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  • Série

    “B Positive” e “The United States of Al” são renovadas

    16 de maio de 2021 /

    A rede CBS renovou as duas comédias estreantes do produtor Chuck Lorre, “B Positive” e “The United States of Al”, para suas 2ª temporadas. Elas registraram, respectivamente, a média de 4,2 milhões e 5,2 milhões de espectadores em seus episódios inaugurais. “B Positive” foi a primeira estreia da CBS na atual temporada, ainda em novembro do ano passado. Criada pelo co-produtor de “Mom”, Marco Pennette, que se inspirou em experiências pessoais, a série gira em torno de um pai e terapeuta recém-divorciado (Thomas Middleditch, de “Silicon Valley”), que ao precisar de um doador de rim encontra uma candidata improvável (Annaleigh Ashford, de “Masters of Sex”), uma mulher rude de seu passado. Juntos, eles formam um vínculo inesperado e começam uma jornada que muda as suas vidas. “United States of Al” chegou a criar polêmica pela forma como registra seu protagonista, um jovem muçulmano. A premissa da série é o conflito cultural criado pelo reencontro entre Riley, um ex-marine que lutou no Afeganistão, com Awalmir, o intérprete que salvou sua vida e que, por isso, é convidado a vir morar com ele nos EUA. Awalmir, que todos chamam de Al, torna-se o centro das piadas do programa por sua adoração dos EUA e educação tradicional islâmica. Criada por David Goetsch e Maria Ferrari, ex-produtores-roteiristas de “The Big Bang Theory”, a atração destaca Adhir Kalyan (“As Regras do Amor”) como Al, Parker Young (“Enlisted”) como Riley, e também conta com Dean Norris (“Breaking Bad”), Kelli Goss (“O Rancho”), Elizabeth Alderfer (“A.P. Bio”) e a menina Farrah Mackenzie (“Utopia”). As duas séries retornarão com novos episódios no outono norte-americano (nossa primavera), junto com “Young Sheldon” e “Bob Hearts Abishola”, formando o quarteto atual de produções de Lorre, que já foi o rei das comédias da CBS com os sucessos de “Two and a Half Men”, “The Big Bang Theory”, “Mike and Molly” e “Mom”. Esta última finalizou sua trajetória televisiva na quinta-feira (13/5) passada. “B Positive” e “The United States of Al” ainda são inéditas no Brasil. Conheça os trailers das séries abaixo.

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  • Série

    “American Housewife” é cancelada após escândalo de bastidores

    15 de maio de 2021 /

    A longa lista de cortes da ABC trouxe uma amarga surpresa para os fãs e equipe de “American Housewife” – também conhecida com o nome “Bela, Recatada e do Lar” no Brasil. A série não vai voltar após o final da 5ª temporada em março passado. Trata-se do cancelamento de maior público da ABC, com praticamente 3 milhões de espectadores ao vivo, e acontece logo após a série atingir a marca de 100 episódios produzidos – um número mágico para contratos de reprises. O final da série pode ter acontecido por motivos alheios à sua audiência. Criada por Sarah Dunn (roteirista de “Spin City” e “Bunheads”), a atração trazia Katy Mixon (“Mike & Molly”) como a protagonista Katie, uma mulher confiante, mãe de três filhos, que cria sua família cheia de defeitos na rica cidade de Westport, Connecticut, um lugar repleto de mães perfeitas e filhos lindos. Ela releva seus mais profundos pensamentos sem qualquer filtro (em voiceover) enquanto leva sua vida como a segunda dona de casa mais gorda da região. No elenco, também estavam Diedrich Bader (série “The Drew Carey Show”), Daniel DiMaggio (o jovem Kal-El, de “Supergirl”), Meg Donnelly (“Z-O-M-B-I-E-S”), Julia Butters (série “Transparent”), Ali Wong (“Selvagens”) e a atriz da Broadway Carly Hughes, única integrante negra, que deixou a série no ano passado criando um escândalo ao denunciar “ambiente tóxico” em seus bastidores. Em comunicado, o estúdio ABC Signature, que produz a série, disse ter investigado as alegações de Hughes e feito “mudanças positivas” após as denúncias. Como resultado, a criadora Sarah Dunn foi afastada as gravações, o produtor Mark J. Greenberg suspenso e os showrunners Kenny Schwartz e Rick Wiener precisaram fazer treinamento de sensibilidade. Sem mencionar a polêmica, os atores remanescentes foram às redes sociais nas últimas horas postar emojis de choro e agradecer aos colegas e ao público pela audiência. Sorry to say that #AmericanHousewife will not be returning for another seasonIt was an absolute honor to work w the entire cast (new&original) the crew and the writers and i want to thank our fans for all your support over the yearsI’ll miss playing GregHe was a sweet man❤️✌🏼 — Diedrich Bader (@bader_diedrich) May 14, 2021 can’t even think of words right now at all. guess for now, i want to thank all of u 4 watching, even w our endless time slot switches 😭 everyday on set of #AmericanHousewife was pure magic. i can’t fathom i won’t be going home to Stage 23 anymore. we love you so much. thank you. — meg donnelly (@ImMegDonnelly) May 14, 2021

