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    A Princesa e a Plebeia vai ganhar terceiro filme na Netflix

    7 de outubro de 2020 /

    A Netflix anunciou nesta quarta (7/10) que encomendou a produção de “A Princesa e a Plebeia 3”. Detalhe: o segundo filme ainda não estreou e nem sequer tem data prevista para seu lançamento. Mas isso não detém a plataforma, que já programou as filmagens da continuação para o final desse ano na Escócia, visando disponibilizá-la no Natal de 2021. O filme original era numa versão moderna e feminina da famosa fábula de Mark Twain, “O Príncipe e o Mendigo”. Na trama, uma turista americana trocava de lugar com uma nobre europeia idêntica à ela mesma, para que a princesinha pudesse descobrir como é viver longe das regras da monarquia. Vanessa Hudgens (ex-“High School Musical”) viveu os dois papéis e, na trama, encontrou o romance também em dose dupla, incorporado por Sam Palladio (“Nashville”) e Nick Sagar (“Caçadores de Sombras”). A premissa do segundo filme vai incluir uma terceira “gêmea”. Intitulado em inglês “The Princess Switch: Switched Again”, mostrará a princesa Margaret (Hudgens) herdando inesperadamente o trono de Montenaro, ao mesmo tempo que seu romance experimenta um período conturbado. Assim, caberá novamente à sua dublê Stacy (Hudgens) salvar o dia antes que uma terceira jovem idêntica e festeira, chamada Fiona (Hudgens novamente), frustre todos os planos de final feliz desta história. Toda a equipe criativa também estará de volta, incluindo o diretor Mike Rohl e a veterana roteirista de TV Robin Bernheim, que divide os créditos da franquia com sua assistente Megan Metzger. Anteriormente, os três trabalharam juntos na produção canadense “Quando Chama o Coração: A Série”. Relembre abaixo o trailer do primeiro filme, lançado pela Netflix em novembro de 2018.

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    Pôster oficializa produção de “Família Addams 2”

    7 de outubro de 2020 /

    A MGM divulgou o primeiro pôster da continuação da animação “Família Addams”, que destaca Wandinha (Wednesday) e oficializa a produção, originalmente encomendada no ano passado – mais especificamente no fim de semana de estreia do primeiro filme. Com direção de Conrad Vernon (de “A Festa da Salsicha”), o filme anterior foi o primeiro longa animado baseado nos personagens criados por Charles Addams em 1938 e trouxe as vozes de Charlize Theron (“Tully”) como Morticia Addams, Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) como seu marido Gomez, Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Finn Wolfhard (série “Stranger Things”) nos papéis dos filhos Vandinha e Feioso (Pugsley), Nick Kroll (série “The League”) como o Tio Chico (Fester), Bette Midler (“Abracadabra”) como a Vovó Addams, Snopp Dog (“Meu Nome é Dolemite”) como o primo Coisa (It) e Allison Janney (vencedora do Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante por “Eu, Tonya”) como a vilã Margaux Needler. Orçada em US$ 50 milhões, a produção acabou faturando US$ 203 milhões em todo mundo, mas não agradou a crítica, com apenas 44% de aprovação no Rotten Tomatoes. A continuação tinha estreia marcada para 22 de outubro de 2021, mas, devido ao coronavírus, o pôster inaugural evita data específica e estampa que seu lançamento vai acontecer “em breve”. Por enquanto, não há informações sobre a trama do novo filme.

