planos da Marvel para depois de “Guardiões de Galáxia Vol. 3”, que deve lidar com os acontecimentos de “Vingadores 4”. Pelas entrevistas de Feige, o quarto longa dos Vingadores terá ressonância apocalíptica, pois marcará o fim dos contratos dos intérpretes dos personagens mais icônicos da empresa. Gunn já tinha confirmado que nada seria o mesmo após “Vingadores 4” em um post em seu Facebook. “Muito do que aconteceu no Universo Cinematográfico Marvel nos últimos dez anos tem levado, em grande parte, à “Guerra Infinita” e a ‘Vingadores 4′”, ele escreveu. “‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ acontecerá depois de tudo isso. Concluirá a história desta formação dos Guardiões da Galáxia e ajudará a catapultar novos e velhos personagens Marvel nos próximos dez anos e além”. Ou seja, “Guardiões de Galáxia Vol. 3” fará a transição de fase mais importante da história cinematográfica da Marvel. Há quem aposte que os Ravagers liderados por Sylvester Stallone em “Vol. 2” assumam o lugar dos Guardiões. O que renderia uma inversão do que aconteceu nos quadrinhos, já que, na verdade, os personagens revelados no final do último filme eram os Guardiões originais da Marvel. “Estou definitivamente interessado na direção que esses personagens estão indo e seus papéis no Universo Marvel”, concluiu Gunn. O terceiro “Guardiões da Galáxia” ainda não tem data de estreia prevista. Já “Vingadores 4” abalará o universo Marvel em maio de 2019.
Elizabeth Olsen diz que até o elenco desconhece o roteiro de Vingadores: Guerra Infinita
A Marvel está tão perturbada com os vazamentos que alimentam os sites de fofocas geek, que não está nem deixando os atores de seus filmes lerem os roteiros. Parece exagero, mas é a verdade, segundo a atriz Elizabeth Olsen, que interpreta a Feiticeira Escarlate nos filmes do estúdios. Durante uma participação no programa The Late Show, ela comentou as medidas extremas tomadas pela Marvel para manter a trama de “Vingadores: Guerra Infinita” em segredo. “Eu tive que assinar muitos papéis de confidencialidade antes de começar meu trabalho no filme, como em todos os anteriores. Mas dessa vez eles realmente não me deram um roteiro. Só umas páginas com as minhas falas. Quando eu assistir ao filme, ficarei surpresa: ‘Oh, então é isso que estava acontecendo aí?’”, contou a atriz. As filmagens de “Vingadores: Guerra Infinita” já se encerraram, mas a equipe vai se encontrar novamente nos próximos dias para começar a trabalhar na continuação, ainda sem título oficial. O filme tem, sim, um roteiro, escrito por Christopher Markus e Stephen McFeely (“Capitão América: Guerra Civil”). A direção é dos irmãos Anthony e Joe Russo, e a estreia está marcada para abril de 2018.
Karatê Kid vai voltar numa série estrelada pelo protagonista original
Três décadas, três sequências e um remake depois, “Karatê Kid” vai continuar na TV com Ralph Macchio de volta ao papel de Daniel San. Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto está sendo desenvolvido pelo YouTube Red, a plataforma de séries por assinatura da rede social. Chamado de “Cobra Kai” e descrito como uma comédia, a série terá 10 episódios de meia hora cada um. E, além de Macchio, também terá William Zabka no papel de Johnny Lawrence. A trama, na verdade, destaca o papel de Zabka, o rival de Daniel LaRusso no clássico de 1984, que ainda busca redenção. A trama vai girar em torno de seus esforços para reformar o infame dojo Cobra Kai, que ele volta a abrir como sensei. Entretanto, isto trará de volta sua rivalidade com o bem-sucedido Daniel, que tenta manter a vida em equilíbrio sem a ajuda de seu mentor, o Sr. Miyagi. A atração deve explorar as frustrações dos dois através do karatê, além de homenagear Pat Morita, intérprete de Miyagi, que faleceu em 2005. Macchio e Zabka também serão produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinarão a direção dos episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. “‘Cobra Kai’ será uma verdadeira continuação dos filmes originais, com comédia, emoção e grandes cenas de luta”, afirmaram Hurwitz e Schlossberg em comunicado. A estreia é prevista para 2018.