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  • Série

    “Black-ish” e “Mixed-ish” são canceladas

    15 de maio de 2021 /

    A guilhotina caiu pesada nas últimas horas na programação da rede americana ABC, cortando sem distinção programas novos e veteranos. Mas um cancelamento conseguiu ser menos traumático, apesar de ter peso duplo: “Black-ish” vai acabar, mas só na próxima temporada. A série de Kenya Barris, que rendeu dois spin-offs, será encerrada em sua 8ª temporada, encomendada pela ABC para o outono norte-americano (nossa primavera). “Nos dias de hoje, é raro poder decidir quando seu programa deve terminar, e somos gratos à ABC por sermos capazes de fazer desta temporada final exatamente o que esperávamos – e fazê-lo com o elenco inteiro e incrivelmente estelar voltando para fechar este capítulo conosco da maneira certa!”, escreveu Barris nas redes sociais. “Este programa mudou minha vida de muitas maneiras e estou muito orgulhoso das conversas que iniciamos ao longo do caminho”, acrescentou, sobre a despedida. “Lágrimas enchem meus olhos e um sorriso ilumina meu rosto enquanto eu digo obrigado a todos da minha família “Black” por tudo que vocês deram de si mesmos”. “Black-ish” inovou o formato das sitcoms por apresentar um ângulo inusitado. A atração gira em torno das preocupações do patriarca da família Johnson, um homem preto bem-sucedido (vivido por Anthony Anderson), que receia que seus quatro filhos estejam perdendo as referências da cultura negra pela vida privilegiada e por crescerem num bairro de brancos ricos. Com essa perspectiva, a série abordou todos os problemas que afligem os EUA atuais, incluindo os movimentos por justiça social e igualdade. A atração foi indicada três vezes como Melhor Série de Comédia no Emmy e Tracee Ellis Ross venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz, por sua performance como Rainbow, a mãe sofredora da família. Ela acabou ganhando sua própria série derivada, o prólogo “Mixed-ish”, narrando a infância de sua personagem como filha mestiça de um casal interracial nos anos 1980. “Mixed-ish”, entretanto, não voltará em setembro. A ABC se despede da atração na próxima terça (18/5), quando exibe seu último episódio após apenas duas temporadas. Apesar disso, a franquia vai continuar com “Grown-ish”, sobre a vida universitária da filha mais velha dos Johnson, Zoey (Yara Shahidi), que está renovada para sua 4ª temporada no canal pago Freeform. Kenya Barris, por sua vez, já não faz parte da rede de TV do grupo Disney há algum tempo. Ele se afastou do universo “ish” em 2018, ao assinar contrato com a Netflix para desenvolver novas atrações exclusivas. Sua primeira série no streaming, “#BlackAF”, está atualmente produzindo sua 2ª temporada. No Brasil, “Black-ish” é exibida pelo canal pago Sony. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kenya Barris (@kenyabarris)