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    Mel Gibson é Papai Noel perseguido por assassino em trailer de comédia

    7 de outubro de 2020 /

    A Saban Films divulgou o pôster e o trailer da comédia de humor negro “Fatman”, em que Mel Gibson é o homem gordo do título, um Papai Noel com raiva do mundo, porque cada vez menos crianças acreditam nele. Infelizmente, um menino rico e terrível é um dos poucos que ainda acreditam. E quando não recebe o presente de Natal que esperava, contrata um assassino profissional para matar o gordo preguiçoso. Só que este Papai Noel sabe uma coisa ou quatro sobre como se tornar uma Máquina Mortífera, transformando a produção natalina num tiroteio. A premissa inusitada é escrita e dirigida pelos irmãos Eshom e Ian Nelms. A dupla ficou conhecida pelo thriller “Small Town Crime”, que passou por vários festivais de cinema independente em 2017 – sem conquistar nenhum prêmio. O elenco também destaca Walton Goggins (“Tomb Raider: A Origem”) como o matador profissional, Marianne Jean-Baptiste (“Blindspot”) como Mamãe Noel e Chance Hurstfield (“Um Milhão de Coisas”) como o menino malvado. A estreia está marcada para 4 de dezembro nos EUA, o que torna “Fatman” o filme de Natal mais diferente deste ano.

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    Cidade do interior do Texas processa Netflix por Lindinhas

    6 de outubro de 2020 /

    A Netflix foi indiciada num processo criminal em uma cidadezinha de 86 mil habitantes do estado americano do Texas por causa do filme “Lindinhas” (Mignonnes). A ação, protocolada em 23 de setembro no condado de Tyler, acusa a plataforma de promover imagens obscenas de crianças no filme francês. A acusação foi parcialmente revelada pelo deputado conservador Matt Shaefer no Twitter nesta terça-feira (6/10). Ele destacou a parte do texto que acusa o filme de “retratar a exibição obscena da região púbica de uma criança vestida ou parcialmente vestida com menos de 18 anos de idade, que apela ao interesse lascivo por sexo”. Segundo a plataforma, o processo “não tem mérito”, porque “‘Lindinhas’ é um comentário social contra a sexualização de crianças pequenas”. “Essa acusação não tem mérito e nós apoiamos o filme”, manifestou-se a Netflix por comunicado. No Brasil, um templo evangélico também tentou processar a empresa por causa do filme. A ação, que pedia censura de “Lindinhas”, foi julgada improcedente. Ao rejeitar o pedido de liminar, o juiz Luiz Fernando Rodrigues Guerra disse que a Netflix não violou a legislação e que o pedido de exclusão do filme é inconstitucional. Premiado no Festival de Sundance e exibido sem polêmicas na França, “Lindinhas” acabou ganhando repercussão entre os conservadores dos EUA e, posteriormente, no Brasil pela ministra pastora Damares Alves, que disse que também tentaria censurá-lo. “É interesse de todos nós botarmos freio” e “vamos tomar todas as medidas judiciais cabíveis”, ela chegou a afirmar sobre a produção. Em contraste com a reação de Damares e outros conservadores, o filme foi acompanhado pelas autoridades de proteção infantil do governo francês durante toda a sua produção e elas aprovaram seu conteúdo integralmente. A reação negativa só começou após um pôster equivocado da própria Netflix, que apresentava as meninas em trajes colantes, tentando fazer poses sensuais. A imagem, por sinal, é exatamente o que o filme critica. No momento em que ela aparece no contexto do filme, as meninas são vaiadas por mães que se horrorizam com a performance sexualizada delas num concurso de danças. Isto serve de despertar para a protagonista, uma pré-adolescente que até então confundia sexualização com rebelião diante da cultura de submissão feminina de sua família religiosa. O governo francês também defendeu o filme ao considerar que as críticas se baseiam numa série de imagens descontextualizadas e reducionistas. Afirma que as críticas imputam à diretora uma intenção que ela não teve e que vai “em total contradição com o que a obra propõe”.