Planeta dos Macacos – A Guerra empolga com ação, efeitos e sensibilidade
Ainda que Matt Reeves não tenha dirigido os três filmes deste reboot de “O Planeta dos Macacos”, foi ele que, ao assumir o segundo ato, “O Planeta dos Macacos: O Confronto” (2014), superou as formulações óbvias do tema. Junto com o colaborador Mark Bomback, tanto em “Confronto” como nesse novo “Planeta dos Macacos: A Guerra”, não brinca apenas com a ideia de um mundo onde a supremacia símia de repente parece ser mais civilizada do que a humana. Ambos – diretor e roteirista – se deliciam em imaginar as implicações desta inversão social. Isso do ponto de vista dramático. Já como entretenimento são igualmente felizes. Realizam dois filmes sagazes, cheios de reviravoltas, com empolgantes cenas de ação e um magnífico trabalho de caracterização dos atores. Esse “Planeta dos Macacos: A Guerra”, pra começar, desmente a apologia do título bélico que o marketing do estúdio investe. Em vez de elogio ao conflito, o filme é todo construído sobre a ideia de como uma guerra aborta traumaticamente os planos das pessoas, e como ela aniquila quase tudo o que pode haver de positivo dentro de um ser. Sim, as ações começam pequenas, mas elas vão se desdobrando e esbarrando em outros símbolos de intolerância, racismo, os perigos da obsessão e o veneno da vingança. A história é contada da perspectiva dos macacos. É óbvio desde as primeiras cenas que eles são os protagonistas e os humanos, os vilões. O principal antagonista, o Coronel vivido por Woody Harrelson, é introduzido obliquamente e não recebe uma cena completa até a metade do filme. Mas mesmo neste delineamento fácil de divisar entre o “bem” e o “mal”, há uma perplexidade em cena. Os gestos simiescos soam terrivelmente arbitrários para nós, e nos chamam a atenção para como terrivelmente arbitrários devem ser os nossos próprios atos. No centro da cena está o macaco César (Andy Serkis), o líder desta contradição. César sempre está pagando as contas por procurar uma convivência pacífica com os humanos. Sem seu rival Koba (Toby Kebbell), agora existente apenas em seus pesadelos, o protagonista enfrenta uma oposição que se multiplica em células. Há mais macacos dissidentes e pelo menos dois tipos de humanos: um grupo que caça os símios apenas pelo prazer de exterminá-los, e outro grupo, que está buscando uma vacina para conter o vírus mutante que continua a aprontar das suas com os humanos. César tem que lutar contra todos eles, mas a maior pedra no caminho é o Coronel. As táticas brutais do oficial forçam César a enfrentar os aspectos mais escuros de sua natureza. Quando o vilão mata a mulher e o primogênito do líder símio, o ponderado protagonista macaco perde o chão. Acompanhado por dois companheiros, Rocket (Terry Notary) e o orangotango Maurice (Karin Konoval), César esquece a racionalidade e busca a vingança a qualquer custo. E Andy Serkis mais uma vez oferece uma performance memorável. Reeves mantém o ator sob seu foco e deixa a câmera namorar o rosto de Serkis, suas expressões. Se precisar dar uma pausa na ação, para ir mais fundo nas emoções, Reeves pára e espera. Essa atuação, sabemos, ganha depois a sobreposição dos efeitos digitais, mas e daí? A forma como essas fronteiras se misturam é um maravilhoso testemunho de quão eficaz os dois instrumentos podem ser juntos. Não adianta só a tecnologia. Quando o humano se sobressai, a dramaturgia sai enriquecida. Serkis domina sua criação com uma densidade dramática rara. Em cada um dos filmes, o ator explorou uma estação emocional do personagem. No primeiro, César era jovem, havia um certo entusiasmo em formação, que foi sendo corrompido até levá-lo ao desencanto e depois à revolta. No