Daniel Craig aparece loiro na primeira foto de filme de assalto de Steven Soderbergh
A Bleecker Street divulgou a primeira foto de “Logan Lucky”, que revela Daniel Craig (“007 Contra Spectre”) de cabelos loiros. A imagem também traz, ao fundo, Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”) e Channing Tatum (“Magic Mike”) de barba e bigode. Eles podem estar disfarçados para realizar o grande roubo da trama. “Logan Lucky” marca a volta do diretor Steven Soderbergh ao cinema, após quatro anos dedicados à TV, e resgata o clima de “Onze Homens e um Segredo” (2001). O filme gira em torno de dois irmãos caipiras (Driver e Tatum) que planejam um ambicioso assalto durante uma corrida de automóveis. O elenco também inclui Hilary Swank (“Menina de Ouro”), Katherine Waterston (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Katie Holmes (“Batman Begins”) e Seth MacFarlane (“Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola”). A estreia está marcada para 13 de outubro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Anne Hathaway vira monstro gigante em novo trailer de Colossal
A distribuidora americana Neon divulgou o pôster e o segundo trailer de “Colossal”, filme de monstro gigante estrelado por Anne Hathaway (“Interestelar”). A prévia mostra um réptil “colossal” destruindo a capital da Coreia do Sul. Mas se trata de uma comédia e, assim, a personagem de Hathaway percebe que a criatura, que ela assiste pela TV, imita exatamente seus passos. A sinopse descreve o filme como uma mistura improvável de “Godzilla” (2014) e “Quero Ser John Malkovich” (1999), centrada numa mulher comum (nem tanto, é a Anne Hathaway) que, após perder o seu emprego e o seu noivo, decide sair de Nova York para voltar a sua cidade natal. Mas quando vê a notícia de que um lagarto gigante está destruindo a cidade de Seoul, ela gradualmente percebe que está conectada àquele evento e, para evitar mais destruição, precisa determinar por que a sua existência aparentemente insignificante tem um efeito tão colossal sobre o destino do mundo. O filme foi concebido por Nacho Vigalondo, cineasta espanhol especializado em sci-fis malucas como “Crimes Temporais” (2007) e “Extraterrestre” (2011). Vigalondo é bastante cultuado na Europa por seus trabalhos criativos e bizarros. E sua extravagância, inclusive, rendeu a opção por usar um ator fantasiado como monstro em “Colossal”, em vez de efeitos visuais de última geração. O elenco inclui ainda Jason Sudeikis (“Uma Família do Bagulho”), Dan Stevens (série “Legion”), Tim Blake Nelson (“Quarteto Fantástico”) e Rukiya Bernard (série “Van Helsing”). A estreia está marcada para 7 de abril nos EUA e um mês depois, em 11 de maio, no Brasil.
Trailer mostra que gênios de Silicon Valley querem inventar uma nova internet
Os personagens geniais de “Silicon Valley” embarcam em um novo empreendimento absurdo no primeiro trailer da 4ª temporada. Thomas Middleditch quer simplesmente inventar uma “nova internet”. Uau! Ou melhor: “Uaauuu!”, como ele tenta demonstrar no vídeo. A 4ª temporada da série de comédia de Mike Judge (“Beavis and Butt-head”) estreia no canal pago HBO em 23 de abril.
Adam Sandler revela-se irritante no trailer de sua nova comédia
Após os teasers, a Netflix divulgou o trailer completo da nova comédia de Adam Sandler, intitulada “Sandy Wexler”. A prévia traz o ator sendo irritante, estabanado e inapropriado. Como em todos os filmes. O personagem-título vivido por Sandler é um agente de talentos dos anos 1990, em busca de talentos para agenciar. Seus contratados são todos um pouco excêntricos. Menos a cantora que ele descobre num parque de diversões, vivida por Jennifer Hudson (“Dreamgirls”) e por quem acaba se apaixonando. Segundo a sinopse, o filme leva dez anos para contar esta história, felizmente condensados em menos de duras horas de streaming. “Sandy Wexler” é a terceira comédia de Sandler de um pacote de quatro encomendadas pela Netflix, e inclui em seu elenco todos os suspeitos de sempre: Kevin James, Rob Schneider, David Spade, Chris Rock, Nick Swardson, Terry Crews e até o diretor Frank Coraci como ator. Vale reparar ainda que “Sandy Wexler” é o 12º roteiro escrito por Tim Herlihy para o comediante, uma parceria que data do primeiríssimo filme de Sandler como protagonista, “Billy Madison: Um Herdeiro Bobalhão” (1995), que, por coincidência, é da mesma época em que a nova trama se passa. O produtor Dan Bulla (“The Ridiculous 6”) e o roteirista Paul Sado (“Trocando os Pés”) também trabalharam na história, que tem direção de Steven Brill (“Zerando a Vida”), em seu quarto longa estrelado por Sandler. A estreia está marcada para 14 de abril.