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    Free Guy ganha trailer legendado e vídeo zoando os adiamentos de cinema

    5 de outubro de 2020 /

    A 20th Century Studios divulgou mais um pôster e dois novos vídeos de “Free Guy: Assumindo o Controle”. Um deles é o trailer legendado, que explica a história e promete um filme divertido, cheio de explosões. O outro é um teaser que transforma em humor a tragédia atual do cinema, num ano em que várias estreias estão sendo adiadas sem parar. Apesar do lançamento do filme estar marcado para dezembro deste ano, o segundo vídeo traz o elenco gravando mensagens para estreias em datas alternativas – além do Natal, no Ano Novo, no Dia dos Namorados, no Dia da Independência, no Halloween do ano que vem, antes da queda do meteoro, etc. “Acho que cobrimos tudo”, diz o diretor Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”). “Sim, por uns 40 ou 50 anos”, confirma o astro Ryan Reynolds (“Deadpool”). Originalmente, o filme chegaria aos cinemas em julho, mas após a pandemia de coronavírus transformou-se num lançamento natalino, aguardado agora para 10 de dezembro no Brasil – um dia antes da estreia nos EUA. Na trama, Reynolds vive um bancário comum. Ou melhor, um figurante de videogame, que só aparece numa cena de assalto. Num belo dia, ele resolve reagir a um jogador e se torna autoconsciente, descobrindo que sua existência é artificial e criada por um programador de games (Taika Waititi, de “Jojo Rabbit”). O elenco também destaca Joe Keery (“Stranger Things”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Jodie Comer (“Killing Eve”), que vive uma heroína no jogo. Ela ajuda Guy a enfrentar os perigos causados por sua rebelião. O roteiro escrito por Matt Lieberman foi adquirido em 2016 pela então chamada 20th Century Fox. Nesse meio tempo, ele andou bastante ocupado, escrevendo inúmeros projetos para grandes estúdios de Hollywood, entre eles, as animações de “A Família Addams” e “Scooby-Doo”. O filme também marca o retorno do diretor Shawn Levy à direção, seis anos após o fracasso de seu último longa, “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba”. Desde então, ele vinha se concentrando na atividade de produtor, emplacando com sucesso a série “Stranger Things”.

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    Emily em Paris: Série é lamentada pela imprensa francesa por excesso de clichês

    5 de outubro de 2020 /

    A série “Emily em Paris”, lançada no fim de semana pela Netflix, pode agradar fãs de comédias românticas, mas a imprensa francesa definitivamente odiou. Desenvolvida por Darren Star (criador de “Sex and the City”, “Barrados no Baile” e “Younger”), a história acompanha a Emily do título, vivida por Lily Collins (“Simplesmente Acontece”), recém chegada em Paris, descobrindo o cotidiano da capital francesa. Mas o olhar americano teria dado vida a todos os clichês possíveis sobre a cidade. “Aprendemos que os franceses são ‘todos maus’ (sim, sim), que são preguiçosos e nunca chegam ao escritório antes do final da manhã, que são paqueradores incorrigíveis, que não estão realmente apegados ao conceito de lealdade, que são sexistas e retrógrados e, claro, que têm uma relação duvidosa com o chuveiro. Sim, nenhum clichê é poupado, nem mesmo os mais fracos”, apontou a revista Première. Com sarcasmo, o site Sens Critique acrescentou que “os roteiristas devem ter cogitado por dois ou três minutos enfiar uma baguete debaixo [do braço] de cada francês, ou mesmo uma boina para distingui-los claramente, por outro lado, todos fumam cigarros e paqueram até a morte”. O texto ainda diz que Paris é retratada na série como “uma espécie de cidade-testemunho onde cada rua se torna pitoresca sem o menor lixo, com figurantes vestidos de alta costura e só chove se Lily Collins está triste”. A rádio RTL, por sua vez, lamenta que a série, em vez de retratar a verdadeira Paris, tenha gravado um compêndio de como Hollywood vê a cidade. “Raramente tínhamos visto tantos clichês sobre a capital francesa desde os episódios parisienses de ‘Gossip Girl’ [série americana lançada em 2007] ou do final de ‘O Diabo Veste Prada’ [filme de 2006]”. Como a 1ª temporada de “Emily em Paris” terminada num cliffhanger romântico, o produtor Darren Star tem planos de explorar novos clichês nos próximos capítulos, caso a audiência seja boa o suficiente para a Netflix encomendar o segundo ano da produção. “Ela fará parte do tecido do mundo em que está vivendo. Ela será mais uma residente da cidade”, contou Star à Oprah Magazine.