segundo filme, o dilema de confiar mais uma vez nos humanos emprestaram nuances dignas de um drama shakespereano e ele pagou um preço que ele não esperava: foi traído por um amigo e teve que matá-lo. Terminou a história como um personagem embrutecido. Neste terceiro, a carga pesa ainda mais. César está velho, cansado, tenta se vender como um guerreiro estrategista implacável, mas, depois da morte dos entes queridos, é tomado pela mesma ira que o levou a matar Koba. Conforme aproxima-se de sua vingança, o fantasma do amigo reaparece parar rir da sua escolha. O lado ponderado perdeu-se em César. Ninguém o desarma. Nem mesmo a adorável Nova (Amiah Miller), menina humana órfã que encontra em sua rota. Maurice acolhe a criança, César olha pra ela com ódio nos olhos. Seu oponente, o militar humano (Harrelson) intencionalmente é uma figura bidimensional – tão frio quanto o gelo, ele range os dentes quase como um animal. O vírus que destruiu a humanidade se modificou em tal ordem que agora está conduzindo os homens a regressão das faculdades mentais. O primeiro indício é a perda da fala, depois a atrofia do raciocínio. O Coronel quer liquidar os macacos, porque não admite que o homem vire o animal dos animais. Em sua resignação, o vilão traz muito do Coronel Kurtz vivido por Marlon Brando em “Apocalypse Now” (1979). Há outras menções apontando o clássico de Coppola como referência para Reeves. O Coronel montou seu exército particular. E também é um sujeito recluso, tentando esconder sua mente torturada por uma série de atos terríveis que cometeu. O tributo a “Apocalypse Now” é inteiro neste Planeta dos Macacos. É evocado ainda na sequência de ataque de uma esquadrilha de helicópteros e numa bela pichação numa gruta, onde lemos “Ape kapylpse Now”! Fosse só o filme de Coppola e a homenagem aos filmes de guerra já estaria de bom tamanho, mas Reeves se dá ao capricho de desfiar sua veia cinéfila, emulando cenas dos clássicos “A Ponte do Rio Kwai” (1957), “Fugindo do Inferno” (1963) e “Nascido para Matar” (1987). Claro, as cenas e sensibilidade são todas mais que familiares, mas o filme transpira uma espécie de charme nostálgico das velhas matinês de aventura e, ao mesmo tempo, é tão agradável e isento da tradicional incoerência dos filmes atuais, que parece que estamos presenciando a história pela primeira vez. Obra-prima? Chega perto. Se há um defeito em “O Planeta dos Macacos: A Guerra”, esse reside nas cenas finais. Obviamente não estou contando o que acontece, mas cabe fazer menção ao sentido do que vemos. O final é redentor, lacrimejante e completamente desnecessário.
Ian McShane será o pai adotivo de Hellboy no novo filme da franquia
O ator Ian McShane (série “American Gods/Deuses Americanos”) entrou no elenco de “Hellboy: Rise of the Blood Queen”, reboot da franquia baseada nos quadrinhos de Mike Mignola. Segundo o site The Hollywood Reporter, McShane viverá o professor Broom, pai adotivo do protagonista, que nos filmes dirigidos por Guillermo del Toro foi interpretado pelo já falecido John Hurt. O novo filme será dirigido por Neil Marshall e estrelado por David Harbour (o xerife Hopper da série “Stranger Things”). Marshall não filmava desde 2010, quando lançou o ótimo “Centurião”, estrelado por Michael Fassbender. Desde então, voltou-se para o universo televisivo, destacando-se entre os diretores das séries “Game of Thrones”, “Hannibal”, “Black Sails” e “Westworld”. Ele também está cotado para filmar a continuação de “Kong: A Ilha da Caveira”. O roteiro foi escrito por Mignola em parceria com Andrew Cosby (criador da série “Eureka”) e Christopher Golden (roteirista de videogames de “Buffy – A Caça-Vampiros”). Ainda não há previsão de estreia.