Astro de American Pie vai protagonizar piloto de nova série de comédia
O ator Jason Biggs, que ficou conhecido por “American Pie” (1999) e participou das duas primeiras temporadas de “Orange Is the New Black”, vai protagonizar o piloto da série de comédia “Charlie Foxtrot”. Desenvolvido para a rede americana ABC, o projeto gira em torno do Capitão Charlie Taylor (Biggs), um dentista “cauteloso e adorável” que serve em Fort Bragg, e promete cuidar da cunhada impulsiva e de seus dois sobrinhos adolescentes enquanto o irmão estiver lutando no Iraque. O piloto é uma criação de Sam Sklaver (roteirista de “Blunt Talk”) e precisará ser aprovado pelo corpo executivo do canal ABC para virar série.
Negociações tentam fazer The Big Bang Theory durar mais duas temporadas
“The Big Bang Theory”, a série de maior audiência, e também dos salários mais caros da TV americana, deve ser renovada para mais duas temporadas, que provavelmente encerrarão sua produção. Segundo o site Deadline, negociações estão em andamento entre o estúdio Warner Bros. TV e a rede CBS visando renovar o contrato do elenco principal por mais dois anos. O martelo só não teria sido batido porque entram na conta novos reajustes no salários dos atores, que já é de cerca de US$ 1 milhão por episódio para os principais (Johnny Galecki, Jim Parsons, Kaley Cuoco, Simon Helberg e Kunal Nayyar) e US$ 175 mil para os secundários (Melissa Rauch e Mayim Bialik), o que joga o preço da produção para US$ 10 milhões por capítulo. Apesar do altíssimo custo, “The Big Bang Theory” dá retorno em audiência. A série mais assistida da televisão norte-americana é vista por mais de 20 milhões de telespectadores por semana. No Brasil, “The Big Bang Theory” é exibida pelo canal pago Warner Channel.
Fábio Júnior canta música romântica em vídeo sangrento de Santa Clarita Diet
A Netflix convocou Fábio Júnior para estrelar um comercial da série “Santa Clarita Diet”. Num cenário todo branco, que pouco a pouco é pintado por jorros de sangue, o cantor deu um novo significado a sua famosa canção “Alma Gêmea”, com a letra refletindo o humor negro da nova produção do serviço de streaming. Confira abaixo. Criada por Victor Fresco (série “Better Off Ted”), “Santa Clarita Diet” traz Drew Barrymore (“Juntos e Misturados”) como uma mãe que se transforma em zumbi, mudando o cotidiano de sua família, que passa a ajudá-la a matar para alimentar seus desejos canibalescos. A série estreou no serviço de streaming em 3 de fevereiro.
Candidato sueco ao Oscar, Um Homem Chamado Ove destaca um bom personagem
Um bom personagem, que fuja dos clichês e estereótipos, que se revele humano e complexo, é meio caminho andado para um bom filme. Ove é um personagem assim, embora, de início, ele se apresente como um sujeito simplório, pouco inteligente e rígido ao extremo. O protagonista de “Um Homem Chamado Ove”, candidato sueco ao Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira, apega-se a regras que, no fundo, ele mesmo criou, como síndico de um condomínio, e incomoda todos que por lá circulam, para se assegurar de uma existência pobre, mas segura. Pobre, no sentido espiritual. Afinal, estamos na Suécia e a classe média baixa por lá vive bem. Muito bem atendida em suas necessidades básicas. Ove chega aos 59 anos já viúvo e agora, aposentado contra sua vontade, pouco lhe resta para usufruir da vida. Pelo menos, é assim que ele encara as coisas: não existiu nada antes de Sonja (sua mulher morta) e nada haverá depois dela. Com isso, ele se afunda num niilismo pessoal, se afasta de tudo e de todos, de forma mal-humorada e agressiva e, consequentemente, decide se suicidar. Mas morrer não é nada fácil e suas tentativas costumam ser desastradas. Existe também a alteridade, e mesmo que se desejem negar a existência, os direitos e as necessidades dos outros, eles estão lá e podem se impor, goste-se ou não disso. Quem é o ser humano sem o outro, que pode incomodar, sim, mas também pode ressignificar a sua própria vida? Que sorte tem o Ove que as pessoas não o abandonem, não porque sejam altruístas, mas porque ele tem algo a dar sempre, apesar das evidências em contrário. É por aí que o filme avança na humanidade de seu personagem e nos faz refletir sobre o que é a nossa vida. A partir de situações comezinhas, banais, as coisas se mostram e