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  • Filme

    Me Sinto Bem com Você: Comédia com Manu Gavassi e Thati Lopes ganha trailer

    14 de maio de 2021 /

    A Amazon divulgou o trailer de “Me Sinto Bem com Você”, comédia dramática brasileira sobre finais de relacionamentos durante a pandemia. A produção reúne grande elenco jovem num formato de antologia para ilustrar histórias de rompimentos entre pessoas já socialmente distantes, que se comunicam por laptops, celulares e até telefones convencionais. O filme tem direção de Matheus Souza (“Ana e Vitória”), que também participa do elenco ao lado de, entre outros, três integrantes de “Socorro, Virei uma Garota!”: a ex-BBB Manu Gavassi, Victor Lamoglia e Thati Lopes, responsável por roubar as cenas da prévia. A estreia está marcada para a próxima quinta-feira (20/5) na plataforma Amazon Prime Video.

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  • Série

    Netflix anuncia nova série de Sandra Oh

    13 de maio de 2021 /

    A Netflix anunciou a produção de “The Chair”, próxima série estrelada por Sandra Oh após o anunciado fim de “Killing Eve”, previsto para o ano que vem. A atriz, que ficou conhecida por interpretar Cristina Yang em “Grey’s Anatomy” e Eve Polastri em “Killing Eve”, será a primeira mulher a chefiar o departamento de inglês de uma grande universidade na comédia produzida pelos criadores de “Game of Thrones”, David Benioff e D.B. Weiss. “The Chair” foi criada pela atriz Amanda Peet (“Dirty John”), esposa de Benioff, e a produção foi oficializada pela Netflix com a divulgação de um clipping de notícias anunciando a nomeação da personagem de Oh, a professora Ji-Yoon Kim, a seu cargo na trama. O elenco também destaca Jay Duplass, que trabalhou anteriormente com Peet na comédia “Togetherness”, da HBO, além de Holland Taylor (“Two and a Half Men”), Bob Balaban (“Caçadores de Obras-Primas”), Nana Mensah (“13 Reasons Why”), David Morse (“Escape at Dannemora”) e a menina Everly Carganilla (“Dia do Sim”). Pull up a seat and meet The Chair, a new comedy starring @IamSandraOh and created by Amanda Peet. Premieres August 27. pic.twitter.com/j6DNEx5j4C — Netflix (@netflix) May 12, 2021

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  • Filme

    Trailer da comédia “Quem Vai Ficar com Mário?” revela música inédita de Pabllo Vittar

    12 de maio de 2021 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster e o trailer de “Quem Vai Ficar com Mário?”, comédia LGBTQIA+ que inclui uma música inédita de Pabllo Vittar em sua trilha sonora. A canção “O Menino e o Espelho” toca ao final da prévia. A trama é uma farsa romântica que evoca os tempos de “A Gaiola das Loucas”, peça de 1973 que já ganhou duas versões de cinema, sempre com atores heterossexuais se passando por gays. “Quem Vai Ficar com Mário?” repete a fórmula em seus papéis centrais, embora os tempos atuais exijam um mínimo de representatividade – gays interpretando gays. Assim como em “A Gaiola das Loucas”, a trama de “Quem Vai Ficar com Mário?” gira em torno de homens gays que precisam se passar por heterossexuais. A diferença é que agora quem vai parar no armário é o filho e não o pai. Claro, há várias outras distinções, mas quando o núcleo estrelado por Nany People (“Acredite, um Espírito Baixou em Mim”), uma legítima representante da comunidade LGBTQIA+, entra em cena, a farsa básica da “mãe” de “A Gaiola das Loucas” é encenada em toda a sua extensão. Daniel Rocha (de “Irmãos Freitas”) vive o Mário do título. Que Mário? Aquele do armário, que resolve visitar sua família tradicional para contar para seu pai (José Victor Castiel, de “Chuteira Preta”) que é gay e mora junto com seu namorado (Felipe Abib, de “Vai que dá Certo”). Mas os planos são atropelados por seu irmão mais velho (Rômulo Arantes Neto, de “Depois a Louca Sou Eu”), que resolve se assumir antes e quase mata o pai conservador. No hospital, o pai coloca Mário à frente da cervejaria da família no lugar do irmão. Pressionado a agir como hetero, o rapaz acaba se envolvendo com Ana (Letícia Lima, de “Amor de Mãe”), uma coach empresarial ousada que veio ajudar a modernizar os negócios. Só que seu namorado resolve visitá-lo e agora eles precisam lidar com a farsa. A maior farsa, porém, é que os citados são todos (menos Nany) atores heteros (pelo que se sabe) vivendo gays que tentam se passar por heteros. Letícia Lima e Daniel Rocha chegaram até mesmo a namorar. O filme tem direção de Hsu Chien (“Ninguém Entra, Ninguém Sai”) e estreia nos cinemas no dia 27 de maio.