Saga Divergente vai mesmo ser concluída numa produção televisiva
Após o adiamento das filmagens e os boatos de que a franquia “Divergente” seria concluída num telefilme, o site Deadline apurou que o canal Starz irá exibir o projeto. Recentemente, a Lionsgate, que produziu os filmes de “Divergente”, comprou o canal pago americano, visando transformá-lo numa plataforma para suas produções. O projeto ainda estaria em estágios iniciais, com roteiro de Adam Cozad (“A Lenda de Tarzan”) e direção de Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”). Os dois estavam previamente acertados para escrever e dirigir “A Série Divergente: Ascendente”, o filme que encerraria a franquia. Eles também terão créditos como produtores. O Deadline não soube precisar se a produção será um telefilme ou uma série, mas afirmou que há definitivamente planos para uma série baseada nos livos de Veronica Roth. A crise com “Divergente” foi criada pela própria Lionsgate, que decidiu dividir o último livro da trilogia literária em dois filmes, imitando “Harry Potter”, “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”. O problema é que, enquanto “Divergente” (2014) e “A Série Divergente: Insurgente” (2015) arrecadaram US$ 288,8 milhões e US$ 297,2 milhões, respectivamente, “A Série Divergente: Convergente” (2016), com metade de uma história, implodiu com US$ 179 milhões em todo o mundo, tornando a filmagem da parte final inviável do ponto de vista financeiro. A franquia acabou ficando sem fim. Como a produção ainda está em estágio inicial, não está claro se a trama trará de volta os personagens do filme ou se os atores irão repetir seus papéis. Shailene Woodley, que interpreta a protagonista Tris, já se disse disposta a concluir a história para os fãs. Após inicialmente rejeitar a ideia de fazer um telefilme, ela mudou a ideia, afirmando que tinha se comprometido a “contar a história completa de Tris e adoraria ser capaz de fazer isso”. Mas o elenco inclui outros jovens que acabaram deslanchando suas carreiras após o primeiros filme, como Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) e Miles Teller (“Whiplash”). Também fazem parte do elenco cinematográfico Zoe Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Theo James (“Anjos da Noite: Guerras de Sangue”), Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”), Naomi Watts (série “Gypsy”) e Jeff Daniels (“Steve Jobs”). Vale observar que as séries da Lionsgate são tão divisivas quanto seus filmes. Entre as produções do estúdio, destacam-se positivamente “Orange Is the New Black”, “Dear White People” e “The Royals”, e negativamente “MacGyver”, a já cancelada “Guilt” e o desastroso tele-remake de “Dirty Dancing”.
Vídeo divertido anuncia o começo das filmagens de Homem-Formiga e a Vespa
A Marvel divulgou o primeiro vídeo de bastidores de “Homem-Formiga e a Vespa” para anunciar o começo das filmagens. Divertido, o vídeo revela as cadeiras miniaturas que os protagonistas “usam” para descansar entre os takes. Além de Paul Rudd e Evangeline Lilly como os heróis do título, a continuação trará de volta personagens importantes do primeiro filme, como Hank Pym (interpretado por Michael Douglas), Luis (Michael Peña), Maggie Lang (Judy Greer) e Cassie (Abby Ryder Fortson), a filha de Scott Lang, a identidade civil do Homem-Formiga. Entre as novidades da continuação estão as presenças de Laurence Fishburne (“Matrix”, série “Hannibal”) e Michelle Pfeiffer (“A Família”), respectivamente como o Dr. Bill Foster, também conhecido como Golias Negro, e Janet Van Dyne, a Vespa original. Outros atores confirmados são Walton Goggins (“Os Oito Odiados”), Randall Park (protagonista da série de comédia “Fresh Off the Boat”) e Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), intérpretes de Sonny Burck, CEO da empresa Cross Technologies, do agente da SHIELD Jimmy Woo e da vilã Fantasma, uma hacker brilhante capaz de ficar invisível – e que é um homem nos quadrinhos do Homem de Ferro. Novamente dirigido por Peyton Reed (de “Homem-Formiga”), o filme estreia em 5 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Em São Paulo, Andy Serkis assume seu orgulho pela franquia Planeta dos Macacos
