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  • Filme

    Pantera Negra quebra diversos recordes em estreia arrasadora na América do Norte

    18 de fevereiro de 2018 /

    Conforme comemorado de véspera, “Pantera Negra” estreou em 1º lugar e de forma arrasadora nas bilheterias da América do Norte. O novo filme de super-herói da Marvel atingiu US$ 202M (valor revisado com números oficiais) em seus primeiros três dias de exibição nos Estados Unidos e no Canadá. Trata-se da maior abertura doméstica de um filme de super-herói individual, deixando para trás o antigo campeão, “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 179,1M). De fato, a arrecadação chegou até a superar “Vingadores: Era de Ultron” (US$ 191,2M). Entre todos os filmes de super-heróis já lançados, “Pantera Negra” ficou atrás apenas do recordista “Vingadores” (US$ 207,4M). Em todos os tempos, apenas quatro outros filmes tiveram estreia mais retumbante: o citado “Vingadores”, “Jurassic World” (US$ 208,8M), “Star Wars: Os Últimos Jedi” (US$ 220M) e “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 247,9M). É digno de impressionar mesmo. Mas “Pantera Negra” não conquistou “só” a quinta maior estreia de todos os tempos e a maior abertura de um filme de herói individual. A produção também liderou diversos rankings com o estabelecimento de novos recordes. Foi a maior estreia de um filme dirigido por um cineasta negro (Ryan Cogler), a maior estreia de um filme protagonizado por um ator negro (Chadwick Boseman) e a maior estreia já registrada durante o mês de fevereiro e em todo o inverno na América do Norte. O recordista anterior dos dois últimos quesitos era “Deadpool” (US$ 152M). Sem esquecer que na noite de quinta (15/2) já tinha quebrado o recorde de maior pré-estreia de todos os tempos. Tem mais. “Pantera Negra” arrecadou US$ 169 milhões no mercado internacional, chegando a um total de US$ 371 milhões em todo o mundo. E isto considerando que o filme ainda não chegou à China, onde é esperado apenas em 9 de março. O sucesso não é apenas financeiro. O longa agradou em cheio ao público e à crítica, com espectadores atribuindo nota A+, o máximo de aprovação possível, na pesquisa do CinemaScore, feita na saída dos cinemas norte-americanos, além de conquistar 97% de aprovação no agregador de críticas Rotten Tomatoes, a mais alta já obtida por um filme de super-herói – e superior a muitos dos filmes que disputam o Oscar 2018. O resto do ranking das maiores bilheterias do fim de semana passou longe dos números apresentados pelo filme da Marvel. O infantil “Pedro Coelho”, mistura de animação e live action, ficou em 2º lugar com US$ 17,2M, enquanto “Cinquenta Tons de Liberdade” caiu da primeira posição na semana passada para o 3º lugar, com US$ 16,9M. Em 4º lugar, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” ainda comemorou um marco no mercado mundial, ao superar os US$ 900 milhões de arrecadação. Para completar, ainda houve duas estreias, que se posicionaram na parte inferior do Top 10. “O Homem das Cavernas”, nova animação de massinhas do inglês Nick Park (criador de “Wallace & Gromit”), debutou em 7º lugar com US$ 3,1M, e o “épico” bíblico de baixo orçamento “Sansão” abriu em 10º com US$ 1,9M. Ambos têm lançamentos previstos para o Brasil, mas não para já – respectivamente, em abril e agosto. Confira abaixo os números do desempenho dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Pantera Negra Fim de semana: US$ 202M Total EUA: US$ 202M Total Mundo: US$ 371M 2. Pedro Coelho Fim de semana: US$ 17,2M Total EUA: US$ 48,2M Total Mundo: US$ 48,2M 3. Cinquenta Tons de Liberdade Fim de semana: US$ 16,9M Total EUA: US$ 76,1M Total Mundo: US$ 266,9M 4. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 7,9M Total EUA: US$ 377,6M Total Mundo: US$ 904,6M 5. 15h17 – Trem para Paris Fim de semana: US$ 7,6M Total EUA: US$ 25,4M Total Mundo: US$ 36,1M 6. O Rei do Show Fim de semana: US$ 5,1M Total EUA: US$ 154,4M Total Mundo: US$ 325,2M 7. O Homem das Cavernas Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 8. Maze Runner: A Cura Mortal Fim de semana: US$ 2,5M Total EUA: US$ 54M Total Mundo: US$ 240,7M 9. A Maldição da Casa Winchester Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA: US$ 21,8M Total Mundo: US$ 21,8M 10. Sansão Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA: US$ 1,9M Total Mundo: US$ 1,9M

