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  • Filme

    Cinquenta Tons de Cinza excita Jane Fonda, Diane Keaton e Candice Bergen em trailer de comédia

    16 de maio de 2018 /

    A Paris Filmes divulgou o trailer dublado (e legendado) de “Do Jeito que Elas Querem”, “tradução” nacional de “Book Club”, uma comédia romântica romântica da Terceira Idade, que mostra que o desejo não tem prazo de validade. A prévia mostra como a inclusão de “Cinquenta Tons de Cinza” no círculo de leitura (o clube do livro do título original) de quatro senhoras muda suas rotinas, voltando a despertar apetites sexuais. Curiosamente, Jane Fonda, que integra o elenco, explora a mesma linha de humor adulto da Terceira Idade em sua série “Grace and Frankie”, na Netflix. As demais amigas são Diane Keaton (“Loucas por Amor, Viciadas em Dinheiro”), Candice Bergen (série “Murphy Brown”) e Mary Steenburgen (série “The Last Man on Earth”). Seus pares românticos são vividos por Andy Garcia (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Don Johnson (série “Nash Bridges”) e Richard Dreyfuss (“RED: Aposentados e Perigosos”). E o elenco ainda inclui Alicia Silverstone (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Ed Begley Jr. (série “Future Man”) e Katie Aselton (série “Legion”). A comédia ao estilo dos filmes de Nancy Meyers (“Simplesmente Complicado”) é, curiosamente, escrita e dirigida por um cineasta jovem e iniciante, Bill Holderman, que vira diretor após escrever “Uma Caminhada na Floresta” (2015), também com protagonistas da Terceira Idade. O filme estreia nesta sexta (18/5) nos Estados Unidos, mas apenas daqui a um mês, em 14 de junho, no Brasil.

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  • Série

    Schooled: Spin-off de The Goldbergs ganha primeiras imagens

    16 de maio de 2018 /

    A rede americana ABC divulgou duas imagens de “Schooled”, spin-off de “The Goldbergs” passado nos anos 1990. As imagens destacam os professores da William Penn Academy, vividos Tim Meadows, Bryan Callen e AJ Michalka, todos vistos em “The Goldbergs”. O spin-off chegou a ser rejeitado pela ABC e seu piloto incorporado como um episódio comum de “The Goldbergs”, em que os personagens imaginavam o futuro (a série original se passa nos anos 1980). Mas o capítulo agradou ao público, que pediu mais e acabou atendido. O próprio Adam F. Goldberg, cujas memórias de infância servem de base para a série original, desenvolveu a nova atração em parceria com o produtor de “The Goldbergs” Marc Firek. “Schooled” tem estreia prevista para a midseason, no começo de 2019 nos Estados Unidos.

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  • Série

    Ricky Gervais vai estrear nova série de comédia na Netflix

    15 de maio de 2018 /

    A Netflix encomendou uma nova série de Ricky Gervais, criador da versão original inglesa de “The Office” e da divertida “Extras”, entre outras. Intitulada “After Life”, a série de comédia terá seis episódios com meia hora de duração, ao estilo das produções britânicas do gênero. A trama vai companhar Tony (Gervais), um homem que tinha uma vida perfeita. Mas quando sua esposa morre, tudo muda. Depois de pensar em tirar a própria vida, ele decide acertar as contas com o universo de outro modo, dizendo e fazendo o que quiser a qualquer hora. Ele acredita que isso o torna poderoso – não se importar consigo mesmo ou com qualquer outra pessoa – , mas a situação se complica quando todos seus amigos resolvem salvar o cara legal que eles costumavam conhecer. Curiosamente, Gervais é conhecido por se portar como a descrição do personagem. Seu humor depreciativo já causou estragos nas relações públicas do Globo de Ouro, evento que ele apresentou várias vezes. Essa não é a primeira parceria do comediante com o serviço de streaming, que produziu seu filme “Correspondentes Especiais” e foi coprodutor da série “Derek”, junto do Channel 4 britânico. Ainda não há previsão de estreia para “After Life”.