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  • Série

    Emily in Paris: Atrizes revelam que 2ª temporada terá cenas em Saint Tropez

    10 de maio de 2021 /

    Emily saiu de Paris e agora está em Saint Tropez, famosa cidade litorânea da Riviera Francesa, que virou sinônimo de biquíni quando Brigitte Bardot usou o traje de banho em cenas gravadas para “E Deus Criou a Mulher”, em 1956. As praias tropezianas serão um dos cenários da 2ª temporada de “Emily em Paris”. A revelação da locação aconteceu em postagens de três integrantes do elenco da produção, que publicaram fotos no Instagram, dando o spoiler. Vestida com roupa de banho, Lily Collins (“Simplesmente Acontece”), a Emily, posou com as colegas Camille Razat (“Rock’n Roll: Por Trás da Fama”) e Ashley Park (“Crônicas de San Francisco”) em uma foto de frente para o mar, que as três compartilharam na rede sociail. “As garotas estão de volta. É tão bom estarmos reunidas”, escreveu a protagonista da série. “Finalmente reunidas. Senti falta dessas garotas especiais”, acrescentou Ashley Park, que interpreta Mindy, ao lado da mesma imagem. A série é estrelada pela filha do cantor Phil Collins no papel de uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris. Após a empresa americana em que trabalha comprar uma agência francesa, ela parte para a França com a tarefa de trazer “a visão americana” para os negócios, mas pensando mesmo em viver incríveis aventuras românticas. Entretanto, nem tudo acontece como o planejado, pois o choque cultural se prova muito maior que o esperado. O elenco da atração também inclui Lucas Bravo (“La Crème de la Crème”), Samuel Arnold (“National Theatre Live: Antony & Cleopatra”), Bruno Gouery (“50 São os Novos 30”), Kate Walsh (“13 Reasons Why”), William Abadie (“Homeland”) e os veteranos Arnaud Viard (“Graças a Deus”) e Philippine Leroy Beaulieu (“Vatel, um Banquete para o Rei”). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ashley Park (@ashleyparklady)

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  • Série

    Terminam as gravações da 4ª temporada de “Cobra Kai”

    3 de maio de 2021 /

    A 4ª temporada de “Cobra Kai” terminou suas gravações. O anúncio foi feito pelos atores William Zabka e Ralph Macchio, que coproduzem a atração da Netflix. Cada um deles postou duas imagens no Instagram para contar a novidade. Zabka trouxe imagens em que aparece treinando com máscara de proteção contra coronavírus, e revelou que a etapa de fotografia principal levou 3 meses e meio para ser completada, enquanto Macchio mostrou fotos de dois momentos diferentes: da apresentação da série para a imprensa, há três anos, e do jantar com os produtores para celebrar o fim das gravações do quarto ano. Criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”), “Cobra Kai” era a série original de maior sucesso do YouTube Premium, um projeto que tentava transformar o YouTube num serviço de assinaturas para rivalizar com a Netflix, mas a iniciativa não emplacou porque as demais atrações não tiveram a mesma repercussão, levando ao abandono completo do projeto de conteúdo pago do portal. Com isso, a Sony, que produz o programa, acertou sua transferência para a Netflix. E o YouTube abriu mão até da exclusividade dos episódios que financiou para ajudar a produção a encontrar uma segunda vida na plataforma rival. Ao chegar na Netflix, a série comprovou sua popularidade. As duas temporadas que já tinham sido exibidas no YouTube tiveram juntas mais de 50 milhões de novas visualizações em suas primeiras quatro semanas na nova plataforma, enquanto o terceiro ano inédito, que também teve episódios produzidos pelo YouTube, atingiu mais de 40 milhões de assinantes. A 4ª temporada será a primeira totalmente feita pela Netflix. Continuação de “Karatê Kid”, a trama retoma os personagens que marcaram época, mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme, para abordar a rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Os dois são homens muito mudados, e Lawrence, que era um vilãozinho, experimenta uma jornada de redenção na trama. Mas isso também faz reviver sua antiga rixa com LaRusso, com consequências dramáticas. Ainda não há previsão para a estreia dos próximos capítulos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por William Zabka (@william_zabka) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por ralph_macchio (@ralph_macchio)