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    Manual de Caça a Monstros: Terror infantil com Tom Felton ganha trailer legendado

    3 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou a versão legendada do trailer de “Manual de Caça a Monstros” (A Babysitter’s Guide to Monster Hunting), que traz Tom Felton, conhecido por ter interpretado Draco Malfoy nos oito filmes de “Harry Potter”, no papel de um monstro que rapta criancinhas. Com cabelos compridos e escuros, barba rala, cicatrizes e unhas pintadas, ele aparece irreconhecível como o vilão Grand Guignol. A comédia de terror infantil conta a história de uma babá que tenta resgatar crianças raptadas por monstros comandados pelo personagem de Tom Felton. Para isso, ela recebe ajuda de outras babás de uma sociedade secreta, encarregadas de enfrentar as ameaças sobrenaturais e manter as crianças seguras até a volta de seus pais. Produção original da Netflix, o filme foi baseado nos livros de Joe Ballarini (“My Little Pony: O Filme”). Ele próprio assina o roteiro, que foi dirigido por Rachel Talalay (“Tank Girl”) e traz em seu elenco Tamara Smart (“A Pior das Bruxas”), Oona Laurence (“Perfeita é a Mãe!”), Ian Ho (“Elinor Wonders Why”) e Indya Moore (“Pose”). A estreia está marcada para 15 de outubro em streaming.

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  • Série

    Cobra Kai ganha teaser dos próximos capítulos e garante 4ª temporada

    2 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de “Cobra Kai”, que, entre cenas bastante dramáticas, também revela sua data de estreia e a renovação da série para seu quarto ano de produção. Segundo a auditoria da empresa Nielsen, a série se tornou o conteúdo mais visto da Netflix desde seu lançamento há um mês. A grande ironia desta constatação é que as duas primeiras temporadas, disponibilizadas em 28 de agosto, não eram inéditas. Elas já tinham sido disponibilizadas no antigo projeto premium do YouTube, que foi cancelado no ano passado. “Cobra Kai” era a série original de maior sucesso do YouTube, mas as demais não tiveram a mesma repercussão, levando ao abandono completo do projeto premium do portal, com conteúdo pago em streaming. Com isso, a Sony, que produz o programa, acertou sua transferência para a Netflix. E o YouTube abriu mão até da exclusividade dos episódios que financiou para ajudar a produção a encontrar uma segunda vida na plataforma rival. A trama retoma os personagens de “Karatê Kid”, mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme, para abordar a rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Depois de vencer Lawrence no antigo duelo de karatê, LaRusso é um bem-sucedido empresário, enquanto seu velho rival tem problemas com o alcoolismo e o filho adolescente. No meio disso, Lawrence resolve reabrir o infame dojo Cobra Kai como sensei, o que traz de volta o conflito com Daniel e o inspira a criar seu próprio dojo, em homenagem a seu mestre, o Sr. Miyagi (o falecido ator Pat Morita). Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinaram a direção dos primeiros episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. O filho de Smith estrelou o “remake” de “Karatê Kid” em 2010. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). A 3ª temporada, que já estava sendo produzida pelo YouTube quando a Netflix adquiriu a atração, ganhou data de estreia em 8 de janeiro.

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    Continuação insana de Borat ganha trailer legendado