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  • Série

    Rel: Série de comédia do ator de Corra! ganha imagens e primeiro trailer

    15 de maio de 2018 /

    A rede Fox divulgou as primeiras imagens e o trailer de “Rel”, série de comédia estrelada por Lil Rel Howery, responsável pelas cenas cômicas do terror “Corra!”. A prévia, porém, não reproduz a intensidade histérica vista naquele filme, sugerindo quase um programa de esquetes, em que o ator interpreta dois papéis: o protagonista do título e, sob muita maquiagem, um pastor idoso. Na trama, Lil Rel vive uma versão exagerada de si mesmo, um cara de sucesso, que vive sob o código de “sempre acreditar em si mesmo que grandes coisas virão”. Até que descobre que sua esposa está tendo um caso com seu próprio barbeiro. Ele tenta reconstruir sua vida após o divórcio como um pai solteiro e distante dos filho, enquanto busca amor, respeito e um novo barbeiro. Criada pelo próprio Lil Rel Howery, em parceria com Kevin Barnett e Josh Rabinowitz (roteiristas-produtores de “The Carmichael Show”), a série é gravada em estúdio diante de um auditório, como uma sitcom antiga, e também inclui no elenco Sinbad (“Um Herói de Brinquedo”), Jess “Hilarious” Moore (humorístico “Wild ‘N Out”) e Jordan L. Jones (série “Disjointed”). “Rel” estreia na temporada de outono americana, entre setembro e novembro.

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  • Série

    I Feel Bad: Série de comédia produzida por Amy Poehler ganha fotos e primeiro trailer

    14 de maio de 2018 /

    A rede NBC divulgou as primeiras fotos e o trailer de “I Feel Bad”, nova série de comédia produzida por Amy Poehler (série “Parks and Recreation”). A prévia apresenta o tom irônico da produção, centrado na crise de meia idade de uma mãe de família. Algumas peculiaridades que diferenciam a produção incluem o fato dela ser filha de pais indianos e comandar uma empresa de games com funcionários (nerds) bem mais jovens. Assim, os episódios sugerem a mistura de dois tipos diferentes de sitcom, alternando-se entre comédia de família e humor de ambiente de trabalho. Criada por Aseem Batra (atriz-roteirista-produtora de “Scrubs” e “The Cleveland Show”), a série assume os desafios que as mulheres contemporâneas enfrentam quando tentam equilibrar carreira, marido e filhos, tentando se sentir bem consigo mesmas em uma sociedade com padrões impossíveis de beleza. “Como mulheres, nos sentimos mal todos os dias”, diz a protagonista no trailer, justificando o título da produção – “eu me sinto mal”, me português. O elenco destaca Sarayu Blue (série “No Tomorrow”) no papel principal e Paul Adelstein (série “Prison Break”) como seu marido, além de Brian George (série “The Big Bang Theory”), Madhur Jaffrey (“Entre Dois Mundos”), James Buckley (série “The Inbetweeners”), Johnny Pemberton (série “Superstore”), Aisling Bea (série “Hard Sun”), Zach Cherry (“Perfeita para Você”) e as crianças Lily Rose Silver (vista em “NCSI”) e Callan Farris (visto em “Stuck in the Middle”). A estreia vai acontecer na temporada de outono, entre setembro e novembro, nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Vingadores: Guerra Infinita lidera bilheterias pela terceira semana na América do Norte