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  • Série

    Emily em Paris: Vídeo com elenco anuncia gravações da 2ª temporada

    3 de maio de 2021 /

    O elenco de “Emily em Paris” anunciou que gravações da 2ª temporada já começaram. Um vídeo publicado nas redes sociais da série nesta segunda-feira (3/5) reuniu alguns dos protagonistas, como Lily Collins, Ashley Park e Lucas Bravo, para espalhar a novidade. A legenda da postagem no Instagram também sugere que a série mostrará outras cidades da França, além da capital do título, na nova temporada. “Bonjour de Paris (e talvez de algumas outras áreas da França)! Estamos oficialmente de volta à produção na 2ª temporada!”, diz o texto. A Netflix também postou o mesmo vídeo em seu Twitter, reforçando que, com “58 milhões de fãs”, a série foi seu lançamento mais popular de 2020. Também adorada por influencers de moda e eleitores do Globo de Ouro, mas considerada quase medíocre pela crítica e destruída pela imprensa francesa por seu retrato estereotipado de Paris, “Emily em Paris” é o título mais recente da famosa coleção de séries fúteis de Darren Star, autor de “Barrados no Baile”, “Sex and the City” e “Younger”. Starr revelou que, quando a série fosse renovada, novos episódios consertariam o que o jornal britânico The Independent chamou de “parque temático parisiense de Westworld”, eliminando a visão afetada da capital francesa. “Emily será mais uma moradora da cidade [na 2ª temporada]”, ele disse à revista de Oprah Winfrey. “Ela vai ter um pouco mais os pés no chão.” A série é estrelada por Lily Collins (“Simplesmente Acontece”), filha do cantor Phil Collins, no papel de uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris. Após a empresa americana em que trabalha comprar uma agência francesa, ela parte para a França com a tarefa de trazer “a visão americana” para os negócios, mas pensando mesmo em viver incríveis aventuras românticas. Entretanto, nem tudo acontece como o planejado, pois o choque cultural se prova muito maior que o esperado. O elenco da atração também inclui os atores Ashley Park (“Crônicas de San Francisco”), Lucas Bravo (“La Crème de la Crème”), Samuel Arnold (“National Theatre Live: Antony & Cleopatra”), Camille Razat (“Rock’n Roll: Por Trás da Fama”), Bruno Gouery (“50 São os Novos 30”), Kate Walsh (“13 Reasons Why”), William Abadie (“Homeland”) e os veteranos Arnaud Viard (“Graças a Deus”) e Philippine Leroy Beaulieu (“Vatel, um Banquete para o Rei”). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Emily In Paris (@emilyinparis) Merci beaucoup to our 58 million fans for making Emily in Paris our most popular comedy series of 2020 — you're going to love what they're working on for Season 2, which is now in production! pic.twitter.com/R1nyV4wpCU — Netflix (@netflix) May 3, 2021