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  • Filme

    Comédia neozelandesa produzida pelo diretor de Thor: Ragnarok ganha trailer divertido

    18 de fevereiro de 2018 /

    A Piki Films divulgou o trailer da comédia neozelandesa “The Breaker Upperers”, produzida por Taika Waititi, o diretor de “Thor: Ragnarok”. A trama gira em torno de duas amigas, que criam um negócio para terminar namoros, já que muita gente não sabe como lidar com isso. A premissa revela as mais diferentes ideias para realizar rompimentos, desde telegrama cantado até simulação de sequestro armado. Tudo vai bem, até que uma delas se apaixona por um cliente, despertando a ira de uma gangue de garotas maori e chamando atenção da polícia. O filme foi escrito, dirigido e é estrelado pela dupla Jackie van Beek e Madeleine Sami, ambas vista na comédia de Waititi “O Que Fazemos nas Sombras” (2014). A première mundial vai acontecer no Festival SXSW 2018 (South by Southwest), um dos principais eventos indies dos Estados Unidos, no dia 10 de março.

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  • Série

    Cineasta de Doentes de Amor vai dirigir piloto de comédia produzido por Ben Stiller

    18 de fevereiro de 2018 /

    O diretor Michael Showalter (“Doentes de Amor”) fechou contrato para dirigir o piloto de “In the Dark”, nova série de comédia em desenvolvimento na rede CW com produção da Red Hour Films, produtora do ator Ben Stiller (“Zoolander”). Criado por Corinne Kingsbury (série “The Newsroom”), o projeto acompanha uma jovem viciada e irreverente que também é cega e a única “testemunha” do assassinato de seu amigo traficante de drogas. Quando a polícia rejeita seu testemunho “ocular”, ela resolve investigar por conta própria, com o auxílio de seu cachorro Pretzel, enquanto toca sua colorida vida amorosa e o trabalho que ela odeia na Breaking Blind – uma escola de cães-guia de propriedade de seus pais sobreprotetores. Além de dirigir “Doentes de Amor”, filme indie que foi sensação em 2017, Showalter também é co-criador das séries “Search Party” e “Wet Hot American Summer”.

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  • Filme

    Superestimado, Três Anúncios para um Crime é bom filme que corre risco de vencer o Oscar