“O tema principal desse filme é a empatia”, disse o ator Andy Serkis para uma plateia de mais de 200 jornalistas brasileiros e latino-americanos, durante a entrevista coletiva de lançamento do filme “Planeta dos Macacos: A Guerra” nesta terça (1/8), em São Paulo. Apesar do título bélico, para o ator “não há bonzinhos ou malvados” em nenhum dos lados do conflito. “Todos têm seus motivos e você consegue entendê-los. Tanto que, no momento final, em que César olha nos olhos de seu inimigo, ele consegue achar novamente sua empatia.” O ator, que interpreta o protagonista, o macaco César (Caesar na grafia original), falou que adora a sua experiência na franquia. “Eu amo esse mundo, eu amo a franquia e a metáfora com os macacos”. O terceiro longa da franquia foi realizado em 5 meses e meio, período que Serkis definiu como uma jornada incrível. “A filmagem foi muito sombria para o César. Em todos os dias de set havia uma intensidade muito grande.” Sobre o uso de computação gráfica, o ator elogiou os efeitos do novo filme, “muito mais aparentes e bem realizados”. Mas fez questão de completar: “Tecnologia de movimento é apenas uma tecnologia, não é uma forma de atuar”, ressaltando seu trabalho na interpretação do papel. “É um preconceito e é ignorância”, reclamou, sobre o fato de nenhum trabalho do tipo ser lembrado pelas principais premiações da indústria cinematográfica. “Eles aceitam a maquiagem, o disfarce, mas não as novas ferramentas da tecnologia aplicadas à interpretação. Os jovens são muito mais receptivos”, continuou, arrematando com ironia. “Se eu tivesse com maquiagem e uma grande roupa de macaco eles diriam: ‘Uau. Isso é interpretação’”. “Planeta dos Macacos: A Guerra” estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (3/8).
Zazie Beetz aparece em novas fotos como Dominó e fãs dos quadrinhos reclamam
A atriz Zazie Beetz (série “Atlanta”) postou em seu Instagram uma nova foto de seu papel em “Deadpool 2”, a mutante Dominó, e originou uma avalanche de reclamações. Muitos se manifestaram de forma indignada porque o visual não lembra em nada a super-heroína da Marvel. “Você nem sequer tentou, não é? Gamora de ‘Guardiões da Galáxia’ te faz passar vergonha. Dominó nasceu com pele de cor branca-óssea porque ela é uma maldita mutante e não tem um cabelo afro. Isto não é nada mais do que um cosplay meia-boca preguiçoso”, atacou um usuário. “Você está linda, mas isso não é Dominó”, avaliou outra, com menos rancor. “O visual é péssimo. Tomara que a atuação dela compense esse equívoco”, comentou um terceiro. “Não custava nada seguir os quadrinhos”, lamentou mais um. Mas houve os que gostaram e até os que aproveitaram para acusar quem não gostou de racista. “Há alguns babacas racistas nos comentários que ficaram com raiva da mudança racial. Mas não devemos nos preocupar muito sobre a aparência. Ficaremos felizes se o desempenho for bom”, resumiu um dos defensores do visual. “Deadpool 2” também traz Josh Brolin (que é Thanos nos filmes da Marvel) como Cable, que ainda não teve o visual cinematográfico revelado. A estreia está marcada para 31 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Veja abaixo duas novas fotos de Zazie Beets como Dominó e como a personagem se parece nos quadrinhos.
Empresa de efeitos visuais anuncia que começou a trabalhar em Avatar 2
A Weta Workshop, empresa de efeitos visuais da Nova Zelândia, que tem como sócio de sua divisão digital o cineasta Peter Jackson (“O Hobbit”), anunciou que começou a trabalhar nas sequências de “Avatar”, que serão dirigidas por James Cameron. A companhia já tinha trabalhado com Cameron no primeiro filme, lançado em 2009. O trabalho mais recente da WETA no cinema foram os efeitos de “Planeta dos Macacos: A Guerra” para a Fox. Depois de diversos adiamentos, as continuações da franquia começarão a ser filmadas em breve. Serão ao todo quatro novos filmes, todos dirigidos por James Cameron. A primeira continuação, “Avatar 2”, vai estrear em dezembro de 2020, seguida por “Avatar 3” em dezembro de 2021. Com um hiato de três anos para acompanhar a evolução tecnológica, “Avatar 4” só será visto em dezembro de 2024 e a última parte da franquia, “Avatar 5”, em dezembro de 2025.