    13 de maio de 2018 /

    “Vingadores: Guerra Infinita” manteve a liderança pela terceira semana consecutiva nas bilheterias da América do Norte. O filme de super-heróis da Marvel segue aumentando sua pilha de dinheiro com mais US$ 61,8M (milhões) arrecadados no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá. Já são US$ 547,8M somados no mercado doméstico, acumulados de forma rápida e relativamente fácil, graças não apenas ao marketing agressivo da produção, mas também a sua localização estratégica no calendário de lançamentos cinematográficos. Durante suas primeiras três semanas em cartaz, não enfrentou praticamente resistência, diante de estreias menores que preencheram poucos cinemas. No mercado internacional, o valor é ainda mais impressionante (veja no próximo post). Nesta semana, foram apenas duas estreias norte-americanas, que renderam muito pouco. “Alma da Festa”, a nova comédia da atriz Melissa McCarthy, abriu em 2º lugar com US$ 18,5M. E este desempenho já sugere que a atriz precisa de um divórcio para salvar sua carreira. Afinal, seu marido insiste em ser roteirista e diretor, tendo como cobaia apenas filmes dela. Este é o terceiro filme dirigido por Ben Falcone. A boa notícia é que a crítica o considerou apenas medíocre (41%), em vez de podre como “Tammy” (24%) e “A Chefa” (22%). A má notícia é que teve a pior abertura dentre os três, mostrando que o público já sabe o que a parceria do casal tem para oferecer. Estreia no Brasil em 30 de agosto, após a janela de vídeo e streaming dos Estados Unidos. A outra estreia, “Breaking In”, abriu em 3º lugar com US$ 16,5M. Suspense genérico que traz Gabrielle Union lutando pela vida numa casa nova, foi recebido com somente 27% de aprovação da crítica e ilustra o que virou a carreira de outro diretor ambicioso: James McTeigue, que abriu sua filmografia com nada menos que “V de Vingança” (2005). A produção é tão ruim que não deve ser exibida nos cinemas brasileiros. Como curiosidade, o Top 10 inclui, pela primeira vez no ano, um documentário. Exibido em apenas 180 salas, “RBG” conseguiu faturar US$ 1,1M e aparecer em 10º lugar. O filme conta a vida, as lutas e as realizações da juíza Ruth Bader Ginsburg, segunda mulher a participar da Suprema Corte dos Estados Unidos – o STF americano. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vingadores: Guerra Infinita Fim de semana: US$ 61,8M Total EUA e Canadá: US$ 547,8M Total Mundo: US$ 1,6B 2. Alma da Festa Fim de semana: US$ 18,5M Total EUA e Canadá: US$ 18,5M Total Mundo: US$ 21,4M 3. Breaking In Fim de semana: US$ 16,5M Total EUA e Canadá: 16,5M Total Mundo: 17,5M 4. Overboard Fim de semana: US$ 10,1M Total EUA e Canadá: US$ 29,5M Total Mundo: US$ 29,5M 5. Um Lugar Silencioso Fim de semana: US$ 6,4M Total EUA e Canadá: US$ 169,5M Total Mundo: US$ 269,9M 6. Sexy por Acidente Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA e Canadá: US$ 43,8M Total Mundo: US$ 43,8M 7. Rampage Fim de semana: US$ 3,3M Total EUA e Canadá: US$ 89,7M Total Mundo: US$ 397,1M 8. Tully Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 6,9M Total Mundo: US$ 7,1M 9. Pantera Negra Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA e Canadá: US$ 696,1M Total Mundo: US$ 1,3B 10. RBG Fim de semana: US$ 1,1M Total EUA e Canadá: US$ 2M Total Mundo: US$ 2M