    17 de fevereiro de 2018 /

    Apesar da carreira curta, em que se destaca “Na Mira do Chefe”, uma boa comédia B que utiliza a paisagem encantadora de Bruges e que recebeu indicação ao Oscar de Melhor Roteiro em 2009, o terceiro longa de Martin McDonagh, ainda que superestimado, foi uma das boas surpresas de uma temporada acima da média. Indicado a sete Oscars (incluindo Melhor Filme), “Três Anúncios para um Crime” conta a história de Mildred Hayes (Frances McDormand), mãe de uma garota que foi violentada e assassinada na pequena Ebbing, cidade (que não existe) caipiríssima do interior do Missouri. Para chamar a atenção da imprensa, da cidade e da polícia, que, segundo Mildred, “está ocupada demais torturando negros para resolver um crime de verdade”, ela aluga três outdoors visando cobrar uma solução para o caso. Sob o comando do delegado Willoughby (Woody Harrelson), uma policia local repleta de racistas, como Dixon (Sam Rockwel), tenta se movimentar, mas tudo foge ao controle num roteiro que soa (algumas vezes de forma até forçada) bastante inspirado nas obras originais dos irmãos Coen (o que faz a escalação de Frances, mulher de Joel Coen, parecer tanto um acerto quanto um disparate). Entretanto, lhe falte a sagacidade, a inventividade e a porralouquice dos irmãos. O resultado é um bom filme que consagra elenco, já premiado pelo Sindicato dos Atores. Frances é favoritíssima ao Oscar de Melhor Atriz, enquanto Sam Rockwel deve levar o de Melhor Ator Coadjuvante – prêmio a que Woody Harrelson, excelente, também foi indicado. O filme ainda disputa com menos chances a estatueta de Roteiro Original (“Corra!” é favorito) e Edição (num mundo justo, “Eu, Tonya” levaria), mas corre o risco de vencer a categoria de Melhor Filme e ser esquecido… como “Crash” (2004). Será?

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  • Filme

    Olivia Wilde vai estrear como diretora em comédia adolescente feminina

    16 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Olivia Wilde (série “Vinyl”) vai fazer sua estréia como diretora. Ela vai comandar a comédia adolescente feminina “Booksmart”, que será estrelado por Kaitlyn Dever (“Detroit em Rebelião”) e Beanie Feldstein (“Vizinhos 2”). A história segue as personagens de Dever e Feldstein, que, na véspera da formatura do ensino médio, percebem que deveriam ter se esforçado menos e se divertido mais. Determinadas a não ficarem atrás dos colegas, as meninas partem em uma missão para tirar o atraso de quatro anos de diversão em uma noite. O roteiro original é de Emily Halpern e Sarah Haskins (criadoras de “Trophy Wife”), e passou por revisões de Susanna Fogel (“Parceiras Eternas”) e Katie Silberman (“Como Ser Solteira”). A produção está a cargo da Gloria Sanchez, que não é uma pessoa de verdade, mas o nome de uma nova “divisão feminina” da Gary Sanchez Productions, a produtora do ator Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) e do cineasta Adam McKay (“A Grande Aposta”). Gloria é comandada por Jessica Elbaum, produtora associada da dupla há uma década, desde “Quase Irmãos” (2008), primeiro longa estrelado por Ferrel e dirigido por McKay para a Gary Sanchez. “Booksmart” representa o tipo de filme que a Gloria Sanchez pretende lançar: escrito, dirigido e estrelado por mulheres. Para este filme, a produtora ainda vai se associar com a Annapurna, que também é comandada por uma produtora, Megan Ellison. A experiência de Olivia Wilde como diretora inclui dois curtas e um par de clipes, entre eles “Dark Necessities”, da banda Red Hot Chili Peppers. Ela também já atuou como produtora de cinco documentários em curta-metragem, além de dois filmes indies que estrelou, “Um Brinde À Amizade” (2013) e “Meadowland” (2015)

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  • Etc

    Ratinho vai estrear no cinema em filme de Danilo Gentili

    16 de fevereiro de 2018 /

    O apresentador Carlos Massa, o Ratinho, vai estrear no cinema, após fechar um acordo para participar no próximo filme de seu colega de canal Danilo Gentili. Intitulado “Os Exterminadores do Além Contra a Loira do Banheiro”, o filme será uma comédia de terror com a participação de parte do elenco do “The Noite”. Ou seja, um filme com funcionários do canal SBT. Ratinho fará o papel de um açougueiro estressado, tio do personagem que será interpretado pelo humorista Murilo Couto. Outros atores incluem Léo Lins e Sikera Júnior. O roteiro é de Gentili, que voltará a trabalhar com o diretor Fabrício Bittar, após a comédia “Como Se Tornar O Pior Aluno da Escola”, que vendeu quase 500 mil ingressos no ano passado. Segundo a coluna de Ricardo Feltrin no UOL, além do filme, Gentili já está em negociação avançada para uma série de TV derivada. Mas não seria no SBT e sim na TV paga. Ratinho já teria aceitado fazer também a série de TV.