    1 de outubro de 2020 /

    A Amazon divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer legendado da continuação de “Borat”, que recebeu o título nacional de “Borat: Fita de Cinema Seguinte” (Borat Subsequent Moviefilm). A prévia mostra a volta do repórter mais conhecido do Cazaquistão aos EUA, após trazer vergonha a seu país. Mas desta vez ele não vem sozinho. Borat tem uma nova missão insana: dar a filha de presente para alguém do “trono” americano. E uma das cenas mostra o personagem invadindo um evento do Partido Republicano, disfarçado de Donald Trump, para dar a filha (a búlgara Maria Bakalova) para “Michael Pennis” – na verdade, Mike Pence, o atual vice-presidente dos EUA. O disfarce é um dos muitos usados pelo comediante Sacha Baron Cohen na continuação. O vídeo explica que Borat se tornou uma celebridade e não pode ir a todos os lugares sem ser reconhecido. Mesmo assim, ele consegue se infiltrar entre integrantes da direita americana para registrar os pensamentos – ou a falta de pensamentos – dessa demografia em particular. Lançado em 2006, o primeiro “Borat” se valeu do fato de Cohen não ser tão conhecido para se tornar o filme de pegadinha mais eficaz e engraçado de todos os tempos. Encarnando Borat Sagdiyev, um jornalista desajeitado da rede estatal de TV do Cazaquistão, ele desfilou seu inglês ruim e vários preconceitos com a desculpa de fazer um documentário sobre a vida nos EUA. E conseguiu convencer várias pessoas de que Borat era uma pessoa real, registrando suas reações a situações tão inesperadas quanto ridículas. Depois disso, o comediante usou tática semelhante para enganar conservadores famosos em seu programa de TV “Who’s America”, exibido nos EUA em 2018, sempre fingindo ser um personagem de extrema direita. “Borat: Fita de Cinema Seguinte” surge como uma mistura das duas abordagens, em que Cohen aparece como Borat e como Borat disfarçado de conservador radical, que convence americanos comuns a mostrarem o que tem de pior. Entre as visitas que registra, desta vez estão um “Centro de Saúde da Mulher”, que apesar do nome não é uma clínica que realiza abortos, mas o oposto disso, e locais para “quarentenas” de homens de direita que aparentemente não viram o filme original. A estreia está marcada para 23 de outubro.

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    Ben Stiller se junta a Anne Hathaway em comédia de assalto na quarentena

    30 de setembro de 2020 /

    “Lockdown”, comédia de assalto dirigida por Doug Liman (“Feito na América”), teve seu elenco completo anunciado, com o começo das filmagens em Londres. Juntando-se a Anne Hathaway (“As Trapaceiras”) e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”), previamente anunciados na produção, os novos integrantes são Ben Stiller (“Zoolander”), Lily James (“Yesterday”), Stephen Merchant (“Jojo Rabbit”), Mark Gatiss (“A Favorita”), Dulé Hill (da série “Psych”) e Jazmyn Simon (da série “Ballers”). Vale observar que Ben Stiller não atuava num filme desde “O Estado das Coisas” em 2017, tendo se dedicado mais à produção e direção de séries nos últimos anos. Escrito por Steven Knight (criador da série “Peaky Blinders”), “Lockdown” vem sendo descrito como um combinação de comédia romântica e filme de assalto, que tem como pano de fundo o período de isolamento social causado pela pandemia de coronavírus. Na trama, o casal tempestuoso formado por Linda (Hathaway) e Paxton (Ejiofor) decide tentar um roubo de joias altamente arriscado em uma das lojas de departamento mais famosas do mundo, a Harrods. A loja real em Londres está sendo usada como cenário do filme. Apesar das filmagens terem começado nesta semana, a data de estreia ainda não foi anunciada.

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    Manual de Caça a Monstros: Tom Felton rapta criancinhas em trailer

    30 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer de “Manual de Caça a Monstros” (A Babysitter’s Guide to Monster Hunting), que traz Tom Felton, conhecido por ter interpretado Draco Malfoy nos oito filmes de “Harry Potter”, no papel de um monstro que rapta criancinhas. Com cabelos compridos e escuros, barba rala, cicatrizes e unhas pintadas, ele aparece irreconhecível como o monstro Grand Guignol. A comédia de terror infantil conta a história de uma babá que tenta resgatar crianças raptadas por monstros comandados pelo personagem de Tom Felton. Para isso, ela recebe ajuda de outras babás de uma sociedade secreta, encarregadas de enfrentar as ameaças sobrenaturais e manter as crianças seguras até a volta de seus pais. A produção original da Netflix foi escrita por Joe Ballarini (“My Little Pony: O Filme”) e dirigida por Rachel Talalay (“Tank Girl”) e também traz em seu elenco Tamara Smart (“A Pior das Bruxas”), Oona Laurence (“Perfeita é a Mãe!”), Ian Ho (“Elinor Wonders Why”) e Indya Moore (“Pose”). A estreia está marcada para 15 de outubro em streaming.