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  • Série

    CBS oficializa o cancelamento de mais quatro séries

    13 de maio de 2018 /

    A rede CBS oficializou os cancelamentos das séries estreantes “9JKL”, “Me, Myself & I”, “Living Biblically” e “Wisdom of the Crowd”. Todas já se encontravam virtualmente canceladas, tendo sido retiradas da programação da estação. Metade teve sua exibição interrompida devido à baixa audiência. A outra metade simplesmente exibiu o que tinha em estoque, sem encomendas de capítulos adicionais – os chamados “back nine”, que completam uma temporada integral. Única atração dramática da lista, “Wisdom of the Crowd” tinha a maior audiência, com média de 6,9 milhões de telespectadores e 0,9 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Entretanto, teve contra si um escândalo sexual, após diversas denúncias contra seu astro, Jeremy Piven, por abusos cometidos na época da série “Entourage” (2004–2011), da HBO, trazidos à tona pelo movimento #MeToo. Três mulheres denunciaram comportamento inconveniente do ator. Duas delas afirmaram ter sido agredidas sexualmente quando figuraram em “Entourage”. A mais famosa, Cassidy Freeman (séries “Smallville” e Longmire”), ecoou as acusações em seu Instagram, sem dar maiores detalhes. Criada por Ted Humphrey (roteirista de “The Good Wife”), a série gira em torno de um empresário brilhante do ramo de tecnologia (Piven), que renuncia ao comando de sua empresa bilionária para se dedicar em tempo integral ao desenvolvimento de um aplicativo de resolução de crimes, na esperança de solucionar o assassinato de sua própria filha. Ou seja, seguia uma fórmula que vem se provando fracassada, em que um milionário decide solucionar os problemas do mundo. Entre as produções recentes que partiram dessa premissa e foram canceladas na 1ª temporada estão “APB”, “Pure Genius” e “Proof”. Dentre as comédias, “9JKL”, vista por cerca de 5,2 milhões de telespectadores por episódio, só perdeu para “Inhumans”, da Marvel, a disputa da pior avaliação da temporada, com apenas 13% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “9JKL” era baseada na vida real do comediante Mark Feuerstein (protagonista da série “Royal Pains”), que criou a série com Dana Klein (criadora de “Friends with Better Lives”). A trama girava em torno de um ator de TV desempregado, que após o divórcio aceita morar de favor num apartamento vazio do prédio de sua família, ao lado dos pais e do irmão casado. A situação acomoda seus problemas financeiros, mas acaba com qualquer vestígio de sua privacidade. O elenco também incluía Linda Lavin (“Um Senhor Estagiário”), Elliott Gould (série “Ray Donovan”), David Walton (série “About a Boy”), Liza Lapira (série “Super Fun Night”) e Matt Murray (série “Kevin from Work”). “Living Biblically” teve o pior desempenho do quarteto, com média de 4,2 milhões de telespectadores, e foi arrancada da programação do canal após a exibição de apenas oito episódios. Criada por Patrick Walsh (roteirista-produtor de “2 Broke Girls”), a série era uma adaptação do livro de não-ficção de AJ Jacobs, em que um homem (Jay R. Ferguson, de “The Real O’Neals”) tentava viver de acordo com os ensinamentos da Bíblia numa cidade grande atual. Por fim, “Me, Myself & I” foi a que durou menos, saindo do ar após seis episódios e média de 4,9 milhões de telespectadores. Idealizada como um sitcom 3-em-1, sua trama era parte nostalgia, parte comédia familiar e parte história de recomeço. Para isso, acompanha a vida de um homem, Alex Riley, durante três fases diferentes de sua vida – a adolescência, a idade adulta e a terceira idade – , apresentadas de forma intercalada a cada episódio. A premissa era novidade na TV aberta americana. Geralmente, as produções do gênero se concentram nas memórias da infância de um narrador, como “Young Sheldon”, lançamento do mesmo canal, mas em “Me, Myself & I” o foco era bem mais abrangente. A prévia mostra uma relação de causa e efeito que perpassava as épocas abordadas, fazendo com que um evento de 1991 fosse relembrado em 2042 – sim, da nostalgia pulava para o futurismo sci-fi. Criada por Dan Kopelman (roteirista de “Malcolm” e “True Jackson”), a série era estrelada por Jack Dylan Grazer (do vindouro “It: A Coisa”), Bobby Moynihan (“Quando em Roma”) e John Larroquette (série “The Librarians”) como as versões jovem, adulta e idosa de Alex Riley.

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  • Série

    The Crossing, Deception, Kevin (Probably) Saves the World e Alex, Inc são canceladas na 1ª temporada