podem ser descobertas. Uma história também vai se revelando e, por mais simples e corriqueira que pareça, é emocionalmente forte e marcante. O filme se baseia no best-seller homônimo de Fredrik Backman, mas percebe-se que o diretor Hannes Holm (“Família Andersson na Grécia”) quis aproveitar as muitas (todas?) situações do romance. Se é verdade que isso amplia o universo de Ove, por outro lado, dispersa um pouco o interesse. Muita coisa é dispensável, não acrescenta à temática principal e, se melhor editado, poderia deixar o filme mais enxuto e focado. Fidelidade excessiva ao romance original costuma ser uma armadilha para o cinema. Aqui há alguma perda, mas “Um Homem Chamado Ove” se sustenta bem no seu clima doce azedo, em que cabem a angústia, o drama, a tragédia do passado e, ao mesmo tempo, muito humor e muita ternura. O afeto como reparador da rigidez e da intolerância, caminho de descoberta. Conta-se uma boa história, a partir de um bom personagem. E isso se faz de uma maneira honesta, limpa. Não é tão original, mas é muito bom o caminho trilhado pela narrativa. Rolf Lassgard (“Depois do Casamento”) é ótimo como Ove, sustenta o filme o tempo todo. Filip Berg (“Evil – Raízes do Mal”), que faz Ove jovem, também dá conta do recado. E as duas mulheres protagonistas são ótimas: Bahar Pars (“Portofino: The Phillipines”), como a amiga imigrante Parvaneh, e Ida Engvoll (série “The Team”), a esposa Sonja, têm grande expressividade e beleza. Acrescentam ao filme uma luminosidade que lhe é essencial.
Batman Lego é pirado, divertido e obrigatório para os fãs dos quadrinhos
“Lego Batman – O Filme” é tão surtado quanto “Uma Aventura Lego”, a primeira incursão em longa-metragem da marca de brinquedos e a melhor animação de 2014. Pelo jeito, assim como os games e as animações para a TV, a franquia para o cinema seguirá esse tom pirado, com bobagens das grossas e motivos para muitas risadas. Mas vamos ponderar: no caso de “Uma Aventura Lego”, por concentrar a trama em um personagem inédito, a ousadia não tinha limites. Aqui, a pequena diferença é que estamos falando do Batman, o herói mais popular e provavelmente o mais conhecido dos quadrinhos, então é preciso seguir certas regras. Não que isso impeça a “Lego” de promover uma zoeira. Embora Batman seja ajustado à franquia, sua história, legado, tudo é devidamente referido. E o fato da animação ser uma comédia não significa, necessariamente, que ridiculariza o herói e seu universo. Ao contrário, é quase um processo de terapia para o personagem – a comédia rola solta, mas os realizadores levaram muito a sério (na medida do possível) o passado de Bruce Wayne, o motivo que o levou a se tornar o Batman, a relação com o Coringa e, sobretudo, algo que poucos exploraram sem enfiar na trama romances passageiros com Kim Basinger ou Nicole Kidman: a solidão do Homem-Morcego. Nas entrelinhas, é este o ponto central de “Lego Batman” e o que o torna obrigatório para qualquer fã dos quadrinhos. É para eles que o filme foi feito, com um buffet repleto de referências, incluindo menções aos filmes e séries da história do personagem, levando em conta até o tempo em que Batman está na ativa (ao pé da letra mesmo) e sua eficiência, afinal os vilões acabam sempre voltando mais cedo ou mais tarde. Isso não quer dizer que “Lego Batman” seja perfeito. Lá pelo meio, a animação viaja demais, envolvendo personagens demais, inclusive vilões de outros filmes que não têm nada a ver com as histórias da DC Comics. Legal, mas talvez mais apropriado em “Uma Aventura Lego”, que era um mix de franquias. Entretanto, “Batman Lego” existe neste universo. E é nesse momento que a animação revela suas intenções, como uma boa, criativa e divertida brincadeira de criança, ao misturar peças e bonecos de diferentes coleções da Lego. Vale frisar que, apesar de tanta loucura, o resultado termina muito bem costurado, com um ato final que se preocupa em concluir a situação do Batman solitário em sua Batcaverna. Não dava para esperar menos de Phil Lord e Chris Miller (“Tá Chovendo Hambúrguer” e, claro, “Uma Aventura Lego”) como produtores e Chris McKay (“Frango Robô”) como diretor. “Batman Lego” é muito engraçado e, ao não se levar a sério, evita as verdadeiras palhaçadas que foram os filmes do herói dirigidos por Zack Snyder e Joel Schumacher.