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  • Filme

    Trailer de “Carnaval” mostra o Brasil de antes da pandemia

    3 de maio de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e mais um trailer de “Carnaval”, comédia brasileira que se passa durante a festa do título. As imagens são gatilho, como anuncia a própria prévia, pois abusam das aglomerações. É que as filmagens foram feitas antes da pandemia e do choque do cancelamento do Carnaval de verdade neste ano – o que pode se repetir em 2022. É uma comédia que acaba lembrando do grande drama nacional, agora em clima de suspense com CPI. Na trama, a influenciadora digital Nina descobre um vídeo de traição do namorado sendo viralizado e, para superar o término, usa seus contatos para viajar para Salvador durante a folia, junto das três melhores amigas e com tudo pago. A premissa lembra comédias de “Viagens das Garotas” recentes de Hollywood, inclusive “Ibiza”, outra produção com clima de festa em locação turística da Netflix. Apostando em “influencers”, o elenco destaca Flávia Pavanelli (“As Aventuras de Poliana”), GKay (“Os Roni”), Giovanna Cordeiro (“Socorro, Virei uma Garota!”), Bruna Inocencio (“Bom Sucesso”) e Samya Pascotto (“Todas as Mulheres do Mundo”), além de Micael (“Rebelde BR”) e o cantor Jean Pedro (“Tungstênio”) como interesses românticos. O filme tem direção de Leandro Neri (“Socorro, Virei uma Garota!”), que também escreveu o roteiro com Audemir Leuzinger (“Vestida para Casar”) e Luisa Mascarenhas (autora do livro “A Vida Virtual como Ela É”). O lançamento chega à plataforma em 2 de junho.

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  • Série

    Netflix cancela “A Duquesa” após 1ª temporada

    1 de maio de 2021 /

    A Netflix cancelou a série “A Duquesa” (The Duchess) após uma temporada. Lançada em setembro passado, a atração da comediante britânica Katherine Ryan (“Badults”) não teve público suficiente e não recebeu encomendas de novos episódios, segundo ela própria anunciou ao podcast “The Secreto to”. Ryan criou, estrelou e produziu a comédia, em que vive uma mãe solteira sem paciência para o mundo, mas que adora a filha pequena Olive. Na trama, após perceber que a menina era melhor coisa que já fez, ela resolve ter outro filho. Mas não encontra ou não aprova os voluntários. Diante das dificuldades do “mercado”, decide apelar a seu maior inimigo: o pai da primeira filha. Co-produzido pela Clerkenwell Films (de “The End Of The F *** ing World”), “A Duquesa” tem seis episódios e também inclui em seu elenco Rory Keenan (“O Guarda”), Steen Raskopoulos (“Feel Good”) e a menina Kate Byrne. Quando lançou a série, Katherine Ryan tinha assinado contrato para dois projetos com a Netflix. O outro foi um especial de stand-up, “Glitter Room”. Veja abaixo o trailer da série cancelada.

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  • Etc,  Filme

    Olympia Dukakis (1931-2021)