    11 de maio de 2018 /

    A rede ABC cancelou quatro séries recém-lançadas. Os dramas “The Crossing” e “Deception” e as comédias “Kevin (Probably) Saves the World” e “Alex, Inc” não voltarão para uma 2ª temporada. Ainda em exibição, “The Crossing” e “Deception” até tiveram boas estreias, entre as melhores da ABC em três anos. A primeira abriu 5,4 milhões de telespectadores ao vivo e 1,0 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes) no começo de abril, mas a trama repleta de clichês do gênero sci-fi não segurou o público, que caiu para 3,6 milhões e 0,5 ponto. Criada por Dan Dworkin e Jay Beattie (da série “Scream”), “The Crossing” trazia Steve Zahn (série “Treme”) como o xerife de uma cidadezinha que tem que lidar com a chegada de refugiados em sua praia. De forma misteriosa, eles aparecem sem barco e dizendo fugir de uma guerra devastadora. O detalhe é que a guerra só vai acontecer no futuro. Para completar, alguns deles começam a demonstrar superpoderes. “Deception” tinha mais público, mas experimentou uma queda maior, de 5,9 milhões de telespectadores ao vivo e 1,2 ponto na demo para 3,9 milhões e 0,7 ponto. A trama girava em torno de um mágico famoso, chamado Cameron Black, que decide ajudar o FBI a resolver um mistério e logo passa a solucionar um caso por semana, usando os truques e segredos de sua profissão como guia para a resolução de crimes impossíveis. Criada por Chris Fedak (criador de “Chuck”), a ideia remete a “Truque de Mestre” (2013), além de evocar a interação volátil entre um leigo presunçoso e uma policial/agente federal sexy, que é o lugar-comum de “The Mentalist” (2008-2015), “Castle” (2009–2016), “Limitless” (2015–2016), “Rosewood” (2015-2017), “Lucifer” (2015-) e inúmeras outras séries de procedimento. O mágico é vivido por Jack Cutmore-Scott (“Kingsman: Serviço Secreto”) e a agente sexy por Ilfenesh Hadera (“Baywatch”). Já as comédias nunca flertaram com a possibilidade de renovação. Estrelada por Jason Ritter (série “Parenthood”), “Kevin (Probably) Saves the World” começou com 4,2 milhões telespectadores e 1 ponto, desabando episódio a episódio, até terminar em março com 2,5 milhões e 0,7 – a pior audiência dentre as séries de comédia do canal. Na trama, Kevin era um divorciado fracassado que passa a ser assediado por uma mulher que só ele vê. Dizendo ser do céu, ela afirma que ele foi escolhido para salvar o mundo. Mas, para cumprir seu destino, precisará melhorar de atitude e de vida. Curiosamente, a premissa foi concebida por Tara Butters e Michele Fazekas, que já tinham produzido uma narrativa inversa, sobre um cara comum aliciado pelo diabo na divertida – e cultuada – série “Reaper” (2007–2009). Por fim, “Alex, Inc” estreou em março com 4,6 milhões de telespectadores e 1,12 ponto, mas seu episódio mais recente foi visto por 3 milhões e registrou 0,7 na demo. A série marcou a volta de Zach Braff à televisão, sete anos após o final de “Scrubs”. E era basicamente uma extensão das ideias de “Lições em Família” (2014), a comédia indie em que o diretor-roteirista-ator interpretava um sonhador em crise, forçado a reexaminar sua vida e carreira, tendo mulher e filhos para sustentar. Apesar dessa semelhança, não foi o ator quem criou a premissa, mas o roteirista Matt Tarses (criador de “Mad Love”). Os dois tinham trabalho juntos em “Scrubs”.