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    Amazon vai lançar continuação de Borat

    29 de setembro de 2020 /

    A Amazon adquiriu os direitos da continuação de “Borat”, que o astro Sasha Baron Cohen filmou em segredo nos últimos meses. A estreia deve acontecer antes do dia 3 de novembro, quando acontecerá a eleição presidencial nos Estados Unidos. A escolha da data serve para ressaltar o tom político da produção. Cohen foi flagrado durante as gravações aprontando com conservadores, tanto como Borat como sob disfarces diferentes. Em junho, um vídeo registrou sua performance como um cantor caipira barbudo numa convenção da extrema direita americana no Estado de Washington, onde liderou uma cantoria racista. E em julho, o ex-prefeito de Nova York e atual advogado pessoal do presidente Donald Trump, Rudolph Giuliani, chamou a polícia após ter uma entrevista “invadida” pelo comediante. Lançado em 2006, o primeiro “Borat” apresentou ao mundo Borat Sagdiyev, um jornalista desajeitado que trabalhava para a rede estatal de TV do Cazaquistão. Com seu inglês ruim e vários preconceitos, ele veio aos EUA para fazer um documentário sobre a vida no país. Aproveitando que era pouco conhecido, Cohen enganou várias pessoas, convencendo-as de que Borat era uma pessoa real, e ao fazer isso criou uma comédia cult que faturou mais de US$ 262 milhões para a 20th Century Fox. A sequência, porém, precisa lidar com o fato de que o ator se tornou bastante popular, especialmente depois de enganar conservadores famosos em 2018, em seu programa de TV “Who’s America”. Mas isso teria sido incluído na trama. Segundo uma sinopse não oficial, Borat acredita que virou uma grande celebridade e, por isso, precisa se disfarçar para fazer novas aparições públicas. Rumores também apontam que o título do segundo filme será “Borat: O Macaco Pornográfico Dado Ao Vice Premiere Mikhael Pence Para Beneficiar a Nação Recém-Diminuída do Cazaquistão”, mas a Amazon se recusou a confirmar essa informação para o site da revista Variety. O “Mikhael Pence” do suposto título seria uma referência a Mike Pence, atual vice-presidente dos Estados Unidos.

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    Amor com Data Marcada: Comédia romântica com Emma Roberts ganha trailer legendado

    29 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Amor com Data Marcada” (Holidate), nova comédia romântica da plataforma, que junta Emma Roberts (“American Horror Story”) e Luke Bracey (“Até o Último Homem”). Cansada de ser empurrada para pretendentes em datas comemorativas, Sloane (Emma Roberts) conhece outro solteiro convicto, Jackson (Luke Bracey), em uma festa de Natal e os dois fazem um pacto: por um ano, serão o acompanhante um do outro em ocasiões especiais. Com o mesmo desdém por comemorações e sem interesse em se apaixonar, eles se tornam o par perfeito um do outro. Mas, claro, quando o ano termina, Sloane e Jackson descobrem que compartilhar aquilo que odeiam acabou se tornando uma das coisas que mais amam na vida. Este enredo tão tradicional quanto o próprio Natal foi escrito por Tiffany Paulsen, que já tinha assinado um filme de Emma Roberts anteriormente, “Nancy Drew e o Mistério de Hollywood” (2007). A direção é de John Whitesell (“Vovó… Zona 2”) e o elenco ainda conta com Frances Fisher (“Watchmen”), Kristin Chenoweth (“Final de Semana em Família”), Andrew Bachelor (“A Babá”) e Jessica Capshaw (“Grey’s Anatomy”). “Amor com Data Marcada” chega no dia 28 de outubro na Netflix.

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