    1 de maio de 2021 /

    A atriz Olympia Dukakis, que venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel na comédia romântica “Feitiço da Lua” (1987), morreu neste sábado (1/5) em sua casa na cidade de Nova York. Ela tinha 89 anos e já estava doente há algum tempo. Filha de imigrantes gregos, Dukakis começou sua carreira nos palcos no começo dos anos 1960, após se formar na Universidade de Boston com mestrado em artes cênicas. A estreia no circuito nova-iorquino aconteceu na montagem de “The Aspern Papers” em 1962, mesmo ano em que se casou com o ator-produtor Louis Zorich (da série “Louco por Você”/Mad About You), com quem teve três filhos. Em 1963, ela ganhou um Obie Award por “A Man’s a Man”, e ainda conquistou seu segundo prêmio dois anos depois por “The Marriage of Bette and Boo”. O sucesso no teatro lhe abriu as portas no cinema. Após começar como figurante em “Lilith” (1964), como uma paciente de hospício, ela passou a ganhar mais espaço, aparecendo nos clássicos “Irmãs Diabólicas” (1972), de Brian De Palma, “Desejo de Matar” (1974), de Michael Winner, “A Gangue da Pesada” (1979), de Philip Kaufman, e “A Sombra de um Ídolo” (1980), de Taylor Hackford. Mas demorou para encontrar um papel de destaque. O que só aconteceu aos 56 anos, quando pôde mostrar sua veia cômica ao interpretar a mãe sarcástica de Cher em “Feitiço da Lua”. O filme de Norman Jewison lhe rendeu o Oscar e uma nova carreira como estrela de comédias. Ela emendou o prêmio com participações em “Uma Secretária de Futuro” (1988) e no fenômeno popular “Olha Quem Está Falando” (1989), que ganhou mais duas sequências com sua participação. Também estrelou com Shirley Maclaine, Dolly Parton e Sally Field um dos “filmes de mulheres” mais famosos da época, “Flores de Aço” (1989). A atriz seguiu fazendo comédias leves como “Agitando os Espíritos” (1990), “O Clube das Viúvas” (1993) e “Adoro Problemas” (1994) e até apareceu como ela mesma em “Corra que a Polícia vem Aí! 33 1/3: O Insulto Final” (1994), até ter um último ano de ouro em 1995, ao integrar os elencos de dois filmes indicados ao Oscar, “Poderosa Afrodite”, de Woody Allen, e “Mr. Holland: Adorável Professor”, de Stephen Herek. Suas comédias seguintes não tiveram o mesmo sucesso e aos poucos ela trocou o cinema pela TV, estrelando a cultuada série “Crônicas de San Francisco”, que lhe rendeu indicação ao Emmy e teve muitas encarnações diferentes desde os anos 1990. A mais recente versão da série foi exibida em 2019 na Netlix, com Dukakis retomando o papel clássico de Anna Madrigal, proprietária de uma pensão para jovens modernos em San Francisco. Ela também ensinou teatro na Universidade de Nova York e era prima do ex-governador de Massachusetts Michael Dukakis, que concorreu à presidência dos EUA pelo Partido Democrata em 1988. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por The Academy (@theacademy)

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  • Série

    Isla Fisher e Josh Gad farão série em streaming

    28 de abril de 2021 /

    Josh Gad e Isla Fisher vão se envolver romanticamente em “Wolf Like Me”, uma nova série produzida em parceria entre a plataforma Peacock e o serviço de streaming australiano Stan. Com seis episódios de meia-hora (formato de série britânica), “Wolf Like Me” vai trazer Gad como Gary, um homem em crise emocional que luta para sustentar sua filha após a morte de sua esposa, e Fisher como Mary, uma mulher com um segredo que ela não consegue compartilhar com ninguém. O universo vai juntar esses dois por um motivo, mas eles precisam ficar atentos aos sinais. A série é uma criação de Abe Forsythe, o cineasta do terrir “Pequenos Monstros” (Little Monsters), que também foi estrelado por Josh Gad. Ele assina o roteiro e vai compartilhar a produção executiva com Gad, Fisher e a equipe das produtoras Made Up Stories e Endeavor Content. “Nós nos apaixonamos pela narrativa criativa de Abe Forsythe e pelo dom de criar personagens complexos e atraentes”, disse Lisa Katz, presidente de conteúdo roteirizado da divisão de streaming e televisão da NBCUniversal. “Com os incrivelmente talentosos Isla Fisher e Josh Gad em seu centro, ‘Wolf Like Me’ será envolvente, peculiar e totalmente original.” Gad atualmente estrela a série da HBO “Avenue 5” e empresta sua voz para a animação da Apple “Central Park”. Ele é conhecido principalmente por seus papéis na Disney, como dublador de Olaf na franquia “Frozen” e como intérprete de LeFou na versão live-ation de “A Bela e a Fera” (2017). Já Fisher começou a carreira na TV australiana nos anos 1990 (em “Home and Away”), antes de estourar no cinema. A esposa do ator Sacha Baron Cohen (o Borat) também participou do revival de “Arrested Development” na Netflix e de filmes de sucesso como “Penetras Bons de Bico” (2005), “Truque de Mestre” (2013) e o recente “Fada Madrinha” (2020) na Disney+.

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