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  • Série

    Rede ABC renova cinco séries de comédia

    11 de maio de 2018 /

    A rede ABC anunciou a renovação de cinco séries de comédia sobre famílias modernas: “Black-ish”, “Fresh Off the Boat”, “Speechless”, “American Housewife” e “Splitting Up Together”. Elas se juntam a “Modern Family”, que chegará à sua 10ª e possivelmente última temporada no canal. O quarteto renovado tem famílias de várias configurações, inclusive de pais separados, caso de “Splitting Up Together”, a caçula da turma. Lançada em março deste ano, a série marca a volta de Jenna Fischer aos sitcoms, após marcar época como a recepcionista Pam, de “The Office”. Na trama, ela e o marido (Oliver Hudson, de “Rules of Engagement”) resolvem se separar, mas sem se separar de verdade, já que também decidem continuar a morar juntos, para acomodar suas finanças e a criação dos filhos. Após seis episódios, a atração desenvolvida por Emily Kapnek (criadora de “Suburgatory”) foi aprovada com uma média de 4,4 milhões de telespectadores e 1,3 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Já “Speechless” e “American Housewife” vão chegar aos seus terceiros anos, após desempenhos similares – respectivamente: 4,3 milhões e 1,1 ponto, e 4,5 milhões e 1,2 ponto. Criada por Scott Silveri (criador de “Joey”, “Perfect Couples” e “Go On”), “Speachless” tem o diferencial de lidar com a família de um adolescente cadeirante. A atração é estrelada por Minnie Driver (“Dou-lhes Um Ano”) como Maya, uma mãe apaixonada por seu marido e os três filhos pré-adolescentes, um deles com necessidades especiais. O elenco também inclui Cedric Yarbrough (“Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor”) como o cuidador do menino, cuja presença na trama evoca imediatamente o filme francês “Intocáveis” (2011). “American Housewife” é uma criação de Sarah Dunn (roteirista da clássica “Spin City”) e gira em torno da mãe vivida por Katy Mixon (série “Mike & Molly”). Sua personagem é Katie, que também é mãe de três crianças complicadas e sofre com seu temperamento forte, enquanto tenta criar sua família normal de classe média em uma cidade rica, repleta de esposas perfeitas e filhos ideais. Única série sobre família asiática na TV americana – e a primeira com protagonistas asiáticos da TV aberta desde 1994 – , “Fresh off the Boat” vai chegar a sua 5ª temporada com a menor audiência da turma – 3,8 milhões de telespectadores e 1 ponto na demo. Criada por Nahnatchka Khan (série “Apartment 23”), a trama é inspirada no livro de memórias do chef Eddie Huang e investe no tom nostálgico, ao estilo de “Todo Mundo Odeia o Cris”, “Os Goldbergs” e “Anos Incríveis”. Passada nos anos 1990, conta como a família taiwanesa do menino Eddie se adapta ao choque cultural de morar em Orlando, na Flórida. O elenco é encabeçado por Randall Park (que estará em “Homem Formiga e a Vespa”) e Constance Wu (que estará em “Podres de Ricos”), e a produção conta com o cineasta Jake Kasdan (do fenômeno “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”). “Black-ish” também chega na 5ª temporada, mas em meio a muitas tensões nos bastidores. Seu criador, Kenya Barris (autor dos roteiros de “Viagem das Garotas” e do novo “Shaft”), estaria ensaiando trocar a TV pelo streaming, após ter se desentendido publicamente com o canal. No mês passado, a ABC vetou a exibição de um episódio politicamente temático do “Black-ish”, citando “diferenças criativas” com Barris. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem ABC nem eu estávamos felizes com a direção do episódio e concordamos em não colocá-lo no ar”, Barris disse na época. Além disso, a rede não tem apostado em novas criações do roteirista, tendo recusado “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que implodiu após o ator desistir do projeto. Assistida por 4,2 milhões de telespectadores ao vivo, com 1,1 ponto na demo, “Black-ish” já foi mais popular, mas, em compensação, rende frutos para o ABC Studios, como o spin-off “Grown-ish”, exibido no canal pago Freeform – do mesmo conglomerado. A série tem seis indicações ao Emmy e Tracee Ellis Ross venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz, por sua performance como a mãe sofredora da família Johnson.

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  • Série

    iZombie é renovada para a 5ª temporada

    11 de maio de 2018 /

    A rede americana CW anunciou a renovação de “iZombie” para sua 5ª temporada. A série era a última atração da emissora que ainda não tinha seu destino definido, e a baixa audiência – 770 mil ao vivo e 0,25 na demo – parecia indicar um desfecho trágico para a história de Liv (vivida por Rose McIver). Mas a produção acabou se juntando às outras 11 séries renovadas do canal, que só anunciou dois cancelamentos na temporada: “Life Sentence” e “Valor”. Além destas, “The Originals” também chegou ao fim, mas com encerramento programado. Como boa parte da programação do CW, “iZombie” é baseada em quadrinhos (criados por Chris Roberson e Michael Allred, e publicados pelo selo Vertigo da DC Comics). A adaptação é de Rob Thomas, criador da cultuada série “Veronica Mars”, em parceria com Diane Ruggiero (roteirista de “Veronica Mars”), e não por acaso a série evoca o humor ácido da antiga atração. A trama gira em torno de Liv (Rose McIver), uma estudante de medicina que arruma emprego como legista após ser transformada em zumbi, para assim ter acesso a cadáveres e disfarçar seu hábito de comer cérebros humanos. O problema é que, a cada cérebro que ela consome, ela herda as memórias e os hábitos do cadáver, e com a ajuda de seu chefe no necrotério e de um detetive de polícia, ela passa a resolver casos de homicídio, a fim de acalmar as vozes perturbadoras em sua cabeça. Esta rotina bem administrada só não contava com uma explosão populacional de zumbis em Seattle, que acabou com seu segredo na temporada anterior. O elenco também incluiu Malcolm Goodwin, Rahul Kohli, Robert Buckley, David Anders, Aly Michalka e Robert Knepper, que recentemente foi denunciado por assédio sexual. Já a principal novidade da temporada é a participação da atriz Izabela Vidovic, que interpretou a jovem Kara Danvers em um episódio recente de “Supergirl”. A 4ª temporada encerra-se em 28 de maio nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Veja Lily James cantar e dançar em cena completa do musical Mamma Mia 2