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  • Filme

    Robert Pattinson e Mia Wasikowska estrelam primeiro western do #MeToo no Festival de Berlim

    16 de fevereiro de 2018 /

    Na competição do Leão de Ouro do Festival de Berlim 2018, até o bom e velho western aparece sob a ótica contemporânea do movimento #MeToo. Dirigido pelos irmãos David e Nathan Zellner (“Kumiko, a Caçadora de Tesouros”), “Damsel” traz o inglês Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) e a australiana Mia Wasikowska (“Alice Através do Espelho”) como um casal de noivos no Velho Oeste. O detalhe é que ela não quer ser a donzela do final feliz da novela. O personagem de Pattinson é um forasteiro que chega numa cidadezinha em busca de um pastor beberrão para oficializar seu casamento, enquanto a personagem de Wasikowsk luta para confrontar os anseios casamenteiros de um mundo de vaqueiros. “Não preciso ser salva de nada!”, avisa a jovem na trama, que tem mais tom de comédia que tiroteios ao meio-dia e cavalgadas ao por-do-sol. “Gostei de encontrar uma personagem que segue sua própria vontade sem se limitar a satisfazer as projeções de um homem”, disse Mia Wasikowska, na entrevista coletiva de Berlim. Ela afirmou ter gostado muito da proposta da produção. “Sempre tento dar espaço para o cinema independente nas minhas escolhas e aprender com experiências nas quais possa me conectar com pessoas dispostas a mudar o cinema”. Após explicar que passou o último ano inteiro na Austrália, ele contou que estava maravilhada por ver, à distância, as discussões em torno do assédio sexual e da igualdade de gêneros, mas que só percebeu o impacto cultural do momento durante a pré-estreia mundial de “Damsel” no Festival de Sundance. “Foi possível sentir a energia gerada pelos debates que o filme suscitou entre as pessoas que participaram do festival”, ela apontou. “Estamos vivendo um momento que vai trazer mudanças significativas para as mulheres, em todos os setores da sociedade”. Para a atriz, a campanha #MeToo não se restringe apenas à denúncia de assediadores, “é reflexo de uma mudança maior de comportamento – o que significa que certas posturas não serão mais toleradas, dentro e também fora do mundo do cinema”. Robert Pattinson comentou esse clima de mudanças, ao descrever como seu personagem “acredita que o amor permite qualquer atitude, mas não é assim que as coisas funcionam”. “Ele acha que pode tudo e acredito que isso é o que ocorre com a maioria dos homens”, ponderou o ator, para quem a trama reflete a encruzilhada que os homens precisam confrontar. O fato desse confronto de visões acontecer no gênero mais masculino de todos, o western, chama atenção, mas não é casual. “Somos fãs de western desde crianças. Mas a verdade é que alguns clichês nos deixavam entediados”, disse o cineasta David Zellner. “Nos clássicos do gênero, as personagens femininas eram vistas como elementos decorativos ou simples objetos do desejo dos homens. Eram elementos que não nos interessavam agora. Queríamos fazer da heroína um ser humano complexo, com conflitos emocionais. Hoje em dia é difícil fazer filmes como os de John Wayne”, completou.

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  • Série

    Ralph Macchio volta a viver Karatê Kid no primeiro teaser da série Cobra Kai

    15 de fevereiro de 2018 /

    O YouTube Red divulgou o primeiro teaser de “Cobra Kai”, série que vai mostrar a volta de Ralph Macchio ao papel de Daniel San, o Karatê Kid. Numa reviravolta da trama original, ele será coadjuvante de seu inimigo no filme clássico de 1984, Johnny Lawrence, vivido por William Zabka. A trama vai mostra que os dois “fizeram as pazes”, mas Johnny ainda busca redenção. A trama vai girar em torno de seus esforços para reformar o infame dojo Cobra Kai, que ele pretende reabrir como sensei. Entretanto, isto trará de volta sua rivalidade com o bem-sucedido Daniel, que tenta manter a vida em equilíbrio, agora sem a ajuda de seu mentor, o Sr. Miyagi. A atração deve explorar as frustrações dos dois através do karatê, além de homenagear Pat Morita, intérprete de Miyagi, que faleceu em 2005. Macchio e Zabka também serão produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinarão a direção dos episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). A estreia vai acontecer “em breve” no serviço de streaming do YouTube.