Josh Brolin revela que voltará a viver Thanos em Vingadores 4
O ator Josh Brolin indicou que estará em “Vingadores 4”. Ele publicou uma foto do vilão Thanos em seu Instagram com a legenda: “Voltando para mais e mais. Eu quero tudo!”. Veja abaixo. A postagem coincide com a revelação de Joe Russo, durante a Comic-Con, que as filmagens da continuação iam começar em agosto. “É muito louco, porque acabamos de encerrar as filmagens do primeiro há uma semana, e eu começo a rodar o segundo em duas semanas”, disse Russo, referindo-se a “Vingadores: Guerra Infinita” e sua continuação, como se fossem as partes um e dois de uma mesma história. Apesar dessa comparação, o diretor voltou a frisar que os longas serão diferentes entre si: “Eles são gigantescos. Mas é importante que eles sejam distintos, com tons diferentes, narrativas diferentes, surpresas distintas. Trabalhamos duro para garantir que eles fosse diferentes, estruturalmente”. “Vingadores: Guerra Infinita” estreia de abril de 2018 e “Vingadores 4” no ano seguinte, em maio de 2019. No meio dos dois lançamentos, Brolin ainda aparecerá como outro personagem da Marvel: Cable em “Deadpool 2”, previsto para junho de 2018. Going back for more more MORE! I want it all. #mcu #marvel @marvelstudios @disney @prevailactivewear Uma publicação compartilhada por Josh Brolin (@joshbrolin) em Jul 30, 2017 às 12:21 PDT
Ryan Reynolds divulga primeira foto de Zazie Beetz como Dominó
Ryan Reynolds usou as redes sociais para divulgar a primeira foto de Zazie Beetz, revelação da série “Atlanta”, como a caçadora de recompensas mutante Dominó em “Deadpool 2”. A imagem recria uma das primeiras imagens de Reynolds como Deadpool para o filme do ano passado. Na foto original (veja abaixo), o herói aparecia sobre um tapete de pele de urso diante de uma lareira. Agora, Dominó é quem surge sobre um tapete e na sala da lareira. Mas em vez de urso, é o uniforme do próprio Deadpool que apoia seu corpo. A imagem é divertida, mas a escolha da atriz acabou causando mudanças radicais no visual da personagem. Nos quadrinhos, Dominó é uma mutante de pele branca (albina mesma) com uma mancha negra sobre um dos olhos. No filme, ela é uma personagem negra com um olho pintado de branco. No ano passado, o site Deadline apurou que uma dezena de atrizes estavam visadas para o papel. A lista incluía as americanas Lizzy Caplan (“A Entrevista”), Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”), Sienna Miller (“Sniper Americano”), Kelly Rohrbach (do vindouro “Baywatch”), a canadense Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), a irlandesa Eve Hewson (série “The Knick”), a australiana Ruby Rose (“xXx: Reativado”), a argelina Sofia Boutella (“Star Trek: Sem Fronteiras”), a mexicana Stephanie Sigman (“007 Contra Spectre”) e a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”). A personagem foi criada em 1992 por Fabian Nicieza e Rob Liefeld, como resultado de uma experiência secreta do governo, e seu nome real é Neena Thurman. Graças a seus poderes e habilidades físicas, ela acaba integrando um esquadrão de mercenários liderado por Cable e participa da primeira fase da X-Force, grupo de mutantes responsável por realizar missões mais secretas e sensíveis, em vez de aparecer na mídia tentando impedir o fim do mundo como fazem os X-Men. Em entrevista recente, o diretor David Leitch (“Atômica”) disse que seu poder de alterar todas as probabilidades a seu favor será importante nas cenas de ação do filme. “Estamos empolgados para usar essa ideia na coreografia. No começo parece um problema, porque você precisa traduzir visualmente a sorte dela, mas depois vira a oportunidade mais legal do mundo.” “Deadpool 2” também traz Josh Brolin (que é Thanos nos filmes da Marvel) como Cable e a estreia está marcada para 31 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.