Bill Murray era primeira opção do remake de Toni Erdmann que será estrelado por Jack Nicholson
A volta de Jack Nicholson ao cinema, após sete anos sem filmar, não foi comemorada por Bill Murray. Em entrevista ao canal de notícias CNBC, o ator revelou que foi trocado pelo astro de “O Iluminado” no remake de “Toni Erdmann”. “Kristen Wiig, a quem considero maravilhosa, me mandou algo dizendo: ‘você daria uma olhada nisso?’ E eu não sou muito organizado, por um tempo eu perdi, depois encontrei, mas eu não dediquei um tempo a assistir a essa coisa que ela queria que eu assistisse. E então ela disse: ‘bem, Jack Nicholson assumiu o papel’”, contou Murray, sobre a filmagem americana do longa alemão. Indicado ao Oscar 2017 de Melhor Filme de Língua Estrangeira,“Toni Erdmann”conta a história do piadista Winfried Conradi, que quase não vê sua filha Ines, que trabalha em Bucareste. Até que decide ir à Romênia sem avisar e descobre que ela se dedica demais ao trabalho. Decidido a fazê-la compreender que está desperdiçando a vida, ele passa a incorporar um personagem chamado Toni Erdmann e a realizar uma sucessão de pegadinhas. O remake será realizado pela Paramount Pictures com produção do cineasta Adam McKay (vencedor do Oscar 2016 de Melhor Roteiro por “A Grande Aposta”) e seus sócios, o comediante Will Ferrell e a produtora Jessica Elbaum, junto com diretora do longa original, Maren Ade.
Superstore é renovada para sua 3ª temporada
A rede americana NBC anunciou a renovação de “Superstore”, série de comédia estrelada por America Ferrera (série “Ugly Betty”), para sua 3ª temporada. O anúncio veio logo após a emissora encomendar mais nove episódios para o segundo ano, o que faz com que ainda tenha toda a metade de sua 2ª temporada pela frente. Criada por Justin Spitzer (produtor da série “The Office”), “Superstore” é, como “The Office”, uma sitcom de ambiente de trabalho. A trama acompanha funcionários variados de uma grande loja americana, que vende de tudo e precisa lidar com um cotidiano repleto de emoções – desde raivosos caçadores de promoções, vendas que causam motins e sessões de treinamento intermináveis. O elenco inclui ainda Ben Feldman (série “Silicon Valley”), Mark McKinney (série “Man Seeking Woman”), Lauren Ash (série “Super Fun Night”), Colton Dunn (série “Key and Peele”), Nichole Bloom (série “Shameless”) e Nico Santos (“Segurança de Shopping 2”). “Superstore” retornará para mais 22 episódios no outono americano.
Marvel lança novo vídeo sobre o cotidiano de Thor e Darryl
A Marvel divulgou um novo vídeo da vida mundana de Thor (Chris Hemsworth) entre a humanidade. Em estilo de falso documentário, o vídeo revela uma discussão entre Thor e seu colega de casa, Darryl Jacobson, sobre a necessidade de o Deus do Trovão arranjar um emprego para ganhar dinheiro de verdade e contribuir com as despesas. A discussão lembra o falso documentário de vampiros “O que Fazemos nas Sombras”, do mesmo diretor de “Thor: Ragnarok”, o neozelandês Taika Waititi. Mas não é tão engraçado quanto o vídeo que iniciou a brincadeira, exibido originalmente na San Diego Comic-Con para mostrar o que Thor estava fazendo durante as lutas de “Capitão América: Guerra Civil”. Por sua vez, “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Nerd e viciada em sexo formam casal imperfeito na 2ª temporada de Love
A Netflix divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “Love”, que acompanha o romance entre os personagens de Paul Rust (série “Super Fun Night”) e Gillian Jacobs (série “Community”), um nerd fracassado e uma alucinada sem noção. A prévia revela que ela se descobre viciada em sexo, enquanto busca manter sua relação monogâmica. “Love” mostra como esse casal improvável se apaixona e lida com suas diferenças. A série foi criada pelo cineasta Judd Apatow (“Bem-Vindo aos 40”), o ator Paul Rust e a roteirista Lesley Arfin (série “Girls”) e, em sua 2ª temporada, terá novamente 10 episódios de meia hora. A estreia está marcada para 10 de março.