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  • Série

    Don Johnson vai estrelar piloto da criadora de New Girl

    14 de fevereiro de 2018 /

    O veterano ator Don Johnson, estrela de “Miami Vice” nos anos 1980 e pai de Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”), vai estrelar o novo piloto produzido por Liz Meriwether, a criadora de “New Girl”, para a rede Fox. Johnson vem de diversas participações televisivas, aparecendo como convidado nas séries “From Dusk Till Dawn” e “Lemony Snicket: Desventuras em Série”, co-estrelando a mal-sucedida “Blood & Oil” e vivendo um dos três protagonistas da britânica “Sick Note”, no ano passado. Agora, ele terá o principal papel masculino, interpretando o pai de Erin Foster (série “The O.C.”) no projeto intitulado “Daddy Issues”. O roteiro foi escrito pela própria Foster, baseado em seus problemas com seu pai real, o produtor musical David Foster. A trama gira em torno de Andi (Foster), que tem dificuldades para lidar com seu pai mulherengo (Johnson), especialmente após descobrir que ele se apaixonou por sua melhor amiga. A direção do piloto está a cargo da cineasta Kat Coiro (“Um Caso de Amor”). Para virar série, “Daddy Issues” precisa ter o piloto aprovado pelos executivos da rede Fox.

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  • Série

    Grace and Frankie é renovada e confirma RuPaul na 5ª temporada

    14 de fevereiro de 2018 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Grace and Frankie” para sua 5ª temporada. A decisão foi conhecida menos de um mês depois da estreia da 4ª temporada, mas na verdade já tinha sido tomado com bastante antecedência. Segundo o site Deadline, a luz verde acendeu uma semana após o início da gravação da mais recente leva de episódios produzidos por Marta Kauffman, co-criadora de “Friends”. Além do retorno do elenco fixo, o serviço de streaming confirmou a inclusão de um novo personagem nos próximos capítulos, que será vivido por RuPaul. Ele dará vida a Benjamin Le Day, um novo adversário formidável para Grace (Jane Fonda) e Frankie (Lily Tomlin). Estrelada pelas veteranas Lily Tomlin e Jane Fonda, que trabalharam juntas na comédia clássica “Como Eliminar Seu Chefe” (1980), a série acompanha duas mulheres que nunca se deram bem, mas que acabam precisando conviver quando seus maridos se apaixonam entre si e se divorciam delas. O elenco inclui Martin Sheen (série “Anger Management”) como o ex-marido de Fonda, Sam Waterston (série “The Newsroom”) como o ex-marido de Tomlin, além de Brooklyn Decker (série “Friends with Better Lives”), Ethan Embry (série “Once Upon a Time”), Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Geoff Stults (série “Elisted”), Barry Bostwick (série “Spin City”) e Joe Morton (série “Eureka”).