    11 de maio de 2018 /

    A Universal divulgou uma cena completa de “Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!”, sequência do sucesso de 2008, inspirado pelas músicas da banda Abba. A prévia destaca uma apresentação da canção “When I Kissed the Teacher”, cantada por Lily James numa encenação coreográfica que evoca a formatura da sua personagem. A continuação volta a reunir o elenco do primeiro filme no mesmo cenário idílico – uma ilha grega – , mas acrescenta várias novidades, graças a uma trama paralela de flashback – que revela que Meryl Streep costumava ser Lily James nos anos 1970. A premissa dos flashbacks é a gravidez da personagem de Amanda Seyfried, filha de Streep no musical. Enquanto o primeiro filme mostrou a jovem tentando descobrir qual dos ex-namorados da mãe era seu verdadeiro pai, o novo mostra como sua mãe lidou com a gravidez adolescente, revelando seu envolvimento com os três galãs de seu passado – vividos, no presente, por Pierce Bronsan, Stellan Skarsgård e Colin Firth – , todos prestes a virar avôs. Além deles, o elenco destaca outra vovó, a cantora Cher. Ela interpreta a mãe de Meryl Streep e vó de Amanda Seyfeld na trama, e aparece na prévia cantando “Fernando”, hit do Abba. A trama continua visitando o repertório do Abba, agora não mais relacionado ao musical da Broadway que foi adaptado no filme de dez anos atras, mas com um roteiro inédito e direção de Ol Parker (“O Exótico Hotel Marigold”). A produção ainda inclui as versões jovens dos protagonistas: a citada Lily James (“Cinderela”), Alexa Davies (série “Harlots”), Jeremy Irvine (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”), Josh Dylan (“Aliados”) e Hugh Skinner (também de “Harlots”), além de Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”) como o Fernando cantado por Cher. A estreia está marcada para 19 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Mila Kunis e Kate McKinnon viram agentes secretas em novos pôsteres e trailer de Meu Ex É Espião

    11 de maio de 2018 /

    A STX divulgou três novos pôsteres e o segundo trailer da comédia de ação “Meu Ex É Espião” (The Spy Who Dumped Me), estrelada por Mila Kunis (“Perfeita É a Mãe!”) e Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”). A prévia aposta em uma muita correria, tiros e gritaria. Na trama, Kunis descobre que namorou sem saber um super-espião. E, quando ele morre inesperadamente, ela e sua melhor amiga (McKinnon) se vêem envolvidas em sua missão secreta. O elenco também inclui Justin Theroux (série “The Leftovers”), Sam Heughan (série “Outlander”), Gillian Anderson (série “Arquivo X”), Fred Melamed (“Um Homem Sério”) e a ucraniana Ivanna Sakhno (do vindouro “Círculo de Fogo: A Revolta”). O filme tem roteiro e direção de Susanna Fogel, criadora da série “Chasing Life” e diretora da comédia indie “Parceiras Eternas” (2014). E a estreia está prevista para 9 de agosto no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Dani Calabresa será caça-fantasmas na próxima comédia de Danilo Gentili

    10 de maio de 2018 /

    A atriz e comediante Dani Calabresa (do humorístico “Zorra”) vai estrelar “Os Exterminadores do Além Contra a Loira do Banheiro”, próximo filme de Danilo Gentili. Segundo o colunista Ricardo Feltrin, do UOL, ela será uma investigadora paranormal caça-fantasmas. Além de Calabresa e do próprio Gentili, o filme terá no elenco Ratinho, em sua estreia no cinema – como um açougueiro estressado – , além dos integrantes do programa “The Noite” Murilo Couto e Léo Lins, e dois ex-“alunos” de “Carrossel”, Jean Paulo Campos e Mateus Ueta. A trama vai acompanhar um grupo de caçadores de mitos, que sairá atrás de histórias absurdas do passado, perseguindo até a famosa “loira do banheiro” (aparição que habitaria basicamente banheiros de escolas públicas). A mulher fantasma será interpretada pela atriz Pietra Quintela. Será o terceiro filme escrito por Gentili e o segundo em que ele trabalhará com o diretor Fabrício Bittar, que dirigiu “Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola”, que vendeu cerca de 500 mil ingressos. As gravações estão marcadas para o próximo dia 31 e a previsão de estreia é para dezembro. A ideia é posteriormente transformar o filme numa série.

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