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  • Série

    Produzida por Will Ferrell, série No Activity é renovada para a 2ª temporada

    14 de fevereiro de 2018 /

    A plataforma CBS All Access renovou “No Activity”, série de comédia produzida pelo comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”), pelo diretor Adam McKay (“A Grande Aposta”) e pelas mentes por trás da websérie de esquetes “Funny or Die”. Remake da produção homônima australiana de 2015, a série acompanha dois policiais numa tocaia em que nada parece acontecer, enquanto tentam emboscar um cartel de drogas. Ao mesmo tempo, a trama foca dois criminosos que preparam uma operação sem saber todos os detalhes, um dupla de atendentes da polícia, outros policiais de outra operação e dois escavadores mexicanos no mesmo local, e toda essa atividade vai resultado num grande problema. Com oito episódios exibidos entre novembro e dezembro nos Estados Unidos, a 1ª temporada foi estrelada por Tim Meadows (série “The Goldbergs”) e o australiano Patrick Brammall (que criou e estrelou a série original em 2015) nos papéis centrais, e trouxe uma grande lista de atores convidados, incluindo o próprio Will Ferrell, Darren Gilshenan (também da “No Activity” australiana), Arturo Castro (“Narcos”), Mackenzie Davis (“Blade Runner 2043”), Bridget Everett (“Lady Dynamyte”), Jake Johnson (“New Girl”), Sunita Mani (“Glow”), Jason Mantzoukas (“Brooklyn Nine-Nine”), Adrian Martinez (“The Blacklist: Redemption”), Jesse Plemons (“Fargo”), Amy Sedaris (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) e JK Simmons (“Whiplash”). Curiosamente, a série australiana original também teve duas temporadas.

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  • Série

    Judy Greer será mulher de Jim Carrey em nova série de comédia

    13 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Judy Greer (“Homem-Formiga”) entrou no elenco da série de comédia “Kidding”, que será estrelada por Jim Carrey (“Sim Senhor”). Em “Kidding”, Carrey vai interpretar Jeff, também conhecido como Mr. Pickles, um ícone infantil da TV americana, que representa uma marca bilionária de licenciamentos. Mas sua felicidade vai acabar quando sua família passa por uma crise. Greer vai interpretar a mulher do protagonista, que está separada e vive uma fase de rebeldia. Além dos dois, o elenco também inclui Frank Langella (indicado ao Oscar por “Frost/Nixon”) e a atriz Catherine Keener (“Corra!), respectivamente como produtor do programa infantil de Mr. Pickles e a criadora dos fantoches do programa. A série foi criada por Dave Holstein, roteirista-produtor de “Weeds” e “I’m Dying Up Here” (por sinal, produzida por Carrey). “Kidding” será a primeira atração televisiva estrelada por Carrey desde o humorístico “In Living Color”, do qual ele participou entre 1990 e 1994. Além disso, marcará um reencontro entre o ator e o diretor de seu filme mais cultuado. O cineasta de “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças” (2004), o francês Michel Gondry, vai dirigir os episódios da série. A estreia vai acontecer no canal pago Showtime, mas ainda não há data definida.

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    Ator de The Walking Dead será pai conservador em piloto de série de comédia

    13 de fevereiro de 2018 /

    O ator Michael Cudlitz, primeira vítima de Negan na série “The Walking Dead”, vai tentar estrelar uma nova série. Ele será o protagonista do piloto de uma comédia desenvolvida por Tim Doyle, roteirista veterano de “Família Dinossauros”, “The Big Bang Theory” e “The Last Man Standing”, para a rede ABC. Ainda sem título, a sitcom se passa na década de 1970 e acompanha uma família irlandesa católica, que tem um pai da classe trabalhadora, uma mãe tradicional e oito filhos barulhentos, que navegam as grandes mudanças de uma das décadas mais turbulentas da América. Cudlitz assumirá o papel de patriarca da família, Mike Doyle. O personagem é descrito como um homem da classe trabalhadora com valores conservadores dos anos 1950, totalmente fora de contato com a realidade do início da década de 1970. O pai de oito filhos confia em sua igreja e no governo para lidar com os protestos e o descontentamentos dos estudantes contra a Guerra do Vietnã. O papel marca uma ruptura para Cudlitz, mais acostumado a estrelar produções dramáticas, como a já citada “The Walking Dead”, além do drama policial “Southland”. Mas para o projeto virar a série, o piloto precisará ser aprovado pela ABC. No ano passado, Cudlitz estrelou o piloto de “The Trustee”, que foi reprovado pelo mesmo canal.

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